Câmara apresenta texto sobre adultização infantil nas redes em 30 dias

Foto:Reprodução | Acordo de líderes prevê criação de grupo de trabalho sobre o tema

O Colégio de Líderes da Câmara dos Deputados definiu, nesta terça-feira (12), que será criado um grupo de trabalho (GT), a partir da próxima semana, com o objetivo de elaborar um projeto de lei (PL) para combater a adultização de crianças e adolescentes nas redes sociais. O grupo terá até 30 dias para apresentar um texto sobre o tema.

O assunto ganhou repercussão após denúncias do influenciador Felca Bress contra perfis que usam crianças e adolescentes com pouca roupa, dançando músicas sensuais ou falando de sexo em programas divulgados nas plataformas digitais com objetivo de monetizar esse conteúdos, gerando dinheiro para os donos dos canais.

Uma comissão geral, liderada pelo presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), foi marcada para o dia 20 para dar início ao debate. Ela deve contar com a participação de especialistas e de organizações da sociedade civil.

Diversos projetos em tramitação no Congresso estão sendo sugeridos para que sirvam de base da nova proposta, e o tema passou a ser considerado prioridade pelo presidente Motta.

A líder do PSOL na Câmara, deputada Talíria Petrone (RJ), defendeu que o projeto deve passar pela regulação das redes sociais, tema que sofre resistência da oposição liderada pelo PL.

“Não é possível proteger as crianças e adolescentes na internet sem responsabilizar as plataformas digitais. Porém, parte dos parlamentares é contrária a qualquer medida que afete a ação das empresas de redes sociais. Para nós, o que é proteção de crianças e adolescentes para eles é censura à liberdade de expressão”, explicou.

Um dos textos sugeridos como base para o novo texto é o PL 2.628 de 2022, de autoria do senador Alessandro Vieira (MDB-SE).

O projeto exige que as empresas de redes sociais criem mecanismos para evitar conteúdos com erotização de crianças, por exemplo. O texto prevê multas para as plataformas de até 10% do faturamento da companhia em caso de descumprir o que determina a legislação.

Já a oposição liderada pelo PL, que costuma ser contrária à criação de regras para o funcionamento das redes sociais, disse que há consenso para medidas contra a adultização infantil na internet. Porém, o deputado Domingos Sávio (PL-MG) defendeu que o projeto não pode servir para cercear a liberdade de expressão.

“Há até um consenso, e é absurdo que alguém não concorde, que o crime nas redes sociais tem que ser punido e tem que ter regras claras sobre isso. Agora, não é necessário e nós não podemos admitir que, sob o pretexto que nós vamos punir crime, nós cometemos outro crime contra a Constituição que é acabar com a liberdade de expressão”, comentou.

Adultização infantil

A adultização infantil se refere à exposição precoce de crianças a comportamentos, responsabilidades e expectativas que deveriam ser reservadas aos adultos. A prática pode provocar a erotização e apresenta efeitos que prejudicam o desenvolvimento emocional e psicológico das crianças, segundo a Instituto Alana, organização que trabalha na proteção infantojuvenil.

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Fonte: Agência Brasil /Jornal Folha do Progresso   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/08/2025/20:31:43

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Grupo suspeito de usar IA para produzir rostos falsos de médicos do RS é alvo de operação em SP, PA e ES; três são presos

Grupo recrutava sósias e usava IA para produzir rostos falsos de médicos do RS — Foto: Reprodução/RBS TV

Conforme Polícia Civil, grupo abria contas bancárias em nome dos médicos e fazia movimentações financeiras. Foram identificadas cinco vítimas, todas do RS.

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul realiza, na manhã desta terça-feira (12), operação contra um grupo suspeito de recrutar “sósias” e usar inteligência artificial (IA) para produzir rostos falsos de médicos gaúchos. Os alvos são de São Paulo (SP), Ananindeua (PA) e Vila Velha (ES).

Conforme a polícia, a quadrilha abria contas bancárias em nome dos médicos e fazia movimentações financeiras. As vítimas tinham limites altos — em um dos casos os criminosos tentaram efetuar transferências em uma corretora de investimentos que ultrapassaram R$ 700 mil.

Três pessoas foram presas preventivamente. Também são cumpridos mandados de busca e apreensão. Foram identificadas cinco vítimas, todos médicos do RS.

Conforme a polícia, o suspeito preso em São Paulo é um homem de 44 anos. Ele seria responsável pelo recrutamento das pessoas com semelhança física com as vítimas gaúchas, para tirar as fotos necessárias para a elaboração dos documentos falsos e passar pelas verificações de biometria facial.

“Também fornecia e operava contas bancárias, principalmente de pessoas jurídicas (PJ) com altos limites, para receber transferências dos valores subtraídos e dificultar o rastreamento, recebendo comissões que variavam entre 25% e 40% do total”, explica a Polícia Civil gaúcha.

