Três ciclones devem ‘varrer’ esses 6 estados até o fim do mês

Frentes frias devem favorecer a formação de sistemas com ventos fortes e chuvas volumosas | Divulgação/Unsplash

Frentes frias devem favorecer a formação de sistemas com ventos fortes e chuvas volumosas.

Pesquisadores do Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) alertam para a formação de pelo menos três ciclones extratropicais no Atlântico Sul previstos para se desenvolver até o fim de novembro, que devem influenciar diretamente o clima no Brasil.

A previsão chega num momento em que o país ainda se recupera da tragédia causada por um tornado no Paraná, o que aumenta os alerta para risco de instabilidade severa.

O primeiro dos sistemas ciclônicos está previsto para se formar no dia 16 de novembro, entre o Uruguai e o Atlântico, e trará instabilidade para várias áreas do Sul ao Centro-Sul do Brasil.

O segundo sistema está projetado para o dia 19 de novembro, enquanto o terceiro ainda tem data menos precisa, mas deve se concretizar até o final do mês.

Em termos de localização, os estados que devem receber os impactos incluem:

  • Para o primeiro: Espírito Santo, Minas Gerais e São Paulo.
  • Para o segundo: Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.
  • Além disso, há previsão de que o fenômeno abarque também áreas do Centro-Oeste (como Mato Grosso do Sul e Goiás) ao avançar.

A combinação de uma frente fria que avança, jatos de baixos níveis de umidade e ar quente vindos da Amazônia favorece a formação de tempestades intensas, com ventos que podem superar 100 km/h, chuva volumosa, granizo e até riscos de inundações e alagamentos.

Para alguns locais, há previsão de até 200 mm de chuva no curto prazo, o que eleva o nível de alerta para desastres naturais.

Os meteorologistas explicam que novembro marca a primavera no Brasil, época que favorece contrastes entre massas de ar frias vindas do Sul e o ar quente e úmido do oceano ou da Amazônia. Essa combinação gera maior propensão a frentes frias e ciclones extratropicais.

Segundo o climatologista Francisco Aquino, da UFRGS, esses sistemas “não terão a intensidade dos tornados recentes” no Paraná, mas ainda assim merecem atenção redobrada.

Especialistas orientam que a população das áreas de risco siga atentamente os boletins meteorológicos, mantenha preparação para interrupções (energia, vias) e evite transitar próximo de árvores ou estruturas instáveis em condições de vento forte.

Nos estados listados, os prefeitos, coordenadorias de defesa civil e bombeiros devem ativar planos de contingência, reforçar alertas, canais de comunicação e acionar rapidamente a infraestrutura de emergência.

Fonte: Diário do Pará e  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/11/2025/13:21:41

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Austríaco condenado por sonegar 11 milhões de euros na Europa declara tesouro de R$ 183 bilhões em ouro escondido no mar do Brasil

Foto: Reprodução | Austríaco declara fortuna de R$ 183 bilhões à Receita Federal e alega que o tesouro de ouro escondido no mar do Brasil está na costa do Rio Grande do Norte.

Uma história que desafia a realidade e intriga as autoridades brasileiras. Um austríaco de 68 anos, Werner Hidel, afirma ser o dono de uma fortuna de R$ 183 bilhões em ouro escondido no mar do Brasil. O mais surpreendente é que ele declarou formalmente esse valor, centavo por centavo, em seu Imposto de Renda. A reportagem, originalmente exibida pelo Domingo Espetacular e detalhada pelo Canal Record Cabo Verde, foi até Ponta do Mel, no Rio Grande do Norte, para investigar o caso.

Hidel, que vive no Brasil há mais de 30 anos, não é um desconhecido. Com um passado que inclui a posse de uma madeireira na Amazônia, negócios na Venezuela e uma condenação por sonegação de milhões de euros na Áustria, ele vive hoje em uma casa alugada. A pergunta que todos fazem é: ele é um visionário excêntrico, um golpista internacional ou o dono de um dos maiores tesouros do mundo?

Quem é Werner Hidel? O passado do “guardião” do tesouro

Werner Hidel chegou ao Brasil em 1991, escolhendo o país como seu lar definitivo. Sua trajetória é marcada por polêmicas e excentricidades financeiras. Segundo o Canal Record Cabo Verde, ele já foi dono de madeireira na Amazônia e, em um ato de protesto contra a justiça austríaca, chegou a queimar o equivalente a 14 milhões de dólares (cerca de R$ 81 milhões em valores atuais) que havia trazido para o Brasil.

Sua relação com o país natal, a Áustria, é conturbada. Hidel foi condenado por sonegar 11 milhões de euros, embora afirme que a disputa judicial total chegava a 5 bilhões de euros. Ele foi preso no Brasil, no presídio da Papuda, em 2005, e deportado, cumprindo apenas três meses em Viena. Hoje, vive uma vida aparentemente tranquila em Ponta do Mel (RN) com sua companheira, a jornalista austríaca Verônica, e alega ser descendente de Leopoldina, da família real.

A “Sigrailândia”: O país fictício para um tesouro real?

A parte mais inacreditável da história de Hidel é onde esse ouro escondido no mar do Brasil estaria. Ele afirma que o tesouro, em barras, está a 120 km da costa e 40 metros de profundidade, em uma área que ele demarcou com 6.297 km². Segundo Hidel, ele sabe o caminho “sem GPS” e conta com um “pequeno time de pessoas sem cidadania” para acessar o local, já que “no mar aberto não existe lei”.

