Dilma, agora, dá aval à redução da meta fiscal, que pode cair a 0,15% do PIB

Presidente pretendia esperar mais um pouco antes de rever os valores

BRASÍLIA – A contragosto, a presidente Dilma Rousseff deu o sinal verde para que a equipe econômica reduza imediatamente a meta de superávit primário (economia para o pagamento de juros da dívida pública), o que deve ser anunciado nesta quarta-feira, quando será divulgado o relatório de receitas e despesas do terceiro bimestre.

A presidente Dilma Rousseff - Jorge William / Agência O Globo
A presidente Dilma Rousseff – Jorge William / Agência O Globo

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Nos últimos dois dias, a presidente analisou com os ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa, o desempenho da arrecadação tributária até agora. Concluiu que um esforço fiscal de R$ 66,3 bilhões, ou 1,13% do PIB em 2015, não é mais possível. As reuniões para tratar do assunto se estenderam até tarde da noite desta terça e, segundo fontes, os cálculos apontavam para um superávit primário de 0,15% do PIB, com um corte adicional de gastos.

Segundo interlocutores, Dilma resistiu e estava alinhada com Levy, que queria esperar um pouco mais antes de rever a meta. No entanto, a presidente mudou de posição após ouvir de técnicos da equipe econômica que a manutenção de um superávit primário de 1,13% do PIB não seria viabilizada apenas com uma estimativa maior de receitas extraordinárias.

Seria preciso também fazer um forte contingenciamento adicional de despesas. Esses gastos já receberam uma tesourada de quase R$ 70 bilhões em 2015. Diante disso, o novo relatório bimestral de receitas e despesas deve trazer estimativas já considerando uma meta de superávit primário mais baixa. Também é possível que seja enviado logo ao Congresso o próximo passo: um novo projeto de lei propondo a diminuição do esforço fiscal para o ano.

Segundo um auxiliar, a presidente Dilma demonstrou preocupação em contar com um valor excessivo de receitas extraordinárias que, no futuro, poderiam levar o governo a ser acionado por manobras fiscais, como já está ocorrendo no Tribunal de Contas da União (TCU) em relação às contas de 2014, por causa das “pedaladas”.

Com isso, prevaleceu no Palácio do Planalto o argumento defendido pelo Ministério do Planejamento de que era preciso sinalizar o mais rapidamente possível ao mercado que o resultado de 1,13% do PIB não será atingido. Levy não se opunha à redução, mas queria que esta ocorresse mais à frente, para dar ao governo tempo de buscar receitas. Assim, o resultado do ano ficaria o mais próximo possível da meta, de acordo com essa visão.

LEVY INDICA QUE HÁ ESPAÇO PARA CORTAR DESPESAS

Para evitar a leitura de que a redução da meta representaria sua derrota, Levy desceu nesta terça-feira ao comitê de imprensa para uma conversa de quase meia hora com os jornalistas, quando tentou justificar sua posição, sinalizando nas entrelinhas que a meta seria ajustada, mas sem descontinuidade da atual política econômica. Sem confirmar se o esforço fiscal seria reduzido, disse que uma mudança de meta não significa o fim do ajuste e ressaltou que os números precisam ser tratados com realismo.

Segundo Levy, o cenário econômico mudou, e o governo estaria avaliando todos os indicadores para conduzir a política econômica com “vigor e realismo”. O ministro reiterou que é ilusão acreditar que a redução da meta levará ao fim do ajuste fiscal e destacou que o assunto estava sendo tratado pelo governo “com responsabilidade, transparência e harmonia”.

— O que a gente tem que fazer, agora, é trabalhar para retomar o crescimento. (…) Qualquer coisa que a gente faça tem que ser no contexto de continuar construindo as condições para o crescimento. Mudar a meta não significa que acabou o ajuste. Vai ter que continuar fazendo o ajuste e acelerar as medidas de crescimento — afirmou Levy. — A gente tem que continuar trabalhando na economia. Se a meta é A, B, C ou D, ela é o que a gente acha que é realista, factível.

O ministro da Fazenda disse que o governo continuará perseguindo novas fontes de receita e também indicou que ainda há algum espaço para cortar despesas. Nos bastidores, a negociação em torno do novo relatório considerou cortes entre R$ 10 bilhões e R$ 20 bilhões. Segundo ele, “com discricionalidade”, há margem para enxugar gastos.

