Finanças são motivo de estresse em 58,4% das famílias no Brasil

(Foto:Reprodução) – As finanças causam estresse e refletem na vida familiar de 58,4% dos brasileiros, segundo o Índice de Saúde Financeira do Brasileiro.

O indicador, lançado hoje (19), faz parte de uma iniciativa da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) em parceria com o Banco Central para fornecer à população ferramentas de educação financeira.

O índice foi construído para avaliar a capacidade de cada pessoa em cumprir as obrigações financeiras; tomar boas decisões do ponto de vista das finanças pessoais; ter disciplina e autocontrole; sentir segurança em relação ao futuro; ter a liberdade de fazer escolhas que permitam aproveitar a vida.

O questionário do indicador foi aplicado por meio de 5 mil entrevistas em uma amostra representativa das regiões do país, faixas de renda, idade e sexo. O questionário também fica disponível na página dedicada ao tema onde os usuários podem avaliar de forma individual a própria saúde financeira.

A pesquisa nacional mostrou ainda que apenas 21,9% dos brasileiros se sentem preparados para lidar com uma grande despesa inesperada.
Pontuação

Em uma pontuação que vai de zero a 100, a média nacional ficou em 57 pontos, o que significa uma situação de razoável equilíbrio, mas com pouco espaço para erros e imprevistos. Quase a metade da população (48,3%), no entanto, está abaixo desse patamar, em faixas consideradas de baixa saúde financeira.
Desigualdades

A Região Sudeste teve o maior percentual (14,1%) de pessoas na faixa mais baixa de saúde financeira – de zero a 36 pontos. Em seguida vem a Região Nordeste, com 11% da população nessa situação.

A Região Sul tem 13,1% das pessoas no patamar de melhor saúde financeira, marcando acima de 83 pontos. Na média nacional esse índice é de 8,1%.

Os homens têm uma situação financeira melhor do que as mulheres. Entre os entrevistados do sexo masculino, 10,1% estão na faixa com situação financeira ótima e 8,3% na pontuação mais preocupante. Entre as entrevistadas, 15,1% estão na pior faixa e 5,9% na situação ótima.

Sobre o futuro, apenas 35% da população têm segurança sobre as finanças. Mais da metade (53,5%) disseram que os compromissos reduziram o padrão de vida.

Com informações/Agência Brasil

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Auxílio emergencial: nascidos em novembro podem sacar

(Foto: Agência Brasil) –  A parcela foi depositada em 30 de junho.

Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em novembro podem sacar, a partir de hoje (16) a terceira parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro havia sido depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 30 de junho.

Os recursos também poderão ser transferidos para uma conta-corrente, sem custos para o usuário. Até agora, o dinheiro apenas podia ser movimentado por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), de boletos, compras em lojas virtuais ou compras com o código QR (versão avançada do código de barras) em maquininhas de estabelecimentos parceiros.

Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site auxilio.caixa.gov.br.

O saque originalmente estava previsto para ocorrer em 10 de agosto, mas foi antecipado em cerca de três semanas por decisão da Caixa. Segundo o banco, a adaptação dos sistemas tecnológicos e dos beneficiários ao sistema de pagamento do auxílio emergencial permitiu o adiantamento do calendário.

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante quatro meses, prevê parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.

Por: Agência Brasil

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Auxílio Emergencial é pago para nascidos em Outubro

Pagamento é referente a 3ª parcela do benefício | Foto:Reprodução

Se ocorrer alguma dúvida o beneficiário pode ligar para o 111, central telefônica da Caixa, banco responsável pelo pagamento

Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em outubro podem sacar, a partir de hoje (15) a terceira parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro havia sido depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 29 de junho.

Os recursos também poderão ser transferidos para uma conta-corrente, sem custos para o usuário. Até agora, o dinheiro apenas podia ser movimentado por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), de boletos, compras em lojas virtuais ou compras com o código QR (versão avançada do código de barras) em maquininhas de estabelecimentos parceiros.

Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site auxilio.caixa.gov.br.

O saque originalmente estava previsto para ocorrer em 6 de agosto, mas foi antecipado em três semanas por decisão da Caixa. Segundo o banco, a adaptação dos sistemas tecnológicos e dos beneficiários ao sistema de pagamento do auxílio emergencial permitiu o adiantamento do calendário.

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante quatro meses, prevê parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.

