MT seguirá líder em produção até 2026 com alta de 39% entre soja e milho

Somente a produção de soja em Mato Grosso tende a crescer 37,1% nas próximas 10 safras

A produção de soja e milho em Mato Grosso deve subir 39,01% nos próximos 10 anos, um salto de 48,692 milhões de toneladas no ciclo 2015/2016 para 67,689 milhões projetados para a safra 2025/2026. A perspectiva consta no estudo Brasil – Projeções do Agronegócio 2015/2016 a 2025/2026, elaborado pela Secretaria de Política Agrícola (SPA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

O estudo aponta que Mato Grosso continuará sendo o principal polo agrícola do país. A previsão é que a produção de grãos brasileira salte de 196,5 milhões de toneladas para 255,3 milhões de toneladas no período analisado.

Somente a produção de soja em Mato Grosso tende a crescer 37,1% nas próximas 10 safras. O estudo aponta um crescimento das atuais 27,968 milhões de toneladas para 38,355 milhões de toneladas. Já o milho alta de 41,5%, de 20,724 milhões de toneladas para 29,334 milhões de toneladas entre as safras 2015/2016 e 2025/2026.

Fonte: Agrolink

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal folha do Progresso e-mail folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br, fone para contato 93-984086835(Claro) WhatsApp 93-984046835 /(Tim) 93-981177649 – Novo Progresso-PA




Número de empregados domésticos com FGTS aumenta mais de 7 vezes

O número de empregados domésticos contemplados com o recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) aumentou mais de sete vezes em um ano, desde a regulamentação da lei que ficou conhecida como PEC das Domésticas, que tornou o pagamento obrigatório.
Em maio deste ano, eram 1,37 milhão de trabalhadores domésticos com FGTS, sendo que 414,1 mil (30%) estavam registrados em São Paulo, Estado com maior volume de arrecadação, correspondente a R$ 60,9 milhões.
Em seguida está Minas Gerais (173,9 mil trabalhadores com FGTS), Rio de Janeiro (133,9 mil) e Rio Grande do Sul (122,1 mil). O volume de arrecadação do FGTS do trabalhador doméstico, em todas as unidades da Federação, corresponde a R$176 milhões.
O Portal Brasil destaca que os valores referentes à contribuição podem ser sacados em momentos especiais – como o da aquisição da casa própria ou da aposentadoria, em casos de demissão sem justa causa ou de algumas doenças graves.
Regras para o recolhimento
A partir de outubro de 2015, o recolhimento do FGTS do trabalhador doméstico tornou-se obrigatório. O pagamento deve ser realizado por meio do regime unificado, em guia única (DAE), disponível a partir do registro no portal eSocial. A quitação do DAE deve ser efetuada até o dia 7 do mês seguinte àquele em que a remuneração foi paga ou devida.

Notícias ao Minuto
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Governo enviará proposta de reforma trabalhista ao Congresso Nacional

