Justiça mantém parcelamentos de contas de energia em atraso

Parcelamentos na conta de luz foram garantidos por lei do Governo do Pará |Foto: Reprodução

A Lei 9.216/2021 sancionada pelo Governo do Pará, em 5 de março de 2021, assegura o fracionamento dos débitos na conta de luz entre março e julho de 2020

A Justiça paraense manteve, na noite desta terça-feira (6), os parcelamentos de contas de energia elétrica em atraso, previstos pela Lei Estadual 9.216/2021. A decisão foi proferida pelo juiz Raimundo Santana, da 5ª Vara da Fazenda Pública e Tutelas Coletivas, do Tribunal de Justiça do Estado.

A determinação foi emitida após ação declaratória ajuizada pela Equatorial Energia, solicitando que a lei fosse declarada ilegal e inconstitucional, por tratar de matéria de competência exclusiva da União e de sua agência reguladora, no caso a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

De acordo com o magistrado, a atuação legislativa regional, em matérias que tratam diretamente das relações de consumo durante a pandemia do novo coronavírus, tem sido tema de discussão no âmbito da Suprema Corte, por se tratarem de normas que cuidam da proteção de direitos das pessoas. Uma delas é a estipulação de proibições às distribuidoras de energia elétrica, como a de cortar o fornecimento residencial do serviço por falta de pagamento ou de cobrar juros e multa.

“Nesse panorama, ao menos para os fins de uma tutela emergencial, não ressoam fortes evidências no sentido de que o legislador regional usurpou da competência legislativa que é própria da União (…). Diante disso, no que se refere à probabilidade do direito invocado, não subsistindo norma federal proibitiva, os estados-membros poderão ajustar, no âmbito local, as relações de consumo derivadas da conjuntura econômica imposta pela pandemia”, decidiu o juiz Raimundo Santana.

A Lei 9.216/2021 foi sancionada pelo Governo do Pará, no dia 05 de março deste ano, e assegura o parcelamento dos débitos em contas de energia elétrica contraídos durante os meses de março a julho de 2020, período em que houve a proibição pelo Estado no corte do serviço. De acordo com a norma, o parcelamento deverá ocorrer em, no mínimo, 12 meses sem acréscimo de juros, multa, taxa ou correção financeira.

“Na decisão, o juiz manteve a validade da lei e os parcelamentos, negando o pedido da Equatorial sobre declarar a legislação inconstitucional. Desta forma, a norma continua vigente, sendo válida para todos os consumidores, sem fazer distinção aos de baixa renda. Além disso, determina que o parcelamento seja ofertado inclusive àqueles que já tenham negociado débitos das contas referentes a esse mesmo período. Ou seja, devendo o acordo ser recalculado, desde que haja solicitação do consumidor”, concluiu o procurador do Estado, George Viana.

Por:Agência Pará

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Confira o novo calendário de pagamento do Renda Pará e Fundo Esperança

(Foto:Marcello Casal Jr / Agência Brasil) – A partir desta quarta-feira (7), o governo do Estado divulgou um novo calendário de pagamento dos beneficiários dos programas Renda Pará e Fundo Esperança, que sofreu mudanças para evitar aglomerações nas filas do Banpará.

Veja as novas datas:

Calendário Renda Pará – Crédito de R$ 500

Data de atendimento | Mês de nascimento

06, 07 e 08 de abril: fevereiro

09, 10 e 12 de abril: março

13, 14 e 15 de abril: abril

16, 17 e 19 de abril: maio

20, 22 e 23 de abril: junho

26, 27 de abril e 3 de maio: julho

04, 05 e 06 de maio: agosto

07, 08 e 10 de maio: setembro

11, 12 e 13 de maio: outubro

14, 15 e 17 de maio: novembro

18, 19 e 20 de maio: dezembro

Calendário Renda Pará – Crédito de R$ 100

Data de atendimento | Mês de nascimento

06, 07 e 08 de abril: agosto

09, 10 e 12 de abril: setembro

13, 14 e 15 de abril: outubro

16, 17 e 19 de abril: novembro

20, 22 e 23 de abril: dezembro

Fundo Esperança

Data de atendimento | Mês de nascimento (PF) / Data de constituição (PJ)

