Paraná quer que condenados pela Justiça paguem os custos de investigações da polícia

Foto: Ilustrativa | O projeto criando a chamada “taxa de atos de inquérito” foi encaminhado à Assembleia Legislativa do Estado.

O governo do Paraná quer aprovar uma lei obrigando pessoas com condenação penal na Justiça a pagarem o custo das investigações feitas pela Polícia Civil que resultaram na condenação. Um projeto criando a chamada “taxa de atos de inquérito” foi encaminhado à Assembleia Legislativa do Estado neste mês. A cobrança será aplicada a réus com sentença transitada em julgado – sem possibilidade de recurso – ou a investigados que firmarem acordo de não persecução penal. Para especialista em direito penal, a lei é inconstitucional por contrariar o princípio da gratuidade da segurança pública.

De acordo com o governador Ratinho Junior (PSD), a ideia é fazer com que o custo do trabalho investigativo recaia sobre quem o provocou e não sobre o conjunto da sociedade. “Tal medida visa imputar ao autor do delito a necessidade de recomposição dos recursos públicos despendidos de forma específica e individualizada para apuração da sua conduta”, diz, na justificativa do projeto.

Conforme o texto, os recursos arrecadados serão revertidos integralmente na modernização tecnológica, capacitação de servidores e melhoria das condições de trabalho da polícia. Atualmente, o Estado do Paraná tem 41,3 mil condenados cumprindo pena em suas 30 unidades prisionais.

A proposta prevê que a cobrança será feita após o encerramento do processo judicial, ou seja, apenas quando a decisão da Justiça se torna definitiva, incidindo sobre os serviços realizados no curso dos inquéritos policiais, como a lavratura de autos, realização de perícias e cumprimento de diligências.

Está prevista a cobrança por 37 tipos de serviços policiais que vão desde uma simples diligência até a elaboração de laudos periciais. O valor a ser recolhido seguirá uma tabela que faz parte do projeto e tem como base a Unidade Padrão Fiscal do Paraná. O montante maior, de 400% da UPF, recairá sobre a lavratura de prisão em flagrante. O preso, se condenado, pagará por apenas esse serviço policial R$ 574,84 pelos valores atuais. A UPF para
2025 é de R$ 143,71. Em média, os custos por serviço correspondem a 150% da UFP. Considerando a tramitação média de um inquérito policial criminal, o custo para o preso condenado chega a R$ 8,6 mil.

O delegado-geral da Polícia Civil do Paraná, Silvio Rockembach, considera a medida uma resposta séria na política de segurança pública. “Atuamos de maneira exaustiva em muitos inquéritos, que exigem recursos materiais, diárias, horas extras e dedicação extrema dos policiais e delegados. Com o projeto vamos garantir que aqueles condenados tenham que devolver os recursos ao Estado.

“A taxa não será cobrada dos beneficiários da justiça gratuita, nem aplicada a procedimentos que não resultam em condenação ou acordo penal, como nos casos em que os investigados não são processados ou são absolvidos pela Justiça. Também estão isentos os casos julgados pelo Juizado Especial Criminal, que julga e executa infrações e crimes de menor potencial ofensivo.

Será criada uma fonte vinculada de receita no Tesouro Estadual para uso exclusivo da Polícia Civil. Os recursos poderão ser usados em despesas de capital, como compra de equipamentos e modernização de infraestrutura, bem como para a formação continuada de policiais civis.

O projeto ainda vai passar pelas comissões, como a Comissão de Constituição e Justiça e Comissão de Orçamento. Ainda não há data para a votação da matéria. O governador tem maioria na casa de leis.

Para o advogado criminalista Rafael Paiva, professor de Direito Penal e Processo Penal, se aprovada, a lei estadual fatalmente será contestada no Supremo Tribunal Federal (STF) devido à sua inconstitucionalidade. “Em situações anteriores e parecidas, o STF declarou inconstitucionais leis estaduais que estipulavam taxas para custeamento da atividade policial, sob o fundamento de que esse tipo de serviço é geral e indivisível, ferindo o princípio da segurança pública gratuita”, disse.

Estado já criou taxa de policiamento

O governo do Paraná não informou se a cobrança da taxa se inspirou em medida adotada no exterior. Houve um precedente no próprio Estado: a Lei 10.326/1992 estabelece uma cobrança para os serviços específicos de segurança prestados pelos órgãos da Polícia Militar no Estado. Em 2006, a lei foi contestada por ação direta de inconstitucionalidade ajuizada pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil. Os recursos arrecadados são destinados ao Fundo de Modernização da Polícia Militar.