O suspeito do Pará tem 20 anos e atuava, conforme os investigadores, como provedor de informações sigilosas ao grupo. Para isso, utilizava um bot (robô) de consulta automática em grupos de WhatsApp para vender dossiês de informações pessoais sobre as vítimas.

O suspeito do Espírito Santo tem 29 anos. A polícia apurou que ele era responsável pelo fornecimento e fabricação de documentos falsos em nome dos médicos gaúchos.

O grupo é investigado por estelionato, falsificação de documentos, invasão de dispositivos informáticos e lavagem de capitais.

 

Suspeito de integrar quadrilha que recrutava sósias e usava IA para produzir rostos falsos de médicos do RS é preso — Foto: Reprodução/RBS TV
Suspeito de integrar quadrilha que recrutava sósias e usava IA para produzir rostos falsos de médicos do RS é preso — Foto: Reprodução/RBS TV

 

Fonte: g1 RS e RBS TV/Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/08/2025/18:10:05

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Vídeo: pastor flagrado de calcinha e peruca pelas ruas de GO diz que fazia “investigação”

Foto: Reprodução | Um vídeo em que o bispo Eduardo Costa aparece de calcinha e peruca viralizou nas redes sociais, e o pastor deu explicação inusitada.

Um vídeo que começou a viralizar nas redes sociais, nessa segunda-feira (11/8), mostra o bispo Eduardo Costa usando calcinha e peruca loira enquanto caminha próximo a um bar em Goiânia (GO). As imagens, divulgadas pela página Goiânia Mil Graus e enviadas por uma seguidora, rapidamente repercutiram na web e fizeram o líder religioso se pronunciar.

Veja vídeo:

A denunciante afirmou que o pastor “usa o nome de Deus para ganhar dinheiro” e costuma ficar na porta de bares daquela região. Nos comentários do post, internautas disseram reconhecer Eduardo Costa e relataram situações semelhantes envolvendo o religioso.

“Na época, eu trabalhava para ele. A esposa dele, que hoje é ex, pegou ele de vestidinho vermelho perto dos motéis. Foi o maior barraco. Eu vi tudo”, contou uma pessoa.

Diante da repercussão, Eduardo gravou um vídeo com a esposa, missionária Valquíria Costa, para explicar o ocorrido. Segundo ele, o uso da vestimenta foi “para fazer uma investigação pessoal sobre uma situação pessoal”.

“De forma errada, acabei colocando uma peruca e um short para tentar localizar um endereço”, explicou. Eduardo disse ainda que foi filmado por alguém que tentou extorqui-lo depois .

O pastor explicou que a pessoa responsável pelas imagens pediu um pagamento até o meio-dia de segunda-feira (11/8) para não divulgar o vídeo. Ele optou por não ceder à chantagem e garantiu que sua esposa sabia da investigação, embora não de todos os detalhes.

O bispo afirmou que a situação caracteriza “tentativa de constrangimento ilegal e uso indevido de imagem”, mas não informou se tomou alguma medida legal contra a suposta extorsão.

Veja pronunciamento do Bispo no vídeo abaixo:

Fonte: Metrópoles /Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/08/2025/17:03:35

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Apesar da isenção, exportações de madeira do Pará sofrem queda de 11% e setor teme efeitos da tarifa dos EUA

Exportações de madeira caem no Pará — Foto: Divulgação

Mesmo com a isenção da taxa para madeira serrada e aplainada, a tarifa imposta pelos EUA sobre produtos brasileiros gera incertezas no setor madeireiro paraense, que teme perda de mercado e redução da produção.

As exportações de madeira e subprodutos do Pará caíram 11,57% entre janeiro e julho deste ano, na comparação com o mesmo período de 2024, segundo a Associação das Indústrias Exportadoras de Madeira do Estado do Pará (Aimex). O valor somou US$ 120,27 milhões.

Em julho, as vendas externas recuaram 17,63% em relação a junho, totalizando US$ 20,65 milhões. O volume embarcado também caiu, com queda de 25,96% no mês

O setor teme os impactos da tarifa dos Estados Unidos, principal destino da madeira paraense, que responde por 34,68% do valor exportado. Apesar de a madeira serrada e aplainada estar na lista de isenção, a medida ainda gera preocupação entre os exportadores.

“Embora alguns produtos tenham sido isentos, a falta de clareza sobre os códigos tarifários efetivamente atingidos mantém o setor em alerta. Caso a tarifa seja aplicada sobre itens relevantes, podemos enfrentar perda de competitividade frente a outros países exportadores e impactos na produção e no emprego”, avalia o consultor técnico da Aimex, Guilherme Carvalho.