 
Regras

Pelas regras estabelecidas, o auxílio será pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo. É necessário que o beneficiário já tenha sido considerado elegível até o mês de dezembro de 2020, pois não há nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, continua valendo a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, seja a do auxílio emergencial.

A Agência Brasil elaborou um guia de perguntas e respostas sobre o auxílio emergencial. Entre as dúvidas que o beneficiário pode tirar estão os critérios para receber o benefício, a regularização do CPF e os critérios de desempate dentro da mesma família para ter acesso ao auxílio.

Por:: Agência Brasil

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Relatório da reforma do IR retira R$ 13,1 bilhões dos municípios

(Foto:Reprodução) – “A proposta do relator exagerou na dose e se desvirtuou dos objetivos”, afirmou a Confederação Nacional de Municípios (CNM)

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) criticou por meio de nota oficial a eventual perda de recursos de transferências para as cidades, com o projeto da reforma do Imposto de Renda (IR). O parecer preliminar foi apresentado na terça-feira (13) na Câmara Federal, pelo deputado Celso Sabino (PSDB-PA), que disse ter concluído o seu texto junto a equipe econômica do Governo Federal.

De acordo com Paulo Ziulkoski, presidente da CNM, a proposta “é um escândalo, tanto por desonerar a renda das empresas e pessoas mais ricas do País, em um momento em que o mundo tenta avançar em sentido contrário, quanto por produzir um rombo de pelo menos R$ 30 bilhões nas contas públicas”.

“Desse valor, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) destaca que R$ 13,1 bilhões serão subtraídos dos cofres municipais, enfraquecendo os serviços públicos prestados à população mais vulnerável”, completa o comunicado.

Segundo Ziulkoski, embora haja um justo clamor por reduzir a carga tributária sobre o lucro das empresas e, em contrapartida, tributar os dividendos distribuídos aos sócios, o texto apresentado pelo relator exagerou na dose. Na avaliação dele, o relatório desvirtuou dos objetivos, principalmente, em três pontos.

O primeiro foi ao reduzir pela metade, de 25% para 12,5%, a alíquota do IRPJ das grandes empresas, produzindo uma perda esperada de R$ 100 bilhões para os cofres públicos, sendo R$ 24,5 bilhões para os municípios.

O outro é que o relator não compensou devidamente essa perda de arrecadação com a retomada da tributação de dividendos, ao manter uma faixa de isenção muito elevada, de R$ 240 mil anuais por sócio, e ao isentar a transferência de dividendos entre empresas de um mesmo grupo, o que favorecerá a retenção de lucros pelas famílias mais ricas que se organizam sob a forma de holding para fugir da tributação sobre herança e, agora, também da tributação sobre dividendos.

O terceiro motivo é que a proposta manteve tratamento tributário favorecido para fundos imobiliários e outros instrumentos de aplicação financeira. “Em resumo, o relatório deve produzir uma significativa desoneração da renda do capital, mesmo que alguns benefícios fiscais estejam sendo eliminados, e ampliará os estímulos ao fenômeno da pejotização, os quais pretendiam-se reduzidos originalmente com a tributação de dividendos”, diz.

A nota destaca ainda que, embora a CNM concorde com a justa correção da tabela do Imposto de Renda das pessoas físicas, com o retorno da tributação sobre dividendos e até mesmo com a redução moderada da carga tributária das empresas, ela se manifesta contra o relatório na forma como apresentado. Por isso, a entidade faz um chamado aos parlamentares comprometidos com o municipalismo e a justiça fiscal a reprovarem o texto.

“Se o Congresso Nacional deseja reduzir a carga tributária do país, que o faça preferencialmente reduzindo a contribuição social sobre o lucro líquido (CSLL) das empresas e os tributos sobre o consumo, que são muito altos no Brasil. Mas não promova uma deterioração na receita do IR, tão importante para reduzir as desigualdades de renda na sociedade e na federação, por meio dos Fundos de Participação de Estados e Municípios”, conclui a nota.

