Preços ao produtor e ao consumidor pressionam inflação do aluguel

Segundo o Instituto, a alta verificada entre a 2ª prévia de dezembro e a 2ª de janeiro foi fortemente influenciada pelas variações dos preços no atacado e no varejo

A inflação que serve de parâmetro para o reajuste dos preços dos alugueis, medida pelo Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), subiu 0,35 ponto percentual na 2ª prévia de janeiro, fechando o período entre os dias 21 de dezembro e 10 de janeiro em 0,76%. Em igual período do mês anterior, a 2ª prévia de dezembro, a alta foi 0,41%.

Os dados foram divulgados hoje (19), pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV). Segundo o Instituto, a alta verificada entre a 2ª prévia de dezembro e a 2ª de janeiro foi fortemente influenciada pelas variações dos preços no atacado e no varejo, uma vez que os preços da construção civil fecharam em queda entre os dois períodos.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou variação de 0,91%, no segundo decêndio de janeiro, resultado que chega a  0,38 ponto percentual superior aos 0,53% da 2ª prévia de dezembro. Segundo a FGV, a maior pressão foi exercida pela variação dos bens finais, que passou de uma inflação negativa de 0,28% para uma alta de 0,56%. A maior contribuição para este movimento teve origem no subgrupo alimentos in natura, cuja taxa passou de -5,49% para -0,94%.

A taxa de variação do grupo bens intermediários também exerceu pressão sobre a 2ª prévia do IGP-M, ao passar de 0,17%, em dezembro, para 0,81%, em janeiro. O destaque neste caso coube ao subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cuja taxa passou de -1,97% para 4,77%.

O índice referente a matérias-primas brutas exerceu pressão contrária, uma vez que registrou variação de 1,4%, contra uma alta de 1,86% na prévia do mês anterior. Os itens que mais contribuíram para este movimento foram: soja (em grão) (0,88% para -3,72%), café (em grão) (-0,41% para -5,36%) e laranja (3,56% para -1,4%).

Também exercendo pressão de alta da 2ª prévia do IGP-M, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação 0,45 ponto percentual, ao passar de 0,12% para 0,57%, de uma prévia para outra.

Nos preços ao consumidor, seis das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação. A principal contribuição partiu do grupo Alimentação (0,04% para 0,69%). Nesta classe de despesa, cabe mencionar o item hortaliças e legumes, cuja taxa passou de -5,08% para 1,02%.

Também apresentaram acréscimo em suas taxas de variação os grupos: habitação (-0,57% para 0,09%), transportes (0,32% para 0,92%), educação, leitura e recreação (1,26% para 1,62%), comunicação (0,02% para 0,33%), saúde e cuidados pessoais (0,54% para 0,56%). Nestas classes de despesa, destacam-se os itens: tarifa de eletricidade residencial (-4,82% para -1,52%) e gasolina (-0,7% para 2,72%).

A exceção para a alta da 2ª prévia do IGP-M de janeiro foi o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), que apresentou, no 2º decêndio de janeiro, variação de 0,24%. No mês anterior, a taxa foi de 0,32%.

O índice relativo a materiais, equipamentos e serviços registrou variação de 0,16%, acima do resultado de dezembro, de 0,07%, mas o índice que representa o custo da mão de obra registrou taxa de variação de 0,31%, contra os 0,54% do período anterior. Com informações da Agência Brasil.
Fonte: Notícias ao minuto.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Economia brasileira crescerá 0,6% em 2017, diz ONU

A entidade prevê crescimento de 3,2% do PIB brasileiro em 2016

Depois de dois anos consecutivos de contração econômica, a Organização das Nações Unidas (ONU) estima que a América Latina e o Caribe vão retomar o crescimento este ano, mas destaca que a recuperação será moderada devido a dificuldades tanto externas quanto internas dos países. As informações constam do relatório Situação Econômica Mundial e Perspectivas 2017, divulgado nesta terça-feira (17) em Nova York.
PUB

O estudo prevê que o Produto Interno Bruto da América Latina e do Caribe deve expandir 1,3% este ano e 2,1% em 2018, depois de uma retração estimada de 1% no ano passado. O relatório projeta queda de 3,2% do PIB do Brasil em 2016 e alta de 0,6% este ano e de 1,6% em 2018.