Além dos EUA, a União Europeia é o segundo maior mercado para o produto, mas a entidade avalia que não será possível substituir, no curto prazo, o volume comprado pelos americanos.

Entre os concorrentes que exportam madeira tropical aos EUA estão Vietnã, Camboja, Tailândia, Indonésia, Malásia, Camarões, República Democrática do Congo, Equador e Gana, que receberam tarifas menores.

O relatório mostra que o Pará é o quinto maior exportador de madeira do Brasil, ficando atrás apenas de Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo.

 

Fonte: g1 Pará — Belém/Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/08/2025/17:46:28

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Exportações do agro somam US$ 15,6 bi em julho, recorde para o mês

Foto:Reprodução | As exportações do agronegócio brasileiro alcançaram em julho o maior patamar da série histórica para o mês. No período, o setor contabilizou US$ 15,6 bilhões em vendas para o exterior.

De acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária, o resultado deste ano representa uma alta de 1,5% na comparação com julho de 2024.

O acréscimo de US$ 225 milhões foi impulsionado tanto pelo aumento no volume embarcado quanto pela elevação de preços.

O café registrou uma alta de 25,3% no valor exportado. Outros produtos também registraram forte crescimento no período, como suco de maçã (+623%), fumo (+91,5%), bananas (+79%), ovos e gemas (+62%), couros e peles (+57%), frutas (+37,3%) e carnes (+16,7%), com destaque para a carne bovina.

A China manteve-se como maior destino das exportações do agronegócio brasileiro, com US$ 5,62 bilhões em aquisições no mês. Na sequência, aparece a União Europeia (US$ 2,36 bilhões; alta de 16,4%).

Entre os mercados que mais cresceram, estão México (23%), Arábia Saudita (28,8%) e Tailândia (18%).

No acumulado do ano, as vendas externas do setor somaram US$ 97,5 bilhões.
Fonte:CNN Brasil /Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/08/2025/17:39:43

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Operação mira suspeitos de movimentar R$ 200 milhões com venda ilegal de ouro e pedras preciosas no Pará e mais sete estados

PF investiga grupo envolvido em extração e venda ilegal de ouro e pedras preciosas — Foto: Divulgação/Polícia Federal

Operação mira suspeitos de movimentar R$ 200 milhões com venda ilegal de ouro e pedras preciosas em GO, DF e mais seis estados

Polícia Federal cumpriu 31 mandados de busca e apreensão nesta terça-feira (12). Conforme investigado, os suspeitos abasteciam empresas do setor de joias, lavavam dinheiro com as vendas e promoviam o ‘enriquecimento ilegal’.

Uma operação da Polícia Federal investiga suspeitos de movimentar cerca de R$ 200 milhões com a extração e venda ilegal de ouro e de outras pedras preciosas. Nesta terça-feira (12), estão sendo cumpridos 31 mandados de busca e apreensão em Goiás, Mato Grosso, Pará, Tocantins, Maranhão, São Paulo, Minas Gerais e no Distrito Federal (veja a lista de cidades abaixo).

Segundo a corporação, a Operação Ita Yubá tem como alvo um grupo que comprava, transportava e vendia minérios ilegalmente. Como os nomes dos investigados não foram divulgados, o g1 não conseguiu localizar as defesas para que pudessem se posicionar até a última atualização desta reportagem.

Conforme investigado, os suspeitos abasteciam empresas do setor de joias, lavavam dinheiro com as vendas e promoviam o “enriquecimento ilegal”.

A polícia apreendeu barras de ouro, dinheiro e veículos, e determinou o sequestro de apartamentos, casas e fazendas, além de duas aeronaves.

Confira a lista de cidades com mandados de busca e apreensão:

  • Capanema e Cumaru do Norte no Pará
  • Luís Domingues do Maranhão
  • Pontes e Lacerda no Mato Grosso
  • Palmas no Tocantins
  • Goiânia, Senador Canedo, Aparecida de Goiânia e Uruaçu em Goiás
  • Uberlândia em Minas Gerais
  • São José do Rio Preto em São Paulo
  • Brasília no Distrito Federal

De acordo com Sandro Paes Sandre, chefe da Delegacia do Meio Ambiente, as investigações iniciaram há aproximadamente dois anos com a primeira fase da Operação Sólidos, em que foi identificado um grupo especializado na extração, aquisição, transporte e comercialização do ouro em natura.

“Identificamos, naquela oportunidade, garimpeiras que estariam fazendo a extração de ouro de leitos de rios na região norte do estado de Goiás e vendendo de forma clandestina para uma pessoa que estava adiquirindo e repassando na forma de barra de ouro para alguns receptadores”, pontuou.

O delegado explicou que a partir da análise dos celulares apreendidos na época foi possível detectar um grupo crimonoso de maior atuação, no território goiano, no Distrito Federal e mais outros estados.

