Projeto RECA desenvolve produção sustentável há 40 anos na Amazônia

Área plantada do projeto RECA nos sistemas agroflorestais – (Foto: Divulgação)

Expectativa da entidade é colher mais de 2 milhões de quilos de cupuaçu em 2025, carro-chefe da linha de produtos; marca vai superar números de 2021

No coração da Amazônia brasileira, entre Rondônia, Acre, Amazonas e Bolívia, pulsa uma das mais inspiradoras histórias de resistência, inovação e compromisso socioambiental do país.

Fundada oficialmente em 1989, o RECA – Reflorestamento Econômico Consorciado e Adensado – é muito mais do que uma cooperativa de agricultores familiares: é um símbolo vivo de como a produção pode caminhar lado a lado com a floresta em pé.

Com quase 40 anos de história, o RECA surgiu da união de famílias migrantes que, ao se estabelecerem no então recém-demarcado distrito de Nova Califórnia (RO), se depararam com dificuldades extremas: malária, falta de infraestrutura, ausência de assistência técnica e pressão para desmatamento.

“A Amazônia era um mistério para nós. Enfrentamos o abandono institucional e aprendemos, com os povos da floresta, a respeitar os ciclos da natureza. Foi a partir dessa troca de saberes que começamos a planejar uma nova forma de viver e produzir aqui”, relembra Hamilton Condack, presidente da cooperativa.

Cupuaçu: fruto da resistência e esperança

Atualmente, o RECA conta com mais de 300 famílias associadas, divididas em 10 grupos produtivos que trabalham em mais de 1.000 hectares de Sistemas Agroflorestais (SAFs), o equivalente a 1 mil campos de futebol.

Entre os diversos produtos processados e comercializados – como açaí, castanha-do-brasil, palmito de pupunha, óleos vegetais e sementes – o cupuaçu é o grande carro-chefe. “O cupuaçu se adaptou muito bem ao solo, ao clima da região e foi a cultura que mais respondeu positivamente em produtividade e mercado”, explica Hamilton.

Segundo o RECA, só em 2025, a expectativa é de uma colheita histórica: 2 milhões de quilos de frutos, superando a marca anterior de 2021.

Produção com identidade e sustentabilidade

No RECA, produzir é um ato de respeito ao território. O modelo agroflorestal adotado desde os primeiros anos da cooperativa prioriza o cultivo de mais de 40 espécies consorciadas, integrando árvores frutíferas, madeireiras e plantas medicinais.

Além disso, todo o resíduo orgânico da agroindústria é transformado em adubo de alta qualidade por meio de um sistema de compostagem inovador.

Esse cuidado com o meio ambiente se reflete nas certificações orgânicas nacionais, europeias e norte-americanas conquistadas por 35 propriedades. Embora a cooperativa ainda atue exclusivamente nos mercados regional e nacional, a preparação para a exportação já está em curso, com certificações que atendem exigências internacionais.

“Nós ainda não exportamos, mas já atendemos a todas as exigências para isso. Esse é um passo que certamente vamos dar nos próximos anos”, projeta o presidente.

Educação, equidade e organização social

O compromisso com a sustentabilidade vai além da terra: o RECA aposta na educação como pilar para o futuro. Com a fundação da Escola Família Agrícola Jean Pierre Mingam, os jovens da região têm acesso a uma formação adaptada à realidade rural, por meio da “Pedagogia da Alternância” (15 dias na escola e 15 dias em casa), que concilia o ensino formal com o trabalho nas propriedades familiares.

A equidade de gênero também é prioridade. Cada um dos 10 grupos da cooperativa possui representação feminina, garantindo espaço para as agricultoras nas decisões. “A mulher tem papel fundamental aqui. A força de trabalho feminina e sua visão sobre o coletivo fazem toda a diferença na nossa trajetória”, destaca Hamilton.