A ONU espera que a recuperação da região seja sustentada por uma maior demanda externa, pelo aumento nos preços das commodities (produtos primários com cotação internacional) e por uma política monetária menos restritiva na América do Sul em um contexto de inflação mais baixa.

América do Sul

As Nações Unidas estimam que o PIB da América do Sul recuou 2,3% em 2016 devido às fortes recessões na Argentina, no Brasil, Equador e na Venezuela. O crescimento no Chile e na Colômbia também desacelerou desde 2015. Entre os poucos países com crescimento na sub-região estão a Bolívia e o Peru, que enfrentaram a desaceleração regional com um vigoroso aumento do consumo privado e governamental.

Segundo projeção da ONU, a América do Sul terá uma leve recuperação econômica nos próximos dois anos. O crescimento estimado é de 0,9% em 2017 e de 2% em 2018. Espera-se que a Argentina e o Brasil, as duas maiores economias da região, saiam do período recessivo. O documento ressalta, no entanto, que a retomada no Brasil pode ser mais demorada, pois o crescente desemprego, o ajuste fiscal em curso e o maior endividamento continuam afetando a demanda doméstica.

Riscos

Na América Latina e no Caribe, os principais fatores de risco para a retomada econômica são uma desaceleração da China, importante consumidora de commodities, a possível adoção de medidas protecionistas por parte do governo norte-americano de Donald Trump, que toma posse na sexta-feira (20), e novas turbulências nos mercados financeiros.

O relatório mostra que as perspectivas de crescimento em médio prazo para muitas economias latino-americanas e caribenhas estão caindo por causa de persistentes fragilidades estruturais, incluindo uma alta dependência de matérias-primas e um baixo crescimento da produtividade.

A ONU alerta que um longo período de baixo crescimento na região pode comprometer os avanços sociais conquistados na década passada e atrapalhar o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Os 17 ODS, expressos em 169 metas, representam o eixo central da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, que entrou em vigor no dia 1º de janeiro de 2016.

Assim, o documento sugere uma reorientação das políticas macroeconômicas e sociais para aumentar o investimento no capital físico e humano.

Mundo

A ONU prevê uma modesta recuperação da economia global em 2017 e 2018, mas destaca que a volta de um crescimento sustentável continua difícil de ser alcançado por causa da escassez de investimentos, da fragilidade do comércio mundial e de uma desaceleração da produtividade laboral.

O estudo indica que a economia mundial expandiu 2,2% no ano passado, a mais baixa taxa de crescimento desde a grande recessão global de 2009. A ONU estima que o Produto Interno Bruto (PIB) mundial aumente em 2,7% este ano e em 2,9%, em 2018.

Segundo o relatório, a melhora moderada dos indicadores sinaliza mais uma estabilização econômica do que uma retomada robusta e sustentável da economia internacional.

De acordo com o relatório, o comércio mundial de bens e serviços teve alta de apenas 1,2% em 2016. A previsão da ONU é aumento de 2,7% este ano e 3,3% em 2018. Entre os fatores para o baixo crescimento estão a queda na demanda, as incertezas no cenário político internacional e uma menor liberalização do comércio mundial.

Entre as incertezas nas relações internacionais destacadas pelas Nações Unidas que podem impactar as previsões de recuperação econômica figuram as prováveis mudanças nas áreas de comércio global, imigração e mudança climática do governo do novo presidente norte-americano Donald Trump, que toma posse na sexta-feira (20), e a saída da Grã-Bretanha da União Europeia, o chamado Brexit. (ANSA)

Fonte: Notícias ao minuto.

