Renda dos paraenses cresce 13,9% entre 2022 e 2024

(Foto:Reprodução) – Rendimento domiciliar per capita no estado foi de R$ 1.326 no ano passado, de acordo com o IBGE. Todas as unidades da Federação tiveram incremento no período 2022-2024.

O rendimento mensal real domiciliar per capita no Brasil chegou, no ano passado, ao maior valor da série histórica iniciada em 2012: R$ 2.020. A alta foi de 16,8% acima da inflação em relação a 2022, quando era de R$ 1.730 a preços de hoje. Todas as unidades da Federação tiveram incremento real no período 2022-2024, e em 19 delas houve recorde. As informações são do módulo anual PNAD Contínua: Rendimento de Todas as Fontes, divulgado no último dia 8 de maio pelo IBGE.

No Pará, o rendimento mensal real domiciliar per capita chegou, no ano passado, a R$ 1.326, alta de 13,9% em relação a 2022, quando era de R$ 1.164 a preços de hoje.

Evolução do rendimento mensal real domiciliar

Infográfico 1 | Evolução do rendimento mensal real domiciliar per capita no Brasil entre 2022 e 2024
Infográfico 1 | Evolução do rendimento mensal real domiciliar per capita no Brasil entre 2022 e 2024

 

REGIÕES — A Região Sul foi a que apresentou o maior rendimento mensal real domiciliar per capita em 2024 (R$ 2.499), seguida pela Sudeste (R$ 2.381), a Centro-Oeste (R$ 2.331), a Norte (R$ 1.389) e a Nordeste (R$ 1.319). Entre as unidades da Federação, o Distrito Federal (R$ 3.276) liderava, com São Paulo (R$ 2.588) e Santa Catarina (R$ 2.544) a seguir. O menor valor foi do Maranhão (R$ 1.078), seguido por Ceará (R$ 1.210) e Amazonas (R$ 1.231).

RECORDES  — Outros indicadores alcançaram seus maiores valores reais desde 2012: o rendimento habitualmente recebido em todos os trabalhos (R$ 3.225) é o mais alto da série histórica, assim como o rendimento de programas sociais do governo (R$ 836). A desigualdade de renda, medida pelo Índice Gini (0,506), também atingiu o nível mais baixo da série histórica na renda real domiciliar per capita, em expressiva redução comparada com 2023 (0,518) e ainda mais com o período pré-pandemia, em 2019 (0,544).

Também recorde, a população no Brasil com algum tipo de rendimento em 2024 chegou a 143,4 milhões. Já a população que recebe benefícios provenientes de programas sociais do governo cresceu de 18,6 milhões em 2023 para 20,1 milhões em 2024.

Evolução da PNAD Contínua nas UFs
   

Infográfico 2 | Todas as UFs tiveram incremento real do rendimento mensal real domiciliar per capita no período 2022-2024, e em 19 delas houve recorde
Infográfico 2 | Todas as UFs tiveram incremento real do rendimento mensal real domiciliar per capita no período 2022-2024, e em 19 delas houve recorde

MAIS SOBRE A PESQUISA — A PNAD Contínua: Rendimento de Todas as Fontes (2024) traz dados de rendimentos provenientes de trabalho e de outras fontes, como aposentadoria, pensão e programas sociais. Entre os indicadores de destaque, estão a massa de rendimento médio mensal real domiciliar per capita, o rendimento médio real de todas as fontes, o rendimento médio de outras fontes e o Índice de Gini do rendimento médio mensal real domiciliar per capita. Há dados para Brasil, grandes regiões e unidades da federação.

 

Fonte:Metrópoles e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 21/05/2025/11:23:47

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‘Gravava elas se mutilando peladas’: adolescente revela detalhes sobre atuação em grupo que pratica crimes no Discord

Adolescente detalha crimes cometidos em grupos no Discord — Foto: Reprodução/TV Globo

O Profissão Repórter entrevistou com exclusividade uma adolescente de 14 anos apreendida em uma operação da Polícia Civil do Paraná contra crimes cibernéticos.

O Profissão Repórter entrevistou com exclusividade uma adolescente de 14 anos apreendida em uma operação da Polícia Civil do Paraná contra crimes cibernéticos. A jovem é suspeita de integrar um grupo que atuava no Discord — plataforma de comunicação online — e que teria envolvimento no ataque a um morador de rua no Rio de Janeiro. O crime foi filmado e transmitido ao vivo nas redes sociais.