Parcerias que fortalecem

O RECA nasceu da solidariedade e se mantém por meio da união. Desde a ajuda inicial da Diocese de Rio Branco (por meio do arcebispo já falecido – famoso no Acre e em Rondônia – Dom Moacyr Grecchi) e da fundação holandesa CEBEMO, passando por parcerias com instituições como a Embrapa, Natura, GIZ, INPA e Petrobras, a cooperativa soma uma rede que impulsiona projetos de reflorestamento, pesquisa, capacitação, certificação e geração de renda.

A relação com a Natura, por exemplo, envolve a compra da manteiga de cupuaçu e a implementação de um projeto REDD+ de carbono coletivo, que protege mais de 4.000 hectares de floresta.

Futuro: desafios e expansão

Apesar do sucesso, os desafios continuam. Entre eles, o combate a pragas e doenças nos SAFs e a constante necessidade de modernização dos processos industriais.

“Nossos desafios são muitos, mas temos clareza do nosso caminho. Trabalhamos para ampliar a produção e melhorar o manejo, sempre com a floresta como parceira. O RECA é uma prova viva de que é possível produzir, conservar e transformar vidas ao mesmo tempo”, reforça o presidente da cooperativa.

Para isso, o RECA desenvolve projetos como o Renovar e o Cooperar para Avançar, que promovem podas fitossanitárias, adubação e revitalização dos cultivos. “Nosso maior orgulho é ver que conseguimos manter as famílias na terra, produzir com respeito à floresta e construir uma comunidade justa e solidária. Somos RECA, somos Amazônia”, finaliza Hamilton Condack.

Fonte: Felipe Corona Jornalista /Jornal Folha do Progresso   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/08/2025/10:27:14

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MPF aponta irregularidades do IPAAM em licenças do Projeto Autazes

O tuxaua Sergio Freitas do Nascimento de 40 anos pilota uma voadeira e passa em frente à placa da mineradora Potássio Brasil (Foto: Bruno Kelly/Amazônia Real)

O MPF pediu à Justiça a suspensão das licenças do Projeto Potássio Autazes, apontando que o IPAAM emitiu autorizações com graves falhas técnicas, omissões sobre impactos ambientais e sem consultar comunidades indígenas e tradicionais afetadas.

O Ministério Público Federal (MPF) encaminhou à Justiça Federal uma manifestação solicitando a suspensão imediata das licenças de instalação do Projeto Potássio Autazes, desenvolvido pela empresa Potássio do Brasil no município de Autazes, interior do Amazonas. As autorizações foram concedidas pelo Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) e permitem a exploração de silvinita — um tipo de minério utilizado na produção de fertilizantes — na região.

Segundo o MPF, o pedido visa interromper violações ao meio ambiente e aos povos afetados pela atividade minerária. A manifestação destaca que, mesmo diante de graves falhas no processo de licenciamento ambiental, a empresa obteve autorização do Poder Executivo para dar início à instalação das estruturas relacionadas à exploração mineral, inclusive em áreas sobrepostas ou próximas a terras indígenas.

De acordo com o órgão, a atuação do Judiciário é necessária e urgente para impedir a continuidade das violações de direitos coletivos e os impactos ambientais decorrentes da instalação do empreendimento. Na avaliação do MPF, o procedimento de licenciamento apresenta uma série de irregularidades que comprometem a legalidade e a legitimidade da iniciativa.

Entre os principais problemas apontados pelo Ministério Público estão o fracionamento do licenciamento, o que pode mascarar o real impacto do empreendimento; a existência de inconsistências nos estudos ambientais — como a ausência de análises sobre tremores de terra e subsidência, a localização da pilha de rejeitos em área suscetível a inundações e o subdimensionamento das áreas de influência do projeto.

Outro ponto central da manifestação é a falta de consulta livre, prévia, informada e de boa-fé aos povos indígenas e comunidades tradicionais potencialmente afetados, conforme determina a Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), da qual o Brasil é signatário. O MPF também questiona a competência legal do Ipaam para conduzir o licenciamento, considerando a dimensão dos impactos e o interesse federal envolvido, uma vez que há terras indígenas demarcadas ou em processo de demarcação dentro da área de influência do empreendimento.