— Tem de fazer um trabalhinho de contingenciamento. Tem de fazer o que tem de fazer. Talvez tenha de cortar um pouquinho de despesa e pronto. Eu não sei se vai ser expressivo. A situação não está tranquila. Tenho sinalizado isso com meu jeitinho. Vamos tomar as medidas que achamos que são cabíveis. Sem muito drama — disse o ministro.

‘ALGUÉM ESTÁ ACHANDO FÁCIL?’

Perguntado se defendia a manutenção da meta em 1,13% do PIB, Levy afirmou que nunca se expressou sobre esse assunto. E quando questionaram se reduzir esse objetivo não seria uma sinalização negativa para o mercado, o ministro respondeu:

— Depende da estratégia do que você está construindo. Fácil, a situação não é. Alguém está achando fácil? A gente já disse que é fácil? (…) A gente está fazendo tudo direitinho. A gente explica por que caiu a receita. A gente vai conduzindo as coisas de forma bem transparente.
Levy frisou que o relatório refletirá a realidade, ou seja, o que aconteceu com as receitas. O governo perdeu mais arrecadação que o esperado por causa da recessão econômica. Só no último bimestre, a diferença entre a arrecadação prevista no Orçamento e a efetiva chega a R$ 13 bilhões.

O ministro disse ainda que o relatório considerará “alguma coisinha” dos bilhões que devem entrar nos cofres públicos por causa da abertura de capital da Caixa Seguradora e do IRB (ex-Instituto de Resseguros do Brasil). Os recursos representam parte das receitas extraordinárias que o governo espera arrecadar para fechar as contas.

— A mensagem é que a gente continua tendo uma estratégia fiscal que responde a circunstâncias, mas garante os nossos objetivos, tá certo? É uma composição, como sempre. A economia desacelerou não tanto por causa do ajuste, mas por coisas que já haviam (ocorrido). E agora a gente está tomando as medidas cabíveis para fazer a travessia. Estamos fazendo tudo que é necessário para esta meta — disse Levy, ao se referir ao objetivo de 1,1% do PIB.

Os ministros Nelson Barbosa, do Planejamento, e Joaquim Levy, da Fazenda, durante cerimônia em comemoração aos 50 anos do Conselho Monetário Nacional - Fabio Rossi / Agência O Globo/10-4-2015
Os ministros Nelson Barbosa, do Planejamento, e Joaquim Levy, da Fazenda, durante cerimônia em comemoração aos 50 anos do Conselho Monetário Nacional – Fabio Rossi / Agência O Globo/10-4-2015

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O Globo-por Martha Beck, Gabriela Valente, Geralda Doca e Simone Iglesias
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Bradesco entra em negociações exclusivas para compra do HSBC

A disputa pelo HSBC no Brasil avançou rapidamente desde que os planos da instituição foram anunciados em maio

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O Banco Bradesco iniciou no fim da segunda-feira conversas exclusivas para adquirir a unidade brasileira do HSBC, de acordo com uma fonte com conhecimento direto da transação.

Caso o HSBC aceite a oferta do Bradesco, um acordo pode ser anunciado até o fim do mês, disse a fonte. A oferta avalia a unidade brasileira do HSBC em cerca de 12 bilhões de reais, ou 1,2 vez seu valor contábil, disse a fonte.

A fonte não informou se o Bradesco vai pagar em dinheiro pela instituição financeira, que tinha ativos de cerca de 170 bilhões de reais no fim de março. Fontes próximas aos planos disseram à Reuters no mês passado que o HSBC esperava que a venda fosse finalizada em agosto.

A disputa pelo HSBC no Brasil avançou rapidamente desde que os planos da instituição foram anunciados em maio. Analistas afirmam que a saída da instituição do Brasil ocorre enquanto grandes bancos locais superam rivais menores e ganham mais força em um cenário de economia deteriorada.

O fraco crescimento em ativos impediu que o HSBC Brasil ganhasse escala para aumentar sua fatia de mercado, o que fez com que o retorno sobre o patrimônio líquido ficasse negativo em 4,2 por cento no ano passado, comparado a 15,5 por cento no fim de 2011.

