Soberania na Selva: a presença do Exército e dos povos indígenas na fronteira mais remota do Brasil

(Foto: Reprodução) – No coração do Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, militares e indígenas convivem em missão conjunta para proteger o território, garantir assistência às comunidades isoladas e combater crimes ambientais em uma das regiões mais remotas e estratégicas do país

No extremo norte do Brasil, onde as estradas não chegam e a presença do Estado é muitas vezes apenas simbólica, um Brasil profundo, quase invisível ao olhar urbano, se afirma com resiliência e propósito. É nessa vastidão verde que se encontra o Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, uma jóia natural que representa não só a maior unidade de conservação em florestas tropicais do planeta, com quase 4 milhões de hectares, como também um símbolo de soberania.

A área, equivalente ao território da Suíça, estende-se pelos estados do Amapá e Pará, fazendo fronteira com a Guiana Francesa e o Suriname. Administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o parque é um santuário da biodiversidade amazônica e uma zona estratégica para a proteção territorial.

É nesse cenário de desafios logísticos e presença reduzida do Estado que o Exército Brasileiro vem desempenhando um papel que vai além da defesa militar. Em junho deste ano, foi deflagrada a Operação Ágata, uma ação coordenada pelas Forças Armadas com o objetivo de intensificar a fiscalização de crimes ambientais e transfronteiriços, proteger populações indígenas e reforçar a soberania nacional. A operação é coordenada em parceria com órgãos civis e ambientais, como o Ibama, a Polícia Federal e o próprio ICMBio.

“O conceito de soberania aqui é prático e inegociável. Em muitos trechos da fronteira, somos a única representação do Estado. Estar presente é o primeiro passo para proteger”, afirma o General Roberval, comandante da 22ª Brigada de Infantaria de Selva, responsável pela região. A declaração sintetiza o caráter estratégico da missão, que atua em uma das áreas mais isoladas do território nacional, com enormes desafios de comunicação e locomoção.
General Roberval de Almeida. Comandante da 22ª Brigada de Infantaria de Selva General Roberval de Almeida. Comandante da 22ª Brigada de Infantaria de Selva (Foto: Wagner Santana | O Liberal)

Uma das áreas mais críticas da atuação militar está no trecho da fronteira entre Brasil e Suriname, conhecido como Tiriós. Com 593 km de extensão, a região é marcada por uma paisagem inóspita, onde o acesso só é possível por via aérea, por meio de pequenas pistas de pouso operadas pelo Exército. Os rios são as únicas rotas naturais para as comunidades locais, compostas majoritariamente por povos indígenas como os Tiriyó, que vivem dos dois lados da fronteira.
A Comunidade Tiriyó e o Pelotão Especial de Fronteira em Tiriós

O povo Tiriyó, que se autodenomina Wü Tarëno — “eu sou dessa região” — habita a Terra Indígena Parque do Tumucumaque, no Pará, e vilas no Suriname, como Kwamalasamutu. Eles mantêm vivas suas tradições culturais e linguísticas: mais de 50% da comunidade ainda fala exclusivamente a língua tirió, repassada às novas gerações como idioma materno. Apesar do contato mais sistemático com o Estado brasileiro ter começado apenas na década de 1950, os Tiriyó hoje estão organizados em associações como a Apitikatxi, a AMITIKATXI e a Missão Tiriós, que promovem ações de fortalecimento cultural, inclusão social e cooperação com as instituições militares e civis.

O 1º Pelotão Especial de Fronteira (1º PEF), instalado há cerca de 40 anos em Tiriós, é uma das pontas dessa presença do Estado. Com cerca de 40 militares em atuação contínua, o pelotão opera em regime de isolamento por períodos de quatro meses. Um diferencial significativo é a participação voluntária de indígenas na tropa — hoje, cerca de 12 dos soldados são membros das próprias comunidades, contribuindo com conhecimento territorial, habilidades linguísticas e integração social.

Entre esses militares indígenas está o Cabo Yan Tiriyó, jovem da etnia que vive no lado brasileiro, especialmente na Terra Indígena Parque do Tumucumaque, no Pará. O povo Tiriyó também está presente no Suriname, em vilas como Kwamalasamutu. Autodenominados Wü Tarëno, ou “eu sou dessa região”, os Tiriyó mantêm viva sua cultura ancestral, incluindo a língua tirió (ou trio), falada por mais da metade da comunidade como único idioma e transmitida às novas gerações como língua-mãe.

