Grávida de sete meses cai ao tentar proteger cachorro de cães de grande porte em SP

Foto: Reprodução |  Thayná Santos, de 28 anos, passeava com seu golden retriever, Aslan, quando foi surpreendida por dois cães de grande porte soltos no bairro Castelo, em Santos, no litoral de São Paulo. Nas imagens, é possível ver os animais correndo em direção a ela e ao pet. Na tentativa de afastá-los e proteger Aslan, Thayná tentou fugir, mas acabou caindo na rua. Após a queda, Thayná foi atendida no hospital e recebeu os cuidados necessários.

Uma jovem grávida de sete meses caiu no meio da rua ao tentar proteger seu cão durante um passeio em Santos, no litoral de São Paulo. Thayná Santos, de 28 anos, passeava com seu golden retriever, Aslan, na Rua Dr. Aniz Tranjan, no bairro Castelo, na tarde da última quinta-feira (24), quando foi surpreendida por dois cães de grande porte que estavam soltos e sem tutor aparente. Apesar do susto, Thayná, o bebê e o animal de estimação passam bem.

Imagens obtidas mostram o momento em que os dois cães, segundo a jovem da raça pit monster, correm em direção a ela e ao seu pet. Na tentativa de afastá-los e proteger Aslan, Thayná tentou fugir, mas acabou caindo na rua. Mesmo no chão, segurou os animais para evitar um possível ataque. De acordo com ela, os cães não demonstraram agressividade e, por isso, o incidente não resultou em ferimentos mais graves.

Thayná relatou que, até o momento, o tutor dos cães não a procurou para prestar esclarecimentos. Segundo informações da jovem, cerca de 20 minutos após o incidente, um homem chegou ao local de motocicleta, afirmando que os cães pertenciam a um estacionamento nas proximidades.

Após a queda, Thayná foi atendida no Hospital dos Estivadores, onde recebeu os cuidados necessários. Ela afirmou que, embora os cães tenham babado o pelo de Aslan, não houve ataques. Ainda assim, decidiu agir rapidamente por receio de uma possível reação agressiva dos animais.

O médico veterinário Mauro Marques explicou que, pelas imagens, não é possível afirmar com precisão a raça dos cães envolvidos. No entanto, segundo ele, os animais aparentam ser de linhagens derivadas de raças como pitbull ou american bully.

Fonte: G1 /Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/04/2025/07:57:57

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Justiça concede liberdade provisória a mulher acusada de incendiar casa e empresa do ex-companheiro no Maranhão

Foto: Reprodução | Fabiana foi liberada para responder ao processo em liberdade, após audiência de custódia realizada nesta semana, considerando o fato de ser ré primária e mãe de dois filhos menores. Ela havia sido presa após a divulgação de informações de que teria incendiado os bens do ex-companheiro, supostamente motivada por um vídeo que viralizou nas redes sociais.

Fabiana, acusada de incendiar a casa, veículos e a empresa do ex-companheiro Arsênio Neto em Santa Inês, no Maranhão, foi liberada para responder ao processo em liberdade após audiência de custódia realizada nesta semana. A decisão levou em consideração o fato de ela ser ré primária e mãe de dois filhos menores.

Leia mais- Mulher recebe vídeo do marido com três mulheres e incendeia casa e empresa; ele afirma que gravação é antiga

Durante a audiência, Fabiana relatou ter sofrido agressões após sua prisão, o que será apurado em investigação separada. Como parte das medidas cautelares, ela deverá comparecer mensalmente ao fórum, está proibida de frequentar determinados locais e de manter contato com Arsênio Neto.

A audiência de custódia, por sua natureza, não avalia a culpa ou inocência da acusada, apenas analisa a legalidade da prisão e a possibilidade de concessão de liberdade provisória. Imagens do incidente mostram Fabiana fechando a porta do imóvel incendiado, expondo-se ao risco, fato que será analisado em audiência futura.