A entrevista foi autorizada pela Justiça e pela família da adolescente. Segundo a investigação, além dela, três jovens foram apreendidos por suspeita de participação no grupo.

“Eu era namorada do que tacou fogo no mendigo. Tudo começou no início de 2023, quando eu comecei a jogar online e conheci pessoas que foram me oferecendo trabalhos em servidores. Acabei entrando em associações criminosas”, contou a jovem.

Eventos pagos

Durante cerca de um ano e meio, a jovem afirma ter atuado como “gerente de dados” de um grupo no Discord que reunia mais de 3 mil crianças e adolescentes. Segundo ela, o líder do grupo é um homem de 25 anos identificado como Andrei.

    “Tinha os eventos pagos. As pessoas pagavam para assistir. Quando o evento era pago, a gente ficava com uma parte do lucro ou com cartões que a gente roubava”, relatou.

Perguntada sobre como funcionava a hierarquia do grupo, ela explicou que os participantes que promoviam eventos violentos se tornavam populares.

  “Fica popular. Ele [o líder] fica respeitado porque as pessoas têm medo dele. No começo eu não era, mas o Andrei me tornou popular.”

A adolescente diz ter participado de cerca de 300 eventos transmitidos ao vivo.

“Normalmente eram garotas se automutilando. Eu gravava e mandava tudo para o Andrei. Gravava elas se mutilando peladas”, revelou.

Ameaças e extorsão

Além de gravar os vídeos, a adolescente também atuava ameaçando vítimas que se recusavam a continuar nos grupos.

“Eu puxava os dados das garotas que não queriam obedecer. Então, a gente dava um jeito de ameaçar. Pegava os dados da mãe, mandava para elas e dizia que tinham 10 minutos para decidir o que queriam, senão a gente acabava com a vida delas. Pegava nome da escola, grupo da escola, tudo.”

A jovem diz que, em alguns momentos, se sentiu vítima do próprio grupo.

“Eles ameaçavam não me pagar, ameaçavam contar para os meus pais, puxar meus dados. E isso acabava me prendendo mais naquele mundo.”

Ela também relatou que já se automutilou fora do ambiente online.

  “Comecei a me automutilar em 2022, numa fase difícil. Não tinha uma boa relação com minha mãe, brigava com minha irmã, com meu pai, e não me dava bem com ninguém na escola.”

Falta de controle dos pais

A adolescente afirma que, se os pais tivessem monitorado melhor o que ela acessava no celular, sua história poderia ter sido diferente.

   “Meus pais nunca tentaram impedir o que eu via. Se tivessem feito isso, teria me impedido de entrar no Discord. E eu seria muito grata hoje em dia.”

Fonte:Profissão Repórter e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 21/05/2025/14:32:06

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BMW em nome de esposa de ministro foi apreendido com “Careca do INSS”

BMW – Modelo M3 Competition apreendido pela PF | Foto:Reprodução/PF

Um dos carros de luxo apreendidos pela Polícia Federal (PF) com o lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, durante a megaoperação contra a farra dos descontos indevidos sobre aposentados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), no fim de abril, estava registrado no nome da esposa do ministro Jhonatan de Jesus, do Tribunal de Contas da União (TCU).

O BMW X1 branco (à direita na foto em destaque), avaliado em R$ 350 mil, estava na casa do filho do lobista, em Brasília, quando a PF cumpriu mais de 200 mandados de busca e apreensão na Operação Sem Desconto, que investiga o esquema bilionário de fraudes contra aposentados revelado pelo Metrópoles.

Registros obtidos pela reportagem mostram que, no dia da operação, em 23 de abril, o veículo ainda pertencia formalmente a Thallys Mendes dos Santos de Jesus, esposa do ministro do TCU. O tribunal do qual ele faz parte desde 2023 tem como uma das atribuições fiscalizar as ações do INSS e coibir práticas como a farra dos descontos indevidos de mensalidade associativa sobre aposentadorias.

Os mesmos documentos revelam que, em maio, depois da apreensão feita pela PF, o veículo da BMW foi transferido pela esposa de Jhonatan de Jesus para o nome da empresa Brasília Consultoria Empresarial, que tem o Careca do INSS como sócio. Ao  o ministro do TCU negou qualquer irregularidade na transação envolvendo o carro de luxo e disse que não conhece o lobista.