Representantes do Bradesco não foram encontrados para comentar. Um porta-voz do HSBC em São Paulo recusou-se a comentar.
Por: Extra
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Operação da PF contou com planos meticulosos e sigilo obsessivo

A maior operação já feita contra políticos no Brasil foi objeto de sigilo obsessivo por parte de seus participantes na Polícia Federal e no Ministério Público Federal.

Os últimos detalhes da Operação Politeia, que faz referência à cidade sem corrupção da República totalitária propugnada por Platão, foram alinhavados para uma plateia de delegados e procuradores às 4h30 do dia de sua execução –terça passada, 14 de julho.

Foram 53 mandados de busca e apreensão em seis Estados. Só em Brasília, 80 investigadores ouviam na alta madrugada as orientações e endereços dos chamados alvos, os personagens que sofreriam as batidas.
Pedro Ladeira/Folhapress

Ferrari do senador Fernando Collor (PTB-AL) é apreendida na Casa da Dinda durante operação da PF

Entre eles, notórios personagens do mundo político, como os senadores Fernando Collor (PTB-AL), Ciro Nogueira (PP-PI) e Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE).

O briefing, reunião que antecede as operações, é o momento em que a maioria dos policiais federais e procuradores descobre o motivo de sua convocação.

Para evitar vazamentos prévios, no dia anterior eles são avisados apenas que devem se apresentar no horário e local determinados. Na Politeia, às 19h de segunda (13), ainda havia delegados recebendo telefonemas.

“A adrenalina é gigante. Uma parte não dorme e vai virado. A outra dorme mal, com medo de perder a hora e imaginando o dia seguinte”, resumiu um investigador presente à reunião, que pediu anonimato à Folha.

PREPARAÇÃO

Na terça, o delegado responsável pela ação abriu o briefing projetando slides.

A apresentação trazia dados como o nome da operação, a quantidade de mandados, os alvos e até a vestimenta adequada: em nome da discrição, agentes deveriam estar de terno, em vez da tradicional roupa preta com símbolo da PF.

O delegado frisou: “Nada pode dar errado”.

Qualquer deslize ou eventual exagero na abordagem abriria espaço para os suspeitos entrarem com pedido de nulidade da operação.

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, foi um dos que levantou de madrugada para acompanhar a preleção. Pediu a palavra, passou uma mensagem de incentivo e deixou o auditório por volta das 4h50.

PASTA

Às 5h15, em Brasília, um comboio com 16 carros partiu rumo aos endereços em que deveria apreender veículos, valores em espécie, documentos e mídias.

Cada equipe, que contou em média com um delegado, três agentes e um procurador, recebeu uma pasta com os mandados a serem cumpridos. Haviam sido incluídos detalhes dos imóveis que deveriam visitar, além de uma foto do investigado.

O trabalho de inteligência mapeia as características do local e faz uma espécie de planta baixa. Com isso, a equipe sabe, por exemplo, se vai encontrar seguranças, armados ou não, ou até cachorros pouco amistosos guardando o imóvel.

RISCO DE CONFRONTO

No caso da Politeia, os investigadores anteviram risco de tiroteio numa diligência cumprida na Bahia. O dono da casa era um ex-policial. O confronto não ocorreu.

Na emblemática Casa da Dinda, residência de Collor em Brasília, o contratempo foi outro. A mulher do senador, inconformada com a ação, perguntava se os investigadores estavam filmando as buscas. “Vocês não podem violar a nossa privacidade”, justificava ela.

A operação terminou cerca de 17 horas depois, com a última diligência concluída às 21h30.

O balanço geral registrou a apreensão de oito veículos, cerca de R$ 4 milhões, joias, obras de arte, relógios, mídias e parte do universo político apreensivo com a possibilidade de, em algum momento, ver o dia começar antes das 6h.