06, 07 e 08 de abril: junho

09, 10 e 12 de abril: julho

13, 14 e 15 de abril: agosto

16, 17 e 19 de abril: setembro

20, 22 e 23 de abril: outubro

26, 27 de abril e 3 de maio: novembro

04, 05 e 06 de maio: dezembro.

Por;Redação Integrada

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Fome cresce e, pela 1ª vez em 17 anos, mais da metade da população não tem garantia de comida na mesa

Moradores de rua e desempregados fazem fila para receberem suas quentinhas no Campo de Santana Foto: ANTONIO SCORZA / Agência O Globo
São mais de 116 milhões de brasileiros nessa situação. A pandemia deixou 19 milhões em insegurança alimentar grave em 2020, quase o dobro de 2018.

Fome cresce e, pela 1ª vez em 17 anos, mais da metade da população não tem garantia de comida na mesa
São mais de 116 milhões de brasileiros nessa situação. A pandemia deixou 19 milhões em insegurança alimentar grave em 2020, quase o dobro de 2018

Pela primeira vez em 17 anos, mais da metade da população não teve certeza se haveria comida suficiente em casa no dia seguinte, teve que diminuir a qualidade e a quantidade do consumo de alimentos e até passou fome.

São 116,8 milhões de pessoas nessa situação de insegurança alimentar no Brasil, de acordo com pesquisa divulgada na segunda-feira pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan), que reúne pesquisadores e professores ligados à segurança alimentar.

Sem emprego, sem perspectiva:  Crise prolongada deixa jovens num limbo: ‘Dá uma sensação de potencial desperdiçado’

A pandemia deixou 19 milhões com fome em 2020,  atingindo 9% da população brasileira, a maior taxa desde 2004, há 17 anos, quando essa parcela tinha alcançado 9,5%.  E quase o dobro do que havia em 2018, quando o IBGE identificou 10,3 milhões de brasileiros nessa situação.
Com pandemia e sem o auxílio emergencial, pobreza aumenta no Brasil

Júlio, que preferiu não mostrar o rosto, era lanterneiro e perdeu o emprego na pandemia. Com problemas na família, foi morar recentemente na rua, dormindo na Praça Jardim do Méier, Zona Norte do Rio Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo
Júlio, que preferiu não mostrar o rosto, era lanterneiro e perdeu o emprego na pandemia. Com problemas na família, foi morar recentemente na rua, dormindo na Praça Jardim do Méier, Zona Norte do Rio Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo

“A pesquisa revela um processo de intensa aceleração da fome, com um crescimento que passa a ser de 27,6% ao ano entre 2018 e 2020. Entre 2013 e 2018, o aumento era de 8% ao ano. Chegamos ao final de 2020 com 19 milhões de pessoas em situação de insegurança alimentar grave, mas podemos supor que agora no primeiro trimestre deste ano a situação já piorou ainda mais. É urgente conter essa escalada. Não se pode naturalizar essa questão como uma fatalidade sobre a qual não se pode intervir”, destaca Francisco Menezes, analista de Políticas e Programas da ActionAid.
Mais mulheres e negros

Rosana Salles, uma das pesquisadoras responsáveis pelo levantamento da Rede Penssan e professora de Nutrição da UFRJ, diz que além do aumento da fome, o que chamou a atenção foi a “queda brusca na segurança alimentar”, quando as famílias não têm problemas para pôr comida na mesa, que caiu de 63,3% em 2018 para 44,8%. É o menor índice da série iniciada em 2004.

