Homem mais rico do Brasil ganha R$ 2,6 milhões por hora

O bilionário, sócio da empresa de investimentos 3G Capital Partners, passou de um patrimônio de R$ 83,7 bilhões, em 2015, para R$ 103,59 bilhões, em 2016
O homem mais rico do Brasil pelo quarto ano consecutivo, Jorge Paulo Lemann, de 76 anos, viu seu patrimônio aumentar 23,76% nos últimos 12 meses.
Segundo informações da revista “Forbes Brasil”, o patrimônio de Lemann, sócio da empresa de investimentos 3G Capital Partners, que possui marcas como Budweiser, Burger King e Heinz e Ambev, passou de R$ 83,7 bilhões, em 2015, para R$ 103,59 bilhões, em 2016 –um salto de R$ 19,89 bilhões.
De acordo com o UOL, o enriquecimento do bilionário representa um ganho diário de R$ 54,34 milhões por dia ou $ 2,26 milhões por hora em um ano.
A revista calculou a variação do patrimônio no período de 12 meses anteriores a 15 de julho de 2016.

DOL

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Salário mínimo deve subir para R$ 945,80 em 2017

O governo estima que o salário mínimo, hoje em R$ 880,00, será elevado para R$ 945,80 no ano que vem. O número faz parte da proposta de Orçamento para 2017, entregue ao Congresso nesta quarta-feira (31), prazo final para apresentação do texto.
Na LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias), apresentada em julho, o previsão era um mínimo de R$ 945,50.
Por lei, o reajuste do salário mínimo tem que ser feito com base na inflação apurada no ano anterior (o governo projeta inflação de 7,48% neste ano) e na variação do PIB (Produto Interno Bruto) de dois anos antes. Em 2015, o PIB encolheu 3,8%, portanto, esse indicador não é considerado na conta.
A regra de correção do mínimo aprovado no Congresso é válida até 2019.
O Orçamento de 2017 prevê ainda correção de 5% da tabela do Imposto de Renda e reajuste para os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) e outras carreiras ainda não aprovados no Congresso.

(Folhapress)

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Proposta orçamentária de 2017 prevê salário mínimo de R$ 945 e crescimento no PIB

A proposta de Lei Orçamentária Anual (LOA), entregue pelo Executivo ao Congresso hoje, prevê que o salário mínimo suba de R$ 880 para R$ 945,80 a partir de janeiro de 2017 – um crescimento de 7,47%, próximo à previsão de inflação para este ano (7,2%). O salário mínimo impacta despesas com abono salarial e seguro-desemprego, benefícios previdenciários e benefícios assistenciais.
O valor, porém, pode mudar, já que a regra de reajuste do salário mínimo é definida por lei e leva em conta a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) em 2016 – ainda não definida, acrescida da variação do PIB em 2015 (-3,8%). A proposta de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2017, com texto-base aprovado na última quarta-feira (24), previa um salário mínimo de R$ 946.
Segundo o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, haverá crescimento de 1,6% do Produto Interno Bruto (PIB). A retomada da economia está baseada, de acordo com o ministro, no “choque de confiança”. Em 2016, a previsão do governo é de que o PIB encolha 3%. “É um orçamento realista, conservador. Ele leva em conta as melhoras que estão ocorrendo na economia brasileira. Não há nada que possa se dizer que é irrealista. É absolutamente baseado em realidade concreta e dados baseados na economia hoje”, disse Meirelles.
Esse crescimento da economia será suficiente, de acordo com o governo, para dispensar a necessidade de aumento de impostos. Para cumprir a meta fiscal de 2017, de R$ 139 bilhões em deficit primário, o governo terá que alcançar um total de R$ 55,4 bilhões em arrecadação oriunda de diversas fontes.
A previsão é chegar a um total de receitas de R$ 26 bilhões, produto do crescimento esperado do PIB e da arrecadação de tributos pela venda de ativos (Caixa Seguridade, Loteria Instantânea, BR Distribuidora, IRB e venda de ações). Meirelles também anunciou a estimativa de arrecadar R$ 24 bilhões em concessões e permissões. Outros R$ 5,7 bilhões virão de receitas como a venda de ações no fundo soberano e dividendos de estatais. Além disso, o projeto prevê redução de R$ 5,3 bilhões em despesas.
Meirelles também afirmou que o orçamento foi projetado para ficar de acordo com a proposta do Teto de Gastos Públicos (PEC 241/16). O texto busca limitar as despesas públicas federais por 20 anos, ao determinar que sejam corrigidas apenas até o limite dado pela inflação do ano anterior.
Na apresentação feita após a entrega da proposta orçamentária ao Congresso, o governo estima que a inflação chegue próximo à meta de 4,5% já em 2017. O documento foi entregue pelos ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e do Planejamento, Dyogo Oliveira, no final da tarde, logo após a posse do presidente da República, Michel Temer.

