IPVA: descontos para placas 44 a 64 irão até segunda (31)

Descontos valem para motoristas que não têm multas de trânsito | (Foto: Rodrigo Pinheiro / Ag. Pará)

Descontos valem para motoristas que não têm multas de trânsito.

Até o dia 31 de março, na próxima segunda-feira, os proprietários de veículos automotores podem ganhar descontos de até 15% no pagamento antecipado do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) com finais de placas 44 a 64.

Os descontos valem para quem não tem multas de trânsito e são de 15% do valor do imposto para quem está há dois anos sem multa; 10% para quem não recebeu multas no ano passado e 5% de desconto nas demais situações.

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Há três opções de pagamento do IPVA no Pará: antecipação em parcela única, com desconto; parcelamento em até três parcelas antes do vencimento, sem desconto; ou pagamento integral na data do licenciamento anual no Departamento de Trânsito (Detran). Após a data do licenciamento, o pagamento será feito com acréscimo de multas e juros.

Para consultar o valor do imposto e emitir o Documento Estadual de Arrecadação (DAE), o proprietário do veículo deve acessar o site da Secretaria de Estado da Fazenda, www.sefa.pa.gov.br.

O pagamento do DAE pode ser feito via PIX ou usando o código de barras. Neste caso, usar a rede bancária autorizada (Banpará, Basa, Bradesco, Banco do Brasil, Santander, Itaú e CEF) e casas lotéricas.

A alíquota do IPVA é de 2,5% para automóveis, caminhonetes e veículos aquaviários recreativos ou esportivos não destinados à atividade comercial; 1% para ônibus, micro-ônibus, caminhões, cavalos mecânicos, motocicletas e similares. Os veículos com mais de 15 anos de fabricação estão isentos. Embarcações e Aeronaves devem recolher o IPVA até o dia 30 de junho.

Para maiores informações acesse o site www.sefa.pa.gov.br; atendimento telefônico ou por mensagem no call center, 0800-725-5533, das 8h às 18h, de segunda a sexta-feira; ou fale pelo chat no site da Secretaria da Fazenda.

 

Fonte: DOL – Google News e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/03/2025/10:39:52

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Afastamentos por ansiedade e depressão estão ligados a ambientes de trabalho tóxicos

(Foto: Reprodução) – Só em 2024 foram quase meio milhão de afastamentos, o maior quantitativo da década, e um aumento de quase 70% em relação a 2023

Dados exclusivos do Ministério da Previdência Social sobre afastamentos do trabalho divulgados no início da semana confirmam que o Brasil vive uma crise de saúde mental com impacto direto na vida de trabalhadores e de empresas. Só em 2024 foram quase meio milhão de afastamentos, o maior quantitativo da década, e um aumento de quase 70% em relação a 2023. Só no Pará foram 5.441 mil solicitações atendidas.

Vários fatores explicam esse cenário, de acordo com a psicóloga e psicoterapeuta Danielle Christo, atualmente diretora da Cidadania e Direitos da Mulher da Secretaria da Mulher (Semu) da prefeitura de Belém, dentre eles, as mudanças sobre o conceito de trabalho a partir das mudanças drásticas provocadas pela pandemia da covid-19, em 2020.

“Depois desse período as pessoas foram adoecendo e elas passaram a viver melhor quando procuravam ajuda, quando eram diagnosticadas. Isso fez com que nós tivéssemos uma notificação muito maior. Vivemos a sociedade do cansaço, a sociedade do ‘você tem que produzir, produzir e produzir’. Esse mundo da produtividade é o mundo que não te permite parar para olhar para você”, atenta a profissional.

Danielle lamenta que as empresas, ao mesmo tempo, cada vez mais focam em produtividade e cada vez menos tem preocupação com a saúde mental de seus trabalhadores – o que está diretamente relacionado ao aumento dos níveis de ansiedade e de depressão.

“Ansiedade porque você tem que produzir demais. Depressão porque você se sente fracassado, pois quanto mais produz, menos satisfaz. As metas vão ficando cada vez maiores, os objetivos enormes e o trabalhador não consegue alcançar”, detalha.

Ela vê como positivo o fato de que esses dados, esses números, agora ganham destaque e estão em evidência.

