Homem é preso em flagrante suspeito de matar a mulher e a filha de 5 anos

Foto: Redes Sociais | Crime foi cometido na casa em que a família vivia em Cruz das Posses, distrito de Sertãozinho (SP).

Vítimas serão veladas na Bahia, terra natal da família.

Um homem foi preso em flagrante na noite de sexta-feira (23) suspeito de matar a mulher e a filha de 5 anos a facadas dentro da casa da família em Cruz das Posses, distrito de Sertãozinho (SP), na região de Ribeirão Preto (SP).

Edson Silva de Oliveira, de 37 anos, foi detido pela Polícia Militar logo após o crime e confirmou, sem a presença de um advogado, aos policiais, que é o autor das facadas que resultaram na morte da esposa dele, Valdirene Lopes de Oliveira, de 34 anos, e Vanessa Lopes de Oliveira, de 5 anos.

Edson foi levado para a cadeia pública de Pradópolis (SP). O caso será investigado como homicídio e feminicídio qualificado.

Depois da liberação do Instituto Médico Legal (IML), os corpos das vítimas serão transferidos para a Pindobaçu (BA), terra natal da família, onde elas devem ser veladas e sepultadas.

Um outro filho do casal, de 17 anos, está sob os cuidados do Conselho Tutelar de Sertãozinho e foi acolhido por um professor da escola dele, antes de também ser transferido para a Bahia.

Mãe e filha mortas a facadas

O crime ocorreu na Rua Visconde do Rio Branco, por volta das 21h. Segundo o boletim de ocorrência, ao confirmar as facadas, Edson disse que tudo começou após uma discussão com a esposa.

Ele afirmou que, em determinado momento, a mulher pegou uma f@ca e o feriu no pescoço e que, na sequência, ele partiu para cima dela, tomou o objeto e com ele começou a g*lpeá-la.

O suspeito também afirmou que a criança acabou atingida ao tentar proteger a mãe das facadas. Edson também afirmou, segundo a PM, que ao ver a filha morta, voltou a esf@quear a esposa, por culpá-la pelo que havia acontecido. O suspeito ainda relatou que, depois disso, deixou a f@ca sobre uma pia.

A PM, que encontrou o suspeito assim que chegou, preservou o local do crime para realização da perícia e o levou, por risco de revolta de moradores da vizinhança.

Edson chegou a ser atendido em uma unidade de pronto atendimento antes de ser levado para a delegacia e para a cadeia.

 

 

Fonte: Macajuba Acontece e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 26/05/2025/12:00:04

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No AP, operação investiga suspeito de ter arsenal de armas de fogo em casa

Operação Noite Dourada foi realizada pela Polícia Federal no Amapá nesta segunda-feira (26). — Foto: Polícia Federal/divulgação

Operação ‘Noite Dourada’ foi realizada na manhã desta segunda-feira (26) e cumpriu três mandados de busca e apreensão. Investigado já havia sido preso durante outra ação da PF por venda ilegal de ouro.

Um homem foi alvo de uma ação da Polícia Federal no Amapá na manhã desta segunda-feira (26), em Santana. Ele é investigado por suspeita de manter um extenso arsenal de armas de fogo obtidas de forma ilícita, segundo a polícia.

A Operação ‘Noite Dourada’ cumpriu três mandados de busca e apreensão e iniciou após o suspeito ter sido preso em flagrante em outra ação da PF, em fevereiro deste ano, por venda ilegal de ouro em Macapá.

Após essa prisão, o suspeito passou a ser monitorado pela polícia. Na operação anterior, 4 pessoas foram detidas e apreendidos 1,3 kg de ouro, R$ 15 mil em espécie e uma pistola 9 mm com várias munições.

Foi detectado que um dos presos possuía aproximadamente oito armas, entre modelos de uso permitido e uso restrito, incluindo um armamento que deveria estar na posse de um agente público.

