Mulher agride e arrasta jovem pelo cabelo, e a ameaça por não usar sutiã; veja vídeo

(Foto: Reprodução) – Mulher agride e arrasta jovem pelo cabelo, e a ameaça por não usar sutiã.

Polícia Civil investiga caso registrado em Curitiba; advogado da vítima aguarda o resultado do corpo de delito

A Polícia Civil do Paraná investiga o caso de uma jovem que foi agredida e ameaçada por uma mulher que se incomodou por ela estar sem sutiã, em Curitiba. Durante as agressões, ela arrastou a jovem pelo cabelo e ainda disse que iria matá-la com a ajuda do marido.

Conforme a Polícia Militar (PM), a jovem havia saído do cursinho quando foi abordada pela mulher na rua, que então começou a ofendê-la e ainda perguntou se ela trabalhava em uma fábrica de sutiã. Após a vítima dizer que não, as agressões começaram. A mulher ameaçou a jovem e a chamou de “sem vergonha”.

O caso foi registrado na última quarta-feira (16), mas veio à tona nesse sábado (19), após o registro da câmera de segurança ser revelado. A vítima prestou depoimento nesta terça-feira (22).

Nas imagens, a jovem aparece dentro de uma galeria de arte após tentar se proteger e correr para o local. Porém, a mulher segue atrás da jovem. No vídeo, é possível ver o momento em que ela desfere diversos socos contra a vítima, que cai no chão e continua sendo atacada. Em determinado momento, a jovem é arrastada pelo cabelo até a porta da galeria. Um homem aparece nas imagens tentando impedir as agressões.

“A mulher começou novamente a agredir, com golpes contundentes na cabeça. Depois, levou a jovem ao chão, continuou as agressões e puxava ela pelo cabelo na tentativa de arrastá-la ali para a morte, porque disse que mataria ela lá fora com a ajuda do marido”, disse o advogado da jovem, Eduardo Holdorf, ao g1.

O advogado ressalta também que o episódio é visto como “gravíssimo de violência física e psicológica”, já que a jovem está com medo de sair de casa e não está frequentando a escola.

Conforme a Polícia Civil, que investiga o caso, as imagens da câmera de segurança estão sendo analisadas, e agora o advogado aguarda o resultado do corpo de delito, que deverá ficar pronto somente na próxima semana.

“Entendemos que é cabível dizer que foi uma tentativa de feminicídio. Primeiro, pois a todo momento ela dizia que iria matá-la. E, segundo, que foi pela condição de ser mulher, um menosprezo. Então, a defesa vai preparar uma notícia-crime, levar até a autoridade policial, tentar argumentar e, se a autoridade policial continuar não entendendo isso como uma tentativa de homicídio, levaremos diretamente ao Ministério Público”, completou Eduardo Holdorf.

VEJA VÍDEO:

Fonte: Itatiaia Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/07/2025/16:22:11

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Polícia identifica mortos em acidente com três veículos na BR-230

(Foto: Reprodução) – O acidente aconteceu por volta das 6h, no quilômetro 83 da Transamazônica. Segundo as apurações iniciais, um Fiat Siena que seguia no sentido São João do Araguaia para Marabá tentou ultrapassar um caminhão em local proibido

A Polícia Civil confirmou a identidade das pessoas que morreram no grave acidente ocorrido na manhã desta quarta-feira (23), na rodovia BR-230, próximo à Vila Ubá, zona rural de São João do Araguaia, no sudeste do Pará. Cinco pessoas perderam a vida e três crianças ficaram feridas após a colisão entre dois carros de passeio e um caminhão.

O acidente aconteceu por volta das 6h, no quilômetro 83 da Transamazônica. Segundo as apurações iniciais, um Fiat Siena que seguia no sentido São João do Araguaia para Marabá tentou ultrapassar um caminhão em local proibido. Durante a manobra, o carro colidiu de frente com um Toyota Yaris que trafegava no sentido contrário. O motorista do caminhão parou por um tempo após o acidente, mas deixou o local sem ser identificado.

No Yaris estavam quatro integrantes de uma mesma família: Arnaldo Rodrigues Carneiro, Deborah Ferreira Rodrigues dos Santos e os filhos do casal, Lucas Ferreira Rodrigues, de 10 anos, e Arnaldo Gabriel Ferreira Rodrigues, de 9. Arnaldo, Deborah e Lucas morreram na hora. Apenas Arnaldo Gabriel sobreviveu, sendo socorrido com ferimentos.

