Reconstituição de crânio em 3D feita por designer de MT pode baratear diagnóstico de microcefalia

Metodologia de tripla medição, que combina três parâmetros: circunferência craniana, arco sagital e arco coronal. — Foto: Reprodução

A metodologia permite calcular com mais certeza o volume endocraniano, que é um dado essencial para o diagnóstico de microcefalia em adultos.

O designer gráfico Cícero Moraes, de Sinop, no norte do estado, está liderando a primeira reconstrução facial forense de um indivíduo com microcefalia, baseada no crânio Darcy, peça centenária do Museu de História da Medicina do Rio Grande do Sul (MUHM). Além do designer, especialistas da Malásia, República Tcheca, Austrália e Polônia estão atuando no projeto.

Cícero contou que se interessou pelo tema em 2013, mas que o projeto foi colocado em prática em abril de 2025. Ele foi concluído em maio e, agora, falta apenas a publicação do artigo científico.

Segundo ele, essa é a primeira reconstituição facial de um crânio com microcefalia no mundo e pode baratear o processo de identificação da doença.

Ao g1, o designer explicou que foi desenvolvida uma metodologia que combina três parâmetros: circunferência craniana, arco sagital e arco coronal. Isso permite calcular com mais certeza o volume endocraniano, que é um dado essencial para o diagnóstico de microcefalia em adultos.

“Isso pode ajudar muito a área da saúde, na triagem de potenciais casos para que exames mais rebuscados e caros possam ser efetuados com maior nível de certeza. Isso ajudará o estado gastar menos e não expor pessoas a exames invasivos e desnecessários”, ressaltou.

Atualmente, segundo o designer, o processo de reconstituição pode ser feito de duas formas, são elas:

🖥️Tomografia computadorizada, que é considerado um procedimento caro e que expõe a pessoa à radiação;
💀Medida da circunferência da cabeça, que embora seja simples de ser feito, pode gerar resultados incompatíveis com o quadro real.

Cícero contou que o para o processo de reconstrução foi preciso digitalizar o crânio em uma impressora 3D e utilizar dados estatísticos de reconstruções anatômicas. De acordo com ele, foram usados dados de espessura de tecido, deformação anatômica e projeções baseadas em medidas de tomografias computadorizadas.

“Cruzando todos esses dados foi possível gerar o busto básico e posteriormente a versão final, colorida e com cabelos”, explicou.

O designer explicou que foi desenvolvido uma metodologia de tripla medição, que combina três parâmetros: circunferência craniana, arco sagital e arco coronal. — Foto: Reprodução
O designer explicou que foi desenvolvido uma metodologia de tripla medição, que combina três parâmetros: circunferência craniana, arco sagital e arco coronal. — Foto: Reprodução

Segundo o museu, o crânio que baseou a reconstrução, foi doado à instituição nos anos 2000, e pertenceu a um homem de origem suíça, que faleceu na meia-idade entre o final do século XIX e início do século XX.

A circunferência do crânio dele levantou a hipótese de microcefalia, condição que compromete o desenvolvimento cerebral.

Cícero Moraes é especialista em reconstrução facial 3D — Foto: Cícero Moraes/Arquivo pessoal
Cícero Moraes é especialista em reconstrução facial 3D — Foto: Cícero Moraes/Arquivo pessoal

🧠Gênio

Há dois anos, Cícero se tornou membro do “clube internacional de gênios”. A Mensa International – associação de superdotados, sem fins lucrativos – é a maior sociedade de alto QI do mundo e reúne pessoas com altas habilidades ou superdotação (AH/SD), com inteligência nos 2% do topo de qualquer teste de inteligência padrão aprovado.

Na época, ele fez um estudo por conta própria, acompanhamento com psicólogo e avaliação de uma neuropsicóloga, e recebeu o laudo final de que era uma pessoa com altas habilidades ou superdotação (AH/SD).

Após o diagnóstico, Cícero reuniu a documentação e a enviou ao Mensa, que fez a análise e, frente aos resultados obtidos, o aceitou no clube.

Trajetória

Cícero é especialista em computação gráfica e já produziu trabalhos de grande relevância, como a reconstrução do casco de um jabuti que perdeu a proteção durante um incêndio em 2015, sendo a primeira feita em impressora 3D no mundo. O trabalho o levou ao ‘Guinness Book 2022’ – o Livro dos Recordes.

Recentemente, um estudo arqueológico iniciado há 25 anos, somado ao minucioso trabalho de animação gráfica dele, revelou o rosto de Zuzu, uma das primeiras pessoas a ter habitado o Brasil.

O designer contou que começou a estudar sobre computação gráfica 3D por volta de 1990. Inicialmente, trabalhando com maquetes eletrônicas.