A polícia investiga também a informação de que o alvo possui outras armas sem registro, caracterizando suspeita de contrabando de armas de fogo. Durante as buscas, a polícia apreendeu aproximadamente R$ 1,2 milhão em cheques a descontar e mais R$ 5 mil em espécie.

O investigado pode responder pelos crimes de posse ou porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, comércio ilegal de arma de fogo e receptação, caso sejam comprovadas as práticas ilícitas levantadas durante investigação policial.

Fonte:  g1 AP — Macapá e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 26/05/2025/12:00:04

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Mulher natural de Santarém é morta a tiros pelo ex-companheiro em Cuiabá; suspeito está preso

Foto: Reprodução |Gabrieli Daniel, de 31 anos, foi assassinada dentro de casa; suspeito é o ex-companheiro, que deixou os filhos do casal com os avós antes de fugir e se apresentar à polícia.
Uma mulher natural de Santarém, no oeste do Pará, foi morta a tiros na noite de domingo (25), no bairro Praeirinho, em Cuiabá, capital do Mato Grosso. A vítima foi identificada como Gabrieli Daniel Sousa de Moraes, de 31 anos. O principal suspeito do crime é o ex-companheiro dela, Ricker Maximiano, que foi preso após se apresentar à polícia.
Segundo a Polícia Civil do Mato Grosso, o crime ocorreu na casa onde o casal morava. Após atirar contra Gabrieli, o suspeito levou os dois filhos do casal – crianças de 3 e 5 anos – até a casa dos avós paternos e, em seguida, fugiu do local.
O delegado responsável pelo caso, Edson Pick, informou que Ricker se apresentou à polícia posteriormente, mas optou por permanecer em silêncio durante o depoimento. Em uma declaração inicial, ele alegou que matou Gabrieli após “perder a cabeça”.
O corpo de Gabrieli será translado para Santarém, sua cidade natal. O velório está marcado para terça-feira (27), mas o local ainda não foi divulgado pela família.
A vítima deixa duas crianças pequenas, que agora estão sob os cuidados da família paterna. O caso segue sendo investigado como feminicídio pela Polícia Civil do Mato Grosso.

Fonte: Estadão MT | Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 26/05/2025/09:19:22

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Centrão coloca em 2º plano reforma de Lula e indica sobre cargos

Segundo fontes, governo perdeu o timing para reforma que garanta alianças para 2026 | (Antônio Cruz/ Agência Brasil)

Partidos que integram a base do governo fora da esquerda podem se virar para outro candidato nas próximas eleições.

Integrantes de partidos de centro e de centro-direita que apoiam formalmente o Palácio do Planalto colocaram em segundo plano a esperada reforma ministerial de Lula e dizem que se ela sair do papel, mesmo após sete meses de atraso, pouca coisa deve mudar tanto na relação com o governo como nas articulações para 2026.

No ano passado, governistas prometiam para novembro, logo após o encerramento das eleições municipais, um rearranjo das cadeiras ministeriais como forma de privilegiar aliados que saíram fortalecidos das urnas e que estivessem comprometidos em subir no palanque eleitoral de Lula.

Por ora, o presidente trocou apenas petistas por petistas, além de substituir nomes de uma pasta do União Brasil (Comunicações) e do PDT (Previdência) devido a suspeitas que recaíram sobre os titulares.

De acordo com integrantes de União Brasil, PSD, MDB, PP e Republicanos —o quinteto aliado de Lula fora da esquerda—, o governo perdeu o timing para mudanças de impacto do ponto de vista do apoio congressual e da formação de uma aliança em busca de um quarto mandato.

O principal sinal ocorreu com a troca do petista Alexandre Padilha pela também petista Gleisi Hoffmann como chefe da articulação política, em fevereiro.

Naquele momento, líderes do centrão defendiam um choque na estrutura da gestão, com a redução dos espaços do PT até mesmo na chamada cozinha do Palácio do Planalto e com a entrega da articulação política para um nome como o do líder do MDB, Isnaldo Bulhões Jr. (AL).

