Programa de formação profissional oferece 420 vagas no Pará; inscrições até 28 de julho

Estão abertas as inscrições para o processo seletivo do Programa de Formação Profissional da Vale — Foto: Divulgação/ Vale

Inscrições até 28/7 no site da empresa. Duração de 18 meses, bolsa de até R$ 2.120 e diversos benefícios.

A Vale está com inscrições abertas, a partir desta segunda-feira (14), para o Programa de Formação Profissional em quatro cidades do Pará: Canaã dos Carajás, Marabá, Curionópolis e Parauapebas.

São 420 vagas, com prioridade para mulheres, e o objetivo é qualificar novos profissionais para o setor industrial.

As inscrições vão até 28 de julho e devem ser feitas pelo site oficial disponível aqui.

Como funciona o programa? 🎓

  • Duração: 18 meses
  • Parceria: Senai
  • Metodologia: Aulas práticas, uso de simuladores avançados e imersão completa nas operações da mineradora.
  • Objetivo: Preparar profissionais para as principais funções técnicas e operacionais da indústria.

Quem pode participar? 👩‍🔧👨‍🔧

  • Ter mais de 18 anos
  • Ensino Médio Regular completo
  • Morar em Parauapebas, Curionópolis, Canaã dos Carajás ou Marabá

Etapas do processo seletivo 📝

  1. Inscrições online
  2. Avaliações de conhecimento
  3. Dinâmicas com consultoria
  4. Entrevistas com gestores(as) da Vale
  5. Exames médicos
  6. Entrega de documentação
  7. O início das aulas e admissões está previsto para novembro.

Benefícios para os selecionados 💰

  • Bolsa mensal: até R$ 2.120,00
  • Assistência médica, odontológica e farmacêutica
  • Seguro de vida
  • Benefícios para atividade física
  • Programa de assistência ao empregado (suporte jurídico, financeiro e psicológico)
  • Vale-refeição ou refeitório
  • Vale-transporte ou transporte fornecido pela Vale

Serviço

Programa Formação Profissional – PFP Vale 2025
Inscrições de 14 a 28/7

Fonte: g1 PA/Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 15/07/2025/06:56:20

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Loja de Goiânia viraliza ao vender maçã do amor coberta com castanhas e folhas de ouro 24k

Loja de Goiânia viraliza após vender maçã do amor coberta com castanhas e folhas de ouro 24k. (Foto: Watson Andrade Mendonça/Arquivo pessoal)

Gravação foi feita pela influenciadora Bruna Pazini e já alcançou mais de 95 mil visualizações.

Uma loja de Goiânia chamou a atenção nas redes sociais ao mostrar uma maçã do amor, mas diferente das convencionais. Isso porque a fruta é coberta com castanhas e folhas de ouro 24k, sendo comercializada por R$ 110.

Em um vídeo feito pela influenciadora Bruna Pazini, ela aparece provando o doce e mostra que aprovou. A gravação já alcançou mais de 95 mil visualizações.

“Gente, que incrível. Sensacional! Ela é bem grande e bem pesada. Não tem mais o palitinho de firmar. Tem todo um conceito”, diz.

Em entrevista ao G1, o empreendedor Watson Andrade Mendonça, que começou a fazer a combinação, disse que a maçã se chama “Caramel Apple Castanhas” e é feita com caramelo puxa-puxa, castanha-do-pará, castanha de caju, amêndoas, passas com chocolate ao leite e é coberta pelo elemento.

“É um doce típico dos Estados Unidos. Comecei a fazer porque não queria apenas a maçã do amor normal que temos por aqui. Primeiro, fiz ela mais simples, só com caramelo e chocolate, e depois fui criando novas como a de cereja, de uva e folha de ouro são 100% minhas”, afirmou.

Vale destacar que o estabelecimento também fornece outras opções, como a tradicional, que custa R$ 45.

Veja o vídeo:

Fonte: Jornal Folha do Progresso / Instagram/Bruna Pazini  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/07/2025/16:34:40

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VÍDEO: Mulher sofre aborto, marido omite socorro e ainda agride a vítima no MA

Mulher sofre aborto, marido omite socorro e ainda agride a vítima no MA — Foto: Reprodução/TV Mirante

O crime aconteceu na madrugada desta segunda-feira (14), no bairro Três Poderes, na cidade de Imperatriz, na região tocantina. As agressões foram registradas pela câmera de segurança de condomínio.

A Polícia Civil do Maranhão, por meio da Delegacia Especial da Mulher (DEM), está à procura de um homem que omitiu socorro à própria companheira grávida de sete meses, que tinha acabado de perder o bebê. Além de se negar a levar a vítima para o hospital, o marido ainda a agrediu.

O crime aconteceu na madrugada desta segunda-feira (14), no bairro Três Poderes, na cidade de Imperatriz, na região tocantina.

As agressões foram registradas pela câmera de segurança do elevador do condomínio onde a vítima mora com o agressor (veja o vídeo acima). As imagens mostram que o homem entra sozinho no elevador e tenta impedir a entrada da mulher no local.