Por:Thiago Vilarins, da Sucursal de Brasília (DF) / O Liberal

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Preço do feijão tem leve recuo no mês, mas acumula alta de 9% no primeiro semestre

No mês de junho, o feijão estava sendo comercializado em média a R$ 7,38, na capital paraense  – (Foto:Everaldo Nascimento)

Um dos principais itens da cesta básica dos brasileiros, o feijão vem apresentando variação constante de preços nos supermercados de Belém. Depois de chegar a custar, em média, R$ 8,42, na capital paraense, ele hoje está sendo comercializado ao preço médio de R$ 7,38 – ou seja, 12,3% a menos. Mas o produto já esteve bem mais barato no último ano. Em dezembro, por exemplo, era vendido por cerca de R$ 6,77, o que demonstra um aumento de 9% do final do ano passado até hoje.

Os números são do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese/PA), que levanta semanalmente o preço do quilo do feijão carioquinha, jalo e o cavalo em supermercados do município.

Conforme o levantamento, a trajetória do preço do kg do feijão no primeiro semestre deste ano (janeiro a junho) não foi uniforme. Em dezembro do ano passado, por exemplo, o produto foi comercializado em média nos supermercados de Belém a R$ 6,77. No inicio deste ano (janeiro) já custava, em média, R$ 7,39. No mês seguinte, fevereiro, foi comercializado em média a R$ 7,40. Em março já estava R$ 7,48; No mês de abril, o preço médio subiu para R$ 7,53 e, em maio, ficou em R$ 7,54.

No mês de junho, o feijão estava sendo comercializado em média a R$ 7,38, na capital paraense. Com isso, o quilo do produto queda de preço de 2,12%, na comparação com maio, e de 12,3% na comparação com o mesmo período do ano passado. Entretanto, fechou o primeiro semestre deste ano com uma alta acumulada  de 9,01%.

O Liberal

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Bolsonaro sanciona MP que pode privatizar Eletrobras

Aumento no valor da tarifa foi a primeira consequência de privatizações anteriores | Foto:Reprodução

A sanção que possibilita a venda foi publicada com vetos nesta terça-feira (13) em Diário Oficial.

A privatização da Celpa, concessionária de energia que atuava no Pará, como empresa estatal, ocasionou mudanças no preço da tarifa da sociedade paraense quando houve a venda no final dos anos 1990. Até hoje, muitos usuários sentem no bolso essa mudança o que aumentou ainda uma prática criminosa seja por quem não pode pagar sua conta ou por quem tenta burlar o sistema apenas para se beneficiar: o gato.

Se não bastassem os efeitos dessa privatização na estatal local, agora, o Brasil corre o risco de ver sua empresa de energia nas mãos da iniciativa privada.

O presidente Jair Bolsonaro sancionou, com vetos, a MP (medida provisória) que abre caminho para a privatização da Eletrobras. A sanção foi publicada na edição do Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (13).

Pontos polêmicos da proposta foram mantidos no texto, como a determinação de que seja realizada a contratação de usinas termelétricas a gás e pequenas centrais hidrelétricas em regiões do país, além de prorrogar os contratos do Programa de Incentivos às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfra).

Essa medida colocou o governo e o Congresso em lado oposto a associações do setor elétrico, que preveem aumento do custo de energia elétrica. O Ministério de Minas e Energia, no entanto, projeta redução das tarifas no médio a longo prazo.

Para viabilizar o apoio da maioria dos deputados e dos senadores, o governo teve que ceder e foram incluídas mudanças na proposta que não estavam previstas na versão original. Esses enxertos no projeto são conhecidos como jabutis.

O governo espera realizar a privatização da Eletrobras até fevereiro de 2022.

Com a sanção da lei, fica permitido o aumento de capital da Eletrobras por meio da diluição da participação da União no controle da empresa. A ideia é que a companhia lance ações com direito a voto (ordinárias), diminuindo para cerca de 45% a fatia que a União tem hoje na elétrica.

É autorizado ainda que a União faça uma oferta secundária de ações, vendendo sua própria participação na empresa.

Diante do aval à privatização dado pelo Congresso, começarão a ser definidas as premissas de modelagem da operação. Isso será posteriormente analisado pelo BNDES. Em seguida, será avaliado pelo TCU (Tribunal de Contas da União).

Se as regras forem homologadas, será iniciado o rito legal e burocrático para a operação. Isso envolve a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e a própria Eletrobras, por exemplo, com uma assembleia de acionistas da estatal.

Entre os trechos vetados por Bolsonaro estão artigos que beneficiariam os funcionários da Eletrobras, como a obrigatoriedade de realocar os empregados da estatal e de suas subsidiárias por 12 meses após a privatização.

