Indígenas promovem mobilização em todo o país contra marco temporal

(Foto: Maiara Dourado/Cimi/Divulgação) – Tese está em debate no STF avança no Congresso

“O nosso marco é ancestral”. Movidos por esse princípio, povos indígenas realizaram nesta terça-feira (16) uma mobilização em diferentes regiões do país contra o chamado marco temporal. A tese jurídica, em votação na Câmara dos Deputados e no Supremo Tribunal Federal (STF), defende que os indígenas só têm direito às terras que ocupavam em 1988, quando foi promulgada a Constituição Federal.

Durante o dia, ocorreram manifestações em Brasília, rodovias, territórios indígenas e redes sociais.

A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) promoveu atos em frente aos prédios do Congresso Nacional e do STF e também se reuniu com a bancada do PSOL para tratar das decisões recentes sobre os direitos indígenas.

A Apib enfatiza que a Proposta de Emenda Constitucional 48/2023, que estabelece o marco temporal, não é apenas um ataque aos povos originários, mas uma perda para todo o Brasil. A aprovação da tese, segundo a organização, representa retrocesso ambiental, perda de credibilidade internacional e ameaça ao compromisso constitucional com a dignidade humana.

“Estamos seguindo mobilizados e vigilantes para que não se aprove mais esse ataque contra os direitos dos povos indígenas”, disse o coordenador executivo da Apib, Dinamam Tuxá.

“Defender os direitos territoriais indígenas é defender o meio ambiente, a democracia e o futuro do país. Enfraquecer esses direitos é enfraquecer a capacidade do Brasil de enfrentar a crise climática e existir como um território sustentável”, complementa.

Nas rede sociais, o Cacique Ropni (Raoni) Metuktire, mais conhecido como Cacique Raoni, se dirigiu às autoridades políticas para que rejeitem as teses do marco temporal.

“Senhores senadores e deputados, me escutem. Estou sabendo que vocês querem estabelecer o marco temporal, e eu não estou gostando disso. Vocês não nos consultam. Povos indígenas, vamos nos unir. Vamos falar que este território é nosso, dos nossos ancestrais. Vamos enfrentar com a nossa palavra e defender o que ainda resta”, disse Raoni.

Mobilizado há uma semana na BR-174, o Movimento Indígena de Roraima cobrou respeito aos direitos e ao modo de vida ancestral.

“A aprovação do marco temporal trará violência e morte aos nossos territórios. Morte dos nossos rios e da nossa natureza. Até agora, estamos gratos pelos votos dos três ministros do STF contra o marco, mas tristes porque deixaram alguns incisos abertos nos votos”, diz Ernestina Macuxi, professora indígena do movimento.

“Esses incisos fortalecem os grandes empresários, aqueles que destroem o nosso território. Com mineração, hidrelétricas, arrendamento de terra. Nossa terra não é objeto de negócio”, complementa.

Em Aracruz, no Espírito Santo, indígenas Guarani bloquearam trecho da rodovia ES-010, em oposição ao que chamam de “avanço da agenda anti-indígena no Congresso Nacional”.

“Esse projeto de lei é um absurdo. Todos os indígenas do Brasil protestam contra esse crime que querem cometer contra os nossos povos, contra a natureza, contra a vida. Não aceitamos essa invasão do nosso espírito e da nossa floresta. Crianças, idosos e famílias vieram até a estrada para protestar. Como qualquer família que luta pelos seus”, diz o líder Marcelo Guarani.

Em Barra Velha de Monte Pascoal, no sul da Bahia, a anciã Maria Coruja Pataxó convocou indígenas a resistirem contra as decisões do Congresso.

“Eles querem tomar a terra. Mas a terra é do indígena. Eles devem respeitar a nossa terra. Respeite os direitos dos indígenas. Somos os primeiros brasileiros. Quando Cabral chegou aqui, os indígenas já estavam aqui. E vocês não sabem cuidar da floresta. Nós sabemos como cuidar. Vamos vencer”, disse Maria Coruja.

Do Oeste do Pará, Auricélia Arapium, disse que os povos originários enfrentam ameaças à vida.

“Essa é a PEC da Morte. Estaremos mobilizados para continuar essa luta contra o Marco Temporal, pela vida dos povos indígenas e pela proteção dos nossos territórios”, disse Auricélia.

Édina Mig Fe Kanhgág, comunicadora da Articulação dos Povos Indígenas da Região Sul (Arpinsul), disse que as propostas legislativas promovem genocídio.

“Lei que ignora a memória, a ancestralidade e a presença dos povos indígenas, transformando uma data em um instrumento de apagamento. Como se a nossa história começasse quando o estado decidiu olhar para ela. Nós já estávamos aqui antes de 1988. Não podemos deixar que uma data apague o contexto histórico, violento e sangrento dos povos indígenas”.
Histórico

Em setembro de 2023, o STF declarou como inconstitucional o marco temporal. Na sequência, o Congresso Nacional aprovou a Lei 14.701/2023, que institucionaliza o marco. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou parte da lei, mas os parlamentares derrubaram o veto presidencial.