“Os números mostram que as pessoas buscam ajuda. Hoje a gente já vê pessoas em transição de carreira por burnout, por terem alcançado um nível de esgotamento que não se consegue mais produzir, porque adoece. Em vez de o ambiente corporativo estimular, é um ambiente em que se produz com desprazer”, aponta a psicóloga.

Para tudo isso contribuem uma carga horária pesada, sobrecarga de trabalho, cultura organizacional tóxica, falta de reconhecimento, falta de valorização do profissional, pressões exacerbadas, lideranças autoritárias e dificuldade em equilibrar vida pessoal e profissional. “Imagina trabalhar tanto a ponto de não conseguir ir ao médico, a uma fisioterapia. Isso pode tornar, por exemplo, uma doença mal curada em doença crônica”, cita.
Assédio em alta

De acordo com Danielle, é grande e crescente o percentual de ambientes onde o assédio moral e sexual ocorrem, o que deteriora o ambiente organizacional. “Assédio hoje é dos fatores mais discutidos e que mais afasta o trabalhador”, afirma.

Outro aspecto: insegurança. “Tem salários com variação grande, instabilidade muito grande que desencadeia ansiedade, sensação de desamparo, medo do futuro, você fica inseguro pois se não produzir é demitido. Isso facilmente desencadeia transtornos mentais. Some-se isso à falta de apoio psicológico e cuidado com saúde mental que empresas não tem”, enunera.

E a profissional complementa que, apesar de hoje haver multas e outros instrumentos punitivos, de nada adianta se não houver uma reestruturação profunda que trabalhe o que desencadeia a toxicidade do ambiente de trabalho. “Não adianta multar e a empresa não rever valores e diretrizes”, insiste.

Setor privado ou público, o processo é o mesmo, diz ela. “Tem assédio, desrespeito, abuso, falta de cuidados com o trabalhador. Quando não existe o cuidado com o trabalhador, tanto faz. Só mudam os personagens”, pontua.
É preciso dar um jeito

Para mudar esse panorama, as políticas devem ser mais inclusivas, mais democráticas, de diálogo, e de forma a assegurar que aqueles trabalhadores possam ter segurança psicológica. E negar isso vai custar caro, em algum momento, principalmente para a empresa.

“É preciso falar de saúde mental. Se empresa não abre espaço para esse diálogo, lá na frente vai pesar no bolso. Vai repercutir no índice de faltas, de rotatividade. Prejuízo volta para a empresa, e muitas ainda são preconceituosas, segregam, tem políticas exclusivas. Leis e multas podem ser importantes, mas não adianta aplicar e continuar cometendo com política de desumanização”, dispara.

Danielle Christo cita Byung-Chul Han, filósofo sul-coreano que vive na Alemanha e que analisa a sociedade capitalista e o impacto do neoliberalismo, ao falar que hoje o trabalhador vive sobre o conceito do sujeito do desempenho.

“Se ele não produz ele não faz parte daquele contexto. Deixa de ser interessante e bom professional se não passar 24h produzindo. E nisso você violenta sono, descanso, saúde, tempo com a família, é uma agressão a si mesmo”, explica. “Aí entra o conceito de positividade tóxica, tudo tem que dar certo, ser um sucesso, mesmo sofrendo a pessoa mostra nas redes sociais que tudo está lindo. Esse é o padrão do sujeito de desempenho, que, em tese, tem que produzir para ser feliz. O Instagram mostra bem isso. Carros lindos, bocas iguais, mesmas cirurgias”, lamenta.
Mulheres são maioria

Com o patriarcado e machismo ainda muito presentes no mundo corporativo, e uma realidade de discriminação e misoginia frequentes, mulheres simplesmente não são vistas em suas duplas, triplas jornadas, de mãe, de dona de casa, avalia a psicóloga. “E têm que estar lindas e disponíveis aos seus pares. Vem a sobrecarga e ela não vai dar conta, e por isso mulheres afastam mais. Quando chegam para trabalhar, elas já chegam exaustas. Mental, física, psicologicamente”, comenta ela sobre o fato de que o número de mulheres que pedem afastamento é mais que o dobro do número de homens afastados.

“O primeiro passo é falar sobre isso e acho bacana que as empresas tenham agora que falar sobre. É preciso rabalhar políticas dentro das empresas, de inclusão, voltadas à questão da família, com creches, com cuidado”, sugere, ao relatar que ela mesma se viu, após uma jornada de 15 anos no cargo de gerente de RH de uma empresa, precisou pedir demissão para sair de um ambiente organizacional de desumanização.

