Sem correção adequada da tabela, brasileiro paga cada vez mais Imposto de Renda

(Foto:Reprodução) – Além de enfrentar a alta generalizada de preços por causa da inflação que não dá trégua, os brasileiros pagam cada vez mais Imposto de Renda. Isso ocorre porque o governo não corrige adequadamente a tabela do IR.

Conforme dados do Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil (Sindifisco Nacional), a defasagem média acumulada chega a 134,52%, considerando os reajustes e os resíduos inflacionários desde 1996 até 2021. As informações são do Correio Brasiliense

Para os trabalhadores que contribuem com até 7,5% da renda mensal, o resíduo acumulado de janeiro de 1996 até dezembro de 2021 é de 134,52%. Já as pessoas que ganham mais e contribuem com a taxa máxima do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF), de 27,5%, o percentual, até dezembro passado, chegou a 137%.

Os dados foram divulgados ontem pelo Sindifisco, considerando a variação de 10,06% no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado no ano passado e que foi anunciado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em dezembro de 2020, a defasagem era de 113,09%. De acordo com o Sindifisco, o valor do limite de isenção deveria ser de R$ 4.465,21, em vez dos R$ 1.903,98 atuais, se a tabela do IR fosse corrigida.

O último reajuste da tabela do Imposto de Renda ocorreu em 2015, no governo Dilma Rousseff (PT). Por meio da Medida Provisória nº 670, de março daquele ano, e que foi convertida na Lei 13.149/2015, o governo concedeu um reajuste médio de 5,60% nos valores da tabela. O limite de isenção foi corrigido em 6,5%, para R$ 1.903,98, que está em vigor até hoje e continuará para quem fizer a declaração do IRPF neste ano.

A correção da tabela do IR foi uma das principais promessas descumpridas pelo presidente Jair Bolsonaro (PL). Durante a campanha eleitoral de 2018, ele prometeu isentar do IRPF quem ganhasse até R$ 5 mil por mês. Projeto de lei enviado pela equipe econômica ao Congresso, no ano passado, no entanto, previa que a faixa de isenção seria corrigida em 31%, passando para de R$ 1.903,98 para R$ 2.500. A proposta, que incluía a taxação de dividendos, avançou na Câmara dos Deputados, mas está travada no Senado Federal.

Considerando o valor do salário mínimo pago no ano passado, de R$ 1.100, a relação entre o limite de isenção e o piso salarial é de 1,73, para quem for fazer a declaração do Imposto de Renda neste ano. E, se não houver correção da tabela para o próximo ano, ficarão isentos apenas os contribuintes com rendimento de apenas 1,57 vezes o salário mínimo. O cálculo leva em consideração o piso salarial de 2022, de R$ 1.212.

Conforme dados do Sindifisco, em 1996, eram isentos do Imposto de Renda todos os que ganhavam nove salários mínimos. A entidade estima que, se o reajuste integral da tabela fosse aplicado, 12 milhões de declarantes estariam na faixa de isenção, totalizando 23,2 milhões de pessoas.

Jornal Folha do Progresso em 12/01/2022/17:49:51

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Salário mínimo definido para 2022 não repõe a inflação de 2021

No ano passado, o salário mínimo também foi estipulado abaixo da inflação do ano anterior (Foto:© Shutterstock)

O salário mínimo de R$ 1.212 em 2022 não repõe a inflação do ano passado. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), indicador que corrige o salário mínimo, registrou alta de 10,16% em 2021, segundo dados divulgados nesta terça-feira, 11, acima do reajuste de 10,02% dado no salário mínimo.

Isso significa que a alta no piso não repõe o poder de compra, como assegurado pela Constituição. Para isso, o piso deveria subir para R$ 1.213.

O jornal O Estado de S. Paulo procurou o Ministério da Economia para saber se o governo definirá um novo valor para o salário mínimo ou se a correção vai ficar para o ano que vem.

No ano passado, o salário mínimo também foi estipulado abaixo da inflação do ano anterior. Ao decidir por R$ 1.212 neste ano, o governo incorporou R$ 1,62 referente à inflação maior de 2020 que não havia sido contabilizada no valor de R$ 1.100 que vigorou no ano passado. Deixar a diferença para o ano seguinte é permitido pela lei.