Em 2024, o STF passou a julgar a constitucionalidade da lei. Foi criada uma comissão de conciliação, denunciada pela Apib como uma forma de negociar direitos fundamentais. A organização se retirou da comissão.

Nesta semana, os ministros do STF começaram a julgar novamente o Marco Temporal no plenário da Corte. Até o momento, o placar está 3 a 0 contra a tese (votaram Gilmar Mendes, Flávio Dino e Cristiano Zanin). Faltam sete votos ainda.

Em paralelo ao julgamento do Supremo, o Senado aprovou na semana passada a proposta de Emenda à Constituição (PEC) 48/23 que insere a tese do marco temporal na Carta Magna. A expectativa é que a Câmara vote sobre o tema ainda nesta semana.

Fonte: agenciabrasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/12/2025/07:40:46

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PF encontra celulares arremessados pela janela durante operação contra corrupção em apartamento de deputado federal do Pará

Foto: Reprodução | Ação da Polícia Federal ocorreu nesta terça-feira (16) durante a Operação Igapó, que investiga esquema de corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo emendas parlamentares no Pará.

Em operação deflagrada nesta terça-feira (16), a Polícia Federal encontrou celulares jogados pela janela durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão no apartamento funcional do deputado federal Antônio Leocádio dos Santos (MDB-PA), conhecido como Antônio Doido.

O deputado é um dos alvos da Operação Igapó, que investiga uma organização criminosa suspeita de corrupção e lavagem de dinheiro. De acordo com a PF, os investigados desviavam verbas públicas de emendas parlamentares e recursos estaduais por meio de fraudes em processos de licitação e depois usavam o dinheiro desviado para o pagamento de vantagens indevidas e ocultação de patrimônio.

Segundo o blog apurou, os celulares foram encontrados pela PF jogados da janela. A PF fez vídeo dos celulares no gramado.

Além dos celulares, a Polícia Federal também encontrou dinheiro em espécie no imóvel do deputado.

Fonte: G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/12/2025/17:46:23

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Dom Odilo proíbe padre Julio de transmitir missas, ordena que saia das redes e pode afastá-lo de paróquia

(Foto: Eduardo Knapp/Folhapress) – O cardeal arcebispo de São Paulo, dom Odilo Scherer, determinou que o padre Júlio Lancelotti não transmita mais missas ao vivo, suspenda todas as suas atividades em redes sociais e pode retirá-lo da paróquia de São Miguel Arcanjo, no bairro da Mooca, em SP, onde ele atua há mais de 40 anos.

Lancelotti comunicou que as missas não seriam mais transmitidas no domingo (14), justamente durante uma das transmissões. A informação incendiou grupos de padres e religiosos que se comunicam por WhatsApp.

As celebrações eram transmitidas ao vivo pela Rede TVT (TV dos Trabalhadores), mantida por sindicatos, pelo portal ICL e pelo YouTube.

Lancelotti confirmou a decisão de dom Odilo à coluna _e, na sequência, divulgou uma nota em que diz reafirmar “minha pertença e obediência à Arquidiocese de São Paulo” (ler a íntegra no fim do texto).

“Dom Odilo me pediu para dar um tempo. Ele acha que é uma forma de recolhimento e de proteção”, diz o religioso à Folha. Questionado se concordava com a decisão, ele respondeu que tem “apenas que obedecer”.

Lancelotti, que se dedica especialmente à população de rua de São Paulo, é alvo comum de parlamentares e políticos de direita, especialmente de integrantes do MBL (Movimento Brasil Livre).

Na última investida, o deputado federal Junio Amaral (PL-MG) publicou um vídeo no Instagram afirmando que levou um abaixo-assinado com mais de mil assinaturas à Embaixada do Vaticano pedindo o afastamento do padre de suas atividades religiosas.

Dom Odilo Scherer pode retirá-lo da paróquia em que atua ainda neste ano.

Sobre essa questão, Lancelotti afirma que isso “ainda não aconteceu”, ao contrário do que começou a ser disseminado em grupos de WhatsApp ligados à igreja.

Ele explica que, pela regra, padres que completam 75 anos podem ser removidos das localidades em que atuam para se aposentar. Lancelotti completará 77 anos no dia 27.

Há padres, no entanto, que permanecem em suas funções por muito mais tempo _alguns depois de completar “80, 90 anos”, diz Lancelotti. “Depende da necessidade da igreja”, explica ele.

A decisão de afastá-lo, no entanto, ainda não foi oficalizada pelo cardeal.

Em nota divulgada nesta terça (16), o padre afirma o seguinte:

“Conforme informado no último domingo (14/dez), as transmissões estão temporariamente suspensas, porém as missas dominicais continuam sendo celebradas normalmente às 10h, na Capela da Universidade São Judas – Mooca.

As redes sociais não estão sendo movimentadas porum período de recolhimento temporário.

