Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 47 milhões nesta quinta-feira (14)

(Foto: Reprodução) – Para participar, o apostador deve escolher de 6 a 15 números dentre os 60 disponíveis no volante.

A Mega-Sena realiza nesta quinta-feira (14) o sorteio do concurso 2901, com prêmio estimado em R$ 47 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio será realizado a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, em São Paulo, com transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube.

As apostas podem ser feitas até as 19h do dia do sorteio, em qualquer casa lotérica credenciada ou pela internet, no portal Loterias Online da Caixa ou no aplicativo oficial para smartphones. O valor da aposta simples, com seis números, é de R$ 6,00.

Como apostar na Mega-Sena

Para participar, o apostador deve escolher de 6 a 15 números dentre os 60 disponíveis no volante. Quanto mais números marcar, maior o valor da aposta e maiores as chances de ganhar.

A Mega-Sena paga prêmios para quem acerta 4 (Quadra), 5 (Quina) ou 6 (Sena)dezenas sorteadas. Os valores variam de acordo com a quantidade de acertos e o total arrecadado no concurso.

Próximo sorteio e frequência

Desde 2024, os sorteios da Mega-Senaacontecem três vezes por semana, sempre às terças, quintas e sábados, às 20h. Caso não haja acertadores na faixa principal, o valor acumula para o concurso seguinte.

Onde assistir

O sorteio será transmitido ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube, permitindo que os apostadores acompanhem em tempo real a divulgação das dezenas sorteadas.

FAQ – Mega-Sena concurso 2901

1. Até que horas posso apostar?
As apostas podem ser feitas até as 19h do dia do sorteio, em lotéricas ou online.

2. Quanto custa a aposta mínima?
A aposta simples com seis números custa R$ 6,00.

3. Onde posso assistir ao sorteio ao vivo?
A transmissão ocorre no canal da Caixa no YouTube a partir das 20h.

 

 

Fonte: Portal Hortolândia e  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/08/2025/14:30:59

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Mulher que sofreu estupro tem útero e intestino perfurados durante aborto legal

(Foto: Reprodução) – O marido descobriu a situação quando acessou o celular da mulher, e a agrediu fisicamente, por acreditar ser uma traição.

Uma mulher, de identidade não revelada, de 24 anos, vítima de estupro, sofreu perfurações no útero e intestino em um hospital público do Distrito Federal, durante o procedimento de um aborto legal. Saiba mais detalhes sobre a história a seguir.

A jovem foi vítima de violência sexual na Rodoviária do Plano Piloto, no Distrito Federal, em fevereiro deste ano. No início, a mulher escondeu o estupro do companheiro. Entretanto, em abril, acabou descobrindo uma gravidez e contou para uma pastora da igreja que frequentava. O marido descobriu a situação quando acessou o celular da mulher, e a agrediu fisicamente, por acreditar ser uma traição.

Machucada da agressão do companheiro, a vítima registrou boletim de ocorrênciana Polícia Civil do DF (PCDF) e foi encaminhada para um abrigo junto da filha, que tem com o agora ex-companheiro, uma menina de 2 anos. Na sequência, denunciou, oficialmente, o estupro na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam).

Logo depois, ela procurou o Hospital Materno Infantil (Hmib), onde foi submetida ao aborto, em 23 de abril. Oprocedimento é previsto em lei para gestações ocorridas em decorrência de violência sexual.

Segundo o advogado da vítima, a paciente chegou em boas condições à unidade de saúde, mas, após o procedimento,passou a ter dores e sangramentos severos, ao ponto de ter de usar fraldas. A jovem recebeu alta e foi liberada para retornar ao abrigo. No lar temporário, a mulher não conseguiu dormir, e o responsável pelo local notou que a paciente estava perdendo muito sangue. Ela foi levada de volta ao Hmib no dia seguinte, em 24 de abril.

Conforme o advogado, no regresso, a médica pediu novos exames e foi quando as perfurações foram descobertas. A paciente foi transferida para o Hospital Regional da Asa Norte (Hran), onde foi submetida a um novo procedimento cirúrgico e passou a usar uma bolsa de colostomia devido à situação.

A Secretaria de Saúde (SES-DF) informou que está ciente do caso e todos os protocolos de segurança assistencial foram seguidos desde o primeiro atendimento à paciente.

