Polícia investiga morte de ativista trans paraense no Rio de Janeiro

Foto: Reprodução |  Família pretende trazer o corpo ao Pará. No entanto, devido a burocracias documentais e falta de recursos financeiros, isso ainda não foi possível.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga as circunstâncias da morte de Danielly Rocha da Silva Sousa, 38 anos, ativista trans paraense que foi encontrada morta na madrugada da última sexta-feira (2), na casa onde morava, na Lapa, região central da capital fluminense. O caso é apurado por agentes da 5ª DP (Mem de Sá), que realizam diligências para esclarecer o crime.

Imagens de uma câmera de segurança instalada em uma borracharia em frente ao imóvel onde Danielly residia mostram um homem saindo do local por volta de meia-noite e meia. A polícia ainda não divulgou informações sobre a identificação desse suspeito.

Danielly morava no Rio há cerca de 15 anos e era conhecida por seu trabalho como cozinheira, empreendedora e militante da causa LGBTQIA+. A família pretende trazer o corpo ao Pará. No entanto, devido a burocracias documentais e falta de recursos financeiros, isso ainda não foi possível.

“Estamos em choque. Dani era uma pessoa maravilhosa. A última vez que ela esteve em Belém foi ótimo. Alugamos uma van para sair todo mundo junto, para fazer tudo o que ela queria. E agora aconteceu essa tragédia”, lamentou a irmã, Célia Sousa.

Manoela Menandro, amiga que morou com Danielly por cerca de 10 anos, afirmou que a paraense estava especialmente animada nos últimos dias. “Danielly era alto astral, fazia muita amizade, era querida por muitas pessoas. Ela era querida por onde passava. Danielly estava mais animada do que o normal ultimamente porque o aniversário dela seria no dia 8 de maio. Nós éramos família uma da outra”, comentou.

Ela também disse não acreditar que a morte tenha relação com um suposto namorado. “Disseram que ela estava conhecendo um rapaz, mas é mentira. Ela não tinha um relacionamento. Mas a Danielly costumava receber pessoas em casa para encontros casuais”, disse.

Ana Luiza Ferreira, que também dividia a casa com Danielly, destacou o vazio deixado pela perda. “A partida da minha querida ‘mirim’, deixou um vazio difícil de descrever. Mais do que amiga, a Danielly foi minha parceira de casa, de rotina, de vida. Ainda é muito difícil acreditar em tudo isso, mas guardarei para sempre nossas conversas, risos e a força da amizade que criamos. Levo comigo a lembrança de uma pessoa generosa, doce e única. Que ela descanse em paz e continue iluminando a todos que tiveram a sorte de conhecê-la”.

A prima Cida Passos, uma das poucas familiares que moram no Rio, foi quem atendeu ao chamado para reconhecer o corpo no Instituto Médico Legal (IML). “Nascemos no interior do Pará e fomos criadas juntas. Recebi uma ligação do irmão da Dany pedindo para eu reconhecê-la no Instituto Médico Legal (IML). Para mim, foi um choque”, disse.

Burocracia atrasa liberação do corpo

O corpo de Danielly ainda não foi liberado porque é exigida a certidão de nascimento retificada com o nome social. O documento está no Pará, mas não foi enviado até o momento por falta de recursos.

“Existe a certidão de nascimento já com o nome dela retificado. Mas a família dela não teve condições financeiras de enviar para cá, já que o cartório não envia gratuitamente. A Danielly também não conseguiu pagar para trazer. No Rio, toda a documentação que ela tinha é com o nome masculino. E isso está dificultando a liberação e, consequentemente, o sepultamento”, explicou Manoela.

O objetivo da família é realizar o velório e sepultamento no Pará. Para isso, uma vaquinha online foi criada para arrecadar fundos e viabilizar o traslado do corpo.

Fonte: O Liberal/Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/05/2025/09:13:29

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Alunos tomam tadalafila em sala de aula e são expulsos

Foto: Reprodução | Eles teriam diluído o comprimido em água e consumido a mistura em sala de aula.

Um episódio preocupante ocorrido em uma escola pública de Floriano, no interior do Piauí, evidenciou os riscos da automedicação entre adolescentes. Dois alunos, de 14 e 15 anos, foram expulsos após ingerirem tadalafila — fármaco usado para tratar disfunção erétil — durante o horário escolar.