Não procede a informação sobre a transferência da Paróquia São Miguel Arcanjo.

” Reafirmo minha pertença e obediência à Arquidiocese de São Paulo”.

Fonte: Folha de São Paulo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/12/2025/07:48:46

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Justiça concede liminar para suspender garimpo no entorno de terra indígena em MT

(Foto: Escavadeira usada pelos garimpeiros na Terra Indígena Sararé, no Mato Grosso, é destruída em operação do Ibama e da PRF // Ibama) –   Operação havia sido autorizada de forma irregular pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente, segundo ação. Também não houve consulta a povo indígena que ocupa a região, como prevê convenção da OIT.

A Justiça Federal em Cáceres (MT) concedeu liminar para suspender a autorização para garimpo em área localizada a 130 metros da terra indígena Sararé, em Mato Grosso, próxima à fronteira com a Bolívia.

A terra tem cerca de 200 indígenas Katitãuhlu, da etnia Nambikwara, e fica entre os municípios de Conquista D’Oeste, Nova Lacerda e Vila Bela da Santíssima Trindade. Os indígenas argumentam que o garimpo tem impedido a manutenção do estilo de vida tradicional na comunidade e interfere em atividades cotidianas.

O pedido de suspensão da autorização foi feito pela DPU (Defensoria Pública da União) e teve parecer favorável do Ministério Público Federal.

Segundo a ação, a licença de operação foi concedida de forma irregular pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente, dispensando Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental. Outro ponto levantado foi a falta de uma consulta ao povo indígena Katitãuhlu/Nambikwara que ocupa a região, conforme prevê a convenção da OIT (Organização Internacional do Trabalho).

A sentença lembra que a Cooperlima (Cooperativa de Extração de Metais e Pedras Preciosas de Pontes e Lacerda) já havia sido autuada em 14 de agosto por explorar garimpo ilegal da terra indígena. “Atualmente, obtém licença de forma temerária e sem a observância dos trâmites legais exigidos para realizar pesquisa minerária na mesma área, onde, anteriormente, atuou de forma clandestina”, indica.

Na ação, a Defensoria argumenta que o licenciamento simplificado ignora o contexto de emergência humanitária e conflito armado na terra indígena e que qualquer análise de impacto ambiental “minimamente responsável” deveria ter como premissa básica “o risco de captura da atividade licenciada pelas redes criminosas que dominam a região”.

A decisão afirma ser plausível que a autorização seja usada não apenas para exploração mineral, mas como um meio de burlar a fiscalização. Isso se daria a partir da legitimação indevida de ouro extraído da terra indígena a partir da declaração de que teria sido retirado pela Cooperlima. “O trânsito de minério seria, assim, facilitado e praticamente impossível de ser fiscalizado, em razão da proximidade com a referida” terra indígena.

A decisão judicial estipula multa de R$ 80 mil para uso de maquinário pesado, R$ 10 mil para pessoas exercendo atividade de garimpo ou operação de máquinas, R$ 10 mil para uso de equipamento leve e R$ 50 mil para cada 100 gramas de mercúrio ou 1 kg de qualquer outro produto contaminante.

Caso a decisão seja descumprida, Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) e Funai (Fundação Nacional dos Povos Indígenas) deverão apreender maquinário e equipamentos utilizados.

Fonte: Folha de São Paulo e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/12/2025/07:48:46

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Estudantes do Pé-de-Meia podem retirar absorventes grátis

(Foto: Divulgação/MEC) – Iniciativa conjunta do MEC e do Ministério da Saúde (MS) busca fortalecer o combate à evasão escolar, além de promover a dignidade menstrual para jovens de baixa renda na rede pública de ensino

Autorização para a retirada de absorventes gratuitos pode ser emitida pela página de consulta do programa Pé-de-Meia.

A partir desta segunda-feira, 15 de dezembro, estudantes que participam do programa Pé-de-Meia poderão emitir a autorização para a retirada gratuita de absorventes, por meio da página de consulta do programa Pé-de-Meia. A iniciativa resulta de parceria entre os ministérios da Educação (MEC) e da Saúde (MS) e contempla jovens de baixa renda com idades entre 14 e 24 anos, com matrícula na rede pública de ensino, participantes do Pé-de-Meia e do Programa Dignidade Menstrual. A ação conjunta reforça o compromisso do governo federal de combater a pobreza menstrual e apoiar a permanência escolar.

Para garantir o benefício, basta acessar a página de consulta do Pé-de-Meia e clicar no banner do Dignidade Menstrual. Com a autorização impressa ou digital, Cadastro de Pessoa Física (CPF) e documento com foto, a retirada é feita em qualquer farmácia credenciada ao programa Farmácia Popular.

A ação unificada é voltada ao público que se enquadra nos critérios de ambos os programas, garantindo que jovens que já recebem o incentivo financeiro para permanecer no ensino médio também tenham acesso facilitado aos produtos de higiene menstrual.