Classe média empobrece:  ‘Vários passos para trás’, diz empreendedora sem renda

— O acesso insuficiente em quantidade e qualidade da alimentação para família cresceu muito, principalmente a insegurança leve (não há garantia de que a família será capaz de comprar comida). Esse é o primeiro prejuízo, que vem com a perda de emprego ou corte do salário. Mas não imaginávamos que menos da metade da população tivesse segurança alimentar no Brasil.

A insegurança alimentar leve subiu de 20,7% em 2018 para 34,7%, em 2020, “mostrando que a classe média não foi poupada dos efeitos da pandemia”, afirmou Renato Maluf, coordenador da Rede PENSSAN.

Dados mostram que, com impacto da queda de renda durante a pandemia, 14% dos brasileiros que não eram considerados pobres em 2019 estão nesta situação em 2021 Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo
Dados mostram que, com impacto da queda de renda durante a pandemia, 14% dos brasileiros que não eram considerados pobres em 2019 estão nesta situação em 2021 Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo

Sem auxílio emergencial, a nova pobreza:  ‘O maior medo da minha vida é a fome’

E as perspectivas não são animadoras. No último trimestre do ano passado, quando a pesquisa foi feita, ainda estava sendo pago o auxílio emergencial no valor de R$ 300. Benefício que foi cortado no início do ano e só começou a voltar nesta terça-feira, três meses depois, num valor menor e para menos famílias.

A  incidência da fome é maior nas casas onde a renda per capita é de meio a um salário mínimo, as que são chefiadas por mulheres e por negros.

Existe fome em 11,1% dos domicílios chefiados por mulheres. Quando a pessoa de referência é um homem, a parcela dos que passam fome é de 7,7%. Pessoas pretas ou pardas enfrentam insegurança alimentar grave em 10,7% dos lares, contra 7,5% entre os brancos.

— Já tínhamos visto isso em dados de 2018. Quando a pessoa de referência de família é mulher, é  negra ou tem baixa escolaridade, a fome aumente ainda mais — diz Rosana.

A pesquisa teve apoio do Instituto Ibirapitanga e parceria de ActionAid Brasil, Fundação Friedrich Ebert Stiftung  Brasil e Oxfam Brasil.

Fonte: Editora Globo S/A. Por:Cássia Almeida
06/04/2021 – 04:30 /
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Caixa abre oportunidade em 35 cidades do Pará; confira!

As oportunidades são para todos os estados do Brasil, incluindo 35 cidades no Pará. | Foto:Divulgação

As oportunidades são para o preenchimento de vagas de estágio para estudantes de cursos de níveis médio e técnico.

A Caixa Econômica Federal, por intermédio do Centro de Integração Empresa Escola (CIEE), divulgou a abertura do processo seletivo público, com o objetivo de contratação de estagiários de níveis médio, técnico e superior. As oportunidades são para todos os estados do Brasil, incluindo 35 cidades no Pará.

No ato da assinatura do contrato, o estudante deverá estar cursando do 5º semestre ao penúltimo semestre dos cursos de ensino superior: Arquitetura e Urbanismo e Engenharias;

No mínimo, o 5º semestre e no máximo o 9º semestre do curso de Direito.

Do 1º ao 3º ano para ensino médio ou EJA, tendo disponibilidade de estagiar por no mínimo 06 meses.

Do 1º ao penúltimo semestre dos cursos de nível técnico e/ou integrado ao ensino médio, tendo disponibilidade de estagiar no mínimo 06 meses.

Para concorrer se candidatar, o estudante além de estar inscrito em um dos cursos acima, deverá ter também a idade mínima de 16 anos e disponibilidade para estagiar por no mínimo, seis meses. Clique aqui para conferir a lotação por estado e cidade.

Valor da bolsa-auxílio e carga horária será de:

– Para carga horária de 4h diárias/20h semanais para ensino médio ou técnico: R$ 400,00;

– Para carga horária de 5h diárias/25h semanais para ensino médio ou técnico: R$ 500,00;

– Para carga horária de 5h diárias/25 horas semanais para ensino superior: R$ 1.000,00.