“Foram três meses de afastamento por depressão, e quando retornei, havia outra pessoa em meu lugar e percebi que era aquele trabalho que me adoecia. Mas o retorno ao trabalho pode ser muito bem feito quando se tem equipe acolhedora. Você tem que saber se aquele local é passível de mudança e avaliar se é possível continuar”, finaliza Danielle.

 

Fonte: Mateus Souza – Diário do Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/03/2025/10:23:03

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Pará é pioneiro na venda de créditos de carbono

O governador Helder Barbalho anunciou que o Estado já prepara novos editais de concessão | FOTO: caue diniz/B3

Investimento privado estimado é de R$ 258 milhões, com previsão de gerar receita total de R$ 869 milhões e criar cerca de dois mil empregos

O Pará é o primeiro estado brasileiro a vender créditos de carbono no novo mercado de concessão florestal, que visa a recuperação de áreas degradadas em troca de créditos de carbono para a iniciativa privada. O martelo foi batido pelo governador Helder Barbalho, durante a sessão pública de licitação da Unidade de Recuperação Triunfo do Xingu (URTX), realizada na sexta-feira, 28, na sede da Bolsa de Valores de São Paulo. A empresa vencedora foi a Systemica, empresa que já desenvolve projetos de REDD (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal) na região.

Com até 40 anos de concessão, a URTX prevê a recuperação de mais de 10 mil hectares de floresta e o sequestro de 3,7 milhões de toneladas de carbono equivalente. O investimento privado estimado é de R$ 258 milhões, com previsão de gerar uma receita total de R$ 869 milhões e criar cerca de dois mil empregos na região.

A Systemica apresentou uma proposta de outorga variável de 6% sobre a Receita Operacional Bruta anual da concessão, além de uma outorga fixa de R$ 150 mil, a ser paga na assinatura do contrato. Estudos indicam que o estado do Pará pode arrecadar mais de R$ 46 milhões com as outorgas, valor que poderá variar conforme a cotação dos créditos de carbono no mercado.

O governador Helder Barbalho ressaltou a relevância do projeto e a experiência da empresa na região. “Tivemos a ousadia e a coragem de fazer das metas de restauração do Estado do Pará e do Brasil um modelo que inova com recuperação do ativo florestal. E é um momento em que a empresa vencedora se trata de uma empresa robusta, que tem experiência local, portanto conhece a realidade da APA Triunfo do Xingu, conhece a realidade da Amazônia”, comemorou o governador.

Transição

Helder Barbalho ressaltou que a escolha do Pará, ao de fazer a transição de uma área anteriormente forjada no conflito, para um modelo que traz a iniciativa privada para atuar na valorização da floresta, a partir do mercado de carbono, é uma grande vitória para o Estado.

“A geração de emprego para as comunidades locais, certamente é uma grande vitória. Estamos hoje inaugurando um modelo que eu tenho certeza de que aponta como um farol para que o Brasil possa adotar este modelo paraense para, com isto, garantir a recuperação do seu estoque florestal”, afirmou o governador.

O novo modelo de concessão prevê que uma área pública degradada, passe por restauração ecológica e reflorestamento. Depois, este terreno reflorestado pode ser usado para exploração de crédito de carbono. As empresas que não conseguem reduzir emissões de gás carbônico podem comprar créditos. O modelo é inédito no Brasil e é um projeto piloto.

Helder Barbalho anunciou que o Estado já está preparando novos editais de concessão para reflorestamento na APA Triunfo do Xingu. “Nós temos absoluta certeza de que com a presença do Estado, com o comando, controle e fiscalização, com as ações de segurança pública, junto com estratégias que envolvem também políticas sociais como escolas, unidades de saúde e o acompanhamento e manutenção da malha estradal, isto tudo traz desenvolvimento importante para a região. Nós estamos já divulgando que nós teremos mais duas áreas a serem concedidas na APA Triunfo do Xingu, com um total de mais 30 mil hectares que serão disponibilizados ainda este ano”.

Compromisso

A estratégia reforça o compromisso do governo estadual com a recuperação florestal e o desenvolvimento sustentável, consolidando o papel do Pará no cenário ambiental global. O estado se prepara para sediar a COP 30, conferência internacional sobre mudanças climáticas..