A manifestação entregue à Justiça é acompanhada de novos laudos periciais produzidos por especialistas nas áreas de geologia, engenharia florestal, biologia e antropologia. Os estudos foram finalizados no segundo semestre de 2024 e indicam falhas técnicas, lacunas nos estudos ambientais e desrespeito aos direitos dos povos afetados.

O laudo ambiental conclui que a Licença de Instalação nº 024/24, emitida pelo Ipaam, foi concedida de maneira precipitada, sem que todas as pendências tivessem sido sanadas. O documento aponta múltiplas fragilidades, incluindo a omissão da existência de uma terra indígena ainda em estudo de demarcação.

Já o laudo antropológico enfatiza os impactos negativos do empreendimento sobre o povo indígena Mura de Autazes. Segundo o documento, os Mura já enfrentam efeitos complexos que afetam sua organização social e ameaçam a continuidade de sua reprodução como grupo étnico diferenciado. O direito à consulta prévia, livre e informada também teria sido totalmente negligenciado em relação às comunidades indígenas, tradicionais e ribeirinhas da região.

O Ministério Público Federal havia solicitado em maio de 2024 que a Justiça suspendesse as licenças concedidas à Potássio do Brasil. Até o momento, segundo o MPF, ainda não houve qualquer decisão judicial sobre o caso.

Fonte: ASCOM MPF/Jornal Folha do Progresso   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/08/2025/10:20:13

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VÍDEO: motorista toma arma de assaltante e atira contra ele em trânsito na zona sul de SP

Foto: Reprodução | Criminoso foi tentar assaltar o motorista, que reagiu e atirou; suspeito não resistiu e morreu no hospital.

Um homem de 35 anos morreu após uma tentativa de assalto a um motorista, de 27 anos, que estava parado no trânsito na avenida Jornalista Roberto Marinho, próximo à rua Jurubatuba, no Brooklin, zona sul de São Paulo, na tarde desta terça-feira (12).

A ação foi registrada por uma câmera acoplada em um carro que seguia logo atrás do veículo abordado pelo criminoso.

As imagens mostram que o assaltante emparelhou a moto ao lado do motorista e tentou puxar algum pertence da vítima pela janela. Nesse momento, a vítima tomou a arma do assaltante e atirou contra ele.

Mesmo ferido, o indivíduo conseguiu fugir a pé do local. O motorista ainda realizou mais dois disparos, como mostra o vídeo.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo disse que o suspeito baleado pela vítima ainda deu entrada no Hospital Campo Limpo, mas não sobreviveu aos ferimentos e morreu.

Os pertences dele foram reconhecidos pela vítima. A moto utilizada pelo criminoso era roubada e foi apreendida.

O caso foi registrado como roubo, legítima defesa, homicídio e localização/apreensão de veículo pelo 27° DP de Campo Belo.

Veja vídeo:

Fonte: SBT /Jornal Folha do Progresso   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/08/2025/10:06:22

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Empresa confirma 9 mortes em explosão de fábrica no Paraná

Foto:Reprodução | Causas do acidente estão sendo investigadas

A empresa Enaex Brasil informou na noite desta terça-feira (12) que nove funcionários morreram durante explosão em uma de suas instalações fabris na cidade de Quatro Barras, na região metropolitana de Curitiba (PA).

Segundo a empresa, outros sete trabalhadores tiveram ferimentos leves, receberam atendimento médico e liberados.

“Expressamos nossas mais sinceras condolências às suas famílias, amigos e colegas de trabalho”, diz comunicado da empresa, acrescentando que está colaborando com as investigações.

A explosão ocorreu por volta das 6h e está sob investigação da polícia. Mais cedo, o Corpo de Bombeiros informou que o acidente ocorreu em um edifício específico e não há risco de novas explosões.