Em 2020, porém, o governo mudou o salário no próprio ano, depois da divulgação do INPC. Em janeiro, vigorou R$ 998. A partir de fevereiro, R$ 1.045.

A política de valorização do salário mínimo, com reajustes pelo índice de preços e pela variação do Produto Interno Bruto (PIB), vigorou entre 2011 e 2019, mas nem sempre o salário mínimo subiu acima da inflação.

Em 2017 e 2018, por exemplo, foi concedido o reajuste somente com base na inflação porque o PIB dos anos anteriores (2015 e 2016) encolheu. Por isso, para cumprir a fórmula proposta, somente a inflação serviu de base para o aumento. Em 2019, houve um aumento real de 1%, refletindo o crescimento de dois anos antes e marcando o fim da política.

Segundo o governo, para cada R$ 1 no salário mínimo, as despesas com benefícios sociais e da Previdência atreladas ao piso sobem R$ 364,8 milhões.

Por: Estadao Conteudo

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Conab estima 284,4 milões de toneladas de grãos para safra 2021/22

Cifra representa crescimento de 12,5% em relação à safra 2020/21 (Foto:CNA / Wenderson Araujo / Trilux)

Estimativa indica crescimento de 12,5% sobre a colheita anterior

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou nesta terça-feira (11) a quarta estimativa para a safra 2021/22 de grãos, em que prevê produção de 284,4 milhões de toneladas.

A cifra representa crescimento de 12,5% em relação à safra 2020/21, o equivalente a 32 milhões de toneladas. A previsão, contudo, foi reduzida em relação à terceira estimativa, que tinha sido de 291,1 milhões de toneladas.

Segundo a Conab, condições climáticas desfavoráveis no Sul do país prejudicaram as estimativas de produção da primeira safra de milho e da soja, com registro de um dezembro seco no Rio Grande do Sul, por exemplo.

O destaque continua sendo a soja, com incremento de 3,8% na área plantada e estimativa de produção de 140,5 milhões de toneladas, o que representa redução de 2,3 milhões de toneladas em relação à previsão anterior.

No caso do milho, a produção para a primeira safra está estimada em 24,8 milhões de toneladas. A previsão para a produção total, incluindo a segunda e a terceira safras, é 112,9 milhões de toneladas.

Outro destaque é o trigo, cuja safra já foi encerrada com colheita de 7,7 milhões de toneladas, resultado superior ao da safra anterior, apesar do registro de estiagens e geadas que prejudicaram a produção. Favoreceu a cultura o incremento da área plantada, informou a Conab.

Outra cultura que teve bom desempenho foi o algodão, com aumento de 1,5 milhão na área plantada e produção de pluma de 2,7 milhões de toneladas. No caso do arroz, porém, a área plantada se reduziu, e a produção está estimada em 11,38 milhões de toneladas.

O feijão também seguiu tendência de queda, com redução de 2% na área a ser semeada na primeira safra, cuja estimativa de produção ficou em 988,4 mil toneladas. Incluindo-se a segunda e terceira safras, a estimativa total é de 3,08 milhões de toneladas.
Exportações

A Conab informou que as exportações de soja chegaram a 86,1 milhões de toneladas no ano passado, superando o recorde anterior, registrado em 2018.

No caso do algodão em pluma, no ano passado foram exportadas 2 milhões de toneladas, 58% acima da média dos últimos cinco anos. Para 2022, é estimado crescimento para 2,05 milhões.

Por:Agência Brasil

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Petrobras anuncia novo aumento de até 8% nos preços da gasolina e do diesel

A empresa destacou que os reajustes ocorrem após 77 dias sem aumento (Foto:Fernando Frazão/Agência Brasil)

Preço médio de venda da gasolina para as distribuidoras passará de R$ 3,09 para R$ 3,24 por litro

A Petrobras anunciou nesta terça-feira, 11, aos seus clientes o reajuste da gasolina e do óleo diesel a partir da quarta-feira, 12. As altas são de 4,8% e 8%, respectivamente.