Com a renovação da cúpula do Congresso no início daquele mês, com a eleição de Hugo Motta (Republicanos-PB) para o comando da Câmara e de Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) para o do Senado, trabalhava-se no grupo a ideia de emplacar no governo nomes como o ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL), o que não prosperou.

A proximidade das eleições de 2026 é uma contribuição a mais para a falta de interesse, já que ministros que forem concorrer ao pleito devem deixar o cargo até março, o que daria cerca de dez meses apenas de presença na Esplanada aos próximos titulares

Em meio à indefinição de Lula, os cinco partidos de centro e de direita tem enfileirado derrotas ao Palácio do Planalto, abrigam consideráveis núcleos de oposição aberta e estimulam nos bastidores e publicamente uma candidatura presidencial do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) —que com o apoio de Jair Bolsonaro (PL) teria o potencial de unir todos esses partidos, dizem.

O grupo apregoa que uma coisa é a aliança para garantir a governabilidade do Executivo no Congresso e outra, bem diferente, é o apoio para 2026.

Apesar da alegada descrença e insatisfação, nenhum dos cinco partidos dá sinais de que pretende entregar em 2025 algum dos 11 ministérios que controlam, nem recusar eventuais ofertas. Havia lá atrás, por exemplo, rumores da entrega de duas pastas comandadas pelo PT, Desenvolvimento Agrário e Desenvolvimento Social.

Um cardeal do grupo afirma que, apesar de dificilmente algum nome político aceitar neste momento ingressar na Esplanada, o governo ainda não perdeu “o tempo dos técnicos”, indicando que o centrão tem interesse em indicar pessoas de confiança sem filiação partidária para chefiar ministérios considerados atrativos.

A data mais provável apresentada por todos de definição sobre permanência no governo, e mediante quais condições, é o primeiro trimestre do ano que vem. Próxima a essa data, serão avaliadas variáveis como popularidade do governo, real intenção e favoritismo de Lula para disputar um quarto mandato e o nome a ser apoiado por Bolsonaro.

No atual nível de popularidade, por exemplo, há nesse grupo pouco interesse em se atrelar à imagem do Executivo, diante do desgaste que isso pode gerar entre eleitores de direita.

Além disso, graças ao aumento expressivo das emendas parlamentares, deputados e senadores não são mais dependentes da força do governo para abastecer seus redutos eleitorais e, portanto, não precisariam ingressar na Esplanada para se promover politicamente em suas bases.

Além do atraso e da indefinição de Lula, integrantes do centrão reclamam de que a distribuição dos ministérios entre os partidos, desenhada na transição do governo em 2022, está desequilibrada e não condiz com os votos que cada uma das legenda entrega ao Executivo em votações no Congresso.

Haveria, por exemplo, um desequilíbrio na distribuição entre senadores e deputados —com maior espaço aos senadores. Alcolumbre, por exemplo, é o principal padrinho das indicações do União Brasil.

Diante da instabilidade de sua base, o presidente tem apostado mais numa aproximação com Motta e Alcolumbre, estabelecendo uma relação direta com os presidentes de Câmara e Senado.

Neste ano, até o momento, o presidente da República fez trocas em nomes do PT: Sidônio Palmeira no lugar de Paulo Pimenta na Secom (Secretaria de Comunicação da Presidência); Gleisi no lugar de Padilha na Secretaria de Relações Institucionais; Padilha no lugar de Nísia Trindade na Saúde; e Márcia Lopes no lugar de Cida Gonçalves na pasta das Mulheres.

Além das mudanças no PT, Lula fez outras duas mudanças na Esplanada: na Previdência, com a saída de Carlos Lupi para a chegada de Wolney Queiroz, em meio ao escândalo do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social); e nas Comunicações com a chegada de Frederico de Siqueira Filho no lugar de Juscelino Filho, afastado após ser denunciado pela PGR (Procuradoria-Geral da República) sob acusação de corrupção e outros crimes relacionados ao desvio de emendas.