O julgamento no STF foi iniciado em março deste ano com voto do ministro Nunes Marques, relator da matéria, pela inconstitucionalidade da taxa, e foi interrompido por pedido de vista do ministro Alexandre de Moraes. Ao Supremo, o governo do Paraná disse que a cobrança é feita em casos muito específicos, quando a força é requisitada para dar segurança a transportes bancários, por exemplo.

No mês passado, Ratinho Júnior defendeu que cada Estado tenha sua própria legislação penal, diferenciando as regras de punição para os crimes, através de emenda constitucional.

Segundo ele, seria uma forma de dar resposta mais rápida aos crimes com punições mais severas. “Estados precisam ter autonomia para endurecer as penas. Punição mais dura para criminosos significa, no final do dia, tranquilidade para as famílias brasileiras viverem em liberdade”, disse, na ocasião.

Multa para quem fuma maconha em público

Na Câmara de Curitiba, tramita um projeto de lei que prevê a cobrança de multa de até R$ 1 mil para quem for flagrado usando maconha e outras drogas em espaços públicos da capital paranaense. O projeto, do vereador Tico Kuzma (PSD), foi aprovado pela Comissão de Educação, Turismo, Cultura, Esporte e Lazer. O plano é punir quem faz uso de drogas em parques, praças e imediações de escolas.

A multa inicial é de R$ 100, mas pode chegar a dez vezes mais caso o infrator descumpra a exigência de comparecer a reuniões de grupos de ajuda mútua ou a programas educativos sobre prevenção ao uso de drogas. O projeto será agora discutido pela Comissão de Serviço Público do Legislativo.

Fonte: Estadão Conteúdo/Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/06/2025/15:35:04

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Senado pode votar aumento do número de deputados nesta quarta-feira (18)

Foto: Reprodução | O projeto já foi aprovado na Casa no dia 6 de maio e, caso se torne lei, passará a valer a partir das eleições de 2026.

O Senado Federal pode votar na próxima quarta-feira, 18, o projeto que aumenta de 513 para 531 o número de parlamentares da Câmara dos Deputados. O projeto já foi aprovado na Casa no dia 6 de maio e, caso se torne lei, passará a valer a partir das eleições de 2026.O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), afirma que o aumento do número de deputados não deve aumentar os gastos públicos.

“Não terá aumento de despesa em lugar nenhum, vai usar do próprio orçamento da Câmara dos Deputados. É apenas o cumprimento de uma decisão do Supremo, uma decisão judicial, e a nossa opinião no Senado é que nós temos que deliberar até o dia 30 de junho”, afirmou.

Em maio deste ano, após a aprovação do projeto na Câmara, o Estadão divulgou um levantamento mostrando que o projeto abre margem para criação de 30 novas vagas de deputados estaduais, que podem custar mais de R$ 76 milhões por ano para os Estados – somado ao gasto extra de R$ 64,8 milhões já divulgado pela Câmara, o impacto total da proposta ultrapassa os R$ 140 milhões anuais.

O projeto é uma resposta da Câmara ao Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a revisão da distribuição do número de deputados, de acordo com a atual população de cada Estado pelo Censo de 2022.A discussão partiu de uma ação do governo do Pará, que argumenta que a distribuição dos 513 deputados federais foi estabelecida em 1993 e que, desde 2010, tem direito a mais quatro parlamentares. O STF, então, estabeleceu um prazo de até 30 de junho deste ano para que o Congresso dê uma solução à questão.

Segundo o parecer, a distribuição das vagas deverá ter como base os dados oficiais do censo demográfico realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com submissão dos dados ao Tribunal de Contas da União (TCU). Para cumprir a ordem do STF sem reduzir a representação de Estados que perderam população, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), propôs a criação de novas vagas.

O projeto aprovado pela Câmara cria 18 cadeiras, distribuídas por nove Estados: Santa Catarina (+4), Pará (+4), Amazonas (+2), Mato Grosso (+2), Rio Grande do Norte (+2), Ceará (+1), Goiás (+1), Minas Gerais (+1) e Paraná (+1). Todos esses Estados também terão aumento no número de deputados estaduais.

Isso ocorre porque a Constituição Federal estabelece que o número de deputados estaduais em cada Assembleia é calculado com base na bancada federal do Estado correspondente. Pela regra geral, cada deputado federal equivale a três estaduais.