“Portei para o mundo digital o conhecimento analógico que adquiri com 12 anos, quando era desenhista auxiliar de alguns escritórios de arquitetura. Como eu já ganhava o meu dinheirinho desde aquela época, me pareceu uma boa ideia começar a fazer o trabalho nos computadores”, explicou.

Em 2011, ele disse ter reagido a um assalto e levou um tiro de raspão na cabeça. O episódio o levou a uma crise de ansiedade e o medo o deixou “isolado” em casa.

“Como me via desgostoso de quase tudo o que me rodeava, busquei aprender sobre um campo que me havia chamado a atenção, também na década de 90, quando assisti a um programa em que apresentaram a técnica de reconstrução facial forense, onde, a partir de um crânio, reconstruíam o que seria a face do indivíduo em vida”, relembrou.

Em pouco tempo de estudo, segundo Cícero, ele superou a ansiedade acerca do assalto e fechou parcerias com pesquisadores internacionais, apresentando o trabalho em vários países.

“Um dos desdobramentos desse projeto foi o interesse por parte de médicos e cirurgiões dentistas sobre a abordagem 3D digital sobre a face, que se desdobraram em parcerias de desenvolvimento de tecnologia culminando em soluções para o planejamento cirúrgico humano, que hoje é meu ganha pão, e a confecção de próteses animais e humanas”, contou.

 

Fonte: g1 MT e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/06/2025/14:31:51

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PM suspeito de pistolagem responde por racismo e ameaça: “Eu te mato”

(Foto: Reprodução) – Cabo Felício Pereira Alonso Soler foi preso recentemente sob a suspeita de integrar um grupo de

Preso sob a suspeita de ser assassino de aluguel do crime organizado, o cabo da Polícia Militar paulista Felício Pereira Alonso Soler, de 46 anos, responde também a um processo de racismo, ameaça e lesão corporal — originado em um boletim de ocorrência, registrado em novembro de 2022.

No documento, feito pelo plantão da Delegacia Seccional de São José do Rio Preto, interior paulista, Erculis Batista de Souza, de 41 anos, afirmou que o PM o ameaçou de morte, além de o chamar de “macaco”, na tarde de 20 de novembro de 2022.

Em seu relato, obtido pelo Metrópoles, a vítima afirmou que conversava com a filha na rua, em um bairro rural, quando “repentinamente” um Volkswagen Gol, azul, parou no local.
6 imagens
Grupo de matadores era contratado por agiotas, segundo investigação
Assassino de aluguel caminha até carro, após executar alvo
PMs são acusados de compor grupo de extermínio no interior paulista

Do veículo desembarcou o cabo Soler que, de acordo com Erculis, empunhava um facão e um revólver calibre 38, cada qual em uma de suas mãos.

A vítima afirmou que foi atingida por um golpe de facão, nas costas, supostamente dado pelo PM — causando uma lesão leve. Na sequência, Soler teria apontado a arma de fogo contra o rosto da vítima.

A filha de Erculis, na ocasião com 16 anos, entrou na frente do pai, para impedir que ele eventualmente fosse baleado, ainda segundo o relato do pai dela à Polícia Civil.

O homem solicitou para que testemunhas acionassem a polícia, momento no qual Soler teria dito: “não vai dar nada, eu sou da polícia”. As ameaças e a suposta agressão chamaram a atenção, atraindo curiosos ao local, fazendo com que o PM saísse dali.

Antes de fugir, segundo Erculis, Soler teria ainda sentenciado: “Eu te mato, preto macaco, ainda essa noite”. A ameaça não se concretizou.

Filha da vítima

A filha de Erculis, atualmente com 18 anos, afirmou em depoimento que o pai estava agressivo, gritando com ela e a xingando no dia em que Soler supostamente agrediu, ameaçou e injuriou o pai da jovem.

Ela acrescentou “não se recordar” se o PM estava armado com um facão e um revólver, como afirmado por Erculis, alegando “estar em pânico com toda a gritaria”. A jovem acrescentou ainda desconhecer, na ocasião, que Soler era PM.

O processo segue em andamento, no Tribunal de Justiça de São Paulo, cuja última movimentação ocorreu na quinta-feira (26/6).

A defesa de Soler não havia sido localizada até a publicação desta reportagem. À Justiça, seus advogados alegaram que o PM é inocente dos crimes a ele atribuídos por Erculis.

Grupo de extermínio

Como mostrado pelo Metrópoles, o cabo Felício Pereira Alonso Soler foi detido, no último dia 17, suspeito de assassinar Jefferson Caetano Barbosa, em março de 2023, crime que abriu uma série de seis homicídios na região de São José do Rio Preto — ocorridos até dezembro daquele ano — atribuídos a um grupo de assassinos de aluguel composto por PMs.