“Nós ajudamos também na tradução da língua indígena para o português. Meu tio também serviu aqui no PEF e foi cabo do Exército, foi isso que me despertou o interesse. Minha maior inspiração foi ele”, relata Yan Tiriyó, com orgulho, hoje atuando como Cabo do Exército em uma das regiões mais remotas do país.

No cotidiano do 1º PEF, as rotinas seguem o padrão militar: treinamento físico pela manhã, revisão das instalações e, à tarde, instruções táticas e práticas com armamentos. “Hoje temos geradores e energia solar para dar suporte às operações. Isso é vital para manter a comunicação, refrigeração de medicamentos e equipamentos básicos funcionando”, explica o Tenente Moreira, atual comandante da unidade, natural do estado de São Paulo, que há dois meses cumpre missão na região.

Proteção ambiental, humanitária e soberania em prática

Mais do que vigilância territorial, a atuação do Exército e da Operação Ágata tem efeito direto na proteção ambiental. A região, embora seja uma das mais preservadas do mundo, também sofre pressões. Dados do Instituto de Pesquisa e Formação Indígena (Iepé) revelam que, entre 2022 e 2023, o desmatamento na área próxima à Terra Indígena Waiãpi cresceu 304%, somando 122 hectares devastados — o equivalente a 170 campos de futebol. A presença militar tem sido fundamental para frear esse avanço, inclusive impedindo que garimpeiros ilegais cruzem a fronteira do Suriname rumo ao território brasileiro, onde a extração de ouro devastaria áreas intocadas.

Durante a última fase da operação Ágata, foram apreendidos 7.300 kg de pescado, cerca de 32 metros cúbicos de madeira extraída ilegalmente, 500 munições de calibre 12 e quase 1 kg de maconha, entre outros materiais ilícitos. As apreensões não apenas revelam a pressão constante sobre a floresta, mas também comprovam a eficácia das ações militares na contenção dos crimes ambientais.

Outro aspecto relevante da atuação na região é o apoio humanitário. O PEF atua com ações de Assistência Cívico-Social (ACISO), promovendo atendimentos médicos, entrega de medicamentos, resgates aeromédicos e doações para as comunidades. Em uma região onde não há hospitais próximos, postos de saúde são precários e o deslocamento é praticamente impossível sem apoio aéreo, esse tipo de atendimento salva vidas. Além disso, reforça o vínculo entre as instituições do Estado e os moradores das comunidades tradicionais, oferecendo cidadania real a quem muitas vezes vive fora do radar das políticas públicas.

Assim, no coração da floresta amazônica, soberania, proteção ambiental e respeito às culturas originárias se entrelaçam em uma atuação que vai muito além da defesa militar. É o Brasil profundo que resiste, mesmo onde parece estar ausente — sustentado pela força da floresta, dos seus povos e da presença de quem escolheu servir em nome de todos.

Serviço

Essa é a primeira reportagem de uma série de 3, que estreia nesta segunda-feira (4), em diferentes formatos nos veículos do Grupo Liberal. Confira:

*Série Operação Ágata – fronteira no Norte do Brasil 

1ª reportagem – Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque
2ª reportagem – Terra Indígena Waiãpi
3ª reportagem – distrito de Clevelândia do Norte, no Amapá

 

Fonte: g1 Pará — Belém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/08/2025/17:11:17

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Petroleira britânica BP anuncia maior descoberta de petróleo na costa do Brasil em 25 anos

(Foto: Reprodução) – A petroleira britânica BP Energy anunciou nesta segunda-feira (4) a descoberta de um reservatório de petróleo no pré-sal da Bacia de Santos, no litoral do Rio de Janeiro.

O poço, no bloco Bumerangue, fica a uma profundidade de 5.855 metros. É a maior descoberta da empresa em 25 anos.

O vice-presidente executivo de Produção e Operações da BP, Gordon Birrell, classificou a descoberta como significativa. “Estamos entusiasmados em anunciar esta descoberta significativa em Bumerangue, a maior da BP em 25 anos”, celebrou.

Ainda de acordo com o executivo, a intenção da multinacional do petróleo é “estabelecer um hub [centralização] de produção significativo e vantajoso no país”.

O poço exploratório 1-BP-13-SPS do bloco Bumerangue fica a 404 quilômetros (km) da costa do Rio de Janeiro. Para efeito de comparação, é quase a distância entre as cidades do Rio e de São Paulo (417 km).

