Temer se encontra com Medvedev e pede mais colaboração econômica com Rússia

MOSCOU – O vice-presidente Michel Temer se encontrou nesta quarta-feira, 16, com o primeiro-ministro da Rússia, Dmitri Medvedev, na mais importante reunião entre as autoridades dos dois países na atual viagem oficial a Moscou. Em seus discursos os dois representantes prometeram intensificar a cooperação em áreas como educação, ciência e tecnologia, mas focaram seus discursos no objetivo de elevar o comércio bilateral à meta de US$ 10 bilhões estabelecida pelo Planalto e pelo Kremlin.

Em seu discurso, Medvedev ressaltou a necessidade de buscar avanços concretos da colaboração bilateral nas áreas de comércio, indústria, agricultura, ciência e cultura. “O Brasil é o nosso grande parceiro na América do Sul. Trabalhamos juntos e colaboramos em diferentes formatos, como os BRICS, e cooperamos de maneira intensa no G20, na OMC e na ONU.”, lembrou o premiê e também ex-presidente. “É muito importante que nossa cooperação política se apoie na cooperação econômica. Nosso comércio tem crescido nos últimos dois anos vem a um ritmo sustentável e, apesar das oscilações do período mais recente, fizemos um bom avanço no que diz respeito ao objetivo de US$ 10 bilhões do comércio bilateral.”

Em resposta, Temer reforçou a necessidade de implementação das medidas do plano de ação de cooperação econômica e comercial e convidou as empresas russas dos setores de infraestrutura e energia a investirem no país. “O Brasil tem todo o interesse em atrair empresas russas para trabalhos de modernização de nossa infraestrutura”, lembrou, citando setores como o ferroviário, no qual o Estado e as companhias russas têm experiência. “Muito pode e deve ser feito para que possamos chegar à cifra de US$ 10 do comércio bilateral.”

Temer está em Moscou há três dias participando da Comissão de Alto Nível (CAN) entre Brasil e Rússia, em Moscou. Acompanham sua delegação seis ministros do PMDB, entre os quais o de Energia, Eduardo Braga, e de Turismo, Henrique Eduardo Alves. Desde que chegou, o vice-presidente só falou à imprensa por pouco mais de cinco minutos, e tem evitado questões sobre a situação política no Brasil. Ele tampouco se posicionou de forma oficial sobre os cortes de R$ 26 bilhões anunciados pelo governo de Dilma Rousseff e não se manifestou sobre se apoiará ou não a proposta de recriação da CPMF, projeto que criticou há três semanas.

Na segunda-feira à noite, entretanto, Temer e Dilma conversaram por telefone, quando a presidente explicou o projeto de cortes e de aumento da carga tributária. Segundo ministros que acompanham o vice-presidente, Temer “compreendeu” as alegações e aceitou os argumentos do Planalto.”Ele concordou com a argumentação que ela (Dilma) fez, com as motivações que ela apresentou”, disse o minsitro Henrique Eduardo Alves. “Ao chegar ao Brasil ele vai trabalhar para ajudar na relação com o poder Legislativo”.

A delegação brasileira deixa Moscou nas próximas horas, partindo para Varsóvia, na Polônia, segunda e última etapa da turnê pela Europa.

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Temer e o primeiro-ministro da Rússia, Dmitri Medvedev
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Política – Estadão

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POR MUNICÍPIO-Aprovado projeto que determina cobrança mínima de 2% de ISS

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O relator da matéria, deputado Walter Ihoshi (PSD-SP), defendeu o fim da guerra fiscal provocada por alíquotas diferenciadas
A Câmara dos Deputados aprovou hoje (10) o texto principal do Projeto de Lei Complementar (PLC) 366/13 do Senado Federal, que estabelece alíquota mínima de 2% para o Imposto Sobre Serviços (ISS) que é cobrado pelos municípios e pelo Distrito Federal. O texto também amplia a lista de serviços sobre os quais incide o imposto. A votação das emendas e dos destaques que visam a alterar o texto foi adiada para a próxima semana.

O projeto, aprovado por 293 votos a favor e 64 contra, proíbe o Distrito Federal e os municípios de conceder benefícios com renúncia do ISS abaixo da alíquota de 2% para evitar a guerra fiscal entre unidades da federação. De acordo com a proposta, a desobediência às regras do texto será considerada ato de improbidade administrativa. O texto estabelece ainda que o ISS não poderá ser objeto de isenções, incentivos e benefícios tributários ou financeiros, inclusive de redução da base de cálculo ou de crédito presumido.