“Essas pessoas adquiriam esse ouro em natura, fundiam o ouro para transformá-lo em barras e vendiam para empresas interessadas em sua aquisição no estado de São Paulo”, disse Sandre.

A Polícia Federal identificou que esse ouro era extraído de áreas não autorizadas pela Agência Nacional de Mineração (ANM) e sem licenciamento ambiental.

Na primeira fase da operação, a polícia descobriu um laboratório no fundo de uma empresa de Goiás, onde o mineral era fundido. Já na segunda etapa, um laboratório desativado foi localizado no Tocantins e outro em Goiânia.

Fonte: g1 /Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/08/2025/16:23:08

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Morte de gari: empresário estava “frio” e “sem sentimento”, diz testemunha

(Foto: Redes Sociais) – Laudemir de Souza Fernandes trabalhava na Rua Modestina de Souza, no Bairro Vista Alegre, quando foi atingido por um disparo de arma de fogo.

O gari Tiago Rodrigues, que testemunhou o assassinato do colega de trabalho Laudemir de Souza Fernandes, de 44 anos, morto a tiros pelo empresário Renê da Silva Nogueira Junior, de 47 anos, disse que o suspeito agia de forma indiferente no momento do ataque. O crime aconteceu enquanto a equipe de limpeza trabalhava no Bairro Vista Alegre, na Região Oeste de Belo Horizonte, na manhã dessa segunda-feira (11/8).

De acordo com Rodrigues, Renê não aparentava estra com o humor alterado. “Fora de si, não. Ele estava frio, sem sentimento. Não tem essa de ‘fora de si’. Assim que atirou, ele entrou no carro como se nada tivesse acontecido e foi embora”.

“Demos preferência para ele, que já passou ameaçando. Eu mesmo falei – ‘Não precisa fazer isso, segue seu caminho aí, vai em paz porque a gente só tá trabalhando’-”, contou ao Estado de Minas. Ainda segundo a testemunha, o empresário passou pela equipe de limpeza com uma “atitude desagradável, apontando para a gente a arma e atirando”.

Tiago também relatou que tentou socorrer o colega com um abraço, mas Laudemir não sobreviveu. “No instinto de tentar sobreviver, na hora que ele fez o disparo eu corri, e infelizmente acertou meu colega”, disse. “Eu achei que ele não ia atirar, mas na hora que ele apontou a arma não deu cinco segundos”.

O boletim de ocorrência da Polícia Militar descreve que houve um desentendimento que causou a reação a tiros. Porém, para Tiago, a história não foi bem assim. “Não houve desentendimento, apenas uma oportunidade para tentar passar. Eu falei com ele”, explicou.

Para o amigo da vítima, o que restam são questionamentos. “Como um ser humano pode fazer isso com um pai de família, uma pessoa na rua que nem conhece? [Ele era] um amigo de trabalho que sua filha estava esperando em casa. Agora todos querem justiça”.

Prisão

Renê foi preso pela PMMG no estacionamento de uma academia na Avenida Raja Gabaglia, horas depois do crime. Procurada pela reportagem, a polícia informou que a prisão não foi realizada em flagrante e se deu por meio de informações de uma testemunha, que lembrou de parte da placa no carro e pela consulta de câmeras de segurança, cujas imagens capturaram outros caracteres da placa e mostraram que o carro era um BYD Song Plus.

De acordo com informações do boletim de ocorrência, ao ser abordado entrando no estacionamento da academia, o suspeito disse à polícia que “não participou do episódio, que sua esposa é delegada da Polícia Civil de Minas Gerais, e que o veículo abordado estaria em nome da servidora.” Ainda segundo o registro policial, ele teria dito ainda que “a policial teria uma arma de fogo do mesmo calibre da que foi utilizada no homicídio”.

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Homem mata gari após caminhão de lixo obstruir passagem e impedir que ele chegasse a academia

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Fonte: portalguarani /Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/08/2025/16:28:38

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Bolsonaro em prisão domiciliar com tornozeleira: entenda a medida e quão comum a combinação é no Brasil

(Foto: Reprodução) – Recurso foi imposto pelo Supremo Tribunal Federal ao ex-presidente Jair Bolsonaro e é alternativa à prisão provisória para quem não foi condenado. Para condenados, é concedida para presos que precisam de tratamentos de saúde.

Decretada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), a prisão domiciliar funciona como uma alternativa à prisão e pode ser determinada pelos juízes antes ou depois da condenação – o que costuma acontecer com menor frequência.

A prisão domiciliar é um tipo de medida usada pela Justiça para garantir que os processos ocorram sem interferência nos casos anteriores ao julgamento. Ela é uma entre várias opções de medidas cautelares alternativas à prisão provisória – aquela que ocorre antes da condenação.