A possível próxima troca ainda é no campo da esquerda, com Guilherme Boulos (PSOL) substituindo Márcio Macêdo (PT) na Secretaria-Geral da Presidência.

Fonte: RANIER BRAGON E VICTORIA AZEVEDO/FOLHAPRESS/Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 26/05/2025/05:54:18

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INSS começa reembolso de descontos indevidos nesta segunda-feira

Foto: Reprodução | Total a ser restituído para aposentados e pensionistas chega a R$ 292 milhões.

O prejuízo que muita gente teve durante esquema fraudulento descoberto recentemente pode estar começando a chegar ao fim. Para isso, quem se viu lesado, já pode ir em buscar de ser ressarcido.

A partir desta segunda-feira (26), aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que tiveram descontos indevidos de mensalidade associativa na folha de abril começarão a receber os valores de volta. O total a ser restituído chega a R$ 292 milhões.

Segundo nota divulgada pelo INSS na última semana, a suspensão desses descontos foi determinada no final de abril.

No entanto, como a folha de pagamento daquele mês já havia sido processada, os valores ainda foram debitados nos benefícios pagos entre 24 de abril e 8 de maio.

Por orientação do governo federal, o INSS não repassou os valores às entidades associativas. A devolução será feita automaticamente junto com o pagamento regular dos benefícios, entre os dias 26 de maio e 6 de junho.

O INSS destaca que os beneficiários não precisam realizar nenhuma ação para receber os valores de volta.

A nota também traz o calendário de pagamento da devolução e alerta sobre possíveis tentativas de golpe. Todas as informações oficiais sobre aposentadorias e pensões são disponibilizadas exclusivamente pelo portal Meu INSS.

Caso o beneficiário deseje reaver valores descontados indevidamente em períodos anteriores, deve fazer a solicitação pelo portal Meu INSS ou pelo telefone 135. Nesses casos, o INSS entrará em contato com a entidade responsável para exigir comprovação de autorização do desconto. Se não houver comprovação, a entidade deverá devolver o valor ao INSS, que fará o repasse ao beneficiário pela mesma via dos pagamentos habituais – conta bancária ou cartão magnético.

Desde a última sexta-feira, quem quiser contratar empréstimos consignados com desconto direto no benefício deve realizar identificação biométrica por meio da plataforma Meu INSS.

Fonte: Agência Brasil/Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 26/05/2025/06:02:23

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Moraes ameaça prender Aldo Rebelo durante depoimento no STF

Foto: Reprodução | ‘Se o senhor não se comportar vai ser preso por desacato’, disse o ministro do Supremo ao político que prestou depoimento como testemunha de Almir Garnier.

O ministro Alexandre de Moraes se irritou, nesta sexta-feira, com o depoimento do ex-ministro Aldo Rebelo no STF.

O político foi chamado a depor como testemunha de defesa do ex-comandante da Marinha Almir Garnier.

O entrevero ocorreu quando Rebelo pareceu relativizar acusações contra o militar, que teria dito que estava “à disposição” de Jair Bolsonaro para apoiar o plano de golpe.

“É preciso levar em conta que, na língua portuguesa, nós conhecemos aquilo que se usa que é a forca da expressão. A forca de expressão não pode ser levada de forma literal. Quando alguém diz ‘estou à disposição’, isso não pode ser lido de forma literal”, disse Rebelo.

Moraes então advertiu o depoente dizendo que ele não poderia interpretar a fala de Garnier na reunião, dado que não estava presente no encontro golpista.

“A minha apreciação sobre a língua portuguesa é minha. Não vou aceitar censura”, retrucou Rebelo.

“Se o senhor não se comportar vai ser preso por desacato”, disse Moraes.

Rebelo não se intimidou e chegou a tentar fazer uma pergunta sobre detalhes do inquérito, sendo interrompido pelo chefe da PGR, Paulo Gonet, que deixou claro que quem fazia as perguntas na sessão era a defesa e a acusação, não o depoente.