Pé-de-Meia – Instituído pela Lei nº 14.818/2024, o Pé-de-Meia é um programa de incentivo financeiro-educacional na modalidade de poupança, destinado a promover a permanência e a conclusão escolar de estudantes matriculados no ensino médio público. Seu objetivo é democratizar o acesso à educação e reduzir a desigualdade social entre os jovens, estimulando a mobilidade social. Os estados, os municípios e o Distrito Federal prestam as informações necessárias à execução do incentivo, possibilitando o seu acesso aos estudantes matriculados nas respectivas redes de ensino.

Fonte: Gov.br e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/12/2025/07:48:46

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Rio: PF prende desembargador, e Rodrigo Bacellar é alvo de buscas

(Foto: Reprodução) – Macário Judice Neto, desembargador que relata o caso TH Joias no TRF-2, foi preso na manhã desta terça (16/12) durante operação da PF no Rio.

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (16/12), no Rio de Janeiro, a Operação Unha e Carne 2, que investiga o vazamento de informações sigilosas que favorecem o Comando Vermelho. Desta vez, um dos alvos é o desembargador Macário Ramos Judice Neto (foto em destaque), que relata o caso de Thiago Raimundo dos Santos, o TH Joias, no TRF-2. Judice Neto foi preso.

O deputado estadual licenciado Rodrigo Bacellar (União Brasil), ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), é novamente alvo de buscas nesta terça. Preso na primeira fase da Unha e Carne, ele foi solto pelo plenário da Alerj e ficou livre da cadeia, mediante uso de tornozeleira eletrônica.

Segundo a PF, Judice Neto vazou informações sobre a operação contra o ex-deputado TH Joias em setembro, de acordo com mensagens que estariam no aparelho celular de Bacellar, apreendido durante sua prisão.

Fonte: Metropoles e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/12/2025/07:48:46

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Em várias capitais, manifestantes vão às ruas contra PL da Dosimetria

Foto: Reprodução | Em Brasília, cartazes diziam “sem anistia para golpista”.

Manifestantes de diversas cidades brasileiras foram às ruas neste domingo (14) contra a aprovação do chamado PL da Dosimetria, o projeto de lei que pretende diminuir o cálculo das penas (dosimetria) de condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 e beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Os atos são promovidos pelas frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, movimentos de esquerda que se mobilizaram contra a aprovação do projeto.

Pela manhã, os atos foram realizados nas principais capitais do país, entre elas, Belo Horizonte, Campo Grande, Cuiabá, Maceió, Fortaleza, Salvador e Brasília.

Na capital federal, os manifestantes se reuniram em frente ao Museu da República e se dirigiram ao Congresso, onde gritaram palavras de ordem e ergueram cartazes com os dizeres “Sem anistia para golpista”. Também houve criticas ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB).

Paulista ocupada

São Paulo (SP), 14/12/2025 -Manifestantes ocupam a Avenida Paulista, na região central da capital paulista, neste domingo (14), para protestar contra o Congresso Nacional por causa da aprovação do Projeto de Lei (PL) da Dosimetria. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil – Rovena Rosa/Agência Brasil
São Paulo (SP), 14/12/2025 -Manifestantes ocupam a Avenida Paulista, na região central da capital paulista, neste domingo (14), para protestar contra o Congresso Nacional por causa da aprovação do Projeto de Lei (PL) da Dosimetria. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil – Rovena Rosa/Agência Brasil

Manifestantes ocupam a Avenida Paulista, na região central da capital paulista, neste domingo (14), para protestar contra o Congresso Nacional por causa da aprovação do Projeto de Lei (PL) da Dosimetria.

No ato, que está concentrado nos quarteirões próximos ao Museu de Arte de São Paulo (MASP), estão presentes representantes de centrais sindicais de trabalhadores, movimentos sociais e estudantis e de partidos políticos de oposição ao projeto de lei. Os manifestantes entoaram, em coro, diversas vezes “sem anistia” durante o protesto, além de carregarem cartazes com mensagens como “Congresso inimigo do povo”, com destaque de crítica contra o presidente da Câmara Hugo Motta. Há ainda quem se vestiu de verde e amarelo para protestar também contra a anistia dos golpistas e contra um congresso retrógrado.

A votação do PL ocorreu após a Polícia Legislativa retirar, à força, o deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) da Mesa Diretora, que ele havia ocupado. Jornalistas foram proibidos de cobrir a ação policial e vários profissionais de imprensa foram agredidos pelos policiais.

Parlamentares da oposição preveem, para Bolsonaro, que o total da redução pode levar ao cumprimento de 2 anos e 4 meses em regime fechado em vez dos 7 anos e 8 meses pelo cálculo atual da vara de execução penal.

“A convocação desse ato foi motivada pela votação que aconteceu na Câmara dos Deputados essa semana do PL da Dosimetria. Nós entendemos que é uma anistia e que os crimes que foram cometidos contra a democracia são muito graves e não podem ser perdoados, até porque a impunidade faz com que venham outras tentativas de golpe depois”, disse Juliana Donato, da Frente Povo Sem Medo. Ela avalia que a pressão popular nas ruas é um movimento que pode, sim, levar à derrota do PL na votação que ainda ocorrerá no Senado.

