Com a eliminação da Tuna, Paysandu é o único paraense na Copa do Brasil; veja quando o time joga

Papão também segue na Copa Verde e se prepara para a Série B (Jorge Luis Totti/Paysandu)

Papão está garantido na terceira fase do torneio nacional, enquanto Remo, Águia de Marabá e Tuna foram eliminados

A Tuna Luso terminou sua participação na Copa do Brasil na noite da última quinta-feira (13) diante do CSA-AL. No estádio Rei Pelé, em Maceió, a Águia Guerreira foi goleada por 5 a 0 e deu adeus à competição. Com isso, o Paysandu se torna o único time paraense no torneio nacional nesta temporada.

A equipe bicolor está garantida na terceira fase da competição e ainda não tem adversário definido. A vaga foi conquistada por conta do título da Copa Verde de 2024. Com a conquista, o Bicola não precisou passar pelas fases iniciais.

Os confrontos da terceira fase estão marcados para ocorrer nos dias 30 de abril e 21 de maio (ida e volta).

Nesta edição, quatro equipes paraenses se classificaram para a Copa do Brasil. Além da Tuna e do Papão, o Remo e o Águia de Marabá também disputaram a competição. O Azulão não deu sorte e foi eliminado ainda na primeira fase, ao ser goleado por 8 a 0 pelo Fluminense.

Já o Leão Azul chegou até a segunda etapa, mas caiu diante do Criciúma, com uma derrota de 2 a 1 no Mangueirão. A eliminação provocou a demissão do técnico Rodrigo Santana, que foi substituído por Daniel Paulista.

Assim, só restou o Paysandu como representante paraense na disputa. O clube deve conhecer o seu adversário nas próximas semanas. Enquanto isso, o Bicola também segue na Copa Verde e aguarda o retorno do Parazão para disputar as quartas de final, além de Série B.

 

Fonte: Aila Beatriz Inete e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/03/2025/14:38:03

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Seduc convoca professores classificados em PSS

Os convocados podem conferir as próximas etapas no site do PSS | Ascom / Seduc

Professores terão até este sábado (15) para envio da documentação exigida.

A chance de trabalhar na Secretaria de Estado de Educação do Pará (Seduc) acaba de ficar mais próxima para professores que participaram do Processo Seletivo Simplificado (PSS) 03/2024.

Nesta sexta-feira (14), a secretaria publicou o resultado da Convocação Especial para Professor da Educação Básica do PSS e já anunciou a lista de documentos exigidos para os classificados.

Os professores devem enviar os documentos até as 12h deste sábado (15), na área “Inscrição do candidato/Acompanhe sua inscrição”, para pré-análise e pré-habilitação à assinatura contratual.

Confira os documentos exigidos:

  • Atestado de aptidão física e mental;
  • Certidão de antecedentes criminais (Estadual (TJPA e Federal);
  • Comprovante de atualização cadastral do E-SOCIAL, obtida no site de consulta cadastral do INSS.
  • NIS/NIT/PIS ou PASEP.

A Seduc ressalta também que a habilitação do candidato também dependerá da disponibilidade de horário para atendimento da carga horária total ofertada, pois deverá cumprir a jornada de trabalho nos quantitativos e turnos correspondentes à toda carga horária disponível da disciplina ou da área do conhecimento.

Veja o resultado no link abaixo:

Resultado PSS Seduc

Fonte: Agência Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/03/2025/13:42:03

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Decisões do STF inflamam discurso bolsonarista às vésperas de ato no Rio

O ex-presidente Jair Bolsonaro em ato em Copacabana em 2024: nova manifestação prevista para domingo, 16 (Buda Mendes/Getty Images)

Apoiadores de Jair Bolsonaro criticam o que consideram rapidez excessiva na tramitação de denúncia da PGR por tentativa de golpe de Estado

A decisão do Supremo Tribunal Federal sobre o julgamento de Jair Bolsonaro, dias antes de uma manifestação de apoio ao ex-presidente que espera reunir 1 milhão de pessoas no Rio de Janeiro, já está sendo amplamente utilizada pela oposição para fortalecer a narrativa bolsonarista de perseguição da Justiça contra o capitão. O ato está programado para começar às 10h do próximo domingo 16, na orla da Praia de Copacabana.

Na última quinta-feira 13, o ministro Alexandre de Moraes liberou a denúncia da Procuradoria-Geral da República contra Bolsonaro e outros sete acusados por tentativa de golpe de Estado. Poucas horas depois, o presidente da Primeira Turma do STF, Cristiano Zanin, marcou o julgamento para o dia 25 de março.