 

Fonte: Luiza Mello – Google News e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/03/2025/10:19:57

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STF pede vista do processo de Robinho e suspende julgamento

(Foto: Reprodução) – Após esse desdobramento não há data para retomada do julgamento

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, solicitou vista do processo do ex-jogador de futebol Robinho e suspendeu o seu julgamento de um habeas corpus protocolado pela defesa do ex-jogador. A decisão aconteceu nesta sexta-feira (28). Após esse desdobramento não há data para retomada do julgamento.

Os advogados de Robinho tentam derrubar a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que, em março do ano passado, homologou sentença da Justiça italiana e determinou a prisão imediata do ex-jogador.

O ex-jogador foi condenado a nove anos de prisão na Itália pelo envolvimento no estupro de uma mulher, ocorrido dentro de uma boate de Milão, em 2013.

Por ora, o ministro Luiz Fux, que é relator do caso, e o ministro Alexandre de Moraes votaram para manter a decisão do plenário do STF, que confirmou a prisão.

O ex-jogador de futebol Robinho está preso no complexo penitenciário de Tremembé, em São Paulo, instituição carcerária conhecida por abrigar os famosos.

 

Fonte: Mateus Souza – Roma News e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/03/2025/10:13:35

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Projeto de lei propõe pena maior para receptação de celulares roubados

(Foto: Reprodução) – Proposta cria crime de furto qualificado contra roubo por encomenda

O governo federal vai apresentar ao Congresso Nacional um projeto de lei que aumenta em até 50% as penas impostas ao crime de receptação de celulares, dispositivos eletrônicos, cabos e fios, além de outros itens roubados. O objetivo, segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), que enviou o texto ao presidente da Luiz Inácio Lula da Silva, é coibir com mais rigor aquelas pessoas ou quadrilhas que se beneficiam de produtos oriundos do crime.

O projeto também cria um novo tipo penal, o furto qualificado, quando o crime é cometido por encomenda para fins comerciais, além de equiparar à receptação qualificada a prática de comercialização irregular de sinal de televisão por assinatura, conhecida como “gatonet” ou “TV box”.

Segundo o MJSP, se o projeto for aprovado, passará a a ser crime grave furtar algo para vender depois, especialmente se for feito como parte de um negócio, seja legal ou ilegal.

“O objetivo é desmantelar quadrilhas que vivem desse tipo de crime. A venda de produtos roubados – incluindo serviços ilegais, como os chamados gatonet e os aparelhos TV box piratas – também será enquadrada como crime grave.

Ainda de acordo com a proposição, “também incorrerá nesse crime quem adquirir, receber, transportar, conduzir, ocultar, tiver em depósito, desmontar, montar, remontar, vender, expor à venda, ofertar, prestar, ou de qualquer forma utilizar, em proveito próprio ou alheio, bem relacionado ao aludido serviço”.
Novas penas

No caso de receptação para atividade comercial ou industrial de aparelhos telefônicos, cabos e outros equipamentos referentes a serviços de telecomunicações, a pena mínima pode passar de 3 anos de reclusão para 4 anos, ou 4 anos e meio (aumento de 50%); e a máxima, de 8 para 10 anos e 6 meses (aumento de 30%), ou 12 anos (aumento de 50%).

A punição para quem compra, vende ou transporta produtos roubados será aumentada, principalmente se os itens forem: celulares ou dispositivos que armazenam dados pessoais; cabos e equipamentos de energia e telecomunicações; mercadorias em transporte ou envio postal; ou medicamentos, combustíveis, fertilizantes, minérios, cigarros, armas ou veículos.

A proposta também abrange a receptação entre familiares.Atualmente, quem compra um item roubado de um parente pode não ser punido. Com a mudança, essa brecha será fechada.

A comercialização de gatonet ou TV box será equiparada à receptação qualificada, para combater o desvio ilegal de sinais audiovisuais e a concorrência desleal. A jurisprudência atual não permite enquadrar essa conduta no crime de furto de energia elétrica, justificando a necessidade de tipificação específica.

A utilização de produtos não homologados, como os equipamentos de telecomunicação piratas, tem sido alvo de fiscalização da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que desde 2023 retirou mais de 1,6 milhão de itens irregulares do mercado, avaliados em R$ 253 milhões.