O vídeo mostra, ainda, que o homem empurra a vítima várias vezes, na tentativa de impedir a mulher de entrar no elevador, até que ela desmaia. Em seguida, ele arrasta a companheira desacordada para fora do elevador. As imagens chamaram a atenção do porteiro do prédio, que acionou a Polícia Militar do Maranhão. O agressor fugiu antes da chegada da PM.

Ao chegar no apartamento da vítima, a Polícia Militar encontrou manchas de sangue dentro do banheiro e, questionada, a mulher informou que tinha sofrido um aborto minutos antes do início das agressões e que o marido, ciente do fato, omitiu socorro.

De acordo com a Delegacia Especial da Mulher, após ser socorrida pela Polícia Militar, a vítima foi encaminhada para atendimento médico especializado na Maternidade de Alto Risco de Imperatriz.

Ao g1, a Polícia Civil informou que o agressor ainda está sendo procurado e que ele deve responder pelo crime de lesão corporal de natureza grave que se resulta em aborto.

Leia, abaixo, a nota na íntegra.

A Polícia Civil do Maranhão(PC-MA), através da Delegacia Especial da Mulher(DEM) informa, que na madrugada desta segunda-feira(14), no bairro Três Poderes, em Imperatriz, foi registrado um crime de lesão corporal de natureza grave que se resulta em aborto.

Uma equipe da Polícia Militar do Maranhão esteve no endereço, onde a vítima relatou que havia sido agredida e ameaçada de morte pelo companheiro. No interior do imóvel, os policiais constataram algumas manchas de sangue no banheiro. Questionada, a vítima informou que havia sofrido um aborto minutos antes do início da agressão, e que o acusado, ciente do fato, omitiu socorro.

A PC-MA informa ainda que a vítima foi encaminhada para atendimento médico especializado em um hospital da cidade, onde recebeu os primeiros cuidados. Posteriormente, será ouvida formalmente para os devidos procedimentos legais. O autor das agressões fugiu após o crime.

VEJA VÍDEO:

Fonte: g1 MA e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/07/2025/16:35:16

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Juíza é demitida por copiar decisões em mais de 2 mil processos no RS

Juíza foi demitida após investigação do judiciário que apontou que ela teria copiado sentenças — Foto: Reprodução/Redes sociais/LinkedIn

Magistrada emitiu decisões idênticas em mais de 2 mil processos, conduta que foi investigada e comprovada em Processo Administrativo Disciplinar (PAD).

Uma juíza foi demitida após investigação que apontou que ela usou decisões idênticas em cerca de 2 mil processos, segundo o Tribunal de Justiça do RS. Conforme o resultado, Angélica Chamon Layoun, 39 anos, copiou as decisões em casos cíveis para “aumentar a produtividade”. Ela atuava na comarca de Cachoeira do Sul.

A demissão foi assinada no último dia 3 pelo desembargador Alberto Delgado Neto, presidente do TJ-RS. A medida foi tomada pelo Órgão Especial do TJ-RS em fevereiro e confirmada em maio deste ano, quando o Processo Administrativo Disciplinar (PAD) transitou em julgado.

Em nota, a defesa de Angélica afirma que contesta a penalidade, que considerou desproporcional. Informa que protocolou um pedido de revisão disciplinar no Conselho Nacional de Justiça, diante da impossibilidade de recurso interno.

Conforme Nilson de Oliveira Rodrigues Filho e Pedro Henrique Ferreira Leite, que representam a juíza, ela foi designada para uma vara cível que estava há anos sem juiz titular, com grande passivo processual e sem rotinas estruturadas.

“Nesse cenário, buscou corrigir falhas operacionais, reordenar o fluxo processual e promover melhorias administrativas, enfrentando resistências internas que acabaram servindo de catalisador para o processo disciplinar”, diz a nota. Leia na íntegra abaixo.

Angélica foi empossada em julho de 2022, mas estava afastada desde setembro de 2023, devido à apuração disciplinar. Ela foi demitida porque ainda estava em estágio probatório.

O PAD aponta também que Angélica desarquivou processos já julgados para despachar sentenças idênticas e, com isso, computar “novos julgamentos”.

Angélica começou a carreira jurídica em Pernambuco, onde foi juíza por quase seis anos. Após ser aprovada em um novo concurso no Rio Grande do Sul, mudou-se para o estado.

A denúncia de “despachos em massa” teve início quando Angélica tinha um ano na função.

Após o resultado do Processo Administrativo Disciplinar, o advogado da juíza demitida, Nilson de Oliveira Rodrigues, ajuizou um pedido de revisão disciplinar no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por considerar a demissão “desproporcional, juridicamente viciada e carente de prova de dolo ou má-fé, elementos indispensáveis à configuração de falta funcional gravíssima”.

O que diz a defesa da magistrada

A defesa manifesta profundo respeito pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, mas discorda veementemente da penalidade imposta à magistrada Angélica Chamon Layoun, por considerá-la desproporcional, juridicamente viciada e carente de prova de dolo ou má-fé, elementos indispensáveis à configuração de falta funcional gravíssima.