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Após 2 anos, real volta a ficar sobrevalorizado, segundo índice Big Mac

Em janeiro do ano passado, quando o câmbio de mercado estava em R$ 4,02, a moeda brasileira atingiu seu menor nível de sobrevalorização (7,1%)

Após dois anos o real voltou a ficar sobrevalorizado, segundo o popular índice Big Mac, calculado semestralmente pela revista britânica The Economist. Na pesquisa atual, a moeda brasileira aparece com sobrevalorização de 1,1%, ante subvalorização de 5,1% em julho do ano passado. A última vez que o real estava sobrevalorizado foi em janeiro de 2015 (+8,7%).
PUB

O preço do tradicional sanduíche no Brasil é de R$ 16,50 (US$ 5,12) e a taxa de câmbio de mercado usada na pesquisa é de R$ 3,22. Entretanto, o índice Big Mac indica que a taxa de câmbio, com base no custo do sanduíche, deveria ser de R$ 3,26.

Das 48 moedas acompanhadas pela revista, a mais frágil é a libra egípcia (subvalorizada em 71,1%), seguida da grívnia ucraniana (-69,5%) e do ringgit malaio (-64,6%). Outras divisas dos países dos Brics também aparecem mal na lista, como o rand sul-africano (-62,7%) e o rublo russo (-57,5%). Na América Latina, um dos destaques é o peso mexicano (-55,9%).

Além do real, apenas outras quatro moedas estão sobrevalorizadas em relação ao dólar: o franco suíço (25,5%), a coroa norueguesa (12,0%), a coroa sueca (4,0%) e o bolívar venezuelano (3,7%). No caso da Venezuela, a situação da moeda não significa força econômica, mas sim um descontrole da inflação, em meio à intervenção do governo na economia e a escassez de muitos produtos.

Para tentar colocar outros aspectos na conta, a Economist também calcula um índice Big Mac ajustado, que analisa se uma moeda está sobrevalorizada ou subvalorizada comparada com o que se esperaria dado o nível de desenvolvimento de um país, tomado pelo PIB per capita.

Nesse caso, o real aparece com sobrevalorização de 66,6%, a maior do mundo. Nessa conta, o real está sobrevalorizado desde 2010 (quando o índice ajustado começou a ser calculado), e sempre entre os primeiros do ranking. Em janeiro do ano passado, quando o câmbio de mercado estava em R$ 4,02, a moeda brasileira atingiu seu menor nível de sobrevalorização (7,1%).

A Economist lembra que em 2016 muitas moedas emergentes foram prejudicadas pela eleição de Donald Trump nos EUA, que elevou as expectativas de um aperto monetário mais rápido no país.

O índice Big Mac tradicional, criado em 1986, é baseado na ideia da paridade do poder de compra, que diz que as taxas de câmbio deveriam se mover em direção a um nível que tornaria igual o preço de uma cesta de produtos em diferentes países. Neste caso, se o custo local de um sanduíche é superior ao preço nos EUA, de US$ 5,06, a moeda está sobrevalorizada, ou cara. Se o preço local é inferior a esse nível, a moeda está subvalorizada, ou barata.

A Economist lembra que, para moedas emergentes, estar subvalorizada no índice Big Mac não é necessariamente sinal de que a taxa de câmbio deve subir em breve. Isso porque o custo do hambúrguer depende parcialmente de itens não comercializáveis, como aluguéis e salários, que tendem a ser menores em países mais pobres. Com informações do Estadão Conteúdo.

Fonte: Notícias ao minuto.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Dólar recua a R$ 3,21 com fala de Trump e ação do BC; Bolsa sobe

O dólar recua globalmente nesta terça-feira (17), reagindo a declarações do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, de que a moeda americana já está “muito forte”. No Brasil, contribui para a desvalorização do dólar a volta da atuação do Banco Central no câmbio.
PUB

A autoridade monetária iniciou a rolagem dos contratos de swap cambial tradicional que vencem no início de fevereiro. A operação, que equivale à venda futura de dólares, envolveu 12 mil contratos nesta sessão, no montante de US$ 600 milhões. Ao todo, vencem em fevereiro 128.620 contratos de swap cambial tradicional, no valor de US$ 6,431 bilhões.