O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, disse nesta quarta-feira, 20, que o governo do presidente em exercício, Michel Temer, vai mandar uma proposta de reforma trabalhista até o fim deste ano ao Congresso Nacional. Segundo ele, também será encaminhada aos parlamentares uma nova proposta para regulamentar a terceirização no País.
“A reforma é uma atualização da legislação, com o objetivo de simplificar para combater a burocracia”, afirmou Nogueira em café da manhã com jornalistas. Segundo ele, a reforma trabalhista não vai possibilitar o parcelamento de férias e 13º salário. “O trabalhador não vai ter prejuízo com a atualização”, disse.
O ministro afirmou, porém, que o governo é favorável à flexibilização da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). “A CLT virou uma ‘colcha de retalhos’ que permite interpretações subjetivas”, afirmou. Ele disse que o governo vai “prestigiar” as convenções coletivas para decisões sobre jornada e de salário.
A proposta é polêmica e sempre enfrentou forte rejeição das centrais em governos anteriores. Ela permite que a negociação em acordo coletivo prevaleça sobre determinação legal, desde que respeitadas a Constituição e as convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT).
A discussão sobre a adoção do princípio de que o negociado entre patrões e empregados deve prevalecer sobre o que está previsto na legislação é antiga. A primeira vez que foi cogitada a reforma foi no governo de Fernando Henrique Cardoso. No último ano, FHC anunciou um projeto que alterava a CLT, permitindo que os acordos coletivos tivessem força de lei. Por causa das críticas dos sindicatos trabalhistas e do PT, a proposta caiu.
Depois de cinco anos, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva retomou a discussão com dois projetos, o da reforma sindical e o da reforma trabalhista. No entanto, ele engavetou a ideia que poderia prejudicar seus planos de reeleição.
A equipe econômica do governo da presidente afastada Dilma Rousseff também acredita que a flexibilização trabalhista seria necessária, mas as centrais fizeram pressão novamente. Quando Miguel Rossetto assumiu o antigo Ministério do Trabalho e Previdência Social, a proposta foi engavetada.
Nesta terça-feira, 19, Michel Temer afirmou a empresários que “vai enfrentar todas as resistências” para aprovar as reformas da Previdência e das regras trabalhistas.
Terceirização
Nogueira disse, ainda, que o governo vai enviar uma nova proposta para regulamentar a terceirização no País. Em abril de 2015, a Câmara dos Deputados aprovou um projeto que regulamenta a questão, com a ampliação da contratação de prestadores de serviços para todas as atividades das empresas privadas. O governo Dilma Rousseff era contrário ao projeto, que seguiu para o Senado e ainda não foi analisado.
O ministro do Trabalho disse que alguns pontos do projeto aprovado na Câmara e de outras propostas poderão ser aproveitados. “O governo está trabalhando em um marco que traga segurança para esses dez milhões de trabalhadores dos serviços especializados”, afirmou.
PPE
O Ministério do Trabalho vai pedir ao Congresso que o Programa de Proteção ao Emprego (PPE) seja uma política permanente. Criado em julho de 2015, o plano visa à preservação de postos de trabalho em períodos de crise com a redução de salário e jornada dos trabalhadores. A adesão das empresas ao PPE pode ser feita até o fim deste ano e o programa só ficaria em vigor até o fim de 2017.
“O PPE é uma ferramenta importante na preservação de postos de trabalho”, disse o ministro Ronaldo Nogueira. O governo está trabalhando para estimular a adesão de empresas de outras atividades, principalmente de serviços. A maior parte das adesões é do setor automotivo, responsável por 68% dos contratos assinados, segundo o ministério.
Balanço da pasta de julho deste ano mostra que 97 empresas já aderiram ao PPE e outras 29 aguardam análise dos pedidos de adesão. Se todas essas solicitações forem aprovadas, o total de adesão ao programa alcançará 61.125 trabalhadores.
O PPE permite a redução da jornada de trabalho em até 30%, com redução também do salário. Em caso de redução de jornada de 30%, o corte no salário, na prática, será de 15%, já que o governo complementa os outros 15% com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). A complementação está limitada a 65% do maior benefício do seguro-desemprego. O comprometimento do FAT com as adesões ao programa já é de R$ 160 milhões.
Caged
O secretário de Políticas Públicas do Emprego do Ministério do Trabalho, Leonardo Arantes, disse que “não há condições” para que o País volte a registrar mais contratações do que demissões em junho.
Se concretizada a estimativa do secretário, será o décimo quinto mês consecutivo de resultado negativo no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), cujo resultado de junho ainda está sendo fechado pelo Ministério do Trabalho. No acumulado de janeiro a maio, 448.011 postos de trabalho já foram fechados este ano.
Arantes disse que, embora negativo, o número deve continuar preservando a tendência de desaceleração de demissões em relação ao mesmo mês de 2015. No ano passado, em junho, o Brasil fechou 111.199 vagas formais de trabalho, pior resultado para o mês desde 1992.
O ministro Ronaldo Nogueira disse que o governo do presidente em exercício, Michel Temer, aposta na retomada de crescimento da economia e tem confiança de que o mercado de trabalho também responderá à mudança da confiança em relação à economia. “Chegamos no fundo do poço, no marco zero, agora estamos colocando a 1ª marcha”, afirmou.
Com informações de Estadão Conteúdo.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Preço da banana sofre alta de 30% no primeiro semestre de 2016 no Pará