Anteriormente, Fabiana foi presa após a divulgação de informações de que ela teria incendiado os bens do ex-companheiro motivada por um vídeo que viralizou nas redes sociais. Arsênio Neto, no entanto, afirmou que o material foi gravado em 2022, antes do início do relacionamento, e negou relação entre o vídeo e o episódio.

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Mulher recebe vídeo do marido com três mulheres e incendeia casa e empresa; ele afirma que gravação é antiga

Foto: Reprodução | Uma mulher identificada como Fabiana foi presa em Santa Inês, no Maranhão, após colocar fogo na casa, na caminhonete e na empresa do marido, Arsênio Neto. Segundo informações, Fabiana teria recebido um vídeo em que o marido aparece em uma lancha com três mulheres. Revoltada, ela teria provocado os incêndios.

O vídeo, que viralizou nas redes sociais, foi gravado em 2022, segundo Arsênio. Ele afirma que as imagens são de muito antes de conhecer Fabiana e que o episódio não teria relação direta com a atitude dela. Em entrevista, Arsênio reforçou que o incêndio não foi motivado pelo vídeo antigo.

Fonte: Cidade Alerta / Portal Giro /Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/04/2025/08:14:31

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Polícia Federal divulga edital de concurso com 192 vagas e salários de até R$ 11 mil

Foto: Reprodução | O edital foi divulgado na última sexta-feira (25), na página oficial do concurso, no site do Cebraspe, banca responsável pelo certame. São oferecidas 192 vagas, com remuneração inicial de até R$ 11 mil, destinadas a candidatos de nível médio e superior. As inscrições poderão ser feitas a partir do dia 29 de abril.

A Polícia Federal divulgou na última sexta-feira (25) o edital do novo concurso público que oferece 192 vagas, com remuneração inicial de até R$ 11 mil. O edital completo, com todas as regras e detalhes do certame, está disponível na página oficial do concurso, no site do Cebraspe.

O processo seletivo será organizado pelo Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe) e contempla oportunidades para candidatos de níveis médio e superior. Entre os cargos disponíveis estão Agente Administrativo, Administrador, Assistente Social, Contador, Enfermeiro, Estatístico, Farmacêutico, Médicos em diversas especialidades, Nutricionista, Psicólogos, Técnico em Assuntos Educacionais e Técnico em Comunicação Social. As remunerações iniciais variam entre R$ 7.444,80 e R$ 11.070,93, dependendo da função.

As inscrições poderão ser feitas a partir do dia 29 de abril e se encerram às 18h do dia 21 de maio de 2025, pelo horário de Brasília, no site oficial do Cebraspe. A taxa de inscrição é de R$ 90,00 para cargos de nível médio e de R$ 110,00 para cargos de nível superior. Candidatos inscritos no CadÚnico ou doadores de medula óssea em entidades reconhecidas pelo Ministério da Saúde poderão solicitar isenção da taxa entre os dias 29 de abril e 5 de maio.

As provas objetivas e discursivas estão previstas para serem aplicadas no dia 29 de junho de 2025, nas 27 capitais brasileiras. O processo seletivo ainda inclui avaliação biopsicossocial para candidatos às vagas reservadas para pessoas com deficiência, procedimento de heteroidentificação complementar para candidatos negros, além de avaliação médica para comprovar aptidão física e mental para o exercício do cargo.

O concurso público terá validade de dois anos a partir da homologação do resultado final, podendo ser prorrogado uma única vez, por igual período. Segundo a Polícia Federal, o objetivo é fortalecer a área administrativa da instituição, que desempenha funções estratégicas para o seu funcionamento.

Para mais informações sobre o cronograma, cargos, salários e etapas do concurso, os interessados devem consultar o edital oficial, que permanece disponível no site do Cebraspe.

Fonte: Fonte: Portal Giro /Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/04/2025/08:41:34

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Aos 25 anos, jovem de Minas Gerais toma posse como a juíza federal mais jovem do país

Foto: Reprodução | Luísa Militão Vicente Barroso assumirá o cargo de juíza no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), em Brasília, tornando-se a mais jovem juíza federal em atuação no Brasil, segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A aprovação no TRF1 veio após um período intenso de dedicação aos estudos, conciliado com experiências práticas na Promotoria de Justiça de Inhapim e em estágios na Justiça Federal.