No Fiat Siena estavam Genésio de Sena Melo, Josiléia Jesus da Silva e as filhas dela, Valentina da Silva Lima, de 5 anos, e Zaya da Silva Lima, de 2. Genésio e Josiléia não resistiram ao impacto. As duas crianças foram encaminhadas para o hospital em estado de saúde ainda não divulgado.

Equipes de resgate e das forças de segurança estiveram no local logo após o acidente. A Polícia Civil informou que as investigações continuam para esclarecer os detalhes da ocorrência e localizar o condutor do caminhão envolvido.

A BR-230 é uma das principais rotas de ligação do sudeste paraense e tem histórico de acidentes graves, sobretudo em trechos com pista simples, sinalização deficiente e tráfego intenso de veículos pesados. A tragédia desta quarta reacende a discussão sobre os riscos da imprudência ao volante e a vulnerabilidade das estradas na região.

LEIA MAIS: 

Colisão entre veículos deixa cinco mortos na rodovia Transamazônica, no Pará

Fonte: Portal Debate e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/07/2025/15:37:20

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URGENTE: Barco é atingido por catamarã e naufraga em Salvador; saiba detalhes

Um barco de turismo naufraga em Salvador após colisão com um catamarã  |   Bnews – Divulgação Reprodução/Redes Sociais

Um barco que realizava pesca e saiu da região de Morro de São Paulo, no município de Cairu, indo em direção a Salvador naufragou após ter se envolvido em uma colisão com um catamarã nesta terça-feira (22). Nas imagens que circulam nas redes sociais, é possível ver os passageiros do barco atingido sendo resgatados em alto-mar usando coletes salva-vidas.

Ainda não se sabe qual das embarcações atingiu a outra. De acordo com informações iniciais o barco de pesca estava parado, levantando a hipótese do catamarã ter causado a batida. Na embarcação de turismo estavam 100 pessoas sendo 96 passageiros e 4 tripulantes, enquanto no barco haviam dois pescadores.

Após a situação ambas foram danificadas e estão afundando. O BNews entrou em contato com o Corpo de Bombeiros que afirmou ter sido acionado para a ocorrência e informou que está com duas marcações do 14° BBM/Bmar e uma aeronave do GOA.

Ainda não há mais detalhes sobre a situação. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) se deslocou até o terminal marítimo de Salvador, onde aguarda a chegada dos resgatados para prestar o socorro.

Em nota, a Capitania dos Portos registrou o acidente e afirmou que registrou um acidente envolvendo um pesqueiro e o catamarã “Morro de São Paulo”, dedicado ao transporte de passageiros. Além disso, afirma que a colisão ocorreu nas proximidades de Cacha Pregos, na Ilha de Itaparica, região da Baía de Todos-os-Santos.

O Serviço de Busca e Salvamento Marítimo do Leste (SALVAMAR Leste) e determinou o imediato deslocamento de lanchas e equipes da Capitania dos Portos da Bahia. O objetivo é prestar assistência às embarcações envolvidas e conduzir as ações de busca e resgate.

Paralelamente, foi ativado o Plano de Auxílio Mútuo, que mobiliza embarcações
navegando nas imediações para colaborar com os esforços de socorro. Os rebocadores “Piatã” e “Pituba”, que operavam próximos ao local, já prestam apoio no resgate de tripulantes e passageiros.

 

Fonte: Google News Bnews e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/07/2025/14:31:57

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Governo avalia viabilidade de o Brasil criar seu próprio GPS

Brasília (DF), 22/06/2025 – Tela de app de GPS em celular. Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

Empreendimento tem altíssima complexidade e custo

Um grupo de especialistas vai estudar a viabilidade de o Brasil desenvolver seu próprio sistema de geolocalização por satélite, um empreendimento de altíssima complexidade e custo. Formado por representantes de ministérios, da Aeronáutica, de agências e institutos federais e da Associação das Indústrias Aeroespaciais do Brasil, o grupo técnico deve diagnosticar as eventuais consequências do país depender de sistemas de posicionamento, navegação e tempo controlados por outras nações.

O grupo foi criado no início deste mês, por meio da Resolução nº 33, do Comitê de Desenvolvimento do Programa Espacial Brasileiro. Assinada pelo ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, Marcos Antonio Amaro dos Santos, a resolução estabelece um prazo de 180 dias, contados a partir de 14 de julho, para que o grupo entregue ao ministro um relatório com suas conclusões e sugestões.

