4 pontos da nova lei de licenciamento ambiental: o que acontece agora?

(Foto: Reprodução) – Ambientalistas criticam aprovação de lei sobre licenciamento ambiental e afirmam que ela pode aumentar o desmatamento. Ruralistas comemoram aprovação e dizem que nova lei vai destravar investimentos

Aprovado na Câmara dos Deputados na madrugada de quinta-feira (17/7), o projeto de lei que cria novas normas para o licenciamento ambiental no Brasil poderá sofrer vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ser contestado no Supremo Tribunal Federal (STF), segundo membros do governo e organizações não-governamentais.

De um lado, ambientalistas classificam o texto com o “PL (projeto de lei) da devastação” sob o argumento de que ele fragiliza mecanismos de proteção ambiental e coloca em risco a sustentabilidade de ecossistemas e a saúde da população.

A aprovação acontece a quatro meses de o Brasil sediar a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), em Belém.

Por outro lado, parlamentares da bancada ruralista defendem a lei aprovada argumentando que ela destravaria investimentos e facilitaria a execução de projetos de infraestrutura supostamente paralisados por pendências junto a órgãos ambientais.

Como foi aprovada em segundo turno pela Câmara dos Deputados, a lei agora vai à sanção presidencial. Só então ela começa a entrar em vigor ou não. Caso haja vetos, ainda caberá ao Congresso mantê-los ou derrubá-los.
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A aprovação do projeto aconteceu apesar de críticas de membros do governo contrários ao texto.

Entre eles, o da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva. Nas suas redes sociais, Marina reprovou a aprovação da lei.

“(A lei) flexibiliza ao extremo os procedimentos de licenciamento ambiental e fragiliza todo o arcabouço legal que sustenta a proteção socioambiental, sem trazer ganho de eficiência ou agilidade […] A proposta aprovada na Câmara impõe retrocessos estruturais e cria vulnerabilidades socioambientais e insegurança jurídica, podendo inclusive ser questionada na justiça por setores da sociedade”, afirmou a ministra em uma postagem.

Em entrevista ao jornal O Globo, Marina não descartou a hipótese de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vetar trechos da nova lei aprovada e de, eventualmente, a lei ser questionada judicialmente no Supremo Tribunal Federal (STF).

“Os processos de judicialização virão de todos os lados, da sociedade civil, da comunidade científica, do Ministério Público, de agentes públicos. Isso não vai alcançar o objetivo de agilizar, porque uma coisa é agilizar sem prejudicar a qualidade do licenciamento. Outra coisa é passar por cima da qualidade em nome da agilidade”, disse a ministra ao jornal.

Já o deputado federal e presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, Pedro Lupion (PP-PR), comemorou a aprovação.

“Finalmente, aperfeiçoamos uma legislação para destravar investimentos, desburocratizar o sistema e gerar oportunidade e renda ao país”, disse o parlamentar.

O licenciamento ambiental é uma etapa em que órgãos de controle avaliam a viabilidade ambiental de um determinado empreendimento. Nesta fase, as autoridades verificam o potencial poluidor de uma determinada atividade, se ela pode ser desempenhada em um determinado local e que medidas de mitigação dos seus impactos devem ser adotadas.

Mas o que o projeto muda na prática? Confira abaixo quatro pontos sobre as principais mudanças aprovadas pelo Congresso Nacional sobre o licenciamento ambiental.
Foto com logotipo da Petrobras na fachada de um prédio

1. Licenciamento Ambiental Especial

Este tipo de licenciamento foi sugerido por uma emenda feita pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil – AP), durante a tramitação do texto no Senado Federal.

Esta modalidade prevê um processo de licenciamento ambiental mais rápido e simplificado para empreendimentos classificados pelo governo federal como estratégicos.

Atualmente, o licenciamento ambiental convencional é requerido independentemente de um determinado projeto ser considerado prioritário ou não para o governo.

A definição sobre quais projetos serão considerados estratégicos deverá ser feita pelo Conselho de Governo, que é um órgão de assessoramento da Presidência da República, a cada dois anos.

Um dos pontos criticados por ambientalistas é que este tipo de licenciamento fragiliza a atuação dos órgãos ambientais e poderá ser aplicado mesmo se o empreendimento puder causar grande degradação do meio ambiente.

Outra crítica é que a definição de projetos prioritários poderá passar por pressões políticas, como é o caso de projetos como a exploração de petróleo na bacia sedimentar da Foz do Amazonas, na Costa do Amapá, Estado por onde Alcolumbre é senador.
Foto do leito de terra batida da rodovia BR-319 , localizada entre Rondônia e Amazonas, cruzando a floresta amazônica

2. Licenciamento por adesão

Outra alteração nas normas ambientais é a ampliação do uso do licenciamento ambiental por adesão e compromisso, o chamado LAC.