Fonte: Redação Só Notícias

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Contas do governo têm rombo de R$ 51 bilhões até julho, pior em 20 anos

As contas do governo tiveram déficit primário (despesas maiores do que receitas sem contar juros da dívida pública) de R$ 51,07 bilhões nos sete primeiros meses deste ano. Segundo os dados oficiais, divulgados nesta terça-feira (30) pela Secretaria do Tesouro Nacional é o pior resultado para o período de toda a série histórica, que tem início em 1997 – ou seja, em 20 anos.
Até então, o maior déficit fiscal para os sete primeiros meses de um ano havia sido registrado em 2015 (-R$ 8,9 bilhões).
Acumulados janeiro a julho, em R$ bilhões
O aumento do rombo fiscal das contas públicas acontece diante do fraco desempenho da arrecadação – em decorrência do baixo nível de atividade – e também da dificuldade por parte do governo em cortar gastos públicos, em um orçamento com um alto grau de vinculações.
Com recessão castigando a economia brasileira, a receita total teve queda real de 6% nos sete primeiros meses deste ano, para R$ 753 bilhões. Sem contar a inflação, houve um aumento nominal de 2,9% no período. Ao mesmo tempo, as despesas públicas totais cresceram, em termos reais, 0,8% até julho, para R$ 682 bilhões. Em termos nominais, a alta foi de 10,3%.
“A contenção de despesas discricionárias [que não são obrigatórias] continua, mas não é capaz de conter a expansão de despesas obrigatórias, em especial das despesas da Previdência. Precisamos nos confrontar com reformas estruturais para reequilibrar as contas públicas”, avaliou o secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi.
Mês de julho
Somente em julho deste ano, ainda segundo números oficiais, as contas do governo registraram um déficit primário de R$ 18,55 bilhões. Com isso, houve piora frente ao mesmo período do ano passado (-R$ 7,14 bilhões).
O rombo fiscal das contas também foi o pior, para meses de julho, desde o início da série histórica do Tesouro Nacional, em 1997. Ou seja, foi o pior resultado para este mês em 20 anos.
De acordo com Ana Paula Vescovi, do Tesouro Nacional, houve o pagamento, em julho deste ano, de R$ 9,8 bilhões em subsídios, subvenções e valores para o Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro), além de R$ 2,9 bilhões em ajuda emergencial ao município do Rio de Janeiro – em função da Olimpíada. Esses valores impactaram o resultado das contas.
Por outro lado, o governo recebeu, no mês passado, R$ 1,2 bilhão relativo à última parcela da concessão de 29 usinas hidrelétricas. O valor total recebido pela União totalizou R$ 17,4 bilhões no acumulado deste ano, sendo outros R$ 11 bilhões em janeiro e R$ 5,2 bilhões em junho.
Rombo da Previdência
A Secretaria do Tesouro Nacional informou também que o rombo da Previdência Social (sistema público de previdência que atende aos trabalhadores do setor privado) avançou de R$ 39,11 bilhões nos sete primeiros meses do ano passado para R$ 72,26 bilhões em igual período de 2016. Um aumento de 83,4%.
Recentemente, o governo elevou para R$ 149,23 bilhões sua previsão para o déficit da Previdência Social em 2016. Em 2015, a Previdência registrou resultado negativo de R$ 86,81.
A equipe econômica do presidente em exercício, Michel Temer, já informou que pretende levar adiante uma reforma das regras da Previdência Social e discute alternativas com as centrais sindicais. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, defendeu que se estabeleça uma idade mínima para a aposentadoria pela INSS.
Meta fiscal
Por conta do fraco resultado das contas do governo, a equipe econômica enviou ao Congresso e conseguiu aprovar a alteração da meta fiscal para um rombo de até R$ 170,5 bilhões em 2016 – o pior resultado da história, se confirmado.
A secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi, assegurou que a meta fiscal deste ano será cumprida. “Se houver necessidade de contingenciamento [nos próximos meses], será feito. A meta será cumprida. Toda determinação que temos é de seguir todos os requisitos legais para cumprimento da meta”, declarou ela.
De acordo com dados oficiais, 2016 Será o terceiro ano seguido com as contas no vermelho. Em 2014, houve um déficit de R$ 17,24 bilhões e, em 2015, um rombo recorde de R$ 114,98 bilhões. Para 2017, a estimativa é de um novo déficit fiscal, da ordem de R$ 139 bilhões.
A consequência de déficits fiscais seguidos é a piora da dívida pública e o aumento das pressões inflacionárias.
Por conta do fraco desempenho da economia e da piora do endividamento, o Brasil já perdeu o chamado “grau de investimento” – uma recomendação para investir no país –, retirado pelas três maiores agências de classificação de risco (Standard & Poors, Fitch e Moody´s).
Para tentar equilibrar as contas, a equipe econômica enviou ao Congresso uma proposta de emenda constitucional (PEC) para instituir um teto para os gastos públicos. Pelo projeto, os gastos, em um ano, passarão a ter um limite de crescimento: a inflação do ano anterior.
Para analistas, o teto de gasto é correto, mas tem efeito limitado no curto prazo.