Esclarecemos que não cabe recurso interno no âmbito do TJRS. Por essa razão, foi ajuizado Pedido de Revisão Disciplinar no CNJ, onde se discute a proporcionalidade da sanção e vícios de instrução do processo disciplinar.

Por se tratar de processo que tramita sob sigilo, não é possível comentar o conteúdo integral dos autos ou os argumentos apresentados na petição de revisão disciplinar.

Ressalvado esse limite, cumpre esclarecer que a magistrada foi designada para uma vara cível que estava há anos sem juiz titular, com grande passivo processual e uma cultura de autogestão consolidada, sem rotinas estruturadas. Nesse cenário, buscou corrigir falhas operacionais, reordenar o fluxo processual e promover melhorias administrativas, enfrentando resistências internas que acabaram servindo de catalisador para o processo disciplinar.

Além dos desafios próprios de uma unidade desorganizada, a juíza enfrentou dificuldades adicionais decorrentes de discriminação velada, por ser oriunda de outro estado, mulher e mãe de uma criança de três anos à época, diagnosticada com transtorno do espectro autista (TEA).

A conciliação entre os deveres funcionais e o cuidado com uma criança com necessidades especiais representa um desafio adicional que qualquer mãe magistrada pode compreender.

Eventuais equívocos ou falhas operacionais, naturais em estágio probatório e agravados pelas dificuldades de adaptação a sistemas digitais complexos, não podem justificar o rigor da medida disciplinar aplicada.

A Corregedoria-Geral de Justiça deveria ter priorizado medidas pedagógicas e de orientação, e não punições de natureza extrema, especialmente quando não há má-fé, dano às partes ou violação da moralidade.

Este caso suscita reflexões importantes sobre como a magistratura lida com as especificidades enfrentadas por mulheres magistradas, especialmente aquelas que exercem a maternidade simultaneamente à função jurisdicional.

A situação vivenciada pela magistrada Angélica poderia ocorrer com qualquer mulher que enfrente os desafios da dupla jornada profissional e maternal no exercício da magistratura.

A atuação da magistrada foi pautada pela boa-fé, pelo compromisso com o serviço público e pela transparência funcional.

Confia-se que o CNJ saberá avaliar o caso com isenção e profundidade, garantindo o respeito ao devido processo legal, à proporcionalidade da sanção e às garantias da magistratura nacional.

NILSON DE OLIVEIRA RODRIGUES FILHO

OAB/RS 121.624

PEDRO HENRIQUE FERREIRA LEITE

OAB/PR 60.781

ADVOGADOS DA MAGISTRADA ANGÉLICA CHAMON LAYOUN

MEDINA OSÓRIO ADVOGADOS

 

Fonte: g1 RS e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/07/2025/16:31:08

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Apenas 3 escolas públicas estão entre as 50 melhores no Enem 2024

Enem 2024, 2ºdia — Foto: Mateus Santos/g1

Mesmo com uma queda no desempenho médio, estudantes de escolas privadas conseguiram as melhores notas na edição. Todas as escolas públicas no top 50 são federais.

Alunos de escolas privadas tiveram os melhores desempenhos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2024. Como resultado, apenas três escolas públicas estão entre as 50 com melhores pontuações médias na edição.

São elas:

Colégio de Aplicação da UFV – COLUNI (Viçosa, MG) em 31º lugar
Colégio Politécnico da UFSM (Santa Maria, RS) em 32º lugar
Colégio Naval (Angra dos Reis RJ) em 47º lugar

Os dados foram obtidos por meio dos microdados do Enem 2024, divulgado neste mês pelo Inep, órgão do MEC responsável pelo exame, e com base em uma análise realizada pelo SAS Educação.

Dentre as escolas públicas no top 50, todas são federais. Entre as 100 melhores colocadas, uma única escola estadual aparece na 57ª colocação, e uma quarta escola federal está no 59º lugar. Todas as demais são escolas particulares.

Quantas escolas públicas participaram do Enem 2024? E privadas?

Pelo menos 22.718 escolas participaram do Enem 2024 com 10 alunos ou mais. Dessas,

6.462 eram privadas (28,4%)
16.256 eram públicas de âmbito federal, estadual ou municipal (71,6%)

No ano anterior, pouco mais de 12 mil escolas públicas haviam participado do Enem, contra 5.772 escolas particulares.

Qual o total de participantes por rede?

Com o crescimento do número de escolas públicas participando do Enem, o número de estudantes também aumentou. Em 2024, foram quase 867,5 mil alunos da rede pública, quase o dobro de 2023 (470,7 mil).

Na rede privada, o número também aumentou, mas de maneira mais discreta, e passou de 198 mil em 2023 para 233,7 mil em 2024.

Como foi o desempenho médio das redes?

Em 2023, a média de pontuação das escolas públicas foi de 511 pontos. No ano seguinte, a média aumentou 0,63%, chegando a 514.

O maior crescimento de desempenho foi observado em Redação, com um desempenho 7,25% superior ao do ano anterior. O desempenho em linguagens e suas tecnologias também subiu 1,04% em 2024.

No entanto, o resultado médio em Ciências da Natureza, Ciências Humanas e Matemática caiu 0,77%, 3,15% e 2,27% respectivamente.