Com isso, a moeda americana à vista, referência no mercado financeiro, recuava há pouco 0,49%, a R$ 3,2154. O dólar comercial, usado em contratos de comércio exterior, perdia 0,74%, a R$ 3,2150.

Em entrevista ao “Wall Street Journal”, Trump disse que o dólar já está muito forte em parte porque a China mantém o yuan desvalorizado. “Nossas companhias não podem competir com eles agora porque nossa moeda é muito forte, e isso está nos matando”, declarou Trump.

Para José Faria Júnior, diretor-técnico da Wagner Investimentos, com essas declarações, Trump eleva as dúvidas sobre como será o seu governo. O republicano toma posse na próxima sexta-feira (20).

Depois da forte queda na véspera, a libra é a moeda que mais valoriza nesta sessão, com o discurso da primeira-ministra britânica, Theresa May, sobre o brexit, como é chamado o processo de saída do Reino Unido da União Europeia.

May anunciou, em seu discurso, que o Parlamento irá votar o acordo final antes que o brexit entre em vigor, o que trouxe alívio ao mercado e permitiu a recuperação da libra.

Câmbio

No mercado de juros futuros, as taxas se mantêm perto da estabilidade nos contratos de curto prazo e recuam no longo prazo.

O contrato de DI para janeiro de 2018 subia de 11,025% para 11,030%; o contrato de DI (Depósito Interfinanceiro) para janeiro de 2021 recuava de 10,760% para 10,720% ao ano; e o contrato de DI para janeiro de 2026 caía de 11,175% para 11,120%.

Neste mercado, investidores buscam proteção contra flutuações dos juros negociando contratos para diferentes vencimentos.

A ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) do BC, divulgada nesta terça-feira, reforçou as expectativas de cortes mais agressivos da taxa básica de juros (Selic) ao longo deste ano.

Na ata, o Copom citou a desaceleração da inflação e a atividade econômica aquém do esperado, “inclusive no último trimestre de 2016”, como fatores que permitiram a antecipação de um ciclo de reduções maiores da taxa.

Bolsa

O Ibovespa iniciou a sessão em baixa, mas inverteu o sinal e subia há pouco 0,57%, aos 64.198,49 pontos.Apesar da queda na Bolsa de Nova York, o principal índice da Bolsa brasileira é beneficiado pela queda do dólar e pelo reforço da percepção de cortes maiores da taxa básica de juros.

As ações da Petrobras subiam 0,88% (PN) e 0,54% (ON), enquanto as da Vale recuavam 1,47% (PNA) e 2,76% (ON).

No setor financeiro, Itaú Unibanco PN ganhavam 1,77%; Bradesco PN, +1,92%; Bradesco ON, +1,84%; Banco do Brasil ON, +1,15%; e Santander unit, +0,56%. Com informações da Folhapress.

Fonte: Notícias ao minuto.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Venda de gasolina, álcool e GNV cai 9,3% em 2016 entre associadas

No ano passado, o grupo de companhias associadas vendeu 91,8 bilhões de litros

O comércio dos combustíveis automotivos gasolina, álcool e GNV caiu 9,3% em 2016, comparado ao ano anterior, segundo o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis (Sindicom), entre elas a BR Distribuidora, a Raízen (união da Shell com a Cosan) e a Ipiranga, líderes de mercado. No ano passado, o grupo de companhias associadas vendeu 91,8 bilhões de litros, informou a entidade em comunicado.
PUB

A queda foi puxada pelo álcool hidratado, que teve o comércio reduzido em 26,8% ante o ano anterior, apesar de as vendas do combustível terem subido 18,3% em dezembro, comparado a igual mês de 2015. “Isso se deve ao fato de 2015 ter sido um ano de recuperação para o biocombustível, após cinco anos de quedas consecutivas”, informou o Sindicom.