 

Fonte: Ingrid Sales – Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/03/2025/10:06:36

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Boticário abre vagas no Pará com salários de até R$ 9 mil

Vagas com bons salários | (Reprodução)

Vagas com salários de até R$ 9 mil e benefícios como plano de saúde e auxílio home office.

OGrupo Boticário, uma das maiores empresas do setor de cosméticos no Brasil, anunciou recentemente a abertura de diversas vagas de emprego em diferentes áreas da companhia, com oportunidades tanto para trabalho remoto quanto presencial.

As vagas são voltadas para diversos níveis de experiência, abrangendo desde funções estratégicas até operacionais, permitindo que profissionais de todo o Brasil participem do processo seletivo.

As vagas home office disponíveis no Grupo Boticário são voltadas para áreas estratégicas e de alta demanda, com destaque para o setor de tecnologia e gestão. Dentre as principais funções disponíveis, destacam-se:

  • Finanças e Planejamento: Analista de Planejamento Financeiro, Especialista em FP&A, e Gerente de FP&A, com foco em marketing regional, estoques e estratégia de operações.
  • Consultoria, Estratégia e Inteligência de Negócios: Vagas para Analista de Consultoria Interna, Especialista em Inteligência Competitiva, e Especialista em Estratégia de Loja com foco em dados.
  • Tecnologia e Dados: Oportunidades como Cientista de Dados, Especialista em Dados, Machine Learning Engineer e desenvolvedor Backend (Java e .Net).
  • Recursos Humanos e Governança: HR Business Partner e Expert em Governança e Performance.
  • Marketing, Comunicação e Design: Vagas para Designer de Redes Sociais, Especialista de Comunicação Institucional e Gerente de Mídia IR.

Essas posições são ideais para profissionais que buscam flexibilidade e equilíbrio entre vida pessoal e profissional, com salários competitivos que podem chegar a R$ 5 mil. Além disso, a empresa oferece auxílio home office, o que garante suporte adicional aos colaboradores remotos.

Vagas presenciais em diversas regiões

O Grupo Boticário também está oferecendo vagas presenciais em diversos estados brasileiros, com opções para diferentes áreas e setores. Algumas das principais oportunidades incluem:

  • Supervisão de Campo, Estoquista e Técnico em Eletromecânica
  • Coordenador de Atendimento, Técnico de Qualidade e Consultor de Beleza
  • Gerente de Loja, Assistente de Logística e Agente de Captação de Revendedores
  • Caixa (vaga para PcD)

As vagas presenciais estão disponíveis em estados como Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Pará, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

A empresa oferece também salários competitivos, além de benefícios como plano de saúde e odontológico, vale-refeição, vale-alimentação (incluindo um vale de Natal), e plano de academias e estúdios.

Interessados podem acessar o site de carreiras do Grupo Boticário na plataforma Gupy, onde é possível conferir todas as vagas disponíveis e selecionar a posição desejada. Além disso, o site também oferece informações detalhadas sobre os requisitos de cada vaga e o processo seletivo.

Fonte: CPG e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/03/2025/06:47:18

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Jovem tem falência renal após treino intenso de pernas; entenda

Exercício excessivo de pernas fez jovem ter problema renal | Reprodução/Freepik

Caso raro alerta para os riscos de treinos intensos sem adaptação.

Um jovem de 21 anos foi hospitalizado com uma séria complicação renal depois de realizar um treino intenso de pernas na academia. O caso, documentado em um estudo publicado na revista Medicine por pesquisadores chineses, chamou a atenção para os riscos do excesso de esforço físico.

Dois dias após o treino, o rapaz começou a sentir dores intensas nas pernas e notou a presença de sangue na urina. Sem histórico de problemas de saúde, ele procurou atendimento médico ao perceber que os sintomas não melhoravam.

Os exames laboratoriais apontaram um quadro de rabdomiólise induzida pelo exercício, condição na qual a destruição das fibras musculares libera substâncias tóxicas no sangue, podendo causar falência renal. A análise revelou níveis elevados de creatinina e ureia, indicando comprometimento da função dos rins.

O tratamento consistiu em hidratação intravenosa contínua para ajudar na eliminação das toxinas. Após cerca de uma semana internado, o paciente recebeu alta, mas os médicos alertaram que a recuperação total da função renal pode levar até um ano. Felizmente, ele não precisou passar por diálise.

