Riqueza de 1% supera a dos 99% em 2015, mostra Oxfam

A riqueza acumulada por 1% da população mundial, os mais ricos, superou a dos 99% restantes em 2015, um ano mais cedo do que se previa, informou hoje (18) a organização não governamental (ONG) Oxfam, a dois dias do Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça.

“O fosso entre a parcela dos mais ricos e o resto da população aumentou de forma dramática nos últimos 12 meses”, diz relatório da ONG britânica intitulado Uma economia a serviço de 1%.

“No ano passado, a Oxfam estimava que isso fosse ocorrer em 2016. No entanto, aconteceu em 2015, um ano antes”, destaca no texto.

Para mostrar o agravamento da desigualdade nos últimos anos, a organização estima que “62 pessoas têm tanto capital como a metade mais pobre da população mundial”, quando, há cinco anos, era a riqueza de 388 pessoas que estava equiparada a essa metade.

A dois dias do Fórum Econômico Mundial de Davos, onde vão se encontrar os líderes políticos e representantes das empresas mais influentes do mundo, a Oxfam pede a ação dos países em relação a essa realidade.

“Não podemos continuar a deixar que milhões de pessoas tenham fome, quando os recursos para ajuda estão concentrados, no mais alto nível, em tão poucas pessoas”, afirma Manon Aubry, diretora dos Assuntos de Justiça Fiscal e Desigualdades da Oxfam na França, citada pela agência de notícias France Presse (AFP).

Segundo a ONG, “desde o início do século 21 a metade mais pobre da humanidade se beneficia de menos de 1% do aumento total da riqueza mundial, enquanto a parcela de 1% dos mais ricos partilharam metade do mesmo aumento”.

Para combater o crescimento dessas desigualdades, a Oxfam pede o fim da “era dos paraísos fiscais”, acrescentando que nove em dez empresas que figuram entre “os sócios estratégicos” do Fórum Econômico Mundial de Davos “estão presentes em pelo menos um paraíso fiscal”.

“Devemos abordar os governos, as empresas e as elites econômicas presentes em Davos para que se empenhem a fim de acabar com esta era de paraísos fiscais, que alimenta as desigualdades globais”, diz Winnie Byanyima, diretor-geral da Oxfam International, que estará em Davos.

No ano passado, vários economistas contestaram a metodologia utilizada pela Oxfam.

A ONG defendeu o método utilizado no estudo de forma simples: o cálculo do patrimônio líquido, ou seja, os ativos  menos a dívida.

A pequena localidade suíça de Davos vai acolher, a partir da próxima quarta-feira (20), líderes políticos e empresários para debater a 4ª Revolução Industrial.

Esta 46ª edição do fórum, que termina em 23 de janeiro, ocorre no momento em que o medo da ameaça terrorista e a falta de respostas coerentes para a crise de refugiados na Europa se juntam às dificuldades que a economia mundial encontra para voltar a crescer e à forte desaceleração das economias emergentes.

Segundo o presidente do fórum, Klaus Schwab, a “4ª revolução industrial refere-se à fusão das tecnologias”, principalmente no mundo digital, que “tem efeitos muito importantes nos sistemas político, econômico e social”.

Da AGÊNCIA BRASIL

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Desemprego ficou em 9% no trimestre encerrado em outubro

RIO – O desemprego subiu no país, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) contínua divulgados nesta sexta-feira pelo IBGE. A taxa ficou em 9% no trimestre encerrado em outubro. O resultado é o mais alto da série, iniciada em 2012. No trimestre encerrado em julho, a taxa da pesquisa, que inclui dados para todos os estados brasileiros, foi de 8,6%. Já o rendimento real ficou em R$ 1.895, 0,7% a menos do que no trimestre encerrado em julho.

O resultado do trimestre encerrado outubro foi influenciado pelo forte aumento da população desocupada — ou seja, pessoas que estão em busca de emprego, mas não encontram. Esse grupo cresceu 5,3% (ou 455 mil pessoas) em relação ao mesmo trimestre de 2014, alcançando a marca de 9,1 milhões de desempregados. Em relação ao trimestre encerrado em julho — último comparável, segundo a metodologia do IBGE —, a alta foi de 38,3%, um acréscimo de 2,5 milhões de pessoas à fila do desemprego.