De acordo com a BP, a perfuração atravessou uma coluna de hidrocarbonetos (compostos orgânicos) em um reservatório no pré-sal “de alta qualidade” com extensão superior a 300 km² ─ área similar a extensão da cidade de Fortaleza (313 km²). ­­­

A companhia informou que os primeiros resultados de análise na sonda indicam níveis elevados de dióxido de carbono (CO₂), um dos gases causadores do efeito estufa, quando liberado na atmosfera. A empresa fará novas avaliações para caracterizar melhor o potencial do bloco Bumerangue.

O pré-sal, reservatórios de 5 mil a 7 mil metros de profundidades, são a principal fonte de petróleo conhecida no país, responsáveis por 78,8% de toda a produção, segundo dados mais recentes (junho) da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), órgão regulador da indústria do petróleo, vinculado ao Ministério de Minas e Energia.

Três anos para descoberta

A multinacional britânica detém 100% de participação no bloco, arrematado em dezembro de 2022 em leilão promovido pela ANP. Pelo contrato de patilha assinado com o governo brasileiro, a petroleira britânica BP Energy se comprometeu a ceder à União ─ em nome da estatal Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA) ─ 5,9% do óleo excedente (saldo após pagamento dos custos).

A BP participa também da exploração de petróleo em oito blocos marítimos, sendo operadora em quatro deles. A próxima campanha de exploração planejada é no bloco Tupinambá, também no pré-sal de Santos, em 2026. A área foi arrematada em leilão da ANP, com um lance de R$ 7,04 milhões em 2023.

No Brasil desde 1957, a BP atua nos segmentos de exploração de petróleo e gás natural, fornecimento de gás, produção de biocombustíveis e bioenergia, combustível para aviação e marítimo, lubrificantes (Castrol) e energia solar.

A BP tem participação na Usina Termelétrica GNA II, maior termelétrica a gás natural da América Latina, localizada no Porto do Açu, em São João da Barra (RJ). A estrutura foi inaugurada na última segunda-feira (28), com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Mudança de nome

Até o início dos anos 2000, a companhia era chamada British Petroleum. A marca BP Energy faz referência ao conceito Beyond Petroleum (além do petróleo, em inglês), indicando que a empresa atua em outras áreas energéticas.

No primeiro semestre do ano 2010, a companhia ganhou destaque internacional negativo, por causa do vazamento em uma plataforma de petróleo no Golfo do México, na América do Norte, que durou quase três meses para ser contido. A companhia se comprometeu a pagar indenização bilionária a pescadores atingidos.

Fonte: Agência Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/08/2025/17:08:56

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Bebê sobrevive a 22 reanimações após cirurgia no coração; entenda

O bebê Enrico, diagnosticado com dupla saída do ventrículo direito — Foto: Reprodução/TV Globo

Três dias após o seu nascimento, ainda no hospital, um ecocardiograma revelou que Enrico sofria dupla saída do ventrículo direito.

Nascido prematuro em maio do ano passado, Enrico enfrentou uma jornada inusitada de vida e morte ao ser reanimado 22 vezes em 18 horas, após passar por uma cirurgia cardíaca. O Fantástico acompanhou a história do bebê que, após ser dado como morto, surpreendeu os pais e a equipe médica ao apresentar sinais de vida.

Três dias após o seu nascimento, ainda no hospital, um ecocardiograma revelou que Enrico sofria dupla saída do ventrículo direito. A condição do coração, que normalmente tem quatro partes — dois átrios para receber sangue e dois ventrículos para bombeá-lo —, fazia com que todo o sangue de Enrico saísse por apenas um lado, o direito, justificando o diagnóstico de “dupla saída do ventrículo direito”.

A cirurgia era indispensável. Em 4 de julho, Enrico passou pela operação com sucesso e se recuperava bem. No entanto, o cenário mudou drasticamente no domingo seguinte. Às 12h40 do segundo dia pós-operatório, Enrico teve uma convulsão no colo do pai, enquanto estava na UTI.

A mãe de Enrico descreveu a cena angustiante na UTI, com cinco a seis profissionais de saúde realizando reanimações enquanto ela sentia que o filho estava sofrendo demais. Os pais relataram que, durante 18 horas, Enrico precisou ser reanimado 22 vezes. Na última tentativa, a médica de plantão insistiu na manobra por seis minutos.

O pai relembrou o momento em que a médica declarou: “Não tem mais o que eu fazer. Infelizmente, seu filho está morto”. A mãe, então, pediu para se despedir, pegando o filho no colo após os aparelhos serem desligados.

Ela começou a cantar a música “Como é grande o meu amor por você”, de Roberto Carlos. Foi nesse instante que a mãe percebeu um pequeno movimento no nariz e na boca do bebê, como se estivesse respirando, apesar de estar arroxeado.