Os novos desdobramentos devem ser tema central da manifestação de domingo, que é organizada pelo pastor evangélico Silas Malafaia e deve ter a presença dos governadores Cláudio Castro (PL), do Rio de Janeiro, e Tarcísio de Freitas (Republicanos), de São Paulo, além de familiares e aliados de Jair Bolsonaro. Defensores do ex-presidente veem o curto período de tramitação como “pressa” da Justiça para julgar o capitão e acusam STF e PGR de desrespeitar os ritos legais na condução do processo.

“Mais rápido que Lewis Hamilton. Coincidências na democracia nicaraguense”, escreveu o vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ), filho Zero Dois do ex-presidente, ao comentar a liberação do processo por Moraes poucas horas após o procurador-geral da República, Paulo Gonet, ter rebatido todas as alegações da defesa e ter defendido a continuidade da tramitação da ação.

A defesa do ex-presidente também criticou o andamento do processo. “É preocupante que o órgão fiscal da lei dê sua chancela às insólitas e gravíssimas falhas processuais que contaminaram os quase dois anos de investigação e hoje se estendem à ação penal”, publicou no X (ex-Twitter) o advogado de Jair Bolsonaro, Paulo Cunha Bueno, após a decisão de Gonet.

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho Zero Três de Jair Bolsonaro, que vem atuando na articulação do bolsonarismo com a extrema direita internacional, voltou a classificar o processo como lawfare (perseguição jurídica) e chamou Moraes de “juiz autoritário e enviesado” e Gonet de “procurador-geral submisso”. “Com cada nova decisão, a censura e o desrespeito se tornam mais visíveis no Brasil e no exterior”, publicou em inglês o parlamentar, que está nos Estados Unidos.

Anistia a presos pelo 8 de Janeiro está na pauta

Outro assunto central na agenda dos protestos é a proposta de anistia aos presos por participação nos atentados de 8 de janeiro de 2023, quando eleitores insatisfeitos com a vitória de Lula invadiram e depredaram os prédios dos Três Poderes, em Brasília. O projeto de lei no Congresso envolve uma ampla articulação entre parlamentares ligados ao bolsonarismo e ao centrão.

A defesa da anistia tem como cerne uma narrativa de que o STF estaria mantendo presas, injustamente, pessoas idosas e mães de famílias de origem humilde. Ao todo, quase 1.700 pessoas foram denunciadas por participar da quebradeira, e ao menos 480 foram sentenciadas à prisão. Até o momento, 155 réus estão detidos, sendo 70 de forma definitiva, 78 de maneira provisória e sete em confinamento domiciliar.

Fonte: Redação – Maquiavel e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/03/2025/14:30:57

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Polícia fecha abatedouro clandestino que produzia hambúrguer de carne de cavalo

Foto: Reprodução | Local foi descoberto após denúncias feitas por vizinhos que desconfiaram da movimentação e da presença de urubus, indicando a existência de animais mortos na área

A Polícia Civil de Goiás (PCGO) ouviu em depoimento o proprietário de um abatedouro clandestino de cavalos localizado no bairro da Lapa, em Anápolis (GO), descoberto e fechado no último domingo (09/03), após o recebimento de denúncias. Cyro Pereira Lemos, 32 anos, apresentou-se voluntariamente à polícia e foi liberado após prestar esclarecimento.

Segundo ele, o espaço foi arrendado sem que ele tivesse conhecimento das atividades ilegais praticadas ali. Em nota, a defesa de Cyro afirmou que ele está “fornecendo os esclarecimentos necessários” e reforçando seu compromisso de colaborar com as investigações, mantendo-se à disposição da Justiça.

Além de Cyro, um homem de 63 anos, identificado como suposto transportador das carnes, também foi detido. No momento da operação, a PCGO encontrou aproximadamente 40 cavalos em situação de extrema precariedade, sem acesso à comida, água e condições mínimas de sobrevivência.

Descoberta chocante

A Polícia Militar de Goiás (PMGO) foi acionada por moradores vizinhos do abatedouro que desconfiaram da movimentação no local. A presença de urubus na área acendeu o alerta de que havia animais mortos nas redondezas. Denúncias indicam que a carne desses animais foi vendida para a produção de hambúrgueres comercializados em Anápolis.

Um dia após a descoberta, a PMGO localizou um galpão na Vila União, onde a carne era processada. No local, os agentes encontraram diversas irregularidades, incluindo maquinários usados como cabides, itens de animais depositados e produtos de limpeza misturados a alimentos.