 

Fonte:Metrópoles e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 21/05/2025/11:23:47

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PL em discussão no Senado pode excluir 3 mil áreas protegidas do licenciamento ambiental, aponta estudo do ISA

Projeto flexibiliza normas para estudos de impacto de empreendimentos em unidades de conservação, terras indígenas e quilombolas. Texto já foi aprovado na Comissão de Meio Ambiente e pode ser votado ainda nesta semana. 

O projeto de lei que altera as regras do licenciamento ambiental (PL 2.159/2021), em discussão no Senado nesta semana, pode excluir a obrigatoriedade de estudos de impacto ambiental em 259 Terras Indígenas (TIs) — quase um terço das existentes —, mais de 1,5 mil Territórios Quilombolas e 1.195 Unidades de Conservação estaduais e federais no país todo.

Essa avaliação está em uma nota técnica lançada pelo Instituto Socioambiental (ISA) nesta segunda-feira (19), que analisa os impactos da nova lei. A proposta foi aprovada na manhã desta terça (20) na Comissão de Meio Ambiente do Senado e pode ser votada no plenário ainda esta semana.

Segundo o ISA, o PL 2.159/2021 retira a obrigatoriedade de licenciamento para empreendimentos que impactem os territórios indígenas ou quilombolas que ainda não foram homologados ou titulados, mesmo para áreas tradicionais já reconhecidas pelo Estado e em processo de regularização. O levantamento aponta que 32,6% das TIs no Brasil estão em fases intermediárias de reconhecimento (estudo, declaração ou delimitação) e seriam desconsideradas com a nova lei. No caso dos quilombolas, mais de 80% dos territórios ainda não foram titulados e seriam igualmente ignorados.

Nas unidades de conservação, só serão considerados os impactos dos empreendimento dentro do limite das áreas – na chamada Área Diretamente Afetada (ADA) – desconsiderando os desdobramentos do entorno, como desmatamento em terrenos vizinhos, contaminação de cursos d’água, fragmentação de habitats e deslocamento forçado de comunidades, efeitos registrados em grandes obras, especialmente na Amazônia.

Na prática, segundo o ISA, as áreas protegidas deixarão de existir juridicamente para os órgãos licenciadores, abrindo caminho para projetos de infraestrutura, mineração e agronegócio. Assim, terras indígenas, quilombos e unidades de conservação estarão mais vulneráveis ao desmatamento, à grilagem e à construção de grandes empreendimentos sem o devido cálculo de impacto ambiental, além de atrapalhar as metas do Brasil no Acordo de Paris.

Ao todo, o PL 2.159/2021 tem 61 artigos e prevê a isenção de licenças para diversos empreendimentos e setores econômicos com potencial poluidor. Também concede a estados e municípios o poder de ampliar essa lista e generalizar o licenciamento autodeclaratório e automático, sem análise prévia ou controle por órgãos ambientais.

No Senado, o PL está sob as relatorias de Confúcio Moura (MDB-RO) e Tereza Cristina (PP-MS) com a previsão de ser levado para votação em plenário na quarta-feira (21).

Além de desproteger populações e ecossistemas, a proposta também pode criar insegurança jurídica, na avaliação de especialistas. Ao ignorar territórios ainda em regularização, os impactos sobre essas áreas continuarão a ocorrer, mas sem previsão legal de medidas compensatórias, o que poderá gerar judicialização.

“Mexer no licenciamento ambiental é mexer em toda a base de sustentação ecológica do país”, alerta Antonio Oviedo, um dos autores da nota do ISA. “Ao enfraquecer esse instrumento, o Brasil estará pavimentando o caminho para mais desastres socioambientais, perda de vidas e o agravamento da crise climática”, avalia

Autolicenciamento e área de impacto 

O projeto de lei também institucionaliza o autolicenciamento por meio da Licença Ambiental por Adesão e Compromisso (LAC), um tipo simplificado de licenciamento para empreendimentos considerados de baixo ou médio potencial poluidor:

“Em vez de racionalizar processos e estabelecer padrões mínimos que possam ser aplicados em todo o país, os parlamentares optaram por privilegiar o autolicenciamento e as isenções de licença. Um simples apertar de botão pelo empreendedor gerará uma licença. É uma irresponsabilidade”, critica Suely Araújo, coordenadora de políticas públicas do Observatório do Clima.

Outro ponto considerado crítico pela nota técnica do ISA é a desobrigação da autorização de órgãos gestores das unidades de conservação para os empreendimentos, como o ICMBio e secretarias estaduais. A proposta também substitui normas técnicas consolidadas, como a Portaria Interministerial nº 60/2015, que determina as distâncias mínimas entre áreas protegidas e grandes empreendimentos, como hidrelétricas e rodovias, para o licenciamento federal.