Enquanto a fila de desempregados cresceu em outubro, o número de ocupados ficou estável em 92,3 milhões de pessoas.

Entre os setores da economia, a piora mais intensa no mercado de trabalho foi observada na indústria. Em um ano, a queda no número de ocupados no segmento foi de 5,6%, o equivalente a 751 mil pessoas. Os setores de informação e atividades financeiras e de outros serviços registraram, ambos, recuo de 4% na comparação com o mesmo trimestre de 2014.

Os destaques positivos foram os segmentos de transporte, armazenamento e correio, com alta anual de 4,6%, e de alojamento e alimentação, que empregou 4,7% a mais que no trimestre encerrado em outubro de 2014.

Em comparação com o trimestre de maio a julho, o número de empregados no setor privado com carteira assinada apresentou um recuo de 1%. Na prática, são 359 mil pessoas a menos com carteira. Em comparação com o mesmo trimestre de 2014, a redução foi ainda maior: 3,2%, o que representa um total de 1,2 milhão de pessoas fora do mercado formal.

Se, por um lado, o número de pessoas com carteira assinada diminuiu, por outro, cresceu o de empregadores e trabalhadores autônomos. Em comparação com o trimestre de maio a julho, foram 5,7% a mais no mercado informal, um aumento de 4,2% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Pela Pesquisa Mensal de Emprego — que engloba as seis principais regiões metropolitanas do país (Rio, São Paulo, Belo Horizonte, Recife, Salvador e Porto Alegre) —, a taxa de desemprego ficou em 7,5% em novembro. Foi a maior para o mês desde 2008, quando ficou em 7,6%. Em novembro de 2014, o desemprego tinha sido de 4,8%. O mercado de trabalho vem sentindo os efeitos da recessão na economia e a taxa de desemprego vem subindo.
Por Agência O Globo
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Petróleo fica abaixo de US$ 30 pela 1ª vez desde dezembro

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Foto-Extração de petróleo em Sakhir, no Bahrein – Hasan Jamali /
Nova York- O preço do barril de petróleo caiu e chegou a ser cotado a menos de US$ 30 pela primeira vez desde 2003 nesta terça-feira. A queda no valor da commodity se intensifica visto que a Organização de Países Exportadores de Petróelo (Opep) não tem planos para realizar uma reunião de emergência para falar sobre a queda dos preços do petróleo antes do próximo encontro programado para junho, segundo autoridades da entidade nesta terça-feira. O recuo no preço também antecipa a publicação de dados do governo dos Estados Unidos que devem mostrar que os estoques de petróleo bruto aumentaram, piorando o excedente da oferta mundial.

O petróleo caiu no início de 2016 com a volatilidade dos mercados chineses alimentando uma crise nas ações mundiais. Os estoques dos EUA continuaram em mais de 120 milhões de barris acima da média de cinco anos. Diante da alta demanda, o petróleo do tipo WTI chegou a menos de US$ 30 pela primeira vez desde 2003.

O Brent pode ser comercializado na faixa dos US$ 20 se o dólar se valorizar rapidamente, de acordo com relatório do Morgan Stanley divulgado na segunda-feira.

— O mercado está sendo guiado pelo excesso de oferta e demanda fraca — disse Gene McGillian, analista da Tradition Energy, à Bloomberg. — Nós tivemos um curto rali de alívio hoje mais cedo que perdeu força.

O WTI para fevereiro caiu US$ 1,28, ou 4,1% por cento, US$ 30,13 por barril na New York Mercantile Exchange às 10h54. O contrato caiu para US$ 29,93 mais cedo, o nível mais baixo desde dezembro de 2003. Os preços caíram 30% no ano passado.

Os estoques provavelmente aumentaram em 2 milhões de barris na semana passada, mostrou uma pesquisa da Bloomberg antes do relatório da Agência de Informação de Energia, a EIA, dos EUA na quarta-feira. O índice CBOE Crude Oil Volatility, um indicador antecipado da volatilidade dos preços do petróleo nos Estados Unidos, fechou na segunda-feira no nível mais alto desde fevereiro.

O petróleo do tipo Brent para fevereiro chegou a registrar queda de US$ 1,05, ou 3,3%, na terça-feira para US$ 30,50 o barril na bolsa ICE Futures Europe, com sede em Londres e tocou US$ 30,34, mais cedo, o nível mais baixo desde abril de 2004. O petróleo de referência para a Europa estava pagando ágil de 0,37 centavos em relação ao WTI.