No início da noite, o comandante dos bombeiros, coronel Geraldo Hiller, afirmou que os trabalhos serão suspensos por falta de condições de segurança durante a noite e madrugada. Ele explicou que uma edificação próxima, da empresa, foi parcialmente destruída, assim como há marcas da explosão, como estilhaços e janelas, batentes e portas danificados em prédios ao longo do complexo da empresa.

A Polícia Científica irá investigar as causas da explosão e fará a identificação dos corpos, alguns fragmentados pela força da explosão.

 

Fonte: Agência Brasil /Jornal Folha do Progresso   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/08/2025/07:00:13

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Empresário acusado de matar gari já foi investigado por agressões e homicídio culposo; veja histórico

Renê da Silva Nogueira Junior é suspeito de matar o gari Laudemir de Souza Fernandes, de 44 anos. — Foto: Reprodução

Renê da Silva Nogueira Júnior, preso em Belo Horizonte, acumula passagens por violência doméstica, lesões corporais e atropelamento com morte no Rio de Janeiro.

A Justiça de Minas Gerais decide nesta quarta-feira (13) se o empresário Renê da Silva Nogueira Júnior, de 47 anos, suspeito de matar o gari Laudemir de Souza Fernandes, de 44, permanecerá preso preventivamente, sem prazo para deixar o presídio, ou se poderá responder ao processo em liberdade.

Nessa terça-feira (12), a Polícia Civil apresentou detalhes do início das investigações. Segundo a corporação, após o crime, o suspeito seguiu sua rotina normalmente e foi preso horas depois pela Polícia Militar em uma academia.

O caso ocorreu quando Renê passava por uma rua onde um caminhão da Superintendência de Limpeza Urbana estava parado para coleta de lixo. Impaciente, ele começou a discutir com os trabalhadores e ameaçou a motorista. Testemunhas relataram que o empresário conseguiu passar, mas retornou e atirou contra os garis, conforme contou o delegado Matheus Moraes.

    “Eles pediram paciência para o autor porque era uma rua estreita, com carros estacionados dos dois lados. A motorista manobrou o caminhão para que ele passasse, mas todos afirmaram que ele estava muito alterado. Ao passar, ele freou bruscamente, retornou, deu um golpe na arma, o carregador caiu, ele recolocou, apontou para a vítima e disparou.”

Renê Júnior tem um histórico de violência registrado pela Polícia Civil do Rio de Janeiro. Em 2003, foi encaminhado ao Juizado Especial Criminal por agredir uma mulher. Dois anos depois, foi levado a uma delegacia por violência doméstica contra a ex-noiva, que, segundo ocorrência.

Em 2011, atropelou uma mulher de 50 anos no bairro Recreio dos Bandeirantes, no Rio. A vítima morreu, e ele foi acusado de homicídio culposo por dirigir em alta velocidade. Em 2021, foi investigado por violência doméstica contra a ex-mulher, que relatou ameaças e lesões graves em meio a conflitos sobre divórcio, partilha de bens e pensão alimentícia.

Nas redes sociais, onde reúne quase 30 mil seguidores, Renê se apresenta como cristão, marido, pai e patriota, além de afirmar ter trabalhado em grandes empresas multinacionais do setor de alimentos e bebidas.

Ele é casado com Ana Paula Lamego Balbino Nogueira, delegada de polícia atualmente lotada na Casa da Mulher Mineira, inaugurada pela Polícia Civil em março de 2022. Ana Paula continua no cargo, mas é investigada pela Corregedoria da instituição.

A defesa do homem disse que não vai se posicionar sobre o caso.

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Fonte: CBN /Jornal Folha do Progresso   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/08/2025/07:00:13

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Prêmio MEC da Educação Brasileira: duas estudantes do PA recebem premiação

Em todo o país, o Prêmio MEC da Educação Brasileira reconheceu 54 alunos pelo alto desempenho na redação do Enem – Foto: Ricardo Stuckert / PR

Premiação valoriza as melhores práticas de inclusão e diversidade, qualidade da educação pública, desempenho no Ideb, acesso e permanência, avanço na alfabetização e educação em tempo integral. Estudantes são premiados pelo desempenho na redação do Enem.