Também havia marcas de sangue próximas aos freezers onde as carnes eram armazenadas sem higienização e, próximo a uma mesa sobre a qual estavam luvas, botas e baldes, um amontoado de vísceras, couros e restos de animais queimados. O ambiente exalava um odor forte, e havia grande presença de moscas e pedaços de carne cortados sem identificação.

Os responsáveis pelo local foram presos e os animais foram encaminhados para uma chácara da Prefeitura de Anápolis. Já as carnes apreendidas, que eram vendidas em comércios locais, foram encaminhadas para o Aterro Sanitário de Brasília.

Zezé di Camargo adotou parte dos animais resgatados

Em meio à repercussão do caso, o cantor Zezé di Camargo decidiu adotar alguns dos cavalos resgatados no local. A informação foi divulgada nas redes sociais de Graciele Lacerda, esposa do artista. O cantor contou que, inicialmente, pretende adotar cinco cavalos. Os animais serão levados para a fazenda da família, em Araguapaz, também em Goiás.

Zezé comentou que queria ter mais espaço para abrigar os outros cavalos. Mas vai ajudar a pessoa que ficou responsável pelos animais.

Fonte: Portal Debate e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/03/2025/13:27:45

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Ministério das Comunicações concede outorgas de rádios comunitárias em 9 cidades da BA, PA, PB, PI e RN

Uma das prioridades da atual gestão do Ministério é fortalecer o serviço de radiodifusão comunitária | Foto: Reprodução

Emissoras desempenham papel fundamental na promoção da cultura local, na disseminação de informações relevantes e no estímulo ao diálogo entre os diversos segmentos da comunidade

O Ministério das Comunicações autorizou nesta quarta-feira (12) associações a operar rádios comunitárias em nove cidades nos estados da Bahia, Pará, Paraíba, Piauí e Rio Grande do Norte.

As outorgas foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU).

Na Bahia, a Associação Rádio Comunitária Vale FM foi autorizada a operar em Ubaíra. A Associação Rádio Mais Comunitária de Dias D’Ávila recebeu outorga para o município de Dias D’Ávila. A Associação Comunitária de Radiodifusão e Cultural de Santo Antônio de Jesus vai operar em Santo Antônio de Jesus. E a Associação de Proteção aos Jovens, Idosos e Agricultores Rurais do Povoado Raspador vai operar em Ribeira do Amparo.

Foram autorizadas, ainda, rádios comunitárias em Boqueirão do Piauí (PI) – Associação de Radiodifusão de Boqueirão do Piauí; Japi (RN) – Associação Comunitária de Radiodifusão Cruzeiro; Água Azul do Norte (PA) – Associação Comunitária de Radiodifusão Senador Jader Barbalho; e Zabelê (PB) – Associação Comunitária de Arte, Cultura e Educação de Zabelê.

As rádios comunitárias desempenham um papel fundamental na promoção da cultura local, na disseminação de informações relevantes e no estímulo ao diálogo entre os diversos segmentos da comunidade.

“Uma das prioridades da nossa gestão é fortalecer o serviço de radiodifusão comunitária, para promover a participação social e levar cultura e entretenimento para todos os brasileiros”, disse o ministro das Comunicações, Juscelino Filho.

Em locais onde outros meios de comunicação possuem alcance limitado, as rádios comunitárias são frequentemente a única forma de conexão com o restante do país. Além disso, essas estações têm a capacidade de se adaptar rapidamente a emergências, fornecendo informações durante desastres naturais, crises de saúde pública e outras circunstâncias imprevistas.

Vale ressaltar que as emissoras não estão imediatamente autorizadas a operar apenas com as outorgas emitidas pelo Ministério das Comunicações. Ainda é necessário que o processo passe pela Casa Civil, da Presidência da República, e pelo Congresso.

Você sabe o que é uma rádio comunitária?

É uma estação de rádio de baixa potência operada por fundações e associações comunitárias sem fins lucrativos. Tem como finalidade proporcionar informação e integração social à localidade em que estão inseridas, estimulando a difusão de ideias, cultura e tradições. Assim, fortalecem o convívio social e proporcionam o desenvolvimento geral da comunidade.

O que é necessário para executar o serviço de Radiodifusão Comunitária?

Para que seja autorizada, a entidade interessada na prestação do serviço deve enviar petição ao ministério, indicando a área pretendida. Após análise da viabilidade técnica realizada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), será publicado comunicado de habilitação para que as entidades interessadas se inscrevam e apresentem os documentos requeridos. Caso haja mais de uma entidade habilitada, o Ministério das Comunicações promoverá o entendimento entre elas.