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Consultores preveem demanda maior que oferta no crédito rural

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A demanda por crédito em 2016 vai superar a oferta, os recursos oficiais – a taxas de juros mais altas – tendem a cair e o setor privado ampliará participação no financiamento da produção agropecuária do País. A perspectiva foi traçada por alguns dos principais consultores do setor ouvidos pelo Broadcast Agro, serviço em tempo real da Agência Estado.

O diretor técnico da Informa Economics FNP, José Vicente Ferraz, diz ser inevitável a queda nos recursos de linhas para custeio com juros equalizados pelo governo federal e de investimento subsidiadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). “O governo está cortando recursos em todas as áreas, tende a cortar para o agronegócio também”, apontou. Ele estima que o dinheiro destinado pelo governo para financiamento (insumos e custos fixos, como energia e mão de obra), que historicamente respondeu por 25% do total, deve cair para 20%.

O coordenador do Centro de Agronegócio da Fundação Getúlio Vargas (GVAgro), Roberto Rodrigues, acredita em manutenção dos recursos dentro do Plano Safra 2016/17, mas afirma que dinheiro ficará ainda mais caro. “Em 2015, mesmo com ajuste fiscal, a ministra (da Agricultura, Kátia Abreu) conseguiu mais recursos que em 2014. Ainda assim, todas as informações de economistas vão na direção de que vai faltar dinheiro e os juros aumentarão porque a inflação está subindo”, declarou.

As operações de barter, por meio das quais produtores pagam insumos adquiridos de tradings com produtos agrícolas, devem aumentar neste cenário, na avaliação de Ferraz e também do gerente do Departamento do Agronegócio da Fiesp (Deagro), Antonio Carlos Costa. “O câmbio atual favorece as exportações de commodities agrícolas e as tradings têm interesse em ter produto para comercializar”, explicou Ferraz. Os produtores rurais, que no último ano conseguiram manter a boa rentabilidade de anos anteriores, também deverão elevar a injeção de recursos próprios para arcar não somente com insumos, mas também custos fixos, como energia e mão de obra.

Tanto Costa, da Deagro, como o economista e sócio da MB Associados, José Roberto Mendonça de Barros, acreditam que o cenário de demanda contínua de crédito e a possibilidade de recuo dos volumes subsidiados pelo governo federal abrem espaço para bancos privados ampliarem sua participação no crédito rural. “Alguns bancos que nos últimos anos vinham participando menos do financiamento do setor estão voltando a estruturar sua áreas voltadas ao agronegócio”, afirmou o gerente da Deagro.

Além deles, produtos do mercado de capitais, como os Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) devem continuar crescendo em volume destinado ao setor.

Os financiamentos via cooperativas de crédito, umas das possibilidades de recursos para o setor apontadas por Rodrigues, da GVAGro, não dão sinais firmes até o momento de que serão ampliados. O Banco Cooperativo Sicredi, instituição financeira que reúne 95 cooperativas de crédito no País, prevê oferecer em 2016 o mesmo volume de recursos liberado em 2015, aproximadamente R$ 9 bilhões.

Todos os consultores ouvidos pelo Broadcast Agro têm observado maior interesse de investidores estrangeiros no Brasil, já que a valorização do dólar ante o real torna os ativos brasileiros mais baratos na moeda norte-americana. “Recebo frequentemente investidores estrangeiros, bancos, fundos interessados em investir em logística, agroindústria, insumos e terras. O que restringe a decisão é a questão é ‘quando devo vir”, contou Rodrigues, da GVAgro. Apesar da dúvida e da insegurança quanto à economia nacional, Rodrigues notou “um interesse mais agudo” dos estrangeiros.

Política agrícola

Mesmo que os recursos subsidiados pelo setor público recuem em 2016, esta não parece ser uma tendência na visão de alguns especialistas. “Não acredito em uma tendência de redução gradual dos recursos públicos no financiamento do setor. Na próxima safra até pode acontecer, por conta do ajuste fiscal. Mas essa queda não deve continuar em 2017 e 2018. Também não creio que os recursos venham a aumentar”, explicou Ferraz, da Informa Economics FNP.