Essas alterações, além de permitir que os empreendimentos estejam mais perto de áreas ambientalmente sensíveis, podem influenciar diretamente nos processos de consultas prévias às comunidades tradicionais afetadas, como prevê a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), da qual o Brasil é signatário.

O Observatório do Clima, rede de organizações ambientalistas do país, avalia que o PL “ignora diretrizes da Convenção nº 169 da OIT”, como escreve em sua nota técnica, “ao não prever qualquer exigência relacionada à consulta prévia de comunidades indígenas e tradicionais”.

“Esse projeto de lei institucionaliza o racismo ambiental. Ele desconsidera a existência e a opinião de povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais que podem ser impactados por empreendimentos econômicos. A proposta joga ao descaso e à violência comunidades de mais de 40% das terras indígenas e de mais de 95% dos territórios quilombolas do país”, explica Alice Dandara de Assis Correia, advogada do ISA.

Mariana Mota, gerente política do Greenpeace Brasil, afirma que, às vésperas da COP30, o Senado pautou este projeto a toque de caixa: “Isso não é apenas um retrocesso, é um atestado de que a política brasileira segue refém de um projeto de poder que troca direitos por danos e prevenção por tragédia anunciada”.

 

Fonte:Fábio Bispo Foto:Reprodução e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 21/05/2025/07:21:37

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UNAMA conquista 2º lugar no concurso Dragão Fashion Brasil, em Fortaleza

Com a coleção autoral “Human.exe”, seis alunas do curso de Moda da Universidade da Amazônia representaram a região Norte nas passarelas

A Universidade da Amazônia (UNAMA) conquistou o pódio e o título de vice-campeã no desfile Dragão Fashion Brasil (DFB) 2025, em Fortaleza.
Este é o maior evento de moda universitária na América Latina e ocorre anualmente, tendo como foco a moda autoral, criativa e moderna.
Em sua 26ª edição, o tema foi “Inteligência Artificial versus a Inteligência Autoral”. O Pará foi o único estado da região Norte classificado para a final, que aconteceu de 14 a 17 de maio.
Com a coleção autoral “Human.exe”, seis alunas do curso de Moda da Instituição de Ensino Superior representaram a região Norte nas passarelas. A equipe paraense apresentou oito peças produzidas no Laboratório de Moda da Universidade.
O projeto refletiu o avanço tecnológico e suas relações com o desenvolvimento humano. Foram cinco meses de trabalho executado por Laura Avelar, Liz Santos, Deize Gurjão, Maria Luiza Santos, Ana Beatriz Soares e Beatriz Gonçalves, sob orientação da professora Lara Dahas. Todas estudantes do 5º semestre da graduação.
De acordo com a coordenadora do curso de Moda da UNAMA, Felícia Maia, representar a Amazônia no Dragão Fashion Brasil foi uma grande responsabilidade e um palco para manifestar o talento das novas gerações na região Norte. “Estamos muito orgulhosos da dedicação de nossas alunas.
Elas foram guerreiras e corajosas em assumir esse trabalho árduo na produção de uma coleção totalmente autoral. O título de vice-campeã demonstra a força da moda e da educação na Amazônia, que tem preparado profissionais competentes para o mercado”, celebrou.
Para a participante Ana Beatriz Soares, o desfile proporcionou experiências para a sua carreira. “Ver nossa coleção na passarela foi uma sensação única. O desfile foi resultado de muito esforço, tempo e dedicação. Foi gratificante”, comemorou.
Alcançar o pódio entre as três melhores confecções do DFB 2025 foi motivo de orgulho, afirmou a integrante Liz Santos.
“É muito emocionante estar entre os melhores e conquistar o segundo lugar no Dragão Fashion Brasil. A experiência foi muito intensa, desafiadora e transformadora. Conhecemos pessoas incríveis, trocamos vivências e nos deparamos com a potência da moda no Brasil. Concorrer com grandes talentos e ser reconhecida nesse meio nos dá fôlego para continuar a persistir nos nossos sonhos”, celebrou.

Fonte:UNAMA /Foto: Divulgação e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 21/05/2025/07:21:37

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Gripe aviária: Filipinas e Jordânia suspendem importação de carne de aves de todo Brasil

As suspensões ocorrem após a confirmação de um caso de gripe aviária em granja comercial no Rio Grande do Sul na última sexta-feira, 16 – (Foto:Reprodução).