Já as escolas particulares tiveram uma queda no desempenho médio em comparação com 2023, indo de 607 para 605 pontos. Ainda assim, a média de pontuação é maior que a das escolas públicas.

Como foi o desempenho das redes por área do conhecimento?

O que garantiu uma melhor média geral de desempenho às escolas privadas foram as médias da rede nas diversas áreas do conhecimento avaliadas no Enem, uma tendência já observada nos anos anteriores.

Em 2024, a variação da média das duas redes em cada área foi pouca em comparação com 2023

Linguagens e suas tecnologias

Escolas públicas: 507 ⬆️ (502 em 2023)
Escolas privadas: 560 ⬆️ (555 em 2023)

Ciências humanas

Escolas públicas: 486 ⬇️ (502 em 2023)
Escolas privadas: 562 ⬇️ (568 em 2023)

Ciências da Natureza

Escolas públicas: 541 ↔️ (541 em 2023)
Escolas privadas: 468 ⬇️ (472 em 2023)

Matemática

Escolas públicas: 492 ⬇️ (503 em 2023)
Escolas privadas: 602 ⬇️ (618 em 2023)

Como foi o desempenho das escolas na redação?

Tanto as escolas públicas quanto as privadas tiveram um desempenho melhor na redação em 2024, com o maior salto de pontuação no exame.

No ano passado, o tema da redação na aplicação regular foi “Desafios para a valorização da herança africana no Brasil”.

Na ocasião, alunos da rede pública conseguiram uma pontuação média de 618 pontos no texto, um aumento de 42 pontos no desempenho médio de 2023.

Já os estudantes da rede privada obtiveram uma pontuação média de 762 pontos, 11 a mais que no ano anterior.

 

Fonte: Emily Santos, g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/07/2025/16:28:34

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Madrasta morre após servir feijão supostamente envenenado ao marido e enteado em MG

Homem de 51 anos e criança de 6 estão internados em estado grave desde domingo (13), na Santa Casa de Misericórdia de Cataguases (Foto: Santa Casa de Misericórdia de Cataguases, Divulgação)

Suspeita é de que a mulher tenha envenenado os dois e cometido suicídio, segundo a Polícia Militar

Uma mulher de 61 anos morreu nesta segunda-feira (14) após comer um feijão que também foi servido ao marido, de 51 anos, e ao enteado, de 6, em Minas Gerais. Segundo informações preliminares da Polícia Militar (PM), a suspeita é de que ela tenha envenenado os dois e cometido suicídio. As informações são do g1.

O menino foi levado ao hospital pelo pai na tarde de domingo (13), com parada cardiorrespiratória, e está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) com suspeita de envenenamento. Já o homem começou a ter convulsões uma hora após chegar ao local e também permanece internado com a mesma suspeita. Os dois estão na Santa Casa de Misericórdia de Cataguases.

A criança não morava com o casal e passava o fim de semana na casa do pai. Em relato à polícia, o filho da idosa contou que soube por uma vizinha sobre o estado de saúde do padrasto e da criança e, ao chegar à casa da mãe, a encontrou inconsciente.

Outros envenenamentos

Desde o fim do ano passado, o Brasil vive uma onda de envenenamentos. Ao menos 30 pessoas foram hospitalizadas após comerem alimentos envenenados, resultando em 21 mortes, conforme levantamento feito pelo Uol em junho.

O caso mais emblemático aconteceu em Torres (RS) após Deise Moura dos Anjos colocar veneno em um bolo de Natal e matar três pessoas da família. Em janeiro, no interior do Piauí, três pessoas da mesma família também morreram após consumirem baião de dois.

Em abril, em Imperatriz (MA), um ovo de páscoa envenenado resultou na morte de uma criança de sete anos e de uma menina de 13. A mãe dos dois ficou internada em estado grave, mas recebeu alta depois. Em junho, uma adolescente de 17 anos envenenou uma amiga com um bolo de pote em Itapecerica da Serra (SP).

 

Fonte: NSC Total e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/07/2025/16:23:11

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Fies: inscrições estão abertas para segundo semestre

(Foto: Divulgação/MEC) – São ofertadas 74,5 mil vagas para essa edição, em 18.419 cursos/turnos de 1.215 instituições particulares. Inscrições são gratuitas e deverão ser realizadas até 18/7, exclusivamente pelo Portal Acesso Único

Os interessados em participar do processo seletivo do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) referente ao segundo semestre de 2025 poderão fazer as inscrições a partir desta segunda-feira, 14 de julho. São ofertadas 74.500 vagas, em 18.419 cursos/turnos de 1.215 instituições particulares de ensino superior para essa edição. O candidato poderá selecionar até três opções de curso, indicando a ordem de preferência entre elas.

As inscrições são gratuitas e deverão ser realizadas até o dia 18 de julho, exclusivamente pelo Portal Acesso Único. Para se inscrever é necessário entrar com o login único do governo federal (Gov.br), inserindo o número de Cadastro de Pessoa Física (CPF) e a senha. Quem ainda não criou a conta pode fazer isso no Gov.br.