O volume de gás natural veicular (GNV) comercializado no ano também caiu, 3%, considerando a mesma base de comparação. A venda de gasolina, no entanto, teve leve alta, de 0,7%, fechando o ano em 30,4 bilhões de litros. Em dezembro, a alta foi de 14,6% em relação a novembro e de 2,2% ante 2015.Com informações do Estadão Conteúdo.

Fonte: Notícias ao minuto.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Benefícios do INSS são reajustados; teto sobe para R$ 5.531,31

O salário mínimo é o piso para o pagamento dos benefícios, como aposentadorias, auxílio-doença, auxílio-reclusão e pensão por morte
Os benefícios pagos pelo INSS serão reajustados em 6,58% em 2017 e terão teto de R$ 5.531,31. O aumento foi definido pelo INPC de 2016, como prevê a legislação, e publicado em portaria no Diário Oficial desta segunda-feira, 16. O porcentual de alta ficou acima do salário mínimo, que obedece outra regra e teve reajuste de 6,48%. O salário mínimo é o piso para o pagamento dos benefícios, como aposentadorias, auxílio-doença, auxílio-reclusão e pensão por morte.

A portaria publicada pelo Ministério da Fazenda prevê que, desde 1º de janeiro deste ano, as contribuições ao INSS tenham alíquota de 8% para quem ganha salário até R$ 1.659,38. Para remunerações entre R$ 1.659,39 e 2.765,66, a alíquota será de 9% e, entre 2.765,67 e 5.531,31, de 11%.

O valor da cota do salário-família por filho de até 14 anos de idade ou inválido de qualquer idade foi definido em R$ 44,09 para o segurado com remuneração mensal não superior a R$ 859,88; e R$ 31,07 para o segurado com remuneração mensal entre R$ 859,88 e R$ 1.292,43.

O auxílio-reclusão será pago a dependentes de segurado com salário abaixo de R$ 1.292,43. Também foram reajustados os valores das multas cobradas por descumprimento de obrigações previdenciárias, que vai variar de R$ 300,49 a R$ 30.050,76. Com informações do Estadão Conteúdo.

Fonte: Notícias ao minuto.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Programa da Petrobras pretende recomprar R$ 2 bi em dívidas

Como alvo do programa de recompra, serão diferentes séries de títulos de renda fixa e variável oferecidos pela subsidiária Petrobras Global Finance BV

A Petrobras, buscando soluções para refinanciar dívidas com vencimento antes do final da década, lançou um programa para recomprar até R$ 2 bilhões em títulos. O pagamento deve ser feito em dinheiro e também a oferta de novos títulos.
PUB

Como alvo do programa de recompra, a estatal disse, em nota, que serão diferentes séries de títulos de renda fixa e variável oferecidos pela subsidiária Petrobras Global Finance BV.

Fonte: G1
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




BB fechará 402 agências e quer aposentar 18 mil funcionários

Foto: Divulgação/Banco do Brasil – O Banco do Brasil vai fechar agências bancárias, ampliar o atendimento digital, lançar um plano de aposentadoria incentivada e propor redução de jornada de trabalho para parte dos funcionários.
Em outubro, o BB já havia iniciado o encerramento de outras 51 agências.

Segundo o banco, será preservada a presença do BB nos municípios em que já atua. Serão fechadas 31 superintendências regionais e 402 agências. Outras 379 agências serão transformadas em postos de atendimento bancário. Em outubro, o BB já havia iniciado o encerramento de outras 51 agências.

A estratégia de ampliação do atendimento por canais digitais prevê a abertura, ainda em 2017, de mais 255 unidades de atendimento digital, entre escritórios e agências digitais, que irão se somar às 245 já existentes. Essas unidades digitais já atendem a 1,3 milhão de clientes, com expectativa de chegar a 4 milhões até o final de 2017.