“O grupo ainda está se organizando”, explicou nesta segunda-feira (21), em entrevista à Agência Brasil, Rodrigo Leonardi, diretor de Gestão de Portfólio da Agência Espacial Brasileira (AEB), um dos 14 órgãos e entidades que vão compor o grupo, que poderá convidar representantes de outras instituições aptos a contribuir com os objetivos estratégicos do grupo.

“Vamos procurar entender os gargalos, as dificuldades, os prós e contras de desenvolvermos um sistema destes”, acrescentou Leonardi, destacando a importância dos atuais sistemas de navegação por satélite – dentre os quais, o mais conhecido é o estadunidense GPS (do inglês, Sistema de Posicionamento Global), operado pela Força Espacial dos Estados Unidos.

“No Brasil, historicamente, priorizamos o debate acerca de outros aspectos espaciais, como a necessidade de termos satélites para monitoramento territorial. Agora, vamos discutir se queremos ou não ter nosso próprio sistema de navegação; o investimento necessário para fazê-lo e, se for o caso, a necessidade nacional de ter um sistema global ou um sistema regional, capaz de cobrir todo nosso território. Qualquer que seja o caso, se o país concluir que deve fazer isso, o patamar de investimentos terá que ser muitas vezes maior que o atualmente investido no programa espacial brasileiro”, concluiu Leonardi, admitindo a complexidade da empreitada, que exige capacidade tecnológica para projetar, fabricar e lançar satélites capazes de transmitir, do espaço para a terra, sinais precisos.

Ruído

O grupo técnico foi criado uma semana antes do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar que, a partir de 1º de agosto, os produtos brasileiros pagarão uma tarifa de 50% para ingressar em território estadunidense. E duas semanas antes de as redes sociais serem tomadas pelo debate sobre a possibilidade de os Estados Unidos, em caso de uma guerra comercial, desligarem ou restringirem o sinal de seu sistema, o GPS (do inglês, Sistema de Posicionamento Global), para o Brasil.

“Este é um típico caso de ruído surgido nas mídias sociais, capaz de gerar ansiedade. E uma coincidência, porque já vínhamos discutindo o tema há tempos, de maneira que a criação do grupo não teve nenhuma relação com o que aconteceu depois”, afirmou Leonardi.

“Primeiro, porque não houve nenhum comunicado, de nenhuma autoridade norte-americana, sobre a remota possibilidade dos EUA restringirem o uso do GPS no Brasil. Depois porque, mesmo que isso acontecesse – o que seria uma situação muito drástica e improvável – há alternativas ao GPS”, assegurou o diretor da Agência Espacial Brasileira.

GNSS

Segundo Leonardi, a maioria das pessoas erra ao usar a sigla GPS como sinônimo de GNSS, do inglês Sistema Global de Navegação por Satélite, termo correto para se referir a qualquer conjunto (ou constelação) de satélites usado para fornecer serviços de posicionamento, navegação e temporização global.

“O GPS é o sistema de propriedade dos EUA, mas há outros, globais, como o Glonass [russo]; o Galileo [União Europeia] e o BeiDou [ou BDS], da China. Estes têm cobertura global e podem ser utilizados, inclusive, no e pelo Brasil. E há também algumas nações que possuem sistemas regionais, como a Índia [NavlC] e o Japão [Qzss]”, apontou Leonardi.

“Com isso em mente, é lógico cogitar que, em tese, os EUA poderiam degradar ou até mesmo restringir o sinal de seu GPS para determinadas regiões, mas esta seria uma medida tão drástica que, a meu ver, só se justificaria se a segurança nacional dos EUA estivesse sendo ameaçada”, ponderou o diretor da AEB.

“Primeiro porque as empresas estadunidenses que operam no Brasil, como aplicativos de transporte e de entrega, seriam afetadas. Outras nações também seriam prejudicadas, já que não há como limitar o sinal para todo um território sem afetar países fronteiriços. Fora que isso poderia causar acidentes, por exemplo, na aviação civil, custando vidas, inclusive as de norte-americanos. Para não falar das repercussões comerciais, já que outros países se perguntariam se deveriam continuar confiando no sistema norte-americano ou migrar para outros”, apontou Leonardi.