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Estadão

GABRIEL MASCARENHAS
DE BRASÍLIA

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Senado aprova criação de dezenove municípios paraenses

Proposta cria mais 19 cidades paraenses. No País, serão mais de 200

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O plenário do Senado Federal aprovou por 57 votos a favor e nove contrários o projeto de Lei Complementar de autoria do senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) que abre caminho para a criação, incorporação, fusão e desmembramento de pelo menos mais 200 novos municípios no país. A matéria agora vai ao exame da Câmara. É a terceira vez que o Senado aprova projeto para tratar do tema. Somente no Pará, pelo menos 19 pedidos que tramitam na Assembleia Legislativa do Estado se enquadram em todas as exigências contidas no texto concluído ontem no Senado, aumentando de 144 para 163 municípios.

Os anteriores foram vetados pela presidente Dilma Rousseff sob justificativa de que a medida causaria um desequilíbrio aos recursos estaduais. Levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), feito no fim do ano passado, aponta para a criação de 363 novos municípios se a proposta virar Lei. Segundo o autor do projeto, a matéria não incentiva a criação de municípios inviáveis financeira e economicamente. O projeto, explica Flexa, cria critérios para o surgimento e fusão de novas cidades no país. “Há 18 anos, foi retirado das Assembleias Legislativas Estaduais a condição de legislar sobre esta matéria. Existem situações que precisam ser analisadas com cuidado, pois são demandas legítimas da população”, que complementou. “Não se pode mais admitir a situação de um distrito como Castelo dos Sonhos, distante a 1.100 km da sede do município de Altamira, no Pará, não ter a possibilidade de se emancipar”, justificou. Flexa rebateu ainda a justificativa dos senadores que votaram contra a matéria. O senador paraense explicou que o projeto não prevê a regulamentação unicamente para criar novos municípios. O texto também incentiva a fusão de municipalidades tidas como “disfuncionais”. O projeto propõe às fusões e incorporações municipais, na medida em que garante por um período de tempo, as perdas de receita decorrentes da aglutinação de municípios. Nos doze anos seguintes à fusão ou incorporação, as novas cidades formadas pela fusão ou ampliadas em função de incorporação, continuarão recebendo o Fundo de Participação dos Municípios (FPM) como se ainda estivessem separadas.

De acordo com o relator do projeto, senador Valdir Raupp (PMDB-RO), ao preservar por doze anos uma receita maior dá tempo suficiente para que as unidades fundidas possam ajustar suas administrações a ponto de, no futuro, terem uma participação menor no FPM.

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O texto do projeto estabelece ainda que, antes da emancipação ou até mesmo a fusão com outro município, o governo estadual apresente Estudo de Viabilidade Municipal (EVM) realizado por instituição pública ou privada. A exigência do estudo prévio visa garantir que os novos municípios tenham sustentabilidade econômica e que não dependam unicamente dos repasses constitucionais. Na definição do autor do projeto, os EVM terão que abordar os aspectos de viabilidade econômico-financeira, político-administrativa e socioambiental.

Além da exigência do EVM, o projeto estabelece como critério que para a criação de novos municípios a população mínima para as regiões Sul e Sudeste deverá ser de 20 mil habitantes, para o Nordeste, 12 mil e para o Norte e Centro-Oeste, 6 mil.

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Contrário ao projeto, o senador amapaense Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) defendeu sua posição, pois julga que o atual momento econômico por qual passa o país não é favorável à criação de novos municípios. O argumento de Randolfe foi severamente rebatido pelo senador Ivo Cassol (PP-RO) que defendeu o corte de ministérios como forma de conter os gastos públicos. “Se alguém aqui quer cortar despesas, que o governo federal comece a cortar. Diminui pelo menos dez ministérios que servem apenas para cabide de emprego. É conversa fiada dizer que está tirando dinheiro de um lado e de outro para criar município”, defendeu.

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Por: O Liberal
Foto-Agência Senado
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Dirceu, ‘sob iminente ameaça de prisão’, recorre por habeas corpus

Advogados de ex-ministro, acusado pelo delator Milton Pascowitch de receber propinas, afirmam que até ex-presidente Lula 'está temeroso' da Lava Jato.© Foto: André Dusek/Estadão Conteúdo Advogados de ex-ministro, acusado pelo delator Milton Pascowitch de receber propinas, afirmam que até ex-presidente Lula ‘está temeroso’ da Lava Jato.