O valor do litro da gasolina passará de R$ 3,09 para R$ 3,24. Já o do óleo diesel foi reajustado de R$ 3,01 para R$ 3,25.

Essa é a revisão média, mas, na prática, há diferenças nos pontos de entrega dos combustíveis, dependendo da região onde estão localizados.

Esse é o primeiro reajuste anunciado em 77 dias. Em 15 de dezembro, a empresa reduziu o preço da gasolina e manteve o do diesel.

A Petrobras afirma seguir as variações do petróleo no mercado internacional, que iniciou o ano valorizado, e também o câmbio, como prevê sua política de Preço de Paridade de Importação (PPI)

“Dessa forma, a Petrobras reitera seu compromisso com a prática de preços competitivos e em equilíbrio com o mercado, acompanhando as variações pra cima e para baixo, ao mesmo tempo em que evita o repasse imediato para os preços internos das volatilidades externas e da taxa de câmbio”, afirmou a petrolífera em comunicado.

Por:Agência Estado

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Número de MEIs no Pará cresceu 93% nos últimos quatro anos

Dados do Ministério da Economia confirmam crescimento da procura dos benefícios garantidos aos microempreendedores individuais
(Foto:Wilson Dias / Agência Brasil)

O Pará encerrou 2021 com mais de 66 mil novos microempreendedores individuais (MEIs), segundo dados do Mapa de Empresas do Ministério da Economia, o que representa um crescimento de pouco mais de 93% em relação ao número de novos MEIs de 2018. Mesmo com a pandemia, em quatro anos, foi possível observar um aumento de cerca de 52% no número de novos pequenos empresários também em todo o Brasil, saltando de 1,94 milhões de novos MEIs para 2,95 milhões.

Rosângela Nunes dos Santos trabalha há 20 anos dos seus 49 com a venda de café da manhã na porta de casa, mas decidiu oficializar o negócio e fazer o certificado de MEI somente no ano passado, em 2021. A produção começa cedinho, às 4h da manhã, na avenida Pedro Miranda, no bairro da pedreira, e conta com a ajuda de uma funcionária. Por ser autônoma, a empreendedora diz que passou a pensar em uma forma de contribuir com o INSS, para a futura aposentadoria, e o MEI foi indicado como a melhor opção.

“Me passaram informação de que seria bom, porque é minha principal renda e eu gostaria de estar pagando meu INSS. Como não trabalho de carteira assinada, fazendo o MEI eu poderia pagar meu INSS e também teria acesso a outros benefícios. Eu tinha vontade de poder montar um negócio fora da rua, montar um café em um ponto mais organizado, vamos ver se consigo”, disse Rosângela.

A crescente de paraenses abrindo uma empresa em formato de microempreendedor individual foi contínua nesses últimos quatro anos utilizados como recorte pela reportagem do Grupo Liberal.  De 2018 para 2019, foram mais 11.701 MEIs abertos (+ 34%); de 2019 para 2020, foram mais 10.930 novos microempreendedores (+ 24%); de 2020 para 2021, outros 9.642 MEIs foram abertos (+ 17%).

Por:O Liberal

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Preço do etanol cai em 18 Estados na semana, diz ANP; média nacional recua 0,24%

(Foto:Tomaz Silva/Agência Brasil) – Os preços médios do etanol hidratado caíram em 18 Estados na semana entre 2 e 8 de janeiro, de acordo com levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilado pelo AE-Taxas.

Em outros sete Estados e no Distrito Federal, os preços subiram, enquanto no Amapá não houve levantamento. Nos postos pesquisados pela ANP em todo o País, o preço médio do etanol caiu 0,24% na semana em relação à anterior, de R$ 5,063 para R$ 5,051 o litro. Foi o sétimo recuo consecutivo na cotação média do País.

Em São Paulo, principal Estado produtor, consumidor e com mais postos avaliados, a cotação média do etanol hidratado ficou em R$ 4,878 o litro, queda de 0,10% ante a semana anterior.