Este tipo de licenciamento é mais simples pois não há necessidade de o responsável pelo empreendimento apresentar ou realizar estudos de impacto ambiental. Estes estudos trazem informações sobre as consequências ambientais de um determinado projeto ou atividade econômica na localidade onde se planeja instalá-lo.

Atualmente, por determinação do STF, apenas empreendimentos de pequeno porte e de pequeno potencial poluidor poderiam utilizar este tipo de licenciamento.

A lei aprovada, no entanto, amplia esse tipo de licenciamento para empreendimentos de médio porte e de médio potencial poluidor.

Esse tipo de licença poderá ser utilizada para serviços e obras de duplicação de rodovias, pavimentação de estradas que já existem, instalação e ampliação de linhas de transmissão que estejam nas faixas de domínio das rodovias.

Para obter a licença, o responsável pelo empreendimento deverá apresentar apenas um Relatório de Caracterização do Empreendimento (RCE). Este relatório deverá conter informações como a localização, dimensões e atividade que se pretende desenvolver.

No entanto, a análise desses dados pelos órgãos ambientais responsáveis não será obrigatória. Além de essa análise ser feita por amostragem, os deputados aprovaram que ela será facultativa.

Uma outra alteração na lei tem impacto direto sobre projetos como a pavimentação da BR-319, localizada entre os Estados de Rondônia e Amazonas. Ela cruza uma área preservada da região Amazônica e sua pavimentação é defendida por políticos e empresários dos dois Estados.

O Ministério do Meio Ambiente (MMA), no entanto, defende que a obra passe por um processo de licenciamento ambiental criteriosos para evitar que ela se transforme em vetor de desmatamento.

O projeto aprovado, no entanto, dispensa de licenciamento ambiental obras classificadas como serviços de manutenção e melhoramento de infraestrutura em instalações já existentes.

Um dos argumentos dos defensores da pavimentação da rodovia é justamente o fato de que ela já existe, portanto, seu processo de licenciamento deveria ser mais simples do que o de uma estrada construída do zero.

3. Mudanças para o agronegócio

A lei aprovada também prevê mudanças para o processo de licenciamento ambiental voltado ao agronegócio.

A principal delas é a dispensa de licenciamento ambiental para atividades como:

cultivo de espécies agrícolas temporárias, semiperenes ou perenes
pecuária semi-intensiva e extensiva
pecuária intensiva de pequeno porte
pesquisa agropecuária sem risco biológico

Atualmente, a depender da dimensão do empreendimento agropecuário, o produtor rural precisa ter uma autorização do órgão ambiental responsável e de uma avaliação sobre os possíveis impactos ambientais da atividade.

Pela lei aprovada, para que agricultores e pecuaristas desenvolvam suas atividades, bastará preencher um formulário auto-declaratório informando que a atividade não apresenta riscos ambientais e entregá-lo aos órgãos ambientais locais.

As medidas eram defendidas por ruralistas que argumentam que ela facilitaria investimentos no setor e dariam mais segurança jurídica. Ambientalistas, por outro, criticam a medida.

“O texto aprovado atende aos anseios do setor produtivo, ao evitar retrocessos e estabelecer segurança jurídica e ambiental para o país e para a economia”, disse o coordenador de sustentabilidade da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), Nelson Ananias, em nota divulgada pela entidade.

Por outro lado, ambientalistas criticam

“Além das dispensas citadas, a proposta aprovada pela Câmara contempla um grande número de dispensas, expondo a lógica de desconstrução do licenciamento ambiental no país”, diz um trecho do posicionamento divulgado pela organização não-governamental Observatório do Clima, após a aprovação da lei.

4. Atribuição de responsabilidade

O texto também aprovou mudanças sobre o poder dos órgãos ambientais, indígenas e de proteção a comunidades quilombolas e ao patrimônio histórico. De acordo com a nova lei, apenas terras indígenas ou quilombolas que já foram demarcadas ficariam sujeitas à proteção dos órgãos federais responsáveis.

Em termos práticos, a Fundação Nacional do Índio (Funai) ou o Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (Iphan) só seriam ouvidos durante o processo de licenciamento ambiental de um empreendimento que afete uma terra indígena ou quilombola se elas já tiverem sido homologadas pela União.

Caso a terra ainda esteja no processo de homologação, a Funai e o Iphan ficarão de fora deste processo. Atualmente, os órgãos ambientais e indigenistas são consultados mesmo quando as áreas em questão ainda não foram homologadas.

Hoje, há 114 terras indígenas e quilombolas ainda não homologadas pela União.

Uma nota técnica divulgada pela organização não-governamental Instituto Socioambiental (ISA) avalia que a nova lei poderá afetar negativamente uma área de áreas atualmente protegidas equivalente ao Estado do Paraná.

“Esse retrocesso geraria imediata judicialização perante o STF, pela declaração de inconstitucionalidade do dispositivo, uma vez que o tema tem seu fundamento explicitamente tratado na Constituição Federal”, diz a nota.

