Aumenta o número de famílias com dívidas em atraso

Em 2015, subiu 8,4% o número de famílias com contas em atraso. Dados foram divulgados pela Confederação Nacional do Comércio.

Aumentou o número de famílias brasileiras sem condições de pagar contas atrasadas. Os dados foram divulgados pela Confederação Nacional do Comércio.

Se o salário encolheu, os preços e os juros não param de subir, é melhor não ter contas novas pra pagar. Pensando assim, muita gente apertou o cinto. E o número de família endividadas no ano passado caiu um pouco em relação a 2014.

Mas as dívidas antigas permanecem e se multiplicam. Presas nesta armadilha, mais pessoas ficaram com as contas atrasadas. Também aumentou o número de famílias que confessaram não ter condições de resolver a situação.

No ano passado, subiu 8,4% o número de famílias com contas ou dívidas em atraso, comparando com 2014. São três milhões de famílias. E aquelas sem condições de pagar as contas atrasadas chegaram a mais de um milhão. Um aumento de 23% em relação a 2014.

Jonathan está na correria atrás de dinheiro, com dois empregos e contas atrasadas. “A maioria dos gastos aumentaram bastante, principalmente a conta de energia elétrica. Eu tive um aumento esse mês de 80%”, diz Jonnathan Focht, analista de Recursos Humanos.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Consumidor poderá pagar até R$ 0,02 menos por litro de gasolina

Valor do diesel nas refinarias vai cair 5,1%, em média, e o da gasolina 1,4%

A Petrobras anunciou nesta quinta-feira, 26, a redução do preço dos combustíveis a partir de amanhã, dia 27. O valor do diesel nas refinarias vai cair 5,1%, em média, e o da gasolina em 1,4%, também em média.

A companhia informou que a decisão é explicada principalmente pelo efeito da valorização do real desde a última revisão de preços, feita em 5 de janeiro. Na data, aumentou o preço do diesel em 6,1%, em média, mas não alterou o valor da gasolina.

A Petrobras também cita ajustes na competitividade da empresa no mercado interno e a redução dos preços dos derivados nos mercados internacionais, “especialmente do diesel, que registrou uma elevação de estoques em função de um inverno menos rigoroso que o inicialmente previsto no hemisfério norte”.

A estatal estimou que, se o ajuste for integralmente repassado e não houver alterações nas demais parcelas que compõem o preço ao consumidor final, o diesel pode cair 2,6% ou cerca de R$ 0,08 por litro, em média, e a gasolina, 0,4% ou R$ 0,02 por litro, em média.

“A Petrobras reafirma sua política de revisão de preços pelos menos uma vez a cada 30 dias, o que lhe dá a flexibilidade necessária para lidar com variáveis com alta volatilidade”, informou. Segundo a companhia, “os novos preços continuam com uma margem positiva em relação à paridade internacional, conforme princípio da política anunciada, e estão alinhados com os objetivos do plano de negócios 2017/2021”.

A nova política de preços da Petrobras foi anunciada em outubro de 2016, quando criou o Grupo Executivo de Mercado e Preços (Gemp). Com informações do Estadão Conteúdo.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Juro do cartão sobe e bate recorde de 484,6% ao ano em dezembro

Taxa registrou alta de de 53,2 pontos percentuais em 2016

Os juros médios cobrados pelos bancos nas operações com cartão de crédito rotativo subiram 2,4 pontos percentuais em dezembro de 2016, de acordo com os dados divulgados pelo Banco Central nesta quinta-feira (26).

Atingindo 484,6% ao ano, os juros do cartão chegaram ao nível mais alto da série histórica, desde março de 2011.

Em novembro, os juros estavam em 482,2% ao ano. No ano, a taxa registrou alta de de 53,2 pontos percentuais.

Segundo o G1, esta é a modalidade de crédito mais cara do mercado, seguida pelo cheque especial. Por isso, economistas recomendam usá-la apenas em caso de emergência e por um curto período.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Pão teve reajuste acumulado de 14% em 2016, aponta Dieese

Alta do alimento ficou acima da inflação de 6,58% estimada para o período

O preço do pãozinho consumido pelos paraenses nas mercearias, padarias e supermercados da Grande Belém teve um reajuste acumulado de 14% em 2016, para uma inflação de apenas 6,58% estimada para o período. A conclusão é de uma pesquisa do Diesse-PA (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) divulgada na manhã desta quinta-feira (26).