Também foi vetada a parte que proibiria a extinção, fusão e mudança de domicílio estadual, por dez anos, de subsidiárias da Eletrobras.

O presidente excluiu o trecho colocodo pelo Congresso para que a Eletrobras realocasse moradores da região de linhas de transmissão com tensão igual ou superior a 230 kV (quilovolts).

Outra mudança feita pelo Legislativo foi vetada. Para tentar viabilizar a votação, o texto passou a prever que os indicados a cargos da diretoria do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) passem a depender de aval do Senado. A avaliação na Casa é que houve falhas no enfrentamento da atual crise hídrica. Mas Bolsonaro retirou essa necessidade de sabatina no Senado.

Por: FOLHAPRESS

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Serasa: saiba como quitar seus débitos por até R$100

Proposta é oferecida pela Serasa  – (Foto:Reprodução)

Segunda edição do Programa “Limpa Nome” foi lançada e a expectativa é que as empresas ofereçam descontos totais de R$12 bilhões em 14 milhões de dívidas de brasileiros

Talvez a hora de fazer valer aquela promessa, feita durante a virada de ano, de pagar as dívidas mirabolantes seja agora. Afinal, não tem nada melhor do que aproveitar a vida sem esquentar a cabeça em separar a renda do mês para pagar boletos indesejáveis, não é?

Essa é a proposta da segunda edição do Programa Limpa Nome da Serasa, que prevê descontos para inadimplentes quitarem suas dívidas por até R$100. O lançamento do programa foi anunciado nessa segunda-feira (12) e contará com a participação de 24 empresas.

A expectativa é que as empresas ofereçam descontos totais de R$12 bilhões em 14 milhões de dívidas de brasileiros, o que deverá colaborar para a redução no número de inadimplência no país ou mesmo na diminuição de dívidas dos contribuintes.

Como participar?

Para participar, acesse o site da campanha e faça seu cadastro. No portal, você verifica as despesas abertas e os descontos oferecidos. As negociações podem ser feitas também pelo aplicativo da Serasa, no telefone (0800 591 1222) ou através do mensageiro Whatsapp (11) 99575-2096.

 Com informações do Ig

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Novo valor que inscritos do Bolsa Família devem receber é revelado

O Bolsa Família é um programa social destinado à população de baixa renda do país. Atualmente mais de 14,6 milhões de famílias tem acesso ao programa que paga uma média de R$ 192 aos beneficiários.

Vale lembrar que esse valor de R$ 192 pode variar, tanto para famílias que recebem menos, em decorrência das condições do programa, quanto em alguns casos onde famílias podem chegar a receber até R$ 205.

Contudo, o Governo Federal, vem estudando a possibilidade de aumentar o valor médio do programa que hoje está em R$ 192 para R$ 280. Inicialmente as equipes do Ministério da Economia e da Cidadania haviam projetado um aumento da média para R$ 250, mesmo valor médio pago pelo auxílio emergencial.
Nova projeção e expectativas

A nova projeção que está em R$ 280 veio a pedido do presidente, Jair Bolsonaro, que pediu que o reajuste do Bolsa Família fosse para R$ 300, o que acabou fazendo com que as equipes técnicas dos ministérios viessem a estudar um meio-termo entre os R$ 300 solicitado por Bolsonaro e os R$ 250 previstos inicialmente pelos ministérios, de modo a garantir um orçamento sustentável para a reformulação do programa social.

A expectativa em torno da reformulação do Bolsa Família é que o mesmo seja oficialmente anunciado no último trimestre desse ano. Vale lembrar que além de reajustar o valor médio o governo pretende ampliar o programa social para mais quatro milhões de famílias.

O governo agora precisa correr para reformular o programa este ano, pois caso não ocorra em 2020 o projeto deve ser engavetado, pois, como 2022 é um ano eleitoral, a lei não permite que medidas como estas sejam construídas e liberadas em ano de eleição.

Fonte: Jornal Contábil – Foto:Reprodução

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Auxílio Emergencial 2021: Caixa libera saques e transferências da 3ª parcela a nascidos em julho; veja calendários

(Foto:Reprodução) – Pagamento da terceira parcela do benefício terminou no último dia 30 para todos os públicos; veja os calendários das próximas parcelas.

A Caixa Econômica Federal (Caixa) libera nesta segunda-feira (12) os saques e transferências da terceira parcela do Auxílio Emergencial aos beneficiários que não fazem parte do Bolsa Família nascidos em julho, que receberam a parcela em poupança social digital no dia 25 de junho.