Fonte: Ascom MCom e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/03/2025/12:35:43

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VÍDEO: Adolescente foi mantida consciente enquanto bebê era retirado do útero, revela polícia

Foto: Reprodução | A jovem Emilly Azevedo Sena, de 16 anos, ainda estava viva quando teve o abdómen cortado para que sua filha fosse retirada.

A informação foi confirmada pelo diretor da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), Jaime Trevizan, durante uma coletiva de imprensa realizada na manhã desta sexta-feira,14.

A assassina confessa, Nataly Hellen Martins Pereira, de 25 anos, teria mantido Emilly consciente para garantir que o bebé sobrevivesse.

“Uma das teses que foram comprovadas é que ela foi mantida viva para efetuar o parto e que a criança fosse retirada com vida”, afirmou Trevizan.

O corpo da adolescente foi encontrado numa cova rasa no quintal de uma casa localizada no bairro Jardim Florianópolis, em Cuiabá.

Inicialmente, a suspeita era de que ela tivesse morrido por asfixia, uma vez que apresentava um saco plástico na cabeça e fios de internet enrolados no pescoço e nos membros.

No entanto, os exames periciais concluíram que a causa real da morte foi a perda excessiva de sangue.

“Os vestígios encontrados no pescoço e na sacola indicam que a morte não foi causada por falta de ar, mas sim pela hemorragia intensa”, explicou Trevizan.

A perícia revelou que o abdómen da vítima foi cortado em formato de “T”, tanto na vertical quanto na horizontal.

Segundo os especialistas, os cortes foram realizados com extrema precisão, sugerindo que a assassina possuía algum conhecimento técnico sobre o procedimento.

“Foram verificadas lesões em forma de ‘T’ no abdómen, feitas com uma destreza muito peculiar. A pessoa que fez aqueles cortes tinha domínio da técnica, permitindo a retirada do bebé”, destacou o diretor da Politec.

Emilly desapareceu na quarta-feira,12, após sair de casa para buscar roupas que seriam doadas para sua filha por Nataly.

Contudo, a jovem caiu numa emboscada e foi assassinada de forma brutal. Seu corpo foi encontrado no dia seguinte, enterrado no quintal da residência da suspeita.

O crime chocou a população e mobilizou as autoridades, que seguem investigando o caso para apurar se outras pessoas estiveram envolvidas no assassinato.

Veja :

https://youtu.be/KQSUx2biPN0?t=2

Leia mais

Fonte: Polícia Civil de MT e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/03/2025/10:55:57

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VÍDEO: Mulher usa cabo de vassoura para atacar PMs e é presa no DF

Foto: Reprodução | Imagens mostram mulher sendo derrubada no chão e levando golpes de cacetete dos militares. PM disse que foi chamada para conter tumulto em distribuidora de bebidas.

Uma mulher foi presa por usar um cabo de vassoura para agredir policiais militares no Sol Nascente, no Distrito Federal, neste domingo (9).

Uma testemunha gravou o momento em que a mulher atacou os policiais com o cabo de vassoura. Em seguida, ela foi derrubada no chão, levou golpes de cacetete e foi algemada.

A Polícia Militar diz que foi chamada para conter um tumulto em uma distribuidora de bebidas. Ao chegar no local, os PMs contam que pediram para duas mulheres envolvidas na confusão irem embora.

Inicialmente, elas acataram a ordem, mas, pouco tempo depois, voltaram ao estabelecimento, segundo os policiais. Uma delas estava com um cabo de vassoura e tentou agredir os militares, conforme o relato.

A mulher foi levada para a 15ª Delegacia de Polícia, em Ceilândia, onde foi autuada por perturbação do sossego, ameaça, resistência, desobediência e desacato.

Veja vídeo:

https://streamable.com/jms1u5

Fonte: Macajuba Aacontece e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/03/2025/10:52:16

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EXCLUSIVO: Servidores federais estão em banco de procurados pela Justiça e não são presos

Foto: Reprodução | O g1 identificou nove servidores federais entre 149 mil procurados pela Justiça com mandados de prisão em aberto, segundo banco de dados oficial. Quatro respondem por crimes de estupro de vulnerável, ameaça e embriaguez ao volante, outros quatro por dever pensão alimentícia. Um servidor foi preso após reportagem questionar a polícia.

Pelo menos oito servidores públicos federais são procurados pela Justiça há meses, mas não são presos. É o que mostra um levantamento exclusivo feito pelo g1, a partir de informações de 149 mil mandados de prisão. Para especialistas, ter procurados no serviço público mostra que o Brasil enfrenta falhas na gestão de informações.

O levantamento considerou quase a metade dos 326 mil mandados de prisão existentes no país. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que tem os dados de todos os mandados, informou que não poderia fornecer detalhes dos 180 mil mandados que faltavam (clique aqui e veja como a apuração foi feita).