Além disso, a lei aprovada na Câmara prevê a obrigatoriedade de análise apenas dos impactos ambientais diretos das atividades ou empreendimentos, não incluindo os impactos indiretos, que segundo cientistas, podem ser tão graves ou até mesmo pior que os impactos diretos.

No caso de empreendimentos localizados em unidades de conservação federais, por exemplo, a participação do órgão responsável, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, será obrigatória somente quando o empreendimento afetar diretamente a unidade ou sua zona de amortecimento, que é a área localizada no seu entorno.

Ainda que haja impactos indiretos sobre a unidade de conservação, o órgão não deverá participar do processo de licenciamento.

Outra mudança é que os pareceres dos órgãos ambientais responsáveis pela unidades de conservação afetadas por novos empreendimentos não serão mais vinculantes.

Isso quer dizer que o ente que conduzirá o licenciamento poderá, se quiser, desconsiderar a posição do órgão responsável pela unidade de conservação contra um determinado empreendimento.

 

Fonte: Leandro Prazeres e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 18/07/2025/13:21:25

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Lula se pronuncia em TV aberta após tarifas e farpas com Trump

Presidente fez pronunciamento na noite desta quinta-feira (17) (Foto: Reprodução)

Na fala, presidente classificou carta de Trump como “chantagem inaceitável”

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se pronunciou em TV aberta na noite desta quinta-feira (17). O pronunciamento ocorre após o tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a produtos brasileiros vendidos no mercado americano.

Bolsonaro é alvo de operação da PF e passará a usar tornozeleira eletrônica

Divulgada em rede nacional de rádio e televisão às 20h25 desta quinta, a fala do presidente teve duração de 4 minutos e 50 segundos e defendeu a soberania nacional, o Pix e o judiciário brasileiro.

Na fala, o presidente afirmou que a carta enviada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que anunciou a tarifa de 50% sobre produtos brasileiros, seria uma “chantagem inaceitável”.

Lula afirmou que o governo brasileiro fez mais de dez reuniões com o governo dos Estados Unidos, e que encaminhou no dia 16 de maio uma proposta de negociação, que não foi respondida.

Também, destacou o superávit comercial de US$ 410 bilhões de dólares que os Estados Unidos acumulam com o Brasil há mais de 15 anos.

Defesa do judiciário

Ele ainda defendeu o judiciário brasileiro e classificou como “um grave atentado à soberania nacional” a tentativa de interferir na justiça brasileira. Trump tem atacado o judiciário por conta do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF) pela tentativa de golpe de Estado em 8 de janeiro.

Na carta à Lula, Trump alega que as taxas impostas ao Brasil são, também, “devido aos ataques insidiosos do Brasil contra eleições livres e à violação fundamental da liberdade de expressão dos americanos”, sem apresentar provas.

— Contamos com um Poder Judiciário independente. No Brasil, respeitamos o devido processo legal, os princípios da presunção da inocência, do contraditório e da ampla defesa — disse Lula no pronunciamento desta quinta.

Sem citar nomes, o presidente criticou políticos brasileiros que apoiam as medidas anunciadas por Trump, e os chamou de “verdadeiros traidores da pátria”.

— Minha indignação é ainda maior por saber que esse ataque ao Brasil tem o apoio de alguns políticos brasileiros. São verdadeiros traidores da pátria. Apostam no quanto pior, melhor. Não se importam com a economia do país e os danos causados ao nosso povo — afirmou.

Veja os produtos de SC mais exportados aos Estados Unidos

Pix em pauta

Entre os temas mencionados no pronunciamento estão o Pix, que também foi alvo de ataques. Na terça-feira (15), o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos anunciou uma investigação contra o Brasil a pedido de Donald Trump.

Apesar de o o nome do sistema PIX não ser citado especificamente, o governo dos EUA fala em “serviços de comércio digital e pagamento eletrônico”, inclusive aqueles do governo.

— O Pix é do Brasil. Não aceitaremos ataques ao Pix, que é um patrimônio do nosso povo. Temos um dos sistemas de pagamento mais avançados do mundo, e vamos protegê-lo — disse Lula.

Entenda o tarifaço de Trump

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou no dia nove de julho que serão aplicadas tarifas de 50% sobre os produtos brasileiros a partir do dia 1° de agosto. A medida foi anunciada em uma carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), compartilhada na sua rede social, Truth Social.

O anúncio gerou reações no meio político e econômico brasileiro, com o receio sobre possíveis reflexos no país. As vendas para os Estados Unidos representam cerca de 12% das exportações nacionais e 14% das vendas de Santa Catarina para o mercado externo.

Na segunda-feira (14), Lula (PT) assinou o decreto que regulamenta a chamada Lei da Reciprocidade. A medida possibilita que o Brasil adote uma resposta à sobretaxa de 50% anunciada por Donald Trump para produtos brasileiros.