Além disso, será concedido auxílio-transporte no valor de R$130,00.

Inscrições e prova online

As inscrições são gratuitas e poderão ser realizadas até as 23h59 do dia 31 de maio de 2021, no site do CIEE.

Como será a avaliação?

Após a inscrição, o candidato receberá por e-mail acesso para realização da prova online. O candidato terá dois minutos para responder cada questão, caso não responda dentro do tempo, o sistema gravará a resposta em branco e seguirá automaticamente para a questão seguinte.

A prova objetiva online de níveis médio e técnico será composta de 20 questões, dividida entre 10 questões de língua portuguesa, 5 questões de matemática e 5 questões de conhecimentos gerais.

A prova objetiva online de Arquitetura e Urbanismo e Engenharias será composta de 20 questões e dividida entre 10 questões de Língua portuguesa, 3 questões de Informática, 2 questões de conhecimentos gerais e 5 questões de Específicas.

A prova objetiva online de Direito será composta de 20 questões e dividida em 10 questões de língua portuguesa e 10 questões de conhecimentos específicos.

Edital do processo seletivo

Para saber mais informações sobre o Programa de Estágio da Caixa, consulte o edital no site do CIEE.

Por:Diário Online

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Ex-gerente da Vale é nomeado como secretário de Desenvolvimento Econômico do Pará

José Fernando Gomes Júnior assume a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico do Pará (Sedeme) — Foto: Elivaldo Pamplona/O Liberal

A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedeme) está sob nova gestão. José Fernando Gomes Júnior assume a pasta. A nomeação foi publicada nesta segunda-feira (5), no Diário Oficial. Carlos Augusto de Paiva Ledo, secretário adjunto da Sedeme, respondia interinamente pelo órgão desde outubro de 2020.

José Gomes Júnior atuou como gerente de relações institucionais da mineradora Vale de 2006 a 2021. O Fórum das Entidades Empresariais do Pará emitiu um documento no qual manifesta apoio ao governador Helder Barbalho pela nomeação.

nota
Governador do Pará nomeou José Fernando Gomes Júnior titular da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico do Pará (Sedeme) nesta segunda-feira, 5 de abril. — Foto: Reprodução

“A decisão do Chefe do Poder Executivo paraense uma vez mais revela a preocupação de Sua Excelência em formar uma equipe técnica e responsável capaz de contribuir os seus incansáveis esforços para bem cumprir seus compromissos de governo voltados ao progresso e bem estar do povo paraense”, diz a nota.

O documento é assinado pelos presidentes da Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa), José Conrado; Federação da Agricultura e Pecuária do Pará (Faepa), Carlos Xavier; da Associação Comercial do Pará (ACP), Clóvis Carneiro; Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Pará, Sebastião de Oliveira Campos, e Centro das Indústrias do Pará, José Maria da Costa Mendonça.

Por G1 PA — Belém

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Alta do gás natural não terá impacto no Pará

Petrobras anunciou, nesta segunda-feira (5), um reajuste de 39% para as distribuidoras, que valerá a partir do dia 1º de maio – (Foto:Ivan Duarte / O Liberal)

O Pará não deve ser impactado pelos novos preços do gás natural anunciados pela Petrobras nesta segunda-feira (5) – o reajuste de 39% para as distribuidoras valerá a partir do dia 1º de maio deste ano. Segundo o presidente do Sindicato das Empresas Revendedoras de Gás Liquefeito de Petróleo do Pará (Sergap), Francinaldo Oliveira, os novos valores não chegarão a Belém.

“Não temos mercado de gás natural, ele é mais usado nas indústrias e motores de veículos automotivos; O nosso Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), o gás de cozinha, não é proveniente do gás natural, em sua maior parte. Então, provavelemtne não vai haver impacto”, afirma.