O preço mínimo registrado na semana para o etanol em um posto foi de R$ 4,309 o litro, em São Paulo, enquanto o menor preço médio estadual, de R$ 4,610, foi registrado em Mato Grosso. O preço máximo, de R$ 7,797 o litro, foi verificado em um posto do Rio Grande do Sul. O maior preço médio estadual também foi o do Rio Grande do Sul, de R$ 6,724.

Na comparação mensal, o preço médio do biocombustível no País caiu 4,84%. O Estado com maior queda no período foi Mato Grosso, onde o litro se desvalorizou 11,18% no mês. Na apuração semanal, a maior queda porcentual de preço, de 2,71% foi observada no Rio Grande do Sul; e a maior alta, de 1,37%, aconteceu no Piauí.
Competitividade

A gasolina foi mais competitiva que o etanol em todos os Estados e no Distrito Federal na semana entre 2 e 8 de janeiro, mostra o levantamento da ANP compilado pelo AE-Taxas. Os critérios consideram que o etanol de cana ou de milho, por ter menor poder calorífico, tenha um preço limite de 70% do derivado de petróleo nos postos para ser considerado vantajoso. Na média dos postos pesquisados no País, o etanol está com paridade de 76,58% ante a gasolina.

Em Mato Grosso, porém, o biocombustível já está quase se tornando mais vantajoso: a paridade na semana foi de 70,46%. O segundo Estado mais próximo dos 70% é Goiás, com 72,29%. São Paulo, principal produtor e consumidor do biocombustível, tem paridade em 77,18%.

No Rio Grande do Sul, a paridade é de 102,30% – ou seja, o litro do etanol está mais caro do que o da gasolina.

Por:Agência Estado

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Bolsonaro anuncia salário mínimo de R$ 1.212 em 2022

A última vez em que o salário mínimo teve ganho real foi no início de 2019, primeiro ano de mandato de Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro (PL) anunciou, em sua última live do ano, nesta quinta-feira (30), que salário mínimo vai subir a R$ 1.212 a partir de 1º de janeiro de 2022. O valor é R$ 112 acima dos atuais R$ 1.100. Uma Medida Provisória (MP) será editada até esta sexta-feira (31) para estipular novo valor.

O reajuste repõe a perda no poder de compra dos brasileiros devido à alta de preços ao longo de 2021. Apesar da pressão por um reajuste acima da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), o governo não promoveu um aumento real do salário mínimo pelo impacto nas contas públicas, já que os benefícios da Previdência e também sociais estão atrelados ao piso.

O salário mínimo é base de referência para outras despesas, como os benefícios da Previdência Social e de assistência social a idosos e pessoas com deficiência (BPC), além do abono salarial.

O governo incorporou no salário mínimo de 2022 mais R$ 1,62 referente à inflação maior de 2020 que não havia sido contabilizada no valor deste ano. É que o valor do benefício foi definido antes da divulgação oficial do INPC fechado de 2020. O governo optou na época em não mudar o valor e incorporar o adicional em 2021, o que é previsto na legislação.(A informação é do Estadão Conteúdo)

A última vez que o salário mínimo teve ganho real foi no início de 2019, primeiro ano de mandato de Bolsonaro, quando ele assinou um decreto atualizando o valor do piso de acordo com a política de valorização aprovada no governo Dilma Rousseff (PT) e válida de 2016 a 2019.

Desde então, o governo Bolsonaro tem concedido apenas aumentos para repor a inflação. Essa decisão tem sido influenciada pelo fato de o salário mínimo ser referência para dois terços da despesa pública, como benefícios previdenciários, assistenciais e seguro-desemprego.

A política de reajustes pela inflação e variação do Produto Interno Bruto (PIB) vigorou entre 2011 e 2019, mas nem sempre o salário mínimo subiu acima da inflação.