Em entrevista à CNN Internacional nesta quinta, Lula voltou a criticar Trump afirmando que não gostou da forma com que o presidente norte-americano anunciou a taxação, por meio de carta na sua própria rede social. Ao ver texto, Lula chegou a dizer que pensou se tratar de “fake news”.

— Nós não podemos ter o presidente Trump esquecendo que ele foi eleito para governar os Estados Unidos, e não para ser o imperador do mundo. Seria muito melhor estabelecer uma negociação primeiro e depois alcançar um acordo possível — afirmou Lula.

Após a entrevista de Lula, a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que Trump “não está tentando ser o imperador do mundo”, rebatendo a fala do petista.

— O presidente certamente não está tentando ser o imperador do mundo. Ele é um presidente forte dos Estados Unidos da América e também é o líder do mundo livre. E vimos uma grande mudança em todo o globo por causa da liderança firme deste presidente — disse a porta-voz.

 

Fonte: NSC Total e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 18/07/2025/13:13:47

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FAB transporta corpos de estudantes e motorista da UFPA vítimas de acidente em Goiás

Três estudantes e um motorista da UFPA vítimas de acidente serão sepultados em cidades paraenses. Haverá homenagem póstuma às vítimas na universidade em Belém.

Os quatro corpos das vítimas da Universidade Federal do Pará (UFPA) que morreram em um acidente na BR-153 saíram de Goiás em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) na manhã desta sexta-feira (18). A previsão é que cheguem a capital paraense às 12h30, na Base Área de Belém.

Uma homenagem póstuma seráfeita pela Universidade nesta sexta. As vítimas da UFPA que morreram no acidente são:

Ana Letícia Araújo Cordeiro, aluna de pedagogia, que será sepultada em Belém

Leandro Souza Dias, estudante de farmácia – que deve ser sepultado em Belém

Welfesom Campos Alves, estudante de Produção e Multimídia – será sepultado em Limoeiro do Ajuru, no Marajó, onde mora a família

Ademilson Militão de Oliveira, motorista da UFPA que será enterrado em Altamira

“A pedido dos familiares, a cerimônia de despedida dos estudantes será realizada no Auditório Setorial Básico do Campus Guamá [Belém]. A cerimônia de despedida do motorista da UFPA será no Campus da UFPA em Altamira, no Auditório Petroni Gurardelli”, informou a instituição.

Vítimas do acidente em Goiás — Foto: Redes Sociais
Vítimas do acidente em Goiás — Foto: Redes Sociais

Eles integravam um comboio de dois micro-ônibus e dois ônibus que saiu do campus Belém com cerca de 140 estudantes da UFPA rumo ao 60º Congresso da União Nacional dos Estudantes (Conune), em Goiânia.

Acidente entre micro-ônibus e caminhão na BR-153, em Porangatu — Foto: — Fotos: Divulgação/Corpo de Bombeiro
Acidente entre micro-ônibus e caminhão na BR-153, em Porangatu — Foto: — Fotos: Divulgação/Corpo de Bombeiro

A viagem foi interrompida quando um ônibus e um micro-ônibus foram atingidos por uma carreta na rodovia na manhã de quarta-feira (16) em Porangatu. As quatro vítimas da UFPA que morreram estavam no micro-ônibus: os três estudantes e o motorista. O caminhoneiro, Keyne Laurentino de Oliveira, que conduzia a carreta, também morreu.

Um dos ônibus atingidos por caminhão em acidente em Goiás — Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros

Estudantes também ficaram feridos e foram levados para hospitais da região, a maioria já recebeu alta. Nesta sexta-feira (18), duas pessoas seguem internadas em Goiás e outras duas no Tocatins.

Segundo o reitor da UFPA, Gilmar Pereira, a universidade vai custear a transferência de parentes do Pará até Goiás, para que os familiares possam acompanhar a recuperação dos alunos que permanecem internadas em estado grave.

Um perito do Pará chegou na noite de quinta a Goiânia com procurações para que os corpos fossem liberados e transportados juntos. Após a liberação, “foram levados pelas funerárias para a preparação para traslado e enterro”, segundo a Polícia Científica.

Última foto

Os estudantes que morreram fizeram o que seria a última foto juntos momentos antes do trágico acidente. Ao lado do micro-ônibus que integrava o comboio, os três e demais alunos que iam viajar no veículo posaram para uma foto, segurando bandeiras de movimentos estudantis.

Estudantes da UFPA que sofreram acidente posaram junto em foto antes da viagem do PA para GO — Foto: Redes sociais/Reprodução
Estudantes da UFPA que sofreram acidente posaram junto em foto antes da viagem do PA para GO — Foto: Redes sociais/Reprodução

A imagem foi postada por uma das alunas na terça-feira (15) e foi feita ainda na segunda(14) antes do início da viagem. Ela estava no micro-ônibus onde três estudantes morreram e ligou para família na manhã desta quarta para informar que estava ferida, mas fora de risco.