Em casos de pessoas já condenadas, a prisão domiciliar é menos utilizada e costuma ser concedida de modo humanitário para aqueles presos que têm problemas de saúde ou estão em idade avançada, como ocorreu com o ex-presidente Fernando Collor (leia mais abaixo).

Números do sistema prisional brasileiro

Dados da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), do Ministério da Justiça e Segurança Pública indicam que há 235 mil pessoas que estão detidas provisoriamente ou cumprindo pena fora de unidades prisionais.

Dessas, 32 mil estão em prisão domiciliar anterior à condenação – é o caso de Bolsonaro – e 4 mil condenados cumprem penas em suas casas – é o caso de Fernando Collor. Em quase todos os casos (93%), ela é combinada com tornozeleira eletrônica.

As demais são pessoas que estão cumprindo pena em regime semiaberto ou aberto – situações que são diferentes de uma prisão domiciliar, segundo especialistas.

“No regime aberto, o preso tem que fazer um comparecimento ao fórum, tem que comunicar mudanças de endereço. Na prisão domiciliar, não se pode sair de casa. Há um raio, e você tem que permanecer ali. Os regimes semiaberto e aberto têm algumas condições diferentes de cumprimento da prisão domiciliar”, afirma o advogado criminalista Augusto de Arruda Botelho.

Botelho contribuiu com a elaboração e aprovação da Lei das Cautelares, sancionada em 2011, e responsável por popularizar a medida. A lei 12.403/2011 regulamentou as medidas cautelares no Brasil e estabeleceu as possibilidades para determinar a prisão domiciliar para uma pessoa. São elas:

ser maior de 80 anos;
estar extremamente debilitado por motivo de doença grave;
é responsável pelos cuidados especiais de criança menor de 6 anos ou com deficiência;
ser gestante a partir do 7º mês de gravidez ou em gestação de alto risco.

Especialistas ouvidos pelo g1, no entanto, consideram que esta lista não limita a aplicação da medida para pessoas fora destes perfis.

Neste texto, você vai entender sobre as seguintes perguntas:

Por que Bolsonaro está em prisão domiciliar?
Para quem pode ser concedida a prisão domiciliar antes da condenação?
Depois que acontece a condenação, quando a prisão domiciliar se aplica?
Prisão domiciliar com uso de tornozeleira é comum? Quando acontece?
Qual a diferença da prisão domiciliar para prisão em regime aberto?

Por que Bolsonaro está em prisão domiciliar?

No caso de Bolsonaro, a prisão domiciliar aconteceu após a decisão de outra medida cautelar: o uso de tornozeleira eletrônica. O ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou algumas restrições para o ex-presidente em 18 de junho por considerar que ele atuou em conjunto com o filho Eduardo em ações para instigar sanções impostas pelos Estados Unidos contra o Brasil.

Porém, em 4 de agosto, Moraes considerou que Bolsonaro descumpriu as restrições ao se comunicar com manifestantes e ter um vídeo compartilhado por outro filho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Assim, houve agravamento da cautelar imposta, partindo do uso de tornozeleira para, além do monitoramento eletrônico, à prisão domiciliar.

Para a advogada criminalista Carolina Gerassi, a prisão domiciliar de Bolsonaro ocorreu após uma série de avisos de descumprimento das cautelares por parte do juiz do processo, o ministro Alexandre de Moraes.

“Trata-se de decisão que beneficia o réu e contrasta com a realidade da costumeira aplicação de prisões preventivas sob fundamentos genéricos, uma das principais causas da superlotação carcerária que tem como recorte pessoas racializadas (negras e pardas) e de baixa renda e escolaridade”, afirma a especialista.

Para quem pode ser imposta a prisão domiciliar antes da condenação?

Em casos anteriores à condenação, a prisão domiciliar faz parte de uma série de medidas que podem ser tomadas pelo juiz como forma de garantir que um processo possa seguir o seu curso normal até o passo final: o julgamento.

A prisão domiciliar antes de condenação é um tipo de medida cautelar (veja abaixo a lista de quais são). Ela é uma possibilidade anterior a uma decisão mais extrema, a prisão preventiva, em unidade prisional, da pessoa que ainda não foi condenada.

As medidas cautelares são acionadas como forma de evitar, por exemplo: uma eventual fuga do investigado; que o réu tenha contato com outros investigados e possa combinar versões a serem ditas em juízo; ou, então, evitar que o investigado ameace testemunhas e interfira no julgamento.

“Há um conjunto de alternativas à prisão preventiva, e uma delas é a prisão domiciliar. Há algumas possibilidades na lei, como pessoa maior de 80 anos, ou que tenha doença grave, ou que ela cuide de uma criança com menos de 6 anos. No entanto, defendo que este rol não é excludente, e a prisão domiciliar pode ser aplicada em outras hipóteses”, afirma Gabriel Sampaio, advogado e diretor da ONG Conectas, ex-membro do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária.