Além do açaí, da farinha, do feijão e outros alimentos que compõem a cesta básica do paraense, a banana também apresentou alta de preço no primeiro semestre de 2016 na Grande Belém. Segundo pesquisas do Dieese, o reajuste acumulado nesses primeiros meses do ano foi de quase 30%, enquanto que a inflação ficou em 5,09% no período.
As análises do Dieese mostram a trajetória de preços praticados em supermercados e feiras da capital. Em dezembro de 2015, a dúzia da banana foi comercializada, em média, em feiras e supermercados da capital a R$ 5,69. No início deste ano, a dúzia da fruta foi vendida a R$ 6,20; em fevereiro custou R$ 6,80; no mês de março foi encontrada a R$ 7,05; em abril foi comercializada por R$ 7,16; no mês seguinte foi vendida a R$ 7,24 e no mês de junho custou, em média, R$ 7,29.
Com a nova alta de preço verificada no mês passado, a dúzia da banana consumida pelos paraenses apresentou um reajuste acumulado no primeiro semestre de 2016 de 28,12%. Ainda em junho, a cesta básica dos paraenses custou R$ 419,28 e comprometendo na sua aquisição cerca de metade do  atual salário mínimo de R$ 880.
por G1
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Governo estuda elevar taxação do agronegócio para reduzir deficit no INSS

O governo Temer estuda incluir na sua proposta de reforma da Previdência Social elevar a taxação sobre o setor do agronegócio para reduzir o deficit do sistema de aposentadorias no país.
A medida é defendida pela área econômica do governo e pelas centrais sindicais. A ideia é acabar com a isenção do agronegócio no pagamento de contribuição previdenciária sobre sua receita obtida com exportação.
Simulações feitas por técnicos estimam que a medida poderia gerar uma receita extra de R$ 6,5 bilhões por ano para o caixa da Previdência.
A proposta é criticada pelo Ministério da Agricultura e pelo setor ruralista sob o argumento que prejudicaria as exportações do país.
Segundo a Folha apurou, ainda não há uma decisão final do governo sobre a proposta, que pode ser definida apenas no próximo mês.
As centrais sindicais defendem a proposta de taxar o setor rural na tentativa de evitar que a reforma venha a atingir trabalhadores hoje no mercado de trabalho.
O governo aceita estudar a medida, defendida também por técnicos da área econômica, mas diz que sua eventual adoção não elimina a necessidade de fazer uma regra de transição para os trabalhadores hoje na ativa.
Ou seja, a equipe de Temer segue com a disposição de que a reforma da Previdência teria que atingir também quem está no mercado de trabalho, mas dentro de uma regra de transição gradual.

IDADE MÍNIMA

O governo defende ainda que é necessário estabelecer uma idade mínima para aposentadoria, de 65 anos para homens e 60 para mulheres. Além disso, quer que gradualmente a idade de aposentadoria seja igual para homens e para mulheres.
O presidente interino, Michel Temer, quer enviar a proposta de reforma da Previdência ainda neste ano ao Congresso, mas já sinalizou que vai esperar o julgamento final do impeachment para lançar sua proposta.
Os defensores de taxar o setor rural para ajudar a financiar o sistema argumentam que a Previdência rural tem um deficit anual na casa de R$ 90 bilhões.
O governo quer também fazer uma unificação das regras da Previdência rural com as da urbana.
Hoje, os trabalhadores rurais podem se aposentar mesmo sem ter contribuído pelos prazos exigidos na área urbana.
No ano passado, enquanto a Previdência urbana apresentou um superavit de R$ 5,1 bilhões, a rural registrou um deficit de R$ 91 bilhões.