Acidente na BR-153 em Goiás — Foto: Arte g1

Acidente na BR-153 em Goiás — Foto: Arte g1

O presidente Lula, o governador de Goiás e instituições de ensino do Pará também se manifestaram. A UFPA decretou luto de três dias e está priorizando atendimento às famílias das vítimas que procuram o Campus Belém em busca de informações.

A suspeita inicial é que a carreta teria invadido a contramão e colidido frontalmente com o primeiro ônibus do comboio, que transportava 25 alunos, dois motoristas e um orientador. O outro ônibus também acabou se envolvendo, mas sem feridos. A perícia deve confirmar as circunstâncias da batida.

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Fonte:  g1 PA/Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 18/07/2025/09:30:53

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PF apreende US$ 14 mil em espécie, pendrive em banheiro e celular de Bolsonaro

Foto: Reprodução | Além da apreensão, Bolsonaro estará sujeito a diversas medidas cautelares impostas pelo ministro Alexandre de Moraes, entre elas, o uso de tornozeleira eletrônica.

A Polícia Federal encontrou aproximadamente US$ 14 mil (R$ 77,7 mil) em espécie, além de outros R$ 8 mil em dinheiro, na casa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) durante cumprimento de mandado de busca e apreensão na manhã desta sexta-feira (18), em Brasília. A quantia foi comunicada ao Supremo Tribunal Federal (STF). Embora manter dinheiro em casa não seja ilegal, valores acima de certos limites devem ser declarados à Receita Federal.

Os agentes também apreenderam o celular de Bolsonaro e, segundo informações da GloboNews, encontraram um pendrive escondido em um banheiro na residência. Os materiais também foi informados ao STF e serão submetidos a perícia.

Além das apreensões, Bolsonaro estará sujeito a diversas medidas cautelares impostas pelo ministro Alexandre de Moraes. Entre elas, o uso de tornozeleira eletrônica, recolhimento domiciliar noturno (entre 19h e 7h), e proibição de acessar redes sociais, se comunicar com embaixadores, diplomatas estrangeiros e outros réus do STF, incluindo seu filho Eduardo.

As diligências ocorreram não apenas na residência do ex-presidente, no Jardim Botânico, mas também em endereços ligados ao Partido Liberal (PL), legenda à qual ele é filiado.

Segundo fontes do STF ouvidas pelo G1, as medidas cautelares estão relacionadas a investigações sobre ataques à soberania nacional, inclusive em contexto de pressões externas, como a taxação de 50% imposta pelos EUA a produtos brasileiros, medida interpretada como retaliação ao julgamento de Bolsonaro por tentativa de golpe.

O advogado do ex-presidente, Celso Vilardi, informou que a defesa ainda aguarda acesso à íntegra da decisão judicial e que Bolsonaro só deverá se manifestar após isso. Ele também afirmou que não há, até o momento, ordem de depoimento, o que dependerá do desdobramento das buscas. Após a instalação da tornozeleira, Bolsonaro deverá retornar à sua residência.

Fonte:  g1/Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 18/07/2025/09:30:53

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VÍDEO: caminhão desgovernado atinge sete veículos e deixa 16 pessoas feridas na BR-376, no Paraná

Caminhão desgovernado atinge sete veículos e deixa 16 pessoas feridas na BR-376 — Foto: Thais Ludescher/RPC

Motorista relatou que veículo perdeu controle enquanto ele estava em uma oficina mecânica, para verificar os freios. Carreta atingida pelo caminhão desgovernado quase despencou de um viaduto.

Um grave acidente envolvendo um caminhão desgovernado, sem motorista, aconteceu no final da tarde desta quinta-feira (17) na BR-376, no contorno de Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná. Pelo menos sete veículos foram atingidos e 16 pessoas ficaram feridas.

Câmeras de segurança e vídeos gravados no local mostram o acidente e os danos causados por ele. Assista abaixo.

Em uma das imagens é possível ver que, assim que o caminhão disparou, um homem tentou jogar uma pedra nas rodas para tentar contê-lo, mas o veículo continuou rodando e invadiu a rodovia. Com o impacto da batida, uma carreta atingida pelo caminhão despencou de um viaduto que passa por cima de um acesso à cidade.

O acidente aconteceu no km 488 por volta das 16h40, e a rodovia sentido norte ficou totalmente interditada até às 18h53. Neste horário, a CCR PRVias, concessionária responsável pelo trecho da BR-376, informou que duas das três faixas tiveram o trânsito liberado.

À equipe da RPC, o motorista do caminhão desgovernado contou que estava fora do veículo, em uma oficina mecânica, quando tudo aconteceu. O profissional disse ter pegado uma carga de milho na cidade vizinha de Ipiranga e viajava sentido Castro, mas decidiu parar no local para verificar o estado dos freios.

A CCR PRVias confirmou que o caminhão estava parado em uma oficina mecânica no sentido sul quando transpôs a pista e invadiu a pista contrária, sentido norte, colidindo com outros veículos.