Enrico foi imediatamente religado aos aparelhos de respiração, e a batida do seu coração aumentou de 48 para 62 ainda no colo da mãe. Ela acredita firmemente que foi essa forte relação e amor materno que o trouxe de volta. Os médicos que atenderam Enrico não concederam entrevista, mas o hospital divulgou uma nota informando que o menino teve alta em 22 de julho, após receber toda a assistência necessária.

Um especialista que analisou o caso de Enrico explicou ao Fantástico que “diferentes problemas podem acontecer em diferentes momentos” após cirurgias, sendo difícil prever 100% deles.

A necessidade de tantas reanimações, segundo o especialista, pode ter sido provocada por um bloqueio atrioventricular, uma interrupção na condução do estímulo elétrico do coração, que diminui a frequência cardíaca e é uma ocorrência conhecida após cirurgias cardíacas.

Como seu coração ainda estava fraco, Enrico recebeu um marcapasso. A expectativa, de acordo com o médico, é que ele tenha uma “vida absolutamente normal”, com alguns cuidados e orientações específicas. Apesar de não apresentar sequelas aparentes, a equipe médica orientou um processo de reabilitação.

 

Fonte: Fantástico e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/08/2025/15:49:58

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Moradores queimam homem vivo após matar companheira e esfaquear enteada no Amazonas

(Foto: Reprodução) – Populares invadiram a delegacia de Tonantins, no interior do Amazonas, retiraram o acusado da cela e o mataram após ele assassinar a companheira e esfaquear a enteada.

Na noite de sábado (3), na cidade de Tocantins, interior do Amazonas, um homem de 38 anos foi morto por moradores após cometer um feminicídio e tentar matar a enteada. O episódio teve início após ele assassinar a companheira, de 44 anos, e esfaquear a filha dela, de 21 anos.

De acordo com informações preliminares, após o crime, o suspeito foi detido e levado à Delegacia de Polícia local. No entanto, populares revoltados com a gravidade dos atos invadiram o local, retiraram o homem da cela e o espancaram. Em seguida, atearam fogo em seu corpo, que ficou carbonizado.
A jovem esfaqueada foi socorrida e encaminhada para uma unidade de saúde da região. Seu estado de saúde não foi divulgado até o momento. As autoridades investigam as circunstâncias do feminicídio e também a ação da população, que resultou na morte do acusado.

VEJA VÍDEO:

 

Fonte:G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/08/2025/15:39:43

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Mulher é encontrada morta em piscina de motel

(Foto: Reprodução) – Uma mulher de 30 anos foi encontrada morta na tarde da sexta-feira (1º) em um motel localizado na Marginal Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo.

O corpo estava na piscina do Motel Astúrias, localizado na Avenida Doutora Ruth Cardoso, em Pinheiros, e o óbito foi constatado pelo Corpo de Bombeiros por volta das 16h.

Segundo nota da Secretaria da Segurança Pública, os responsáveis pelo motel relataram que a vítima havia feito uma reserva na noite anterior acompanhada de um homem, que deixou o local mais tarde.

No dia seguinte, ao tentarem contato para prorrogar a estadia, os funcionários não obtiveram resposta, entraram no quarto e encontraram a mulher já sem vida.

A polícia foi chamada e, enquanto os policiais estavam no estabelecimento, o homem retornou ao motel e reservou outra suíte. Ele foi levado à 14ª Delegacia de Polícia de Pinheiros para prestar esclarecimentos. O caso foi registrado como morte suspeita, e as investigações seguem em andamento.

 

Fonte: portaldotupiniquim e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/08/2025/15:30:09

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Mulheres indígenas do Pará protagonizam defesa da Amazônia em conferência nacional

(Foto: Reprodução) – Em Brasília (DF), até o dia 8 deste mês, com o apoio da Secretaria de Estado dos Povos Indígenas, elas participam da Conferência e da IV Marcha das Mulheres

Brasília (DF) recebe, entre os dias 2 e 8 de agosto, a 1ª Conferência Nacional e a IV Marcha das Mulheres Indígenas, um dos maiores eventos nacionais de mobilização e articulação das mulheres dos povos originários no Complexo Cultural Funarte.

Com o tema “Mulheres Biomas em Defesa da Biodiversidade pelas Raízes Ancestrais”, a programação reúne lideranças de todas as regiões do país para debater questões urgentes como mudanças climáticas, proteção de territórios e valorização da representatividade feminina nos espaços de decisão.