O pagamento da terceira parcela do auxílio terminou em 30 de junho tanto para esse público quanto para quem faz parte do Bolsa Família.

Os pagamentos da quarta parcela do benefício começam em 19 de julho para o público do Bolsa Família e em 23 de julho para os demais beneficiários (veja nos calendários mais abaixo).

   VEJA QUEM PODE SACAR A PARTIR DESTA SEGUNDA:

trabalhadores que não fazem parte do Bolsa Família, nascidos em julho

Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial, pelo site auxilio.caixa.gov.br ou pelo https://consultaauxilio.cidadania.gov.br/

Como realizar o saque

Para sacar o dinheiro, é preciso fazer o login no aplicativo Caixa Tem, selecionar a opção “saque sem cartão” e “gerar código de saque”.

Depois, o trabalhador deve inserir a senha para visualizar o código de saque na tela do celular, com validade de uma hora.

O código deve ser utilizado para saque em dinheiro nas agências, nas unidades lotéricas ou nos correspondentes Caixa Aqui.

As agências da Caixa abrem de segunda a sexta-feira, das 8h às 13h. Não é preciso madrugar ou chegar antes do horário de abertura. Todas as pessoas que procurarem atendimento durante o horário de funcionamento serão atendidas.

Continua disponível aos beneficiários a opção de utilização dos recursos creditados na poupança social digital para a realização de compras, por meio do cartão de débito virtual e QR Code, pagamento de boletos, contas de água, luz, telefone, entre outros serviços.

Com o aplicativo Caixa Tem, também está disponível a funcionalidade para pagamentos sem cartão nas cerca de 13 mil unidades lotéricas do banco.

Calendários de pagamento

Veja abaixo os calendários de pagamento.

BENEFICIÁRIOS DO BOLSA FAMÍLIA
bosa1
Auxílio Emergencial 2021 Bolsa Família — Foto: Economia G1

BENEFICIÁRIOS FORA DO BOLSA FAMÍLIA
calendarioAuxílio Emergencial calendário completo 15.06.21 — Foto: Economia G1

Por:G1

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Real Digital: Banco Central quer evolução do Pix numa versão virtual da moeda brasileira

Presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, durante a Conferência Cidades Latinas 2019. Foto: Jorge William/ 05/09/2019 / Agência O Globo

Iniciativa pode tornar transferências mais ágeis e baratas, além de facilitar compras no exterior. Mais de 60 países já estudam a utilização de uma divisa nesses moldes

BRASÍLIA —Uma geladeira inteligente, que consegue identificar que um produto está acabando, poderia, de forma autônoma, comprar este item on-line e pagar virtualmente. No supermercado, tudo o que um cliente colocar no carrinho seria cobrado instantaneamente, sem que fosse necessário passar em um caixa.

Comprar um sorvete no meio de um passeio em Berlim, com preço em euros, poderia ser feito com reais, como aconteceria no Rio. Essas são algumas experiências que prometem virar realidade num futuro próximo com o desenvolvimento do real digital, uma versão virtual da moeda brasileira que o Banco Central desenvolve desde o segundo semestre do ano passado.

O projeto ainda está no início, mas é pauta de reuniões semanais que envolvem o presidente do BC, Roberto Campos Neto, diretores e técnicos. O tema é encarado por eles como mais um passo na agenda de modernização do sistema financeiro, uma das prioridades da instituição nos últimos anos.

Atualmente, os brasileiros já contam com uma série de recursos digitais para facilitar a movimentação de dinheiro, como o Pix. A diferença entre o sistema de transferências instantâneas e a moeda digital é que, neste último caso, será possível movimentar reais que não existem fisicamente.

Para os técnicos do BC, será uma evolução do Pix no sentido de facilitar e ampliar o acesso a transações financeiras mais ágeis e de menor custo.

O esforço do BC faz parte de uma corrida tecnológica que envolve bancos centrais de vários países para desenvolver moedas soberanas digitais (Central Bank Digital Currencies, CBDCs), usando tecnologia parecida com a que originou criptomoedas como o bitcoin. Com a diferença de que serão emitidas pela autoridade monetária dos países.

Como ponto de partida, o BC brasileiro já estabeleceu como diretriz que o real digital será uma extensão da moeda física e que só existirá virtualmente.