Segundo a Petrobras, a variação decorre da aplicação das fórmulas dos contratos de fornecimento, que vinculam o preço à cotação do petróleo e à taxa de câmbio. A empresa destaca que as atualizações dos preços dos contratos são trimestrais, ou seja, para o período e maio, julho e julho a referência são os preços dos meses de janeiro, fevereiro e março, quando o petróleo teve alta de 38%.

Outro ponto que influencia o preço é a alta de 31% do Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M) entre março de 2020 e março de 2021, no repasse dos custos incorridos pela companhia para o transporte do insumo até o ponto de entrega às distribuidoras.

“Apesar do aumento em maio, junho e julho, ao longo de 2020, os preços do gás natural às distribuidoras chegaram a ter redução acumulada de 35% em reais e de 48% em dólares, devido ao efeito da queda dos preços do petróleo no início do ano”, pondera a petrolífera.

A empresa também esclarece que o preço final do gás natural ao consumidor não é determinado apenas pelo preço de venda, mas também pelas margens das distribuidoras (e, no caso do gás veicular, dos postos) e pelos tributos federais e estaduais. “Além disso, o processo de aprovação das tarifas é realizado pelas agências reguladoras estaduais, conforme legislação e regulação específicas”.

Por:Redação Integrada

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Petrobras aumenta gás de cozinha em 5% a partir de hoje

O preço médio do GLP (gás de cozinha) para o consumidor no país foi de R$ 70,50 em agosto.( Foto: Marco Antônio Teixeira)
A Petrobras vai aumentar o preço médio de venda do gás liquefeito de petróleo (GLP) em 5% para as distribuidoras hoje. O quilo do gás liquefeito de petróleo (GLP) produzido nas refinarias da Petrobras vai ficar, em média, R$ 0,15 mais caro. O quilo do produto passa a ser vendido a R$ 3,21 e o botijão de 13 kg, a R$ 41,68. Segundo a empresa, a alta reflete as movimentações da cotação internacional do petróleo, utilizado como insumo na produção do produto, além do câmbio.

Este é o quarto aumento do ano. Em 2021, o número de reajuste e os percentuais de alta têm sido menores do que os praticados no comércio de gasolina e óleo diesel.

Em nota, a empresa afirma que os valores praticados nas refinarias pela Petrobras são diferentes dos percebidos pelo consumidor final no varejo. A petroleira ressalta que até chegar ao consumidor são acrescidos tributos federais e estaduais, custos para envase pelas distribuidoras, além dos custos e margens das companhias distribuidoras e dos revendedores.

O último reajuste realizado pela Petrobras foi em 1º de março, o que deixou o preço do botijão de gás de cozinha praticamente estável em R$ 83,25, frente à média de R$ 83,18 uma semana antes. No Rio, o preço médio está em R$ 75,99. O valor mais alto do combustível está na região Centro-Oeste, a R$ 120,00, mesmo após os impostos federais serem zerados para o botijão de 13 quilos de GLP.

Fonte:EXTRA
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Etanol sobe quase 18% em março; gasolina tem alta de 12% e se aproxima dos R$ 6

O levantamento realizado na primeira quinzena de março já apontava que o etanol havia superado a marca de R$ 4,00 (Foto:Claudio Pinheiro / Arquivo O Liberal)

Em março, houve alta de dois dígitos nos preços dos combustíveis mais utilizados em automóveis praticados pelos postos de distribuição. Segundo o Índice de Preços Ticket Log (IPTL), o etanol teve aumento de 17,97% mês passado em relação a fevereiro, chegando ao preço médio de R$ 4,599 por litro. Já a gasolina subiu 12,06%, a R$ 5,717.