“Para mim, que sou uma jovem mulher indígena é muito importante estar aqui mantendo viva a luta das que vieram antes de mim e ensinando as que estão crescendo a importância de fortalecer e garantir o direito das mulheres indígena e também do nosso movimento dentro e fora do território”, afirmou Minuy Tembé, juventude Tenetehar.

O Pará marca presença com delegações das oito etnorregiões indígenas do estado, que já estão a caminho da capital federal. Mulheres das regiões de Altamira, Marabá, Belém, Santarém, Oriximiná, Paragominas, Jacareacanga/Itaituba e Redenção levam ao evento suas experiências, saberes e demandas, mostrando ao Brasil o protagonismo dos povos paraenses na defesa da Amazônia.

A participação conta com o apoio do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado dos Povos Indígenas (SepiI), parceria da Federação dos Povos Indígenas do Pará (FEPIPA), Secretaria de Estado das mulheres do Pará (Semu), Ministério dos Povos Indígenas, Anmiga, Funais de Tucumã, Baixo Tocantins, Altamira, Dsei Guamá e Tocantins, Instituto Kabu e Greendata.

A ação reafirma o compromisso institucional em fortalecer o papel das mulheres indígenas na formulação de políticas públicas voltadas para o clima, a proteção da floresta e o fortalecimento das comunidades tradicionais.

A secretária de Estado dos Povos Indígenas, Puyr Tembé, destaca que o momento é histórico e estratégico. “Estar em Brasília com as mulheres das oito etnorregiões do Pará significa levar nossa voz unida para mostrar que a Amazônia também é feminina, forte e resistente. Vamos falar de clima, de território, de cultura e de vida”.

Puyr Tembé acrescentou: “Vamos dizer ao Brasil e ao mundo que a demarcação das terras indígenas é essencial para enfrentar a crise climática e proteger a biodiversidade. A nossa luta é pelo presente e pelo futuro”.

A programação inclui rodas de conversa, plenárias, painéis temáticos e a grande marcha pelas ruas de Brasília, onde milhares de mulheres indígenas vão caminhar juntas para reafirmar a defesa dos seus direitos e da Amazônia.

Além da marcha, a conferência nacional será espaço para articulação com gestores, representantes da sociedade civil e organismos internacionais.

O evento é promovido pela Articulação Nacional das Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade (ANMIGA) e conta com uma série de atividades formativas e políticas que fortalecem as lideranças femininas em seus territórios e no cenário nacional.

 

Fonte: Jaelta Souza (SEPI),  Agência Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/08/2025/14:54:23

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O que seu cocô diz sobre você: conheça os sinais que seu intestino envia

 (Foto: Shutterstock) – Fezes precisam de alerta Crédito

Aparência das fezes revelar muito sobre o funcionamento do seu intestino – e da sua saúde como um todo, alertam especialistas

Pode parecer nojento, mas prestar atenção nas suas fezes pode salvar sua vida. O formato, a cor e a consistência do cocô revelam desde uma alimentação desregulada até sinais de câncer.

Segundo a Escala de Bristol, uma ferramenta desenvolvida por médicos britânicos, o “cocô ideal” tem formato de salsicha, superfície lisa ou levemente rachada, e sai sem esforço. Isso indica um bom trânsito intestinal e equilíbrio entre fibras, hidratação e hábitos saudáveis.

Já fezes duras, em bolinhas ou muito líquidas podem apontar constipação, má absorção de nutrientes, intolerâncias alimentares ou até doenças intestinais mais graves.

Fezes muito duras ou em pedaços secos: podem indicar prisão de ventre crônica, falta de fibras ou sedentarismo.

Fezes pastosas ou diarreia frequente: podem ser sinais de infecções, síndrome do intestino irritável ou intolerâncias alimentares.

Fezes muito finas (como fita): podem sugerir obstrução intestinal — e até tumores.

Presença de sangue, cor muito escura ou amarelada são sinais de alerta. Ela pode indicar desde hemorroidas até problemas no fígado, vesícula ou sistema digestivo superior.

Especialistas lembram que o intestino é conhecido como “segundo cérebro” por estar diretamente conectado ao sistema nervoso. Estresse, ansiedade, mudanças hormonais e noites mal dormidas podem interferir na digestão e refletir nas fezes.

Como ter fezes saudáveis?