Com a reestruturação, haverá redução de 9,3 mil vagas no quadro do banco. “O Banco do Brasil não está demitindo ninguém. Em função em extinção de agências, teremos redução de vagas”, disse o presidente do BB, Paulo Caffarelli.

Segundo Caffarelli, o BB gasta atualmente R$ 3 bilhões por ano a mais do que os bancos privados com folha de pagamento. O BB tem atualmente 109.159 funcionários.

De acordo com o presidente da instituição, a realização de novos concursos vai depender da adesão ao programa de aposentadoria incentivada.

Segundo o banco, se até fevereiro de 2017 os funcionários de agências fechadas não tiverem sido realocados, ainda terão quatro meses para a mudança, com manutenção dos salários. Devido à rotatividade de funcionários e às adesões à aposentadoria voluntária, o banco não espera ter problemas com a realocação de pessoas.
Aposentadoria incentivada

O Plano Extraordinário de Aposentadoria Incentivada será destinado ao público potencial de até 18 mil pessoas que já reúnem condições para se aposentar, com adesão voluntária.

Será concedido incentivo de desligamento correspondente ao valor de 12 salários, além de indenização pelo tempo de serviço, que varia de um a três salários, a depender do tempo de banco (entre 15 e 30 anos completos). Para aderir é preciso já estar aposentado pela previdência social ou ter 50 anos de idade e, no mínimo, 15 anos de trabalho no banco.

De acordo com simulação do Banco do Brasil, se 18 mil funcionários aderirem ao programa, haverá redução de despesas anuais de mais de R$ 3 bilhões.
Jornada de trabalho

Segundo o BB, a partir de hoje, cerca de 6 mil assessores da direção geral e superintendências também poderão aderir voluntariamente à nova jornada. A jornada de seis horas já foi anteriormente oferecida a funcionários que ocupam cargos comissionados não gerenciais na rede de agências e em órgãos regionais com 71% de adesão. O salário passará a ser 83,75% do relativo a jornada de oito horas.
Clientes

O encerramento das agências e a implantação das demais medidas ocorrerão ao longo de 2017, com informações no hotsite www.bb.com.br/novoatendimento , por SMS, aplicativo para celular e terminais de autoatendimento, além de correspondências e cartazes nas agências.

O BB também divulgou telefones exclusivos para atendimento aos clientes sobre mudanças de agência: 4003-5282 ou 0800 729 5282 para pessoas físicas e 4003-5281 ou 0800 729 5281 para empresas. A Central funciona de segunda a sexta-feira, de 8h às 22h.

O banco informou que a mudança de agência é automática. Os clientes não precisam fazer qualquer procedimento adicional e podem manter seus cartões e senhas para transações na nova agência, mesmo que haja alteração no número da conta.

“Esse movimento é, olhando para frente, para deixar o Banco do Brasil mais forte, para fazer o seu papel de banco comercial e também fazer o seu braço social enquanto banco de fomento. Em nenhum lugar onde o banco só tem uma agência vai deixar de estar presente”, disse Caffarelli. Segundo ele, o fechamento de agências ocorrerá em grandes centros onde há unidades próximas umas das outras.

De acordo com Caffarelli, as medidas de reestruturação resultarão na economia de R$ 750 milhões por ano. Desse total, R$ 450 milhões são referentes à reestruturação organizacional e R$ 300 milhões com redução de despesas com serviços de terceiros, locação e condomínio (com preferência pelo uso de imóveis próprios), gastos com deslocamento, transporte de valores, energia, gás, água e segurança. Essa economia pode ser maior a depender da adesão dos funcionários ao plano de aposentadoria voluntária.

Por Agência Brasil

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Pagamento do 13º salário vai injetar quase R$ 4 bi no Pará.

O pagamento da segunda parcela do 13º salário deve injetar quase R$ 4 bilhões no Pará, segundo uma pesquisa do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) divulgada na manhã desta quinta-feira (27). Este valor significa um crescimento de mais de 12% em relação ao passado.