Para administrar a fortuna, Werner criou a “Sigrailândia”, um país fictício que funcionaria como um paraíso fiscal. Conforme a apuração do Canal Record Cabo Verde, esse “país” tem até moeda própria, o “Eternity”, onde cada unidade equivale a 1g de ouro (cerca de R$ 600 na cotação atual). A soma total dos “Eternities” bateria exatamente com os R$ 183.423.693.476 declarados no Imposto de Renda.

Realidade vs. fantasia: O que dizem os especialistas e a lei?

A história do austríaco esbarra frontalmente na legislação brasileira. A Marinha do Brasil, em nota, foi clara: o governo brasileiro tem soberania para explorar, conservar e gerir recursos em até 392 km da costa marítima. A “Sigrailândia”, a 120 km, está plenamente dentro dos limites de exploração do Brasil. Além disso, especialistas em direito internacional afirmam que um indivíduo não pode, por si só, “criar um estado” e esperar que ele seja legítimo.

Um advogado tributarista ouvido pela reportagem explicou que, embora qualquer pessoa possa declarar o valor que quiser à Receita Federal, é preciso comprovar a origem dos bens. Sem essa comprovação, a declaração pode ser considerada fraude ou simulação, levando a implicações criminais. O paradoxo é que, apesar de declarar R$ 183 bilhões, Hidel nunca foi pego na malha fina nem paga impostos sobre esse valor. A Receita Federal informou que não se manifesta sobre a situação fiscal de contribuintes.

Movimentações milionárias e ouro apreendido

Embora a história do tesouro submerso pareça delírio, Werner Hidel de fato movimenta dinheiro. Um órgão de fiscalização financeira do Brasil comprovou que, entre 2018 e 2022, ele movimentou R$ 3 milhões em suas contas bancárias, valor que ele atribui ao transporte de alimentos para a Venezuela durante a crise no país.

Além disso, ele confirma usar ouro como moeda corrente. Em 2018, a Receita Federal apreendeu 3,6 kg em barras de ouro que Werner estava transportando no Aeroporto de Guarulhos, com destino à Turquia. Atualmente, o austríaco responde a pelo menos dois inquéritos da Polícia Federal e 15 processos na justiça em todo o Brasil. Curiosamente, ele não possui nenhum bem em seu nome, alegando que qualquer patrimônio seria apreendido pela justiça.

A reportagem do Canal Record Cabo Verde termina deixando o mistério no ar. Os moradores locais se dividem: Werner Hidel é um “doido”, um “visionário” ou um “lavador de dinheiro”?

Diante dessa história, qual é a sua teoria? Você acha que Werner Hidel é um gênio excêntrico que realmente escondeu uma fortuna, ou tudo não passa de uma fraude elaborada para confundir as autoridades? Deixe sua opinião nos comentários.

Fonte:  O Antangonista e  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/11/2025/10:38:44

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Frentistas de cropped e legging: por que a Justiça proibiu e o que diz a lei sobre uniformes

Imagens mostram mulheres trabalhando de legging e cropped em posto de combustíveis do Recife — Foto: Sinpospetro-PE/Divulgação

A Justiça proibiu um posto de combustíveis de exigir que frentistas trabalhem de cropped e legging; o g1 explica os limites legais para uniformes e códigos de vestimenta.

A discussão sobre até onde as empresas podem interferir na forma como seus funcionários se vestem ganhou um novo capítulo após uma decisão da Justiça do Trabalho em Recife. A sentença proibiu um posto de combustíveis de exigir que frentistas usassem cropped e calça legging durante o expediente.

Na decisão, a juíza determinou que o Posto Power suspenda imediatamente a obrigatoriedade, sob pena de multa diária em caso de descumprimento. O texto destaca que a exigência expunha o corpo das trabalhadoras, aumentando situações de vulnerabilidade e risco de assédio.

O caso, porém, deixou de ser um tema regional e reacendeu um debate que atravessa diferentes setores: quais são os limites das regras de vestimenta no ambiente profissional?

Vale ressaltar que a legislação brasileira concede ao empregador o chamado poder diretivo, que inclui definir padrões de vestimenta.

A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), no artigo 456-A, autoriza a exigência de uniformes e permite atribuir ao empregado a responsabilidade pela higienização.

Esse poder, porém, tem limites: a regra precisa ter finalidade prática, não pode ser discriminatória e deve respeitar a dignidade do trabalhador. Quando essas condições não são observadas, a exigência pode ser questionada e gerar consequências jurídicas para a empresa.

Outro ponto que gera dúvidas é a recusa ao uso do uniforme. Em situações gerais, negar-se a cumprir uma regra válida pode ser interpretado como insubordinação e levar à demissão por justa causa.

No entanto, há exceções. Quando a vestimenta viola normas de segurança, expõe indevidamente o corpo ou contraria princípios básicos de respeito no trabalho, o empregado pode recusar o uso. Nesses casos, também é possível pedir rescisão indireta, alegando descumprimento de obrigações por parte do empregador.

Ou seja: definir um código de vestimenta envolve fatores como segurança, ergonomia, igualdade entre gêneros e respeito às condições de trabalho.

Para esclarecer os limites legais, os riscos para os empregadores e as garantias previstas para os funcionários, o g1 conversou com três advogados trabalhistas, que respondem às principais dúvidas sobre o tema.

Abaixo, eles respondem:

  1. As empresas podem estabelecer código de vestimenta?
  2. E se o uniforme tiver apelo sexual?
  3. Em que momento um código de vestimenta passa a ser abusivo?
  4. Os funcionários podem se recusar a usar uniforme
  5. O que fazer se se sentir constrangido?
  6. Que cuidados as empresas devem ter?