Alexandro MartelloDo G1 em Brasília

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Preço da banana aumenta quase 30% na capital paraense, diz Dieese

Um balanço divulgado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese-PA) nesta terça-feira (30) mostra que o preço da banana consumida pelos paraenses, em Belém, teve um reajuste de quase 30% em 2016, contra uma inflação de 5,76%
De acordo com o Dieese, de janeiro a julho deste ano, a trajetória no preço da banana não foi uniforme. Em dezembro de 2015, a dúzia da banana foi comercializada, em média, em feiras e supermercados da capital paraense a R$ 5,69. Já no início deste ano, a dúzia da banana foi comercializada a R$ 6,20. Em julho, o produto foi vendido, em média, a R$ 7,30.
Para o universitário Antônio Nogueira, não é somente a banana que está mais cara e sim todos os alimentos. “Isso é muito difícil porque o preço dos alimentos em geral está elevado. O pior de tudo é que são produtos básicos da mesa do brasileiro. Isso afeta muito a classe mais pobre”, reclama.
Porém, mesmo com o aumento no preço do alimento, Antônio afirma que come a fruta todos os dias. “Não deixei de comprar, pois ainda continua sendo uma fruta barata em comparação com as outras”, ressalta.

G1 PA

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Preço da carne fica mais caro, com reajuste é maior que inflação em 2016

A carne bovina de primeira está indigesta para os paraenses: o motivo é o preço, já que cortes como coxão mole, cabeça de lombo e paulista tiveram um aumento de aproximadamente 8% no ano de 2016, conforme aponta pesquisa do Departamento Intersindical de Estudos Socioeconômicos (Dieese).
De acordo com a pesquisa, os cortes mais nobres do boi custavam, em média, R$ 20,36 por kg no final de 2015. Em julho de 2016, este valor saltou para R$ 21,93. Segundo o economista Roberto Sena, o aumento é acima da inflação do período, que está estimada em 5,75%.
Ainda de acordo com os economistas, apesar do Pará ser um dos maiores produtores de carne bovina do Brasil, a tendência é que a alta de preços se mantenha durante o mês de agosto. A alternativa para os consumidores é buscar outras fontes de proteína, como cortes menos nobres e a carne de frango.

G1

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Conta de luz deve voltar a ter sobretaxa

A falta de chuvas e uma queda menor no consumo de energia devem fazer com que as contas de energia do Brasil voltem a ter bandeira amarela a partir de setembro, com a cobrança extra de R$ 1,50 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Desde abril, a bandeira está no nível verde, em que não há taxa extra nas contas. O sistema existe desde o início de 2015 para indicar aos consumidores que as condições de geração, por falta de chuvas ou outros motivos, está mais restrita. A intenção é que o apontamento leva os clientes a reduzirem o consumo, colaborando para o retorno da geração de energia aos custos mais baixos.
Existem três elementos principais que apontam para a retomada da bandeira amarela em setembro, indica uma autoridade ligada ao tema. O primeiro é que os meses de setembro e outubro são mais secos. O nível menor dos reservatórios das hidrelétricas exige mais das térmicas, o que leva o custo médio da geração da energia a subir. Quando são acionadas térmicas com custo superior a R$ 211 por Megawatt-hora (MWh), há uma indicação clara de acionamento da bandeira amarela, o que já vem ocorrendo. Para o acionamento das vermelhas, esse teto é de R$ 422 por MWh.
O aumento do consumo projetado para o ano também é outro argumento para que a bandeira seja revisada. Desde maio, o consumo de energia no país, apesar de ainda recuar em relação a 2015, vem superando as projeções anteriores. Assim, uma necessidade de consumo maior do que a previsão anterior colabora com a indicação de possível escassez de energia.
O último elemento a apontar a mudança da bandeira é a situação dos reservatórios nos sistemas Norte e Nordeste, as condições do rio São Francisco e do Tucuruí estão críticas. Na sua última reunião, o Comitê de Monitoramento do Sistema Elétrico (CMSE) indicou que “ainda poderá ser necessário manter o despacho térmico por garantia de suprimento energético nos subsistemas Nordeste e Norte de forma a preservar os estoques das UHEs (hidrelétricas) Tucuruí e Sobradinho e operar as interligações com critérios de segurança adequados”.
Procurada, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que determina a indicação mensalmente, informou que só se manifestará sobre a bandeira tarifária de setembro na data oficial para deliberação, 26 de agosto.