Segundo o estudo realizado entre janeiro e dezembro do ano passado, o quilo do pão francês em dezembro de 2015 foi comercializado em média a a R$ 9,64. Em janeiro do ano passado, o preço do pão já estava custando em média R$ 9,67 e fechou o ano custando em média R$ 10,95. Com isso, o quilo do pãozinho consumido pelos paraenses apresentou um aumento acumulado de quase 14%, contra uma inflação de 5,68% calculada para o mesmo período. Ainda segundo o Dieese, uma séria de fatores contribuíram  para o aumento, principalmente a alta no preço do trigo, que é importado principalmente da Argentina. No começo de janeiro, o preço do quilo do pão em Belém está oscilando entre R$ 10 e R$ 12.

Fonte: ORMNews.
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Chamadas de fixo para celular terão reajuste médio de 1,33%

A Vivo poderá aumentar o valor das chamadas em 2,28%, a Oi em 1,67%, a Sercomtel em 1,35%, a Claro em 0,88% e a Algar Telecom em 0,10%

As ligações feitas de telefone fixo para celulares vão ficar mais caras a partir de próxima semana. Hoje (25), a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) autorizou as operadoras a elevar a tarifa em, em média, 1,33%. Para que os novos valores possam ser aplicados, as prestadoras devem dar ampla publicidade ao reajuste nas localidades de prestação do serviço com antecedência mínima de dois dias.

A Vivo poderá aumentar o valor das chamadas em 2,28%, a Oi em 1,67%, a Sercomtel em 1,35%, a Claro em 0,88% e a Algar Telecom em 0,10%.

Ligação de telefone fixo para celular ficará mais cara Marcello Casal Jr./Agência Brasil

O valor da tarifa das chamadas de telefone fixo para aparelhos de comunicação por rádio também sofrerá reajuste. Neste caso, segundo a Anatel, a Vivo poderá aumentar o valor das chamadas em 2,28%, a Sercomtel em 1,35% e a Algar Telecom em 0,10% e a Oi em 1,03%. A agência reguladora não estabeleceu reajuste desse tipo de serviço para a Claro.

Os reajustes serão aplicados apenas para as linhas do plano básico da telefonia fixa em chamadas locais ou de longa distância nacional.

De acordo com a Anatel, o último reajuste aplicado ao plano básico de serviço das concessionárias de telefonia fixa para chamadas para telefonia móvel ou truking (comunicação por rádio) foi em 29 de setembro de 2015. Com informações da Agência Brasil.

Fonte: Notícias ao minuto.

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Planos de saúde perderam 1,4 milhão de clientes em 2016

O resultado foi divulgado pela pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), nesta segunda.feira (23)

Devido à crise econômica que assola no país, as seguradoras de planos de saúde também sentiram no bolso o reflexo da recessão. As empresas perderam 1,4 milhão de beneficiários em 2016. O resultado foi divulgado pela pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), nesta segunda.feira (23).

Só em dezembro passado, houve uma redução de mais de cinco mil clientes dos planos. Nesse mês, existiam 47,9 de usuários. Por causa da crise, o número de pessoas que perdeu seus empregos também aumento.

Das 12 milhões de pessoas que perderam seus empregos, segundo o G1, muitas delas, consequentemente, perderam o plano de saúde corporativo. Em 2016, o Brasil fechou 1,32 milhão de empregos formais.
Fonte: Notícias ao minuto.
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Preço da gasolina sobe pela 3ª semana seguida, aponta ANP

Valor médio do litro da gasolina ficou em R$ 3,774, acumulando alta de 0,51% no ano. Preço do etanol e do diesel também subiu na semana passada.

O preço médio do litro da gasolina nos postos de gasolina subiu pela terceira consecutiva e atingiu R$ 3,774 na semana encerrada no dia 21, ante média de R$ 3,773 na semana anterior, segundo levantamento da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgado nesta segunda-feira (23). No ano, o aumento acumulado é de 0,51%.