Em 2017 e 2018, por exemplo, foi concedido o reajuste somente com base na inflação porque o PIB dos anos anteriores (2015 e 2016) teve retração. Por isso, para cumprir a fórmula proposta, somente a inflação serviu de base para o aumento.
Jornal Folha do Progresso em 31/12/2021/07:14:10
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Mato Grosso começa colheita da maior safra de soja da história do Brasil

(foto:Reprodução) – Produtores de soja em Mato Grosso começaram a colher os primeiros campos do Estado nesta semana, mas com os trabalhos ainda muito localizados, poucos se arriscam a prever a produtividade das lavouras ou estimar o percentual colhido no maior fornecedor da oleaginosa no país.

Ainda assim, o início da colheita logo após o Natal representa um avanço de cerca de 20 dias em relação ao ciclo anterior, quando os produtores semearam a soja mais tarde por causa de problemas climáticos.

Menos de 1% da soja estava colhida em meados de janeiro de 2021, quando a safra atrasou, segundo dados do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), panorama que não deve se repetir neste ano.(A informação e da Reuters)

“O início está regular”, disse Matheus Pereira, diretor da consultoria Pátria AgroNegócios. “Nosso levantamento estima que no dia 4 de janeiro já tenhamos percentuais relevantes (colhidos)”, disse ele, em referência ao Estado que dá início aos trabalhos de colheita no país.

O Mato Grosso deverá colher um recorde de 38,14 milhões de toneladas, alta de 5,8% na comparação anual, segundo a última estimativa do Imea, que indica que o Estado responderá por mais de um quarto da safra do Brasil, maior produtor e exportador global.

Fernando Cadore, presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho (Aprosoja) no Estado, afirma que a colheita começou em poucas áreas, notadamente as irrigadas. Nessas regiões, os produtores plantaram cedo para semear a segunda safra de algodão e milho dentro da janela ideal.

O conglomerado Amaggi, que nesta safra plantou cerca de 176 mil hectares com soja, começa hoje a colheita em Campo Novo do Parecis, segundo comunicado. A empresa, que costuma plantar vastas áreas com algodão, estima produtividade média de 60 sacas por hectare em seus campos de soja.

Em Brasnorte, também no oeste do Estado, as colheitadeiras do produtor Jorge Pires entraram em ação na segunda-feira, segundo um vídeo visto pela Reuters.

Mas as máquinas devem mesmo circular com força a partir de 15 de janeiro no Estado. Segundo Cadore, até 20 de fevereiro, grande parte da soja de Mato Grosso terá sido retirada dos campos, garantindo maior oferta da safra nova para exportação.

PRODUTIVIDADE

No leste do Estado, o produtor Marcos da Rosa disse que o clima favorável deve permitir uma produtividade maior em sua área em relação a 2021.

“É uma micro região onde não está chovendo em excesso e a gente consegue dias de sol”, disse. “Se eu andar 30 quilômetros para o lado da cidade, que é Canarana, já é outro clima.”

O produtor afirmou que colheu em média 65 sacas por hectare em 2021, enquanto a média do município foi de 57 sacas.

Devido à sua extensão, o rendimento das lavouras pode variar nas macro regiões de Mato Grosso.

Entre Lucas do Rio Verde e Nova Mutum, por exemplo, o excesso de chuvas fez algumas variedades brotarem na vagem, ocasionado perdas importantes, segundo produtores.

O problema também ocorre na região de Sorriso, capital mundial da soja, onde algumas áreas tiveram muitos dias nublados, disse Rosa.

Enquanto isto, no Sul do Brasil, as lavouras sofrem com a falta de chuva e a colheita deve ganhar ritmo mais tarde.

Antônio Galvan, que preside a Aprosoja nacional, afirmou que é cedo para fazer previsões precisas sobre a safra, em meio à seca ao Sul do país.

Ele esteve no Mato Grosso do Sul e passou na terça-feira pelo Paraná, onde viu áreas em situação lastimável.

“Aqui está feio”, disse ele após inspecionar o início pontual dos trabalhos no oeste paranaense, no Estado que pode perder a segunda posição no ranking nacional de produção para o Rio Grande do Sul, após perdas registradas pela seca.

O Brasil caminha para produzir um recorde de mais de 140 milhões de toneladas na safra 2021/22, segundo pesquisa da Reuters divulgada em meados do mês, a despeito do fenômeno La Niña que provoca perdas no Sul.