Em 29 de abril do ano passado a Corregedoria da Polícia Militar recebeu uma denúncia na qual policiais militares da região, subordinada ao 17º Batalhão do Interior (17º BPM/I), seriam membros de uma organização criminosa envolvida com agiotagem e homicídios decorrentes do empréstimo ilegal de valores.

Na ocasião, testemunhas protegidas indicaram como integrantes da organização criminosa os sargentos Saint Clair Soares, Rafael Soares e Alan Victor Soares. Eles foram presos, em maio deste ano, em cumprimento a mandados expedidos pela Justiça Militar.

O soldado Luís Guilherme Silva Pavani, do 17º BPM/I e mais um policial, cujo nome não foi confirmado pelo Metrópoles, também são alvo da investigação do órgão fiscalizador da corporação. Ambos estavam em liberdade até a publicação desta reportagem.

SSP e PM

Em nota a Secretaria da Segurança Pública (SSP) afirmou que a PM, por meio de um Inquérito Policial Militar (IPM), apura “possíveis irregularidades” atribuídas aos policiais de São José do Rio Preto.

A corporação, disse, não compactua com excessos ou desvios de conduta por parte de seus agentes.

A pasta acrescentou que, com o avanço das investigações, representou junto à Justiça Militar adoção de medidas cautelares, deferidas em 21 de maio.

Foram cumpridos quatro mandados de prisão preventiva, além de 18 de busca e apreensão na ocasião.

 

Fonte: Google News – Metrópoles e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/06/2025/14:24:40

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AGU apresenta defesa de Janja em ação que questiona gastos em viagens

Foto:Reprodução | A AGU informou que a Justiça negou a liminar por falta de indícios de prejuízo aos cofres públicos ou ilegalidade.

A Advocacia-Geral da União (AGU) apresentou, na sexta-feira (27), à Justiça Federal de Brasília um pedido de arquivamento de uma ação que busca impedir o uso de dinheiro público e de aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) em agendas internacionais da primeira-dama, Rosângela Lula da Silva, a Janja.

A ação foi movida pelo advogado Jeffrey Chiquini e pelo vereador de Curitiba, Guilherme Kilter (Novo-PR), de 21 anos. Eles alegam que as viagens da primeira-dama ferem os princípios constitucionais da legalidade, moralidade, impessoalidade e eficiência administrativa, por se tratar de uma pessoa “sem vínculo com o serviço público”.

Kitler e Chiquini sustentam que “as viagens da primeira-dama geraram gastos com passagens internacionais, hospedagens, diárias em dólar, deslocamento por aeronaves da FAB e estrutura de apoio logístico, tudo isso sem respaldo legal específico”. Os deslocamentos foram autorizados por decretos presidenciais.

A ação, protocolada em maio, questiona viagens a Nova York (março de 2024), Roma (fevereiro e abril de 2025), Paris (março de 2025) e Moscou e São Petersburgo (maio de 2025). Segundo Janja, todas foram compromissos oficiais e representações do Brasil.

Além de tentar proibir o custeio público das viagens, os autores pedem a devolução dos valores gastos. A AGU informou que o pedido de liminar foi negado pela Justiça, que não identificou evidências de prejuízo aos cofres públicos ou ilegalidade nas ações.

Na decisão citada pela AGU, o juiz afirmou que não há “elementos suficientes para comprovar a ilegalidade dos atos administrativos questionados”.

A advogada da União Camila Virgínia Rocha Pachêco, que assina a defesa, classificou a ação como tentativa de “ativismo judicial”. Para ela, os autores tentam usar o Judiciário para interferir na condução política do Executivo.

“Embora sob a roupagem jurídica, essa empreitada acaba por exigir uma postura do Poder Judiciário com nítido viés antidemocrático, beirando ao ativismo”, afirmou.
Defesa pede arquivamento

A AGU e Janja solicitam o arquivamento da ação sem análise do mérito. Alegam que os autores não demonstram interesse jurídico legítimo, que a Ação Popular não é o instrumento adequado para tratar do tema e que a petição inicial é genérica e mal formulada.

Caso o processo siga, a defesa pede que os pedidos sejam rejeitados e que a legalidade das viagens seja reconhecida. A AGU também solicita que, se a ação for considerada movida com má-fé ou finalidade tumultuária, os autores sejam multados. Por fim, pede que União e Janja possam apresentar novas provas, caso necessário.