Aos 25 anos, Luísa Militão Vicente Barroso assumirá o cargo de juíza no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), em Brasília, tornando-se a mais jovem juíza federal em atuação no Brasil, de acordo com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Natural de Inhapim, no leste de Minas Gerais, Luísa iniciou a trajetória acadêmica ainda na adolescência, quando deixou a cidade natal para cursar o ensino médio no Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Viçosa (UFV), onde também se graduou em Direito.

A aprovação no TRF1 veio após um período intenso de dedicação aos estudos, conciliado com experiências práticas na Promotoria de Justiça de Inhapim e estágios na Justiça Federal. Antes de sua nomeação, Luísa também foi aprovada para os cargos de promotora de justiça no Ministério Público da Bahia e para a Defensoria Pública de Minas Gerais. Ela tomou posse como juíza federal no dia 31 de outubro de 2024, após um ano e meio de processo seletivo.

Durante a preparação, a jovem adotou uma rotina de estudos que incluía oito horas líquidas diárias de videoaulas e leituras, além de simulados aos fins de semana. Mesmo diante de eliminações e contratempos, como a necessidade de recorrer para reverter uma reprovação por apenas 0,57 ponto na fase de sentença criminal do TRF1, Luísa manteve o foco e a disciplina, fatores que, segundo ela, foram essenciais para alcançar a aprovação.

Luísa também destacou a importância de manter uma trajetória equilibrada, conciliando os estudos com atividades físicas e vida pessoal. Nesse período, ela se casou e mudou-se para Vitória da Conquista, na Bahia, mantendo firme a meta de estudo saudável e contínuo. Em publicações nas redes sociais, ela ressaltou a inspiração no lema da UFV – “Estudar, saber, agir e vencer” – como uma motivação permanente ao longo de sua jornada.

Após ser aprovada em segundo lugar no concurso do TRF1, a magistrada celebra o novo desafio com gratidão e relembra com carinho a experiência como estagiária no próprio tribunal. Ela afirma carregar as lições de esforço e dedicação adquiridas ao longo dos anos, marcando o início de sua carreira na magistratura federal.

Fonte: g1 /Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 28/04/2025/07:49:39

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Desmatamento na Amazônia cresce e ascende alerta para fiscalização

(Foto:Reprodução) – O desmatamento na Amazônia aumentou em 18% entre agosto de 2024 e março de 2025, em comparação com o mesmo período do ano anterior. Foram derrubados 229 mil hectares de floresta, área maior do que Palmas, a capital do Tocantins, de acordo com dados divulgados na sexta-feira (25) pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon).

O desmatamento no período chuvoso, como o mês de março, é um alerta para o reforço das ações de fiscalização e preparo para a estação seca, conforme explica a pesquisadora do Imazon Larissa Amorim.

“É um alerta para que as ações de fiscalização nas áreas críticas sejam intensificadas antes que inicie o período seco na Amazônia, o chamado verão amazônico, quando as áreas desmatadas costumam ser maiores”, diz. A pesquisadora avalia que medidas eficazes na de combate ao desmatamento podem garantir o fechamento do período, em agosto, com queda. “Temos ainda quatro meses para reverter esse aumento”, afirma. O verão amazônico, período de seca, tem início em julho.

Apesar do aumento, essa devastação é quase 60% menor do que a registrada entre agosto de 2020 e março de 2021, quando o Imazon registrou o recorde de desmatamento desde o início das análises, com mais de meio milhão de hectares de floresta derrubada.

Os períodos seguintes, entre agosto de 2021 e março de 2022; e agosto de 2022 e março de 2023; ficam, respectivamente, em segundo e terceiro lugar no recorde de desmatamento da Amazônia. O Imazon realiza o monitoramento do bioma amazônico desde 2008.