O relator da matéria, deputado Walter Ihoshi (PSD-SP), defendeu o fim da guerra fiscal provocada por alíquotas diferenciadas que, muitas vezes, são oferecidas para a implantação de algum negócio em município. “Esse projeto vai estabelecer uma base mínima de 2% do ISS e acabar com a guerra fiscal. Também temos de atualizar a lista dos novos serviços que não constam na lista atual e, sobretudo, os serviços de internet, como a Netflix, que não é tributada”, disse o relator.

Por: Agência Brasil
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Pela 1ª vez no ano, risco de faltar energia na região Sudeste é zero

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O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) informou nesta quarta-feira, 2, que o risco de déficit de energia em 2015 na região Sudeste/Centro-Oeste caiu de 1,2% para zero em setembro. Depois de ter chegado ao recorde de 7,3% em fevereiro, essa é a primeira vez no ano que o risco para a região é zero em todos os cenários projetados pelo colegiado. O risco de falta de eletricidade para a região Nordeste também segue em zero.

De acordo com nota divulgada, o Comitê avalia que o Sistema Interligado Nacional dispõe de uma “sobra estrutural” de cerca de 9.359 megawatts médios para atender a carga prevista. Ou seja, a capacidade de produção do parque elétrico brasileiro hoje supera a demanda em quase 10 mil MW médios. Essa análise incorpora novos dados de queda no consumo e a entrada em funcionamento de novos empreendimentos de geração.

Apesar do risco de faltar energia ter sido zerado, o CMSE destacou que as chuvas em agosto ficaram abaixo da média histórica para o período em todas as regiões do País. Na região Sudeste/Centro-Oeste, as chuvas foram equivalentes a 91% do esperado para o oitavo mês do ano. O mesmo aconteceu nas regiões Sul (80%), Norte (77%) e Nordeste (50%).

Mas, como a quantidade de chuvas no mês de agosto já é bem superior à verificada no primeiro semestre, o nível de água das represas das usinas hidrelétricas continuaram a subir durante o mês passado. Por isso, o CMSE avaliou que as condições de suprimento de energia ao Sistema Interligado Nacional melhoraram em relação a julho.

Térmicas. Com a melhora nos níveis dos reservatórios das hidrelétricas e a queda na consumo de energia, o CMSE determinou no mês passado o desligamento de 21 usinas térmicas com potência somada 2 mil megawatts médios. Com a saída do sistema desses empreendimentos com custos de produção de eletricidade (CVU) superiores a R$ 600 por megawatt-hora, a economia estimada pelo governo até o fim do ano foi de R$ 5,5 bilhões.

Isso se refletiu em um desconto no preço da bandeira vermelha a partir deste mês. A mudança, aprovada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) na semana passada, trouxe o preço da bandeira vermelha de R$ 5,50 para cada 100 quilowatts-hora consumidos para R$ 4,50.
– Economia – Estadão

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Cientistas políticos discutem saídas para a crise

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Da pauta-bomba no Congresso, passando pelas contas que o TCU julgará, veja os pontos que andam sufocando o governo

RIO e SÃO PAULO – A prisão de José Dirceu feriu o PT. Com novas delações, a Polícia Federal se aproxima de Lula e do Planalto. A provável denúncia à Justiça do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, deixará o ambiente ainda mais tumultuado no Congresso. Desde que foi acusado, Cunha patrocinou a votação da chamada “pauta-bomba”, conjunto de medidas que ameaça desfigurar o ajuste fiscal e aprofundar a crise econômica que o país atravessa. A crise se acentuou, com dados que mostram piora no emprego, renda e inflação, afetando o poder de compra. O país corre o risco de perder o grau de investimento, o que provocaria fuga de investidores e aprofundaria a crise. Para piorar, o TCU julgará as contas de Dilma de 2014 e a tendência é a rejeição em razão das chamadas “pedaladas fiscais”, quando o governo melhora artificialmente as contas. As contas serão votadas no Congresso, o que pode dar argumento para o impeachment.