Alegando que está sob ‘iminente ameaça’ de prisão na Operação Lava Jato, o ex-ministro José Dirceu (Casa Civil governo Lula) insiste no pedido de habeas corpus preventivo. Em recurso – agravo regimental – ao Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF4), seus advogados sustentam que a imprensa, constantemente, noticia a possibilidade de a Justiça Federal em Curitiba, base da Lava Jato, mandar prendê-lo na investigação sobre corrupção e propinas na Petrobrás.

A suspeita de que a prisão ronda o ex-ministro aumentou a partir da delação premiada do lobista Milton Pascowitch, apontado como operador de propinas na Diretoria de Serviços da estatal petrolífera, cota do PT. Pascowitch cravou em seus relatos à força-tarefa da Lava Jato que Dirceu recebeu propinas por meio de sua empresa, a JD Assessoria e Consultoria, já desativada. Ele falou muito sobre Dirceu, passou muitos detalhes, situações. Em troca, já conquistou um primeiro benefício, a prisão domiciliar – monitorado por tornozeleira eletrônica.

A defesa do ex-ministro afirma que ele não recebeu propinas, mas por serviços de consultoria efetivamente realizados.

Os advogados avaliam que a Lava Jato criou um clima de insegurança e citam até o ex-presidente Lula no recurso ao TRF4. “Tamanho o receio que as pessoas se encontram, haja vista os métodos investigatórios ultimamente empregados pela Operação Lava Jato, que até mesmo o sr. ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva disse estar temeroso de que será, também, provavelmente, o próximo alvo da referida operação, não obstante sequer seja um dos investigados nos procedimentos.”

+ Justiça nega a Dirceu acesso à delação de Pascowitch

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+ Tribunal indefere habeas corpus preventivo de Dirceu

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O recurso de Dirceu é subscrito por seis advogados conceituados de São Paulo, sob coordenação dos criminalistas Paula Moreira Indalécio Gambôa e Roberto Podval.

A petição é endereçada ao juiz federal convocado do TRF4 Nivaldo Brunoni, que, na quinta-feira, 2, rejeitou liminarmente o habeas para Dirceu sob o argumento de que não haveria iminente ameaça de cerceamento à liberdade de locomoção do ex-ministro.

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Os advogados de Dirceu ilustraram o recurso com uma tabela em que ligam nove delações já ocorridas no âmbito da Lava Jato com a deflagração de sucessivas fases da operação – desde a colaboração do primeiro delator, Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás, e do doleiro Alberto Youssef.

Embora não admitam a suspeita de recebimento de propinas por parte de Dirceu, para os advogados a delação de Pascowitch é o principal indicativo de que o ex-ministro poderá ter contra si uma ordem de prisão da lavra do juiz federal Sérgio Moro – algoz de empresários, lobistas, doleiros e políticos citados na grande investigação.

Os advogados argumentam que a decisão monocrática do juiz Nivaldo Brunoni, relator da Lava Jato no TRF4 no período de recesso, violou o princípio de todos os Tribunais, ‘o da Colegialidade’. Por isso, eles pedem ao juiz que acaso não reconsidere sua decisão do dia 2, que submeta o pedido de habeas a seus pares na Corte.

“O que se tem no caso é a situação de um homem público, José Dirceu, o qual teve o seu nome indevidamente citado em acordo de delação premiada realizado por Milton Pascowitch, conforme os fatos noticiados pela imprensa”, anotam os defensores.

Os advogados afirmam que ainda não tiveram acesso aos termos da delação do lobista. “O fato é que ele (Dirceu) tem razões concretas para estar temeroso quanto à privação de sua liberdade, dada a grande possibilidade de decretação de medida constritiva.”

Roberto Podval e seus colegas de banca são taxativos. “Diversas pessoas têm sido presas após realização de delações premiadas por corréus ou outros investigados, e, sobretudo, após o indevido vazamento para a imprensa; tudo sob a escusa de haver suposto ‘clamor social’, não obstante, no caso, a opinião pública se confunda, em realidade, com a opinião publicada, ou melhor, opinião delatada.”