Pelos dados do Dieese, aproximadamente 2.008.738 paraenses devem ser beneficiados, sendo 862.584 beneficiários da Previdência Social como aposentados ou pensionistas correspondente a 42,9% do total de beneficiados e outras 1.105.154 pessoas correspondentes a 55% referentes a ocupados no Setor Formal da Economia (publico e privado), contribuintes da previdência. Já os empregados domésticos com carteira assinada alcançam um total de 41 mil pessoas correspondendo a 2% do total geral

O numero total de pessoas beneficiadas pelo pagamento do 13º Salário  no Pará representa uma pequena queda de 0,85% em relação aos abrangidos pelo pagamento em 2015, que foi de2.026.039 pessoas.

Segundo o Dieese, este recuo se deve em grande parte aos reflexos da crise sobre o Mercado de Trabalho que trouxe um desemprego muito grande no Pará e em todo o Brasil.

A pesquisa mostra que o total que deverá entrar na economia paraense, nas duas parcelas do 13º Salário, é de  R$ 3.960.803.694,00. Deste total, o montante a ser pago aos Beneficiários da Previdência, soma R$ 1.159.762.503,00 ou seja, 42,9% dos beneficiários receberão cerca de 29,3% do total a ser pago, enquanto que um percentual de 55% referente aos trabalhadores assalariados do setor formal devem ficar com aproximadamente 69,7% do valor a ser pago, ou seja, R$ 2.762.255.191,00. Já os empregados domésticos que representam 2% do total de beneficiados, receberão R$ 38.786.000,00 equivalente a 1,0% do montante.

No Pará o valor médio a ser pago ao conjunto de trabalhadores a título de 13º salário 2016, foi estimado em R$ 1.835,45. Em termos dos proventos da Previdência, o valor médio a ser pago no Pará é de R$ 1.344,52. Dentro desta média encontra-se o pessoal do regime geral, beneficiários do INSS que receberão em média R$ 1.027,04. Os empregados do mercado formal receberão no Pará em média R$ 2.443,86. Cada trabalhador doméstico com carteira assinada terá direito a um valor médio no Pará de R$ 946,00.
Por ORM
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br




Alta no preço do açúcar no Pará chega a quase 30% em 2016

O preço do açúcar refinado que é comercializado nas feiras, supermercados, padarias e mercearias da Grande Belém aumentou 28,52% entre janeiro e agosto de 2016, de acordo com um estudo do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese-Pa).
Segundo o Dieese-Pa, o açúcar é um dos itens da cesta básica que apresentaram aumentos sequenciais durante o ano, contribuindo para que a alimentação básica no Pará continue entre as mais caras do país. Os aumentos foram constatados pelo Dieese-Pa em todos os tipos e marcas de açúcar.
Em dezembro de 2015, preço do quilo do açúcar refinado foi comercializado na Grande Belém pelo valor médio de R$ 3,05. Em janeiro de 2016, já custava R$ 3,36 em média e chegou a R$ 3,56 em maio. Em junho o preço médio chegou a R$ 3,60 e, em julho, a R$ 3,89.
No mês de agosto, o valor chegou a R$ 3,92 em média, apresentando uma alta de 0,77% em relação a julho. No balanço dos primeiros oito meses do ano de 2016, a alta acumulada no preço do produto alcançou 28,52%, contra uma inflação de 6,09% (INPC/IBGE) calculada no mesmo período.
Ainda de acordo com o Dieese-Pa, a previsão de consumo mensal do açúcar por trabalhador no Pará é de 3Kg no cálculo da cesta básica, resultando em um gasto total mensal de consumo do Açucar de R$ 11,76, com um impacto de 1,45% em relação ao salário mínimo. Para o mês de setembro, a tendencia ainda é de alta no preço do produto.

G1

“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro)   E-mail:folhadoprogresso@folhadoprogresso.com.br