Coma mais fibras (frutas, verduras, grãos integrais)

Beba bastante água ao longo do dia

Mexa-se: atividade física regular melhora o funcionamento intestinal

Consulte um médico se notar mudanças persistentes

 

Fonte: Macajuba Acontece e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/08/2025/14:48:44

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Ex-funcionário de construtora quebra parte de obra após ser demitido

Ex-funcionário quebra parede de obra da UFT após alegar que construtora o demitiu e não pagou os valores devidos — Foto: Reprodução/Clifton Morais

Caso aconteceu em uma obra da UFT de Gurupi. Universidade informou que a construtora é responsável pela obra e trabalhadores, e que entrou em contato com a empresa solicitando providências.

Um ex-funcionário que trabalhava em uma obra na Universidade Federal do Tocantins (UFT) em Gurupi, foi filmado quebrando parte da construção com uma marreta. Segundo a Polícia Militar, um engenheiro disse que o trabalhador alegou ter sido demitido sem receber os valores devidos. E por causa disso teria quebrado uma parede.

Quem aparece nas imagens é Fernando Rodrigues, ele disse estar com contas atrasadas devido a falta de pagamento da empresa.

“Até agora estou com minhas contas todas atrasadas, pensão, aluguel, mercado, tudo. Mandou a gente embora no dia do pagamento que nunca saiu”, contou.

O caso aconteceu nesta quinta-feira (31). No vídeo, cedido pelo jornalista Clifton Morais, o homem aparece quebrando parte de uma construção que está sendo realizada no campus de Gurupi. A Polícia Militar foi acionda e retirou o homem do local.

A PM informou que a marreta usada não foi encontrada e que foi lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) em desfavor do ex-funcionário. A polícia informou que o trabalhador se comprometeu a comparecer perante a Justiça quando intimado, assinando o termo de compromisso de comparecimento.

A obra é feita pela Vanconcelos Engenharia LTDA, contratada pela UFT, que está responsável pela execução do serviço e despesas com os funcionários.

A UFT informou que a empresa foi licitada no final de 2024 e que não possui vínculo direto com os trabalhadores contratados pela construtora. A universidade ainda disse que entrou em contato com a empresa, solicitando providências imediatas quanto à resolução da situação (veja nota completa abaixo).

Fernando Rodrigues disse que atuava como mestre de obras e que os pagamentos eram feitos de acordo com as medições dos serviços realizados, que eram descritos em um cronograma.

“São R$ 4.575 da primeira e R$ 12.857 dessa última medição. Eles só chegaram e me mandaram embora, e falaram que ia pagar a gente só que nunca mais deu resposta. Eu fiquei sem dinheiro e sem nada até minha água está cortada, energia, estou comendo na casa da minha noiva por que tive que desfazer das minhas coisas para poder não acontecer nada comigo”, contou.

Segundo Fernando, ele iniciou na obra em maio de 2025, quando foi contratado por uma outra empresa. Posteriormente essa construtora saiu do projeto e a Vasconcelos Engenharia assumiu. O ex-funcionário informou que não teve problemas com pagamento na primeira empresa.

Segundo a UFT, o contrato é com a Vasconcelos e não tem conhecimento sobre outros intermediários nos registros.

O trabalhador contou que foi abordado no início de julho pela Vasconcelos e que o contrato era para que ele ficasse até o fim da construção. No dia 15 de julho ele foi demitido, junto com outras pessoas.

“Eles me perguntaram se eu ainda tinha interesse de terminar a obra que tinha começado. Que era para eu esquecer o que tinha combinado com a primeira empresa e que eu ia receber por medição. Que era pra eu contratar umas pessoas e por para trabalhar lá. Aí eu fiz isso. Só que eles, no dia que era para pagar, mandaram eu e os meninos embora. E como nós fizemos muita coisa essa última quinzena, eles falaram que não iam pagar”.

Íntegra da nota da Universidade Federal do Tocantins

A Universidade Federal do Tocantins (UFT) tomou conhecimento, por meio de reportagem veiculada recentemente, da ocorrência de um incidente nas obras da Clínica Veterinária em construção no Câmpus de Gurupi, no qual um trabalhador aparece em vídeo danificando parte dos serviços, alegando não ter recebido pagamento pelos serviços prestados.

Esclarecemos que a referida obra foi regularmente licitada no final do ano de 2024, tendo como vencedora a empresa Vasconcelos Engenharia Ltda, responsável por toda a execução, incluindo a contratação e gestão da mão de obra envolvida. Conforme a legislação vigente e o contrato firmado, a UFT não possui vínculo direto com os trabalhadores contratados pela empresa, sendo esta integralmente responsável pelas obrigações trabalhistas decorrentes.