Multiconstelação

Professor da Universidade de Brasília (UnB), onde coordena o Laboratório de Automação e Robótica (Lara), Geovany Araújo Borges, concorda com a avaliação de que, tecnicamente, os EUA poderiam interromper o sinal do GPS ou mesmo tornar o sistema menos eficaz para uma determinada região, mas não crê que isso venha a ocorrer.

“Se fizessem isso sem aviso prévio, os norte-americanos assumiriam o risco de contrariar seus próprios interesses em território brasileiro”, endossou Borges, acrescentando que boa parte dos sistemas e equipamentos eletrônicos modernos são capazes de receber o sinal de mais de um sistema de geolocalização. De maneira geral, os sinais enviados pelos satélites que integram os diferentes sistemas em operação são captados por receptores embutidos em veículos, aeronaves, espaçonaves, navios, munições guiadas de precisão, aplicativos e telefones celulares, além de equipamentos de monitoramento de uso industrial, civil e militar.

“A maioria dos aparelhos celulares, por exemplo, já é multiconstelação, ou seja, é capaz de receber, automaticamente, o sinal de diferentes sistemas. De forma que, em termos de localização, nossos celulares seguiriam funcionando normalmente se deixássemos de receber o sinal do GPS. A mesma lógica vale para muitos outros sistemas [dependente de serviços de posicionamento, navegação e temporização global]: se o sistema de sincronização for redundante, o impacto será limitado”, disse Borges, defendendo a importância de um país dispor de tecnologias próprias neste setor.

Ele lembra que, independentemente das intenções norte-americanas ou de haver alternativas ao GPS, hoje o Brasil depende de outras nações neste que é um campo estratégico.

“Várias áreas perdem com isso. Não só porque um país independente tem que ter um setor de defesa aeroespacial forte, como porque o desenvolvimento de tecnologias aeroespaciais beneficia outros segmentos, como, por exemplo, a medicina, a indústria e a agropecuária”, comentou o professor, assegurando que o Brasil dispõe de mão de obra qualificada e capacidade de desenvolver, a longo prazo, seu próprio sistema.

“Nosso problema não é RH [recursos humanos]. É dinheiro. Temos pessoal capacitado. A questão é se temos condições de bancar um projeto desta envergadura. Principalmente porque, qualquer coisa neste sentido que comecemos hoje, demorará a vingar. Até mesmo porque alguns países não aceitarão exportar certos componentes essenciais. Então, teremos que, paralelamente, desenvolver nossa indústria de microeletrônica, investir mais em educação básica e assegurar que este projeto seja uma política de Estado. Neste sentido, ainda que tardia, é positiva a criação de um grupo de especialistas para debater o tema”, finalizou Borges.

 

Fonte: Alex Rodrigues – Repórter da Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/07/2025/14:15:50

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Indígena denuncia estupros em série por policiais em delegacia do AM ao lado do filho recém-nascido

Foto: Reprodução | Vítima afirma ter sido estuprada por policiais e um guarda enquanto amamentava o filho recém-nascido na cela onde ficou presa com homens por nove meses, no interior do Amazonas.

Uma mulher indígena da etnia Kokama, de 29 anos, denunciou ter sido estuprada por policiais enquanto estava presa ilegalmente na 53ª Delegacia de Santo Antônio do Içá, no interior do Amazonas. Os abusos teriam ocorrido em novembro de 2022, enquanto ela amamentava o filho recém-nascido, que permaneceu com ela na cela por quase dois meses. A denúncia só veio à tona na última semana.

A prisão ocorreu em 11 de novembro de 2022, após uma vizinha chamar a Polícia Militar por suspeita de violência doméstica entre a indígena e o companheiro. Ao chegar à delegacia, os policiais descobriram um mandado de prisão em aberto contra ela, por suposta participação em um homicídio em Manaus, em 2018.

A Rede Amazônica teve acesso ao processo. De acordo com a denúncia, como não havia cela feminina na delegacia, a mulher foi colocada junto com presos homens. Foi nesse contexto que os abusos começaram.

O caso permaneceu desconhecido pelas autoridades por meses. Somente após ser transferida para a Unidade Prisional Feminina de Manaus, em 27 de agosto de 2023, a indígena relatou os estupros a que foi submetida durante nove meses de detenção. Ela apontou como autores quatro policiais militares e um guarda municipal.

“Desde novembro de 2022, quando foi recolhida na delegacia de Santo Antônio do Içá, até a transferência em agosto de 2023, ela foi vítima de agressões físicas, abusos morais e estupros coletivos cometidos por cinco agentes públicos”, diz trecho da petição inicial.