Algumas semanas depois de Gil do Vigor, ex-participante do BBB 21, dizer que sonha em se tornar presidente do BC, o ex-presidente da instituição Ilan Goldfajn disse que está disposto a conversar com o economista sobre o cargo .

O brasileiro poderá escolher lidar com seu dinheiro de forma convencional ou digital. Uma diferença fundamental entre o real tradicional na conta corrente e o digital é a impossibilidade de sacar a moeda virtual. Essa versão não terá um correspondente em papel-moeda. Servirá apenas para transações eletrônicas, sempre rastreadas para impedir fraudes e falsificações.

Busca em mais de 60 países

Como o real digital será emitido pelo próprio BC, a divisa carregará o risco soberano do Brasil. A custódia da moeda ficaria com agentes financeiros, mas ela seria garantida pelo BC.

O real convencional que hoje é depositado por um cliente numa conta corrente é utilizado pelos bancos como base para suas operações, como fornecer crédito para outra pessoa ou empresa. Por isso, o risco relacionado ao saldo de um correntista também está ligado à possibilidade de seu banco quebrar. No caso do real digital, o risco será o do país.
O real digital será baseado em uma tecnologia parecida com o blockchain, sistema que permite rastrear o envio e recebimento de informação pela internet.

“É uma corrida global. Isso é o bitcoin do país. O primeiro que conseguir vai internacionalizar a sua moeda, estará com uma vantagem competitiva”
Eduardo Alves, , sócio da PwC Brasil
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É a mesma tecnologia que possibilitou o bitcoin, representante mais conhecido das criptomoedas. Mas o real digital será diferente de uma criptomoeda. Ele será uma divisa com lastro na própria moeda — ou seja, o real — o que o bitcoin não tem.

Outra diferença é que o real digital deverá ter o saldo sempre armazenado em uma instituição financeira, e as transações ocorrerão por intermédio do sistema bancário. Hoje, criptomoedas são armazenadas em carteiras virtuais (wallets) e as operações entre usuários e corretoras não têm supervisão do BC.

Fernando Ulrich, professor da PUC-RS, líder da área de Educação da Liberta Investimentos e um dos maiores especialistas no tema, explica que o bitcoin e demais criptomoedas são regulados no Brasil e na maioria dos países, mas como ativos financeiros, um tipo de investimento, e não como moedas:

— Criptomoedas não são moedas legais, à exceção de El Salvador, que tem o bitcoin como moeda oficial. Poucas pessoas usam bitcoin como um meio de troca.

Saiba como funciona a mineração de bitcoins
A criação de novos bitcoins é obtida por meio de equações altamente complicadas resolvidas por supercomputadores em milésimos de segundo, ligados por uma rede paralela na internet
De dez em dez minutos, novas equações matemáticas são propostas aos supercomputadores, que tentam decodificá-las. O primeiro que as resolver recebe um lote de 6,25 bitcoins
Organização

A resposta das equações (conhecida como hash, ou prova de trabalho) serve para organizar as “entradas” do livro de contabilidade (blockchain), ordenando os blocos de transações de dinheiro digital e conferindo a eles uma característica única, que impede códigos maliciosos (malwares) de fraudarem a operação
Distribuição
Com todos esses cuidados, o minerador garante a continuidade do processo de geração de bitcoins, e inclusive recebe taxas pagas pelos usuários ao validar uma mineração.
A mineração de criptomoedas acontece non-stop, 24 horas por dia. Por isso, consome altíssimo nível de energia, justamente pelo uso de supercomputadores, que exigem alimentação constante.
Gasto de energia colossal

Segundo dados da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, anualmente, o gasto com a mineração virtual já está em 113 TeraWatts/hora (TW/h). Neste ano, os mineradores de bitcoin devem gastar cerca de 130 TW/h de energia elétrica ou 0,6% do consumo de energia elétrica no planeta
Esforço coletivo

O gasto de energia só aumenta porque, para correrem atrás de novos lotes de bitcoin, os mineradores se organizam em grupos, incrementando o poder computacional da busca, e dividem o resultado quando um deles obtém o lote da mineração primeiro.

China, o centro
De acordo com Cambridge, hoje, a maioria dos mineradores de bitcoin está na China (65%), mesmo com as recentes restrições à prática anunciadas pelo governo de Pequim. E só 39% dos mineradores no mundo usam recursos de energia sustentável e renovável para o processo, de modo que isso vai contra os preceitos de uma economia verde.