O preço médio do diesel e do etanol também subiu. O valor médio do primeiro passou de R$ 3,085 por litro no país para R$ 3,108 (alta de 0,75% na semana). Já etanol subiu de R$ 2,913 para R$ 2,931 (alta de 0,62%).

Os dados da ANP mostram que o reajuste da gasolina ganhou fôlego a partir de dezembro do ano passado, quando a Petrobras aumentou o preço da gasolina nas refinarias. Apenas em sete semanas, o valor do combustível subiu 2,95%. Em todo o ano de 2016, o preço da gasolina se apreciou 3,3%, abaixo da inflação.

A ANP consultou 5.684 postos para calcular a média de preços da gasolina, 5.103 para o etanol e 3.512 para o diesel, entre os dias 15 e 21 de janeiro.

Nova política de preços da Petrobras

Desde outubro a Petrobras pratica uma nova política de definição de preços dos combustíveis, com reuniões mensais para definir os valores da gasolina e do diesel cobrados nas refinarias. Na última reunião, realizada no dia 5, a Petrobras aumentou o preço do diesel e manteve o da gasolina.

Este é o segundo mês consecutivo que o preço do diesel é reajustado pela Petrobras. Em dezembro, contudo, o preço da gasolina também subiu. No dia 5 de dezembro, após duas quedas de preços seguidas, a Petrobras anunciou reajuste de 9,5% no diesel e aumento de 8,1% no preço da gasolina. Nas reuniões anteriores, em outubro e novembro, a estatal reduziu os preços.

Fonte: G1.
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Em 17 anos, FGTS perdeu quase 40% para avanço da inflação

Trabalhador com saldo no fundo em 2016 teve perda real de 1,22%, enquanto demais aplicações superaram o IPCA

O dinheiro aplicado no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) acumula perda de 39% para a inflação nos últimos 17 anos. Só no ano passado, a defasagem foi de 1,22%, atrás de todas as aplicações que não envolvem alto risco, segundo a Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). Em 2017, cerca de 10,2 milhões de trabalhadores poderão sacar o dinheiro de contas inativas do FGTS, segundo o governo federal.

Quando a rentabilidade de uma aplicação financeira fica abaixo da inflação no período, o retorno real (descontado à inflação) é negativo e há uma perda de poder de compra. Na prática, foi o que aconteceu com os trabalhadores que tinham dinheiro no FGTS.

“Tirando os investimentos de alto risco, foi o pior retorno entre as aplicações financeiras, como tem sido todos os anos”, avalia o diretor executivo de estudos da Anefac, Miguel de Oliveira. “A rentabilidade é tão baixa que o FGTS nem pode ser considerado um investimento”, acrescenta.

O Fundo de Garantia é recolhido todos os meses sobre 8% do salário do trabalhador e rende 3% ao ano mais a taxa referencial (TR). A TR é usada como referência para os juros no Brasil e faz a correção monetária de vários investimentos, como a poupança.

Entre janeiro de 2000 e dezembro de 2016, o FGTS acumulou um retorno de 120,63%, informou ao G1 a Caixa Econômica, responsável pelo fundo. No mesmo período, a inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) corroeu esses ganhos ao avançar 200,63%. Em 2016, a inflação de 6,29% ficou mais uma vez acima dos ganhos do Fundo, de 5,01%.

FGTS x aplicações

Todos os investimentos que não envolvem alto risco (renda variável) renderam acima da inflação oficial em 2016, com exceção do FGTS (veja o gráfico abaixo). Só tiveram retorno negativo as aplicações ligadas ao câmbio: o dólar perdeu mais de 17% frente ao real, e os fundos que acompanham a variação cambial também fecharam o ano no vermelho.

Até a caderneta de poupança, que perdeu para o IPCA em 2015, conseguiu vencer da inflação no ano passado. Ela teve ganho real de 1,9% (considerando a inflação), o melhor resultado desde 2009, quando o ganho foi de 2,63%.

Quem tinha R$ 1 mil aplicados no FGTS em janeiro de 2016 terminou o ano com R$ 1050,10. Se tivesse deixado este mesmo valor na poupança, teria acumulado R$ 1083. Esse mesmo montante aplicado no Ibovespa, índice de ações da bolsa paulista, teria se convertido em R$ 1.389,39.