Por ESTADÃO VALDO CRUZ GUSTAVO URIBE DE BRASÍLIA

Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Sarney Filho,-Ministro quer usar fundos do Clima e Amazônia para saneamento e resíduos

O ministro do Meio Ambiente, José Sarney Filho, defendeu uma revisão no uso dos fundos do Clima e da Amazônia para que eles sejam destinados aos consórcios municipais do Norte e Nordeste. Esses consórcios são responsáveis por projetos de saneamento e pelo tratamento de resíduos sólidos, como a construção de aterros sanitários.

.Sarney Filho,
.Sarney Filho,

O Fundo da Amazônia capta doações para preservação de florestas, manejo sustentável e conservação da biodiversidade. Os maiores doadores são Noruega, Alemanha e Petrobras.

Para o ministro, recursos de fundos ambientais precisam ser melhor distribuídos. Somente o Fundo Amazônia já acumulou mais de R$ 1 bilhão de projetos aprovados, mas, de acordo com o Sarney Filho, sua atuação está concentrada em apenas seis municípios.

Sarney Filho falou na manhã desta segunda-feira (20), na abertura do Fórum Economia Limpa, realizado pela Folha, Abralatas (Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alta Reciclabilidade) e Novelis, na manhã desta segunda (20), em São Paulo

Para o ministro, é importante colocar em prática as ações determinadas pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).

A PNRS, aprovada em 2010, responsabiliza os municípios pela destinação adequada do lixo. No entanto, algumas cidades não contam ainda com infraestrutura para cumprir a legislação.

De acordo com o ministro, os recursos vindos dos fundos ajudariam na destinação correta do lixo e também na melhoria das redes de saneamento básico dos municípios, trazendo impacto positivo para o meio ambiente. Cerca de 180 mil toneladas de resíduos sólidos são produzidos por dia no Brasil; destes, 58 mil são de material reciclável.

Para os que acreditam que medidas ambientais atrapalham o crescimento econômico, Sarney Filho disse que “as políticas ambientais não devem ser vistas como entrave ao crescimento, mas solução para obter padrão de desenvolvimento sustentável” e lembrou que o processo de recuperação ambiental pode atuar como gerador de emprego e renda.

“Pelos benefícios que traz, devemos reconhecer a redução na emissão de gases do efeito estufa como fonte de riqueza. O brasileiro precisa se apropriar da diversidade biológica como patrimônio pessoal”, disse.

SEMINÁRIO

O Fórum Economia Limpa acontece nesta segunda-feira (20) e na terça-feira (21) no auditório da Unibes Cultural (Rua Oscar Freire, 2.500), em São Paulo. Serão abordados temas como a renovação da matriz energética, o mercado de créditos de carbono, a política tributária voltada para a economia sustentável e boas iniciativas de reciclagem.

EVERTON LOPES DE SÃO PAULO

Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Pesquisa – Preço do feijão em Novo Progresso é o menor do Brasil

Feijão é vendido na Promoção em Supermercado da Cidade. “O Menor preço foi encontrado R$ 7,39 reais”.

feij

“Enquanto os Brasileiros se revezam para substituir o feijão por outro produto, os Progressenses ainda compram o feijão por menos de R$ 8,00  o  quilo”. “Ainda pode optar pelo PRETO ou BRANCO”. A pesquisa foi realizada na tarde desta quarta-feira 15 de Junho de 2016.

Pressionados por problemas climáticos, os preços do prato típico do brasileiro, o feijão com arroz,  dispararam neste ano. Isso dificulta a vida do consumidor, especialmente o de baixa renda, que, acuado pela recessão e pelo desemprego, cortou a compra de itens supérfluos no supermercado.