1. As empresas podem estabelecer código de vestimenta?

Sim. A legislação brasileira permite que o empregador defina padrões de vestimenta, conforme previsto no artigo 456-A da CLT, incluído pela Reforma Trabalhista.

A advogada trabalhista Fernanda Mattos Oliveira explica que o empregador pode criar um código de vestimenta desde que a regra seja razoável, não discriminatória e respeite a dignidade do trabalhador.

A advogada também destaca que, caso o empregador exija uniforme, “ele é responsável por fornecer o item, com exceção de danos intencionais ou por mau uso”.

“Em casos em que o vestuário é exigido para segurança, é obrigação do empregador fornecer o EPI adequado”, diz Oliveira.

2. E se o uniforme tiver apelo sexual?

Nesse cenário, a situação muda completamente. A imposição de roupas curtas, justas ou com conotação sexual não tem finalidade profissional e configura abuso do poder diretivo, explica o advogado Marcel Zangiácomo.

“O uniforme é permitido e até esperado em muitas funções e deve ser funcional, voltado à segurança, higiene ou identidade visual. Já a imposição de peças curtas, justas ou com conotação sexual não tem qualquer finalidade profissional”, ressalta o advogado.

Esse tipo de exigência viola direitos fundamentais do trabalhador, como dignidade, igualdade e integridade física e moral. Além disso, pode configurar assédio moral ou assédio sexual, dependendo do contexto.

“A Justiça tem sido firme em reconhecer que sexualizar o corpo do trabalhador é absolutamente ilícito”, completa o advogado.

 3. Em que momento um código de vestimenta passa a ser abusivo?

O limite é ultrapassado quando a regra deixa de ter justificativa técnica e passa a interferir na intimidade do trabalhador.

“Se a regra gera desconforto, expõe partes do corpo, cria padrões discriminatórios entre homens e mulheres ou produz vergonha e humilhação, ela ultrapassa o limite da legalidade”, diz Zangiácomo.

4. Os funcionários podem se recusar a usar uniforme?

Depende. Em geral, o empregador tem o direito de exigir uniforme, já que isso faz parte do chamado poder diretivo previsto na CLT. Quando a empresa estabelece um padrão funcional, seja por segurança, higiene ou identidade visual, o trabalhador deve cumprir a regra.

O advogado Aloísio Costa Jr explica que a recusa injustificada pode ser considerada ato de insubordinação, o que pode levar à dispensa por justa causa. Mesmo assim, existem exceções.

“Se a exigência violar a lei, contrariar os bons costumes ou ferir a dignidade do trabalhador, o empregado pode se recusar”, pontua Costa.

Ou seja: usar uniforme é obrigatório quando a regra é legal e razoável. Mas, se a exigência for abusiva, quem incorre em risco jurídico é a empresa.

5. O que fazer se se sentir constrangido?

O orientação é reunir provas e denunciar. Zangiácomo recomenda guardar mensagens, fotos e ordens por escrito, já que isso é essencial para demonstrar a conduta abusiva.

Depois, o trabalhador deve reportar o caso ao setor de RH, procurar o sindicato da categoria, denunciar ao Ministério Público do Trabalho e buscar orientação jurídica. “O registro documental é fundamental para comprovar a conduta abusiva”, diz o advogado.

 6. Que cuidados as empresas devem ter?

Aloísio Costa Jr afirma que o primeiro cuidado é garantir que qualquer regra tenha uma finalidade funcional, como segurança, higiene, padronização ou identidade visual. Exigências meramente estéticas não se sustentam juridicamente.

código também precisa respeitar a dignidade do trabalhador. Ou seja, roupas que exponham o corpo de forma indevida ou que tenham conotação sexual são indevidas, e é necessário evitar critérios diferentes para homens e mulheres, o que poderia gerar discriminação.

Outro ponto importante é o conforto e a segurança. As roupas devem ser adequadas ao clima, ao tipo de atividade e às normas que regulamentam a atividade, especialmente quando há riscos específicos, como manuseio de inflamáveis.

Antes de adotar uma política de vestimenta, a recomendação é consultar o departamento jurídico e ouvir os trabalhadores.

“Em resumo: o uniforme deve servir ao trabalho, não ao corpo”, conclui o advogado Zangiácomo.

Fonte: g1 e  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/11/2025/10:09:36

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Criança brasileira perde dedos após agressão dentro de escola em Portugal

Foto: Reprodução | Mãe denuncia bullying recorrente e falta de resposta da escola após ataque que amputou três dedos do menino de nove anos.

Uma criança brasileira de nove anos teve as pontas de três dedos da mão esquerda amputadas após ser agredida por colegas na Escola Básica de Fonte Coberta, no distrito de Viseu, no norte de Portugal. O caso ocorreu na segunda-feira (10/11), durante o intervalo da manhã, quando o menino foi perseguido por outros alunos no banheiro da instituição.

A mãe da criança, a brasileira Nivia Estevam, afirma que já havia denunciado episódios anteriores de bullying envolvendo o filho, incluindo puxões de cabelo e pontapés. Segundo ela, as queixas foram feitas aos docentes do Agrupamento de Escolas de Souselo, mas não resultaram em providências efetivas. A mãe relata que os relatos do garoto eram desconsiderados e que a escola negava a existência de agressões.

De acordo com Nivia, o ataque mais grave aconteceu quando dois alunos fecharam a porta do banheiro sobre a mão do menino, provocando o esmagamento e a amputação imediata das pontas de três dedos. Ela conta que o filho tentou abrir a porta, mas não conseguiu porque as crianças a seguravam.