Insatisfeitos com o governo, PDT e PTB, que somam 44 deputados, anunciaram o desembarque da base aliada na Câmara. Sem eles, a sustentação política fica ameaçada, e o governo tende a sofrer mais derrotas. Rompido com o governo, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, arquivou quatro pedidos de impeachment apresentados na Casa contra a presidente Dilma Rousseff. Agora, nove pedidos estão na Câmara. No dia 15 de março, houve manifestação contra o governo Dilma. No dia 12 de abril, a adesão foi menor. Agora, os grupos críticos à gestão petista convocam novo protesto para este mês. O governo e o PT sofrem com panelaços e o Datafolha mostrou que Dilma tem 71% de reprovação. Diante da crise política e econômica que assola o governo, O GLOBO ouviu seis cientistas políticos que discutiram saídas para o momento conturbado que vive o país.

Veja, abaixo, o diagnóstico de cada especialista:

Roberto Romano, cientista político da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp):

— A saída é a saída de emergência. Com o atual nível de popularidade da presidente Dilma Rousseff (71% da população desaprovam o governo, segundo a última pesquisa do Instituto Datafolha), não há engenharia política que possa resolver este problema. A saída seria um pacto político de todos os partidos representados no Congresso Nacional com a sociedade, no sentido de garantir o funcionamento normal das instituições. Fora esse pacto de governabilidade, não vejo o que fazer. Tudo indica que estamos caminhando para um processo de impeachment da presidente Dilma, mas isso não é uma saída. O impeachment trará divisões gravíssimas na sociedade brasileira e não garantirá o próximo governo, possivelmente liderado por Michel Temer. Não seria uma situação diferente da de hoje. E o Temer representa só uma parcela do PMDB, sobretudo o PMDB paulista. A pauta que se instalou no Congresso Nacional vai continuar em curso, dada a fraqueza da economia atual e também a fraqueza da União. Um presidente que assuma sem ter sido eleito (como cabeça de chapa), nessas condições, pode piorar, e muito, a crise atual. A situação ficaria ainda mais grave.

Francisco de Azevedo, cientista político da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar):

— O governo está totalmente encurralado no Congresso, com baixa popularidade e com a base partidária completamente esgarçada. Uma das possíveis saídas seria reunificar a base no Congresso Nacional, ainda que isso resulte em ter a minoria na Casa. A crise é muito ampla e extrapola as possibilidades de reação do Executivo, envolve várias forças políticas. À esta altura, é impraticável a proposta de diálogo nacional, nos termos que tentou sugerir o governo, porque a possibilidade de diálogo com a oposição está totalmente inviabilizada. Talvez o caminho passe pelas forças políticas, independentemente do governo, para assegurar a governabilidade. É mais nesse sentido do que na ideia de a oposição sustentar o governo, depois de um acordo, através de pauta comum. É uma crise complicada, que vai demandar muita conversa no intuito de assegurar a governabilidade, de impedir que se extrapole a crise política e tenhamos uma crise institucional. Isso seria muito mais grave. A saída passa pelo Legislativo, não pelo Executivo, que está emparedado e totalmente sem capacidade de tomar iniciativas políticas.

Paulo Baía, cientista político da UFRJ:

“Tem de haver disposição de todos os setores para conversar. A fala de (Michel) Temer ontem (anteontem), pedindo união, foi muito prudente e muito lúcida. É preciso prudência, porque tudo que não queremos é que a crise política se torne uma crise institucional, senão é mudar a crise de patamar e colocar a democracia em risco. O Legislativo tem tido um ativismo belicoso em relação aos outros Poderes. Quando as bancadas não obedecem mais a seus líderes (na Câmara), você pode esperar qualquer coisa. Mas o Senado tem tido um papel de poder moderador: recebe as polêmicas da Câmara, guarda e esfria. Tem de haver essa disposição para conversar, senão fica todo mundo falando, e ninguém escuta ninguém, que é o que está acontecendo hoje. E com um elemento a mais: fora dos Poderes, há grupos na sociedade que têm tido função importante, têm sido microlideranças pelas redes sociais, na organização de manifestações. Esses grupos e a sociedade também precisam ser escutados e ter diálogo. E escutados em todos os seus desejos: na área econômica, por exemplo, o governo precisa tomar medidas que mostrem que está ouvindo também nessa área, como diminuir o tamanho (da máquina) do governo, um dos pontos que têm sido mais criticados.