Em todo o país, o Prêmio MEC da Educação Brasileira reconheceu 54 alunos pelo alto desempenho na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Também foram premiados quatro estados, 35 municípios e 20 escolas, com a entrega de 62 troféus e 54 medalhas em oito categorias: Educação Infantil; Alfabetização; Anos Iniciais do Ensino Fundamental; Anos Finais do Ensino Fundamental; Ensino Médio; Enem; Educação em Tempo Integral; e Educação Profissional e Tecnológica (EPT). Ao todo, são 116 premiados entre redes de ensino estaduais e municipais, escolas e estudantes.
Confira a lista de premiações no Pará:

Estudantes (desempenho na redação do Enem)
Lorena de Souza Pinto
Maria Giovanna de Oliveira Furtuoso

SELEÇÃO DOS PREMIADOS – Os vencedores da edição de 2025 do Prêmio MEC da Educação Brasileira foram selecionados com base em indicadores oficiais da educação básica, como o Censo Escolar, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), a Avaliação da Alfabetização e o Enem, além do Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Todas as análises foram realizadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), sem abertura de editais ou inscrição prévia.

PRÊMIO – Instituído pelo Decreto nº 12.521/2025, com regras publicadas na Portaria nº 564/2025, o Prêmio MEC da Educação Brasileira promove o reconhecimento e a valorização dos diversos atores educacionais. O objetivo é incentivar a adoção de políticas, programas, estratégias e iniciativas destinados à melhoria da qualidade da aprendizagem na educação básica, que levem em conta a promoção da equidade e a redução das desigualdades, em alinhamento ao Plano Nacional de Educação (PNE).

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República  /Jornal Folha do Progresso   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/08/2025/07:40:05

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PL da Devastação ameaça áreas protegidas na Amazônia

Foto:  Greenpeace | Pesquisadores alertam que o enfraquecimento do licenciamento ambiental previsto no PL 2.159/2021 pode colocar em risco compromissos assumidos pelo Brasil, como a proteção de 30% do território até 2030. Áreas protegidas já sofrem com falta de investimento e não resistirão a mais retrocessos legais.

A recente aprovação do Projeto de Lei nº 2.159/2021, que altera as regras do licenciamento ambiental no Brasil, acende um alerta entre especialistas e defensores da conservação. O texto legal, que transfere a responsabilidade de licenciamento a estados e permite licenciamento automático em diversos casos, pode agravar os já conhecidos desafios de gestão nas áreas protegidas da Amazônia — conforme evidencia um estudo publicado na revista Biological Conservation, conduzido por pesquisadores do Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ) e da Universidade Federal de Goiás.

A pesquisa analisou 261 unidades de conservação (UCs) na Amazônia brasileira, considerando dados oficiais de gestão e biodiversidade. Os resultados revelam um descompasso alarmante entre o valor das áreas para conservação da biodiversidade e os investimentos efetivos em sua gestão. O estudo demonstra que as UCs de maior prioridade para a proteção de espécies ameaçadas e de uso sustentável — como castanha-do-pará e jacarés — são, paradoxalmente, aquelas que apresentam os piores indicadores de gestão e menor acesso a recursos técnicos e financeiros.

Esse cenário tende a se agravar com a nova legislação. O PL 2.159/2021 promove o chamado “licenciamento autodeclaratório”, que dispensa o estudo prévio de impacto ambiental em diversos casos. A medida pode enfraquecer o controle sobre atividades em zonas de amortecimento de unidades de conservação ou mesmo em suas adjacências — justamente as áreas identificadas pela pesquisa como mais críticas em termos de pressão antrópica e menos protegidas por investimentos públicos.