Outros questionamentos

Janja já foi alvo de ações e críticas de parlamentares da oposição. Em abril, a deputada Rosângela Moro (União-SP) apresentou um projeto de lei para impedir a “institucionalização” da figura da primeira-dama como agente público simbólico. O projeto foi apresentado após a AGU publicar uma orientação normativa sobre transparência na agenda e nos gastos da primeira-dama.

 

Fonte: Estadão Conteúdo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/06/2025/12:08:41

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Polícia investiga crimes de estupro e tortura em nove estados

Foto:Reprodução | Policiais civis fazem, nesta segunda-feira (30), operação contra um grupo criminoso acusado de estupros e tortura de mulheres, além da divulgação das imagens pela internet.

Os mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos no Rio de Janeiro e em outras oito unidades da Federação: Distrito Federal, São Paulo, Amazonas, Bahia, Goiás, Minas Gerais, Piauí e Santa Catarina.

Até as 6h45, quatro pessoas tinham sido presas pela polícia. A Operação Abraccio começou a partir de uma investigação da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam), de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, depois que uma mãe procurou a unidade para relatar que imagens íntimas de sua filha estavam sendo divulgadas.

A investigação constatou a existência de um grupo criminoso que se organizava por meio da rede social Discord e que fez dezenas de vítimas, das quais seis foram identificadas. Os atos violentos eram transmitidos online ou gravados, para serem divulgados posteriormente.

Entre as violências cometidas pelo grupo estava forçar vítimas a se mutilar com navalhas, fazendo-as escrever nomes dos criminosos na própria pele. Também são investigados crimes de misoginia e racismo.

No mês passado, uma das pessoas suspeitas de integrar o grupo foi presa. A partir da perícia de 80 mil imagens, áudios e vídeos encontrados em dispositivos eletrônicos, os policiais conseguiram chegar aos demais envolvidos.

Fonte: Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/06/2025/07:00:31

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Receita paga nesta segunda maior lote de restituição do IR da história

Foto:Reprodução | Cerca de 6,5 milhões de contribuintes que entregaram a Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física de 2025 nas primeiras semanas do prazo acertarão as contas com o Leão. Nesta segunda-feira (30), a Receita Federal libera o segundo dos cinco lotes de restituição deste ano, o maior da história em número de contribuintes e em valor. O lote também contempla restituições residuais de anos anteriores.

Ao todo, 6.545.322 contribuintes receberão R$ 11 bilhões. Todo o valor, informou o Fisco, irá para contribuintes com prioridade no reembolso.

As restituições estão distribuídas da seguinte forma:

4.764.634 contribuintes que usaram a declaração pré-preenchida e/ou optaram simultaneamente por receber a restituição via Pix;
1.044.585 contribuintes de 60 a 79 anos;
496.650 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério;
148.090 contribuintes acima de 80 anos;
91.363 contribuintes com deficiência física ou mental ou doença grave.

Embora não tenham prioridade por lei, os contribuintes que usaram dois procedimentos em conjunto, pré-preenchida e Pix, passaram a ter prioridade no recebimento da restituição neste ano. Neste lote, não haverá pagamento a contribuintes sem prioridade.

Liberada no último dia 23  a consulta pode ser feita na página da Receita Federal na internet. Basta o contribuinte clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no botão “Consultar a Restituição”. Também é possível fazer a consulta no aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones.

O pagamento será feito na conta ou na chave Pix do tipo CPF informada na declaração do Imposto de Renda. Caso o contribuinte não esteja na lista, deverá entrar no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) e tirar o extrato da declaração. Se verificar uma pendência, pode enviar uma declaração retificadora e esperar os próximos lotes da malha fina.

Se, por algum motivo, a restituição não for depositada na conta informada na declaração, como no caso de conta desativada, os valores ficarão disponíveis para resgate por até um ano no Banco do Brasil. Nesse caso, o cidadão poderá agendar o crédito em qualquer conta bancária em seu nome, por meio do Portal BB ou ligando para a Central de Relacionamento do banco, nos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).

Caso o contribuinte não resgate o valor de sua restituição depois de um ano, deverá requerer o valor no Portal e-CAC. Ao entrar na página, o cidadão deve acessando o menu “Declarações e Demonstrativos”, clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no campo “Solicitar restituição não resgatada na rede bancária”.

Fonte:  Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/06/2025/07:00:31

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Escândalo no quartel: investigação revela que morte de soldado divulgada como suicídio foi forjada para acobertar homicídio

Escândalo no quartel: investigação revela que morte de soldado foi forjada — Foto: Reprodução/TV Globo

Testemunhas revelam que foram coagidas por coronel do Exército para acobertar assassinato em alojamento.