Pesquisa

Só o feijão subiu  28%, em média, até maio, segundo pesquisa de auditoria de varejo da GfK, que coleta preços em pequenos e médios supermercados instalados  21 regiões do País, entre capitais e cidades do interior. O mesmo levantamento aponta que o arroz ficou 5% mais caro ao consumidor no período. De acordo com o IBGE, que mede a variação nas capitais o preço do feijão subiu 33,49% no ano até maio e 41,62% em 12 meses.

Feijão Preto (Foto Jailton Rosa Jornal Folha do Progresso)
Feijão Preto
(Foto Jailton Rosa Jornal Folha do Progresso)

Feijão em Novo Progresso

De acordo com a consultoria, no Brasil  cada família consome cerca de 3 quilos de feijão por mês. No varejo, o quilo do feijão chega a custar hoje até R$ 12, em pesquisa realizada pela equipe do Jornal Folha do Progresso o maior preço encontrado em Supermercados da Cidade foi de R$ 9,97 e R4 8,39 o menor preço foi na promoção de R$ 7,39, muito abaixo a média nacional. A diferença por kg chega entre 3 a 4  reais com o preço Nacional.

Além do feijão com arroz, a pesquisa aponta também altas expressivas no ano até maio de outros produtos básicos, como farinha de mandioca (34,5%), leite longa vida (19,3%), açúcar (18,2%), ovo (7,7%), óleo soja (7,6%), café (5,6%) e até carne de segunda (3,12%). “A cebola outro produto que é encontrado na promoção em supermercados de nossa cidade, a diferença de preço ainda maior, comparando com a média nacional que chega aos R$ 6,00 reais, você encontra a menos de R$ 3,00 no comercio de Novo Progresso.

cebola promoção

“Está ocorrendo uma migração da carne de primeira para carne de segunda”, observa a pesquisa, que atribui parte do aumento de preço da carne ao avanço da exportação. Ela aponta a pressão altista nos preços do café, arroz, batata, cebola e de derivados de milho. “A cesta básica de alimentos está pressionada.”

Enquanto isto os progressenses privilegiados podem continuar se alimentando com o “FEIJÃO”!

(Obs. Preços coletados na tarde desta quarta-feira 15 de junho de 2016.)

Por Redação Jornal Folha do Progresso

Preço do Arroz - (Foto Jailton Rosa - Jornal Folha do Progresso
Preço do Arroz – (Foto Jailton Rosa – Jornal Folha do Progresso

Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Governo deve anunciar reajuste de preços dos remédios nesta quinta

O governo federal deve autorizar nesta quinta-feira (31) o reajuste no preço dos medicamentos. A estimativa da indústria farmacêutica é que a alta seja de até 12,5%. Segundo o R7, se o índice se confirmar, será a primeira vez em uma década que remédios subirão mais do que a inflação (10,76%).

A Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma) divulgou a estimativa no mês passado e o último dia de março é a data em que, tradicionalmente, o reajuste dos valores dos remédios é autorizado.
O Ministério da Saúde afirmou, na quarta-feira (30) que a autorização provavelmente sairia nesta quinta, com validade já a partir da publicação.

Para chegar ao percentual, o Ministério lconsidera o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), a produtividade da indústria, o câmbio e o preço da energia elétrica, além de outros fatores. O diretor executivo da Abradilan (Associação Brasileira de Distribuição e Logística de Produtos Farmacêuticos), Geraldo Monteiro, estima que o reajuste deve chegar às prateleiras das farmácias em até 15 dias.

“À medida que os medicamentos forem distribuídos com preço maior, deve haver reajuste. Em alguns casos, isso já pode ocorrer no primeiro dia. Mas, em geral, para atingir a maioria dos produtos, demora cerca de duas semanas”, explica Monteiro, criticando o fato de o reajuste não ter sido divulgado antes.