Mas, se a bancada tiver mais de 12 representantes, a conta muda: a partir do 13.º, cada novo deputado federal acrescenta apenas um deputado estadual, e não mais três.

Com isso, Rio Grande do Norte, Amazonas e Mato Grosso ganharão seis deputados estaduais cada; Santa Catarina e Pará, quatro; e Minas Gerais, Paraná, Ceará, Goiás, um.

Fonte: Estadão Conteúdo/Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/06/2025/16:13:39

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Jovem de 21 anos é torturado até a morte após ser sequestrado por dívidas de bets

O jovem tinha dívidas de bets e jogos de pôquer (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

O jovem teria sido forçar a entrar em um carro após uma festa e torturado durante horas para pagar as dívidas.

Um jovem de 21 anos foi sequestrado, torturado e morto após acumular dívidas em bets e jogos de pôquer. O caso aconteceu na noite de sexta-feira (13) em Florianópolis, Santa Catarina. O corpo da vítima foi encontrado em Santo Amaro da Imperatriz, a 30 km da capital catarinense, com marcas de tortura e um tiro na cabeça.

A princípio, a vítima foi identificada como Arthur Seemann Grison, um jovem de 21 anos. No dia do crime, ele estava frequentando uma festa no centro da cidade e, ao sair, foi forçado a entrar em um carro por conhecidos.

Durante o sequestro, Arthur teria enviado mensagens a diversos amigos pedindo transferências via Pix para pagar a dívida das bets. Horas após as mensagens, o corpo do jovem foi encontrado.

Cinco homens foram presos e um adolescente foi apreendido pelo sequestro

Dois dias após o crime, na manhã de domingo (15), cinco homens foram presos suspeitos de sequestrar o jovem por conta das dívidas de bets. De acordo com o delegado Anselmo Cruz ao portal ND, três deles participaram ativamente do sequestro e mataram Arthur. Já os outros dois teriam auxiliado no movimento dos valores para as contas bancárias. Além disso, um adolescente foi apreendido, suspeito de receptar objetos pertencentes à vítima.

Conforme a apuração policial, Arthur tinha diversas dívidas de bets com os autores. Todos eles foram autuados pelos crimes de extorsão mediante sequestro e homicídio doloso.

Fonte: RIC MAIS/Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/06/2025/16:08:18

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Usuários em redes sociais reclamam de falha no Pix da Caixa

De acordo com os relatos, os valores não estão chegando às contas de destino, mas são debitados da conta de origem.

Usuários de redes sociais reclamam na tarde desta segunda-feira, 16, de falhas no Pix da Caixa Econômica Federal. De acordo com os relatos, os valores não estão chegando às contas de destino, mas são debitados da conta de origem.

Contas no X têm feito postagens em que afirmam que o problema acontece desde o domingo, 15. Clientes afirmam que os recursos não voltaram à conta mesmo após a falha na transferência. Outros dizem ainda que o Pix foi recusado.

O site Downdetector, que compila reclamações sobre serviços online, mostra um pico de reclamações sobre a Caixa entre o final da manhã desta segunda e o começo da tarde, com números bastante acima da média para o período. As principais reclamações são sobre o Pix.

Procurada, a Caixa ainda não se havia de manifestado sobre o problema até a publicação desta nota. O espaço está aberto para manifestação.

Fonte: Estadão Conteúdo/Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/06/2025/15:50:23

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Brasil doa 100 mil doses de vacina contra poliomielite para a Palestina

Foto: Reprodução | O Itamaraty disse também que o envio das doses não afeta os estoques do Sistema Único de Saúde (SUS).

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enviou à Palestina 100 mil doses de vacina contra a poliomielite. Segundo o Ministério das Relações Exteriores, a doação é ação humanitária do Planalto para auxiliar vítimas do conflito contra Israel.O Itamaraty disse também que o envio das doses não afeta os estoques do Sistema Único de Saúde (SUS) e ajuda a combater a falta de medicamentos contra a poliomielite no território palestino.

A doação das doses da vacina são uma parceria do Itamaraty com o Ministério da Saúde, a Receita Federal, a Embaixada do Brasil em Israel e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

Fonte: Estadão Conteúdo/Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/06/2025/15:44:06

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Polícia conclui que morte de professor em MG foi premeditada por ex-noivo vereador

À esquerda, o professor Jhonathan Silva Simões, assassinado em Formiga; suspeito do crime é o vereador de Araújos, Lucas Coelho (à direita), preso após se apresentar à delegacia (Reprodução / redes sociais)

Jhonathan Simões foi assassinado com seis tiros pelas costas em Formiga; suspeito segue preso e teve o mandato suspenso.