A Amazônia foi o bioma mais afetado pelo fogo em 2024 – (Foto:Arquivo/Reprodução)
A Amazônia foi o bioma mais afetado pelo fogo em 2024 – (Foto:Arquivo/Reprodução)

A análise indica que 79% do desmatamento no período esteve concentrado em áreas privadas, como fazendas. O restante do desmatamento foi registrado em assentamentos (16%), unidades de conservação (5%) e terras indígenas, com apenas 1% da área desmatada.

A unidade de conservação mais devastada no período foi a Área de Proteção Ambiental (APA) do Tapajós, que fica no Pará, entre os municípios de Itaituba, Jacareacanga, Novo Progresso e Trairão. Bastante impactada pelo garimpo, a APA teve uma área desmatada equivalente a 700 campos de futebol.
Mato Grosso lidera no desmatamento

Em março, três estados concentraram 80% do desmatamento registrado na Amazônia. O Mato Grosso lidera a lista dos maiores desmatadores da região naquele mês, com 6,5 mil hectares de floresta derrubada, o que representa 39% da devastação do bioma.

O Amazonas ficou em segundo lugar, com 3,9 mil hectares (23%); e o Pará em terceiro, com 2,9 mil hectares km².

No mês de janeiro, o Mato Grosso também foi o maior responsável pela devastação do bioma, com 45% da devastação no período. Em fevereiro, Roraima ficou em primeiro lugar e o Mato Grosso, em segundo.
Outro lado

Em nota enviada ao Brasil de Fato, o governo afirmou que “os dados oficiais para monitoramento dos alertas de desmatamento em tempo real e da degradação florestal são fornecidos pelo sistema Deter do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). De acordo com eles, de agosto de 2024 a março de 2025, houve queda de 9,7% nas áreas sob alerta de desmatamento na Amazônia em relação ao período de agosto de 2023 a março de 2024”.

“Considerando o mesmo intervalo temporal, conforme estimativa do Deter/Inpe, a degradação florestal aumentou 154% na Amazônia devido aos incêndios florestais, intensificados pelo segundo ano consecutivo de seca extrema no bioma. O quadro, portanto, não decorreu do aumento na exploração ilegal de madeira”, prossegue a nota.

Por fim, o governo afirma que “por outro lado, de dezembro de 2024 a março de 2025, o Deter/Inpe identificou redução de 69% na degradação florestal da Amazônia na comparação ao período de dezembro de 2023 a março de 2024. Essa diminuição expressiva comprova que a escalada anterior resultou, sobretudo, dos incêndios atípicos ocorridos de agosto e novembro de 2024”.

Fonte:Por Carolina Bataier – Brasil de Fato /Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 27/04/2025/06:30:51

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Regra boa, resultado ruim?

(Imagem ilustrativa/Reprodução) – Sim, isso é bem possível, diz estudo de um professor do Insper. Se o monitoramento não for bem feito, uma lei pode ter efeito contrário ao desejado

Uma lei pode provocar efeitos opostos àqueles esperados? Infelizmente, a resposta parece ser sim, conforme indica um estudo de Bruno Varella Miranda, professor assistente do Insper, e Gustavo Magalhães de Oliveira, pesquisador na Universidade de Bonn, na Alemanha. O caso estudado pela dupla foi a implementação dos TACs (termos de ajustamento de conduta) em uma amostra de cidades brasileiras na região amazônica entre os anos de 2006 e 2017.

Os TACs são acordos pelos quais os abatedores de gado se comprometem a não comprar animais de criadores que violem as leis ambientais — ou seja, criem gado em áreas desmatadas ilegalmente.

Porém, ao analisarem os dados oficiais, os pesquisadores observaram que a assinatura dos acordos levava a um aumento de área desmatada, não a uma diminuição. “Nós esperávamos uma diminuição do desmatamento, de modo que o resultado nos surpreendeu”, afirma Bruno Miranda, do Insper. O estudo, “Assessing the performance of voluntary environmental agreements under high monitoring costs: Evidence from the Brazilian Amazon”, foi publicado no periódico Ecological Economics.