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Os criminalistas que compõem o núcleo jurídico de Dirceu anotam que o juiz do TRF4 não solicitou ao juiz Moro informações sobre o caso, “decidindo-se por indeferir, liminarmente, o habeas corpus, sem que fosse tomada tal cautela”.
Estadão

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Infraestrutura-Histórico plano de concessões prevê R$ 198,4 bilhões para promover crescimento sustentável

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Logística
Presidenta Dilma Rousseff anunciou a nova etapa do programa de logística que vai melhorar os serviços de aeroportos, rodovias, ferrovias e portos nos próximos anos

O setor de transporte no Brasil vai receber nos próximos anos um investimento de R$ 198,4 bilhões para modernizar aeroportos, rodovias, ferrovias e portos. Trata-se da nova etapa do programa de logística, lançado em 2012. O anúncio foi feito nesta terça-feira (9) pela presidenta Dilma Rousseff, em solenidade no Palácio do Planalto.

“Esse programa é uma abertura para um futuro melhor. Os efeitos são múltiplos, para a indústria, a agricultura, os serviços, e também para a qualidade de vida das pessoas”, disse a presidenta. “Ganharão mais aqueles que apostarem no Brasil.”

Dilma informou que os projetos anunciados beneficiam 20 estados e 130 municípios. Segundo ela, a nova etapa do plano de logística é um dos passos para retomada do crescimento da economia, que incluirá ainda um novo programa de exportações, a terceira fase do Minha Casa Minha Vida e o plano de energia a ser anunciado.

Dos investimentos totais de R$ 198,4 bilhões, uma parcela de R$ 69,2 bilhões está prevista para o período de 2015 a 2018. A partir de 2019, devem se somar os R$ 129,2 bilhões restantes, incluindo o projeto da ferrovia Bioceânica até o Peru. O plano estima em R$ 40 bilhões o investimento no trecho brasileiro da ferrovia em parceria com chineses e peruanos.

“Esses projetos fazem parte de uma carteira extremamente forte de investimentos, olhando 20 anos à frente”, afirmou o ministro da Fazenda, Joaquim Levy. “São obras que vão ampliar, melhorar o que já existe, como os aeroportos. Isso traz retorno mais rápido para os investidores.”
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As melhorias atendem ao crescimento na produção de grãos, na frota de veículos e no número de passageiros em voos dos últimos 15 anos. Os serviços serão concedidos a empresas privadas por um determinado período de tempo, tendo o compromisso de mais investimentos e da cobrança de menor tarifa pela prestação de serviços.

“É crucial o aumento da taxa de investimento do Brasil porque isso é que vai dar sustentabilidade ao crescimento da economia”, disse o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa. “O aumento da produtividade é que vai nos levar a ter salários maiores sem pressionar a inflação.”

Serviços melhores

Os recursos previstos para rodovias são de R$ 66,1 bilhões. Neste ano, serão realizados cinco leilões, num total de 2.603 quilômetros e de R$ 19,6 bilhões. Para ganhar a concessão, as empresas devem oferecer o menor valor para tarifa de pedágio e prever investimentos em melhorias (duplicação de pistas, terceira faixa, contornos urbanos, pontes e viadutos).

Em 2016, o governo pretende leiloar 11 projetos novos que somam 4.867 quilômetros de estradas. O investimento previsto é de R$ 31,2 bilhões. A nova etapa do pacote de rodovias tem uma parcela de R$ 15,3 bilhões, a serem direcionados para concessões já existentes. São investimentos que beneficiam tanto agricultores, como usuários de automóveis.

Outro segmento que afeta diretamente a vida da população são os aeroportos. Na primeira fase do programa de logística, foram concedidos à iniciativa privada os aeroportos de Brasília, Guarulhos, Rio de Janeiro (Galeão), Campinas (Viracopos), Belo Horizonte (Confins) e Natal (São Gonçalo do Amarante). Foram aplicados R$ 26 bilhões.

O investimento da nova etapa dos aeroportos será de R$ 8,5 bilhões, voltados para concessões de Porto Alegre, Salvador, Florianópolis e Fortaleza, além de sete regionais (Araras, Bragança Paulista, Itanhaém, Ubatuba, Campinas/Amarais, todos no estado de São Paulo; e Caldas Novas, em Goiás).

As concessões de portos e ferrovias têm impacto maior para as empresas, principalmente na agricultura para exportação. O programa prevê R$ 37,4 bilhões nos serviços portuários. Um total de R$ 14,8 bilhões deve ser investido em novas autorizações para 57 Terminais de Uso Privado (TUPs), espalhados em várias regiões do Brasil.