Filipinas e Jordânia também suspenderam as importações de carne de aves de todo o Brasil, informou o Ministério da Agricultura em nota divulgada nesta quarta-feira, 21. Ao todo, as exportações de carne de frango de todo o território brasileiro estão suspensas para 21 destinos, segundo levantamento mais recente do Ministério da Agricultura.

Estão pausados temporariamente os embarques de produtos avícolas brasileiros para China, União Europeia, México, Iraque, Coreia do Sul, Chile, África do Sul, União EuroAsiática (Rússia, Belarus, Armênia e Quirguistão), Peru, Canadá, República Dominicana, Uruguai, Malásia, Argentina, Timor-Leste, Marrocos, Bolívia, Sri Lanka, Paquistão, Filipinas e Jordânia, conforme o levantamento da pasta.

As suspensões ocorrem após a confirmação de um caso de gripe aviária em granja comercial no Rio Grande do Sul na última sexta-feira, 16. A lista inclui as nações que suspenderam as importações de produtos avícolas do Brasil e para os quais o Brasil interrompeu a certificação das exportações conforme prevê o acordo sanitário estabelecido com cada país.

Há ainda mercados para os quais estão restritas as exportações de produtos avícolas do Rio Grande do Sul. É o caso do Reino Unido, Bahrein, Cuba, Macedônia, Montenegro, Casaquistão, Bósnia e Herzegovina, Tajiquistão e Ucrânia.

O Japão, por sua vez, suspendeu as compras de carne de frango e derivados do município de Montenegro (RS), onde o foco da doença foi detectado. Para a Arábia Saudita, também estão suspensas as exportações de frango brasileiro proveniente do município de Montenegro, conforme prevê o protocolo acordado pelos países.

Já os protocolos acordados entre Brasil e Cingapura, Hong Kong, Argélia, Índia, Lesoto, Mianmar, Paraguai, São Cristóvão e Nevis, Suriname, Usbequistão, Vanuatu e Vietnã preveem a regionalização dos embarques para um raio de 10 quilômetros do foco de influenza aviária de alta patogenicidade (IAAP).

“O Ministério da Agricultura e Pecuária permanece em articulação com as autoridades sanitárias dos países importadores, prestando, de forma ágil e transparente, todas as informações técnicas necessárias sobre o caso. As ações adotadas visam garantir a segurança sanitária e a retomada segura das exportações o mais breve possível”, afirmou o ministério na nota.

Como o Broadcast Agro mostrou, o governo brasileiro já está negociando com países importadores de produtos avícolas a flexibilização das suspensões das compras de carne de frango e derivados do Brasil. As conversas já estão em andamento a fim de minimizar os impactos do primeiro foco de gripe aviária em plantel comercial no País sobre a balança comercial do agronegócio brasileiro.

Nesse processo de flexibilização dos embargos, uma das prioridades do governo brasileiro é reduzir as restrições da China sobre os produtos avícolas nacionais. O governo brasileiro pediu à Administração Geral das Alfândegas da China (GACC, na sigla em inglês), autoridade sanitária chinesa, que a China reduza as restrições sobre produtos avícolas brasileiros para um raio de 10 quilômetros do foco onde foi detectado o caso de gripe aviária, um matrizeiro de aves em Montenegro (RS), apurou o Broadcast Agro.

 

Fonte:Estadao Conteudo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 21/05/2025/07:21:37

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Deputado cristão leva bebê reborn à Câmara e diz que boneca ‘não é pecado’

Foto:Reprodução/Câmara dos Deputados | Durante discurso, Pastor Sargento Isidório criticou quem procura o SUS para atendimento a bonecas reborn e alertou para a importância de priorizar crianças reais em situação de vulnerabilidade.

Durante sessão plenária da Câmara dos Deputados nesta terça-feira (20), o deputado federal Pastor Sargento Isidório (Avante-BA) chamou atenção ao aparecer com um bebê reborn a tiracolo. O parlamentar comentou sobre a popularidade das bonecas hiper-realistas e fez um apelo em defesa de políticas públicas voltadas à infância.

“Estou aqui com a minha neta, bebê ‘esborni’, sei lá como é o nome, para dizer ao Brasil que não é pecado”, afirmou, segurando o brinquedo no plenário.