Eles teriam diluído o comprimido em água e consumido a mistura em sala de aula. Horas depois, os adolescentes apresentaram dores abdominais intensas e precisaram de atendimento médico. Testemunhas relataram que os jovens também compartilharam o medicamento com colegas.

O caso reforça a necessidade de conscientização sobre o uso responsável de medicamentos, especialmente entre o público jovem. A tadalafila, de venda controlada e uso restrito a adultos com prescrição médica, atua sobre o sistema cardiovascular e pode causar efeitos colaterais severos, como queda de pressão, tontura e complicações hepáticas.

Em menores de idade, os riscos são potencializados, pois o organismo ainda está em desenvolvimento.

O papel do farmacêutico na prevenção

Diante de situações como essa, a atuação do farmacêutico ganha destaque. Além de garantir a dispensação segura de medicamentos, esses profissionais têm a responsabilidade de orientar a população sobre riscos, usos corretos e possíveis interações medicamentosas.

“Muitos ainda tratam remédios como se fossem produtos comuns. Nosso papel vai além do balcão — precisamos estar também nos espaços de educação”, ressalta Gustavo Pires, secretário-geral do Conselho Federal de Farmácia (CFF).

Embora a venda de tadalafila sem receita seja ilegal no Brasil, brechas na fiscalização ainda permitem o acesso irregular ao medicamento. Para especialistas, campanhas educativas e o fortalecimento da fiscalização em farmácias são medidas urgentes para evitar novos casos. Afinal, como reforça o alerta: saúde não é brincadeira.

Fonte: Diário do Pará / Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/05/2025/09:04:43

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Suspeito de ataque a bomba em show de Lady Gaga volta a ser preso

Foto: Reprodução | Luis Fabiano da Silva havia sido detido em flagrante por porte ilegal de arma, mas acabou liberado após pagar fiança.

O homem suspeito de liderar um grupo que planejava um ataque a bomba durante o show da cantora Lady Gaga, realizado no último sábado (3) na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, foi preso novamente nesta segunda-feira (5), no Rio Grande do Sul.

Luis Fabiano da Silva havia sido detido em flagrante por porte ilegal de arma, mas acabou liberado após pagar fiança. O Tribunal de Justiça gaúcho decretou a prisão preventiva (sem prazo determinado) após ele não comparecer à audiência de custódia. A Folha de S.Paulo não conseguiu localizar sua defesa.

A soltura provocou reação da Polícia Civil do Rio de Janeiro, responsável pela investigação. Segundo o secretário estadual da corporação, delegado Felipe Curi, a liberação foi possível por uma brecha na legislação.

“Esse é um problema, infelizmente, de legislação que nós temos aqui no nosso país que precisa ser corrigido. Permite com que criminosos de alta periculosidade entrem e saiam rápido da prisão”, disse. Para o delegado, o caso deve ser enquadrado como terrorismo.

Luis Fabiano é apontado pela polícia como um dos mentores de um suposto plano de atentado articulado por um grupo que atuava em fóruns online e redes sociais. Segundo as investigações, os integrantes se organizavam para cometer ataques com explosivos improvisados e coquetéis molotov durante o show de Lady Gaga no Rio.

A prisão preventiva foi decretada pela juíza Fabiana Pagel, do Nugesp (Núcleo de Gestão Estratégica do Sistema Prisional) do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul.

Investigação e Prisão

A magistrada destacou que, embora não tenha sido encontrado material explosivo com o suspeito, o fato de ele possuir armas e estar sendo investigado por terrorismo justificava a prisão. A juíza ainda considerou que, neste caso, não cabem medidas alternativas por conta da gravidade dos indícios.

Além da prisão em flagrante de Luis Fabiano, um adolescente de 17 anos foi apreendido no Rio por armazenar material de pornografia infantil. Ele seria o segundo líder do grupo, de acordo com a investigação.

Ao todo, a operação “Fake Monster”, coordenada pela Polícia Civil fluminense, cumpriu 15 mandados de busca e apreensão em nove municípios de quatro estados: Rio, São Paulo, Rio Grande do Sul e Mato Grosso.

O alerta para ataque foi feito por meio do Disque Denúncia, entidade não governamental que recebe informações de forma anônima no número (21) 2253-1177. O caso também mobilizou o Ciberlab (Laboratório de Operações Cibernéticas) do Ministério da Justiça, e a central de inteligência da Prefeitura do Rio.