“Equipes de resgate da PRVias, Corpo de Bombeiros, SAMU realizam o atendimento às vítimas. Até o momento, 14 vítimas leves e 2 vítimas com ferimentos moderados foram atendidos. O helicóptero do SAMU também apoia o resgate”, informou a concessionária, às 18h20.

Veja vídeo:

Caminhão desgovernado atinge oito veículos e deixa 16 pessoas feridas na BR-376 — Foto: Thais Ludescher/RPC
Caminhão desgovernado atinge oito veículos e deixa 16 pessoas feridas na BR-376 — Foto: Thais Ludescher/RPC

Caminhão desgovernado atinge diversos veículos e deixa feridos na BR-376 — Foto: Reprodução
Caminhão desgovernado atinge diversos veículos e deixa feridos na BR-376 — Foto: Reprodução

Fonte:  g1/Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 18/07/2025/09:30:53

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Bolsonaro é alvo de operação da PF nesta sexta

A Polícia Federal cumpre mandados contra o ex-presidente Jair Bolsonaro – (crédito: AFP)

Mandados estão sendo cumpridos na casa do ex-presidente e em endereços ligados ao Partido Liberal (PL).

A Polícia Federal (PF) cumpre mandados contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na manhã desta sexta-feira (18/7) em Brasília. Os mandados foram autorizados pelo Supremo Tribunal Federal (STF), e estão sendo cumpridos na casa do ex-presidente e em endereços ligados ao Partido Liberal (PL), legenda de Bolsonaro.

Estão sendo cumpridos dois mandados de busca e apreensão, além de medidas cautelares diversas da prisão. Bolsonaro passará a usar tornozeleira eletrônica e não poderá acessar redes sociais. Além disso, o ex-presidente terá que cumprir o recolhimento domiciliar de 19 horas às 7 horas, não poderá se comunicar com embaixadores e diplomatas estrangeiros e nem com outros réus e investigados pelo STF, entre eles o filho, o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que está nos Estados Unidos

Prédio onde fica a sede do PL. Bolsonaro é alvo de operação (foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)
Prédio onde fica a sede do PL. Bolsonaro é alvo de operação (foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)

Nesta semana, a Procuradoria-Geral da República pediu, ao STF a condenação de Jair Bolsonaro e mais sete ex-integrantes do seu governo por tramarem um golpe de Estado. Foi aberto um prazo de 15 dias para que as defesas dos réus apresentem argumentos em relação à decisão da PGR. Esta é a última etapa antes do julgamento pela Primeira Turma da Corte.

Aliados contestam operação

O deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder do PL na Câmara dos Deputados, contestou a operação da Polícia Federal e disse que “não há crime, não há condenação, não há prova”. “Isso não é justiça. É censura.É a tentativa desesperada de calar quem ainda representa milhões.Enquanto corruptos são soltos, um ex-presidente é vigiado como bandido”, afirmou Sóstenes.

O deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ) chamou a operação de “perseguição implacável”. “Um dia após a publicação da carta de Trump, eis que dobram a aposta. O STF determina mais uma busca e apreensão em Bolsonaro e medidas cautelares, como uso de tornozeleira eletrônica e proibição de conversar com diplomatas”, citou.

Em nota oficial, o Partido Liberal manifestou “estranheza e repúdio diante da ação da Polícia Federal”. “Se o presidente Bolsonaro sempre esteve à disposição das autoridades, o que justifica uma atitude dessa? O PL considera a medida determinada pelo Supremo Tribunal Federal desproporcional, sobretudo pela ausência de qualquer resistência ou negativa por parte do presidente Bolsonaro em colaborar com todos os órgãos de investigação”, disse a legenda.

Oposição se manifesta
O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ), líder do PT na Câmara dos Deputados, se manifestou sobre a operação e disse que o uso de tornozeleira eletrônica “é uma medida fundamental para impedir que ele [Bolsonaro] fuja do Brasil”.

O deputado federal Rogério Correia (PT-MG), que encaminhou ao STF um pedido de prisão preventiva de Bolsonaro, disse que a Corte atendeu ao pedido dele de colocar tornozeleira eletrônica para evitar que Bolsonaro fugisse do país “Também pedimos que ele não possa se aproximar da Embaixada Americana, nem sair do Brasil sem autorização”, frisou.

O deputado federal Guilherme Boulos (PSol-SP), celebrou a operação. “A hora da verdade está chegando. Tic, tac”, escreveu.

Fonte:  Correio Brasiliense/Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 18/07/2025/09:06:18

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Lula se reúne com estudantes vítimas de acidente na BR-153

(Foto: Reprodução) – Presidente participou de homenagem em congresso da UNE, em Goiânia

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu nesta quinta-feira (17), de forma reservada, em Goiânia, com um grupo de universitários que sobreviveu a um grave acidente de trânsito na rodovia BR-153, em Porangatu, norte de Goiás. Da Universidade Federal do Pará (UFPA), em Belém, eles estavam a caminho do 60º congresso nacional da União Nacional dos Estudantes (UNE), realizado na capital goiana.