Muito dinheiro

Só no mês de abril, a mineração de bitcoins faturou US$ 1,7 bilhão, ou US$ 56,7 milhões por dia, segundo o site da Bolsa eletrônica Nasdaq.

A implementação de moedas soberanas digitais, as CBDCs, está em estudo por mais de 60 bancos centrais ao redor do mundo, de acordo com uma pesquisa da consultoria PwC, e ganhou corpo após o Facebook anunciar planos de criar sua própria moeda digital.

A China largou na frente e está fazendo testes do yuan digital, assim como a Suécia, que trabalha para viabilizar pagamentos instantâneos com a coroa sueca digital (e-krona). O desenvolvimento e os objetivos são distintos, dependem da necessidade de cada país.

O estudo não trata do caso brasileiro. Eduardo Alves, sócio da PwC Brasil, explica que o país está bem posicionado quando se trata de ideias, mas, na implementação, ainda está um pouco atrás. Ele acredita que o Brasil estará em uma posição melhor na próxima edição da pesquisa com a intensificação do projeto no BC.

— É uma corrida global. Isso é o bitcoin do país. O primeiro que conseguir vai internacionalizar a sua moeda, estará com uma vantagem competitiva — disse Alves.

No Brasil, o BC espera que o real digital sirva principalmente para inovações financeiras. Para alguns especialistas, como Ulrich, o Pix é um “embrião” da moeda digital brasileira. As possibilidades vão depender do desenvolvimento do mercado, imprevisíveis em muitos casos.

O BC, no entanto, já apontou algumas inovações esperadas, como os contratos inteligentes.

Na compra de um imóvel, por exemplo, a transferência do dinheiro seria feita simultaneamente ao registro da transferência da propriedade, acabando com a assimetria entre os dois momentos, que consome tempo, burocracia e eleva riscos.

O mesmo tipo de automatização poderia se dar na relação entre empresas ou o governo e fornecedores, reduzindo desconfianças e dando maior transparência.
— Uma moeda digital em um contrato inteligente resolve tudo isso — diz Rodrigoh Henriques, líder da área de Inovação da Federação Nacional de Associações dos Servidores do BC (Fenasbac).
Alternativa ao câmbio

Outro impacto é o esperado nas transações internacionais. Compras de turistas no exterior ou processos de exportação e importação seriam simplificados se o real digital for interoperável com as moedas digitais de outros países. Alternativa ao câmbio é outra promessa da inovação.

— Além de o usuário final ter outras possibilidades para pagamentos, pensamos também em um sistema mais eficiente por trás, mais rápido e eventualmente até menos custoso — diz Patrícia Thomazelli, sócia do Rennó Penteado Sampaio Advogados.

Luxo por encomenda:Sem viagens ao exterior, classes média e alta recorrem a ‘personal shoppers’ para comprar importados

Antes que essas funções se tornem reais, o BC tem um longo caminho. Os técnicos avaliam que os projetos internos deverão estar concluídos em dois ou três anos, assim como a preparação do mercado brasileiro, mas não há um prazo definido.

É possível inclusive que os estudos cheguem à conclusão de que há solução melhor que a moeda digital, diz o coordenador dos trabalhos no BC, Fábio Araújo:

— Achamos que eventualmente as economias vão convergir para isso, mas pode ser que a economia brasileira e a global ainda não tenham maturidade para uma CBDC. Então continuaríamos com ferramentas mais tradicionais.
Muitas interrogações

O BC considera que ainda há mais perguntas do que respostas. O trabalho agora é encontrar soluções para uma série de dúvidas e possíveis vulnerabilidades que surgem nos cenários discutidos nas reuniões em Brasília.

Trata-se de uma nova forma de lidar com o dinheiro que pode ter impacto em todos os setores da economia, a começar pelo bancário.

Uma das dúvidas, por exemplo, envolve a possibilidade de transações off-line. Como compatibilizar essa intenção com o princípio básico de rastreabilidade de uma moeda digital?

O presidente do BC, Roberto Campos Neto, num evento recente, disse que o desafio é como o de um carro entrando num túnel. É preciso conhecer o percurso após a saída:

— A tecnologia para isso não é trivial.
Gabriel Shinohara e Eliane Oliveira
11/07/2021 – 04:30
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