Segundo ele, o apego excessivo aos bonecos de silicone não pode ofuscar as necessidades das “crianças de carne e osso”. “Peço a quem gasta com fantasias para bonecos de silicone, que visite orfanatos, abrigos de idosos ou casas de acolhimento”, disse

Isidório também criticou casos em que donos de bonecas reborn procuram o Sistema Único de Saúde (SUS) ou líderes religiosos para cuidar dos brinquedos. “Que tenham, que brinquem com seus bonecos e bonecas, mas sem querer importunar o SUS, ou padres e pastores para ter que abençoar seus objetos de silicone”, afirmou.
O que são os bebês reborn?

Os bebês reborn são bonecos confeccionados com materiais especiais para imitar, com impressionante realismo, recém-nascidos humanos. A aparência vai além do visual: eles têm peso, textura de pele, detalhes como veias, rugas, manchas e até cheiro de bebê. São feitos à mão por artistas especializados e podem ser personalizados conforme o desejo do comprador, escolhendo características como cor dos olhos, cabelo, gênero e até o peso.

🍼 O termo “reborn” vem do inglês e significa “renascido”. A origem do conceito remonta à Segunda Guerra Mundial, quando famílias reformavam bonecas antigas para que as crianças tivessem com o que brincar. Com o passar das décadas, a técnica se desenvolveu e se transformou em uma forma de arte e colecionismo.

 

Fonte:O Liberal  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 21/05/2025/07:21:37

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Projeto que proíbe tatuagens e piercings estéticos em cães e gatos é aprovado no Senado

Projeto que proíbe tatuagens e piercings estéticos em animais é aprovado no Senado. (Foto:Reprodução/Redes Sociais)

Procedimentos passam a ser considerados crime ambiental e punições incluem detenção e multa; Texto agora segue para sanção presidencial

O Senado Federal aprovou na última terça-feira (20) o projeto de lei que proíbe a realização de tatuagens e a colocação de piercings em cães e gatos com fins puramente estéticos. A proposta, de autoria da Câmara dos Deputados, altera a Lei nº 9.605/1998, conhecida como Lei de Crimes Ambientais, e agora segue para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Aprovado por unanimidade, o Projeto de Lei 4206/2020 torna crime ambiental a prática de desenhar tatuagens ou perfurar a pele de animais domésticos para uso de acessórios, como piercings, quando não houver justificativa médica ou funcional. A nova norma valerá para todo o território nacional.

Segundo o texto aprovado, quem realizar ou permitir a realização desses procedimentos poderá ser condenado a detenção de três meses a um ano, além do pagamento de multa. A pena pode ser aumentada caso o ato resulte na morte do animal.

Relator do projeto na Comissão de Meio Ambiente, o senador Izalci Lucas (PL-DF) destacou que o direito dos tutores sobre seus animais não é absoluto e que a Constituição já proíbe práticas que submetam os animais à crueldade.

De acordo com o parlamentar, procedimentos estéticos como esses causam dor, ferimentos, infecções, complicações alérgicas e cicatrizes. No caso de piercings, há ainda o risco de lacerações, principalmente quando os acessórios se prendem a objetos ou durante interações com outros animais.

O projeto aprovado acrescenta um novo parágrafo à Lei de Crimes Ambientais, reforçando a tipificação da prática como maus-tratos. A legislação já prevê sanções para atos que atentem contra a saúde e a integridade de animais domésticos, silvestres ou exóticos.

Fonte:O Liberal  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 21/05/2025/07:21:37

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Fernanda Torres recebe maior honraria por mérito cultural do Brasil

Lula e Fernanda Torres na Ordem do Mérito Cultural (OMC). (Foto:Ricardo Stuckert / PR).

Cerimônia da Ordem do Mérito Cultural marca retomada da principal honraria do setor após quatro anos de suspensã

A atriz Fernanda Torres foi uma das personalidades homenageadas nesta terça-feira (20) com a Ordem do Mérito Cultural (OMC), maior condecoração pública concedida a indivíduos e instituições que contribuíram de forma relevante para a cultura brasileira. A cerimônia ocorreu no Rio de Janeiro e contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que entregou pessoalmente as distinções.

Suspensa desde 2019, a OMC foi retomada neste ano com uma edição que destacou a diversidade cultural do país. Ao todo, 112 personalidades e 14 instituições foram agraciadas. Fernanda Torres recebeu a insígnia Grã-Cruz, o grau mais alto da honraria, ao lado da primeira-dama Janja Lula da Silva, da cantora Leci Brandão e do cineasta Walter Salles.