A partir desse achado, os autores passaram a tentar entender os motivos pelos quais o acordo poderia levar ao resultado oposto do esperado. “O combate ao desmatamento tem dois desafios básicos”, aponta Bruno.

“O primeiro é que a floresta tem milhões de hectares, uma área imensa de difícil monitoramento.” No caso específico do gado na Amazônia, esclarece Bruno, “o Ministério Público parte de uma posição desfavorável, porque o custo de monitoramento é muito alto: a cadeia de produção da carne, desde a criação do animal até o seu abate e a distribuição, é composta por muitos elos”. Só nas fases de criação, do nascimento até a engorda final, é possível que o gado passe por quatro ou cinco propriedades diferentes.

A questão crucial é quem vai arcar com os custos do monitoramento: o governo, por meio dos nossos impostos? Os abatedouros? Os criadores? Os supermercados? “A ideia de um acordo como o TAC é transferir grande parte dos custos de monitoramento para os abatedouros”, explica Bruno.

Mas aí entra o segundo problema: a multiplicidade de regras e políticas públicas, muitas vezes contraditórias entre si. “Um exemplo de incentivo contraditório historicamente presente na Amazônia diz respeito às leis fundiárias. Por um lado, há limites para a quantidade de terra que você pode desmatar na Amazônia. Por outro lado, políticas de reforma agrária tendem a se basear na dicotomia entre terra produtiva e improdutiva, criando uma situação em que uma área deixada ao natural pode ser vista pelo Incra, o órgão responsável pela reforma agrária, como não produtiva.”

Isso cria um ambiente institucional complexo, em que cada regra tem potenciais efeitos sobre as outras. “Por exemplo, há estudos recentes demonstrando que o aumento do desmatamento na Amazônia está ligado ao desenho de políticas de oferta de crédito”, observa o professor do Insper.

Ora, por que então não criam regras para coibir a concessão de crédito que se destine ao desmatamento? Elas existem, mas esbarram — de novo — no custo de monitoramento: quem garante que o produtor que recebe o dinheiro respeita as leis ambientais em sua propriedade?

“Possivelmente o banco infere que, se o produtor está vendendo o seu gado para um abatedouro que assinou um TAC, alguém já está monitorando as práticas dentro da propriedade”, diz Bruno. Nesse sentido, é como se o TAC fosse um selo de “bom comportamento”, legitimando a participação de determinados produtores no mercado.
E esta é a principal hipótese de Bruno e Gustavo para o efeito negativo dos TACs sobre o desmatamento em seus anos iniciais. De fato, tanto o volume de crédito quanto o número de contratos de empréstimo aumentam após a assinatura do TAC. O pesquisador frisa, no entanto, que outros estudos são necessários para a plena compreensão desse mecanismo. “Por exemplo, faltam trabalhos que busquem explicar como se dá a concessão de crédito na Amazônia no nível do relacionamento entre gerentes e produtores”, lembra Bruno.

Além disso, os autores fazem questão de assinalar que a análise se refere aos primeiros anos do TAC, cobrindo um período que vai até 2017. “Estudos acadêmicos buscam extrair lições mais gerais para a adoção de políticas”, afirma o pesquisador. O trabalho de Bruno Miranda e Gustavo Oliveira chama a atenção para duas questões específicas: a importância de avaliarmos o nível de complementaridade entre regras no mundo real e como a distribuição dos custos de monitoramento de uma política pode afetar o seu desempenho.

“A gente tende a achar que a solução para as lacunas regulatórias é criar mais regras”, aponta Bruno Miranda. “O que o nosso estudo mostra é que, num mundo em que os custos de monitoramento são positivos, uma nova regra pode acabar permitindo que indivíduos oportunistas participem do jogo.” Afinal, explica o pesquisador, “se eu crio uma regra e sou incapaz de monitorá-la, na prática posso estar dando um atestado de bom comportamento mesmo para quem não a respeita”.