“Ele me disse que ficou desesperado, sangrando muito, e que fez força para a porta abrir, mas não conseguiu. No instinto de sobrevivência, meu filho se arrastou por baixo da porta, gritando por ajuda, enquanto as crianças corriam também”, relatou Nivia em entrevista ao portal Opera Mundi. Uma funcionária encontrou o estudante, mas passou mal ao ver a lesão e precisou ser substituída por outra colaboradora.

A família mora a cerca de quatro minutos da escola, mas, segundo Nivia, não foi avisada sobre a gravidade da situação. Ela só soube da extensão das lesões quando o filho já estava dentro da ambulância, a caminho do Hospital de São João, no Porto. A mãe acusa a instituição de ensino de falta de transparência e de não ter tomado medidas diante das denúncias anteriores de violência.

Nivia, que tem dupla nacionalidade e vive em Viseu há cinco meses com a família, conta que já havia registrado uma queixa na polícia. Mesmo assim, decidiu tornar o caso público após perceber que algumas mães tentavam minimizar o episódio.

Ela divulgou, em seu perfil no Instagram, a resposta de uma responsável por uma das crianças envolvidas. Na mensagem, enviada em um grupo de WhatsApp, a mulher afirma que “antes de julgamentos”, seria necessário ouvir “as versões dos dois lados”, porque “há crianças dos dois lados”.

Fonte: O Liberal e  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/11/2025/09:32:58

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Homem é preso por manter “casamento” com criança de 11 anos no interior do Amazonas

Foto: Reprodução | O homem, de 33 anos, foi preso em Manacapuru na última terça-feira (11). Ele vivia com a criança de 10 anos sob o mesmo teto dos pais da vítima e de outros familiares. Investigações apontam que o próprio pai da menina a apresentou ao suspeito e autorizou a convivência, motivo pelo qual também foi detido. A vítima foi resgatada e encaminhada ao Conselho Tutelar para acolhimento.

Um homem de 33 anos foi detido na última terça-feira (11) no município de Manacapuru, interior do Amazonas. A prisão, executada pela Polícia Civil, decorre da investigação de um suposto relacionamento envolvendo o homem e uma criança de 11 anos de idade.

De acordo com a delegada Joyce Coelho, titular do caso, as investigações tiveram início após uma denúncia encaminhada ao Conselho Tutelar. A equipe de investigação e o Conselho Tutelar deslocaram-se até a comunidade Ubim, na margem do Rio Manacapuru, para averiguar as informações.

Conforme relato da autoridade policial, foi constatado que o suspeito e a criança viviam como casal, sob o mesmo teto dos pais da vítima e de outros familiares. A irmã da criança, de 21 anos, teria informado aos investigadores que a convivência marital durava há aproximadamente sete meses. A delegada afirmou que, segundo as informações apuradas, o próprio pai da criança a teria apresentado ao homem e autorizado a convivência. O pai também foi preso, acusado de estupro de vulnerável.

Em depoimento, o homem de 33 anos confirmou a relação, declarando que pediu a criança em namoro quando ela ainda tinha 10 anos, e que isso ocorreu com a anuência dos pais. Elementos fotográficos, que supostamente mostram o homem beijando a vítima, foram juntados ao inquérito policial. A autoridade policial acrescentou que a residência possuía apenas um cômodo e que a criança dividia a mesma rede com o suspeito, situação presenciada por outras crianças que moravam no local.

A criança foi resgatada durante a ação policial e encaminhada ao Conselho Tutelar, onde receberá acolhimento, atendimento psicológico e será submetida a exames médicos. A delegada Joyce Coelho informou que as investigações prosseguem para apurar, inclusive, a responsabilidade da mãe da vítima, que, segundo as apurações iniciais, tinha conhecimento do caso, mas alegou não concordar com a situação.

Fonte: Portal Giro e  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/11/2025/07:54:10

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Ex-presidente do INSS no governo Lula é preso em operação da PF sobre fraudes contra aposentados

Foto: Reprodução |  O ex-presidente do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) Alessandro Stefanutto foi preso nesta quinta-feira (13) durante operação da PF (Polícia Federal) que investiga o esquema bilionário de descontos associativos não autorizados em aposentadorias e pensões do INSS.

Além disso, o ex-ministro José Carlos Oliveira, que ocupou o Ministério da Previdência durante o governo de Jair Bolsonaro (PL), também foi um dos alvos da ação da PF. Segundo apurou a CNN, ele terá de usar tornozeleira eletrônica.

O deputado federal Euclydes Pettersen (Republicanos-MG) e o deputado estadual do Maranhão Edson Araújo (PSB) foram alvo de mandados de busca e apreensão.

O cumprimento das medidas foi determinado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) e realizado pela PF, em mais uma fase da Operação Sem Desconto, sobre fraudes no INSS.

Policiais federais e auditores da CGU cumprem 63 mandados de busca e apreensão, dez mandados de prisão preventiva e outras medidas cautelares diversas da prisão nos estados do Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe, Tocantins e no Distrito Federal.

Estão sendo investigados os crimes de inserção de dados falsos em sistemas oficiais, constituição de organização criminosa, estelionato previdenciário, corrupção ativa e passiva, além de atos de ocultação e dilapidação patrimonial.