Sobre a fala de Rebelo, Moraes voltou a interromper o depoente para dizer que ele saberia pela imprensa o que estava questionando sobre o inquérito.

Rebelo então passou a defender Garnier. “Nas Forcas Armadas, a hierarquia é mais rígida exatamente na Marinha. Garnier sempre foi muito respeitoso. Tinha muita hierarquia e disciplina e ele sempre foi muito rigoroso no cumprimento dessas duas coisas”, disse Rebelo. “Os fuzileiros não discutem ordem nem questionam ordem. Por isso, sempre estão à disposição dos superiores”, disse Rebelo.

Depois do momento de tensão, o depoimento de Rebelo foi encerrado sem maiores consequências para o ex-ministro.

Fonte: Veja/Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 25/05/2025/19:36:34

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VÍDEO – “Quanto mais apanha, mais a mulher gosta do homem”, diz vereador

O vereador José Carlos Santos, conhecido como Bebe Água (MDB), da Câmara Municipal de Capela, Sergipe | Foto: Reprodução

Em um discurso que chocou a população e reverberou negativamente nas redes sociais, o vereador José Carlos Santos, conhecido como Bebe Água (MDB), da Câmara Municipal de Capela, Sergipe, protagonizou um momento de absoluto desrespeito e insensibilidade durante a sessão realizada na última terça-feira (20). Ao comentar desavenças no meio político, o parlamentar lançou mão de uma analogia inaceitável, comparando a dinâmica política à violência doméstica.

Com uma declaração que escancara preconceito e ignorância, Bebe Água afirmou: “É a mesma história, quanto mais apanha, é que a mulher mais gosta do homem… É a verdade, é a vida”.

A fala, carregada de machismo e banalização da violência contra a mulher, é não apenas ofensiva, mas perigosa. Em um país onde a violência doméstica é uma epidemia — com mais de 1,6 mil casos de feminicídio registrados apenas em 2024, segundo dados preliminares do Fórum Brasileiro de Segurança Pública —, as palavras do vereador são um desserviço à luta pela igualdade de gênero e à proteção das vítimas.

Normalizar a violência com tamanha leviandade, ainda mais em um espaço público e de representação política, é um atentado contra os direitos humanos e a dignidade das mulheres.

A tentativa da Câmara Municipal de Capela de amenizar o estrago com uma nota pública soa como uma manobra tímida e insuficiente. O presidente da Casa, José Carlos Lopes, limitou-se a dizer que a instituição “respeita a liberdade de expressão”, mas não endossa falas desrespeitosas ou que normalizem a violência.

Ora, a liberdade de expressão não pode ser escudo para discursos que perpetuam a cultura de violência e misoginia. A nota, longe de condenar veementemente a atitude do vereador, parece mais uma formalidade para apaziguar a revolta popular.

Irresponsável

É inadmissível que, em 2025, um representante eleito ainda se valha de narrativas que reforçam estereótipos machistas e desumanizam as vítimas de violência. Bebe Água não apenas demonstrou total desconexão com a realidade e a gravidade do tema, mas também expôs a necessidade urgente de uma reflexão sobre a qualidade dos representantes que ocupam cargos públicos.

A sociedade capelense e sergipana merece mais do que desculpas protocolares: é preciso que o vereador seja responsabilizado por suas palavras e que a Câmara tome medidas concretas, como a abertura de um processo ético-disciplinar, para sinalizar que tais posturas não serão toleradas.

A fala desastrosa de Bebe Água é a constatação de que a luta contra a violência de gênero ainda enfrenta barreiras impostas por aqueles que, em vez de combatê-la, optam por reforçá-la com discursos irresponsáveis.

A FALA DO EDIL:

https://youtu.be/wajdD5mVkw0

Fonte: Ver-o-fato/Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/05/2025/08:54:48

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Pará já registra quatro casos de fraude no Enem só em 2025, alerta Segup

Foto: Reprodução | Entre os crimes computados, estão: estelionato, falsa identidade, induzimento do consumidor ao erro e invasão de dispositivo informático.