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Ricardo Ismael, cientista político da PUC-Rio:

— O problema vem desde o início do ano, quando o governo lançou outro candidato à presidência da Câmara, contra (Eduardo) Cunha; a partir disso, só evoluiu. Ontem (anteontem), na votação da PEC 443 na Câmara, viu-se que não há mais controle da base. A questão nem é a pessoa na articulação política, mas como o modelo funciona. O governo Dilma toma decisões num grupo fechado, ensimesmado, formado ali pelo (ministro Aloizio) Mercadante, pelo (ministro Miguel) Rossetto… É preciso chamar a base também para decidir. Os deputados se sentem apenas cobrados, mas não se sentem participando das decisões. Eles têm o ônus, sem o bônus. É um problema de origem: o PT tem aliados, mas não quer se misturar a eles. Por que (Eduardo) Cunha não fica isolado? Porque o que expressa em relação ao governo é compartilhado por outros. Agora, para o governo sair da crise, precisa também buscar apoio na sociedade, e, para isso, precisa assumir sua responsabilidade. Até agora, o que fala é que fez tudo certo; a crise internacional e a Lava-Jato é que afetaram a economia. Tem de explicar melhor, senão mina a confiança da população. O problema não são as pessoas que não votaram na Dilma, mas as que votaram e acreditaram nela.

Fábio Wanderley Reis, cientista político e professor emérito da UFMG:

— Na verdade, a crise vai se consolidando. Havia uma expectativa de que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, tomasse algumas medidas, elas estão acontecendo agora, como podemos observar. A tendência é a crise se agravar e se atualizar. Há motivos reais para preocupação, não vejo truque capaz de resolvê-la. O que vejo de positivo é uma manifestação mais conciliadora, ainda que com reservas, por parte do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Lula acenou com uma conversa, que bem ou mal, apesar da reserva, Fernando Henrique respondeu positivamente. É fundamental conversar com ele para descapitalizar a crise. A materialização do ódio que resultou da última eleição é muito negativa para o país. Uma boa parcela do PSDB está agindo de maneira totalmente irresponsável e oportunista. Hoje, não acredito que haja base jurídica para o início de um processo de impeachment contra a presidente da República. Mas sabemos que existe um pedido da oposição em análise pelo Congresso, que conta com o apoio da base aliada do governo, que é uma base de araque. É possível que se acabe encontrando um tecnicismo jurídico que justifique isso. O resultado seria catastrófico para o país.

Emil Sobottka, professor de Ciência Política da PUC-RS:

— O mais viável agora para o governo é fazer a combinação de dois elementos. O primeiro é que acho que ele não escapa de uma reforma ministerial. Precisa abrir para outros nomes, isso se ainda encontrar gente que aceite ser governo neste momento. O outro elemento é negociar emendas parlamentares com os aliados. Essa combinação não é o ideal; o ideal seria reformar o que está na estrutura dos problemas ligados à corrupção, como o financiamento dos partidos, uma gestão profissional das estatais… Mas isso, neste momento, não é nem um pouco viável. Se o governo conseguir negociar ministérios e emendas, acredito que é possível uma saída. As ameaças de impeachment devem perder força: pelo lado do TCU (que analisa as contas de governo de Dilma), a tradição tem sido aprovar, no máximo, com ressalvas, e não reprovar; pelo lado das contas de campanha de Dilma (que podem ter recebido dinheiro de propina, segundo as denúncias na Lava-Jato), reprovar essas contas é um risco elevadíssimo para os outros partidos assumirem, podem ser atingidos também. E os problemas vindos de (Eduardo) Cunha também tendem a amenizar: com as denúncias contra ele, quem estava a seu lado para atacar o governo passa a se afastar; não vai querer ter a imagem contaminada pelas acusações.

O Globo por Alessandra Duarte, Thiago Herdy e Julianna Granjeia

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Dilma-Pronatec Aprendiz terá 15 mil vagas em micro e pequenas empresas

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Solenidade de abertura de vagas no Pronatec Jovem Aprendiz (José Cruz/Agência Brasil)

Pronatec Aprendiz na Micro e Pequena Empresa vai oferecer 15 mil vagas em 81 municípios com alto índice de violência e vulnerabilidadeJosé Cruz/Agência Brasil

A primeira etapa do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) Aprendiz na Micro e Pequena Empresa vai oferecer 15 mil vagas em 81 municípios com alto índice de violência e vulnerabilidade social, selecionados com base no Mapa da Violência. As micro e pequenas empresas terão benefícios na contratação de aprendizes e os jovens terão a formação técnica paga com recursos do Pronatec.