Tão logo teve ciência do ocorrido, a UFT entrou em contato com a empresa, solicitando providências imediatas quanto à resolução da situação e à garantia da segurança e continuidade da obra.

Importante destacar, por fim, que a UFT não possui nenhuma pendência de pagamento com a Contratada relacionada a este contrato de obra.

A Universidade segue acompanhando o caso com atenção e cobrando da empresa as devidas providências.

 

Fonte: Macajuba Acontece e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/08/2025/14:42:23

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Nova gasolina já está valendo: veja os cuidados ao abastecer o carro

(Foto: Reprodução) – Gasolina E30 já está nos postos de todo o país, mas em alguns casos é preciso ter cuidado ao abastecer

Está valendo a partir desta semana a nova formulação da gasolina chamada E30. Antes com 27% agora a gasolina comum é aditivada tem 30% do combustível vegetal. A mudança foi uma decisão do governo federal para reduzir emissões, a dependência do combustível fóssil que em parte é importado e também um aumento sensível na octanagem. Mas por que o alerta?

Embora a gasolina comum receba a partir de agora 3% a mais de etanol, muitos veículos são sensíveis a alta quantidade do combustível especialmente modelos importados, modelos de alto desempenho como esportivos e também modelos antigos.

 que mudou na gasolina E30?

A gasolina tinha 27% de etanol anidro (sem adição de água) e agora passa a ter 30%. Essa proporção é válida para gasolina do tipo comum ou aditivada. Nesses casos a octanagem (resistência à detonação) que era de 93 passa a 94RON.

Quais os cuidados?

Os carros flex não precisam de nenhuma adaptação. Os motoristas mais atentos podem perceber sensível aumento no consumo de combustível por conta da maior proporção de etanol que rende em média 30% menos que a gasolina.

A gasolina E30 foi testada?

Sim, a nova fórmula da gasolina foi testada pelo Instituto Mauá incluindo veículos antigos fabricados entre 1994 e 2024. Porém, quase todos os testes foram feitos com veículos com injeção eletrônica e cujo desenvolvimento na época já previa o uso de uma pequena porção de etanol (até 20% nos anos 1980 e 1990, depois foi subindo). Um veículo equipado com carburador foi testado mas os modelos não foram divulgados.

Os donos de carros importados que previam uso de gasolina pura e foram só ajustados para uso com o nosso combustível devem ficar atentos. Estes veículos não foram desenvolvidos para rodar com muito etanol no tanque. O ideal é evitar deixar que combustível fique muito tempo parado – o que aumenta a chance de corrosão e desgaste no motor – ou optar pela gasolina premium que é cerca de 20% mais cara e mantém entre 22 e 25% de etanol adicionado.

Os carros antigos tendem a ser mais problematicos. Modelos fabricados antes do começo dos anos 1980 quando a gasolina ainda era pura tendem a sofrer problemas nos injetores, no carburador e na admissão por conta da nova mistura. Também é recomendado o uso de gasolina premium ou gasolina apenas na quantidade adequada para o uso instantâneo, evitando deixar o carro parado com combustível no tanque.

 

Fonte: Macajuba Acontece e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/08/2025/14:39:54

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Relâmpago recorde cruzou o céu por 829 km – o mesmo que ir de São Paulo a Porto Alegre

(Foto: Mike Hollingshead/Getty Images) – Um único relâmpago atravessou o céu de parte dos Estados Unidos com uma distância inédita de 829 quilômetros – o equivalente a ir da cidade de São Paulo a Porto Alegre.

A descarga elétrica, agora reconhecida como a de maior extensão já registrada, ocorreu em outubro de 2017. Ela aconteceu durante um extenso sistema de tempestades que cobriu o leste do Texas até a região próxima a Kansas City, no Missouri.

A Organização Meteorológica Mundial (OMM) confirmou o recorde com base em dados obtidos por satélites de última geração e anunciou a descoberta em publicação no Bulletin of the American Meteorological Society. A marca superou em 61 quilômetros o recorde anterior, registrado em 2020, quando uma descarga percorreu 768 quilômetros no sul dos EUA.

Em comunicado, o professor Randy Cerveny, da OMM, explicou que o relâmpago de 2017 foi identificado só agora, oito anos depois, devido ao avanço das tecnologias e métodos computacionais. “É provável que existam extremos ainda maiores, que poderemos identificar à medida que novas medições de alta qualidade forem sendo acumuladas”, disse.

Relâmpagos são descargas elétricas que acontecem durante tempestades. Eles surgem quando há um desequilíbrio de cargas dentro das nuvens – ou entre as nuvens e o solo. Esse desequilíbrio é resultado da movimentação intensa do ar.