Só neste ano, de 1º de janeiro até 21 de maio, foram registradas quatro ocorrências de fraudes relacionadas ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no Pará. Os números são da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) e foram divulgados nesta sexta-feira (23/5). Entre os crimes computados, estão: estelionato, falsa identidade, induzimento do consumidor ao erro e invasão de dispositivo informático. Em 2024, de janeiro a abril, a Segup notificou 18 casos da mesma natureza no estado.

Ocorrências de tentativas de golpes por meio de sites falsos de inscrição para o Enem são monitoradas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O crime envolve sites fraudulentos, com aparência idêntica à página oficial do exame, que estariam sendo utilizados por criminosos para enganar estudantes e roubar o valor da taxa de inscrição. Nesta sexta-feira (23/5), o instituto declarou que acompanha o caso com auxílio da Polícia Federal.

“O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) informa que todos os processos do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) são planejados e executados com estratégia de segurança. Contamos com o apoio da Polícia Federal nas ações de investigação e combate à tentativa de fraudes. A Autarquia trabalha no aprimoramento dos protocolos de acompanhamento e segurança da prova e monitora eventual criação de páginas com interface semelhante ao sistema de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio”, comunicou.

Segundo as informações policiais, os sites falsos replicavam fielmente o layout da Página do Participante do Enem, incluindo assistente virtual e opções de pagamento via pix ou boleto. Os candidatos vítimas preenchiam com seus dados pessoais e realizavam o pagamento da taxa de R$ 85, acreditando estar se inscrevendo corretamente no exame.

Cuidado

O Inep alerta os candidatos para que fiquem atentos ao endereço eletrônico e desconfiem de páginas que não possuam o domínio “gov.br”. “A Inscrição no Enem estará disponível por meio da página do participante : enem.inep.gov.br/participante com início das inscrições no período de 26/05 a 06/06, e o edital alusivo ao exame será publicado em breve. O acesso ao sistema é feito com o login único do gov.br”, ressaltou.

Candidatos que suspeitarem de fraudes devem registrar um boletim de ocorrência e procurar sua agência bancária para tentar o estorno do valor pago. Qualquer irregularidade deve ser denunciada às autoridades competentes para que medidas sejam tomadas e novos casos sejam evitados.

Fonte: O liberal/Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/05/2025/08:34:13

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Brasil registra 10 mil casos e quatro mortes por oropouche em 2025; veja cuidados

Foto: Reprodução | O Estado mais afetado neste ano é o Espírito Santo, com 6.118 registros.

O Brasil soma ao menos quatro mortes causadas por febre oropouche em 2025. Até o momento, foram confirmados três óbitos pela Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES- RJ) e um pela Secretaria Estadual de Saúde do Espírito Santo (SES-ES). As primeiras mortes pela doença no mundo foram registradas no País em julho do ano passado.

Em relação às infecções, até o dia 16 de maio, o Ministério da Saúde documentou 10.072 casos de oropouche no Brasil, segundo o boletim semanal do Centro de Operações de Emergências (COE). Isso representa um aumento de 56,4% em relação ao mesmo período de 2024, quando foram registrados 6.440 casos.

Em todo o ano passado, foram confirmadas 13.853 infecções. Em 2023, o País teve 833 ocorrências. O Estado mais afetado neste ano é o Espírito Santo, com 6.118 registros. Destacam-se ainda o Rio de Janeiro, com 1,9 mil casos; a Paraíba, com 640; e o Ceará, com 573.

Segundo o COE, pessoas entre 20 e 59 anos representam 70,5% dos infectados. Entre os menores de 1 ano, foram registrados 12 casos, sendo seis no Rio de Janeiro, quatro no Espírito Santo, um no Ceará e um na Paraíba.