 

 

Fonte: O Liberal e  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/08/2025/14:18:56

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Mãe flagra homem mostrando órgão para a filha de 5 anos e ele acaba preso por importunação

( Foto: Polícia Civil (PC-PR) – Importunador trabalhava na limpeza pública de Cianorte, no noroeste do estado, e foi demitido.

Segundo o delegado, homem viu criança brincando na rua e a arrastou para uma área de mata. Mãe conseguiu agir a tempo e fez a denúncia.

Uma mãe flagrou um homem mostrando o órgão g3nital para a filha de cinco anos em Cianorte, no noroeste do Paraná. Ela correu atrás dele, o filmou com o celular, mas ele conseguiu fugir em uma bicicleta.

No mesmo dia, ela registrou um boletim de ocorrência e o homem, de 54 anos, foi encontrado pela polícia e preso em flagrante pelo crime de importunação s3xual. Ele foi solto após audiência de custódia e vai responder pelo crime em liberdade. A pena pode chegar a até 10 anos de prisão.

Segundo o delegado Wagner Quintão, ação criminosa começou na última quinta-feira (7), quando o homem viu a criança brincando na rua, em frente a casa onde mora. Ele a abordou e a levou para uma área de mata próxima ao local e mostrou o órgão genital a ela.

A criança contou para a mãe o que havia acontecido. No dia seguinte, na sexta-feira (8), a mulher resolveu vigiar a brincadeira da filha.

Ela viu o homem se aproximar novamente da criança, e ao tentar correr atrás dele, o flagrou tentando cometer o crime de novo. Nas imagens, é possível ver que ela consegue derrubá-lo da bicicleta, mas o homem conseguiu fugir.

“A mãe foi muito corajosa, muito enérgica nesse cuidado com a filha. […] É importante que os responsáveis fiquem atentos, pois essa criança estava brincando próxima à casa e chegamos à conclusão de que foi um crime de oportunidade”, disse o delegado.

Conforme o delegado, o suspeito não chegou a ter contato físico com a menina.

A polícia também investiga se ele já cometeu outros crimes semelhantes contra outras crianças.

Segundo o delegado, o homem ainda não tem advogado constituído no processo.

 

Fonte: Macajuba Acontece, g1e  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/08/2025/10:36:58

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Operação da PF contra fraudes no INSS mira funcionários e ex-funcionários da Caixa

A Operação Recupera, da Polícia Federal (PF), foi deflagrada na manhã desta quarta-feira (13), com objetivo de combater uma organização criminosa especializada em fraudes contra o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Entre os integrantes da quadrilha, as investigações identificaram funcionários e ex-funcionários da Caixa.

A PF informou que as fraudes começaram, em 2018, com a concessão indevida de benefícios assistenciais e previdenciários por meio da inserção de dados falsos nos sistemas informatizados do banco. Os investigados se valiam de seus acessos para viabilizar as fraudes.

Segundo as investigações, eles realizaram comprovações de vida fraudulentas de pessoas fictícias ou já falecidas, emitiam segundas vias de cartões de beneficiários inexistentes e autorizavam pagamentos irregulares. Além disso, os fraudadores utilizaram documentos adulterados para habilitar benefícios e atuavam sincronizadamente na inserção de dados falsos no sistema informatizado da Caixa.

Demissões

De acordo com a PF, a instituição financeira instaurou procedimento disciplinar que resultou na demissão dos envolvidos e na identificação de condutas ilícitas articuladas entre os autores, que já tinham antecedentes por faltas disciplinares semelhantes relacionadas à concessão indevida de benefícios.

“Mesmo após a demissão, em 2022, os suspeitos deram continuidade ao esquema, delegando a terceiros o saque mensal de ao menos 17 benefícios fraudulentos ainda ativos”, diz a PF.

Mandados judiciais

A Operação Recupera, que conta com o apoio do Ministério Público Federal e da Caixa, cumprem seis mandados de busca e apreensão, além de medidas de bloqueio e indisponibilidade de bens e ativos no valor estimado de R$ 3 milhões.

As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Federal e estão sendo cumpridas em endereços relacionados aos acusados, no Rio de Janeiro e em Santa Catarina.

Os investigados poderão responder pela prática dos crimes de organização criminosa e peculato eletrônico. Segundo a PF, as ações “prosseguem para identificar outros envolvidos, desarticular o esquema criminoso e recuperar os ativos desviados”.