Jornal Folha do Progresso em 30/12/2021/08:58:24
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Energia, carne e gasolina devem ficar mais caros em 2022

Conta de energia (Foto:Reprodução)  – O ano de 2021 vem sendo, sem dúvidas, um dos mais difíceis para os brasileiros, principalmente quando se avalia o quanto o custo de vida aumentou. Alimentação mais cara, o valor da conta de luz disparou e os combustíveis sofreram constantes reajustes. Fazer supermercado parece ter virado um sinônimo de “assalto” que esvazia o bolso do consumidor que reduziu a lista de compras, mas continuou pagando, mês a mês, valores cada vez mais altos. Tudo o que está relacionado ao dólar, disparou de preço. E o pior:  as projeções indicam mais aumentos em 2022.

Especialistas apontam que  a conta de luz será a maior vilã para os consumidores no próximo ano. Embora as chuvas tenham melhorado o nível dos reservatórios das usinas hidrelétricas nos últimos meses, o volume atual não deve ser suficiente para garantir um 2022 livre de preocupações no setor elétrico. (As informações do portal Metropoles)

Em novembro, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu manter a bandeira tarifária de Escassez Hídrica, com valor adicional de R$ 14,20 a cada 100 quilowatt-hora consumidos. Isso equivale a um aumento de 6,78% na conta de luz em relação à bandeira vermelha patamar 2, de R$ 9,49 a cada 100 quilowatt-hora.

A previsão do Ministério de Minas e Energia e do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) é que o subsistema Sudeste/Centro-Oeste, considerado a “caixa d’agua do setor elétrico, alcance 58% de armazenamento até maio de 2022. Para o Sistema Interligado Nacional (SIN), a expectativa de armazenamento é de 34% até o final deste mês. Atualmente, entretanto, o nível nesta região encontra-se em 20%.

“Terminar o ano em nível de 20% não é um número que tranquiliza, então, em 2022, a gente vai continuar tendo emoções no setor elétrico. Temos que esperar pra ver como vai ser essa chuva no período úmido para saber se começamos o período seco, em abril, com níveis adequados [de armazenamento”, destacou o diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), Adriano Pires.

O diretor-geral do ONS, Luiz Carlos Ciocchi, afastou o risco de racionamento e declarou que a experiência das ações aplicadas em 2021 trazem mais eficiência e segurança para enfrentar o próximo ano. “Dependendo das chuvas, podemos ter um ano de 2022 com maior ou menor tranquilidade. Com o cenário de hoje, não vemos nenhuma possibilidade com relação a racionamento ou apagão causado por questões hídricas”, disse.

O fator Covid

Para o professor Roberto Ellery, do Departamento de Economia da Universidade de Brasília (UnB), no geral, a variação dos preços dos insumos vai depender de quatro itens: a pandemia do novo coronavírus, a velocidade com que as empresas vão se reestruturar após o choque de 2020 e 2021, causado pela Covid-19, o câmbio e as políticas públicas. “Especificamente em relação ao Brasil, destaco que o Banco Central vem ajustando os juros, o que ajuda a controlar a demanda e segura o câmbio, e pode ocorrer um alívio da crise hídrica reduzindo a pressão no preço da energia”, frisou o especialista.

Carne bovina

A Companhia Nacional de Abastecimento projeta um cenário melhor em relação ao valor da carne bovina. Bem como o dólar, a demanda chinesa, a valorização do real e o aumento da produção agropecuária deixam uma boa perspectiva para o próximo ano. A redução do câmbio é outro fator que pode reduzir os preços.

Segundo Sérgio De Zen, diretor-executivo da companhia, o cenário é promissor. Para 2022, a estimativa é de uma safra de 289 milhões de toneladas, crescimento próximo de 19% em relação à safra deste ano, já precificando intempéries climáticas e adversidades normais.
Retomada das exportações de carne para a China deve incentivar aumento do preço do alimento para o consumidor brasileiro.

Um dos fatores decisivos para a alta da carne bovina foi o embargo de exportação da China, que é o maior consumidor do mundo de carnes importadas do Brasil. Suspensa de outubro até dezembro deste ano, a exportação para o gigante asiático foi retomada e fez com que os valores voltassem a disparar.