O problema é que tal “atestado” pode ser usado para obter benefícios mais amplos. “Quando um produtor é capaz de argumentar que está produzindo em uma área coberta por um acordo ambiental voluntário, possivelmente aumentará a probabilidade de obter crédito ou vender seu produto mesmo que, na verdade, não siga as recomendações do acordo.”
Se o monitoramento de uma regra ambiental é tão difícil, é porque seus custos podem ser consideráveis. E isso implica que, no mundo real, qualquer política traz o desafio de decidir como tais custos serão distribuídos. “Quando você tem um complexo de políticas com altos custos de monitoramento, lacunas em uma das políticas podem prejudicar o sistema institucional inteiro”, afirma Bruno Miranda. Por isso, continua o pesquisador, “regras claras para a divisão dos custos de monitoramento devem estar previstas na formulação de uma política ambiental, se possível considerando quem se apropria do valor criado pelas transações que afetam diretamente o meio ambiente naquele caso”. Sob essa lógica, o Estado seria apenas um dos protagonistas.

Fonte:INsper-Por/David A. Cohen/Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 27/04/2025/06:30:51

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Empresário morre atropelado por moto em via lateral da BR-163 em Sinop

Foto Reprodução| O empresário Claci Jose Garcia morreu, ao ser atropelado por uma motocicleta, há pouco, na rua João Pedro Moreira de Carvalho, no Setor Industrial, próximo ao viaduto central. A equipe do Corpo de Bombeiros constatou o óbito no local. O motociclista, que trabalha fazendo entregas, teria 23 anos, foi socorrido e encaminhado à unidade hospitalar. Seu estado de saúde não foi informado até o momento.

As informações iniciais indicam que o homem atravessava a pista para entrar em seu automóvel, quando foi atingido pela motocicleta. Com o impacto, a moto acabou batendo frontalmente em uma carreta, que seguia no sentido contrário. A dinâmica do acidente passa a ser apurada.

Equipes de Polícia Civil e Perícia Oficial e Identificação Técnica fizeram análise do local. Posteriormente, o corpo foi encaminhado ao IML para necropsia e identificação oficial.

Claci tinha 75 anos, foi empresário no setor de alimentação, fundou e dirigiu, por vários anos, um restaurante na avenida das Figueiras, centro.

Em instantes mais detalhes.

Novo Projeto (52)

Fonte:Só Notícias e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 26/04/2025/10:36:22

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Consignado CLT: contratação será feita diretamente com os bancos a partir desta sexta

(Foto: Reprodução) – Com a oferta direta das instituições financeiras, o trabalhador também pode contratar com mais facilidade no banco com o qual já tem relacionamento.

O Crédito do Trabalhador, também conhecido como Consignado CLT, inicia uma nova etapa hoje. A partir desta sexta-feira (25), os trabalhadores poderão contratar o empréstimo também por meio dos canais eletrônicos dos bancos habilitados.

Além disso, os trabalhadores que já têm um consignado ativo poderão migrar para a nova linha. A portabilidade entre bancos estará disponível a partir de 6 de junho.

A expectativa é que as contratações dessa modalidade aumentem, com mais pessoas optando por essa linha de crédito para migrar para juros mais baixos. Segundo o Ministério do Trabalho, a estimativa é que os desembolsos para o empréstimo superem R$ 100 bilhões até junho.

💰 A modalidade foi lançada em 12 de março pelo governo e permite que profissionais do setor privado tenham acesso a empréstimos mais baratos com garantia do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Até então, as contratações do crédito eram feitas por meio do aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS Digital), onde o trabalhador podia solicitar a proposta diretamente com instituições financeiras habilitadas. Agora, o trabalhador também pode iniciar a contratação por meio dos canais digitais dos bancos.

“Esse novo canal de atendimento colocará o produto em nova fase e permitirá o crescimento nas contratações, com ofertas mais atrativas para que os clientes possam tomar esse crédito ou migrar dívidas mais caras para o novo consignado, em condições de juros e prazos melhores”, afirmou a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), em nota.

Como funciona a modalidade?