Chegou ao fim a investigação da morte de um soldado, atingido por um tiro na cabeça, dentro do alojamento do quartel, no Rio de Janeiro. O Ministério Público Militar concluiu que Wenderson Nunes Otávio não cometeu suicídio. Testemunhas declararam que receberam ordens para ficar em silêncio. Veja a reportagem completa no vídeo acima.

O caso

Desde 15 de janeiro, Adilson e Cristiana esperavam por resposta e Justiça. Wenderson, conhecido no Exército como soldado Otávio, foi encontrado morto com um tiro na cabeça dentro de um alojamento militar no Rio de Janeiro. Inicialmente, o Exército comunicou à família que se tratava de suicídio. No entanto, uma investigação do Ministério Público Militar revelou uma versão diferente.

Segundo a denúncia, o disparo foi feito por Jonas Gomes Figueira, ex-soldado do 26º Batalhão de Infantaria Paraquedista. O terceiro sargento Alessandro dos Reis Monteiro também foi indiciado por não fiscalizar a entrada da arma no alojamento, o que é proibido pelas normas militares.

“O Figueira era amigo do meu filho. Ele vivia dentro da minha casa. Ele me chamava de tia e eu tinha uma consideração muito grande por ele. Eu senti para mim que tinha sido um acidente. Eu sei que foi um acidente, só que eu gostaria que ele me falasse. Eu acho que ele queria falar. Mas ele foi proibido”, relata Cristiana.

“É difícil. Acidente acontece, mas mentir, não”, diz Adilson.

Depoimentos

De acordo com os depoimentos colhidos, Figueira costumava brincar com armas dentro do alojamento e que já chegou a apontar e encostar a arma na cabeça de um colega. Segundo a investigação, no dia da tragédia, ele teria apontado uma pistola 9mm para Wenderson, acreditando que a arma estava descarregada, e efetuado o disparo enquanto o colega calçava o coturno.

Militares relataram ao Fantástico que o comandante do batalhão, Douglas Santos Leite, reuniu os militares logo após o ocorrido e determinou que a versão oficial seria de suicídio. Também teria proibido qualquer contato com a família da vítima.

“Mesmo assim, a gente falou. Porque estava errado”, disse um dos soldados ouvidos pelo Fantástico.

Mensagens obtidas pelo Ministério Público mostram que superiores tentaram identificar os militares que prestaram depoimento e reforçaram a ordem de silêncio.

Para os pais de Wenderson, a dor permanece, mas há um sentimento de alívio.

“Muito aliviado em saber que a Justiça está sendo feita e que os culpados sejam penalizados e responsabilizados pelo crime que eles fizeram com o meu filho”, disse Adriano.

“Claro que a dor não vai passar, mas estou aliviada em saber que a Justiça está sendo feita”, completa Cristina.

A defesa de Jonas Figueira se manifestou por nota e diz que recebe com tranquilidade a denúncia oferecida pelo Ministério Público Militar por suposta autoria atribuída a ele no crime de homicídio qualificado e que entende que não há justa causa para a presente ação ou para uma futura condenação de Jonas pelos crimes que lhe são imputados. E que Jonas afirma ser inocente, o que ficará provado ao fim do processo.

O Fantástico conversou com o comandante Douglas e ele disse que iria se manifestar por meio da assessoria do Exército.

Em nota, o Centro de Comunicação Social do Exército disse que, desde o momento do ocorrido, todas as ações realizadas pelo Comando do 26º Batalhão de Infantaria Paraquedista foram pautadas pelo estrito cumprimento das normas e em rigorosa observância das atribuições relativas ao cargo do comandante.

Tudo visando a garantir a lisura do processo e minimizar a disseminação de informações inverídicas.

A nota também diz que, em nenhum momento, o Comando da Organização Militar afirmou, perante familiares ou militares do batalhão, qualquer conclusão sobre a dinâmica dos fatos. E finaliza afirmando que todas as providências adotadas seguiram rigorosamente os preceitos legais, com total comprometimento com a verdade, a integridade, a ética, a justiça e o respeito ao militar falecido e sua família.

Fonte: Fantástico e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/06/2025/07:00:31

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Suspeito de matar esposa adolescente e suposto amante é preso em MT

Homem é suspeito de matar a facadas adolescente e jovem de 25 anos em MT — Foto: Reprodução

Crime ocorreu na última quinta-feira (26) e teria sido motivado por ciúmes, após o suspeito supostamente flagrar a menor com um amante.

Um homem identificado como Millykovik de Almeida, de 25 anos, suspeito de assassinar a esposa Maryelly Ferreira Campos, de 16 anos, e Wallisson Rodrigo Scapin Gasques, de 25 anos, foi preso neste sábado (28), em São José dos Quatro Marcos, a 343 km de Cuiabá.