As ferrovias poderão ter investimentos de R$ 86,4 bilhões. Uma parcela de R$ 12,7 bilhão vai para o projeto da Norte-Sul. Outros R$ 16,4 bilhões estão previstos para concessões já existentes. O governo espera uma ampliação de capacidade de tráfego, novos pátios, duplicações, construção de novos ramais, aumento de frota.

Financiamento

A presidenta Dilma garantiu que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) será uma das fontes de recursos para os projetos anunciados, juntamente com as captações das empresas privadas por meio de títulos no mercado da capitais. “O financiamento de longo prazo por meio de bancos públicos ainda é muito importante no Brasil”, ressaltou.

Para saber mais sobre o Programa de Investimentos em Logística, acesse o site do Ministério do Planejamento.

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Fonte:Portal Brasil

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Mesmo em processo de venda, HSBC diz que opera normalmente no Brasil

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O HSBC informou hoje (9) que continua operando normalmente no Brasil e que manterá no futuro os serviços aos clientes. Em nota para tranquilizar os clientes, o banco confirmou que está em processo de venda de ativos e não de encerramento de suas operações no país.

Hoje, o HSBC Holdings confirmou, em Londres, que pretende vender a sua operação no país, mas planeja manter presença no Brasil para atender aos clientes corporativos de grande porte em suas necessidades internacionais.

“O HSBC está empenhado em garantir a continuidade do negócio e uma transição suave e coordenada para um potencial comprador”, informou o banco em nota. HSBC Brasil é parte da HSBC Holdings, com US$ 2,6 trilhões em ativos e mais de 51 milhões de clientes em 73 países.

*Matéria modificada às 11h57, para a inclusão de informações. O título que, na matéria anterior, era ‘HSBC confirma processo de venda de operações no Brasil’ passou a ser ‘Mesmo em negociações de venda, HSBC diz que opera normalmente’.
Por Kelly Oliveira Edição:José Romildo Fonte:Agência Brasil

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Circulando , mais uma edição impressa do “JORNAL FOLHA DO PROGRESSO”

Esta semana iniciou com a edição de nº 187  do cheapest prices pharmacy. cheap dapoxetine uk . online drugstore, buy dapoxetine online canadian pharmacy store! buy zoloft online . express delivery, purchase zoloft canada. in mumbai. “Jornal Folha do Progresso” Circulando na cidade e região.

Entre os assuntos, notícias policiais, fogo queima residência, afastamento do prefeito Osvaldo Romanholi (PR), entre outras reclamações da população sobre descaso da prefeitura e a polêmica da escuridão da avenida Jamanxim.

O jornal impresso está circulando em Novo Progresso e toda região.

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Capa Jornal Impresso Folha do Progresso Edição “187 /2015”




BR-163 do Nortão ao Pará deve ser incluída em plano de investimentos do governo

O governo federal se prepara para anunciar, nas próximas semanas, mais um plano de concessões e investimentos e entrega a iniciativa privada de 976 quilômetros da BR-163 entre Sinop e o porto de Miritituba (PA) pode ser incluída. A possibilidade foi confirmada, ontem, pelo secretário-executivo do Ministério do Planejamento, Dyogo Oliveira, em seminário no órgão em Brasília, ao anunciar que a ampliação de mais trechos em rodovias federais estão sendo estudados.

O projeto engloba a BR-163 em Mato Grosso, do entroncamento com a MT-220 até o entroncamento com a BR-230, já no Pará, e desta rodovia, do entroncamento com a BR-163 (Campo Verde) até Miritituba. No objetivo do governo, o “plano inclui todos os elementos integrantes da faixa de domínio, além de acessos e alças, edificações e terrenos, pistas centrais, laterais e locais, ciclovias, acostamentos, obras de arte especiais e quaisquer outros elementos localizados nos limites da faixa de domínio, bem como pelas áreas ocupadas com instalações operacionais e administrativas relacionadas à concessão”, cujo prazo é de 30 anos.

Conforme Só Notícias já informou, no final do ano passado, o Ministério do Planejamento apontou no 11º balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) que entre 2011 e 2014, os trechos já finalizados de pavimentação da rodovia somam apenas 381 quilômetros, 38,1% do total (999 km). A previsão de conclusão é somente em 30 de dezembro de 2016.