A provável alta é fruto da crise econômica, afirmou Antônio Britto, presidente-executivo da Interfarma. “O cálculo do governo mostra com clareza que até a indústria farmacêutica, normalmente menos prejudicada por crises econômicas, está sendo atingida pelo momento difícil que o Brasil enfrenta”.
POR Notícias Ao Minuto
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981171217 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)  (093) 35281839  E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Em 2015, mais de 90% dos empregadores entregaram a RAIS no prazo

Encerrado no último dia 18, mais de 90% dos empregadores brasileiros entregaram Relação Anual de Informações Sociais (Rais) 2015 dentro do prazo.

Segundo informações do Portal Brasil, cerca de 8,7 milhões de estabelecimentos, declararam 71,3 milhões de vínculos trabalhistas, que correspondem a 47,4 milhões de empregados em 31 de dezembro de 2015.

De acordo com a publicação, os dados gerados pelo relatório são usados pelo governo federal na formulação de estatísticas e elaboração das políticas públicas de emprego no país, além de serem usados para monitorar o cumprimento de direitos dos trabalhadores.

Quem perdeu o prazo ainda pode enviar os dados pela internet, por meio do programa gerador de arquivos GDRAIS2015, mas pagará multa.

“É comum os próprios estabelecimentos procurarem um auditor fiscal do Ministério do Trabalho e Previdência Social para fazer o cálculo da multa, que depende do número de vínculos [de trabalhadores empregados] que deixaram de ser declarados”, explica a coordenadora geral de Estatísticas do Trabalho do Ministério do Trabalho e Previdência Social, Maria Emília Piccinini Veras.

Para fazer o pagamento, os empregadores deverão entrar no site da Rais, onde encontrarão as informações necessárias para o preenchimento do documento e o Manual de Orientação da RAIS.
POR Notícias Ao Minuto
Publicado por Folha do Progresso fone para contato Cel. TIM: 93-981151332 / (093) WhatsApp (93) 984046835 (Claro) Fixo: 9335281839 *e-mail para contato: folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




No MT_Sorriso decreta situação de emergência por baixa produtividade da soja

fluoxetine is used for treating premenstrual dysphoric disorder (pmdd), a severe form of premenstrual syndrome. buy cheapest prices pharmacy. generic priligy dapoxetine 60mg . official drugstore, dapoxetine online purchase. fluoxetine online buy estrace online . cost of cream without insurance day 3 estradiol 31 levitra online paypal estradiol level is 97 estradiol australia. valerato de estradiol 3 mg  . affordable health care 

O Governo do Estado homologou o decreto de situação de emergência do município de Sorriso. O pedido, feito pela prefeitura e pelo Sindicato Rural do município, tem o objetivo de beneficiar e proteger os produtores rurais que tiveram produtividade muito abaixo da que era esperada para a safra 2015/2016 de soja.

“Pelo menos 50 produtores estão com problemas gravíssimos de produtividade por conta da falta de chuva na janela do plantio e o excesso na hora da colheita. Enquanto alguns colheram até 60 sacas por hectares, outros estão colhendo 28 sacas por hectare”, explicou o presidente do Sindicato Rural de Sorriso, Laércio Lenz.

Para pedir a situação de emergência, as lavouras que estão nas áreas mais atingidas pelos problemas climáticos tiveram acompanhamento de um engenheiro agrônomo e passaram por vistorias da Defesa Civil. “Pedimos a situação de emergência para que os produtores que realmente estão passando por dificuldades devido à baixa produtividade tenham uma ferramenta a mais para negociar as suas dívidas. É uma forma de evitar com que os credores dificultem as renegociações”.

O decreto tem vigência de 90 dias podendo ser prorrogado pelo mesmo período, de acordo com assessoria.

Fonte: Só Notícias/Agronotícias (foto: assessoria/arquivo)

Publicado por Folha do Progresso fone para contato Cel. TIM: 93-981151332 / (093) WhatsApp (93) 984046835 (Claro) Fixo: 9335281839 *e-mail para contato: folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br

canadian pharmacy: we provide world wide shipping, cheap prices and no prescription: where can you buy atarax, suhagra 100 india, buy ampicillin no rx,… purchase atarax