Segundo a defesa, os abusos ocorriam em diferentes áreas da delegacia – na cela, na cozinha e na sala onde eram guardadas armas – e mesmo com o bebê ao lado. “Os policiais diziam: ‘quem manda aqui somos nós'”, relata o documento.

Em fevereiro deste ano, a defesa da indígena ingressou com uma ação de indenização contra o Estado, pedindo R$ 500 mil pelos abusos sofridos. Entre os elementos apresentados, há o relato de que um juiz teria visitado a carceragem da delegacia antes do Natal de 2022, constatado as irregularidades e ordenado verbalmente que ela fosse retirada do local – o que não ocorreu.

Ela também revelou ter sido obrigada a consumir bebida alcoólica com os policiais durante os abusos. “Os estupros aconteciam à noite, nos plantões. Em todas as áreas da delegacia. Os outros presos não falavam nada porque também eram torturados”.

A defesa argumenta que o Estado foi omisso ao manter a mulher presa em condições degradantes, sem qualquer assistência médica ou psicológica, mesmo estando grávida – situação que, por lei, garantiria direito à prisão domiciliar. O pedido, no entanto, ainda não foi analisado.

Além da indenização, a indígena solicita acompanhamento médico e psicológico urgente fora da prisão e que o tempo sob custódia do Estado seja contado em dobro, devido às violações sofridas.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM) e a Polícia Civil informaram que foi instaurado um procedimento para apurar o caso.

Já a Polícia Militar afirmou que abriu um inquérito policial militar, atualmente em fase final de investigação.

Até a última atualização desta reportagem, o Tribunal de Justiça do Amazonas e a Defensoria Pública, que também foram procurados, não responderam aos questionamentos.

Nesta terça-feira (22), o Ministério Público (MPAM) informou que acompanha com rigor o caso da indígena. Segundo o órgão, os abusos teriam ocorrido enquanto ela estava presa com o filho recém-nascido e sem acesso a cuidados médicos ou psicológicos após o parto.

Após a repercussão do caso, uma comitiva liderada pela procuradora-geral de Justiça, Leda Mara Albuquerque, esteve com a vítima na Cadeia Pública Feminina de Manaus para ouvir seu relato e garantir acolhimento institucional.

O MP reforçou que o caso será tratado com firmeza e atenção, e que está atuando tanto no acompanhamento das investigações criminais quanto na ação cível de indenização movida pela vítima.

As corregedorias das Polícias Civil, Militar e do Sistema de Segurança também acompanham o caso, que corre sob sigilo na esfera criminal. Na esfera cível, a vítima pede reparação por danos morais e materiais.

O MP reiterou que nenhuma forma de violência será tolerada e garantiu suporte à vítima por meio do núcleo de atendimento especializado.

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Fonte: G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/07/2025/10:49:16

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Vídeo: Pai espanca filho autista após adolescente se recusar a lavar a louça, em Arapongas (PR)

Suspeito era professor em um colégio de Arapongas. (Foto: Reprodução/RICtv)

Investigação apontou que o homem já havia agredido a esposa e o filho em outras oportunidades.

Um pai foi filmado agredindo o filho autista, de 14 anos, após o adolescente se recusar a lavar a louça. O vídeo (veja abaixo) mostra que a violência dura por diversos minutos, inclusive com a vítima caída no chão. O caso foi registrado em Arapongas, no Norte do Paraná, em fevereiro de 2024.

Segundo investigação da Polícia Civil do Paraná (PCPR), o pai ainda ameaçou a mãe do filho autista de morte, caso ele contasse sobre as agressões.

O vídeo foi filmado pelo primo da vítima, que só em maio deste ano contou a mãe do adolescente autista sobre as agressões. A mulher procurou uma Delegacia da Mulher para denunciar o marido.

Após a investigação, a Polícia Civil concluiu o inquérito em julho deste ano. O pai que agrediu o filho autista foi indiciado pelo crime de maus-tratos majorado, mas o Ministério Público do Paraná (MP-PR) denunciou o suspeito pelo delito de tortura, com pena de até oito anos de detenção.

Pai já teria agredido o filho autista com pedaço de madeira

Durante o procedimento de escuta especializada, o adolescente autista relatou que já havia sido agredido outras vezes pelo pai, sendo que em uma delas, o suspeito utilizou um pedaço de madeira.