O que explica a alta de casos

No ano passado, o ministério apontou que o salto estava associado à ampliação dos testes para a detecção da doença, distribuídos para toda a rede nacional de Laboratórios Centrais de Saúde Pública (Lacen). Com isso, os casos, que até então estavam concentrados na Região Norte, passaram a ser identificados em outras áreas.

Há ainda uma combinação de fatores que deve ser considerada, segundo a infectologista Jessica Fernandes Ramos, membro do Núcleo de Infectologia do Hospital Sírio-Libanês.

Um importante aspecto, diz Jessica, é a mutação do vírus responsável pela doença. No ano passado, uma nova linhagem do OROV foi detectada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Segundo a entidade, ela provavelmente surgiu no Amazonas entre 2010 e 2014, e se espalhou silenciosamente na segunda metade da década de 2010.

Pedro Vasconcelos, pesquisador emérito do Instituto Evandro Chagas (IEC), explicou em entrevista ao Estadão que mudanças climáticas, desmatamento e migrações humanas são outros fatores que contribuem para a disseminação do vírus.

Primeiras mortes

Segundo Jessica, a preocupação agora é maior do que nos anos anteriores em decorrência dos óbitos registrados. “Antes, era uma arbovirose com um curso mais benigno, sem registro de óbitos”, observa.

Considerando o número de pessoas infectadas e o total de casos que resultaram em morte, a letalidade da doença ainda é considerada baixa, mas a médica reforça que a atenção deve ser redobrada.

O que é a febre oropouche?

O vírus oropouche (OROV) é transmitido aos seres humanos principalmente pela picada do Culicoides paraensis, conhecido como maruim ou mosquito-pólvora. Ele foi detectado no Brasil na década de 1960, a partir da amostra de sangue de um bicho-preguiça capturado durante a construção da rodovia Belém-Brasília.

A doença tem dois ciclos de transmissão: silvestre e urbano. No ciclo silvestre, animais como bichos-preguiça e macacos são os hospedeiros do vírus. No ciclo urbano, os humanos são os principais hospedeiros.

O maruim geralmente ocorre em agrovilas, bairros recém-construídos e áreas recém-desmatadas. Ele é diferente do Aedes aegypti, transmissor da dengue, que se dissemina mais facilmente em centros urbanos, onde há mais residências.

Por isso, segundo especialistas, é muito difícil dizer que haverá um aumento explosivo da transmissão. Mas o vírus pode sofrer uma mutação capaz de permitir sua adaptação a mosquitos da área urbana.

Sintomas

Os sintomas são similares aos da dengue. Há, porém, algumas diferenças na evolução do quadro clínico. Enquanto os pacientes com dengue podem desenvolver dor abdominal intensa e, nos casos mais graves, hemorragia interna, tais sintomas não costumam ser observados na febre oropouche.

No caso da oropouche, os quadros mais severos podem envolver o comprometimento do sistema nervoso central, ocasionando meningite asséptica e meningoencefalite, sobretudo em pacientes imunocomprometidos.

Qual a relação entre febre oropouche e microcefalia?

No ano passado, pesquisadores do IEC encontraram evidências de que a febre oropouche pode ser passada da mãe para o bebê durante a gestação. Com isso, iniciaram uma investigação sobre a relação entre casos de óbito e malformação fetal com a infecção.

O IEC identificou a presença de anticorpos contra o vírus em quatro bebês nascidos com microcefalia, além de material genético do vírus em um feto natimorto com 30 semanas de gestação.

O ministério fez um alerta às gestantes, mas destacou que o estudo não permitia confirmar que a infecção durante a gestação era a causa de malformações neurológicas nos bebês.

Na época, Vasconcelos, que foi um dos envolvidos na investigação, disse ao Estadão que, embora ainda fossem necessários mais testes, existiam grandes chances de o vírus ser o causador dos casos de microcefalia documentados.

Como é o tratamento?

Ainda não há um medicamento específico para tratar a febre oropouche. Por isso, o tratamento é de suporte, ou seja, costumam ser administradas medicações para dor, náuseas e febre, além da indicação de hidratação e repouso.