Durante as buscas, foram apreendidos dispositivos eletrônicos e outros materiais que estão sendo analisados. Em Macaé, no norte fluminense, outro suspeito investigado foi alvo de mandado de busca. Segundo a Polícia Civil, ele ameaçava matar um bebê ao vivo durante o show, alegando que a cantora promovia rituais satânicos. O homem, que não teve o nome divulgado, responde por terrorismo e por induzir crimes.

Leia mais – Morador de MT, menor de 15 anos integra grupo que planejava atentado no show de Lady Gaga

Fonte: ALÉXIA SOUSA / Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 06/05/2025/08:13:25

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Polícia Civil cumpre prisão preventiva de médico acusado de matar namorada de 15 anos em Guarantã do Norte (MT)

Foto: Reprodução | O medico confessou ser autor de disparo que atingiu a cabeça da adolescente Ketlhyn Vitória de Souza.

A Polícia Civil cumpriu, na tarde desta segunda-feira (5.5), um mandado de prisão preventiva contra o  médico Bruno Felisberto do Nascimento Tomiello, de 29 anos, acusado de matar a namorada Ketlhyn Vitória de Souza, de 15 anos, em Guarantã do Norte. Em interrogatório, medico confessou ter sido o autor do disparo que atingiu a cabeça da adolescente.

O homicídio ocorreu na madrugada do último sábado (3.5), por volta das 2 horas da manhã, em Guarantã do Norte. Conforme o delegado Waner Neves, o médico ficou foragido e se apresentou na Base Aérea do Cachimbo, no Pará, na tarde desta segunda-feira. Em seguida, ele informou a Polícia Civil de seu paradeiro. Uma equipe policial foi designada para realizar condução do suspeito até a delegacia de Guarantã do Norte.

Foi cerca de uma hora de interrogatório com o médico, que estava acompanhado do advogado. Na ocasião, ele alegou que estava no carro com a vítima, voltando para casa, após terem saído para se divertir. Também informou que ambos estavam embriagados. Em dado momento, a adolescente pediu para dirigir e foi para colo dele. Nesse momento, ele pegou a arma, dizendo acreditar estar desmuniciada, quando houve o disparo.

O médico disse que prestou socorro imediato à vítima e a levou ao hospital. No local, conforme consta em boletim de ocorrência, ele chegou a acompanhar todo o procedimento de tentativa de salvar a vida da adolescente, sem êxito.

Por fim, o delegado indagou o suspeito sobre a arma. O médico resistiu em informar em um primeiro momento, mas indicou e acompanhou os policiais até o local onde a descartou embaixo de uma ponte ainda na cidade de Guarantã do Norte, sentido o Estado do Pará.

“Ele apresentou suas alegações e acabou confessando ter feito o disparo que tirou a vida da vítima”, salientou o delegado Waner.

Conforme o delegado, foi aberto um inquérito policial que deve ser concluso em dez dias, tendo em vista que foi cumprido o mandado de prisão preventiva contra o mesmo.

O delegado ainda ressaltou que o médico já teve em seu desfavor um registro de medida protetiva urgência de outra ex-companheira. Conforme levantamento, a medida teria sido requerida em 2022.

https://youtu.be/DwgTVgzUvBA

O crime

Novo Projeto (74)

Na madrugada de sábado (3.5), por volta das 2h da manhã, a Polícia Militar foi acionada a comparecer a um hospital na cidade de Guarantã do Norte, onde havia registro de entrada de uma adolescente, de 15 anos de idade, vítima de disparo de arma de fogo na cabeça.

A adolescente foi socorrida até o hospital pelo namorado. Um enfermeiro da unidade informou que o médico chegou visivelmente abalado, pedindo para que salvassem a menina dele, que não saberia viver sem ela.

A tentativa de reanimação durou cerca de 40 minutos e que o namorado acompanhou todo procedimento. Ao perceber o óbito, em um impulso emocional, ele tentou danificar alguns móveis, como janela e porta. Depois, ele deixou a unidade.

Leia mais- 

Fonte: Jornal Folha do Progresso Com informações PJC MT  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/05/2025/20:17:16

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Onça é flagrada nadando no Lago do Manso, em MT

Foto: Reprodução | Imagens foram registradas por um grupo que navegava pelo lago.

Um vídeo de uma onça-parda nadando no meio do Lago do Manso, no município de Chapada dos Guimarães, viralizou nesta segunda-feira (05).