Desde as agressões o adolescente é acompanhado por um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) em Arapongas.

Já a mãe do adolescente relatou à Polícia Civil que sofreu diversas agressões do ex-marido, tendo registrado boletins de ocorrência contra o suspeito. Por segurança, a família conta com um botão do pânico e uma medida protetiva contra o homem, que era professor de uma escola em Arapongas.

Homem foi denunciado pelo Ministério Público e pode pegar 8 anos de prisão.

Fonte: Portal 277 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/07/2025/10:01:34

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Jovem que morreu em acidente na Br-163; em Novo Progresso (PA) é sepultado no Paraná

Foto: Reprodução | Foi sepultado nesta terça-feira (22), no Cemitério Municipal de Marilândia do Sul (PR), o corpo de Artur Henrique Ferreira dos Santos, de 25 anos. Ele faleceu no último sábado (19), vítima de um grave acidente de trânsito na BR-163, no Assentamento Santa júlia a aproximadamente 30km  no município de Novo Progresso, Pará.

Artur estava morando no estado há cerca de três meses. Natural do Paraná, ele havia saído de Mauá da Serra, onde residia anteriormente, com o objetivo de trabalhar e ficar próximo do irmão. No momento do acidente, Artur conduzia um carro de passeio sozinho.

A colisão ocorreu por volta das 19h30, na comunidade de Santa Júlia, a aproximadamente 30 km de Novo Progresso. O impacto entre o carro e uma carreta foi tão violento que os destroços ficaram espalhados pela rodovia. Artur morreu ainda no local.

Equipes de resgate da Via Brasil atenderam a ocorrência. As causas do acidente estão sendo investigadas.

Artur Henrique deixa um filho de cinco anos.

Veja vídeo do acidente:

Leia mais- “Rodovia da Morte” faz mais uma vítima: colisão brutal entre carro e carreta na BR-163/PA

Fonte: Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/07/2025/09:07:33

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Anvisa proíbe quatro cosméticos com nomes que remetem à Cannabis

Foto:Reprodução | Fachada do edifício sede da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Agência determinou o recolhimento e a proibição de quatro cosméticos cujos nomes remetem à Cannabis; marca nega uso de substâncias proibidas e recorre da decisão.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a fabricação, comercialização, distribuição, propaganda, uso e determinou o recolhimento de quatro cosméticos da marca Hemp Vegan. A decisão foi publicada nesta terça-feira (22) e tem como base o uso de expressões nos rótulos que podem induzir o consumidor a acreditar que os produtos contêm derivados da planta Cannabis sativa.

Os itens vetados são:

Califórnia Drop Sérum Facial Hemp Vegan
    PsiloGlow Lip Balm Hemp Vegan
    Magic LSD Máscara Capilar Hemp Vegan
    Alucina Creme Hidratante Facial Hemp Vegan

A Anvisa destacou que o uso do termo “hemp” — palavra em inglês para cânhamo, uma variedade da Cannabis — pode causar confusão sobre a composição dos cosméticos, sugerindo a presença de substâncias derivadas da planta, como o canabidiol (CBD) ou o tetrahidrocanabinol (THC).

“Na rotulagem de cosméticos não deve haver nome comercial, marca ou imagem que cause erro ou confusão quanto à sua fórmula e composição”, informou a agência.

Segundo a regulamentação brasileira, o uso de derivados da Cannabis é permitido apenas em medicamentos autorizados pela própria Anvisa, que seguem regras rígidas e estão sujeitos a controle especial.
O que diz a empresa

Em nota oficial, a marca Hemp Vegan negou qualquer irregularidade. A empresa afirma que nenhum dos produtos proibidos contém substâncias psicoativas ou proibidas, como CBD, THC ou LSD. Segundo a marca, os cosméticos são formulados apenas com ingredientes permitidos pela legislação brasileira, acompanhados de laudos laboratoriais que atestam sua segurança e conformidade.

A empresa defende ainda que o uso do termo “hemp” nos rótulos está relacionado à identidade institucional da marca, registrada no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), e não à composição dos produtos. Já nomes como “Magic LSD” e “CB2+” seriam apenas estratégias de marketing, sem ligação com substâncias controladas.

A Hemp Vegan classificou a medida da Anvisa como “desproporcional” e “baseada em interpretações subjetivas”. A empresa afirma ter apresentado um recurso administrativo com o objetivo de reverter a decisão.