A adesão ao programa vai começar em agosto e as micro e pequenas empresas que tiverem pelo menos um empregado poderão contratar jovens de 14 a 18 anos. Elas terão que arcar com o salário-hora mínimo (meio salário mínimo no caso da jornada de quatro horas), vale-transporte e contribuição de 2% para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), e não 8% como pagam as demais empresas. A alíquota patronal para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) será 12%, mas os micro e pequenos empresários que optam pelo regime tributário do Simples Nacional serão isentos do recolhimento.

Poderão concorrer às vagas os estudantes matriculados na rede pública de ensino. Os jovens contratados pelo programa farão um curso de 400 horas, divididas em dois anos, pago pelo Ministério da Educação com recursos do Pronatec. Os cursos técnicos serão oferecidos pelas instituições da rede federal de educação tecnológica, pelas escolas técnicas estaduais e municipais e pelo Sistema S, que inclui entidades como Sesi, Sesc e Senai.

Os jovens poderão trabalhar nas áreas de informática, operação de loja e varejo, serviços administrativos e alimentação, de acordo com a oferta dos cursos de formação.

“Uma vez por semana, esse jovem tem de estar nesse curso, ele tem o horário de frequência na escola, tem o horário do trabalho e uma vez por semana não vai trabalhar, mas vai fazer o curso”, explicou hoje (28) o ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos.

Custo

De acordo com o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, a formação de cada aprendiz vai custar R$ 4 mil ao governo, num total de R$ 60 milhões de investimentos para as primeiras 15 mil vagas. “Este jovem vai aprender uma modalidade de trabalho, não queremos que ele seja mão de obra não qualificada, ele terá trabalho qualificado para alçar voos maiores”, avaliou o ministro, que destacou a função social do programa, por evitar que adolescentes possam ser aliciados para o crime.

A presidenta Dilma Rousseff, que participou de reunião de trabalho sobre o programa antes do anúncio, também ressaltou a importância do acesso ao mercado de trabalho para dar perspectivas aos jovens fora do crime. “Temos de combater o uso de jovens pelo crime organizado, daí porque temos um critério para começar esse programa, o critério é justamente áreas onde há maior grau de violência e portanto maior vulnerabilidade. Não podemos aceitar que o crime organizado substitua o Estado e a sociedade brasileira”, disse.

A ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, disse que a contratação de jovens aprendizes vai permitir que os adolescentes continuem na escola e façam parte de uma parcela da população jovem com trabalho e com escola. “Essa é uma agenda de inclusão. A ideia é que o jovem não abandone a escola, que tenha mais um elemento para se manter na escola. Vai garantir qualificação, é uma oportunidade de renda e ao mesmo tempo mantém o jovem na educação”, avaliou.

As inscrições para o programa serão feitas nas unidades dos Centros de Referência em Assistência Social (Cras). O governo também vai utilizar a Busca Ativa para encontrar jovens que se encaixem nos critérios do programa nas cidades selecionadas.
Luana Lourenço – Repórter da Agência Brasil
Edição: José Romildo
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Dólar volta a subir, fecha em R$ 3,36 e bate recorde de 12 anos

 A cotação está no maior nível desde 27 de março de 2003, quando tinha fechado em R$ 3,386.

No início do dia, o dólar chegou a ser vendido a R$ 3,377. Foto: Reprodução

Brasília – Em meio a tensões na economia chinesa e a desconfiança em relação às metas fiscais no Brasil, a moeda norte-americana voltou a fechar no maior nível em 12 anos. O dólar comercial encerrou hoje (27) vendido a R$ 3,364, com alta de 0,51% (R$ 0,017). A cotação está no maior nível desde 27 de março de 2003, quando tinha fechado em R$ 3,386.

No início do dia, o dólar chegou a ser vendido a R$ 3,377. A alta desacelerou nas horas seguintes, mas em ritmo insuficiente para fazer a cotação cair em relação ao fechamento de sexta-feira (24). A divisa registra alta de 8,2% apenas em julho. No acumulado do ano, a cotação subiu 26,5%.