Imagens foram registradas por um grupo de homens que estavam em um barco navegando pelo lago nas proximidades do Morro do Chapéu. O animal nada tranquilamente pelo lago sem se incomodar com a presença deles.

Ao avistarem a onça, os homens desligaram o motor do barco e ficaram observando o animal.

“Olha a sorte! Desliga aí o barco… Ô glória! Que coisa mais linda. Olha onde a gente tá, e esse bicho está nadando aqui no meio. Dá uma olhada nisso aqui”, disse um deles.

Veja vídeo:

 

https://youtu.be/Cy3mOmrWRBk

Fonte: Repórter MT e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/05/2025/16:56:24

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VÍDEO: Médico suspeito de matar a namorada de 15 anos se entrega à polícia aos prantos; no MT

Foto: Reprodução | Bruno Felisberto se entregou no início da tarde desta segunda. Médico é apontado domo principal suspeito da morte da namorada.

O médico Bruno Felisberto do Nascimento Tomiello, de 29 anos, se entregou à Polícia Civil de Guarantã do Norte (708 Km de Cuiabá) na tarde desta segunda-feira (5), como o Única News havia adiantado. Ele é o principal suspeito de ter matado sua namorada, a adolescente Kethlyn Vitória dos Santos, de apenas 15 anos, na madrugada do último sábado (3).

Vídeo da jornalista Márcia Kappes, divulgado nas redes sociais, mostra a chegada do suspeito na Delegacia da cidade, situada no norte do estado. O homem chega em viatura da Polícia Civil, aos prantos. Ele agora vai prestar depoimento para esclarecer os fatos.

Além do médico, também foi apreendido o veículo dele, um Hyundai Creta branco, onde supostamente aconteceu o crime.

Conforme o Única News divulgou, Ketlhyn morreu após levar um tiro na cabeça na madrugada do último sábado (3). A jovem chegou a ser levada por Bruno ainda com vida até o Hospital, porém não resistiu à gravidade do ferimento.

Conforme anunciado à imprensa pelo delegado Waner dos Santos, após a repercussão do caso, a defesa de Bruno Felisberto procurou a delegacia para informar que ele se entregaria à Polícia Civil.

O CRIME

De acordo com o boletim de ocorrência, eram 2h da manhã quando a Polícia Militar foi acionada pela equipe médica do Hospital Nossa Senhora do Rosário, com a informação de que uma garota de 15 anos havia dado entrada após levar um tiro na cabeça, e que a jovem havia sido socorrida pelo namorado.

Segundo a equipe médica, Bruno teria chegado “visivelmente abalado”, pedindo para que “salvassem a menina dele”, dizendo ainda que “não saberia viver sem ela”.

A equipe médica tentou reanimar Kethlyn por cerca de 40 minutos, porém a garota não resistiu. Após a confirmação do óbito, segundo os profissionais de saúde, Bruno teria se alterado, chegando até mesmo a tentar quebrar uma janela e a porta do hospital.

Com a apresentação à autoridade policial, o médico será ouvido pelo delegado nas próximas horas.

Ainda não há informações se já houve a representação pela prisão do suspeito.

veja vídeo:

https://twitter.com/ProgressoJornal/status/1919471664355496039?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1919471664355496039%7Ctwgr%5E16f5ce0b0c4c8c69ab994b5efb01472f7ed316fa%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fpublish.twitter.com%2F%3Furl%3Dhttps%3A%2F%2Ftwitter.com%2FProgressoJornal%2Fstatus%2F1919471664355496039

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Fonte: Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/05/2025/15:51:57

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Motorista é preso por transporte ilegal de combustível para garimpo no MT

O homem também não possuía habilitação compatível com o tipo de veículo que dirigia. — Foto: Polícia Civil de Mato Grosso

Homem comprou o veículo com a intenção de enganar a fiscalização e já tinha passagens pelo mesmo tipo de crime.

Um homem de 42 anos foi preso em flagrante por transportar combustível de forma ilegal até um garimpo na região, em Pontes e Lacerda, a 483 km de Cuiabá, nesse sábado (3).

Segundo a Polícia Civil, ele usava um caminhão-tanque para levar o combustível e comprou o veículo com a intenção de enganar a fiscalização. O homem já tinha passagens pela polícia pelo mesmo tipo de crime.