Fonte: Agência Brasil e  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/08/2025/10:36:58

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Em 40 anos, desmatamentos no Brasil derrubaram área maior que a Bolívia

Uma área maior que a Bolívia é o tamanho do território brasileiro que teve a vegetação nativa convertida em função da atividade humana entre os anos de 1985 e 2024. Foram 111,7 milhões de hectares, ou o equivalente a 13% de todo o país, segundo a Coleção 10 de mapas anuais de cobertura e uso da terra do MapBioma, divulgada nesta quarta-feira (13).

O estudo revela ainda que esses 40 anos reúnem os períodos mais intensos de perda das áreas naturais, desde a colonização do Brasil.  Segundo o pesquisador Tasso Azevedo, coordenador-geral do MapBiomas, 60% de toda a área foi gradualmente ocupada pela agropecuária, a mineração, as cidades, infraestrutura e outras atividades antes do período estudado. “Os 40% restantes dessa conversão ocorreram em apenas quatro décadas, de 1985 a 2024”, afirma.

Nesse período, o Brasil perdeu, em média, 2,9 milhões de hectares de áreas naturais por ano. A formação florestal foi a mais suprimida, com redução de 62,8 milhões de hectares, o equivalente ao território da Ucrânia.

As áreas úmidas, que envolvem floresta alagável, campo alagado, área pantanosa, apicum, mangue e corpos de água e reservatórios, também diminuíram ao longo desses 40 anos, com redução de 22% em todo o país.

A maior parte do cenário modificado recebeu o uso de pastagem, com 62,7 milhões de hectares, e agricultura, com outros 44 milhões. Os estados que tiveram o território mais ocupados pela agricultura foram o Paraná, com 34%; São Paulo, com 33%; e o Rio Grande do Sul, que tem 30% da área ocupada pela atividade.

De acordo com os pesquisadores, a pecuária, no acumulado de todo o período, tem maior atuação na supressão de áreas naturais por causa do crescimento da agropecuária em áreas já abertas anteriormente pela pastagem. “De forma geral, a expansão da pecuária parou no início dos anos 2000 e começou a se estabilizar. Atualmente, ela tem pequena tendência de queda da conversão”, diz Tasso Azevedo.

Biomas

Nas quatro décadas pesquisadas, a Amazônia foi o bioma que perdeu a maior extensão de cobertura verde. Foram 52,1 milhões de hectares. O Cerrado teve 40,5 milhões de hectares de vegetação nativa suprimidos

A área natural da Caatinga convertida foi de 9,2 milhões de hectares e a da Mata Atlântica, de 4,4 milhões.

O Pantanal, por sua vez, teve 1,7 milhão de hectares e o Pampa perdeu 3,8 milhões, sendo o bioma que teve maior perda de vegetação nativa proporcional ao tamanho do território: 30%.

Histórico

Na primeira década, até 1994, foi registrado aumento de 36,5 milhões de hectares de áreas antrópicas, convertidas principalmente em pastagens, mesmo sendo o período em que 30% dos municípios registraram o maior crescimento de área urbanizada.

A transformação mais significativa ocorreu na década seguinte, quando a conversão de cobertura verde para agropecuária totalizou 44,8 milhões de hectares no país. Dessa área, a expansão da agricultura representou 35,6 milhões de hectares. Também foi nesse período que o chamado Arco do Desmatamento na Amazônia se consolidou.

Nos últimos 40 anos, o período entre 2005 e 2014 foi o que menos sofreu mudança de uso do solo, quando 17,6 milhões de hectares de vegetação nativa foram suprimidos no país. A maior parte afetada – 15,4 milhões – foi de floresta, que inclui formação florestal, savânica, floresta alagável, mangue e restinga arbórea.

Nos últimos dez anos, a degradação da cobertura verde voltou a crescer, segundo o estudo. Enquanto a mineração aumentou, principalmente na Amazônia, a expansão agrícola desacelerou em todos os biomas, não impedindo o surgimento de mais uma área de desmatamento na região: a Amacro (Amazonas, Acre e Rondônia).