Os dados mostram que são procurados:

  • Um vigilante da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), condenado por estupro de vulnerável. Ele é procurado desde novembro para cumprir a pena de 12 anos de prisão.
  • Um assistente de administração do Instituto Federal de Rondônia (IFRO), procurado desde novembro para cumprir sete meses de prisão em regime semiaberto por embriaguez ao volante.
  • Um agente ambiental do Parque Nacional do Cabo Orange, no Amapá, que é procurado desde maio para cumprir um mês de prisão em semiaberto por ameaçar a ex-companheira.
  • Um auxiliar operacional que atua na Secretaria de Gestão Estratégica do Governo de Roraima, alvo desde setembro de um mandado de prisão preventiva numa investigação sobre estupro de vulnerável. Ele ainda não foi julgado.
  • Outros quatro servidores— um professor substituto, um médico, um agente especial e um analista — são alvo de mandados de prisão pelo não pagamento de pensão alimentícia, uma prisão civil (não criminal) que é revogada assim que a pessoa paga a dívida.

Além deles, o g1 encontrou um agente de portaria de uma escola do Amapá que, desde 2019, era procurado em uma investigação sobre furto qualificado. Na quarta-feira (12), após a reportagem entrar em contato com a Polícia Civil do estado, o servidor foi preso. Ele também ainda não foi julgado.

Mesmo com mandados de prisão em aberto, a investigação ou condenação por um crime, não resulta automaticamente na perda do cargo público (saiba mais abaixo).

Para especialistas, há ‘amadorismo’ e ‘falta de integração’ na gestão pública

Para Rafael Alcadipani, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e integrante do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, a dificuldade em cumprir mandados de prisão contra servidores evidencia falhas na gestão de informações pelo Poder Público brasileiro.

“Isso é uma amostra da dificuldade, do amadorismo com que a gente lida [com casos de pessoas procuradas pela Justiça]. Estamos na era digital, falando de inteligência artificial, enquanto o Estado brasileiro ainda é analógico na sua gestão de informações”, afirma. Existe um descompasso gritante entre o que se tem de tecnologia e de possibilidade de gestão de dados hoje, e aquilo que a gente entrega para o cidadão. Não é razoável você supor que uma pessoa que está sendo procurada pela Justiça está trabalhando em uma repartição pública.”

O presidente da Associação dos Delegados de Polícia do Brasil (Adepol), Rodolfo Laterza, diz que “causa absoluta perplexidade que essas pessoas sigam trabalhando, já que possuem endereço fixo e poderiam ser capturadas, com o cumprimento da ordem judicial”.

Segundo Laterza, a falha decorre de problemas na comunicação entre os órgãos.

“A integração das plataformas de bancos de dados entre o Poder Executivo [responsável pelas polícias] e o Judiciário [pelos mandados de prisão] enfrenta sérios problemas de execução. Para se ter uma ideia, intimações policiais frequentemente chegam com atraso porque passam por vários setores antes de chegarem ao destinatário correto. Em alguns casos, o Judiciário até envia para o órgão errado.”

Ao g1, o CNJ, responsável pela administração do Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP), afirmou que mantém um acordo que permite o acesso integral dos mandados com o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

O BNMP é um portal que reúne ordens de prisão do país e é acessível a qualquer cidadão. Cabe aos tribunais a alimentação dos dados, incluindo ou excluindo os mandados quando estes são revogados ou cumpridos.

Segundo o CNJ, cabe ao Ministério da Justiça repassar os dados do BNMP para todos os órgãos de segurança pública do país.

Procurado, o Ministério da Justiça e Segurança Pública informou que não iria se manifestar sobre o caso.

Saiba quem são os servidores procurados e os crimes:

 Vigilante de universidade de Mato Grosso foi condenado por estupro de vulnerável

Vigilante da Secretaria de Infraestrutura do Campus da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) desde 2005, Carlos Jose de Figueiredo foi condenado por abusar de duas vítimas em várias ocasiões.

Desde novembro de 2024 ele é procurado para cumprir uma pena de 12 anos de prisão em regime fechado.

g1 esteve na universidade onde Figueiredo trabalha. O responsável pelo setor confirmou que ele trabalha na unidade, mas que não estava presente no momento. A reportagem tentou contato com o servidor por ligações e mensagens na quarta-feira (12), mas não obteve retorno até a publicação da reportagem.

 A UFMT não respondeu. O Tribunal de Justiça do Mato Grosso e a vara responsável pelo caso afirmaram que o processo está sob sigilo.