Veja bens apreendidos na operação desta quinta-feira (13)

Cofre aberto no Maranhão durante nova fase da Operação Sem Desconto nesta quinta-feira (13) • Polícia Federal/Divulgação
Cofre aberto no Maranhão durante nova fase da Operação Sem Desconto nesta quinta-feira (13) • Polícia Federal/Divulgação

Dinheiro e munições apreendidas em Minas Gerais nesta quinta-feira (13) • Polícia Federal/Divulgação
Dinheiro e munições apreendidas em Minas Gerais nesta quinta-feira (13) • Polícia Federal/Divulgação

Veículo Cadillac apreendido em São Paulo nesta quinta-feira (13) • Polícia Federal/Divulgação
Veículo Cadillac apreendido em São Paulo nesta quinta-feira (13) • Polícia Federal/Divulgação

Ford Mustang apreendido em Brasília nesta quinta-feira (13) • Polícia Federal/Divulgação
Ford Mustang apreendido em Brasília nesta quinta-feira (13) • Polícia Federal/Divulgação

Fuzil e pistola apreendidas em Goiás nesta quinta-feira (13) • Polícia Federal/Divulgação
Fuzil e pistola apreendidas em Goiás nesta quinta-feira (13) • Polícia Federal/Divulgação

O que diz Stefanutto

Em nota, a defesa de Alessandro Stefanutto disse que não teve acesso ao teor da decisão que decretou a prisão do ex-presidente do INSS.

“Trata-se de uma prisão completamente ilegal, uma vez que Stefanutto não tem causado nenhum tipo de embaraço à apuração, colaborando desde o início com o trabalho de investigacao”, diz a defesa.

Segundo a nota, Stefanutto “segue confiante, diante dos fatos, de que comprovará a inocência dele ao final dos procedimentos relacionados ao caso”.

O que diz José Carlos Oliveira

A CNN tenta contato com o ex-ministro. Não houve retorno até a última atualização desta reportagem.

Fonte: CNN Brasil e  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/11/2025/14:34:23

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Ex-PM condenado por estuprar e matar o sobrinho segue foragido após receber pena de 46 anos

Foto: Reprodução | De acordo com as investigações, o então policial militar abusou e matou o sobrinho em um ato de extrema violência e frieza.

O ex-policial militar Jeverson Olmiro Lopes Goulart, condenado a 46 anos de prisão pelo estupro e assassinato do próprio sobrinho, continua foragido da Justiça. O crime, cometido em 2014, é lembrado como um dos casos mais brutais e revoltantes da história recente do Rio Grande do Sul — e a fuga do condenado reacende o debate sobre a impunidade em crimes contra crianças.

O crime que chocou o estado e o país

De acordo com as investigações, o então policial militar abusou e matou o sobrinho em um ato de extrema violência e frieza. O caso gerou comoção nacional e indignação entre as forças de segurança. A condenação — confirmada em segunda instância — determinou 46 anos de reclusão em regime fechado, mas Jeverson nunca se apresentou para cumprir a pena. Desde então, é considerado foragido.

Último paradeiro: Copacabana (RJ)

Segundo o Ministério Público do Rio Grande do Sul (MP-RS), o último endereço informado pelo ex-PM era em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro. Contudo, ele não foi encontrado no local, e até hoje segue sendo procurado pela Polícia Civil e pela Brigada Militar.

As buscas continuam em todo o território nacional, com o apoio de forças policiais e redes de cooperação interestadual.

Dor e indignação: a ferida que não cicatriza

A família da vítima enfrenta uma dor que o tempo não apaga. O sofrimento é agravado pela sensação de impunidade e pela ausência de responsabilização efetiva.

“Não há dor maior do que ver a memória de uma criança violentada e assassinada sendo novamente desrespeitada pela ausência de justiça”, declarou uma representante de grupo de apoio às famílias vítimas de violência infantil.

A impunidade que desafia a Justiça

A fuga de Jeverson Goulart expõe as falhas estruturais no sistema penal e a lentidão na execução das penas, especialmente em casos de violência sexual e homicídio infantil. Cada dia de liberdade do criminoso é um símbolo de que a justiça ainda não foi completa.

📣 Denuncie — Ajude a fazer justiça

As autoridades reforçam o apelo à população: qualquer informação sobre o paradeiro de Jeverson Olmiro Lopes Goulart pode ser decisiva. As denúncias são anônimas e sigilosas.

Fonte: Auge1 e  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/11/2025/13:25:40

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TH Joias: PF indicia ex-deputado e mais 17 pessoas por envolvimento com facções criminosas

TH Joias deitado numa cama com maços de reais; PF suspeita que seja R$ 5 milhões — Foto: Reprodução

Entre os indiciados há um policial federal, 3 PMs da ativa, um ex-PM, um ex-servidor do Degase, um ex-militar do Exército e assessores da Assembleia Legislativa do RJ.

A Polícia Federal indiciou o ex-deputado estadual Thiego Raimundo de Oliveira Santos, o TH Joias, e mais 17 pessoas por crimes ligados a facções criminosas no Rio.

O indiciamento foi encaminhado pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), da PF, ao desembargador Macário Ramos Júdice Neto, da 1ª Seção Especializada do Tribunal Regional Federal (TRF), da 2ª Região (Rio e Espírito Santo). No documento, a PF aponta que TH cometeu os seguintes crimes:

  • Integrar organização criminosa armada
  • Contrabando
  • Exploração clandestina de atividades de telecomunicações
  • Evasão de divisas
  • Tráfico de drogas interestadual
  • Violação de sigilo profissional
  • Corrupção ativa
  • Embaraço à investigação de organização criminosa
  • Lavagem de dinheiro
 O ex-deputado estadual do RJ TH Joias, que era do MDB, está preso desde setembro deste ano. Agora, a Polícia Federal concluiu a investigação e enviou o relatório, que será avaliado pelo Ministério Público Federal antes de tornar Thiego réu.