A prisão aconteceu no bairro Bela Vista, enquanto ele abastecia o caminhão para seguir viagem ao garimpo. Após denúncias, os policiais o abordaram e pediram a documentação do veículo e a nota fiscal da carga, mas ele não apresentou nenhum dos documentos.

O homem também não possuía habilitação compatível com o tipo de veículo que dirigia. Segundo o delegado João Paulo Berté, a ausência de documentação e a forma como o crime foi praticado justificaram o pedido de prisão preventiva após o flagrante.

A Polícia Civil investiga o caso.

 

Fonte: g1 MT e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/05/2025/16:14:29

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Servidores do CRM-PA protestam contra assédio moral e denunciam violações trabalhistas

(Foto: Reprodução) – A mobilização desta segunda é a primeira de uma série de paralisações previstas para o mês de maio, sempre com duração de duas horas semanais.

Servidores do Conselho Regional de Medicina do Pará (CRM-PA) realizaramm, nesta segunda-feira (5), uma manifestação em frente à sede da instituição, localizada na Avenida Generalíssimo Deodoro, em Belém. O ato, organizado pelo Sindicato dos Trabalhadores em Conselhos e Ordens de Fiscalização Profissional do Estado do Pará (SINDICOPA), tem como objetivo denunciar práticas de assédio moral atribuídas à atual gestão do órgão.

De acordo com o sindicato, os trabalhadores têm sido submetidos a uma série de violações de direitos nos últimos anos. Entre os principais pontos apontados estão a imposição de um novo Plano de Cargos e Salários com redução de direitos, a troca do plano de saúde por outro com menor cobertura — excluindo servidores lotados no interior —, e o corte na remuneração por participação em reuniões de licitações.

Outro episódio grave citado pelo sindicato ocorreu durante a pandemia de Covid-19, quando, mesmo com recomendações nacionais para trabalho remoto, a gestão do CRM-PA teria obrigado os servidores a manterem o trabalho presencial em Belém. A medida foi contestada judicialmente e revertida, determinando o home office para os funcionários durante o período mais crítico da pandemia.

O vice-presidente do SINDICOPA, Allan Michel, explica que as ações da gestão do CRM-PA comprometeram inclusive a fiscalização médica no estado. “Grande parte dos médicos responsáveis por essas atividades são idosos, grupo de risco na pandemia. Mesmo assim, houve imposição para trabalho presencial, enquanto outras atividades eram suspensas”, afirmou.

A Justiça do Trabalho acolheu a ação movida pelo sindicato, com decisão confirmada em segunda instância pelo Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região. A decisão determina que o CRM-PA cesse imediatamente qualquer prática de assédio moral, restabeleça o plano de saúde anterior, retome o pagamento integral por participação em reuniões de licitação e deixe de penalizar ausências por motivos médicos. A condenação inclui ainda o pagamento de R$ 5 mil a cada servidor por danos morais individuais, além de R$ 50 mil por danos morais coletivos, a serem revertidos ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). A decisão ainda é passível de recurso.

A mobilização desta segunda é a primeira de uma série de paralisações previstas para o mês de maio, sempre com duração de duas horas semanais. O sindicato assegura que os atendimentos prestados pelo CRM-PA à população — como registro de médicos e clínicas, fiscalizações e recebimento de denúncias — não serão interrompidos.

 

Fonte: Redação – estadodoparaonline e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/05/2025/15:06:59

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Guia de Trânsito Animal só será liberada para abate

(Foto: ilustrativa) – Pecuarista que não atualizar cadastro do rebanho ficará impedido de movimentar animais no Pará

A partir do dia 15 de maio, a emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA) no Pará será bloqueada para todas as finalidades, com exceção do abate, até que o produtor rural atualize o cadastro do seu rebanho junto à Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará). A campanha de atualização cadastral vai até o dia 13 de junho e é obrigatória para todos os criadores de animais no estado. Quem não cumprir a exigência ficará impedido de movimentar o rebanho e poderá ser penalizado conforme a legislação sanitária estadual.

O objetivo da campanha é garantir que 100% das propriedades rurais estejam com os dados atualizados em relação às espécies que criam, incluindo bovinos, búfalos, equinos, asininos, muares, suínos, ovinos, caprinos, aves, abelhas e animais aquáticos. A atualização deve ser feita presencialmente, pelo produtor ou seu representante legal, na unidade da Adepará do município onde a propriedade está localizada.