Os três estados com maior oferta de vagas são: São Paulo, com 11.397 vagas; seguido por Bahia, com 8.050; e Minas Gerais, com 7.970.

Veja abaixo a tabela de vagas por unidade da Federação:
Processo seletivo Fies 2/2025 – vagas por UF
Sigla da UF    Total
SP     11397
BA     8050
MG     7970
CE     5060
RJ     4892
PR     3671
PE     3499
PA     3113
MA     2891
AM     2595
RS     2377
PB     2366
GO     1828
PI     1813
SC     1684
MT     1546
RO     1466
ES     1206
DF     1197
AL     1112
RN     1097
SE     1051
MS     1046
TO     617
AC     468
AP     342
RR     146
Total Geral     74.500

Os candidatos devem atender a requisitos, prazos e procedimentos dispostos no Edital nº 16/2025, que rege a seleção e foi publicado pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Superior (Sesu). Poderão se inscrever aqueles que tenham participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir da edição de 2010, tenham obtido média aritmética das notas nas cinco provas igual ou superior a 450 pontos e não tenham zerado a prova de redação. Também é necessário possuir renda bruta familiar mensal per capita de até três salários mínimos. O exame não pode ter sido realizado na condição de “treineiro”.

De acordo com o edital, não poderão participar aqueles candidatos que não tiverem quitado um financiamento anterior pelo Fies ou pelo Programa de Crédito Educativo; ou aqueles que se encontrem em período de utilização do financiamento.

Resultado – O resultado da chamada regular dessa edição do Fies será divulgado no 29 de julho e a complementação da inscrição dos pré-selecionados ocorrerá de 30 de julho a 1° de agosto. Após essa etapa, o MEC fará novas convocações por meio da lista de espera para preenchimento de vagas que eventualmente não tiverem sido ocupadas. As convocações mediante a lista de espera ocorrerão entre 5 de agosto e 19 de setembro. Na página do Fies, a complementação da inscrição dos pré-selecionados em lista de espera deverá ser feita em até três dias úteis após a data da convocação.

Confira o cronograma do Fies:

Reserva – Em 2024, o programa passou a oferecer reserva de vagas a candidatos autodeclarados pretos, pardos, indígenas, quilombolas e àqueles com deficiência, tanto para o Fies como para o Fies Social. Outra reserva de vagas é feita para o Fies Social: 50% do total das vagas do Fies é destinado para os candidatos com renda familiar per capita de até meio salário mínimo inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). O cadastro deve ter sido atualizado dentro do prazo exigido no edital. Para essas pessoas, também será possível solicitar a contratação do financiamento de até 100% dos encargos educacionais.

Fies Social – A partir de 2024, com o Fies Social, instituído pela Resolução nº 58/2024, o MEC visa retomar o papel social do programa, destinado a atender às necessidades de estudantes de baixa renda. Dessa forma, vem cumprir um papel transformador na sociedade, ao oferecer melhores condições para a obtenção de financiamento estudantil.

Fies – O Fundo de Financiamento Estudantil é um programa do MEC, instituído pela Lei nº 10.260, de 12 de julho de 2001. Seu objetivo é conceder financiamento a estudantes de cursos de graduação em instituições de educação superior privadas que aderirem ao programa e possuam avaliação positiva no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes).

Fonte: Sesu e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/07/2025/16:14:26

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Justiça determina prisão preventiva de prefeito que matou PM a tiros em vaquejada no MA

Prefeito de Igarapé Grande, João Vitor Xavier, de 27 anos. — Foto: Divulgação/Redes sociais

Pedido foi acatado nesta segunda-feira (14) pela 2ª Vara de Pedreiras (MA). Além do mandado de prisão preventiva do prefeito João Vitor Xavier, a Justiça determinou busca domiciliar na residência dele e a apreensão da arma de fogo usada no crime.

A Justiça do Maranhão determinou nesta segunda-feira (14) a prisão preventiva do prefeito João Vitor Xavier (PDT), que admitiu ter matado a tiros o policial militar Geidson Thiago da Silva, no município de Trizidela do Vale, no domingo (6). A decisão é do juiz Luiz Emílio Braúna Bittencourt Júnior, da 2ª Vara de Pedreiras (MA).

A decisão ainda determina a busca na residência do prefeito em Igarapé Grande e em seu gabinete na Prefeitura do Município. O juiz pede ainda que seja apreendida a arma de fogo usada no crime, além de computadores, aparelhos celulares, liberado o acesso a mensagens em redes sociais, e-mails e outros objetos de interesse da investigação.

Com a decisão, a Polícia Civil do Maranhão será notificada e tem o prazo de 20 dias, desde a data do crime, para cumprir o mandado de prisão preventiva.

Prefeito pede afastamento

A Câmara Municipal de Vereadores de Igarapé Grande, a cerca de 311 km de São Luís, aceitou o pedido de licença médica feito pelo prefeito. A decisão aconteceu em sessão ocorrida na quarta-feira (9), quando também foi empossada a vice, Maria Etelvina.