O crime ocorreu na última quinta-feira (26), na casa de um amigo dos envolvidos, e teria sido motivado por ciúmes, após o suspeito supostamente flagrar a menor com um amante.

Segundo a Polícia Civil, as vítimas foram encontradas sem vida em uma cama de casal, com múltiplas perfurações causadas, a princípio, por arma branca. Após o crime, Millykovik acordou o dono da casa e confessou o crime. Em seguida, o morador acionou a Polícia Militar.

Ainda conforme a polícia, o relacionamento entre Maryelly e Millykovik tinha um histórico de violência, que não haviam sido oficialmente denunciadas. As investigações apontam que o suspeito já sabia, há algum tempo, que a esposa mantinha um relacionamento com Wallisson.

Millykovik passou por audiência de custódia e teve a prisão em flagrante convertida para preventiva. O g1 tenta localizar a defesa do suspeito.

O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil.

Fonte:  g1 MT e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/06/2025/07:00:31

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A caçada ao adolescente de 17 anos que invadia condomínios de luxo e conseguiu furtar R$ 30 milhões

Foto: Reprodução/TV Globo | O adolescente começou a cometer crimes aos 13 anos e, segundo a Polícia Civil de SP, participou de mais de 40 invasões só nos últimos meses. Ele foi apreendido em junho.

Um adolescente de 17 anos foi apreendido em junho após invadir ao menos 40 condomínios de luxo, segundo a Polícia Civil de São Paulo. Ele usava roupas de marca, fones de ouvido e tinha uma postura tranquila para se passar por morador dos locais.

Em alguns casos, disfarçava-se com perucas ou símbolos religiosos. O prejuízo estimado dos furtos passa de R$ 30 milhões.

Como ele agia

As câmeras de segurança mostram que o jovem entrava nos prédios com naturalidade, muitas vezes sem levantar suspeitas. Ele se aproximava dos portões com postura confiante e se aproveitava de momentos de distração para se infiltrar nos edifícios.

Em várias ocasiões, esperava um morador abrir o portão e entrava em seguida, fingindo ser um vizinho. Também usava fones de ouvido, roupas de grife e mochilas caras para reforçar a imagem de um jovem de classe alta.

“Boa aparência, bem desinibido, com fones de ouvido, aparentemente inofensivo. Já vem até o jeito de andar. Ele agia como se fosse um garoto rico”, afirmou o delegado Fábio Sanchez Sandrin.

Em alguns casos, ele acenava para a portaria como se fosse conhecido dos funcionários. Quando era abordado, inventava histórias, dizia ser neto de algum morador e até ameaçava os porteiros.

“Ele falava: ‘Vou mandar meu pai te mandar embora, você não me conhece?’. Ele tem boa lábia, acaba sendo persistente e incisivo na conversa. Muitos funcionários acabam se retraindo e cedem”, disse o delegado.

Além da entrada, o adolescente demonstrava conhecer detalhes dos condomínios e agia de forma organizada. Sabia onde procurar os objetos de valor e, segundo testemunhas, era seletivo: levava joias, dinheiro vivo e relógios de grife, deixando para trás itens eletrônicos e objetos maiores.

Ele também usava peruca ou quipá para se disfarçar. Em um dos roubos, ele chegou a usar nome e parentesco falsos para tentar entrar no prédio onde mora Fábio Wajngarten, o ex-assessor e ex-advogado de Jair Bolsonaro (PL). Não conseguiu.

Modos de atuação

O adolescente utilizava diferentes estratégias para entrar nos prédios:

Aproveitava portões abertos por moradores;
Tocava o interfone e se dizia visitante ou parente de moradores;
Acenava para porteiros para parecer familiar;
Usava perucas, quipás e outros disfarces para não levantar suspeitas;
Em alguns casos, chegou a ameaçar funcionários.

Na maioria das ações, agia sozinho, mas em algumas contava com o apoio de comparsas. Os itens furtados incluíam bolsas, joias, relógios, dólares, euros e cofres com dinheiro em espécie.

Atuação em diferentes estados

De acordo com as investigações, o adolescente viajou para diferentes regiões do país para cometer os crimes. As ações foram registradas em ao menos seis estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul, Goiás e Mato Grosso. Em cada local, ele usava táticas semelhantes para acessar os condomínios e furtar bens de alto valor.

“No começo do ano, ele viajou para outras cidades para roubar. Em Foz do Iguaçu, levou R$ 6 milhões em dinheiro e joias”, diz a polícia.

As imagens obtidas pela investigação mostram que ele também atuou em bairros nobres da capital fluminense e em cidades do interior paulista. A quadrilha da qual ele fazia parte era baseada em São Paulo, mas se deslocava com frequência para realizar os furtos em outras regiões.