A entrega da medalha a Fernanda Torres também teve um significado especial: a atriz foi homenageada pelo papel de Eunice Paiva no filme Ainda Estou Aqui, vencedor do Oscar de Melhor Filme Internacional. O longa, dirigido por Walter Salles e baseado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva, narra a história da advogada Eunice Paiva, símbolo da resistência à ditadura militar e mãe do autor.

Criada pela Lei nº 8.313, de 1991, e com sua primeira edição realizada em 1995, a OMC visa reconhecer contribuições notáveis à cultura nacional. Em edições anteriores, já foram homenageados nomes como Fernanda Montenegro, Jorge Amado e Cartola.

A cerimônia deste ano contemplou expressões culturais de todas as regiões do país, abrangendo áreas como música, teatro, dança, circo, literatura, artes visuais, cultura indígena e digital. O Ministério da Cultura também aproveitou a ocasião para celebrar os 40 anos de criação da pasta, com o tema “40 anos do MinC: Democracia e Cultura”.

Fonte:Hannah Franco | Especial em O Liberal  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 21/05/2025/07:21:37

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Senadores do Pará miram licenciamento para exploração na Margem Equatorial após medida do Ibama

Exploração de petróleo. (Foto: Freepick)

Aprovação do plano de emergência é vista como avanço para o processo de licenciamento, com forte apoio de parlamentares, incluindo o presidente do senado, Davi Alcolumbre.

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) aprovou, nesta segunda-feira (19/05), o conceito do Plano de Proteção e Atendimento à Fauna Oleada (PPAF) apresentado pela Petrobras. Essa aprovação é um passo importante para o processo de licenciamento da companhia para a perfuração de um poço exploratório na Margem Equatorial, que compreende o litoral do Pará, Amapá, Maranhão, Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte. A medida gerou reações entre parlamentares da região.

O senador paraense Zequinha Marinho (Podemos-PA) vê o avanço como um passo crucial para a região, enquanto o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), destacou a importância estratégica da exploração para o Amapá. Já o senador Beto Faro (PT-PA) defendeu a competência da Petrobras em operar de forma ambientalmente responsável. A Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA), o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) e o deputado federal Joaquim Passarinho (PL-PA) também demonstraram apoio ao plano.

O Ibama aprovou o Plano de Proteção e Atendimento à Fauna Oleada (PPAF) da Petrobras com base no planejamento de resposta a eventuais impactos ambientais, especialmente no atendimento à fauna oleada, caso ocorra algum derramamento de óleo.

No entanto, a aprovação conceitual do plano não significa a liberação definitiva da licença para a perfuração do poço. O Ibama esclareceu que a análise do PPAF é apenas uma parte do processo, que ainda inclui a avaliação de outros aspectos técnicos da operação.

Em nota enviada ao Grupo Liberal, o instituto afirmou que “não há acompanhamento específico para o PPAF mencionado, uma vez que não houve concessão de licença”. O Ibama também destacou que a Petrobras já tem uma estrutura de resposta offshore, previamente aprovada, para atuar em situações emergenciais.
Zequinha Marinho apresenta frente parlamentar em defesa da exploração na margem equatorial

O senador paraense Zequinha Marinho, do Podemos, autor do projeto (PRS 2/2025) que cria a Frente Parlamentar do Senado Federal em Defesa da Exploração de Petróleo na Margem Equatorial, comemorou a aprovação do PPAF pela Petrobras.

Ao Grupo Liberal, Marinho ressaltou que a medida representa um passo importante para a obtenção da licença de exploração e enfatizou a relevância da frente parlamentar no monitoramento das etapas do licenciamento.

“Vamos aprovar, na sessão desta terça-feira (20), o projeto que cria a Frente Parlamentar. A inserção desse projeto na pauta é muito oportuna, logo após a aprovação do PPAF”, afirmou o senador.

Ele também reforçou que o poço a ser perfurado está localizado a mais de 500 km da foz do Rio Amazonas, contrariando críticas sobre impactos ambientais na região amazônica.

Marinho argumentou que a exploração responsável pode gerar desenvolvimento socioeconômico na região e que a Frente Parlamentar será fundamental para garantir transparência no processo. A expectativa é que os debates englobem especialistas, ambientalistas e setores produtivos, além de gestores municipais, para evitar qualquer risco de procrastinação no processo de licenciamento.

Beto Faro reforça capacidade técnica da Petrobras e transparência no processo

O senador Beto Faro (PT-PA) também se manifestou sobre o avanço do processo, defendendo a Petrobras e sua competência para realizar a exploração de forma responsável.