“A retomada das exportações para a China é um outro ponto que pode trazer novos aumentos para a carne. O real segue muito desvalorizado e isso aumenta o apetite de outros países por produtos brasileiros porque nossa moeda mais barata fica competitiva, então nossos produtos ficam com menor preço. Isso aguça o aumento das exportações. Aumentando o volume de exportação de carne, desabastece o mercado brasileiro e isso força o aumento de preços”, detalhou o economista e professor André Braz, do Instituto Brasileiro de Economia da FGV.

Gasolina

Como apontou a Agência Nacional de Petróleo (ANP), no último sábado, na semana de 12 a 18 de dezembro, o preço médio do combustível nos postos foi de R$ 6,67. Entre os dias 21 e 27 de novembro, três semanas antes, o valor era de R$ 6,74. Para o primeiro trimestre de 2022, a ValeCard, empresa especializada em soluções de gestão de frotas, estima uma queda acumulada de 5,94%.
Aumentos no preço da gasolina devem continuar, principalmente entre abril a setembro do ano que vem, dizem especialistas.

No entanto, a empresa projeta que os valores voltarão a crescer de abril a setembro do ano que vem. O especialista André Braz concorda com o respectivo aumento, mas destaca que entre a gasolina, a carne e a energia elétrica, não dá para prever em qual item a inflação mais pesará.

“A parte dos combustíveis aparentemente deve subir. A gente sabe que o preço do barril do petróleo caiu pelos riscos de paralização da economia internacional, com o aparecimento da [variante] Ômicron. A variante não ser tão perigosa quanto pareceu, pode estimular a retomada do preço do petróleo que caiu em função desse tipo de risco”, salientou o especialista.

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Conta de luz vai ficar mais cara em 2022, mesmo com chuvas; Entenda o motivo

Conta de luz deve se manter em alta ao longo dos próximos meses. Durante todo 2021, a população sentiu no bolso os impactos da crise hídrica que refletiram em reajustes consequentes nas tarifas elétricas. Há meses, as distribuidoras estão fazendo suas cobranças em cima da bandeira vermelha, sem previsão de baixa.

Além de uma crise sanitária, econômica, política e social, o Brasil vem enfrentando uma das maiores crises hídricas de sua história. Devido a falta de chuvas, os centros de produção de energia elétrica ficaram sob risco de paralisação, fazendo com que o preço das contas de luz de mantivessem em alta constante.(A informação do Portal INfoMais)

Crise hídrica deve perdurar em 2022
Ainda que tenha havido fortes chuvas nos últimos dias, a crise hídrica permanecerá deixando efeitos em 2022. As usinas estão funcionando com apenas 63% de sua capacidade instalada pelo Sistema Interligado Nacional. Isso significa dizer que o custo para a geração da energia se mantem caro.

De acordo com os últimos cálculos com base da TR Soluções, as contas das bandeiras tarifárias (uma taxa usada para compensar o aumento dos custos de geração) devem ser encerradas com um saldo negativo de R$ 13,89 bilhões.

Já as aplicações criadas pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) devem permanecer com reajustes de sobrecarga, o que fará com que a população ainda pague caro pelo consumo de energia elétrica.

Distribuidoras em crise
É válido ressaltar ainda que a distribuição de energia foi afetada também pelo contexto do novo coronavírus. Os índices de inadimplência subiram consideravelmente nos últimos meses gerando assim uma crise nas empresas que gerenciam o repasse de energia.

Para amenizar a situação, o governo federal veio concedendo linhas de empréstimo para as distribuidoras, de modo que elas pudessem recuperar parte do lucro perdido. No entanto, o valor se mostrou insuficiente e quanto mais altas são as tarifas, maior são os débitos por parte da população.

Por fim, é preciso destacar ainda que durante meses as distribuidoras ficaram impedidas de cortar a energia dos devedores, isso fez com que os rombos nesse segmento ficassem ainda maior dificultando a baixa nas tarifas por consumo.

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