Para Costa, da Deagro, a política agrícola do Brasil, baseada essencialmente em recursos provenientes de parcela dos depósitos à vista, oferecidos com taxas de juros equalizadas pelo governo, “se mostrou eficiente com tempo. “Pode ser aperfeiçoada, deve ter maior previsibilidade, mas não é ruim. É uma das menos intervencionistas do mundo”, explicou Costa.

A GVAgro trabalha, a pedido do governo federal, em um projeto de reforma das políticas de renda para o campo. A proposta, de acordo com Rodrigues, deve contemplar uma reforma da atual lei de crédito rural, com “ênfase no seguro rural acoplado ao crédito”, e também políticas de preços e de comercialização de produtos agrícolas. O projeto deve ser apresentado ao governo entre fevereiro e março de 2016.

Agência Estado

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Inflação oficial fica em 10,67% em 2015, a maior desde 2002

O Índice de Preços ao Consumidor – Amplo (IPCA), conhecido como a inflação oficial do país, ficou em 0,96% em dezembro, fechando o ano de 2015 em 10,67%, a maior taxa desde 2002, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou nesta sexta-feira (8).

Considerando apenas o mês de dezembro, o avanço de preços também é o mais alto em 13 anos, quando o IPCA do período chegou a 2,10%.

Esse resultado indica que a inflação fechou bem acima do teto da meta de inflação do Banco Central para o ano.

Alimentos deve maior indice de aumento.
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Pelo sistema que vigora no Brasil, a meta central para 2015 e 2016 é de 4,5%, mas, com o intervalo de tolerância existente, o IPCA pode oscilar entre 2,5% e 6,5%, sem que a meta seja formalmente descumprida. Em 2014, o índice havia avançado 6,41%.

Custo de vida ainda mais caro

O que mais pesou no bolso do brasileiro no ano passado foi o aumento de preços dos alimentos e das bebidas. De 8,03% em 2014, a taxa subiu para 12,03%. Não foi o aumento mais forte entre todos os tipos de gastos analisados pelo IBGE, mas seu peso é o maior no cálculo do IPCA.

Gastos com habitação também subiram bastante: de 8,8% para 18,31%. Depois desse grupo vem o de transportes, que registrou forte avanço: de 3,75% em 2014 para 10,16%, no ano seguinte.

De acordo com o IBGE, o maior impacto do ano na análise individual dos itens – não dos grupos – partiu da energia elétrica e dos combustíveis.

A conta de luz do consumidor brasileiro ficou, em média, 51% maior que em 2014. São Paulo e Curitiba aplicaram os maiores reajustes, de 70,97% e 69,22%, respectivamente.

Com o aumento do preço da gasolina autorizado pela Petrobras no início de setembro, o reajuste no valor dos combustíveis chegou a 21,43%. A gasolina, especificamente, subiu 20,10% em média – um pouco abaixo do avanço médio do custo do etanol, de 29,63%.

Tiveram variações próximas e abaixo da média os grupos de despesas pessoais (9,5%), educação (9,25%) e saúde e cuidados pessoais (9,23%). Dentro desses tipos de gastos, as principais pressões partiram dos empregados domésticos, dos jogos de loteria, de serviço bancário, excursão, cabeleireiro, cigarro e manicure.

As menores taxas foram vistas em artigos de residência (5,36%), de vestuário (4,46%) e de comunicação (2,11%).

Previsões
O resultado ficou próximo do previsto pelos economistas do mercado financeiro, que estimavam para o ano uma taxa de 10,72%, segundo o boletim Focus mais recente, divulgado pelo Banco Central.

Raio-X do IPCA
O índice é calculado pelo IBGE desde 1980 e se refere às famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos de dez regiões metropolitanas, além de Goiânia, Campo Grande e Brasília.

No cálculo do índice de dezembro, por exemplo, foram comparados os preços pesquisados de 28 de novembro a 29 de dezembro de 2015 (referência) com os preços vigentes de 28 de outubro a 27 de novembro de 2015.

Anay Cury e Matheus RodriguesDo G1, em São Paulo e no Rio
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Novo mínimo deve reforçar economia paraense em R$ 1,7 bilhão

Levantamento mostra que 40% da população ocupada do Estado sobrevive com salário mínimo

O novo salário mínimo de R$ 880 entrou em vigor no dia 1º de janeiro e vai incrementar a economia paraense com aproximadamente R$ 1,7 bilhão nos próximos 12 meses. Uma pesquisa divulgada pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioecônomicos no Pará (Dieese/PA) nesta segunda-feira (4) mostra que aproximadamente 40% da população do Estado recebem um salário mínimo.