Após o crime, o prefeito João Vitor pediu a licença médica para cuidar de sua defesa e para ‘tratamentos psiquiátricos’. O afastamento é pelo período de 125 dias (pouco mais de quatro meses), podendo ser interrompido com seu retorno a qualquer momento. Durante a licença, João Vitor vai continuar recebendo mensalmente o salário como prefeito, de R$ 13.256,08 (líquido).

No documento, o prefeito alega que está “profundamente abalado (…), circunstância que demanda cuidados médicos específicos, sobretudo por ser um paciente bariátrico”, disse.

Na segunda (7), após estar sendo procurado pela polícia, João se apresentou espontaneamente na Delegacia de Presidente Dutra, prestou depoimento e foi liberado.

Segundo o delegado Ricardo Aragão, superintendente de Polícia Civil do Interior, João não foi mantido preso porque não havia flagrante. Se for levado a julgamento, João Vitor Xavier, também deverá ser julgado em tribunais superiores, já que possui foro privilegiado.
Polícia Civil pede prisão preventiva do prefeito de Igarapé Grande

O que diz a defesa

A defesa do prefeito alega que João agiu em legítima defesa, pois o policial militar teria sacado uma arma durante uma discussão relacionada ao farol ligado do carro do prefeito. No entanto, de forma preliminar, testemunhas e a Polícia Civil contestam essa versão.

“Foram cerca de cinco tiros, provavelmente todos pelas costas. O corpo da vítima foi encaminhado para o IML de Timon, para perícia”, afirmou o delegado de Pedreiras, Diego Maciel, ao g1.

No depoimento prestado à Polícia Civil, João afirmou que jogou a arma no local do crime, mas o armamento ainda não foi encontrado. Imagens de uma câmera de segurança (veja abaixo), registradas no dia do crime, também não mostram o prefeito descartando a arma em nenhum ponto da cena.

Em relação à posse da arma, João afirmou que o revólver calibre .38, utilizado no crime, havia sido adquirido há dois anos, como um presente de um eleitor. O prefeito também declarou que a arma não possuía registro nem autorização para posse.

Segundo testemunhas, o crime ocorreu durante uma vaquejada, quando o policial militar e o prefeito se desentenderam após o PM pedir que João reduzisse a intensidade dos faróis do carro, pois a luz estaria incomodando as pessoas presentes no local.

Uma das imagens coletadas pela polícia mostra um homem, que seria o prefeito João Vitor, se dirigindo até um carro preto, de onde parece pegar um objeto. Em seguida, ele caminha em direção a um grupo de pessoas, onde há uma aglomeração e, por fim, corre de volta ao veículo e vai embora.

De acordo com o delegado de Pedreiras, Diego Maciel, as imagens foram registradas no local da vaquejada onde estavam o policial militar e o prefeito. Embora não mostrem o momento exato do crime, há a suspeita de que o prefeito tenha efetuado os disparos enquanto o policial estava de costas, e depois fugido do local. Segundo a polícia, as imagens ainda passarão por perícia.

Relatos de testemunhas também indicam que houve uma confusão durante o evento, na qual o prefeito João Vitor Xavier teria sacado uma arma e efetuado disparos contra o policial, conhecido como “Dos Santos”, que estava de folga.

O PM ainda chegou a ser socorrido e levado a um hospital em Pedreiras, mas devido à gravidade dos ferimentos, foi transferido para uma unidade com mais estrutura. No entanto, ele não resistiu e morreu durante o atendimento. O policial era lotado no 19º Batalhão de Polícia Militar. Ele foi sepultado nesta terça-feira (8).

Após o crime, a polícia tentou localizar o prefeito, mas não o encontrou. Testemunhas do crime ainda estão sendo ouvidas pela Polícia Civil e outras provas devem ser analisadas.

 

Fonte: g1 MA — São Luís e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/07/2025/16:08:47

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Presidente Lula assina medida provisória para evitar aumento na conta de luz

(Foto: Cacio Murilo de Vasconcelos/Getty Images) – Decisão ocorre após derrubada de vetos presidenciais na Lei das Eólicas Offshore, que geraria um impacto estimado de R$ 40 bilhões no custo da energia elétrica

Para evitar que custos sejam repassados aos consumidores, a MP estabelece medidas como a definição de um teto para a Conta de Desenvolvimento Energético, fundo que financia políticas

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou uma medida provisória (MP) para reduzir os impactos financeiros da derrubada de vetos presidenciais à Lei nº 15.097/2025, conhecida como Lei das Eólicas Offshore, e evitar o aumento na conta de luz dos brasileiros. A MP nº 1.304/2025, publicada nesta sexta-feira, 11 de julho, em edição extra do Diário Oficial da União (DOU), também estabelece mecanismos para o aprimoramento do mercado de gás natural.

A edição da MP tornou-se necessária após a derrubada dos vetos presidenciais na Lei das Eólicas Offshore, que, com o início da vigência dos pontos vetados, geraria um impacto estimado de R$ 40 bilhões no custo da energia elétrica. Isso representaria um aumento na conta de luz para os consumidores brasileiros.