Segundo o governo, o trabalhador que optar pela contratação por meio do CTPS Digital pode solicitar uma proposta de crédito diretamente com instituições financeiras habilitadas.

Para isso, o profissional autoriza o acesso a dados como nome, CPF, margem do salário disponível para consignação e tempo de empresa. Depois, o trabalhador recebe ofertas em até 24 horas, analisa a melhor opção e faz a contratação no canal do banco.

Com a oferta direta das instituições financeiras, o trabalhador também pode contratar com mais facilidade no banco com o qual já tem relacionamento.

O desconto das parcelas é feito mensalmente na folha de pagamento — o que serve como uma garantia para a instituição financeira, permitindo que os juros cobrados sejam mais baixos do que em outras modalidades.

“Após a contratação, o trabalhador acompanha mês a mês as atualizações do pagamento das parcelas”, informou o governo em nota oficial.

Segundo a Febraban, a modalidade já alcançou aproximadamente R$ 8 bilhões em concessões de crédito desde o lançamento.

Como aderir ao Consignado CLT?

Por meio do aplicativo do CTPS Digital, o trabalhador solicita a proposta de crédito às instituições financeiras habilitadas pelo governo. Para isso, é preciso autorizar o acesso a dados como nome, CPF, margem do salário disponível para consignação e tempo de empresa.
Após solicitar o crédito, o trabalhador recebe ofertas dos bancos em até 24h, podendo comparar ofertas e escolher a opção mais vantajosa.
A linha permite o comprometimento de até 35% do salário bruto. O limite inclui benefícios, abonos e comissões.
Quem já tem um consignado ativo poderá migrar para a nova linha a partir desta sexta-feira (25). A portabilidade entre os bancos poderá ser realizada a partir de 6 de junho.
Desconto automático: o empregador será responsável por descontar a parcela do salário e repassá-la à Caixa Econômica Federal, que fará o pagamento aos bancos credores.

PASSO A PASSO: entenda como solicitar o Consignado CLT

Os bancos habilitados pelo Governo Federal terão a opção de oferecer a modalidade dentro de seus próprios canais digitais. Assim, cada instituição terá sua própria aba de contratação dentro de sites e aplicativos.

Acesse o aplicativo do seu banco;
Busque a opção “Consignado do Trabalhador”. Algumas instituições também permitem fazer uma simulação antes da contratação.
Preencha os dados solicitados.
Após ler o contrato com cuidado e atenção, bastará clicar em “Contratar” e aguardar a confirmação por parte da instituição financeira.

 

Fonte: Mateus Souza – g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 26/04/2025/09:47:19

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Enem: prazo para pedir isenção da inscrição é ampliado para 2 de maio

(Foto: Reprodução) – Mudança de data também vale para as justificativas de ausência

O Ministério da Educação (MEC) prorrogou para o dia 2 de maio o prazo para que os interessados solicitem a isenção da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025. O período se encerraria nesta sexta-feira (25).

Estudantes do Pé-de-Meia e do 3º ano de escolas públicas estão entre o público apto a pedir a isenção da taxa. O procedimento deve ser realizado exclusivamente na página do participante do exame, com o login no portal único de serviços digitais do governo federal, o Gov.br.

A mudança de data também valerá para as justificativas de ausência no Enem 2024. Quem não compareceu aos dois dias de Enem em 2024 precisa justificar as faltas, caso queira participar da edição de 2025 gratuitamente.

Os períodos previstos para recursos e resultados referentes à isenção e às justificativas estão mantidos. O resultado da solicitação de isenção será divulgado no dia 12 de maio e o período de recursos para quem tiver o pedido negado será entre 12 e 16 de maio. O resultado final dos recursos sairá em 22 de maio.

A aprovação do pedido de isenção não garante a participação no exame. O Inep destaca que mesmo com a gratuidade da taxa, os interessados deverão realizar a inscrição no Enem 2025 posteriormente, em data a ser definida em futuro edital a ser publicado pelo MEC.

 

 

Fonte: Ingrid Sales – Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 26/04/2025/09:45:04

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