 Uso do solo

O estudo do Mapbiomas é o mais completo já realizado no Brasil sobre o uso do solo, com 30 classes mapeadas e dados de 40 anos. Nesta edição, o levantamento recebeu mais uma classe com o mapeamento de usinas fotovoltaicas, que se expandiram pelo país entre 2015 e 2024, com 62% da área mapeada concentrada na Caatinga. “É a primeira vez que a gente acrescenta uma classe de infraestrutura como mapeável dentro dos biomas, que é a classe das fazenda solares e que virou um uso da terra no Brasil”, destaca Tasso Azevedo.

Fonte: Agência Brasil e  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/08/2025/10:34:18

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Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
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Mais de 800 paraenses já mudaram de nome em Cartório após nova lei

Foto: Reprodução| Após três anos da nova legislação, média é de 296 alterações por ano no Pará; São Paulo, Minas Gerais e Bahia lideram ranking de mudanças.

Mais de 800 paraenses optaram por mudar seu nome diretamente em Cartório de Registro Civil, sem a necessidade de processo judicial. Os dados divulgados pela Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Pará) apontam um total de 888 alterações de prenome realizadas no período no Pará, o que corresponde a uma média de 296 mudanças por ano.

A novidade, introduzida pela Lei Federal nº 14.382/22, em julho de 2022, trouxe uma mudança significativa no ordenamento jurídico brasileiro ao permitir que qualquer cidadão maior de 18 anos possa alterar seu nome sem apresentar justificativa ou ingressar com ação na Justiça. Basta comparecer a um Cartório de Registro Civil com os documentos pessoais (RG e CPF), respeitando os critérios legais previstos.

“Com a nova lei que autoriza a mudança de nome diretamente em Cartório, o Estado reafirma sua confiança nos Oficiais de Registro Civil, reconhecendo neles a capacidade de garantir, com segurança e fé pública, um direito tão essencial à identidade e à dignidade da pessoa.”, afirma a presidente da ANOREG/PA, Moema Locatelli Belluzzo.

Já Conrrado Rezende, diretor da ANOREG/PA e presidente do Instituto de Registro Civil da ANOREG/PA, a Arpen-PA, destaca o papel dos registradores na efetivação dessa nova realidade:

“Estamos preparados para atender com agilidade, transparência e orientação todas as pessoas que buscam adequar sua identidade ao que realmente são. Essa mudança legislativa demonstra a confiança do Estado nos serviços extrajudiciais e reforça nosso compromisso com a cidadania.”

Entre os estados que mais registraram alterações de nome desde 2022 estão São Paulo (6.950), Minas Gerais (3.308), Bahia (2.787), Paraná (2.675), Pernambuco (1.503), Ceará (1.422), Maranhão (1.402), Santa Catarina (1.155), Rio Grande do Sul (985) e Goiás (942). Na outra ponta, os estados com menor número de alterações foram Roraima (37), Amapá (79) e Acre (114).

Novas regras

A Lei Federal nº 14.382/22 trouxe novas regras que facilitaram as mudanças de sobrenomes, abrindo-se a possibilidade de inclusão de sobrenomes familiares a qualquer tempo, bastando a comprovação do vínculo, assim como a inclusão ou exclusão de sobrenome em razão do casamento ou do divórcio. Da mesma forma, filhos podem acrescentar sobrenomes em virtude da alteração do sobrenome dos pais.

O procedimento é regulamentado nacionalmente, com valores tabelados por lei em cada um dos Estados, e após a mudança o Cartório comunica automaticamente a alteração aos principais órgãos emissores (como CPF, RG, passaporte e Justiça Eleitoral).

Para realizar o ato diretamente em Cartório de Registro Civil é necessário que o interessado, maior de 18 anos, compareça a unidade com seus documentos pessoais (RG e CPF). O valor do ato é o custo de um procedimento, tabelado por lei, e que varia de acordo com a unidade da federação. Caso a pessoa queira voltar atrás na mudança, deverá entrar com uma ação em juízo.

Nome do recém-nascido

A lei também inovou ao permitir a mudança de nome de recém-nascido em até 15 dias após o registro, no caso de não ter havido consenso entre os pais sobre como a criança vai chamar. Esta inovação, que também poderá ser realizada diretamente em Cartório de Registro Civil no possibilita a correção de muitos casos em que a mãe está impossibilitada de comparecer ao cartório em razão do parto e o pai ou declarante registra a criança com um nome diferente do combinado.