Os fundos de renda fixa atrelados à taxa Selic renderam 14% no ano passado (sem levar em conta taxas e impostos), enquanto os títulos do Tesouro Direto tiveram um retorno médio de 20,99%.

Com rentabiliade inferior a outras aplicações consideradas conservadoras, especialistas dizem que é vantajoso para o consumidor sacar o FGTS para pagar dívidas ou buscar outras aplicações mais rentáveis. Eles ressaltam, no entanto, que o FGTS é uma poupança do trabalhador e que eles devem ter cuidado em como vão comprometer esse dinheiro.

FGTS vai render mais em 2017

Além do saque das contas inativas, outra novidade do FGTS é a promessa de que a remuneração do fundo será maior a partir de 2017. O governo pretende distribuir aos trabalhadores metade do lucro obtido com os investimentos feitos pelo fundo.

O FGTS usa o dinheiro dos trabalhadores para emprestar recursos em projetos de infraestrutura e crédito da casa própria. Em troca, recebe juros. O lucro do FGTS resulta desse ganho, descontados os custos para sua manutenção, e fica disponível para o caixa do governo. A ideia agora é dividir 50% desse lucro com o trabalhador.

Se essa regra já valesse em 2015, seriam distribuídos R$ 6,7 bilhões como remuneração extra aos trabalhadores, uma vez que nesse ano o FGTS teve um resultado positivo de R$ 13,3 bilhões. Assim, o governo espera que, se o fundo tiver resultado semelhante daqui para frente, a rentabilidade vai se aproximar dos ganhos da poupança, hoje em 6,17% ao ano mais a taxa referencial (TR).

Para o consultor financeiro do Mercantil do Brasil, Carlos Eduardo Costa, quem tiver saldo disponível para o saque não tem motivo para deixar de resgatar o dinheiro, mesmo com a promessa de maior rentabilidade do FGTS feita pelo governo.

“A vantagem de fazer a retirada da conta inativa é que há muitas aplicações disponíveis e o investidor pode ser o juiz de seu próprio dinheiro”, comenta. “Além disso, não se sabe ao certo qual vai ser a melhoria desse rendimento e se ela não virá tão cedo. Vai depender o resultado financeiro do fundo”, acrescenta.

Saque do FTGS

Atualmente o saque é permitido apenas em certos casos, como demissão sem justa causa ou quando o trabalhador está desempregado por três anos seguidos.

No fim do ano passado, o governo federal anunciou que permitirá o saque do valor total de contas inativas (que tiveram rescisão do contrato de trabalho) até 31 de dezembro de 2015.

O saque também vale para quem está trabalhando ou para quem está desempregado há menos de três anos. A estimativa do governo federal é que a medida permitirá que cerca de 10,2 milhões de trabalhadores saquem o dinheiro de contas inativas do FGTS.

Quem fizer o saque poderá usar os recursos para qualquer fim: pagar dívidas, dar entrada em um imóvel ou investir em outras aplicações, por exemplo.

Fonte: G1.
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Brasil Kirin deve vender ativos com prejuízo

A expectativa é que o negócio seja anunciado nas próximas semanas

A gigante japonesa Kirin já teria acertado a venda de seus ativos no Brasil para a holandesa Heineken, segundo fontes de mercado. A expectativa é que o negócio seja anunciado nas próximas semanas. A Kirin deverá repassar à holandesa seus ativos com forte prejuízo. As negociações estão em curso desde julho do ano passado.
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Nos últimos anos, a Kirin viu sua posição se enfraquecer no mercado brasileiro e, em 2015, levou sua matriz ao primeiro prejuízo global de sua história. Hoje, a empresa tem pouco mais de 8% de mercado, segundo dados Nielsen de 2016.

Durante anos, a Schincariol havia sido vice-líder do setor, atrás da Ambev. Agora, está em um distante quarto lugar, atrás de Ambev, Petrópolis (dona da Itaipava) e Heineken – esta última, que começou sua operação do zero no País, agora tem quase 10% do setor.

Ao passar a operar no vermelho, a Brasil Kirin viu boa parte de suas 12 fábricas ficar ociosa. Para a Heineken, que vem ganhando participação de mercado, as unidades da Kirin seriam uma forma de garantir rápido crescimento da produção. Embora a Heineken já tenha um acordo de distribuição com a Coca-Cola no País, uma fonte de mercado informou que a estrutura comercial da Kirin estaria incluída no acordo.