Ela destaca que o ato é também um protesto contra a aprovação pelo Congresso de diversas outras pautas que vão contra o povo brasileiro. “Além da questão da anistia, por exemplo, tem o Marco Temporal, a tentativa de cassação do deputado Glauber Braga – que felizmente a gente conseguiu evitar a cassação -, e várias outras pautas que tentam tirar direito dos trabalhadores ou são em benefício dos próprios mandatos, emendas do centrão, ou em benefício das pautas dos empresários, que são, de novo, contra os trabalhadores.”

“Tudo isso está inserido em um grande ataque à democracia. O Congresso Nacional é a casa do povo, então como é que você tem uma casa do povo que vota coisas contra o povo de madrugada e impede a imprensa de entrar para documentar o que está acontecendo? Por isso que essa frase ‘Congresso inimigo do povo’ ficou tão popular na internet, porque as pessoas estão começando a entender e nós vamos ter que dar um recado em 2026 também, quando nós vamos eleger os deputados”, disse Juliana, acrescentando que atualmente a maioria dos parlamentares não representa o povo brasileiro.

Rio de Janeiro

Rio de Janeiro (RJ), 14/12/2025 -Manifestantes fazem ato na orla de Copacabana contra PL da Dosimetria e outros temas em votação no congresso nacional. Foto: Tânia Rego/Agência Brasil – Tânia Rego/Agência Brasil
Rio de Janeiro (RJ), 14/12/2025 -Manifestantes fazem ato na orla de Copacabana contra PL da Dosimetria e outros temas em votação no congresso nacional. Foto: Tânia Rego/Agência Brasil – Tânia Rego/Agência Brasil

Milhares de pessoas ocupam as ruas próximas ao Posto 5, em Copacabana, na zona sul da cidade do Rio de Janeiro, para protestar contra a aprovação do Projeto de Lei da Dosimetria.

O protesto foi convocado por movimentos sociais, como a Frente Brasil Sem Medo, sindicatos, estudantes e conta com a presença de militantes e de partidos políticos de esquerda e de artistas. A organização ganhou culto com a convocação e participação de artistas, como Caetano Veloso, Gilberto Gil, que se referem á manifestação como o segundo ato musical contra retrocessos em discussão no Congresso Nacional. Eles vão se apresentar durante a tarde, no protesto.

Além do PL da Dosimetria, classificado pelos participantes como um grande retrocesso democrático e “golpe”, os manifestantes também falaram contra a escala de seis dias de trabalho por um de descanso, fizeram um apelo por medidas concretas para combater o feminicídio, condenaram o marco temporal, que limita a demarcação de terras indígenas, e cobraram transparência nas investigações do Banco Master, por exemplo. Muitas falas foram feitas por parlamentares, líderes sindicais e estudantis de cima de um carro de som.

Além de exibir adesivos “sem anistia” e “congresso inimigo do povo”, um grupo de mulheres se destacou com uma performance chamando parlamentares de “ratos traiçoeiros”. Para um ato, distribuíram, baratas, cobras, escorpiões e ratos, de borracha, além de fotos dos deputados que votaram a favor do projeto que reduziu as penas criminais.

De acordo com a professora Carolina Fernandes Calisto, que participou da performance, os atuais deputados, ao tomarem decisões que contrariam a vontade do povo, se assemelham aos vermes. “Estamos aqui para lembra-los que é o povo quem deve dar as ordens e que, decisões de madrugada, sem transparência, são atitudes covardes, de ratos e baratas”, comparou

Acompanhada da uma filha e de uma amiga, Angela Tarnapolsky aposentada, contou que, aos 72 anos, depois de acompanhar boa parte da história recente do país, desde o golpe militar, não poderia deixar de protestar. “O que me trouxe aqui hoje foi a indignação diante de uma situação dramática, que se desenha desde o golpe contra a presidenta Dilma [Rousseff]”, contou. Ela apostava no retorno à democracia com a eleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas observa retrocessos diante de deputados e senadores que chamou de retrógrados. “Nem na ditadura tivemos um Congresso com essa maioria de fascistas”, disse.

Ela criticou o PL da Dosimetria, mas também a quase cassação do deputado Glauber Braga (PSOL -RJ). “O processo de cassação instaurado para o Glauber foi uma armadilha. O caso não se compara ao de outros deputados, condenados pela Justiça, situação da Carla Zambelli (PL-SP) e do [Alexandre] Ramagem (PL-RJ)”. Os dois deputados do PL são fugitivos da Justiça, estando Carla detida na Itália. A cassação do mandato dela foi determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Morais, na última semana. Ela tinha sido poupada pelos colegas de Casa.