“Neste momento, é fundamental que o produtor declare seu rebanho para manter a sanidade dos animais e evitar sanções administrativas, como a suspensão da emissão da GTA”, alerta o diretor-geral da Adepará, Jamir Macedo.

Além dos documentos pessoais (RG, CPF ou CNPJ e comprovante de residência), o produtor deverá apresentar, se solicitado, documentos que comprovem a posse ou uso legal da propriedade, bem como o Cadastro Ambiental Rural (CAR), no caso de movimentação de animais.

A atualização do cadastro é essencial para que o Estado mantenha o controle da saúde animal e atenda às exigências do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa) e da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA).

A não atualização cadastral poderá resultar em impedimentos legais e sanções previstas na Lei Estadual nº 6.712/2005, que trata da Defesa Sanitária Animal. A campanha não se aplica ao arquipélago do Marajó.

 Documentos exigidos:

Documento de identidade

CPF (Pessoa Física) ou CNPJ (Pessoa Jurídica)

Comprovante de residência

Documento que comprove posse ou uso legal da propriedade

Cadastro Ambiental Rural (CAR), se houver

 

Fonte: Portal OESTADONET e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/05/2025/14:52:53

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Escritora é expulsa de festival literário após fala racista

O episódio aconteceu durante um painel que reuniu a escritora Camila Panizzi Luz, sua mãe, Ivana Panizzi, e o autor Wesley Barbosa, membro do Coletivo Neomarginais. | Reprodução/Instagram

Organização do Flipoços rompeu com Camila Panizzi Luz após comentário considerado racista por autor convidado; escritora alegou ter sido mal interpretada.

Nem todo encontro entre escritores é marcado apenas por trocas literárias ou elogios mútuos. Às vezes, eventos que deveriam celebrar a diversidade de vozes e histórias revelam o abismo que ainda existe entre discursos e vivências, especialmente quando o tema é literatura produzida nas margens da sociedade. Foi o que aconteceu no Festival Literário Internacional de Poços de Caldas (Flipoços), em Minas Gerais, que acabou ganhando destaque por um episódio classificado como “lamentável” e de “cunho racista”.

A polêmica teve início durante um painel com a escritora Camila Panizzi Luz, sua mãe, Ivana Panizzi, e o autor Wesley Barbosa, integrante do Coletivo Neomarginais. Na conversa, que deveria servir de espaço para troca de experiências sobre a literatura produzida por autores periféricos, Camila questionou Wesley sobre como poderia se tornar uma “neomarginal”. Após a resposta – “ser você mesma” -, ela comentou em tom descontraído: “Eu quero ser uma neomarginal, gente. Olha que tudo. Camila Luz neomarginal. Nunca fui presa, mas agora sou da sociedade, né?”.

A fala gerou desconforto imediato. Wesley Barbosa, que divulgava no evento sua obra “Viela Ensanguentada”, afirmou ter se sentido ofendido. “Literatura marginal é um movimento literário. Ela falou que agora ela vai ser uma neomarginal, mas ela nunca foi presa. Então, ela não tem cultura, ela não sabe o que é esse movimento marginal. Eu me senti indignado, me senti atacado. Eu senti que eu sofri racismo ali porque isso daí foi me associar a um criminoso. Eu não sou criminoso, eu sou um escritor, eu sou um autor independente”, declarou o autor.

POSTURA INCEITÁVEL

Diante da repercussão negativa, a organização do Flipoços se posicionou com firmeza. Em nota oficial, informou que decidiu “romper vínculos com a autora” e cancelar todas as suas participações no evento, justificando a medida como resposta a uma “postura inaceitável” durante o painel.

Camila Panizzi Luz, por sua vez, reconheceu que “houve uma fala infeliz”, mas alegou que sua intenção foi mal compreendida. “Lamentamos profundamente se alguém se sentiu ofendido”, afirmou o comunicado, acrescentando que a autora tem plena consciência de “seus privilégios”.

VEJA O VÍDEO:

APROPRIAÇÃO CULTURAL

O episódio reacende o debate sobre apropriação cultural, representatividade e os limites do discurso em ambientes literários que buscam, justamente, valorizar vozes historicamente marginalizadas. A exclusão de Camila Luz da programação do festival deixa claro que os espaços de escuta também exigem responsabilidade sobre o que é dito – especialmente quando a fala toca em feridas sociais ainda abertas.

Fonte: DOL / Jornal Folha do Progresso Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 05/05/2025/13:38:06

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