São cerca de 1,4 milhão de pessoas. No entanto, o Dieese/PA destaca que apesar do aumento de 11,68% e ganhos reais de cerca de 76% em 13 anos, o mínimo tem baixo poder de compra. A pesquisa mostra que, em novembro, a cesta básica do paraense custou R$ 325,69 e comprometeu 45% do salário mínimo de R$ 788 vigente na época.

Na região Norte, o novo mínimo vai gerar incremento de R$ 3,160 bilhão na economia, beneficiando 2,6 milhões de pessoas. Para o Dieese/PA, o salário mínimo deveria ser de aproximadamente R$ 3.400 para conseguir dar conta de itens como habitação, vestuário, transporte, educação, alimentação e lazer.
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Governo estuda aumento menor para o Bolsa Família

Após o veto da presidente Dilma Rousseff ao reajuste de ao menos 16,6% em programas sociais como o Bolsa Família na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), o governo estuda como dar alguma elevação ao benefício, ainda que inferior à inflação acumulada desde o último aumento, ocorrido há 20 meses.

Está prevista uma elevação de R$ 1,1 bilhão no orçamento do programa em relação ao ano passado. No entanto, o governo ainda faz contas para definir como usará a verba nas ações do programa, que atende 13,9 milhões de famílias. Não está definido, por exemplo, se será um aumento linear. Se isso ocorrer, o benefício básico mensal por pessoa passará dos atuais R$ 77 para cerca de R$ 80. “Deverá ter algum reajuste, mas, por enquanto, é manter o programa tal como ele está”, disse o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE).

A LDO de 2016 foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União de 31 de dezembro, com um total de 58 vetos. Um deles é a correção do Bolsa Família correspondente ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado entre maio de 2014, quando houve o último aumento do benefício, e novembro de 2015, data do último dado do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O governo rejeita a adoção de um indexador para corrigir o programa.

O orçamento previsto para o Bolsa Família passou de R$ 27,7 bilhões para R$ 28,8 bilhões, aumento de 3,97% entre 2015 e 2016. É justamente este R$ 1,1 bilhão que será usado para reajustar o programa, que faz um repasse médio mensal de R$ 164 por família.

Nas discussões da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2016, que sucede a LDO, o relator do texto, deputado Ricardo Barros (PP-PR), chegou a propor corte de R$ 10 bilhões no orçamento, medida que não avançou.

CRÍTICAS

Guimarães defendeu o veto ao reajuste pela inflação. “Se não vetasse, teria de cortar e o governo não vai cortar os benefícios do Bolsa Família, como queria o Congresso. É muita maldade”, afirmou.

A oposição não poupou o governo. “Em um momento de grave crise, os primeiros a sofrer são os que mais necessitam, ou seja, os beneficiários do Bolsa Família”, disse o presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG). O líder do DEM na Câmara, Mendonça Filho (PE), disse que a medida “manda a conta para os mais pobres” sem que haja contrapartida do governo.

“A presidente vai aprofundar a desconfiança do segmento da população que mais confiou no PT nas eleições. Se não tivesse cometido tanta irresponsabilidade fiscal, teria evitado mais este constrangimento”, disse o líder da minoria na Câmara, Bruno Araújo (PSDB-PE). As informações são do jornal “O Estado de S. Paulo”.

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Fenabrave: Brasil perde um México em vendas de veículos em 2015

(Bloomberg) — A Fenabrave, federação que representa o setor de distribuição de veículos no Brasil, espera que as vendas de automóveis e comerciais leves em 2015 fiquem 1,3 milhões de unidades menores, uma redução equivalente ao que o México comercializa em um ano. O Brasil tem sido golpeado pela turbulência econômica e política.

“Foi o pior ano no setor da distribuição”, disse Alarico Assumpção, presidente da Fenabrave, em entrevista. “O País precisa andar, ele parou. Ele está andando para trás.”

A retração ressalta a dificuldade que os consumidores de menor renda têm enfrentado para obter um financiamento para a compra do automóvel.