A pesquisa destaca que o desmatamento no entorno das áreas protegidas tem forte impacto em seu interior, corroendo a efetividade das UCs. Aproximadamente 50% das áreas analisadas já apresentavam índices alarmantes de desmatamento interno, mesmo estando formalmente protegidas. A fragilidade na gestão, sobretudo nas UCs administradas por estados ou que não contam com apoio do programa federal ARPA (Áreas Protegidas da Amazônia), está diretamente associada a essa tendência.

O ARPA, maior iniciativa de financiamento de áreas protegidas tropicais do mundo, tem se mostrado eficaz. As áreas que contam com seu apoio financeiro registram melhores índices de efetividade na gestão e menor perda de cobertura florestal. Porém, mesmo com o suporte do programa, os recursos estão longe de ser suficientes: o custo mínimo estimado para conservar cerca de 80% da Amazônia gira entre 1,7 e 2,8 bilhões de dólares anuais — valor que não tem sido alcançado.

Diante disso, a flexibilização do licenciamento imposta pelo PL 2.159/2021 contraria diretrizes básicas de planejamento territorial e compromete objetivos assumidos pelo Brasil, como a meta global de proteger 30% do território até 2030, estabelecida pelo Acordo de Kunming-Montreal. A ampliação de áreas protegidas sem a correspondente estrutura de gestão já é um desafio; permitir atividades econômicas com menor controle ambiental pode desestabilizar ainda mais esse sistema.

Além dos impactos ambientais diretos, a ausência de um licenciamento rigoroso afeta também populações tradicionais, que dependem dos serviços ecossistêmicos e da estabilidade das áreas de conservação. A pesquisa reforça que o engajamento das comunidades locais e a gestão participativa são componentes centrais da efetividade das UCs, ainda negligenciados em grande parte do território amazônico.

A flexibilização legislativa, sem contrapartidas de fortalecimento institucional e financiamento adequado, representa um retrocesso para a conservação. A pesquisa conclui que investir em gestão é tão estratégico quanto criar novas áreas protegidas. No entanto, com o licenciamento fragilizado, o risco é ampliar as ameaças sem garantir os instrumentos mínimos para enfrentá-las.

A coordenadora de políticas públicas do LIRA/IPÊ – Legado Integrado da Região Amazônica, vinculado ao Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ), Fabiana, reforça a necessidade de que decisões nessa área sejam embasadas em dados científicos e análises técnicas. “O estudo reforça a urgência de políticas públicas orientadas por dados, que reconheçam o valor estratégico das áreas protegidas na Amazônia. Sem instrumentos técnicos sólidos como o licenciamento ambiental, o país corre o risco de fragilizar ainda mais os territórios que mais precisam de atenção”, afirmou.

Fonte: SarahSantos /Jornal Folha do Progresso   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/08/2025/07:40:05

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Starlink libera internet gratuita no Brasil; veja como fazer a conexão no celular

Foto:Reprodução | Entretanto, a novidade permite apenas algumas funções até o momento

A rede de satélites Starlink, da SpaceX, liberou a conexão à internet gratuita via satélite para celulares no Brasil. Cerca de 50 modelos já podem aproveitar a funcionalidade.

O serviço da SpaceX, empresa de Elon Musk, está disponível no Brasil desde o dia 31 de julho e deve ampliar a cobertura aos poucos. Ainda assim, junto da operadora americana T-Mobile, a Starlink garante internet em qualquer lugar do mundo e em alta velocidade, desde que o celular esteja na superfície.

Diferente das redes terrestres, utilizadas na maior parte das operadoras, a Starlink utiliza satélites especialmente projetados, que funcionam como “torres de celular no espaço”, para expandir a cobertura terrestre em áreas que de outra forma seriam inalcançáveis.

Entretanto, a novidade permite apenas algumas funções até o momento, como envio e recebimento de mensagens de texto; compartilhamento de localização e acesso a serviços de emergência. A expectativa é de que o serviço da internet da Starlink seja expandido para incluir chamadas de voz e navegação na internet em breve.