A rabdomiólise é um problema grave que pode ser desencadeado por esforço físico excessivo, lesões musculares, uso de certos medicamentos e até desidratação severa. Os principais sintomas incluem dor muscular intensa, fraqueza e urina de coloração escura. O diagnóstico precoce é essencial para evitar complicações mais sérias, como insuficiência renal aguda.

O estudo reforça a necessidade de conscientização sobre os limites do corpo e a importância da progressão gradual nos treinos. Especialistas recomendam que praticantes de atividades físicas evitem sobrecargas repentinas e se atentem aos sinais do organismo para prevenir lesões severas.

Fonte: Metrópoles e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/03/2025/06:47:18

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Conta de energia elétrica permanecerá sem cobrança extra em abril

Foto: Reprodução | Melhora no volume de chuvas motivou revisão de tarifa extra.

O consumidor não pagará cobrança extra sobre a conta de luz em abril. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) manteve a bandeira verde para o próximo mês para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN).

A conta de luz está sem essas taxas desde dezembro. Segundo a Aneel, na ocasião, a bandeira verde foi escolhida devido às condições favoráveis de geração de energia, com os reservatórios das usinas hidrelétricas em níveis satisfatórios.

“Desde dezembro de 2024, a bandeira tarifária permanece verde, refletindo as condições favoráveis de geração de energia no país. Mesmo com a transição do período chuvoso para o seco, a geração de usinas hidroelétricas, mais barata que a geração térmica, continua em níveis estáveis.

Bandeiras Tarifárias

Criadas em 2015 pela Aneel, as bandeiras tarifárias refletem os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o SIN gerar a energia usada nas casas, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.

Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimos de R$ 1,885 (bandeira amarela), R$ 4,463 (bandeira vermelha patamar 1) e R$ 7,877 (bandeira vermelha patamar 2) a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. De setembro de 2021 a 15 de abril de 2022, vigorou uma bandeira de escassez hídrica de R$ 14,20 extras a cada 100 kWh.

O Sistema Interligado Nacional é dividido em quatro subsistemas: Sudeste/Centro-Oeste, Sul, Nordeste e Norte. Praticamente todo o país é coberto pelo SIN. A exceção são algumas partes de estados da Região Norte e de Mato Grosso, além de todo o estado de Roraima. Atualmente, há 212 localidades isoladas do SIN, nas quais o consumo é baixo e representa menos de 1% da carga total do país. A demanda por energia nessas regiões é suprida, principalmente, por térmicas a óleo diesel.

Fonte: Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 29/03/2025/06:33:31

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Rendimento mensal do trabalhador bate recorde e chega a R$ 3.378

(Foto: Reprodução) – Ganho foi influenciado por aumento da formalidade e do salário mínimo

O rendimento médio do trabalhador brasileiro chegou a R$ 3.378, o valor mais alto já registrado desde 2012, quando começou a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (28), e mostram que, em um ano, a alta na renda dos trabalhadores foi de 3,6%. O recorde anterior era do trimestre encerrado em janeiro de 2025, com R$ 3.365.

Os valores são deflacionados, ou seja, levam em conta a inflação acumulada no período, fazendo com que a comparação reflita o real poder de compra do trabalhador.

A pesquisa do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja emprego com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo. O levantamento apontou que, no trimestre encerrado em fevereiro, a taxa de desemprego foi de 6,8%.

Formalidade aumenta renda

A coordenadora da pesquisa, Adriana Beringuy, frisa que parte do recorde do rendimento médio pode ser explicada pela redução da informalidade no mercado de trabalho.

A taxa de informalidade ─ trabalhadores que não têm garantidos direitos como férias, contribuição para a Previdência Social e 13º salário ─ teve “ligeira redução”, caindo a 38,1% da população ocupada. No trimestre terminado em novembro de 2024, estava em 38,7%.

“Se hoje, na minha população ocupada, eu tenho uma maior proporção de trabalhadores formais do que havia anteriormente, é esperado que essa média [de rendimento] aumente, dado que, de modo geral, os trabalhadores formais têm um rendimento maior que os não formais”, explica.

A pesquisadora contextualiza ainda que o número total de ocupados ficou em 102,7 milhões de pessoas, 1,2% menor que o do período terminado em novembro, sendo que o grupamento administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais foi responsável pela subtração de 468 mil ocupações.