Como prevenir?

– De acordo com o Ministério da Saúde, as formas de prevenção incluem:

– Evitar áreas onde há muitos mosquitos, se possível;

– Usar roupas que cubram a maior parte do corpo e aplicar repelente nas áreas expostas;

– Manter a casa limpa, removendo possíveis criadouros de mosquitos, como potes com água parada e folhas acumuladas;

– Se houver casos confirmados na sua região, é recomendado seguir as orientações da autoridade de saúde local para reduzir o risco de transmissão.

Fonte: O Liberal/Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/05/2025/08:27:54

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SUS usará membrana retirada no parto para tratar queimaduras; entenda

Foto: Reprodução | Técnica que usa membrana que envolve o feto foi incorporada ao SUS para tratar queimaduras com mais eficácia e menor custo

Os hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS) poderão passar a usar a membrana amniótica, uma fibra que envolve o feto e é expelida durante o parto, como um curativo biológico para acelerar a cicatrização, especialmente de pessoas que sofreram queimaduras graves.

A decisão foi tomada pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec) em 9 de maio. A partir de agora, essa camada interna da placenta poderá ser usada nos hospitais, desde que se respeite todas as regras envolvidas no uso, que são semelhantes às de um transplante de pele. É necessário ter autorização expressa do doador e testes para avaliar se a membrana está livre de doenças infecciosas e graves.

Produzida a partir do envoltório da placenta, a membrana amniótica é coletada após partos por cesariana, mediante autorização da gestante. O material passa por processamento em bancos de tecidos antes de ser usado como substituto da pele em feridas de queimadura.

Segundo o cirurgião plástico Eduardo Chem, diretor do Banco de Tecidos da Santa Casa de Porto Alegre e o principal defensor do uso da membrana na Conitec, a tecnologia vai reduzir diretamente o tempo de internação, os custos do sistema público e os riscos de infecção.

“O uso da membrana é uma alternativa mais eficiente e mais barata para estimular a cicatrização, além de diminuir sensivelmente os níveis de dor. É uma possibilidade de tornar todo o tratamento mais ágil e melhor”, afirma Chem.

Uso da membrana

A membrana amniótica já é utilizada nos Estados Unidos, na União Europeia e em diversos países da América do Sul. No Brasil, seu uso emergencial ocorreu pela primeira vez após a tragédia da Boate Kiss, em 2013, em Santa Maria (RS), quando vítimas foram tratadas com o material biológico no Rio Grande do Sul.

O cirurgião plástico destaca que, por vir de uma doação previamente monitorada no pré-natal, a membrana oferece segurança superior à pele de doadores desconhecidos. “Como existe em abundância, podemos usar não só em pessoas com queimaduras extensas, mas também em queimaduras menores de segundo grau e nas zonas doadoras do autoenxerto, que costumam doer bastante”, acrescenta o especialista.

Captação controlada e distribuição ampliada

A captação do tecido ocorre exclusivamente em partos por cesariana e depende de consentimento formal. Após o parto, o material é levado ao banco de tecidos, onde passa por descontaminação e controle de qualidade. “Na prática, os riscos de contaminação são menores”.

Criado em 2005, o Banco de Tecidos da Santa Casa é um dos quatro centros brasileiros especializados em armazenamento de pele humana. Ele atende cerca de 50 pacientes por ano com pele de doadores falecidos. Com a nova tecnologia, a expectativa é suprir parte da demanda nacional, que ultrapassa 1 milhão de casos de queimaduras anuais.

Aprovação após anos de análise técnica

A Conitec vinha analisando a proposta desde 2021, após autorização do uso pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). Ao entrar na fila dos procedimentos em análise, porém, a medida ficou anos em espera e sendo feita apenas de modo experimental. Agora, ela aguarda apenas a regulamentação do Sistema Nacional de Transplantes para ser implementada.

Fonte: Portal Metrópoles/Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 24/05/2025/08:19:22

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