Carlos Figueiredo, servidor na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) alvo de mandado de prisão — Foto: Reprodução/redes sociais
Carlos Figueiredo, servidor na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) alvo de mandado de prisão — Foto: Reprodução/redes sociais

Auxiliar no governo de Roraima é investigado por estupro de vulnerável

Ivanildo Costa de Souza é funcionário federal desde 1984, e atua desde 1991 como auxiliar operacional de serviços diversos na Secretaria de Gestão Estratégica e Administração do Estado de Roraima, em Boa Vista.

Em setembro de 2024, o Tribunal de Justiça de Roraima expediu um mandado de prisão preventiva contra Souza, num inquérito em que ele é suspeito de estupro de vulnerável. Segundo o mandado, o objetivo é “evitar que novos crimes sejam praticados”.

Desde então, ele não aparece mais no local de trabalho, segundo colegas e o próprio órgão. Um processo administrativo disciplinar foi instaurado para avaliar o caso. O g1 procurou a defesa do servidor que disse que, devido ao sigilo do processo, não vai se manifestar.

O Tribunal de Justiça de Roraima e a vara criminal afirmaram que o mandado segue vigente.

Funcionário em escola do Amapá é preso após g1 questionar a polícia

Francineive Caldas da Silva é funcionário federal, e atua desde dezembro de 2023 como agente de portaria em uma escola municipal de Calçoene (AP). Desde 2019, ele é alvo de um mandado de prisão preventiva por supostamente ter se envolvido em um furto qualificado.

Segundo o processo, Silva e outros três homens teriam levado oito animais de grande porte de uma fazenda em Cutias (AP), a 354 km de Calçoene. O caso ainda não julgado, portanto, ele não foi condenado ou absolvido.

Na quarta-feira (12), após o g1 procurar a Polícia Civil do Amapá para questionar sobre o mandado, Silva foi preso.

g1 não conseguiu contato com a defesa do agente de portaria. A Prefeitura de Calçoene informou que não tinha conhecimento da condenação. O Ministério da Gestão e Inovação, que é o atual responsável pelo contrato do servidor, ressaltou que as certidões criminais de Silva estão sem nenhum registro de crimes, e que iria buscar detalhes sobre o processo que resultou na prisão.

A certidão negativa de antecedentes criminais, em regra, considera apenas condenações definitivas, não levando em conta investigações em andamento, o que não se aplica a Silva neste processo.

 Agente do ICMBio no Amapá foi condenado por ameaça

Agente temporário do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) no Parque Nacional do Cabo Orange (AP) desde setembro de 2023, Orleans Silva Morais foi condenado a um mês de prisão em regime semiaberto pelo crime de ameaça por ter ameaçado cortar a ex-companheira em 2019.

No regime semiaberto, o preso dorme na prisão, mas pode sair de dia para trabalhar ou estudar.

O mandado foi expedido em maio de 2024 e, segundo a Vara de Execução Penal de Macapá, segue em vigor.

O advogado de Morais, José Reinaldo Soares, afirma desconhecer o mandado de prisão.

 Assistente de instituto federal de Rondônia foi condenado por dirigir bêbado

Assistente de administração no Instituto Federal de Rondônia (IFRO) desde 2011, Alecsandro de Goes Guedes foi condenado, em novembro de 2024, a sete meses e 25 dias de prisão em regime semiaberto por dirigir embriagado.

g1 esteve no IFRO na quarta-feira (12) quando a chefia do setor em que Guedes trabalha informou que ele participaria de um evento. O servidor, entretanto, não apareceu. O g1 tentou contato com ele por telefone, mas as ligações não foram atendidas.

A Vara de Execuções Penais de Porto Velho disse que o mandado contra Guedes segue ativo. O Tribunal de Justiça de Rondônia não comentou sobre o caso.

O que acontece quando um servidor público é alvo de um mandado de prisão?

g1 conversou com especialistas em direito administrativo para esclarecer quais são as consequências para servidores públicos que se tornam alvos de um mandado de prisão. Veja abaixo:

A perda do cargo é automática?

Não necessariamente. A investigação ou condenação por um crime não implica automaticamente na perda do cargo público.

Para que isso ocorra, é necessário um julgamento no qual o juiz declare expressamente essa decisão, levando em consideração a natureza do crime e sua relação com as funções exercidas pelo servidor, explica Cristina Braga, advogada especialista em servidores públicos e Mestre em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Em casos de crimes como tortura ou violência contra a mulher por razões de gênero, a legislação prevê a perda do cargo de forma automática, segundo Braga.