As artistas Camila Pitanga e Teresa Cristina estavam misturadas ao público, no chão. A atriz disse que é papel dos cidadãos brasileiros lutar pelo melhor de seu país. “A gente veio aqui depois de uma semana infernal, de desrespeito às leis, aos povos indígenas, e ao povo brasileiro com um PL da Dosimetria, que na verdade, é aceitação do golpismo. São muitas bombas”, disse.

A cantora lembrou também lembrou a quase cassação do deputado Glauber Braga (PSOL – RJ) e do impacto da divulgação de supostas reuniões entre lideres políticos para articular a aprovação do PL da Dosimetria. “Passamos uma semana muito difícil. Como que pode colocar em votação um projeto de anistia maquiada 1h da manhã? Nunca vi o Congresso Nacional reunido de madrugada, na surdina, na calada da noite, para botar algum tipo de benefício ao trabalhador”, pontuou, com indignação, sobre a votação.

Ela também citou como motivo do ato o deboche de parlamentares contra a deputada Benedita da Silva (PT-RJ) e Jandira Feghali. “O Brasil não é deles. Eles foram eleitos pelo povo”, frisou.

Glauber Braga este na manifestação e aproveitou para agradecer ao apoio popular. Ele disse que, com a suspensão de seus mandato, por seis meses, determinado pelo Congresso Nacional, “transferirá o gabinete para as ruas”, onde continua a mobilização contra o PL da Dosimetria e contra as chamadas emendas PIX. Essa modalidade permite o repasse de recursos públicos sem explicar como será o gasto.

A partir das 16h estão previstos os shows dos artistas. Por conta da participação deles, o ato foi batizado de “Ato Musical 2: o retorno”. O título faz referência à manifestação anterior, em setembro, contra a PEC da Blindagem, que acabou alterada pela Congresso Nacional, atendendo as reivindicações dos protestos, e cobrando punição aos envolvidos na tentativa de golpe de Estado.

Manifestantes fazem ato na orla de Copacabana contra PL da Dosimetria e outros temas em votação no congresso nacional. Tânia Rego/Agência Brasil
Manifestantes fazem ato na orla de Copacabana contra PL da Dosimetria e outros temas em votação no congresso nacional. Tânia Rego/Agência Brasil

O que é o PL?

O texto do PL da Dosimetria determina que os crimes de tentativa de acabar com o Estado Democrático de Direito e de golpe de Estado, quando praticados no mesmo contexto, implicarão no uso da pena mais grave em vez da soma de ambas as penas. O PL ainda reduz o tempo para progressão do regime de prisão de fechado para semiaberto ou aberto.

A mudança deve beneficiar, entre outros, os réus Jair Bolsonaro, além dos militares Almir Garnier, ex-comandante da Marinha; Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa; Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil; e Augusto Heleno, ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

Redução de penas

O projeto de lei (PL) da Dosimetria reduz o tempo de progressão de pena para alguns criminosos comuns, afirmam especialistas em direito consultados pela Agência Brasil. O texto foi aprovado na Câmara dos Deputados para beneficiar os condenados envolvidos na tentativa de golpe de Estado que culminou no 8 de janeiro de 2023, incluindo o ex-presidente Bolsonaro.

O professor de direito da PUC do Rio Grande do Sul (RS) Rodrigo Azevedo destaca que a mudança reduz “sensivelmente” os percentuais de cumprimento de pena para a progressão em comparação ao modelo vigente desde 2019, especialmente os crimes comuns não violentos.

Fonte: Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/12/2025/07:48:46

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Jornalista que atuou em Novo Progresso é destaque no Jornalismo em São Paulo; relembra começo de carreira e cita Novo Progresso

Simone Gomes foi entrevistada no Vitrine CBN | Foto: Heloísa Lupatini/Portal CBN Prudente

A jornalista Simone Gomes, que hoje é apresentadora e editora-chefe do Fronteira Notícias – 2ª Edição, da TV Fronteira, em São Paulo, tem uma trajetória marcada por fé, profissionalismo e passagens importantes pelo interior do Brasil — entre elas, o município de Novo Progresso (PA).

Simone exerceu funções profissionais em Novo Progresso ainda em 2022, durante o mandato do ex-prefeito Juscelino, além de ter trabalhado por alguns anos em um jornal local, período que foi fundamental para sua formação jornalística e amadurecimento profissional.

Com alto astral e dedicação à profissão, a apresentadora está diariamente na casa de centenas de moradores do Oeste Paulista, consolidando-se como um dos nomes de destaque do telejornalismo regional.

No último sábado (13), Simone foi entrevistada no programa Vitrine CBN Fronteira, onde falou sobre o início da carreira, sua caminhada profissional e a fé que sempre guiou suas decisões.

Durante a entrevista, a jornalista relembrou com carinho o período em que viveu e trabalhou em Novo Progresso, cidade que marcou profundamente sua história pessoal e profissional.

“Quando eu estava em Novo Progresso [Pará], fiquei lá dois anos e meio, eu vi que meu tempo já havia se encerrado. Eu fiz uma campanha de oração pedindo para Deus direcionar o meu caminho. Eu dizia: ‘Senhor, eu amo essa cidade, eu amo as pessoas, mas estou vendo que não precisam mais de jornalista aqui. Quero que o Senhor me mostre através de um sonho’”, relatou.