Antes de entrar na política, TH ficou famoso ao ver suas peças de ouro e diamantes usadas por jogadores como Neymar, Vini Jr. e Adriano Imperador ou pela cantora Ludmilla. Thiego já tinha sido preso entre 2017 e 2018. Ele perdeu o mandato após a atual prisão.

Entre os outros 17 indiciados, há três policiais militares da ativa, um policial federal e um ex-policial militar. Também há dois traficantes de duas diferentes facções: Comando Vermelho (CV) e Terceiro Comando Puro (TCP) também foram indiciados:

  • Luciano Martiniano da Silva, o Pezão (CV)
  • Wallace de Brito Trindade, o Lacoste (TCP)

Tanto Pezão, quanto Lacoste, foram indiciados por fazerem, segundo a PF, negócios com a quadrilha.

De acordo com as investigações da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), da Polícia Federal, Pezão recebeu armas para o Complexo do Alemão, e o grupo ligado a TH ainda comprou dólares para o criminoso do CV.

Segundo a PF, Luiz Eduardo Cunha Gonçalves, o Dudu, assessor do então parlamentar TH na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), vendeu equipamento anti-drone a um dos chefes do TCP, Lacoste, que também comanda a venda de drogas no Morro da Serrinha, em Madureira, na Zona Norte do Rio.

Ambos são considerados foragidos.

Luciano Martiniano da Silva, Pezão, traficante do Complexo do Alemão — Foto: Reprodução
Luciano Martiniano da Silva, Pezão, traficante do Complexo do Alemão — Foto: Reprodução

O documento será analisado pelo Ministério Público Federal que decide se fará ou não denúncia contra o grupo.

A operação que levou TH e boa parte dos suspeitos para a cadeia aconteceu em 3 de setembro. Na ocasião, a Polícia Federal tentou cumprir 18 mandados de prisão.

O traficante Wallace de Brito Trindade, o Lacoste — Foto: Reprodução
O traficante Wallace de Brito Trindade, o Lacoste — Foto: Reprodução

Veja abaixo os indiciados e os crimes:

THIEGO RAIMUNDO DE OLIVEIRA SANTOS, o “TH JOIAS” – ex-deputado estadual

  • Integrar organização criminosa armada,
  • Contrabando,
  • Exploração clandestina de atividades de telecomunicações,
  • Evasão de divisas,
  • Tráfico de drogas interestadual,
  • Violação de sigilo profissional,
  • Corrupção ativa,
  • Embaraço à investigação de organização criminosa,
  • Lavagem de dinheiro.

GABRIEL DIAS DE OLIVEIRA, o “ÍNDIO” – Traficante

  • Integrar organização criminosa armada,
  • Tráfico internacional de armas de fogo,
  • Disparo de arma de fogo em via pública,
  • Contrabando,
  • Exploração clandestina de atividades de telecomunicações,
  •  Evasão de divisas,
  • Tráfico de drogas interestadual,
  • Violação de sigilo profissional,
  • Corrupção ativa,
  • Lavagem de dinheiro.

LUCIANO MARTINIANO DA SILVA, “PEZÃO” – Traficante Comando Vermelho

  • Integrar organização criminosa armada,
  • Tráfico internacional de armas de fogo,
  • Contrabando,
  • Exploração clandestina de atividades de telecomunicações,
  • Evasão de divisas,
  • Tráfico de drogas interestadual,
  • Violação de sigilo profissional,
  • Corrupção ativa,
  • Lavagem de dinheiro

LUIZ EDUARDO CUNHA GONCALVES, “DUDU” – ex-assessor parlamentar de TH

  • Integrar organização criminosa armada,
  • Tráfico internacional de armas de fogo,
  • Contrabando,
  • Exploração clandestina de atividades de telecomunicações,
  • Evasão de divisas,
  • Tráfico de drogas interestadual,
  • Violação de sigilo profissional,
  • Corrupção ativa,
  • Lavagem de dinheiro.

ALESSANDRO PITOMBEIRA CARRACENA – Ex-secretário Estadual de Defesa do Consumidor

  • Integrar organização criminosa armada,
  •  Violação de sigilo profissional,
  • Corrupção ativa majorada,
  • Lavagem de dinheiro

KLEBER FERREIRA DA SILVA, “PADRINHO” – Ex-policial militar

  • Integrar organização criminosa armada,
  •  Violação de sigilo profissional,
  • Corrupção ativa,
  • Embaraço à investigação de organização criminosa,
  •  Lavagem de dinheiro majorado.

GUSTAVO STTEEL – Delegado da PF

  • Integrar organização criminosa armada,
  •  Violação de sigilo profissional,
  • Corrupção ativa majorada,
  • Prevaricação,
  • Lavagem de dinheiro majorado

RODRIGO DA COSTA OLIVEIRA, “COSTA” – cabo da PM lotado na Subsecretaria de Gestão de Pessoas

  • Integrar organização criminosa armada,
  • Tráfico de drogas interestadual,
  • Violação de sigilo profissional,
  • Corrupção ativa majorada,
  •  Lavagem de dinheiro majorado.