Além da prisão domiciliar, há outras medidas cautelares que podem ser impostas ao longo de um processo:

Fiança;
Medida protetiva (em casos de violência doméstica);
Proibições de contato ou acesso a pessoas e lugares,
Proibição de a pessoa deixar a comarca (local do juizado);
Comparecimento periódico ao juízo;
Recolhimento domiciliar (restrição de horários e/ou dias);
Suspensão de função pública (em caso de agentes públicos);
Monitoramento eletrônico;
Internação provisória (para pessoas inimputáveis por possuírem alguma questão mental).

Depois que acontece a condenação, quando a prisão domiciliar se aplica?

A prisão domiciliar é mais restrita em casos depois que acontece uma condenação. Ela costuma ser relacionada a problemas de saúde do preso, segundo advogados criminalistas ouvidos pelo g1.

Pessoas com idade avançada ou com saúde debilitada condenadas a cumprir suas penas em regime fechado (em uma prisão), podem ser beneficiados pela medida.

“A prisão domiciliar pode ser concedida para a pessoa condenada e que tenha uma situação específica em que ela não conseguiria tratamento, por exemplo, no sistema penitenciário. E, aí, vai cumprir o resto da pena em prisão domiciliar”, afirma o advogado criminalista Augusto de Arruda Botelho.

Arruda cita como exemplo o caso do ex-presidente Fernando Collor, condenado a prisão a 8 anos e 10 meses em regime fechado por corrupção e outros crimes investigados na Lava Jato. Ele, no entanto, cumpre a pena em casa – um apartamento de cobertura com vista para o mar de Maceió (AL).

No caso de Collor, o ministro Alexandre de Moraes citou a idade (75 anos) e doenças do ex-presidente – apneia grave do sono, Doença de Parkinson e transtorno afetivo bipolar – para tomar a decisão.

Prisão domiciliar com uso de tornozeleira é comum? Quando acontece?

Sim, é bastante comum. A maioria das pessoas que estão atualmente em prisão domiciliar usam tornozeleira eletrônica, como Jair Bolsonaro.

Mais 36 mil pessoas estão presas em suas casas seja antes ou depois da condenação, segundo dados da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) do governo federal. São quase 34 mil (93%) presos com monitoramento eletrônico e pouco mais de 2,6 mil (7%), sem tornozeleira.

Segundo Gabriel Sampaio, a decisão de implementar ou não a tornozeleira vai de juiz para juiz e do tipo de fiscalização que o magistrado pretende sobre o cumprimento da prisão domiciliar decretada.

“É uma questão de conveniência do juízo, que pode determinar ou não. A rigor, a monitoração eletrônica em si já é vista como uma cautelar específica e pode ser combinada com outras cautelares. Pode haver, por exemplo, restrição a ir até determinados locais e a tornozeleira permite monitorar essa vedação”, diz o advogado.

Qual a diferença da prisão domiciliar para prisão em regime aberto?

A prisão domiciliar é mais restrita do que o regime aberto, que normalmente é utilizado como fase final do cumprimento de uma pena que teve seu início com regime fechado ou semiaberto – o que é chamado de progressão de pena. Os juízes também podem condenar a pessoa a cumprir pena desde o início em regime aberto, o que não costuma acontecer com frequência.

No regime aberto, dizem os especialistas, a pessoa pode sair de casa para trabalhar, estudar e precisa comparecer de tempos em tempos no juízo para demonstrar que continua cumprindo com as determinações impostas pela Justiça.

Já a prisão domiciliar não prevê tal possibilidade: a pessoa tem de ficar 24h dentro da residência, local único em que deve cumprir a determinação dada pelo juiz.

A criminalista cita que existem alternativas para o caso de não existirem vagas nos albergues de regime aberto, como:

Comparecimento mensal ao fórum com comprovação de atividades lícitas;
Recolhimento noturno domiciliar;
e outras medidas que restringem a liberdade, mas não a prisão.

“O regime aberto é o regime mais próximo da ressocialização do condenado, porque permite o deslocamento para trabalho e estudo, com a permanência em casas do albergado, que não são estabelecimentos prisionais, mas albergues”, detalha Carolina Gerassi.

 

Fonte: Arthur Stabile, g1 — São Paulo /Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/08/2025/16:18:17

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Belém sedia reunião de governadores para alinhar posição do Brasil na COP30

(Foto: Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília) – Encontro no Parque da Cidade, futura sede da conferência climática da ONU, marca etapa decisiva a menos de 100 dias do evento

A capital paraense será, nesta quarta-feira (13), palco do encontro que vai definir a participação dos Estados brasileiros na 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), que mobilizará mais de 190 países em Belém de 10 a 21 de novembro. A XVII Reunião do Fórum Nacional de Governadores será realizada a partir das 10h, no Parque da Cidade, conectando chefes de Executivo e autoridades nacionais para alinhar as contribuições do Brasil à agenda climática global.