Com o desemprego no Brasil em 7,9%, a inflação acima de 10% e os juros elevados, os bancos têm sido cautelosos na concessão de crédito que podem ter dificuldades para pagar seus compromissos.

O resultado: 935 concessionárias fecharam as portas neste ano até novembro, resultando em 31.450 empregos perdidos, com previsão de fechamento adicional de 165 estabelecimentos nos próximos meses, disse Assumpção em entrevista no escritório da agência de notícias Bloomberg em São Paulo.

O cenário pode ficar mais sombrio se a situação política permanecer incerta, podendo levar ao fechamento de mais 3.000 concessionárias em 2016, disse ele. Mas o setor provavelmente se estabilizará a partir da definição do quadro político após a votação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.
Plano de Renovação

O setor automotivo também poderá ter um alento caso o governo publique medida provisória com plano de incentivo à renovação da frota, disse Assumpção.

A média de idade dos carros usados é de 12 anos e a de caminhões, 20 anos, disse ele. Seria um movimento positivo do governo, que até agora não impressionou a Fenabrave.

“Quando se gasta mais a borracha do que o lápis, alguma coisa está errada. Sem ofensas ao governo, ele errou mais do que acertou” disse Assumpção.

A Fenabrave espera que as vendas comecem a se recuperar após o próximo ano. 2017 “é um tiro de partida, é o início de uma retomada. Porém, não vai ser um ano brilhante, satisfatório, confortável. Você está saindo de uma UTI e vai para um apartamento”, disse Assumpção.
UOL
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Maranhão é o estado onde mais se vive com um quarto do salário mínimo

A proporção de maranhenses que viviam em domicílios com renda per capita de até um quarto do salário mínimo caiu quase dez pontos percentuais, entre 2004 e 2014. Mesmo assim, o Maranhão é o estado onde mais se vive com um quarto do salário mínimo. O percentual de 23,6% atingido no ano passado é quase 17 vezes maior que o de Santa Catarina, onde apenas 1,4% da população vive com essa renda, por exemplo.

Os dados fazem parte da Síntese de Indicadores Sociais, divulgada nesta sexta-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad).

Em 2004, Santa Catarina tinha uma proporção de 2,6% da população vivendo em domicílios com renda per capita de até um quarto do salário mínimo. Dez anos depois, poucos estados alcançaram essa marca. São Paulo chegou a 2,2% em 2014, enquanto Mato Grosso do Sul e Distrito Federal atingiram 2,5%.

No outro extremo dos indicadores, Maranhão (23,6%), Alagoas (21,5%), Acre (18%), Ceará (17,7%) e Piauí (17,4%) têm os maiores percentuais de população vivendo com até um quarto do salário mínimo por pessoa. clomid restart clomid online

Diferenças percentuais

Nos últimos dez anos, alguns estados apresentaram diferenças percentuais expressivas nessa estatística. Foi o caso de Roraima, que tinha 24,3% da população nessa situação em 2004 e passou a ter 8,1% em 2014 – uma queda de 16,2 pontos percentuais.

Paraíba e Alagoas também se destacaram na redução da população que vive com renda abaixo de um quarto de salário mínimo per capita. Os estados nordestinos tiveram redução entre 10,4% e 10,6%.

Entre todos os estados, o Pará foi o único que teve piora da situação. Em 2004, 15,9% da população vivia com essa renda, percentual que aumentou para 16,4% em 2014.
Editor Talita Cavalcante

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Vinícius Lisboa – Repórter da Agência Brasil
Dinheiro© Marcello Casal/Agencia Brasil Dinheiro

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Produção de veículos cai 33,5% em novembro, diz Anfavea

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A venda de carros, caminhões e ônibus caiu 33,5% em novembro, informou a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) nesta sexta-feira (4). O resultado é na comparação com o mesmo mês do ano passado. Saíram das fábricas 176 mil unidades, contra 264,8 mil em novembro de 2014. Foi o pior novembro desde 2003.

Em relação a outubro, quando 205,1 mil veículos foram produzidos, o volume foi 14,2% menor.

No acumulado do ano, a indústria automobilística acumula queda de 22,3% na produção sobre janeiro a novembro de 2014, com 2,28 milhões de unidades fabricadas. Nesse mesmo período do ano passado, o Brasil já tinha entregado quase 3 milhões de carros, caminhões e ônibus. O nível de 2015 é o pior desde 2006.