Dos 50 modelos de celulares disponíveis para o serviço, 27 são da Samsung, 12 da Apple, 5 da Motorola, 4 do Google, e 2 da T-Mobile – empresa de telecomunicação que não atua no Brasil.

Para habilitar a internet, além da compatibilidade do celular, é importante que os dispositivos Android e iOS estejam atualizados no sistema operacional mais recente, pois incluem suporte para a conexão via satélite emergencial.

Também é necessário ativar a funcionalidade de conexão automática para redes emergenciais por meio das configurações do dispositivo. A opção pode ser encontrada dentro das áreas “Conexões” ou “Redes móveis”.

Dessa forma, a conexão com a rede de Elon Musk será ativada automaticamente sempre que o usuário estiver fora da cobertura de sua operadora tradicional. Nesses casos, o dispositivo exibirá a identificação “T-Mobile SpaceX” na tela.

Confira a lista de aparelhos compatíveis com a Starlink:

Apple iPhone 14 Plus;

Apple iPhone 14 Pro Max;

Apple iPhone 15 Plus;

Apple iPhone 15 Pro Max;

Apple iPhone 16 Plus;

Apple iPhone 16 Pro Max

Google Pixel 9 Pro XL;

Google Pixel 9 Pro Fold

Motorola razr – 2024;

Motorola edge – 2024;

Moto g stylus 5G – 2024;

Moto g power 5G – 2024;

Samsung Galaxy S21 FE;

Samsung Galaxy S21, Plus & Ultra;

Samsung Galaxy S22, Plus & Ultra;

Samsung Galaxy S23, Plus & Ultra;

Samsung Galaxy S23 Fan Edition;

Samsung Galaxy S24 Ultra;

Samsung Galaxy S24 Fan Edition;

Samsung Galaxy S25 Ultra;

Samsung Galaxy Z Flip3;

Samsung Galaxy Z Fold3;

Samsung Galaxy Z Flip4;

Samsung Galaxy Z Fold4;

Samsung Galaxy Z Flip5;

Samsung Galaxy Z Fold5;

Samsung Galaxy X Cover6 Pro;

Samsung Galaxy Z Flip6;

Samsung Galaxy Z Fold6

T-Mobile REVL 7 Pro 5G

 

Fonte:debatecarajas /Jornal Folha do Progresso   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/08/2025/07:00:13

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Governo Lula vai anunciar nesta quarta (13) pacote de ajuda a exportadores afetados pelo tarifaço

Presidente Lula — Foto:Reprodução | O presidente Lula vai assinar uma Medida Provisória criando uma linha de crédito de R$ 30 bilhões para as empresas que perderam competitividade no mercado externo.

O governo federal vai anunciar nesta quarta-feira (13) o pacote para socorrer os exportadores afetados pelo tarifaço americano de 50%. O presidente Lula vai assinar uma Medida Provisória criando uma linha de crédito de R$ 30 bilhões para as empresas que perderam competitividade no mercado externo.

Os presidentes da Câmara e do Senado – e representantes do empresariado – foram convidados para a cerimônia de lançamento do programa, às 11h30, no Palácio do Planalto.

Em entrevista à BandNews FM, o presidente Lula falou sobre o plano de apoio aos setores prejudicados pela decisão de Donald Trump:

‘Eu vou assinar uma Medida Provisória que cria uma linha de crédito de 30 bilhões para as empresas brasileiras que, porventura, tiverem prejuízos com a taxação do Trump.

Vai ter uma política de crédito que a gente está pensando em ajudar, sobretudo, as pequenas empresas, o pessoal que exporta tilápia, que exporta fruta, que exporta, mel e outras coisas, empresas de máquinas’.

‘As grandes têm mais poder de resistência. E eu acho que vai ser extremamente importante para que a gente possa mostrar que ninguém fica desamparado por conta da taxação do presidente Trump.’

Além do crédito, o pacote prevê a ampliação de compras governamentais, a abertura de novos mercados e prioridade para conteúdo nacional.