Simone contou que citava especificamente uma pessoa em suas orações, a irmã Analice, e que a resposta veio de forma inesperada.

“Um dia eu fui almoçar na casa dela e ela me falou: ‘Simone, eu estou triste, mas estou feliz ao mesmo tempo. Deus me falou através de um sonho que vocês estão mudando daqui, de Novo Progresso’. Foi então que eu fui embora para Vilhena, no direcionamento de Deus”, lembrou a apresentadora.

A trajetória de Simone Gomes reforça como o jornalismo do interior pode ser uma base sólida para grandes voos profissionais, levando consigo histórias, aprendizados e vínculos que permanecem vivos ao longo da carreira.

Confira o bate-papo completo vídeo abaixo:

Fonte: Jornal Folha do Progresso / cbnprudente e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/12/2025/07:48:46

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Ex-funcionária esconde bilhete em mamadeira para alertar mãe sobre maus-tratos contra menino com autismo em creche

(Foto:Funcionária esconde bilhete dentro de mamadeira para alertar mãe sobre maus-tratos em Rio Preto (SP) — Foto: Arquivo pessoal) – Em nota, direção da creche de Rio Preto (SP) informou que as alegações de maus-tratos são inverídicas. Pelo menos quatro mães procuraram a delegacia no sábado (13) para denunciar o caso.

Uma ex-funcionária escondeu um bilhete em uma mamadeira para alertar uma mãe de que o filho dela, de dois anos, com autismo nível 2, estaria sofrendo maus-tratos em uma creche particular. A unidade fica no bairro Solo Sagrado, em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo.

Em nota publicada nas redes sociais no sábado (13), a direção da creche afirmou que as alegações são inverídicas. A instituição informou que não houve prática de maus-tratos e que permanece à disposição das autoridades competentes.

O g1 conversou com a mãe, que é técnica de enfermagem, de 31 anos, e não vai ser identificada pela reportagem. Ela procurou a delegacia no sábado (13) para denunciar os maus-tratos após o contato da mulher, que trabalhava na creche.

Para chamar a atenção da mãe, a ex-funcionária escreveu em um bilhete, colocado na mamadeira na sexta-feira (12): “Me chama, preciso falar com você urgente sobre os cuidados do seu filho”. O conteúdo foi enviado ao g1 neste domingo (14).

Contudo, a técnica de enfermagem revelou que não notou o papel e, por isso, foi procurada pela berçarista nas redes sociais, que enviou as fotos e vídeos. Em uma das imagens, é possível ver que a criança está dormindo, suada. Conforme a mãe, o menino estava com fezes.

Em outra foto, é possível ver o menino sozinho, em uma sala vazia, sentado em uma cadeira de refeição, impossibilitado de sair. A criança, de acordo com o relato da ex-funcionária à mãe, era mantida isolada, sem refrigeração adequada, sob calor intenso.

No local, a profissional ainda comentou com a mãe que a alimentação das crianças era mal armazenada, denunciou condições insalubres de higiene, estrutura precária para atender as crianças, e afirmou que alguns bebês dormiam no chão ou em colchões velhos e sujos.

Mãe denuncia ambiente insalubre em creche em Rio Preto (SP) — Foto: Arquivo pessoal
(Mãe denuncia ambiente insalubre em creche em Rio Preto (SP) — Foto: Arquivo pessoal)

A mulher disse à reportagem que começou a suspeitar da situação após o filho, diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA), apresentar comportamento agressivo incomum, apesar de estar em tratamento e com medicação regular. Segundo a mãe, a reação do menino é consequência da negligência na creche.

A mulher relatou que procurou a advogada para formalizar a denúncia das condutas na esfera civil, além de criminal. “Ele é criança, fico muito revoltada, indignada, eu quero ir até o fim porque isso não se faz com nenhuma criança”, lamenta a mãe.

Além da técnica de enfermagem, outras três mães procuraram a delegacia na tarde de sábado para denunciar os maus-tratos contra as crianças. O g1 questionou a Secretaria de Segurança Pública (SSP) sobre o caso, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

O que diz a direção da creche?

“A direção da creche infantil vem, por meio desta, esclarecer informações recentemente divulgadas a respeito de uma suposta denúncia de maus-tratos contra crianças, as quais não condizem com a verdade.

Ressaltamos que as alegações veiculadas são inverídicas e carecem de qualquer fundamento fático ou comprovação. Trata-se de uma tentativa clara de distorção da realidade, surgida em meio a um contexto de disputa judicial, no qual foi ingressada uma ação judicial contra os antigos proprietários, que consta em andamento.

É importante destacar que a creche sempre pautou sua atuação pelo respeito, zelo e cuidado integral com as crianças, mantendo um ambiente seguro, acolhedor e adequado ao desenvolvimento infantil. Jamais houve qualquer prática de maus-tratos, sendo esta afirmação totalmente infundada.