Tudo começa com o calor. O ar quente sobe e leva vapor de água com ele, formando nuvens muito grandes e escuras chamadas cumulonimbus. Essas nuvens são típicas de tempestades e podem chegar a mais de 10 quilômetros de altura.

Dentro da nuvem, o ar se move para cima e para baixo constantemente. Com isso, gotículas de água, gelo e granizo batem umas nas outras. Essas colisões fazem com que as partículas troquem cargas elétricas.

Aos poucos, a parte de cima da nuvem fica carregada positivamente e a parte de baixo, negativamente. O solo, por sua vez, reage à presença dessa carga negativa, acumulando carga positiva na superfície – especialmente em objetos altos como árvores, prédios ou torres.

Essa separação de cargas cria um campo elétrico muito forte. Quando ele fica intenso demais, o ar deixa de funcionar como isolante e ocorre uma descarga elétrica para equilibrar as cargas. Essa descarga é o relâmpago.

A maior parte dos relâmpagos acontece dentro da própria nuvem, sem chegar ao solo. Mas, quando a descarga toca o chão, ela recebe um nome específico: raio.

O raio segue um caminho bem definido. Primeiro, uma carga negativa desce da nuvem em etapas rápidas, como uma escada invisível. Quando chega perto do chão, encontra uma carga positiva que sobe de algum objeto. No momento em que elas se conectam, a corrente elétrica passa – e é isso que forma o clarão que vemos.

Esse processo libera uma enorme quantidade de energia. O ar ao redor aquece de forma muito rápida, chegando a temperaturas maiores que as da superfície do Sol. Esse aquecimento súbito faz o ar se expandir de forma explosiva, produzindo o som do trovão.

Na maioria dos casos, os relâmpagos percorrem distâncias curtas, geralmente menos de 16 quilômetros. Eventos tão longos quanto o novo recordista são extremamente raros – menos de 1% das tempestades é capaz de produzi-los – e só ocorrem em situações atmosféricas muito específicas. São conhecidos como megaflashes.

No caso da tempestade registrada em outubro de 2017, sua estrutura correspondia a um Sistema Convectivo de Mesoescala (MCS), ou seja, um conjunto de tempestades interligadas que se estendem por milhares de quilômetros quadrados e duram muitas horas.

Em entrevista à CNN, o pesquisador Michael Peterson, do Georgia Institute of Technology, explicou que megaflashes costumam ocorrer nas regiões periféricas e mais frágeis dessas tempestades, onde há camadas amplas de nuvens planas e carregadas que facilitam a propagação horizontal da eletricidade.

Na ocasião do recorde, a descarga se deslocou por uma camada extensa de nuvens posicionada atrás de uma frente fria, em áreas com alta capacidade condutora. Durante esse tipo de relâmpago, múltiplas descargas podem atingir o solo em diferentes pontos ao longo do trajeto.

“Você pode ter o equivalente a toda uma tempestade de raios concentrado em um único megaflash”, disse Peterson. Ele define esse tipo de evento como “um cenário de pior caso”: ocorre à distância do núcleo da tempestade e pode atingir locais onde as pessoas já acreditam estar seguras.
Brasil: terra dos raios

O Brasil lidera o ranking mundial de incidência de raios. Entre 2018 e 2022, foram registradas 590 milhões de descargas elétricas no território nacional, segundo dados do Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Isso representa uma média anual de 118 milhões, somando tanto as descargas que tocam o solo quanto as que ocorrem apenas entre nuvens.

Amazonas, Pará, Mato Grosso, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul foram os estados com maior número absoluto de ocorrências. Já ao considerar o número de raios por quilômetro quadrado, os líderes são Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul.

Todos os anos, cerca de 110 pessoas morrem no Brasil atingidas por raios, e mais de 200 ficam feridas. A maioria das vítimas é do sexo masculino e tem menos de 30 anos. Entre as circunstâncias mais comuns estão atividades rurais, lazer ao ar livre, presença próxima a corpos d’água e até o uso de aparelhos ligados à rede elétrica dentro de casa.

As mudanças climáticas também preocupam. Estima-se que, com o aquecimento global e o aumento da umidade atmosférica, a frequência e intensidade das tempestades aumentem nas próximas décadas. Projeções do Inpe indicam que o Brasil pode chegar a registrar até 100 milhões de descargas elétricas por ano até o final do século.

 

Fonte: Juan Gabriel, Patrick Marques, g1 AM e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 04/08/2025/14:29:52

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