Adolescente de 17 anos é preso por invadir apartamentos de luxo — Foto: Reprodução/TV Globo
Adolescente de 17 anos é preso por invadir apartamentos de luxo — Foto: Reprodução/TV Globo

Roubos milionários

Entre os crimes registrados estão:

Furto de R$ 6 milhões em joias e dinheiro em Foz do Iguaçu (PR);
Roubo de três relógios, um anel de diamantes e US$ 1 mil em espécie em São Paulo;
Furto de cofres com US$ 30 mil e € 10 mil (cerca de R$ 200 mil) em apartamento no Jardim Paulista.

“Eles sabiam exatamente o que queriam. Meus pais transformaram a cozinha num bunker depois do roubo”, disse o filho de uma das vítimas.

Histórico desde a infância

A polícia aponta que o jovem comete crimes desde os 13 anos. Aos 14, foi apreendido após arrombar o cofre de um apartamento da médica Ludhmila Hajjar e furtar joias e relógios avaliados em R$ 3 milhões. Depois, foi detido em um jantar com amigos no Guarujá. Cumpriu um ano e nove meses na Fundação Casa e voltou a agir após ser solto.

Nos últimos meses, invadiu dezenas de prédios em São Paulo, principalmente no Centro expandido e em bairros nobres. Segundo os investigadores, usava engenharia social para enganar porteiros e acessar os imóveis.

Prisão e rotina de luxo

O adolescente foi apreendido em 17 de junho. Morava sozinho em um apartamento de alto padrão e usava um carro de luxo durante os crimes. Segundo a polícia, parte do dinheiro era repassada a interceptadores que ajudavam no escoamento dos itens roubados.

“A boa aparência acaba facilitando. Ele não tem ‘cara de bandido'”, disse o delegado Fábio Sandrin.”Com a apreensão dele, acreditamos que ficará internado até completar 21 anos.”

Como evitar esse tipo de crime

Especialistas em segurança afirmam que medidas simples ajudam a prevenir invasões:

Evitar dar passagem a estranhos nos portões;
Treinar porteiros para seguir os procedimentos corretamente;
Dar respaldo ao funcionário que barra suspeitos;
Reforçar a comunicação entre síndico, portaria e moradores;
Investir em tecnologia e sistemas de controle de acesso.

  “Os moradores tomam carteirada o tempo todo. A famosa ‘carona’ é um problema real. É preciso seguir os procedimentos”, diz o advogado Márcio Rachkorsky, especialista em condomínios.

 

Fonte: Fantástico e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/06/2025/07:00:31

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Receita retida: entenda como fica a venda de canetas emagrecedoras

Foto:Reprodução – Categoria inclui medicamentos como Ozempic, Mounjaro e Wegovy

Farmácias e drogarias de todo o país passaram a reter receitas de medicamentos agonistas GLP-1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras. A categoria inclui medicamentos como Ozempic, Mounjaro e Wegovy.

A decisão por um controle mais rigoroso na prescrição e na dispensação desse tipo de medicamento foi tomada pela diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em abril e entrou em vigor 60 dias depois.

Com a mudança, a prescrição dos medicamentos passou a ser feita em duas vias e a venda só pode ocorrer com a retenção da receita nas farmácias e drogarias, assim como acontece com antibióticos.

A validade das receitas médicas de canetas emagrecedoras, segundo a Anvisa, é de até 90 dias a partir da data de emissão, período durante o qual o pedido pode ser utilizado pelo paciente.

Farmácias e drogarias, por sua vez, devem incluir, no Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados, a escrituração da movimentação de compra e venda dos medicamentos.
Off label

Ainda de acordo com a Anvisa, a mudança não altera o direito do profissional médico de prescrever canetas emagrecedoras para finalidades diferentes das descritas na bula – prática conhecida como uso off label.

“É uma decisão tomada com responsabilidade pelo médico e sempre com o devido esclarecimento ao paciente, garantindo que ele esteja bem-informado sobre o procedimento”, informou a agência.
Uso indiscriminado

A retenção do receituário de canetas emagrecedoras já era defendida pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, pela Sociedade Brasileira de Diabetes e pela Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica.

Em nota aberta, as entidades citam que o uso indiscriminado desse tipo desse tipo de medicamento gera preocupações quanto à saúde da população e ao acesso de pacientes que realmente necessitam desse tipo de tratamento.

“A venda de agonistas de GLP-1 sem receita médica, apesar de irregular, é frequente. A legislação vigente exige receita médica para a dispensação destes medicamentos, porém não a retenção da mesma pelas farmácias. Essa lacuna facilita o acesso indiscriminado e a automedicação, expondo indivíduos a riscos desnecessários”, destacou o documento.