Ademais, reforçamos que todos os pais e responsáveis sempre tiveram acompanhamento diário, com acesso livre às dependências da escola, podendo acompanhar de perto a rotina, o bem-estar e o desenvolvimento de seus filhos, o que demonstra a transparência e a confiança que sempre nortearam a relação entre a instituição e as famílias.

A creche permanece à disposição das autoridades competentes para quaisquer esclarecimentos adicionais e reafirma seu compromisso com a verdade, a ética e a proteção integral das crianças, repudiando veementemente a disseminação de informações falsas que possam causar prejuízos à instituição e às famílias atendidas.

Por fim, confiamos que os fatos serão devidamente esclarecidos, prevalecendo a verdade e a justiça. Todas as medidas judiciais já estão em andamento.”

Fonte: G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/12/2025/07:48:46

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Educado, discreto e empresário: como era o disfarce de um dos maiores traficantes da América do Sul

(Foto: fazendeiro e herdeiro — Foto: Montagem/g1) – Educado, discreto e de fala mansa, Rodrigo Alvarenga Paredes se apresentava como empresário, fazendeiro e herdeiro. A aparência de “bom moço”, segundo as autoridades, escondia um dos maiores traficantes de drogas da América do Sul.

Preso desde março de 2023, ele é acusado de comandar um esquema internacional de envio de cocaína para a Europa. Segundo a polícia, o grupo enviou ao menos 11 toneladas da droga para o continente entre 2020 e 2022. A carga está avaliada em cerca de R$ 2,8 bilhões.

Em depoimento à Justiça em maio deste ano, Alvarenga pediu desculpas pela emoção, agradeceu a oportunidade de falar e destacou a origem familiar. Disse ter nascido em uma “família abençoada” e afirmou que sempre manteve um padrão de vida confortável, mas sem ostentação.

Em audiência, negou ser líder e financiador de qualquer organização criminosa. “Nego categoricamente […] Não sei, para mim é como se fosse um filme de terror isso”, afirmou.

Para a Polícia Federal e o Ministério Público Federal, porém, o perfil discreto fazia parte da estratégia. As investigações apontam que Alvarenga tinha capacidade de organização e controle de todas as etapas do tráfico, desde a negociação da cocaína em países produtores até a logística de envio para portos do Sul do Brasil e, depois, para a Europa, Ásia e África, além da lavagem do dinheiro.
Um dos maiores traficantes da América do Sul, Rodrigo Alvarenga Paredes se apresentava como empresário,

Para a Procuradoria-Geral da República, tratava-se de uma organização transnacional com estrutura empresarial, que atuava de forma profissional em todas as fases da operação.

A investigação indica que a cocaína era produzida na Bolívia, transportada por carro ou avião pelo Paraguai e introduzida no Brasil pela região Sul. A droga seguia então para portos brasileiros, de onde era enviada ao exterior escondida em cargas legais.

Após a prisão de Alvarenga, em março de 2023, a Polícia Federal e o Ministério Público Federal intensificaram as operações para localizar comparsas e compradores da droga na Europa. A ação mais recente ocorreu no fim do mês passado, com operações simultâneas no Brasil, no Paraguai e na Holanda.

Um dos episódios que chamou a atenção dos investigadores envolve uma carga de 1,7 tonelada de cocaína enviada para Hamburgo, na Alemanha.

Mensagens interceptadas mostram o albanês Armando Pacani, apontado como um dos principais compradores, avisando sobre o sumiço do contêiner. Parte da droga foi recuperada pelos traficantes, e o restante apreendido pela polícia alemã.

As investigações também levaram ao porto de Rio Grande, no Rio Grande do Sul, apontado como a principal base logística do grupo.

Segundo as autoridades, a organização tinha acesso a áreas restritas do porto com a ajuda de empresários locais. Um deles, César de Oliveira Júnior, é apontado como responsável por organizar exportações usadas para esconder a droga em meio a cargas legais.

César nega envolvimento com o tráfico. Seus advogados afirmam que ele nunca participou de práticas ilícitas e que mantém reputação íntegra ao longo de 30 anos de carreira. Já Pacani está em Dubai, e o Brasil pediu a extradição dele. A defesa diz que ele é um cidadão comum, sem antecedentes criminais e sem patrimônio bloqueado.

A defesa de Alvarenga também contesta as acusações. Os advogados afirmam que não há provas suficientes para sustentar uma condenação criminal e que o acusado não participou dos atos descritos na denúncia. Desde o início das operações, a polícia já prendeu 21 pessoas e bloqueou bens avaliados em quase R$ 500 milhões.

Rodrigo Alvarenga Paredes é acusado de comandar um esquema internacional de envio de cocaína para a Europa — Foto: Reprodução/TV Globo
Rodrigo Alvarenga Paredes é acusado de comandar um esquema internacional de envio de cocaína para a Europa — Foto: Reprodução/TV Globo

Fonte: G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 16/12/2025/07:48:46

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

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