No encontro, Lula determinou o apoio da Força Nacional do SUS para prestar assistência médica necessária e também ofereceu transporte para que os estudantes possam retornar a Belém em segurança.

A colisão entre um ônibus, uma carreta e um micro-ônibus aconteceu na madrugada de quarta-feira (16) e deixou ao menos cinco mortos. Segundo o Corpo de Bombeiros de Goiás, houve ainda cerca 70 feridos e alguns ainda seguem internados.

Testemunhas afirmaram, preliminarmente, que a carreta invadiu a pista contrária no KM-2 da BR-153 e se chocou de frente com um dos ônibus que faziam parte do comboio de estudantes da UFPA.

Vítimas

Das cinco mortes, três foram de estudantes da UFPA. São eles: Leandro Souza Dias, estudante de farmácia; Ana Letícia Araújo Cordeiro, aluna de pedagogia; e Welfesom Campos Alves, estudante do curso de produção e multimídia. A instituição decretou luto oficial de três dias.

As outras vítimas foram o motorista do micro-ônibus, Ademilson Militão de Oliveira, e o motorista do caminhão, Keyne Laurentino de Oliveira. Após as investigações, os corpos foram levados ao Instituto Médico Legal (IML) de Porangatu.

Segundo a assessoria do Palácio do Planalto, o encontro de Lula com parte da delegação de estudantes paraenses ocorreu em área reservada, de forma respeitosa, pouco antes da cerimônia oficial de abertura do congresso, realizado no centro de eventos da Universidade Federal de Goiás (UFG). Um dos presentes no encontro com Lula foi o irmão de Welfsom, uma das vítimas.

Homenagem

Cerca de 100 dos 180 estudantes que vinham em cinco ônibus do Pará decidiram prosseguir até Goiânia e foram acolhidos de forma especial pela organização do evento.

Na cerimônia de abertura, os milhares de estudantes presentes fizeram um minuto de aplausos em homenagem às vítimas. Entre os presentes, estavam os ministros Camilo Santana (Educação), Márcio Macêdo (Secretaria-Geral), Rui Costa (Casa Civil), Luciana Santos (Ciência e Tecnologia), Margareth Menezes (Cultura), o líder do governo no Senado, Jaques Wagner, o líder do PT na Câmara, deputado federal Lindbergh Farias (RJ), a reitora da UFG, Angelita Lima, entre outros. O congresso nacional da UNE prossegue até domingo (20).

 

Fonte: Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/07/16:49:16

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Fundador do Grupo Mônaco, empresário Armindo Denardin morre aos 79 anos

(Foto: Reprodução) – Liderança política e empresarial, ele foi prefeito de Altamira
O empresário Armindo Denardin, fundador do Grupo Mônaco e ex-prefeito de Altamira (PA), faleceu nesta quarta-feira (16), aos 79 anos, em São Paulo. Natural de Santa Rosa (RS), Denardin teve trajetória marcada por atuação nos setores empresarial, político e agropecuário, com forte presença na região da Transamazônica e Xingu.

De acordo com nota oficial divulgada pelo Grupo Mônaco, o empresário foi responsável por impulsionar o crescimento da empresa ao longo de mais de três décadas. A trajetória teve início em 1977, quando, então professor de Matemática, deixou o Paraná e se instalou em Altamira. Na cidade, fundou a concessionária Altavei, representante da marca Volkswagen, em meio à expansão da Rodovia Transamazônica.

Sob sua liderança até 2006, o grupo diversificou suas operações, expandindo para os setores de veículos, motocicletas, caminhões, locação, consórcio e financeiro. O Grupo Mônaco se consolidou como um conglomerado empresarial com atuação nacional. Desde 2006, a gestão passou a ser conduzida por seu filho Rui Denardin, ao lado das irmãs Carla, Karina e Katia.

Além da atuação empresarial, Armindo Denardin também esteve envolvido na política. Ele foi prefeito de Altamira entre os anos de 1989 e 1992, pelo PMDB. Durante o mandato, participou de projetos e iniciativas voltadas ao desenvolvimento local.

No setor agropecuário, destacou-se com a Agropecuária Pinguim, voltada à produção de genética bovina com técnicas de fertilização in vitro e transferência de embriões, ofertando material genético para criadores em todo o país.

O velório de Armindo Denardin será realizado a partir das 10h desta quinta-feira (17), na Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, no centro de Altamira. O sepultamento está previsto para às 15h30, no cemitério São Sebastião.