Sem avanços nas negociações com os Estados Unidos, o governo intensificou a busca por novos mercados. Nos últimos dias, Lula conversou por telefone com o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi; com o presidente da Rússia, Vladimir Putin; e com o líder chinês, Xi Jinping.

Lula também acredita que o presidente Trump será pressionado a reduzir as tarifas pelos próprios empresários e consumidores americanos por causa do provável aumento de preços dos produtos importados pelos Estados Unidos:

‘Não dá para dar de barato a taxação do Trump. Tem lei nos Estados Unidos de que eles podem abrir processo, eles podem brigar lá. É isso que nós queremos que aconteça e eu acho que vai dar certo.

Uma das coisas que eu acho que o presidente Trump não pensou é que, embora ele diga que está juntando muito dinheiro, os produtos taxados a todos os países do mundo vão aumentar de preço nos Estados Unidos. Não existe milagre’.

‘E essa taxação pode ficar certa. Não ficarão impunes porque o povo americano vai sofrer. Ele vai sofrer as consequências dessa taxação. Eu acho que o povo tem que sentir o que vai acontecer na pele para saber qual será a reação do povo americano com relação às taxações do presidente Trump’.

 

Fonte:Jornal da CBN /Jornal Folha do Progresso   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/08/2025/07:00:13

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Governo Trump critica Lula e Moraes e afirma que direitos humanos deterioraram no Brasil

Donald Trump, presidente dos Estados Unidos. — Foto:Reprodução

Relatório dos EUA aponta deterioração da liberdade de expressão no país.

O Relatório de Direitos Humanos do Departamento de Estado americano, divulgado nesta terça-feira (12), afirma que a situação dos direitos humanos no Brasil piorou em relação a 2023, com destaque para ações do Supremo Tribunal Federal (STF) e do ministro Alexandre de Moraes. O texto afirma que as restrições judiciais restringem a liberdade de expressão no país.

Segundo o documento, o STF adotou medidas que “acabaram com a liberdade de discurso” e suprimiram de forma desproporcional manifestações de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro. A crítica marca uma mudança em relação ao relatório de 2023, que não havia registrado alterações significativas no cenário brasileiro.

O relatório também cita uma série de sanções determinadas por Moraes a redes sociais, em especial, ao X, que chegou a ser bloqueado no país em 2024 devido a uma série de descumprimentos de ordens judiciais.

Segundo o texto, a Suprema Corte minou o debate democrático ao restringir o acesso a conteúdo online considerado “minar a democracia”, suprimindo desproporcionalmente o discurso de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, bem como de jornalistas e políticos eleitos, muitas vezes em processos secretos sem as garantias do devido processo legal.

No relatório, os EUA ainda afirmam que o governo “suprimiu discursos politicamente desfavoráveis, alegando que constituíam ‘discurso de ódio’, um termo vago e desvinculado do direito internacional dos direitos humanos”.

O texto também contextualiza que Bolsonaro responde a um processo por conspirar com aliados para tentar reverter, de forma violenta, o resultado das eleições de 2022. O relatório, no entanto, não endossa as acusações, limitando-se a apontar as ações judiciais como fator de restrição à liberdade de expressão no país.

O documento ainda critica o presidente Lula e o relaciona a atos antissemitas por ter criticado a ofensiva de Israel na Faixa de Gaza, após os ataques do Hamas em outubro de 2023.

O material destaca a declaração do presidente ao dizer que “o que está acontecendo na Faixa de Gaza é um genocídio”. Em seu discurso, comparou a situação na Palestina ao momento “em que Hitler decidiu matar os judeus”. E destaca a nota da Confederação Israelita do Brasil (Conib) repudiando as declarações.

O Departamento de Estado dos EUA ainda ressalta a situação dos direitos humanos pelo mundo, critica a Europa e afirma que não há “abusos significativos de direitos humanos” em El Salvador.

 

Fonte:CBN — Brasília /Jornal Folha do Progresso   e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 13/08/2025/07:00:13

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