Preço. Para ficar com 100% da Schincariol, a Kirin desembolsou R$ 6,2 bilhões entre 2010 e 2011. Agora, aponta o jornal japonês Nikkei, deverá receber cerca de US$ 870 milhões (ou aproximadamente R$ 2,8 bilhões) pelos ativos – uma perda de mais de 50% sobre o investimento inicial.

Procurada, a Heineken disse que não comentaria. A Brasil Kirin não se pronunciou até a noite de quinta-feira, 19. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Notícias ao minuto.
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Gasolina sobe 2,43% e gera maior impacto sobre o IPCA-15 de janeiro

O aumento refletiu o impacto nas bombas do reajuste de 8,1% autorizado pela Petrobras nas refinarias desde 6 de dezembro

A gasolina ficou 2,43% mais cara em janeiro e foi o item de maior impacto sobre a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15), informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O combustível deu uma contribuição de 0,10 ponto porcentual para a taxa de 0,31% registrada pelo IPCA-15 do mês.
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O aumento refletiu o impacto nas bombas do reajuste de 8,1% autorizado pela Petrobras nas refinarias desde 6 de dezembro. As regiões que registraram mais elevação nos preços da gasolina foram Goiânia (4,60%), Brasília (4,32%) e Fortaleza (4,22%).

As despesas com Transportes passaram de 0,79% em dezembro para 0,71% em janeiro. Apesar da ligeira desaceleração, o grupo ainda foi responsável pela maior contribuição sobre a inflação deste mês, 0,13 ponto porcentual.

Outras pressões

Além da gasolina, as despesas com transportes também foram pressionadas pelas tarifas dos ônibus urbanos (0,83%) e ônibus intermunicipais (1,87%), além do etanol (2,28%) e do seguro voluntário (1,70%).

A alta nos ônibus urbanos é consequência das variações em três regiões metropolitanas. Em Brasília (9,25%), houve reajuste de 25% nas tarifas, em 2 de janeiro. Embora a Câmara Legislativa do Distrito Federal tenha decidido anular esse reajuste em 12 de janeiro, ele continua vigente até que a decisão seja publicada. Em Salvador (3,60%), o reajuste foi de 9,09%, desde 2 de janeiro. Em Belo Horizonte (3,24%), houve reajuste de 9,40%, em vigor desde 3 de janeiro.

Alívio em energia elétrica

Em contrapartida, as contas de energia elétrica ficaram 2,25% mais baratas em janeiro e este foi o item de maior impacto negativo sobre a inflação medida pelo IPCA-15. A queda na tarifa foi responsável por uma contribuição de -0,08 ponto porcentual para a taxa de 0,31% registrada pelo IPCA-15 do mês.

O movimento decorre do retorno da bandeira tarifária verde a partir de 1º de dezembro. Além disso, houve redução de 5,30% nas contas de energia de Porto Alegre, devido à queda de 16,28% nas tarifas de uma das concessionárias desde 22 de novembro.

Como resultado, o grupo Habitação saiu de recuo de 0,28% em dezembro para redução de 0,22% em janeiro. O recuo do último mês foi menos acentuado porque houve pressão de itens como artigos de limpeza (1,23%), gás de botijão (0,64%) e mão de obra para pequenos reparos (0,52%).

Em janeiro, as famílias gastaram menos não apenas com habitação, mas também com artigos de residência (-0,23%) e vestuário (-0,18%).

Despesas Pessoais

Na direção oposta, o grupo Despesas Pessoais teve a maior alta, 0,76%, devido ao cigarro, que subiu 2,61% após os reajustes praticados em 1º de dezembro. Outras pressões partiram dos itens excursão (2,51%) e empregado doméstico (0,52%), que apropriou 1/12 do reajuste do novo salário mínimo nacional em todas as regiões pesquisadas, já que os salários regionais ainda não foram definidos.

Os demais grupos com aumentos foram: Saúde e Cuidados Pessoais (0,48%), Alimentação e bebidas (0,28%), Transportes (0,71%), Educação (0,18%) e Comunicação (0,49%). Com informações do Estadão Conteúdo.
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