Para evitar que esses custos sejam repassados diretamente aos consumidores, a MP estabelece medidas como a definição de um teto para a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) — fundo que financia políticas públicas no setor, custeado pelos consumidores de energia. O valor de referência para este teto será o orçamento da CDE de 2026.

LUZ PARA TODOS – Em caso de insuficiência de recursos da CDE para subsidiar as políticas do setor, será criado o Encargo de Complemento de Recursos, destinado a garantir que o limite não seja ultrapassado. Este encargo será pago pelos beneficiários da CDE, com exceção de pessoas de baixa renda, como as beneficiárias do Luz para Todos e da Tarifa Social de Energia Elétrica. O pagamento será escalonado, sendo 50% do total devido em 2027 e 100% a partir de 2028.

A MP também propõe a contratação de PCHs, em substituição à contratação compulsória de térmicas inflexíveis — que geram energia de forma ininterrupta, mesmo sem demanda. A contratação de PCHs estará submetida a decisões de planejamento setorial. A previsão é que até 3 GW de centrais hidrelétricas de até 50 MW sejam contratados por meio de leilão de reserva de capacidade até o primeiro trimestre de 2026, com início de suprimento escalonado entre 2032 e 2034.

GÁS — Quanto ao mercado de gás natural, a MP fixa os valores de acesso aos sistemas integrados de escoamento, processamento e transporte para a comercialização do gás natural da Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA) em US$ 2 por milhão de BTU. Atualmente, esse valor pode chegar a aproximadamente US$ 8 por milhão de BTU, com picos de US$ 16.

A medida visa propiciar melhores condições de comercialização do gás natural da União e da PPSA, com o objetivo de reverter os elevados preços do gás natural no mercado nacional e permitir que a PPSA oferte seu gás a preços competitivos. O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) será o responsável por determinar as condições de acesso e seus valores.

VALIDADE — A MP entra em vigor a partir de(11) sexta-feira, com exceção do novo teto da CDE, que passa a valer a partir de 1º de janeiro de 2026.

 

Fonte: Secom PR e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/07/2025/15:24:12

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OMS recomenda injeção semestral para prevenção do HIV

(Foto: Reprodução) – A recomendação global foi anunciada nesta segunda-feira (14) durante a Conferência Internacional de AIDS, realizada em Kigali, Ruanda

A Organização Mundial da Saúde (OMS) agora recomenda que os países incluam o lenacapavir — um medicamento recém-aprovado para prevenção do HIV — como ferramenta nas estratégias de combate à infecção pelo vírus, especialmente para os grupos mais vulneráveis e em regiões onde a carga do HIV ainda é alta.

A recomendação global foi anunciada nesta segunda-feira (14) durante a Conferência Internacional de AIDS, realizada em Kigali, Ruanda. Ela surge cerca de um mês após a aprovação do lenacapavir pela Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora dos Estados Unidos, como uma injeção semestral para a prevenção do HIV.

O medicamento já havia sido aprovado em 2022 para o tratamento de infecções específicas por HIV e, em estudos voltados à prevenção, demonstrou reduzir drasticamente o risco de infecção, oferecendo proteção quase total contra o vírus.

“Essas novas recomendações foram pensadas para aplicação no mundo real. A OMS está trabalhando de forma próxima com os países e parceiros para apoiar a implementação”, afirmou a Dra. Meg Doherty, diretora do Departamento de Programas Globais de HIV, Hepatites e Infecções Sexualmente Transmissíveis da OMS, durante uma coletiva de imprensa.

“A primeira recomendação é que o lenacapavir, uma injeção de ação prolongada, seja oferecido como mais uma opção de prevenção para pessoas em risco de HIV, como parte de uma estratégia combinada de prevenção. Trata-se de uma recomendação forte, com nível moderado a alto de certeza nas evidências”, explicou Doherty. A segunda diretriz recomenda o uso de testes rápidos — como os testes caseiros — para triagem de HIV no início, durante ou ao interromper o uso de medicamentos de prevenção de longa duração, conhecidos como profilaxia pré-exposição (PrEP).

O HIV é transmitido principalmente por meio de relações sexuais sem proteção ou pelo compartilhamento de agulhas. O vírus ataca o sistema imunológico e, sem tratamento, pode evoluir para a síndrome da imunodeficiência adquirida (Aids). Segundo a OMS, cerca de 40 milhões de pessoas viviam com HIV no mundo até o fim de 2023.

Preocupações com o financiamento global da resposta ao HIV

A PrEP já é usada há anos na prevenção da infecção pelo HIV. Nos Estados Unidos, essa prevenção pode envolver medicamentos em comprimido, como o Truvada (uso diário), ou injeções, como o Apretude (a cada dois meses).

Mas a injeção semestral de lenacapavir, também chamada de LEN, surge como uma nova opção na “caixa de ferramentas” da prevenção — não apenas para os EUA, mas para o mundo todo.

“O LEN é uma opção injetável a cada seis meses e pode ser especialmente atraente para pessoas que preferem menos visitas à clínica ou que enfrentam dificuldades com a PrEP oral diária. […] Ele pode melhorar a adesão e alcançar mais pessoas que precisam de prevenção contra o HIV, inclusive grávidas e lactantes”, disse Doherty.