A Polícia Civil de Minas Gerais concluiu que o assassinato do professor Jhonathan Silva Simões, de 31 anos, no dia 29 de maio, foi resultado de um crime premeditado, motivado por vingança e marcado por extrema violência. O principal suspeito é o ex-noivo da vítima, o vereador Lucas Coelho (PSD), de 33 anos, do município de Araújos, que foi indiciado por homicídio qualificado e está preso desde o dia 5 de junho.

Jhonathan, conhecido como Jhony, foi executado com seis tiros pelas costas, na porta de casa, no bairro Sagrado Coração de Jesus, em Formiga, após voltar do trabalho. Imagens apontam que o autor dos disparos ficou cerca de 45 minutos esperando na rua, encapuzado e dentro de um carro preto, sem placas, alugado horas antes em Bom Despacho.

“A convicção da Polícia Civil hoje é que o ocorrido é um crime de homicídio doloso qualificado, qualificado pelo motivo torpe, qualificado pela dificuldade da defesa da vítima, já que o investigado procedeu através de tocaia”, afirmou o delegado Ricardo Augusto de Bessas, responsável pelo caso.

Vítima já havia pedido ajuda e relatado ameaças

Antes de ser morto, Jhony chegou a registrar boletins de ocorrência, denunciando ameaças, perseguições e agressões físicas. Ele também solicitou medida protetiva, mas o pedido foi negado, uma vez que, à época, a legislação brasileira ainda não previa proteção para casais homoafetivos. Após mudanças na lei, ele não chegou a solicitar novamente a medida, conforme o Ministério Público.

Segundo o delegado, o relacionamento entre os dois era instável e ficou ainda mais tenso após a vítima descobrir ter contraído HIV.

“A vítima se sentiu prejudicada, porque o investigado era soropositivo e não havia informado essa circunstância para a vítima quando iniciaram o relacionamento”, revelou Bessas.

O vereador se apresentou à polícia com um advogado e ficou em silêncio durante o interrogatório. No dia seguinte, a Câmara Municipal de Araújos publicou uma portaria suspendendo o mandato e o salário do parlamentar. O inquérito foi concluído e encaminhado ao Ministério Público, que agora deve formalizar a denúncia.

Fonte: O Liberal/Jornal Folha do Progresso  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/06/2025/15:35:04

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MEC paga até R$ 864 por dia a certificador do Enem e da PND

(Foto: Reprodução) – Inscrições vão até o dia 30 de junho

Os servidores públicos do Poder Executivo federal e os professores das redes públicas de ensino estaduais e municipais, efetivos e em exercício em 2025, podem se inscrever para compor a Rede Nacional de Certificadores (RNC) do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2025 e da Prova Nacional Docente (PND) até a próxima segunda-feira, 30 de junho.

Os interessados em ser um certificador dos procedimentos de aplicação do Enem e da PND 2025 podem se inscrever pelo Sistema RNC do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

É necessário ter formação mínima do ensino médio e não é permitida a inscrição de quem tem cônjuge, companheiro ou quaisquer parentes de até terceiro grau inscritos no Enem ou na PND 2025, também chamada de Enem dos Professores. Caso já tenha cadastro no sistema, o candidato a certificador deve conferir se os dados estão atualizados.
O que faz

O certificador voluntário é o profissional responsável por garantir a segurança, a lisura e a conformidade dos processos de aplicação do exame. Ele atua como um fiscal externo representando o Inep em cada um dos locais de prova.

Entre as atividades realizadas por um certificador estão o recebimento e abertura dos malotes de prova; identificação dos participantes; o controle dos horários de início e encerramento das provas.

O Enem 2024 foi aplicado em 1.753 municípios, com 140 mil salas de prova, em cerca de dez mil locais de prova. O Inep informa que a logística envolveu dez mil coordenações de aplicação e mais de 500 mil colaboradores neste processo.
Remuneração

Os profissionais selecionados pelo Inep poderão atuar na primeira da Prova Nacional Docente (PND), agendada para 26 de outubro, e nos dois dias de provas do Enem 2025 (9 e 16 de novembro). A remuneração diária é R$ 510. Em casos de atuação em municípios com número insuficiente de certificadores, com deslocamento superior a 150 quilômetros do município de origem, a diária passa a ser de R$ 864.