WALLACE DE BRITO TRINDADE, “LACOSTE” – Traficante do TCP

Tráfico de drogas interestadual,

LEANDRO ALAN DOS SANTOS – Ex-servidor do Degase

  • Integrar organização criminosa armada,
  • Tráfico de drogas interestadual,
  • Violação de sigilo profissional,
  • Corrupção ativa,
  • Lavagem de dinheiro

DAVI COSTA RODRIGUES KOBBI DA SILVA, “PQD – Ex-militar e servidor da Alerj

  • Integrar organização criminosa armada,
  • Tráfico de drogas interestadual,
  •  Violação de sigilo profissional,
  • Corrupção ativa,
  • Lavagem de dinheiro

LEANDRO FERREIRA MARCAL – Assessor parlamentar

  • Integrar organização criminosa armada,
  • Evasão de divisas,
  • Tráfico de drogas interestadual,
  • Lavagem de dinheiro majorado,

WALLACE MENEZES VARGES DE ANDRADE TOBIAS – policial do Batalhão de Operações Especiais (Bope)

  • Integrar organização criminosa armada,
  • Violação de sigilo profissional,
  • Corrupção ativa,
  • Lavagem de dinheiro

WESLEY FERREIRA DA SILVA – cabo do 31º BPM (Barra da Tijuca)

  • Integrar organização criminosa armada,
  •  Tráfico de drogas interestadual,
  •  Violação de sigilo profissional,
  • Corrupção ativa,
  • Lavagem de dinheiro.

PEDRO LUCAS BEZERRA DE CARVALHO – Suspeito de lavar dinheiro para Índio

  • Integrar organização criminosa armada,
  • Lavagem de dinheiro majorado.

FERNANDA FERREIRA CASTRO – Função de esconder bens e imóveis da quadrilha

  • Integrar organização criminosa armada,
  • Lavagem de dinheiro majorado.

JESSICA DE OLIVEIRA LIMA – Suspeita de lavar dinheiro de TH Joias

  • Integrar organização criminosa armada,
  • Lavagem de dinheiro majorado.

IGOR BERNARDES BRANDÃO – Suspeito de lavar dinheiro para a quadrilha

  • Realizar operação de câmbio sem autorização,
  • Lavagem de dinheiro

Fonte: G1 RJ e  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/11/2025/10:50:45

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Operação com agentes das policias do Mato Grosso,Rondônia,Amazonas e Pará, prende 50 e bloqueia R$ 2 bilhões em bens dos investigados.

(Foto>Reprodução) – Operação do Gaeco prende 50 em MT e outros três estados Operação  por grilar R$ 2 bilhões em terras

Uma organização criminosa suspeita de crimes como extorsão, tortura e desmatamento foi alvo da maior operação já realizada pelo Ministério Público de Rondônia (MP-RO), que foi denominada de Operação Godos. O objetivo é cumprir 50 mandados de prisão temporária e bloquear mais de R$ 2 bilhões em bens dos investigados.

As investigações que culminaram na Operação Godos tiveram início em setembro de 2022, a partir de uma notícia de fato que apontava a existência de um grupo organizado e violento, atuante predominantemente na zona rural de Porto Velho, nas imediações da região de Nova Mutum Paraná, e especializado na prática reiterada de extorsões.

Eles usavam até armas de uso restrito para coagir as vítimas. O grupo fingia contratos legais de venda ou cessão, mas tudo era forçado. Quem não obedecia sofria retaliações graves, como ameaças de morte, agressões, destruição de bens, roubo de máquinas, animais e melhorias nas propriedades.

As terras, obtidas de forma criminosa, eram vendidas para terceiros e o dinheiro lavado com uso de laranjas, empresas de fachada e compra de imóveis. Além disso, eles transferiam os valores entre várias contas bancárias para dificultar o rastreamento.

Segundo o MP-RO, os suspeitos desmataram uma área de 25 mil hectares, equivalente a 35 mil campos de futebol de tamanho oficial. Os danos materiais, ambientais e climáticos somam mais de R$ 2 bilhões.

A operação conta com um efetivo de 500 pessoas, incluindo agentes das policias de Rondônia Amazonas e Pará, o Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Rondônia, a Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania de Rondônia (Sesdec), Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental de Rondônia (Sedam), Departamento Estadual de Estradas de Rodagem e Transportes de Rondônia (DER) e o Ministério Público do Mato Grosso.

A operação é considerada a maior já realizada pelo MP-RO, tanto em número de investigados quanto em medidas judiciais e valor bloqueado.

Fonte:  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/11/2025/08:46:41

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Mulher que fugiu de motel diz que ‘surtou’ ao beber, tomar remédio e acreditar que seria roubada por mulheres no quarto

Mulher presa por fugir de motel vai poder pagar fiança de R$ 5 mil e ser solta, decide Justiça — Foto: Reprodução

Kauane Fox contou ao g1 que fugiu do motel após achar que seria roubada por três mulheres que conheceu em uma festa e estavam com ela no quarto; ela arrebentou o portão e bateu em dois carros.

A mulher presa após ser acusada de fugir de carro do motel sem pagar a conta, e cometer uma sequência de crimes de trânsito em São Paulo, afirmou na terça-feira (11) ao g1 que teve um “surto de pânico” após beber, usar remédio e achar que seria roubada pelas outras três mulheres que estavam com ela no quarto.

A mesma declaração acima já havia sido dada antes à polícia e à Justiça — que a soltou à tarde após a mulher pagar R$ 5 mil de fiança para responder aos crimes em liberdade (veja abaixo quais são).

A autônoma Kauane Tainá Fox, de 24 anos, afirma que acelerou seu Jeep Compass branco e arrebentou o portão do Astúrias Motel, na esquina da Rua Pais Leme com a Avenida Nações Unidas, em Pinheiros, Zona Oeste, após ter uma crise.