Desde que a equipe econômica anunciou a redução para 0,15% do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país) da meta de superávit primário (economia para pagar os juros da dívida pública), na semana passada, o dólar passou a subir. Segundo economistas ouvidos pela Agência Brasil, a possibilidade de o país perder o grau de investimento das agências de classificação de risco tem pressionado o câmbio.

Fatores externos também têm feito o dólar subir em todo o mundo. Nesta segunda-feira, a Bolsa de Valores de Xangai (China) caiu 8,48%, a maior queda diária desde 2007, por causa da divulgação de indicadores econômicos que mostram a desaceleração da segunda economia mundial. A primeira é a dos Estados Unidos.

O Gabinete Nacional de Estatísticas da China anunciou hoje que, em junho, os lucros das grandes empresas industriais do país diminuíram 0,3% em relação a igual período de 2014. Além disso, foi divulgado que a atividade industrial apurada este mês é a mais baixa desde abril do ano passado, ampliando os receios que o abrandamento da economia mundial chinesa seja maior do que se esperava.

Em 2014, o Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas) da China cresceu 7,4%, o valor mais baixo dos últimos 24 anos. No primeiro semestre de 2015, o crescimento caiu para 7%. A China é o principal comprador de commodities (bens agrícolas e minerais com cotação internacional) do Brasil. Crises econômicas no país asiático indicam a possibilidade de ampliação da queda das exportações brasileiras, o que pressiona o dólar aqui.

Estadão Conteúdo
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Desemprego fica em 6,9% em junho, maior taxa para o mês desde 2010

Taxa de desocupação é a maior do ano em seis regiões metropolitanas e jovens são os que mais sentem. População desocupada cresce 44,9% em relação a junho de 2014, segundo IBGE

Em busca de oportunidades, candidatas preenchem formulário – Dado Galdieri/10-11-2014 / Bloomberg News
RIO – A taxa de desemprego ficou em 6,9% em junho, informou o IBGE nesta quinta-feira. O dado faz parte da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), que engloba seis regiões metropolitanas do país (Rio, São Paulo, Belo Horizonte, Recife, Salvador e Porto Alegre). Em junho de 2014, a taxa havia sido de 4,8%. O resultado é o pior para o mês desde 2010, quando ficou em 7%.

Em maio, o desemprego havia ficado em 6,7%. A variação de um mês para o outro, de alta de apenas 0,2 ponto percentual, é considerada estabilidade estatística pelo IBGE.

A forte alta da taxa de desemprego em junho, na comparação com o mesmo mês do ano passado, está relacionada ao aumento da chamada população desocupada — ou seja, aqueles que estão em busca de trabalho, porém não encontram. No mês passado, esse grupo somava 1,7 milhão de pessoas nas seis regiões acompanhadas pela pesquisa, o que representa uma alta de 44,9% (522 mil pessoas) em relação a junho de 2014.
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Já a população ocupada encolheu, no mesmo período, 1,3% (equivalente a 298 mil pessoas), passando a somar 22,8 milhões de trabalhadores. O número de trabalhadores com carteira no setor privado diminuiu 2% em junho, passando a 11,5 milhões de pessoas.

Na comparação com maio, tanto a população ocupada como a desocupada ficaram estáveis, segundo o IBGE. O instituto informou ainda que a população não economicamente ativa — pessoas que não estão à procura de emprego e, dessa forma, não pressionam o mercado de trabalho — ficou em 19,3 milhões, estável tanto em relação a maio como a junho de 2014.

— O crescimento da desocupação pode estar sendo provocado tanto por aqueles que perderam o emprego, quanto por aqueles que estão tentando entrar no mercado de trabalho e já entram na condição de desocupados — explicou Adriana Beringuy, técnica do IBGE responsável pela pesquisa.
Editoria de arte –

Segundo Adriana, desde janeiro, observa-se um mercado de trabalho bem diferente do de 2014, que era estável:

— Agora, diante do maior crescimento da desocupação e de maior pressão sobre o mercado de trabalho, há um aumento expressivo do desemprego.

ENTRE JOVENS, TAXA SUPERA OS 17%

Em junho, o desemprego pesou mais forte entre os mais jovens. Segundo os dados da PME, a taxa entre a população de 18 a 24 anos chegou a 17,1%, representando uma forte alta em relação à taxa de 12,3% registrada em junho de 2014. Na faixa de 25 a 49 anos, o indicador subiu de 3,6% para 5,8% e, entre os com 50 anos ou mais, subiu de 2% para 2,9%.