Nas vendas, o recuo em novembro foi de 33,8%, na comparação anual, conforme já havia informado a Fenabrave, a federação dos concessionários, na última terça (1º). Foram emplacados no mês passado 192,2 mil veículos contra 294,7 mil em novembro de 2014.

Sobre outubro (192,1 mil emplacamentos), a queda foi menor, de 1,6%.
Continuamos em um nível extremamente elevado (de estoques). Uma situação
bastante difícil para o setor”
Luiz Moan, presidente da Anfavea

Estoques seguem altos
Mesmo com produção menor, os estoques nas montadoras e nas lojas continuam altos, de 50 dias ou 322 mil unidades, porém, menores que o volume de outubro.

O presidente da Anfavea, Luiz Moan, diz que a queda de um mês para outro equivale a 18,5 mil unidades, que são 2 dias de vendas. “Mas continuamos em um nível extremamente elevado. Uma situação bastante difícil para o setor”, avaliou.

Queda no ranking mundial
De janeiro a novembro, o país vendeu 25,2% menos carros, caminhões e ônibus do que nesse mesmo período de 2014. Foram emplacados 2,34 milhões de veículos contra 3,12 milhões há 1 ano. É o pior nível desde 2007.

Além do fato de que deverá cair pelo terceiro ano consecutivo, o mercado brasileiro de veículos deverá perder a quarta posição no ranking mundial de vendas, sustentada desde o início da década.

Até setembro passado, o Brasil ocupava a sétima colocação nessa lista, tendo perdido posições para Alemanha, Grã-Bretanha e Índia. China, Estados Unidos e Japão lideram.

Em 2014, o país perdeu também o título de maior produtor de veículos da América Latina, para o México.
Há 40 mil funcionários em PPE (plano de proteção ao emprego, com redução temporária de jornada e salário), ou que já aprovaram a adesão ao PPE, e 6 mil em férias coletivas ou licença

46 mil parados ou com jornada menor
Além de retroceder para os níveis de anos atrás na produção e na venda de veículos, a indústria recuou também no emprego, mas menos.

“Quanto ao nível de emprego, retornamos a 2008, (enquanto) ao de produção, a 2006. Isso mostra o esforço do setor de tentar passar o período de crise, tentando proteger os nosso empregados”, disse Moan.

Segundo o executivo, atualmente há 40 mil funcionários em PPE (plano de proteção ao emprego, com redução temporária de jornada e salário), ou que já aprovaram a adesão ao PPE, e 6 mil em férias coletivas ou licença. “Então, são, no total, 46 mil com alguma restrição (dos 130 mil empregados em novembro).”

O Brasil é maior do que esta crise”

Previsão para 2016
Apesar dos números negativos, a associação das montadoras segue otimista. “O Brasil é maior do que esta crise”, diz Moan.”Prova disso é que nenhum centavo de investimento programado pelas associadas foi cortado.”

O presidente da Anfavea afirma que, de 2012 a 2018, a indústria prevê investir R$ 85 bilhões. “Sabemos que o mercado quer voltar e, na hora que voltar, cada uma quer estar pronta para alimentar este mercado”, explica.

Pedido de impeachment
O executivo também comentou a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados.

“O processo está dentro do arcabouço legal do nosso país. As questões políticas estão corroendo a economia brasileira e este é mais um fato que só pode trazer prejuízo. Que as instituições sejam respeitadas, mas que haja uma definição o mais rápido possível. Esta é a posição oficial da Anfavea. A economia brasileira não aguenta mais questões políticas atrapalhando”, declarou Moan.

Suspeitas contra empresas
O presidente da Anfavea falou ainda sobre a Operação Zelotes, da Polícia Federal, que resultou no indiciamento de Carlos Alberto de Oliveira Andrade, presidente da Caoa, importadora da Hyundai, e dos executivos Eduardo Ramos e Paulo Ferraz, ambos da MMC Automotores do Brasil, representante da Mitsubishi no país, entre 19 pessoas. Eles são suspeitos da compra de medidas provisórias para beneficiar empresas do setor automotivo.

Também da MMC, o vice-presidente da Anfavea, Mauro Marcondes, foi preso na mesma operação no último dia 26 de outubro, e foi suspenso do cargo entidade.
Peter FussyDo G1, em São Paulo

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