Para realizar a alteração do nome e do sobrenome do recém-nascido é necessário que os pais estejam em consenso, apresentem a certidão de nascimento do bebê e os documentos pessoais (CPF e RG). Se não houver consenso entre os pais, o caso deverá ser encaminhado pelo Cartório ao juiz competente para a decisão.

Sobre a Arpen-Brasil

Fundada em setembro de 1993, a Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil) representa a classe dos Oficiais de Registro Civil de todo o País, que atendem a população em todos os estados brasileiros, realizando os principais atos da vida civil de uma pessoa: o registro de nascimento, o casamento e o óbito.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Arpen-Brasil e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/08/2025/09:16:14

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Empossadas novas conselheiras do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher para o biênio 2025-2027

Posse das novas conselheiras do CMDM — Foto: Semtras / Divulgação

Cerimônia reuniu representantes do poder público e da sociedade civil, reforçando o compromisso com a promoção e defesa dos direitos das mulheres em Santarém.

A Secretaria Municipal de Trabalho e Assistência Social (Semtras), realizou nesta quarta-feira (13), no Plenarinho da Câmara Municipal, a posse das novas conselheiras do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (CMDM) para o biênio 2025-2027.

O ato contou com a presença do vice-prefeito Carlos Martins, representando o prefeito José Maria Tapajós; da secretária municipal de Trabalho e Assistência Social, Celsa Brito; da presidente reeleita do CMDM, Noemi Moraes; do vereador Joziel Colares; além de conselheiras, representantes da sociedade civil e autoridades da rede de proteção aos direitos das mulheres.

Criado pela Lei Municipal nº 20.070/2016 e instalado em 2017, o CMDM é um órgão permanente, propositivo, deliberativo e fiscalizador das políticas públicas voltadas às mulheres. Atua na formulação de estratégias, monitoramento de serviços, fortalecimento da rede de enfrentamento à violência doméstica e promoção da igualdade de direitos.

A presidente reeleita, Noemi Moraes, destacou os desafios e metas da nova gestão; “Fui aclamada novamente para a presidência e encaro isso como um grande desafio. Na gestão anterior, assumi parte do mandato e precisei intensificar as ações para atender toda a programação. Agora, vamos executar nosso planejamento anual, mesmo já estando em agosto, com atividades da Campanha Agosto Lilás e outras ações previstas, sempre com foco na proteção e defesa dos direitos das mulheres.”

A secretária municipal de Trabalho e Assistência Social, Celsa Brito, disse que o CMDM é fundamental para fortalecer as políticas públicas, pois garante que o diálogo seja construído coletivamente. “Atuamos no enfrentamento à violência doméstica, na capacitação, no empreendedorismo e em diversas frentes que asseguram direitos. Em agosto, com o Agosto Lilás, intensificamos ações em escolas, empresas e comunidades, sempre em articulação com a rede de proteção”.

O vice-prefeito Carlos Martins falou sobre o compromisso da gestão municipal com o conselho dos direitos das mulheres. “A posse das novas conselheiras reafirma o papel essencial do CMDM no cuidado, proteção e garantia dos direitos das mulheres. A Prefeitura seguirá apoiando o conselho para que desenvolva suas ações, pois fortalecer essa rede é essencial para construir uma cidade mais justa e segura para todas.”

A nova gestão inicia o biênio com a missão de dar continuidade às ações já existentes e implantar novos projetos que ampliem o alcance das políticas públicas voltadas às mulheres, em parceria com a rede de proteção e com a participação ativa da sociedade.

 

Fonte: g1 Santarém e Região — PA e  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/08/2025/10:16:49

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Helder Barbalho socorre Paysandu com R$ 600 mil para quitar dívida na FIFA

(Foto: Reprodução) – O valor será somado ao patrocínio anual do Banpará ao clube, que sobe de R$ 4,4 milhões para R$ 5 milhões.
O governador do Pará, Helder Barbalho, anunciou nesta quarta-feira (13) que o Banpará vai liberar R$ 600 mil extras ao Paysandu, garantindo a verba necessária para que o clube quite uma dívida com o Torreense, de Portugal, e se livre do transfer ban imposto pela FIFA.

“É mais um incentivo para que o Papão possa voltar a se reforçar para esta Série B. Bora pra cima!”, escreveu o governador, que é remista, nas redes sociais.