O Código Penal também prevê a perda de cargo caso o servidor seja condenado a pena superior a um ano por crimes praticados com abuso de poder ou violação de dever para com a administração pública; ou superior a quatro anos nos demais casos.

Além da expulsão do serviço público, outras punições que os servidores podem sofrer incluem advertência, suspensão de até 90 dias, e cassação da aposentadoria.

O que o órgão público pode fazer?

O órgão público pode abrir uma investigação administrativa independentemente do andamento do processo criminal.

Mesmo no caso de devedores de pensão alimentícia, se a inadimplência comprometer a moralidade administrativa ou afetar a imagem do serviço público, um processo disciplinar pode ser instaurado. Vale lembrar que a legislação permite o desconto da pensão diretamente na folha de pagamento do servidor.

Como o g1 descobriu servidores entre os procurados pela Justiça

Para identificar os servidores procurados pela Justiça, o g1 cruzou duas bases de dados: o Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP), mantido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e alimentado pelos tribunais, e a base dos servidores públicos federais, gerida pelo governo federal.

Os mandados de prisão podem ser consultados por qualquer pessoa no portal do BNMP de duas formas: individualmente, por meio de uma pesquisa pelo nome do procurado (ou outros dados pessoais, como CPF) ou pelo número do processo; ou por meio de uma API (sigla em inglês para Application Programming Interface – Interface de Programação de Aplicações), um sistema que permite baixar os dados de vários mandados, sem a necessidade de buscas individuais (o BNMP tem mais de 300 mil mandados de prisão.

Mandado de prisão expedido contra Carlos Jose de Figueiredo no BNMP. — Foto: Arte g1

Mandado de prisão expedido contra Carlos Jose de Figueiredo no BNMP. — Foto: Arte g1

Ao longo de quase cinco meses, a equipe do g1 utilizou a API, por meio de linguagem de programação, para baixar os dados do mandados. No entanto, o CNJ impõe restrições à extração de grandes volumes de informações. Por esse motivo, foram obtidos os dados de 149.341 mandados, dos 326.345 existentes à época em que o levantamento começou.

Depois, o g1 cruzou os dados desses 149 mil mandados de prisão com a lista de servidores federais da ativa do país que, quando foi baixada, tinha 762.657 nomes, comparando os CPFs que apareciam nas duas bases (na dos servidores, apenas parte do CPF é exibido).

Desse cruzamento, resultaram 13 casos em que, aparentemente, a mesma pessoa estavam nas duas bases. O g1, então, buscou informações sobre elas e sobre os mandados de prisão em outras fontes de dados, inclusive presencialmente, para confirmar as identidades e que esses mandados ainda estavam valendo.

Ao final, resultaram os oito casos citados nessa reportagem.

* Colaboraram nesta reportagem: Arilson Freires (g1 Amapá), Rafael Aleixo (g1 Amapá), Afonso Ferreira (g1 DF), Marco Antonio Martins (g1 Rio de Janeiro), Pollyana Araújo (g1 Mato Grosso), Stephane Gomes (g1 Mato Grosso), Victória Oliveira (g1 Mato Grosso), Mateus Santos (g1 Rondônia), Caíque Rodrigues (g1 Roraima), Sidney Silva (RN).

 Fonte: G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/03/2025/10:19:32

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Jovem é morta e tem corpo concretado após cobrar dívida a ex-colega de trabalho, em Belo Horizonte

Foto: Reprodução | Suspeito de enterrar jovem confessou crime e apontou comparsas.

A Polícia Civil encontrou, na tarde de quarta-feira (12), o corpo de Clara Maria Venancio Rodrigues, 21, em Belo Horizonte (MG). A jovem estava desaparecida desde o último domingo (9), quando saiu para cobrar o dinheiro que tinha emprestado a um ex-colega de trabalho.

Um amigo que morava com Clara Maria registrou um Boletim de Ocorrência (B.O) sobre o desaparecimento dela. Ele relatou que os dois se conheciam há sete anos e trabalharam juntos no último domingo (9).

O corpo da jovem foi localizado pela equipe da Divisão de Referência à Pessoa Desaparecida, em uma casa no bairro Ouro Preto, na Região da Pampulha.

Os bombeiros foram acionados para prestar apoio aos policiais. Conforme a corporação, o corpo da vítima estava enterrado e coberto por uma camada de concreto, mas a mistura não havia secado completamente.

Conversa por celular

Em B.O, o amigo da jovem relatou que, ao término do expediente, ela foi até a casa de um ex-colega de trabalho para receber o dinheiro de uma dívida. Por volta das 22h45, ela teria enviado uma mensagem dizendo que pegou o valor e “estava indo para casa”.