— A gente vê que a taxa aumenta principalmente entre a população de 18 a 24 anos. Jovens estão exercendo uma pressão maior sobre o mercado de trabalho, em relação ao que se via no ano passado. Entre os mais jovens a taxa sempre é mais alta, sempre foi assim. O que quero mostrar é a mudança ao longo do tempo. O crescimento foi mais acentuado nesse grupo etário do que nas outras faixas etárias — afirmou Adriana.

Regionalmente, a análise mostrou que a taxa de desemprego não se alterou em nenhuma das seis regiões metropolitanas consideradas na pesquisa (Rio de Janeiro, Recife, Belo Horizonte, São Paulo e Porto Alegre) em relação a maio. Em relação a junho de 2014, no entanto, a taxa cresceu em todas as seis regiões: em Recife, passou de 6,2% a 8,8%; em Salvador, foi de 9% para 11,4%; em São Paulo, subiu de 5,1% para 7,2%; em Porto Alegre, de 3,7% para 5,8%; no Rio de Janeiro, de 3,2% para 5,2%, e em Belo Horizonte, de 3,9% para 5,6%.

Já o rendimento real (já descontando a inflação) ficou em R$ 2.149 em junho. O valor é 0,8% maior em relação ao registrado em maio, porém 2,9% menor que o de junho de 2014.

Com a queda na renda frente ao ano passado, caiu também a chamada massa de rendimento médio real — formada pela soma dos rendimentos dos trabalhadores. Em junho, esse indicador ficou em R$ 49,5 bilhões, queda de 4,3% em relação ao mesmo mês de 2014. Frente a maio, foi registrada estabilidade.

Regionalmente, o rendimento médio real subiu em relação a maio em Recife (2,2%), Belo Horizonte e Porto Alegre (1,1%), Rio de Janeiro (0,8%) em em São Paulo (0,7%). Em Salvador, houve queda de 0,7%. No ano, o rendimento caiu em quatro regiões: Rio de Janeiro (-5%), Salvador e São Paulo (-3,1%) e Belo Horizonte (-2,5%). Recife teve alta de 0,5% e houve estabilidade em Porto Alegre.
Editoria de arte –
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Em junho, o rendimento médio real caiu em dois dos sete grupamentos de atividades analisados (construção e outros serviços); cresceu em dois (comércios e serviços prestados às empresas) e ficou estável nos demais. No ano, todos os sete grupos recuaram entre 0,9%, como é o caso da indústria extrativa, de transformação e distribuição de eletricidade, gás e água, e 5,9%, como na construção.

Depois de ter fechado 2014 em 4,3% — menor patamar da série histórica —, a taxa de desocupação medida pela PME tem subido constantemente neste ano. O aumento reflete a piora no mercado de trabalho, impactado pelo ambiente recessivo na economia.

Na semana passada, o Ministério do Trabalho informou que o país fechou 111.199 postos de trabalho em junho, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Foi o pior saldo líquido (admissões menos demissões) para o mês desde 1992. Diferentemente da PME, que considera emprego informal em seus cálculos, o Caged registra apenas as vagas com carteira assinada.

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, levantamento mais abrangente do IBGE, que contém informações de todas os estados brasileiros e do Distrito Federal, também têm mostrado deterioração no mercado de trabalho. Segundo os números mais recentes, de maio, a taxa de desemprego nacional chegou a 8,1%, a maior desde 2012.

Por:O Globo/por Marcello Corrêa / Daiane Costa
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Dilma veta reajuste de salários do Judiciário

Aprovado pelo Congresso no mês passado, o reajuste teria impacto de 25,7 bilhões de reais nos próximos quatro anos

A presidente Dilma Rousseff vetou o projeto de lei que dá reajuste de até 78,6 por cento aos servidores do Judiciário até 2017, informou o Diário Oficial da União nesta quarta-feira.

Dilma e a equipe econômica do governo já vinham sinalizando que a medida seria vetada pela presidente devido ao impacto no esforço de ajuste fiscal promovido pelo governo.