Nas cidades paraenses (Belém, Ananindeua e Marituba), o Enem será aplicado em 30 de novembro e 7 de dezembro, devido à realização na capital do Pará da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), no período de 10 a 21 de novembro.

Conforme o edital, o certificador participante poderá atuar em um ou mais dias de aplicação das provas dos dois exames (Enem e PND 2025).
Curso de capacitação

A divulgação dos inscritos confirmados e convocados para o curso de capacitação será feita em 14 de julho. Nesta data, a lista dos inscritos convocados para realizar o curso de capacitação e as demais etapas do processo seletivo poderão ser consultadas na Página de Acompanhamento dos certificadores, o Sistema RNC.

Os interessados com inscrição confirmada poderão realizar o curso de capacitação, na modalidade a distância, promovido pelo Inep, conforme o número de vagas disponíveis.

Para ser aprovado com certificador, a pessoa inscrita deve obter rendimento mínimo de 70% no curso de capacitação. A data do início da capacitação ainda será divulgada na Página de Acompanhamento.
Convocação

O Inep pode convocar para o curso de capacitação pela plataforma virtual até três vezes a quantidade estimada da demanda para cada município, usando como critério a ordem de inscrição confirmada.

Caso a quantidade de certificadores aptos a receber a demanda excepcional exceda o quantitativo necessário para preenchimento de determinado município de aplicação, a seleção do certificador ocorrerá obedecendo aos seguintes critérios de prioridade:

atuação como certificador na edição do ano anterior do Enem;
maior rendimento no curso de capacitação;
em caso de empate nos critérios definidos, a demanda será gerada por sorteio realizado no sistema da RNC.

Confira o cronograma da seleção:

inscrições no Sistema RNC: 5 a 30 de junho;
divulgação dos inscritos confirmados e convocados para capacitação: 14 de julho;
período para recursos das inscrições não confirmadas: 15 a 22 de julho;
resultados dos recursos: 11 de agosto.

 

Fonte: Vinícius Soares – Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/06/2025/16:34:29

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Ex-prefeito paraense está entre políticos que conseguiram sair de Israel

(Foto: Reprodução) – Ao todo, doze gestores públicos que estavam em missão oficial no país conseguiram sair da região de conflito após o fechamento do espaço aéreo, ocorrido em razão do ataque israelense a alvos iranianos na última sexta-feira (13)

O ex-prefeito de Santarém e atual secretário regional de Governo do Baixo Amazonas, Nélio Aguiar, conseguiu deixar Israel na manhã desta segunda-feira (16), cruzando a fronteira com a Jordânia junto a uma comitiva de autoridades brasileiras. A informação foi confirmada pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), da qual Nélio Aguiar é tesoureiro.

Ao todo, doze gestores públicos que estavam em missão oficial no país conseguiram sair da região de conflito após o fechamento do espaço aéreo, ocorrido em razão do ataque israelense a alvos iranianos na última sexta-feira (13).

Além de Nélio Aguiar, integram o grupo:

– Álvaro Damião (prefeito de Belo Horizonte-MG)
– Márcio Lobato (secretário municipal de Segurança Pública de Belo Horizonte-MG)
– Davi de Matos (chefe executivo do Civitas-RJ)
– Welberth Porto (prefeito de Macaé-RJ)
– Claudia da Silva (vice-prefeita de Goiânia-GO)
– Cícero de Lucena (prefeito de João Pessoa-PB)
– Janete Aparecida (vice-prefeita de Divinópolis-MG)
– Gilson Chagas (secretário de Segurança Pública de Niterói-RJ)
– Johnny Maycon (prefeito de Nova Friburgo-RJ)
– Francisco Vagner (secretário de Planejamento de Natal-RN)
– Flávio Guimarães (vereador do Rio de Janeiro-RJ)

Segundo a CNM, o grupo cruzou a fronteira por via terrestre em um ônibus e está em deslocamento para outro ponto, onde deve embarcar em voo de retorno ao Brasil. A entidade não havia divulgado previamente detalhes do trajeto por questões de segurança.