Versões manipuladas

Em fevereiro, as entidades divulgaram outra nota na qual alertam sobre “graves riscos” associados ao uso de medicamentos injetáveis de origem alternativa ou manipulados para tratar obesidade e diabetes.

“Medicamentos biológicos, como a semaglutida e a tirzepatida, exigem processos rigorosos de fabricação para assegurar que o organismo utilize e metabolize a substância de forma eficaz e segura. Essas moléculas são administradas por injeções subcutâneas, o que demanda padrões rigorosos de esterilidade e estabilidade térmica.”

O uso de versões alternativas ou manipuladas, segundo a nota, figura como “prática crescente, preocupante e perigosa” e carece de bases científicas e regulatórias que garantam eficácia, segurança, pureza e estabilidade do produto, “expondo os usuários a sérios riscos à saúde, pois não passam pelos testes de bioequivalência necessários, tornando impossível prever seus efeitos no corpo humano”.

Dentre as recomendações que constam na nota está:

– que profissionais de saúde não prescrevam semaglutida ou tirzepatida alternativas ou manipuladas. “Apenas utilizem medicamentos aprovados por agências reguladoras, com fabricação industrial certificada e vendidos em farmácias”;

– que pacientes rejeitem tratamentos que incluam versões alternativas ou manipuladas dessas moléculas – incluindo vendas diretas em sites, aplicativos ou em consultórios – e busquem alternativas aprovadas pela Anvisa;

– que órgãos reguladores e fiscalizadores, em especial a Anvisa e os conselhos de medicina, intensifiquem ações de fiscalização sobre todas as empresas e pessoas envolvidas na prática.

 

Fonte: Agência Brasil  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/06/2025/07:00:31

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Jovem confessa que mandou matar o pai para acelerar herança de R$ 2 mi

Foto: Reprodução | Segundo o depoimento da mãe, a jovem “tinha tudo do bom e do melhor”, estava na faculdade e não passava necessidade.

Uma jovem de 19 anos foi presa após confessar à Polícia Civil de Pernambuco que mandou matar o próprio pai para ficar com a herança estimada em R$ 2 milhões. O crime ocorreu na noite de 20 de junho, na cidade do Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife. A vítima, Ayres Botrel, de 60 anos, era caminhoneiro e foi assassinado a tiros enquanto dormia em casa, na praia de Enseada dos Corais.

Amanda Chagas Botrel, filha do caminhoneiro, foi presa seis dias depois do crime, na quinta-feira (26), após cair em contradição durante os depoimentos.

De acordo com a polícia, ela inicialmente afirmou que homens armados invadiram a casa, a mandaram ficar calada e executaram o pai. Mas as imagens de câmeras de segurança mostraram que apenas o carro dela entrou e saiu da residência naquela noite, sem sinal de outras pessoas na rua.

Diante da contradição, Amanda acabou confessando que planejou o assassinato. Segundo a delegada Myrthor Freitas, ela teria levado os criminosos até o local e facilitado a entrada deles.

A polícia suspeita que o crime tenha sido motivado por questões financeiras. Ayres Botrel era dono de um caminhão, imóveis e outros bens que podem somar até R$ 2 milhões. Amanda já possuía um duplex em seu nome.

Após a prisão, a jovem passou por audiência de custódia e foi encaminhada para a Colônia Penal Feminina, no bairro da Iputinga, Zona Oeste do Recife. Ela responde por homicídio qualificado.

A delegada afirmou que Amanda mantinha boa relação com os pais e morava com eles. Segundo o depoimento da mãe, a filha “tinha tudo do bom e do melhor”, estava na faculdade e não passava necessidade. Mesmo assim, segundo a investigação, decidiu encomendar a morte do pai para acelerar a herança.

Outro ponto que levantou suspeitas foi o tempo que Amanda demorou para pedir ajuda. Ela só ligou para a mãe cerca de 15 a 20 minutos depois dos tiros. A ligação foi registrada em um restaurante onde a mãe trabalhava, e a polícia cruzou o horário com as imagens das câmeras da rua.

O delegado Rodrigo Belo, da 14ª Delegacia de Homicídios, afirmou que Amanda mostrou frieza ao confessar o crime e não reagiu ao saber da prisão, nem mesmo ao ver a mãe chorando. Segundo ele, a jovem demonstrava carinho pelo pai em público, mas o crime foi premeditado.

A Polícia Civil segue investigando o caso para identificar quem foram os executores do assassinato e se há mais envolvidos. Até o momento, Amanda é considerada a autora intelectual do crime.

Fonte: Metrópoles e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/06/2025/07:50:22

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