Aprovado pelo Congresso no mês passado, o reajuste teria impacto de 25,7 bilhões de reais nos próximos quatro anos, passando depois disso para impacto de 10 bilhões de reais ao ano, de acordo com estimativas do Ministério do Planejamento.

“Um impacto dessa magnitude é contrário aos esforços necessários para o equilíbrio fiscal na gestão de recursos públicos”, informou a presidente em despacho publicado no Diário Oficial.

O governo fez uma contraproposta aos servidores do Judiciário de um reajuste da ordem de 21 por cento escalonados por quatro anos a partir de 2016.
Por: Extra
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Banco do Brics começa a funcionar hoje em Xangai

Capital inciial da instituição é de US$ 50 bilhões

O Novo Banco de Desenvolvimento (NBD) do Brics, bloco de cinco grandes economias emergentes constituído por África do Sul, Brasil, China, Índia e Rússia, começou a funcionar hoje (21) com sede em Xangai (China).

Com um capital inicial de US$ 50 bilhões de dólares, o NBD, designado por Brics Bank, pretende atuar como um complemento do atual sistema financeiro internacional, dirigido ao financiamento de projetos de infraestruturas.

A criação do banco foi aprovada na 4ª Reunião de Cúpula Anual do Brics, ocorrida na Índia em 2012. O banco é presidido pelo executivo indiano K.V. Kamath e atuará nos países-membros do grupo, mas as operações podem ser estendidas a países em desenvolvimento que quiserem financiar projetos de infraestrutura.

O Brasil está representado no NBD pelo economista Paulo Nogueira Batista Júnior, que ocupa uma das vice-presidências da instituição. Até o início de junho, Batista era diretor executivo do Brasil e de mais dez países no Fundo Monetário Internacional (FMI), em Washington. No organismo internacional, ele participou das discussões sobre as reformas de cotas que trarão mais poderes para países emergentes dentro do FMI.

Desde sexta-feira (17), o secretário de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda, Luís Antonio Balduíno Carneiro, está em Xangai para participar da primeira reunião do Conselho de Diretores do NBD. O encontro discutiu a instalação do banco e terminou hoje.
Por: Agência Brasil
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Mais Médicos contribui para melhorar atendimento a indígenas

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Com o programa, subiu de 247 para 582 o número de profissionais para atender a 666 mil indígenas em todo o País

Os desafios são inúmeros e vão desde as dificuldades de chegar às áreas até promover o cuidado da população diferenciada com língua e cultura próprias. Neste contexto, o programa Mais Médicos conseguiu incrementar o número de profissionais onde eram mais necessários. Antes do Mais Médicos, os 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI) contavam com 247 médicos que ficavam justamente em locais onde não era necessário dormir na aldeia. Com o programa, o número aumentou para 582 médicos, dos quais 292 são médicos cubanos, oito brasileiros formados no Exterior, 26 intercambistas e nove pelo Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica (Provab).

Desde 2011, a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) vem superando adversidades para atender a cerca de 666 mil indígenas que vivem em 305 povos residentes em 5.700 aldeias, sendo que a Região Norte concentra a maior parte dessa população (cerca de 46%). A Sesai é composta de 34 DSEI, 354 Polos Bases, 68 Casas de Saúde Indígena (CASAI), 751 postos de saúde distribuídos nas cinco Regiões Geográficas.

Para o secretário especial de Saúde Indígena, Antônio Alves, o Mais Médicos foi a oportunidade para fixar o profissional médico nas áreas mais longínquas. “O programa veio compor as equipes de Saúde Indígena, que já eram formadas com técnico de enfermagem, enfermeiros, dentista, auxiliar de saúde bucal, agentes de saúde indígena, mas em muitos lugares faltavam os médicos. Principalmente nos territórios que compõem a Amazônia Legal, onde fica concentrada a maior população indígena no Brasil”, lembra.

Nesses locais, os profissionais precisam ficar 30 dias nas áreas com folga de 15 dias. Quando não é possível tratar o indígena no local, na aldeia, ele é removido para Casais que ficam na cidade. “Se necessário são levados para os hospitais que compõem o SUS, como um parto complicado, por exemplo. Temos técnicos de enfermagem e assistentes sociais que ficam responsáveis por esse indígena e depois levam ele de volta para a aldeia”, explica.

Por: Portal Brasil Saúde
Foto: Sesai/Ministério da Saúde
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