O levantamento realizado na primeira quinzena de março já apontava que o etanol havia superado a marca de R$ 4,00.Com o fechamento do mês, o combustível foi encontrado pelo valor médio mais alto na Região Sul, a R$ 4,774. O preço mais baixo esteve no Centro-Oeste, a R$ 4,412.Para a gasolina, o preço médio mais caro para foi registrado na Região Centro-Oeste, a R$ 5,800, e o mais barato esteve no Sul, a R$ 5,528.

“Para ambos os combustíveis, a Região Sudeste apresentou o maior aumento dos preços. O etanol avançou 21,47% nos postos, e a gasolina, 13,14%”, destaca Douglas Pina, Head de Mercado Urbano da Edenred Brasil, controladora da Ticket Log.Entre os Estados, o Acre tem a gasolina mais cara do País, e registrou aumento de 12,44% nos preços, a R$ 6,166 o litro. O Amapá manteve a gasolina mais barata, a R$ 5,285, após o preço médio avançar 14,87%. A maior alta foi registrada em Roraima, de 15,69%.

O preço médio mais baixo do etanol foi encontrado em São Paulo, de R$ 3,904. O valor está 20,94% acima do registrado em fevereiro. Já o Rio Grande do Sul apresentou o valor mais alto, a R$ 5,323, após aumento de 17,20%. O Distrito Federal registrou o maior avanço, de 23,59%.”Ao comparar o preço da gasolina em março com o registrado em dezembro, é possível notar uma trajetória de aumentos consecutivos ao longo dos levantamentos feitos nesses primeiros meses do ano, que resultaram em um valor médio por litro 22% maior.

Se a mesma comparação for feita com o etanol, o aumento no período passa de 24%”, destaca Pina.O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 18 mil postos credenciados da Ticket Log, que administra 1 milhão, com uma média de oito transações por segundo.

Por:Agência Estado

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Auxílio: beneficiário só poderá saber se está na lista nesta sexta, 2

Consulta havia sido definida para esta quinta, mas foi adiada – (Foto:Reprodução)

Governo adia consulta no site da Dataprev sobre o pagamento de benefício

Os trabalhadores terão que esperar mais um dia para saber se estão incluídos na lista de pessoas que receberão a nova rodada do Auxílio Emergencial. Agora a data divulgada pelo governo é sexta-feira (2). A previsão inicial era de que a consulta poderia ser feita nesta quinta-feira (1º).

O ministro da Cidadania, João Roma, em entrevista à rádio CBN, disse que o sistema online para consultas não foi finalizado a tempo e que, a partir desta sexta-feira, a consulta estará disponível na página ministério e também pelo site da Dataprev e pela Caixa.

“É uma gama muito grande informação, envolve várias instituições”, disse.Em nota, a Dataprev disse que o adiamento se deu “em função da necessidade de alinhamento dos canais de atendimento dos três órgãos diretamente envolvidos no programa – Ministério da Cidadania, Dataprev e Caixa”.

Por:Redação Integrada com informações do G1

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Auxílio emergencial começa a ser pago na terça (6). Veja calendário

(Foto:Marcello Casal Jr/ Agência Brasil) – O anúncio do pagamento foi feito nesta quarta-feira (31), pelo ministro da Cidadania, João Roma

Começa na próxima terça-feira (6) o pagamento do auxílio emergencial. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (31), pelo ministro da Cidadania, João Roma.

Veja abaixo o calendário de pagamento e dias de saque do benefício:

Mês de nascimento | Pagamento | Saque

Janeiro 6/abr 4/mai

Fevereiro 9/abr 6/mai

Março 11/abr 10/mai

Abril 13/abr 12/mai

Maio 15/abr 14/mai

Junho 18/abr 18/mai

Julho 20/abr 20/mai

Agosto 22/abr 21/mai

Setembro 25/abr 25/mai

Outubro 27/abr 27/mai

Novembro 29/abr 1/jun

Dezembro 30/abr 4/jun*

Fonte: Caixa Econômica Federal

Por:Redação Integrada

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