(Com informações do Extra)

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No Pará, preço do café acumula alta de 11% neste ano, diz Dieese

O hábito cotidiano de manter à mesa o café da manhã vem pesando no bolso dos paraenses diante dos sucessivos aumentos nos preços dos alimentos. O pão, a manteiga e o leite foram alguns dos itens que, só neste primeiro semestre, sofreram reajustes acima da inflação, e desta vez, o café é o novo produto a acumular alta.
De acordo com pesquisa divulgada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese-PA) nesta segunda-feira (8), em Belém, o preço do café comercializado nas padarias e supermercados da capital sofreu alta acumulada de 11% nos últimos sete meses.
Segundo cálculo do Dieese, para garantir o consumo mensal do cafezinho, calculado em torno de 300 gramas, os paraenses precisaram trabalhar pelo menos uma hora e vinte e sete minutos.
Em janeiro deste ano, o quilo do produto podia ser encontrado a R$ 17,75 , e em junho já estava sendo comercializado, em média, a R$ 19,33. No mês passado chegou a custar, em média, R$ 19,43 o quilo.

G1PA

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Com inflação superior a 40% em 12 meses, carne é vaga lembrança

Natalia Alvarez, mãe de Yoseli e Caroline, e esposa de Eder Uribe, lembra com uma voz saudosa das refeições que incluíam carne. “Um corte que era 50 pesos (R$ 10) dobrou. Só nos restou recorrer ao frango”, diz, com pesar.
O costume de assar alguns pedaços no fim de semana ficou difícil com o desemprego do marido. Com o reajuste que atingiu o setor ainda no início do governo de Mauricio Macri, o churrasco ficou inviável.
A disparada seguiu-se à liberação da compra de dólar, que rompeu o controle imposto em 2011 por Cristina Kirchner. A consequente desvalorização, feita por Macri em seus primeiros dias de mandato, em dezembro, foi seguida de uma elogiada estabilidade da moeda americana na faixa dos 15 pesos, mas também de um salto dos preços, mesmo daqueles não ligados diretamente ao dólar.
A inflação é a principal preocupação do governo e de 22% da população, segundo o instituto M&F. Em junho, o índice foi de 3,1%, enquanto no mês anterior bateu em 4,2%. Nos últimos 12 meses, o acumulado supera os 40%. O governo garante que a tendência agora é de queda porque a pior fase do ajuste já passou, mas espera-se para julho algo entre 2% e 2,5%.
Como a meta fixada no início de 2016, de 25% no ano, foi usada como base para negociar em março o reajuste com os sindicatos, as categorias voltaram a reivindicar correções. Algumas já tinham imposto gatilhos, caso a previsão não se confirmasse, mas há várias com paralisações previstas para este mês.
A sequência de manifestações torna o período decisivo para medir a resistência do governo. A Casa Rosada tenta conter uma onda de greves e aumentos que atiçariam novamente a inflação.
Para complementar a renda familiar que hoje vem do seguro-desemprego do marido, Natalia revende sapatos pedidos por conhecidos por WhatsApp, enquanto amamenta Caroline. Lucra 100 pesos (R$ 20) em um par. Em um bom mês, consegue 2 mil pesos (R$ 426).
Praticamente tudo é gasto em comida. Carne moída, ossobuco e dobradinha também entraram no cardápio por serem mais baratos. “Roupa quase não compro, mesmo os sapatos que vendo são caros demais pra mim. As crianças usam quase sempre as mesmas, vamos lavando todo o tempo”, explica.
O gás de cozinha, comprado em botijão, custa 180 pesos (R$ 38) e dura três semanas. Isso quando não há corte de energia elétrica no loteamento Atalaya. A família, então, improvisa um aquecedor a gás para impedir que as crianças adoeçam “na hora errada”. Com informações do Estadão Conteúdo.

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Copa e Olimpíada deixarão Rio endividado por 10 anos, diz estudo

Qual o legado que a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos deixarão para a cidade do Rio de Janeiro?
O pesquisador suíço Christopher Gaffney, da Universidade de Zurique, levantou esse questionamento em um novo estudo, entitulado “Transforming Rio – for the benefit of whom?”, em que revela que a dívida deixada por esses grandes eventos demorará 10 anos para ser paga pela cidade.
Segundo o pesquisador, o modelo de negócios desses grandes eventos precisa mudar para se adequar à realidade da população local, que acaba sofrendo com a dívida deixada.
Gaffney conta que o Comitê Olímpico Internacional e a FIFA oferecem às elites locais grandes promessas ao sediar tais eventos, no entanto, ao contrário do que parece, não conseguem entregar infraestruturas úteis aos moradores desses países.

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