A abertura do encontro será com o governador do Pará, Helder Barbalho, anfitrião da COP30. “Este é um momento decisivo para garantir que o Brasil fale com uma só voz na COP30, com propostas que conciliem preservação ambiental, inclusão social e desenvolvimento econômico, tendo a Amazônia no centro da agenda”, destaca.

Em seguida, o embaixador André Corrêa do Lago, presidente da Comissão Nacional da COP30 e negociador-chefe do Brasil nas conferências do clima, fará uma apresentação sobre os preparativos e eixos centrais do evento.

Estão confirmados os governadores Gladson Camelí (AC), Clécio Luís (AP), Wilson Lima (AM), Renato Casagrande (ES), Mauro Mendes (MT), Barbosinha (em exercício, MS), Helder Barbalho (PA), Raquel Lyra (PE), Cláudio Castro (RJ), Fátima Bezerra (RN), Fábio Mitidieri (SE) e Wanderlei Barbosa (TO), além dos vices Ronaldo Lessa (AL), Jade Romero (CE), Daniel Vilela (GO), Lucas Ribeiro (PB), Gabriel Souza (RS), Sérgio Gonçalves (RO) e Felicio Ramuth (SP).

O encontro será realizado no prédio de Economia Criativa do Parque da Cidade, que em novembro será a sede principal da COP30. A imprensa credenciada poderá acessar o local a partir das 9h.

Serviço

XVII Reunião do Fórum Nacional de Governadores
Data: 13 de agosto de 2025
Horário: a partir das 10h (acesso da imprensa credenciada a partir das 9h)
Local: Prédio de Economia Criativa do Parque da Cidade
Endereço: R. Sen. Lemos – Souza, Belém (PA)

 

Fonte: Governo do Pará (SECOM) /Jornal Folha do Progresso e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/08/2025/16:11:12

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Dono da Ultrafarma e diretor da Fast Shop são presos em operação do Ministério Público de São Paulo

Sidney Oliveira, dono da rede Ultrafarma, foi preso em operação do MP — Foto: Ultrafarma/Divulgação

Dois auditores fiscais tributários da Secretaria de Estado da Fazenda também foram presos. Operação mira um esquema de corrupção de mais de R$ 1 bilhão.

Diretor estatuário da Fast Shop também foi preso na mesma ação; investigadores miram esquema de corrupção envolvendo auditores fiscais da Secretaria da Fazenda do estado.

O empresário Sidney OIiveira, dono da rede de farmácias Ultrafarma, foi preso na manhã desta terça-feira (12) em uma operação do MPSP (Ministério Público de São Paulo) para desarticular um esquema de corrupção envolvendo auditores fiscais tributários da Secretaria da Fazenda do estado.

Na mesma ação, o diretor estatuário da rede Fast Shop, Mario Otávio Gomes, também foi preso. O auditor fiscal, suspeito de receber propinas, também foi preso durante a operação.

A Operação Ícaro foi deflagrada pelo GEDEC (Grupo de Atuação Especial de Repressão aos Delitos Econômicos) e tem apoio da Polícia Militar. A investigação identificou um grupo criminoso responsável por favorecer empresas do setor de varejo em troca de vantagens indevidas.

Estão sendo cumpridos três mandados de prisão temporária, incluindo o de um fiscal de tributos estadual, apontado como o principal operador do esquema, e os de dois empresários sócios de empresas beneficiadas com decisões fiscais irregulares — Sidney Oliveira, da Ultrafarma, e Mario Otávio Gomes, diretor estatutário da Fast Shop.

Além das prisões, os agentes dão cumprimento a diversos mandados de busca e apreensão em endereços residenciais dos alvos e nas sedes das empresas investigadas.

O dono e fundador da Ultrafarma, Sidney OIiveira, foi preso temporariamente na manhã desta terça-feira (12) em uma operação do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) para desarticular um esquema de corrupção envolvendo auditores fiscais tributários da Secretaria de Estado da Fazenda.

Além dele, outras cinco pessoas também foram presas:

  • Artur Gomes da Silva Neto, auditor da Diretoria de Fiscalização (DIFIS) da Fazenda estadual paulista;
  • Marcelo de Almeida Gouveia, auditor fiscal;
  • Mario Otávio Gomes, diretor estatutário do grupo Fast Shop;
  • Celso Éder Gonzaga de Araújo, dono da casa onde as esmeraldas foram apreendidas;
  • Tatiane da Conceição Lopes, esposa de Celso, dono das esmeraldas foram apreendidas.