Beringuy ressalta que esse número representa um comportamento sazonal da administração pública, que dispensa funcionários temporários no começo de ano. “Foi o segmento do setor público com os menores rendimentos, que são aqueles dos contratos temporários”, afirmou ela, se referindo a trabalhadores da área da educação fundamental. Dessa forma, com o corte de pessoas com menores salários, o rendimento médio tende a aumentar.

O reajuste do salário mínimo para R$ 1.518, no começo do ano, foi outro fator que contribuiu, em menor escala, para o recorde no rendimento do trabalhador.

Segundo Beringuy, o reajuste serve como referência de rendimento mesmo para quem não tem carteira assinada. “O salário mínimo é um balizador importante no mercado de trabalho, principalmente entre os trabalhadores informais”.

Massa de salários

Outro dado recorde apontado pelo IBGE é a massa salarial, que alcançou R$ 342 bilhões. O montante consiste na soma de todos os valores que os trabalhadores recebem e funciona como um motor da economia. Em um ano, esse total teve crescimento de 6,2% (mais R$ 20 bilhões).

Contribuição para a previdência

De acordo com o IBGE, o trimestre encerrado em fevereiro de 2025 teve 67,6 milhões de trabalhadores que contribuíam para a previdência social. Esse numero não inclui apenas trabalhador com carteira assinada. “Pode ter um trabalhador por conta própria que contribui para o instituto de previdência”, exemplifica Beringuy.

Esse contingente representa que 65,9% dos ocupados contribuíam para institutos de previdência, maior percentual desde o trimestre encerrado em julho de 2020 (66,1%).

“O recuo da informalidade e, consequentemente, o aumento da proporção do trabalho formal contribuiu para essa expansão de cobertura previdenciária”, explica a coordenadora do IBGE.

O ponto mais alto de contribuição para a previdência foi em junho de 2020 (66,5%).

 

Fonte: Vinícius Soares – Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/03/2025/16:47:19

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Período proibitivo de queimadas em MT terá prazos distintos para Amazônia, Cerrado e Pantanal em 2025; entenda

Pontos turísticos em Chapada dos Guimarães (MT) são fechados após incêndios na região — Foto: Corpo de Bombeiros de Mato Grosso

A medida leva em conta as previsões climáticas para este ano, que indicam maior risco de incêndios florestais devido ao tempo mais seco e prolongado em diferentes regiões do estado.

O uso do fogo em áreas rurais de Mato Grosso terá prazos diferentes de proibição em 2025, conforme o bioma — Amazônia, Cerrado ou Pantanal. O decreto publicado nesta quinta-feira (28) leva em conta as mudanças climáticas previstas para o ano, que aumentam o risco de incêndios florestais de grandes proporções.

As datas foram definidas após o lançamento do Plano de Ação de Combate ao Desmatamento Ilegal e Incêndios Florestais. (veja datas abaixo)

Amazônia – 1º de julho a 30 de novembro
Cerrado – 1º de julho a 30 de novembro
Pantanal – 1º de julho a 31 de dezembro

👉Durante esses meses, fica proibido o uso de fogo em áreas rurais para limpeza e manejo, levando em consideração o risco de incêndios florestais de grandes proporções. Já o uso do fogo em áreas urbanas é proibido o ano todo.

A proibição não se aplica às queimas realizadas ou supervisionadas por instituições públicas responsáveis pela prevenção e combate a incêndios florestais.

O plano emergencial prevê recursos orçamentários para a adoção de medidas voltadas à gestão, monitoramento, responsabilização, fiscalização e prevenção. Ao todo, serão investidos R$ 125 milhões no plano.

Confisco de propriedades

Na última semana, Mauro Mendes protocolou uma petição no Supremo Tribunal Federal (STF) solicitando autorização para confiscar propriedades rurais flagradas com desmatamento.

O pedido da Procuradoria-Geral do Estado (PGE) cobra do Governo Federal e dos estados a adoção de medidas mais rigorosas para aqueles que praticam desmatamento ilegal no Pantanal e na Amazônia.

Ainda de acordo com a petição, as terras confiscadas poderão ser destinadas a projetos de reflorestamento, unidades de conservação ou assentamentos rurais ecológicos.

 

Fonte: g1 MT e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/03/2025/16:38:15

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