O valor será somado ao patrocínio anual do Banpará ao clube, que sobe de R$ 4,4 milhões para R$ 5 milhões. A verba permitirá que o Paysandu regularize sua situação até o prazo final da janela de transferências, em 2 de setembro, e volte a registrar novos jogadores.
Entenda o caso

O Paysandu foi punido pela FIFA por não cumprir o acordo com o Torreense, da 2ª divisão portuguesa, na compra de 50% dos direitos do lateral-esquerdo Keffel, em julho de 2024.

Inicialmente, o valor da negociação foi de 50 mil euros (R$ 304 mil), mas o contrato previa um bônus de 130 mil euros (R$ 730 mil) caso o clube permanecesse na Série B — o que ocorreu. O não pagamento gerou o bloqueio nas contratações.

Com o valor liberado agora, a expectativa é que o clube quite o débito e reforce o elenco para a reta final da competição, na qual luta para sair da zona de rebaixamento.

 

 

Fonte: Diário do Pará e  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/08/2025/09:51:01

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EUA revogam vistos de brasileiros por ligação com Mais Médicos

(Foto: Reprodução) – Segundo comunicado assinado pelo secretário de Estado Marco Rubio, as medidas têm como objetivo responsabilizar os envolvidos pela participação no esquema de envio de profissionais cubanos ao exterior

O governo dos Estados Unidos adotou ações para cancelar vistos e aplicar limitações de entrada a integrantes do governo brasileiro, ex-colaboradores da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e seus parentes.

Segundo comunicado assinado pelo secretário de Estado Marco Rubio, as medidas têm como objetivo responsabilizar os envolvidos pela participação no esquema de envio de profissionais cubanos ao exterior, promovido pelo regime de Cuba por meio do programa Mais Médicos.

Entre os nomes brasileiros mencionados pelo Departamento de Estado estão Mozart Julio Tabosa Sales, que atualmente ocupa o cargo de secretário de Atenção Especializada à Saúde no Ministério da Saúde, e Alberto Kleiman, hoje coordenador-geral da COP30, além de ter sido assessor de Relações Internacionais da pasta e ex-diretor de Relações Externas da Opas.

As sanções foram motivadas pela participação direta de Cuba no programa, que viabilizou o envio de médicos cubanos ao Brasil e proporcionou ganhos financeiros ao governo cubano.

 

 

Fonte: Roma News e  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/08/2025/08:48:50

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Amazônia Legal tem seis dos dez estados com maior taxa de violência sexual contra crianças e adolescentes

Operação contra exploração sexual de crianças e adolescentes no Pará: Amazônia Legal tem taxa de casos 21,4% acima da média nacional — Foto: Lilian Guedes/Polícia Civil do Pará

Na região, conflitos territoriais e barreiras logísticas criam cenário complexo para defender direitos das crianças

O estudo, que será divulgado hoje, revela que esses fatores estruturais ajudam a explicar os altos índices de estupro, maus-tratos e mortes violentas de meninos e meninas, que crescem de forma muito mais acelerada do que no restante do Brasil, superando em até 13,9% o crescimento registrado a nível nacional.

A taxa de violência sexual na Amazônia Legal alcançou, em 2023, 141,3 casos por 100 mil crianças e adolescentes, índice 21,4% acima da média nacional. Enquanto o Brasil registrou aumento de 12,5% nas notificações entre 2021 e 2022, na região o crescimento foi de 26,4%.

As crianças e adolescentes da Amazônia Legal estão extremamente expostos a diferentes violências. As desigualdades étnico-raciais, a vulnerabilidade social, os conflitos territoriais, a extensa área de fronteira e a grande incidência de crimes ambientais criam um cenário complexo que precisa ser compreendido e enfrentado para assegurar a proteção de cada criança e adolescente — afirma a oficial de Proteção contra a Violência do Unicef no Brasil, Nayana Lorena da Silva.

O ranking da violência na região é liderado por Rondônia (234,2 casos por 100 mil crianças e adolescentes), que é seguido por Roraima (228,7), Mato Grosso (188,0), Pará (174,8), Tocantins (174,2) e Acre (163,7). Nessas localidades, a incidência é alta principalmente em municípios situados a até 150 km das fronteiras brasileiras, que registraram taxa de 166,5 casos por 100 mil, valor acima dos 136,8 das cidades não fronteiriças.