Ao Grupo Liberal, Faro destacou que, apesar das preocupações ambientais, a Petrobras tem demonstrado, ao longo dos anos, excelência na exploração de petróleo em águas profundas, como no pré-sal.

“Não tivemos problemas ambientais na exploração do pré-sal, e o mesmo ocorrerá na Margem Equatorial. A Petrobras investe pesadamente em protocolos específicos e tem uma capacidade técnica reconhecida mundialmente”, afirmou o senador.

Para Faro, os protocolos de segurança e cuidados ambientais da Petrobras garantem tranquilidade quanto aos impactos ambientais da exploração na região.

Ele também pontuou que a transparência nas discussões sobre o projeto, tanto no Congresso quanto na sociedade, é essencial para assegurar que todos os passos da exploração sejam realizados com responsabilidade.
Davi Alcolumbre destaca oportunidade para o Amapá e o Brasil

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), se manifestou sobre a aprovação do PPAF e ressaltou a importância estratégica da Margem Equatorial para o desenvolvimento do Amapá e do Brasil.

Alcolumbre, que também é senador pelo Amapá, afirmou que a exploração de petróleo representa uma oportunidade para reduzir as desigualdades históricas na região amazônica.

“Como senador do Amapá, sigo acompanhando de perto esse processo. A Margem Equatorial representa uma oportunidade estratégica para o nosso estado e para o país. A aprovação do plano reforça a confiança nas instituições e no compromisso com um futuro seguro e sustentável”, afirmou Alcolumbre.

O presidente do Senado reiterou que a exploração será realizada dentro dos rigorosos critérios técnicos, sem abrir mão da preservação ambiental. “O desenvolvimento econômico e a preservação ambiental podem e devem andar juntos”, concluiu.
Petrobras reforça compromisso com a sustentabilidade e a transição energética

A Petrobras também se manifestou sobre a aprovação do PPAF, destacando que a empresa está comprometida com a responsabilidade ambiental e social.

Em nota oficial, a empresa afirmou que a operação na Margem Equatorial será conduzida com o máximo respeito à vida e ao meio ambiente, seguindo protocolos rigorosos e utilizando tecnologias avançadas.

Ela, além disso, enfatizou que a exploração da região pode abrir uma nova fronteira energética para o país, que se desenvolverá de forma integrada com outras fontes de energia, contribuindo para uma transição energética justa, segura e sustentável.

A Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA) também demonstrou ser a favor da aprovação do plano. O porta-voz do órgão, Alex Dias Carvalho, afirmou em nota que esse avanço representa mais uma etapa importante no processo de licenciamento da atividade de exploração de petróleo na Margem Equatorial Brasileira, sendo um passo fundamental para garantir que a exploração ocorra com segurança, responsabilidade e capacidade real de mitigação de impactos ao ecossistema da Bacia da Foz do Amazonas.

“A exemplo do que acontece em outras regiões, a exploração de petróleo deve trazer grandes benefícios socioeconômicos para o nosso Estado, impulsionando a geração de emprego e renda, além de outros impactos positivos provenientes dos royalties da atividade, que são revertidos para áreas estratégicas ao desenvolvimento regional com melhorias em infraestrutura, saneamento, educação e saúde”, disse Alex Dias Carvalho.

O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) afirmou que a aprovação é o reconhecimento por parte do órgão ambiental da capacidade da indústria brasileira de atender os requisitos técnicos nas atividades de segurança operacional e ambiental.

“Embora ainda não configure a concessão da licença para o início da perfuração exploratória, a aprovação do PPAF é uma etapa importante para avançar no processo de licenciamento para a verificação em campo da viabilidade operacional do Plano de Emergência Individual. Como parte do processo, o IBP espera que de forma breve o IBAMA defina com a Petrobras um cronograma para a realização de Avaliação Pré-Operacional (APO) que visa verificar, por meio de vistorias e simulações, a efetividade do Plano de Emergência Individual proposto”.

Sobre a preocupação com a exploração da área, o deputado federal Joaquim Passarinho relatou que trata-se, neste momento, de um ponto de exploração localizado a cerca de 200 km da costa e a 500 km da Foz do Amazonas, o que significa um baixo risco.

“A Petrobras possui tecnologia e competência suficientes em perfuração em alto-mar. Um bom exemplo é a costa do Rio de Janeiro, onde nunca houve qualquer problema com vazamentos. É fundamental seguir as exigências legais já existentes, conciliando responsabilidade ambiental com desenvolvimento econômico”.

 

Fonte:O Liberal  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 21/05/2025/07:21:37

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