O trajeto duraria cerca de dez minutos, mas horas se passaram, e Clara Maria não voltou. O amigo chegou a ligar para ela algumas vezes, até que recebeu outra mensagem, por volta de 00h30 de segunda-feira (10), afirmando: “Oi, estou bem. Estou ocupada agora”.

Também conforme o documento, o homem declarou que a jovem não tinha costume de responder dessa forma. Ele tentou falar com ela ao longo do dia e, somente por volta das 9h30, obteve um retorno que o chamava de “amiga”, fato que estranhou.

O amigo tentou contato com o ex-colega de trabalho com quem ela foi buscar a quantia devida, mas não conseguiu. Ainda na segunda, os celulares dele e de Clara Maria pararam de receber mensagens e ligações.

Suspeito de enterrar jovem confessou crime e apontou comparsas

A principal linha de investigação aponta que o crime foi motivado por uma dívida de R$ 400, segundo informações do jornal O Tempo.

O homem apontado como principal suspeito da morte de Clara Maria confessou o crime e revelou à polícia os nomes dos outros dois envolvidos, que também foram presos. As informações constam no registro da ocorrência feito pela Polícia Civil.

Clara Maria teria emprestado o valor ao principal suspeito, o primeiro a ser preso, durante o período em que trabalharam juntos em uma padaria da região. Segundo testemunhas, a jovem vinha cobrando o pagamento e, no dia do desaparecimento, teria aceitado se encontrar com o homem para receber o valor.

Ao chegarem à residência onde estava o corpo de Clara, os policiais foram recebidos pelo principal suspeito. Eles perceberam um forte cheiro e notaram que uma área do jardim estava recém-cimentada.

Indagado, o homem inicialmente negou envolvimento no desaparecimento da jovem, mas acabou confessando que o corpo estava enterrado no local. Ele chegou a resistir à prisão, mas foi detido pelos policiais.

Durante o interrogatório, o suspeito entregou os nomes de dois comparsas, que também foram presos. Um deles foi localizado em casa, na cidade de Santa Luzia, na região metropolitana de Belo Horizonte. Durante a abordagem, ele confessou participação no crime. O celular dele foi apreendido.

O terceiro suspeito foi encontrado em local de trabalho, no bairro Ouro Preto, em Belo Horizonte. Inicialmente, ele negou participação no homicídio, mas admitiu ter estado na casa do principal suspeito no dia do desaparecimento.

Fonte: Diário do Nordeste  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/03/2025/09:54:51

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Senador paraense defende exploração de petróleo na Margem Equatorial

Foto: Reprodução | Parlamentar alega que atividade pode reduzir a pobreza e melhorar indicadores socioeconômicos na Região Norte

O senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) manifestou-se nesta quarta-feira (12) a favor da exploração de petróleo na Margem Equatorial do Brasil, apontando os possíveis benefícios econômicos para os estados do Amapá, Pará e Maranhão.

Durante seu pronunciamento, o parlamentar criticou a posição do Ministério do Meio Ambiente de basear a decisão apenas em critérios técnicos e argumentou que a exploração dos recursos naturais poderia melhorar as condições socioeconômicas da região.

Zequinha Marinho comparou a situação do Amapá, que possui um dos piores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) do país, com municípios como Maricá (RJ), que recebem royalties do petróleo. De acordo com o senador, dos 20 municípios brasileiros com pior qualidade de vida, 17 estão na Região Norte, e a exploração de petróleo poderia contribuir para a redução da pobreza na Amazônia.

“Precisamos explorar o petróleo e garantir que a riqueza decorrente dessa atividade seja revertida em favor da população daquela região, para que se mude, pelo menos um pouco, o IDH”, declarou.

O senador também questionou a proposta de criação de um mosaico de unidades ambientais marinhas na Margem Equatorial, que está sendo discutida pelo Instituto de Estudos Avançados da USP com apoio do Ministério do Meio Ambiente. Segundo Zequinha, essa medida poderia dificultar a pesca e prejudicar o desenvolvimento econômico da região.

Além disso, o parlamentar contestou o uso do termo “Foz do Amazonas” para se referir à área de exploração, esclarecendo que o poço exploratório está localizado a 540 km da foz do rio, em alto-mar.

Zequinha Marinho informou ainda que apresentou um projeto para a criação da Frente Parlamentar do Senado Federal em Defesa da Exploração de Petróleo na Margem Equatorial do Brasil (PRS 2/2025). O senador pediu o apoio dos demais parlamentares para a iniciativa, com o objetivo de promover debates e ações legislativas em favor da exploração petrolífera na região.

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/03/2025/09:43:37

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