Oliveira foi encontrado em casa, uma chácara em Santa Isabel, na Grande São Paulo. Enquanto, o executivo da Fast Shop foi encontrado em um apartamento na Zona Norte de São Paulo.

O g1 e a TV Globo procuraram a Ultrafarma, mas não haviam obtido retorno até a última atualização deste texto. A reportagem também tenta localizar a defesa do empresário.

Já a Fast Shop informou que “ainda não teve acesso ao conteúdo da investigação, e está colaborando com o fornecimento de informações às autoridades competentes”.

Segundo a investigação, Artur é um auditor fiscal estadual de alto escalão e era o “cérebro” de um esquema de fraudes em créditos tributários que teria arrecadado cerca de R$ 1 bilhão em propinas desde 2021.

O auditor coletava a documentação necessária da Fast Shop e da Ultrafarma para pedir o ressarcimento de créditos de ICMS junto à Secretaria da Fazenda. Toda empresa contribuinte varejista tem direito ao ressarcimento, porém o procedimento é complexo, segundo os promotores, por isso Artur facilitava esse processo por meio de propinas.

Além de acompanhar o processo, o próprio auditor aprovava os pedidos e garantia que não seriam revisados internamente. Em alguns casos, liberavam valores superiores aos que as empresas tinham direito e em prazos mais curtos.

Em nota, a Secretaria de Estado da Fazenda informou que acabou “de instaurar processo administrativo para apurar, com rigor, a conduta do servidor envolvido” e que solicitou formalmente ao MP compartilhamento das informações. (Leia a íntegra ao final.)

Além dos mandados de prisão temporária, os agentes também cumpriram 19 mandados de busca e apreensão em endereços residenciais dos alvos, nas sedes das empresas investigadas e também na casa de outros investigados.

O auditor Artur fiscal tinha um parceiro, responsável por lavar o dinheiro, que também é alvo da investigação. Na residência dele, em Alphaville, foram encontrados dois pacotes com esmeraldas, R$ 1 milhão e US$ 10 mil (cerca de R$ 54.200), além de 600 euros, dentro de um cofre.

Segundo os promotores, o investigado não é servidor público e também já foi processado pelo crime de estelionato no Mato Grosso do Sul. A identidade dele não foi divulgada.

Durante a operação, a Justiça de São Paulo também decretou a prisão do dono da casa de Alphaville e da esposa dele.

Pacote de esmeraldas e de dinheiro apreendidos na operação do MP — Foto: Reprodução/TV Globo
Pacote de esmeraldas e de dinheiro apreendidos na operação do MP — Foto: Reprodução/TV Globo

Como era o esquema

De acordo com a investigação conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão aos Delitos Econômicos (GEDEC), o auditor preso manipulava processos administrativos para facilitar a quitação de créditos tributários às empresas.

Em contrapartida, ele recebia pagamentos mensais de propina por meio de uma empresa registrada em nome de sua mãe.

No caso da Fast Shop, segundo o MP, o auditor preso prestava “assessoria tributária” criminosa, indicando os documentos que deveriam ser apresentados à secretaria acelerar o deferimento dos créditos de ressarcimento de ICMS da gigante do varejo eletrônico.

Segundo o Ministério Público, a operação é fruto de meses de trabalho investigativo, com análise de documentos, quebras de sigilo e interceptações autorizadas pela Justiça.

Os investigados poderão responder pelos crimes de corrupção ativa e passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

Dinheiro apreendido em operação do MP — Foto: Reprodução/TV Globo
Dinheiro apreendido em operação do MP — Foto: Reprodução/TV Globo

O que diz a Secretaria da Fazenda

Abaixo, leia a íntegra da nota da Secretaria da Fazenda:

“A Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo (Sefaz-SP) está à disposição das autoridades e colaborará com os desdobramentos da investigação do Ministério Público por meio da sua Corregedoria da Fiscalização Tributária (Corfisp).

Enquanto integrante do CIRA-SP – Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos – e diversos grupos especiais de apuração, a Sefaz-SP tem atuado em diversas frentes e operações no combate à sonegação fiscal, lavagem de dinheiro e ilícitos contra a ordem tributária, em conjunto com os órgãos que deflagraram operação na data de hoje.

Além disso, a Sefaz-SP informa que acaba de instaurar processo administrativo para apurar, com rigor, a conduta do servidor envolvido e que solicitou formalmente ao Ministério Público do Estado de São Paulo o compartilhamento de todas as informações pertinentes ao caso.

A administração fazendária reitera seu compromisso com os valores éticos e justiça fiscal, repudiando qualquer ato ou conduta ilícita, comprometendo-se com a apuração de desvios eventualmente praticados, nos estritos termos da lei, promovendo uma ampla revisão de processos, protocolos e normatização relacionadas ao tema.”

Fonte: g1/Jornal Folha do Progresso   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/08/2025/15:05:47

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