 

 

Fonte: Vinícius Soares – Portal Vinícius Soares e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/06/2025/16:31:38

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Aposentados já podem consultar respostas das entidades nos Correios

(Foto: Reprodução) – Alternativa vale para os que já contestaram os descontos

A partir desta segunda-feira (16), os aposentados e pensionistas que questionaram a cobrança de mensalidades associativas em seus benefícios previdenciários já podem verificar, presencialmente, nas agências dos Correios, as respostas das associações e sindicatos que receberam os valores descontados com autorização do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

O atendimento presencial é uma alternativa para os beneficiários do Regime Geral da Previdência Social que já contestaram os descontos e que não conseguirem ou quiserem utilizar o aplicativo Meu INSS – no qual as respostas das entidades acusadas de promoverem descontos não autorizados começaram a ser disponibilizados no último dia 9.

Nas agências dos Correios, além acompanhar o resultado das contestações já apresentadas, é possível consultar se houve algum desconto em seus benefícios; contestar descontos não autorizados; analisar documentos enviados por associações e/ou receber protocolo de atendimento com orientações para continuar acompanhando pelo 135 ou pelo aplicativo Meu INSS.

As justificativas das associações e sindicatos estão sendo liberadas aos poucos, já que elas têm 15 dias úteis para responder a cada uma das contestações repassadas pelo INSS.

Se a entidade não entregar ao instituto documentos que comprovem que o aposentado ou pensionista se filiou e autorizou o desconto da mensalidade associativa de seu benefício previdenciário, o INSS vai iniciar um processo de cobrança para que a entidade devolva os valores descontados ilegalmente à pessoa prejudicada. Nestes casos, o reclamante não precisa fazer nada além de acompanhar o andamento de seu pedido de esclarecimento/ressarcimento pelo aplicativo Meu INSS ou pela Central 135.

Já se a associação ou sindicato responder ao INSS dentro do prazo de 15 dias, alegando ter os documentos necessários ou ter efetuado a cobrança com base em decisão judicial, o aposentado ou pensionista interessado precisa se manifestar em, no máximo, 30 dias a partir da data de recebimento da resposta, informando ao instituto se concorda ou não com as alegações da entidade.

Neste caso, o aposentado ou pensionista pode se manifestar por meio do aplicativo Meu INSS ou pessoalmente, em uma das agências dos Correios. A lista de agências habilitadas está disponível no site dos Correios e no site do INSS. Também é possível constatar a relação pelo número 135.

Importante destacar que para conhecer o inteiro teor das respostas das entidades, o aposentado ou pensionista precisa acessar o Meu INSS ou ir pessoalmente a uma unidade habilitada dos Correios, já que, por telefone, não é possível visualizar a documentação apresentada pelas partes.

 

 

Fonte: Ingrid Sales – Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/06/2025/15:22:33

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Travesti é brutalmente agredida por ex-companheiro dentro de penitenciária

(Foto: Reprodução) – Travesti é brutalmente agredida por ex-companheiro dentro de penitenciária

Uma travesti de 28 anos está internada em estado grave após sofrer uma violenta agressão dentro da Penitenciária Professor Soares Albergaria, localizada em São Joaquim de Bicas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O ataque ocorreu na quarta-feira (11), após o término do relacionamento amoroso com um detento de 38 anos que, inconformado com o rompimento, espancou a vítima e jogou água fervente sobre ela, o caso foi publicado pelo G5News.

A vítima foi encaminhada ao Hospital Pronto-Socorro João XXIII, na região Centro-Sul da capital mineira, onde permanece internada com queimaduras graves na cabeça, peito e braços.

De acordo com o Boletim de Ocorrência, a travesti cumpre pena no pavilhão 4 da penitenciária e mantinha um relacionamento com o agressor, também preso no mesmo local. O término do namoro ocorreu na terça-feira (10), quando a vítima decidiu colocar fim ao relacionamento. No dia seguinte, o ex-companheiro teria arquitetado e executado o ataque.

Segundo testemunhas, o agressor esperou que a vítima estivesse no banheiro para colocar seu plano em prática. Ele ferveu água e a arremessou contra a ex-companheira, provocando queimaduras severas. Em seguida, ainda teria desferido diversos socos e puxões de cabelo.

A brutalidade do ataque causou indignação entre os outros detentos. Três colegas de cela da vítima reagiram e agrediram o responsável pelo crime, deixando-o inconsciente.

As autoridades penitenciárias ainda não divulgaram informações sobre providências tomadas em relação aos envolvidos. O caso segue sob investigação.

 

Fonte: João Paulo Bastos e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/06/2025/15:04:53

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