A rodovia é apontada, pelo setor produtivo, como vital para fortalecer o agronegócio nas regiões Norte e Médio Norte de Mato Grosso porque, via porto de Santarém, soja, milho, algodão, carne, madeira e demais produtos serão escoados com redução aproximada de 30% no frete.

O anúncio da presidente sobre a concessão da BR-163 de Sinop ao Pará aconteceu poucos meses depois do leilão de outros 800 quilômetros entre Sinop e Mato Grosso do Sul.  A Odebrecht S/A arrematou o trecho com tarifa do pedágio de R$ 0,02638 por quilômetro (ou R$ 2,638 para 100 quilômetros rodados), deságio de 52,03% em relação ao teto de R$ R$ 0,055. Contudo, esse  valor já foi revisto R$ 0,02661, acréscimo de 0,86%.

Nove praças de pedágios vão ser construídas em Itiquira; Rondonópolis; Campo Verde/Santo Antônio de Leverger; Cuiabá/Santo Antônio de Leverger; Acorizal/Jangada; Diamantino; Nova Mutum ; Lucas do Rio Verde e Sorriso.
Fonte: Só Notícias/Weverton Correa (foto:Só Notícias/Luiz Ornaghi/arquivo)

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Escoamento por portos do Arco-Norte podem melhorar preços do milho no Nortão de Mato Grosso

 Mato Grosso deverá escoar cerca de 2,5 milhões de toneladas entre soja e milho 2014/2015 por portos do Arco-Norte, mais precisamente Miritituba e Santarém no Pará. A expectativa com o crescimento dos embarques via os portos do Norte brasileiro é que os preços da saca de 60 quilos do milho no Nortão melhorem. Melhoria do valor recebido pelo produtor seria decorrente a redução do preço do frete.

Em momentos de pico do escoamento do milho e de supersafras o preço da saca de 60 quilos em Mato Grosso chega a ter variação de R$ 8, como já visto em Sinop nas últimas duas safras, e de R$ 10,50, por exemplo em Lucas do Rio Verde, apenas na região Norte do Estado.

O presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Ricardo Tomczyk, ressalta que conforme for ampliando o escoamento da produção, neste caso do milho, pelo Arco-Norte se poderá ver uma inversão de preços. “Essa inversão que falamos seria preço maior em Sinop e menor em municípios como Lucas do Rio Verde, por exemplo, visto a redução que se terá no valor do frete”, explica Tomczyk.

Segundo o superintendente do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), Otávio Celidonio, ainda não há como saber o quanto o valor do frete poderá reduzir ao se optar escoar soja e milho pelos portos de Miritituba e Santarém, no Pará, uma vez que a BR-163 não está completamente asfaltada. “Essa inversão de preço que falamos seria quando a BR-163 ficar pronta”.

Vendas de milho perto dos 50%

Levantamento do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) revela que 42% das 15 milhões de toneladas de milho já foram comercializadas. Conforme o Gestor de Análise de Mercado do Imea, Ângelo Ozelame, hoje a saca de 60 quilos em Mato Grosso de milho encontra-se em média a R$ 15, R$ 16.

O gestor do Imea comenta que para cobrir os custo de produção por hectare (alta tecnologia) médio de R$ 1.972,89 seria necessário a saca ser comercializada em média a R$ 17.

Raio-X do milho

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Entre os dias 06 e 10 de abril a Aprosoja-MT realizará mais uma edição do Circuito Tecnológico – Etapa Milho, percorrendo propriedades nas regiões Sul, Norte, Leste e Oeste de Mato Grosso. Ao todo quatro equipes irão se dividir pelas regiões e verificar in loco o andamento da produção da 2ª safra do cereal no Estado, além de aplicar questionários e ouvir os produtores.

“O que se paga pela tecnologia será medido. Essa é uma das oportunidades que o Circuito Tecnológico – Etapa Milho nos traz”, comenta o diretor técnico da Aprosoja-MT, Nery Ribas.

Serão visitadas 150 propriedades e percorridos aproximadamente 10 mil quilômetros

Da Redação – Viviane Petroli

Foto: Aprosoja-MT

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