 

Fonte: O Liberal  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/07/2025/07:12:16

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Paraense é espancado até a morte em Santa Catarina

Foto: Reprodução | Família denuncia negligência médica e cobra apuração rigorosa do caso.

A busca por uma vida melhor fora do estado terminou de forma trágica para um jovem paraense no Sul do país. Rodrigo Araújo, natural de Bragança, no nordeste do Pará, foi brutalmente espancado por um grupo de homens na noite do último domingo (20), em Santa Catarina.

Ele até chegou a ser socorrido, mas morreu na manhã seguinte, após, segundo relatos da família, esperar por atendimento médico por mais de três horas em uma unidade hospitalar local.

O crime chocou não apenas os moradores da cidade onde ocorreu a agressão, mas principalmente os bragantinos, que passaram a se mobilizar nas redes sociais por justiça. Amigos descrevem Rodrigo como um homem calmo, trabalhador e sempre disposto a proteger quem amava.

Ataque começou após gesto de proteção

Rodrigo estava acompanhado da esposa e de uma amiga quando tudo começou. Segundo testemunhas, a amiga havia ingerido bebida alcoólica, o que chamou a atenção de um grupo de pelo menos sete homens. Incomodado com a abordagem, Rodrigo teria pedido respeito à condição da jovem, o que bastou para despertar a fúria dos agressores.

As agressões começaram ainda dentro do estabelecimento e se intensificaram do lado de fora. Rodrigo tentou proteger as mulheres, mas acabou sendo derrubado e violentamente espancado, principalmente na região da cabeça e do rosto.

Família aponta negligência no hospital

Apesar de ter sido levado com urgência a um hospital da região, familiares denunciam que Rodrigo ficou sem atendimento por mais de três horas. Segundo eles, ele permaneceu em uma sala de espera, sem assistência adequada, até falecer na manhã da última segunda-feira (21).

A suspeita de negligência médica e até mesmo xenofobia passou a ser levantada por internautas, que cobram investigação não apenas sobre o assassinato, mas também sobre a conduta da equipe hospitalar.

Corpos, luto e revolta

O corpo de Rodrigo será trasladado para o Pará, onde será velado e sepultado, em Bragança, onde a dor da perda se mistura à indignação dos familiares.

A família, inclusive, exige justiça, e amigos e apoiadores têm promovido publicações e homenagens nas redes sociais para manter o caso em evidência. A polícia investiga o crime e tenta identificar todos os envolvidos na agressão.

Fonte: Diário do Pará  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/07/2025/08:26:19

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Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 4

Foto:Reprodução | Com adicionais, valor médio do benefício está em R$ 671,52

A Caixa Econômica Federal paga nessa quarta-feira (23) a parcela de julho do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 4.

O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com o novo adicional o valor médio do benefício sobe para R$ 671,52. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do Governo Federal alcançará 19,6 milhões de famílias, com gasto de R$ 13,16 bilhões.

Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a gestantes e nutrizes (mães que amamentam), um de R$ 50 a cada filho de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a cada criança de até 6 anos.

No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

Os beneficiários de 516 cidades receberam o pagamento na sexta-feira (18), independentemente do NIS. A medida beneficiou os moradores dos 497 municípios do Rio Grande do Sul e moradores de algumas cidades em cinco estados: Alagoas (6 municípios), Amazonas (3), Paraná (3), Roraima (6) e São Paulo (1, cidade de Diadema).

Essas localidades foram afetadas por chuvas ou por estiagens ou têm povos indígenas em situação de vulnerabilidade. A lista dos municípios com pagamento antecipado está disponível na página do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.

Desde o ano passado, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).

Regra de proteção

Cerca de 2,68 milhões de famílias estão na regra de proteção em julho. Em vigor desde junho de 2023, essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo.

Em junho, o tempo de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois para um ano. No entanto, a mudança só abrange as famílias que entraram na fase de transição desde o mês passado. Quem se enquadrou na regra até maio deste ano continuará a receber metade do benefício por dois anos.

Auxílio Gás

Neste mês não haverá o pagamento do Auxílio Gás, que beneficia famílias cadastradas no CadÚnico. Como o benefício só é pago a cada dois meses, o pagamento voltará em agosto.

Só pode receber o Auxílio Gás quem está incluído no CadÚnico e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como mulheres vítimas de violência doméstica.

 

Fonte:  Agência Brasil  e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/07/2025/07:12:16

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