Áreas urbanas

O pesquisador Cauê Martins, do FBSP, reforça que as particularidades regionais exigem políticas adaptadas:

— As taxas de mortes violentas intencionais nos municípios urbanos amazônicos são 31,9% maiores que nos centros urbanos do restante do país.

Em Manacapuru, no interior do Amazonas, a realidade da violência sexual contra crianças e adolescentes se manifestou de forma brutal e silenciosa para uma menina de apenas 11 anos. Um caso recente, relatado pela conselheira tutelar Joelma de Souza Leal Ribeira, ilustra a complexidade e a urgência do problema. Uma gestora de escola entrou em contato, devido ao comportamento “revoltado” da aluna e, após um processo de acolhimento, descobriu-se que a criança era estuprada pelo pai, com a participação dos irmãos.

— Na nossa cultura amazônica, foi perpetuado um comportamento que chamamos de “estupro consensual”. Crianças que não têm informação, estão isoladas geograficamente e não têm assistência do poder público vivem esse tipo de violência sem ter a dimensão do que está acontecendo — relata Joelma.

O Conselho Tutelar, atuando de forma coordenada com a polícia, conseguiu o resgate da criança. O pai está preso e a mãe foi condenada por omissão, confirmando a importância de um trabalho integrado e meticuloso. O desfecho do caso, embora trágico, ressalta a importância da atuação dos órgãos de proteção.

— A gente esbarra na questão da logística, da falta de transporte, falta de combustível, falta de acessibilidade a essas comunidades. Muitas vezes nosso trabalho acaba sendo uma proteção tardia, porque quando o conselho consegue chegar até esse local, muitas das vezes a criança já vem sendo vítima por muito tempo. Chegamos para encerrar o ciclo, mas infelizmente essas crianças já passaram por diversas violações — acrescenta a conselheira tutelar de Manacapuru.

Perfil das vítimas

Entre as vítimas de violência sexual na Amazônia Legal, o estudo do Unicef e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública aponta que 81% eram pretas e pardas e 2,6% indígenas. A taxa entre negros foi de 45,8 casos por 100 mil crianças e adolescentes, contra 32,7 entre brancos. No restante do Brasil, a maior incidência ocorre entre crianças brancas. Quando o recorte trata de crianças indígenas, os registros de violência sexual mais que dobraram entre 2021 e 2023, com crescimento de 151%.

— O dado que mostra que a casa é o lugar mais perigoso para boa parte das vítimas nos obriga a olhar para a violência sexual como um problema que atravessa famílias e comunidades. E isso torna ainda mais urgente a capacitação dos profissionais que atuam na ponta, como conselheiros tutelares e equipes de saúde — analisa Nayana da Silva, do Unicef.

Nesse cenário, o Unicef defende investimentos no monitoramento dos casos, melhorias na coleta e no registro de dados, e ações integradas entre governos e sociedade civil.

— Quando a rede de proteção trabalha enfrentando o racismo estrutural e a desigualdade de gênero, cria condições para que meninos e meninas deixem de ser alvos preferenciais da violência — completa a oficial do fundo das Nações Unidas.

O panorama traçado pela pesquisa também é corroborado pelo levantamento do Disque 100, divulgado neste ano, que aponta que mais de 80% das ocorrências acontecem dentro da residência da vítima. Na maioria dos casos, o agressor é um familiar ou alguém de confiança da família.

Dados divulgados no Atlas da Violência, que analisou notificações entre 2013 e 2023, apontam que, entre as vítimas mais jovens, como infantes (0 a 4 anos) e crianças (5 a 14 anos), a residência é o local mais frequente dos registros: 67,8% e 65,9% dos casos, respectivamente.

Esta semana, a discussão sobre a exploração e o abuso de crianças e adolescentes no ambiente das plataformas digitais ganhou projeção após um vídeo publicado pelo youtuber e humorista Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca, para alertas sobre casos de sexualização precoce e outras formas de “adultização” com objetivo de gerar lucro. O conteúdo tem levado a um aumento de número de denúncias contra pedofilia, por exemplo, na cidade de São Paulo, de acordo com a Secretaria da Segurança Pública do estado.

 

Fonte: Filipe Vidon — São Paulo e  Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/08/2025/08:36:46

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