“Comecei a ter essa crise do pânico, tanto que eu chamei a polícia. Fiquei tão desesperada que eu achei que a polícia também estava contra mim. Então aquilo foi gerando muita confusão na minha cabeça, porque eu já não sabia mais em quem eu podia confiar. Entrei em desespero”.

Câmeras de segurança gravaram o que ocorreu (veja vídeo acima). As imagens viralizaram e repercutiram nas redes sociais.

Kauane contou que ela mesma ligou para a Polícia Militar (PM) pedindo ajuda, depois que falou ter ouvido de duas das acompanhantes que elas planejavam roubar seu carro, que havia comprado há três semanas.

“Achei que todo mundo ali estava contra mim. Achei que a minha única forma de sair seria fazer isso. Ouvi elas [outras mulheres que estavam no quarto com ela] falando que já tinha duas motos na esquina e um carro esperando”, disse.

A mulher disse ainda que não percebeu quando quase atropelou o funcionário do motel e um policial militar.

Funcionários do motel ouvidos pelo g1 afirmaram que Kauane ligou para a recepção dizendo que tinha chamado a polícia.

“Só me chamaram na recepção, não falaram nada específico. Eu que estava na frente do carro dela, mas deu tempo de eu pular, sair fora do carro”, disse um dos empregados, que pediu para não ser identificado.

Ele também disse que Kauane estava “em surto”. “Ela [Kauane] não falava nada com nada. Estava trancada dentro do carro e não abria o vidro, não consegui falar com ela.”

Inicialmente, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que a PM foi até o local atender uma ocorrência “após a suspeita tentar deixar um motel sem realizar o pagamento”.

Kauane contestou, dizendo que a primeira coisa que fez ao chegar ao Astúrias foi pagar R$ 700 e que os demais R$ 700 seriam pagos entre as três mulheres.

“Hoje eu tive que pagar R$ 5 mil de fiança. O meu problema não é o dinheiro. Eu tenho dinheiro. Jamais eu iria arrebentar o portão se eu não estivesse desesperada dentro de mim. Quando você tem uma crise do pânico, você acha que vai morrer”, disse.

Como foi a fuga

Nas imagens, é possível ver que Kauane saiu nua com o automóvel na contramão durante a fuga. Ela foi perseguida por quase dois quilômetros pela Polícia Militar. Só parou ao bater em dois outros veículos parados no semáforo da Avenida Vital Brasil, no Butantã, também na região Oeste.

“Fui tentar passar pela faixa de ciclista, mas daí era muito pequeno para o carro, e aí acabei colidindo com esses dois veículos. Eu estava tentando fugir das pessoas que achei que estavam me perseguindo, e não da polícia”, disse.

Presa em flagrante pela Polícia Militar (PM), Kauane acabou indiciada pela Polícia Civil por embriaguez ao volante, trafegar em alta velocidade, dano, perigo para a vida de outros e resistência. O caso foi registrado no 14º Distrito Policial (DP), em Pinheiros.

Kauane falou ainda que conheceu três mulheres no domingo (9) numa festa eletrônica em um after com o DJ Marco Carola em uma festa chamada “Sky 300” na Avenida Brigadeiro Faria Lima, na Zona Oeste. Depois de beberem, disse que elas combinaram de ir descansar num quarto com piscina no motel. Todas seguiram para lá no carro de Kauane.

O que dizem as testemunhas

O g1 falou com uma das três mulheres que estavam com Kauane no motel. Ela, que aceitou conversar desde que não fosse identificada, contou que viu a motorista com um comprimido de ecstasy, mas não sabe se ela tomou. Outra acompanhante chegou a dizer que viu a mulher consumindo a droga sintética que provoca alucinações.

“A noite foi incrível. A gente deu risada, conversou sobre a vida. Ela parecia ser uma menina do bem, doce. Ela estava com ecstasy, mas eu não a vi tomando, só vi que tinha um saquinho na mão,” disse uma das mulheres que estavam no quarto.

“Em determinado momento, ela desceu para a garagem, começou a falar sozinha, gritar, bater a mão no carro. Uma hora disse que estava falando com um demônio. A gente ficou apavorada”.

Ela e as outras duas confirmaram à polícia que Kauane estava em surto e até começou a dizer que via e ouvia um “demônio”.

Kauane negou ter usado qualquer tipo de droga enquanto esteve no motel. Ela falou que tomou bebidas alcoólicas junto com remédio de uso contínuo contra transtorno de déficit de atenção.

“Quando você mistura com álcool, o Venvanse [remédio para TDH] tem outros efeitos. Eu sou uma pessoa muito boa para as pessoas. Eu nunca fiz mal a ninguém. Agora eu vou procurar um psiquiatra para cuidar da minha mente.”

Liberdade sob algumas condições

Durante a audiência de custódia pela qual Kauane passou nesta terça, a Justiça também suspendeu o direito dela de dirigir enquanto estiver respondendo ao processo. Além disso, determinou uma série de medidas cautelares para que possa continuar em liberdade até ser julgada.

Entre as medidas avessas à prisão impostas pela Justiça estão:

  • comparecer mensalmente na Justiça;
  • manter atualizado o endereço;
  • proibida de deixar a cidade onde mora sem autorização judicial.

“Dentre outras razões, foi destacado na decisão o fato de a autuada ser primária e mãe de uma criança de 3 anos de idade”, informa trecho da nota da comunicação do Tribunal de Justiça.

Fonte: g1 SP e  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/11/2025/10:41:21

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