 

 

Fonte: Portal Debate, com Portal Vinícius Soares e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/07/16:44:32

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Polícia prende suspeito de assaltar e manter motorista de aplicativo refém no Pará

(Foto: Reprodução) – De acordo com as autoridades, o investigado solicitou uma corrida em um aplicativo de transporte e agiu com um outro homem

Luiz Ruan Rocha Palheta foi preso pela Polícia Civil na quarta-feira (16/7), em Curitiba, no Paraná, suspeito de praticar roubo majorado. Segundo a PC, o crime ocorreu em Belém no dia 2 de maio deste ano, quando ele solicitou uma corrida em um aplicativo de transporte. Na ocasião, ele e um outro homem, ambos armados, anunciaram o assalto e mantiveram o motorista de aplicativo refém por duas horas. De acordo com as autoridades, a dupla cometeu pelo menos dois outros roubos durante esse período utilizando o veículo.

A investigação da Polícia Civil apontou que ele utilizou os dados bancários da vítima para efetuar transações financeiras não autorizadas, inclusive empréstimos e transferências via PIX para sua conta. Após o cometimento dos crimes, os suspeitos abandonaram a vítima e o carro dela, e depois fugiram.

Com o apoio do Centro de Operações Policiais Especiais (COPE), da Polícia Civil do Paraná, Luiz foi detido na Região Metropolitana de Curitiba em decorrência do mandado de prisão preventiva que ele tinha em aberto pelo crime. A 1ª Vara de Inquéritos Policiais expediu a ordem judicial. Ele foi colocado à disposição da Justiça.

Roubo majorado

Caracterizado como a forma mais grave do roubo, a conduta ocorre em certos agravantes na subtração do pertence de uma pessoa com a utilização de violência ou grave ameaça. No roubo majorado, a legislação estabelece que o delito inclui concurso de duas ou mais pessoas; se o autor mantém a vítima em seu poder, restringindo a liberdade da vítima; ou se inclui o uso de uma arma de fogo. Essas circunstâncias podem aumentar de um até dois terços da pena de roubo simples, que é de quatro a 10 anos de reclusão, e multa.

 

 

Fonte: O Liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/07/16:41:42

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Saiba quem é ‘Dama do Crime’, suposta líder do Comando Vermelho que foi solta pela Justiça

(Foto: Reprodução) – Anne Casaes, de 38 anos, é investigada por lavagem de dinheiro e fraudes milionárias ligadas à facção criminosa

Anne Casaes, de 38 anos, é investigada por lavagem de dinheiro e fraudes milionárias ligadas à facção criminosa

Conhecida como “Dama do Crime”, Anne Casaes, de 38 anos, é investigada por lavagem de dinheiro e fraudes milionárias ligadas ao Comando Vermelho (CV). Presa em Belo Horizonte nessa terça-feira (15), ela foi solta após passar por audiência de custódia. Conforme a defesa dela, Anne ganhou direito a responder o processo em liberdade. A mulher havia sido alvo de um mandado de prisão expedido pela Polícia Civil de Mato Grosso. Ela foi presa na capital mineira, onde estava se recuperando de uma cirurgia estética.

A prisão de Anne ocorreu durante a Operação Reversus, deflagrada em parceria com a Polícia Civil do Mato Grosso. A ação tinha o objetivo de desmantelar um grupo criminoso presente em vários estados do país e especializado em golpes e fraudes eletrônicas, na modalidade conhecida como “falso intermediário”. Foram cumpridas, na operação, mais de 50 ordens judiciais, sendo 27 mandados de prisão preventiva, 24 mandados de busca e apreensão domiciliar, além de sequestros de bens no valor de até R$ 100 mil por investigado e bloqueio de contas bancárias, com valores que podem atingir R$ 2,7 milhões.

RESUMO DA NOTÍCIA

Anne Casaes, conhecida como “Dama do Crime”, foi solta após audiência de custódia.
Ela é investigada por lavagem de dinheiro e fraudes milionárias vinculadas ao Comando Vermelho.
A mulher atuava na comunicação e coordenação de ações da facção criminosa em diversos estados.
Anne já enfrentou investigações anteriores e foi presa por associação criminosa e lavagem de dinheiro.

Comando Vermelho

Anne é apontada como uma das principais figuras do Comando Vermelho. A acusação é de que ela era responsável por facilitar a comunicação de lideranças da facção em diferentes estados, atuando especialmente na coordenação de ações interestaduais e no processo de ocultação e reinvestimento do dinheiro obtido por crimes como o tráfico de drogas.

Anne já havia sido alvo de investigações em Minas Gerais e também presa por crimes de associação criminosa e lavagem de dinheiro. A investigação apurou que a participação da investigada no Comando Vermelho aumentou após o falecimento de seu companheiro, Júnior Gago, ex-líder do Comando Vermelho no Mato Grosso, em 2023. O suspeito foi assassinado na Bolívia e o caso ainda segue sendo investigado.

Operação Galesa

Além disso, Anne esteve envolvida na Operação Galesa em 2016 por fraudes contra o seguro DPVAT (Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre). A polícia acredita que sua defesa pode solicitar prisão domiciliar devido ao seu estado de saúde atual e ao fato de ter um filho pequeno.

 

Fonte: Minas Gerais|Tulio Lopes, do R7Minas e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 17/07/14:31:13

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