A diretora informou ainda que a OMS está oferecendo assistência técnica a países interessados em adotar o LEN e estratégias de testagem simplificadas, em coordenação com parceiros globais como o Fundo Global, o UNAIDS e outras organizações e financiadores. “Apelamos para que governos, financiadores, gestores e a sociedade civil trabalhem juntos para implementar e integrar o LEN aos programas de HIV. Acreditamos que o momento de agir é agora”, afirmou.

Há uma crescente preocupação com o enfraquecimento do financiamento para ações globais de prevenção ao HIV.

Segundo a ONU, 80% dos programas de prevenção nos países de baixa e média renda dependem de assistência internacional. Nos últimos seis meses, porém, os Estados Unidos reduziram de forma significativa o financiamento de parte dessa ajuda externa.

A administração Trump desmantelou a Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e reduziu o financiamento ao PEPFAR — o Plano de Emergência do Presidente dos EUA para o Alívio da AIDS —, que representa o maior compromisso já feito por um país no combate a uma única doença.

A farmacêutica Gilead Sciences, fabricante do lenacapavir, anunciou na quarta-feira (10) que firmou um acordo com o Fundo Global para fornecer o medicamento para prevenção do HIV sem fins lucrativos. Pelo acordo, o preço do lenacapavir refletirá apenas os custos de produção e distribuição.

“Estamos fornecendo o medicamento sem lucro para a Gilead e em quantidade suficiente para alcançar até dois milhões de pessoas em países de baixa e média renda antes que versões genéricas do lenacapavir estejam disponíveis”, afirmou o presidente da empresa, Daniel O’Day, em comunicado. O valor exato do medicamento, no entanto, permanece confidencial.

Nos EUA, até o momento o único país a aprovar o lenacapavir para prevenção, o preço de tabela anual do medicamento é de US$ 28.218. Segundo a Gilead, esse valor é semelhante ao de outras opções de prevenção disponíveis.

O lenacapavir pode “mudar fundamentalmente a trajetória da epidemia de HIV”, mas isso só será possível se chegar a quem mais precisa, afirmou Peter Sands, diretor executivo do Fundo Global. “Nossa meta é alcançar 2 milhões de pessoas com PrEP de longa duração. Mas só conseguiremos se o mundo contribuir com os recursos necessários. Este é um momento decisivo — não apenas para o combate ao HIV, mas para o princípio de que inovações que salvam vidas devem chegar a quem mais precisa — onde quer que vivam, e quem quer que sejam.”

“É uma bomba-relógio”

Um relatório da ONU divulgado na quinta-feira (11) alerta que milhões de pessoas podem morrer por causas relacionadas ao HIV até 2029 caso o financiamento dos programas desapareça de forma permanente.

Entre os 60 países de baixa e média renda analisados, 25 indicaram que pretendem aumentar seus orçamentos nacionais para a resposta ao HIV no ano seguinte. Mas, segundo o relatório, isso pode não ser suficiente para compensar a perda da ajuda internacional da qual esses países ainda dependem fortemente.

“Sabemos que o PEPFAR havia se comprometido a investir US$ 4,3 bilhões em mais de 50 países em 2025, e esse apoio foi abruptamente encerrado em janeiro de 2025”, disse Mary Mahy, diretora do departamento de Dados para Impacto do UNAIDS, em coletiva de imprensa.

“Se nenhum financiamento substituir o do PEPFAR, podemos esperar cerca de 4 milhões de mortes adicionais entre 2025 e 2029, e mais 6 milhões de novas infecções”, afirmou. “Sabemos também que pode haver surgimento de resistência aos medicamentos em pessoas que deixarem o tratamento.”

Segundo Mahy, alguns países já estão enfrentando os efeitos da redução dos recursos. Na Nigéria, centros de saúde relataram que cerca de 40 mil pessoas receberam PrEP ao menos uma vez no fim de 2024. Esse número caiu para menos de 7 mil em abril de 2025, conforme dados do UNAIDS.

Tendência semelhante foi observada no Quênia, onde houve queda no número de mulheres vivendo com HIV que deram à luz recentemente e receberam medicamentos para reduzir o risco de transmissão ao bebê. Cerca de 3 mil mulheres haviam recebido os medicamentos e quase 900 iniciaram o tratamento em outubro de 2024. Em abril, esses números caíram para aproximadamente 300 em acompanhamento e apenas 100 começando o uso dos medicamentos.

“Não se trata apenas de uma lacuna de financiamento — é uma bomba-relógio. […] Vimos serviços desaparecerem de um dia para o outro. Profissionais de saúde foram dispensados. E pessoas — especialmente crianças e populações-chave — estão sendo deixadas de lado”, alertou Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS, em comunicado.

“Ainda há tempo para transformar essa crise em oportunidade”, concluiu. “Países estão se mobilizando com recursos próprios. Comunidades estão mostrando o que funciona. Agora, precisamos de solidariedade global para acompanhar essa coragem e resiliência.”

 

 

Fonte: CNN Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/07/2025/15:16:43

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