Dólar cai nesta quarta e chega a R$ 3,07

No fim da manhã, o recuo da moeda norte-americana era de 0,55%
O dólar voltou o cair em relação ao real nesta quarta-feira (15) e chegou à casa de R$ 3,0791, um recuo de 0,55%. O registro da queda ocorreu às 11h10. Ontem, a moeda norte-americana fechou a R$ 3,0960, com o menor nível desde 2 de julho de 2015.

De acordo com o G1, o recuo foi acompanhado por investidores atentos ao cenário político do Brasil, com esperança da entrada de recursos externos ao país.

Na política nacional, a garantia da nomeação de Moreira Franco como ministro fortaleceu o governo Temer no mercado, pois, segundo a Reuters, apontou como esperança para a aprovação reformas e da retomada da saúde financeira das contas do país.

Leia também: Governo federal publica decreto que regulamenta saques do FGTS

Fonte: Notícias ao minuto.
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Aneel aprova mudanças na bandeira tarifária; amarela terá alta de 33%

Custo extra aplicado quando bandeira amarela é acionada vai passar de R$ 1,50 para R$ 2 a cada 100 kWh consumidos. Bandeira vermelha 2, porém, vai custar menos.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (14) mudanças nos valores das bandeiras tarifárias, sistema que aplica uma cobrança extra nas contas de luz quando aumenta o custo de produção da eletricidade no país.

Entre as mudanças está um aumento de 33,3% para o valor da bandeira amarela. A partir de agora, se essa bandeira for acionada, o custo extra nas contas de luz vai passar de R$ 1,50 para R$ 2 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) de energia consumidos.

A Aneel também reajustou, para baixo, o custo da bandeira tarifária vermelha 2: de R$ 4,50 para R$ 3,50 a cada 100 kWh consumidos.

Os novos valores valem para o ano de 2017 e só vão ser cobrados nas contas de luz se essas bandeiras passarem a vigorar. Hoje está valendo a bandeira verde e não há cobrança extra.

A agência não alterou o valor da bandeira vermelha 1, que, portanto, continua sendo de R$ 3 para cada 100 kWh de energia consumidos.

Custo da energia

O sistema das bandeiras tarifárias criou uma cobrança extra nas contas de luz que é aplicada sempre que o custo de geração de energia no país sobe. Isso acontece quando é necessário ligar mais usinas termelétricas, que geram energia mais cara.

O acionamento das termelétricas acontece normalmente quando chove pouco e os reservatórios de água das usinas hidrelétricas fica com baixo armazenamento.

Apesar da mudança nos valores, a agência manteve o intervalo de acionamento das bandeiras. Assim, quando o custo da térmica mais cara do sistema foi menor que R$ 211,28 por megawatt-hora (MWh) a bandeira continuará verde, o que significa que não haverá cobrança extra. Se a térmica mais cara estiver entre R$ 211,28/MWh e R$ 422,56/MWh, a bandeira acionada é a amarela, que implicará em uma cobrança de R$ 2 a cada 100 kWh consumido.

A bandeira tarifária vermelha 1 é acionada quando o custo da térmica mais cara estiver entre R$ 422,56/MWh e R$ 610/MWh, o que levará a uma cobrança de R$ 3 por 100 kWh e a vermelha 2 é acionada sempre que a térmica ultrapassar o custo de R$ 610/MWh.

Em 2017 a bandeira foi verde tanto em janeiro quanto em fevereiro, o que significa que não há nenhuma cobrança extra na conta de luz.

Fonte: G1 PA.
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Aneel propõe aumento de 1,24% na conta de luz da Celpe

A taxa foi apresentada em reunião pública da agência

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) propôs um reajuste de 1,24% na tarifa de conta de luz cobrada pela Companhia Energética de Pernambuco (Celpe), distribuidora que atua no Estado.

A taxa foi apresentada em reunião pública da agência, que tratou da abertura de fase de audiência pública para colher sugestões sobre a revisão tarifária. O período de colaborações será de 15 de fevereiro a 20 de março, com uma reunião presencial em Recife, marcada para 8 de março.

O reajuste passa a valer a partir de 29 de abril, bem como a definição de limites de indicadores de qualidade de prestação do serviço, para o período de 2018 a 2021. Com informações do Estadão Conteúdo.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Agências da Caixa mudam horários para garantir saque do FGTS

Cidadãos também podem conferir se possuem contas inativas e outras informações no site da Caixa e no teleatendimento

Para atender os cidadãos que irão retirar pagamentos de contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), a Caixa modificou os horários de atendimento nas agências.

Em fevereiro, entre os dias 15 e 17, todas as agências do banco irão abrir duas horas mais cedo para atender os trabalhadores.

O banco criou ainda um serviço específico no site. No endereço, as pessoas podem verificar se possuem contas contempladas, o valor que têm a receber, a data do saque e os canais disponíveis para o pagamento.

Além disso, há a opção do Serviço de Atendimento ao Cliente no telefone 0800 726 2017. Os cidadãos precisam informar, em ambos os canais de atendimento, o número de de CPF e PIS/PASEP (NIS).

A Caixa vai abrir algumas agências também nos sábados para solucionar dúvidas, regularizar cadastros e fazer o cadastramento de senha do Cartão do Cartão Cidadão. A relação das agências está disponível no site da Caixa. Confira o calendário:

Fevereiro: dia 18, das 9h às 15h

Março: dia 11, das 9h às 15h

Maio: dia 13, das 9h às 15h

Junho: dia 17, 9h às 15h

Julho: dia 15, das 9h às 15h

Contas inativas

Todo trabalhador que teve um contrato de trabalho finalizado até 31 de dezembro de 2015 e possua saldo nessa conta poderá efetuar o saque. É possível ter mais de uma conta inativa, já que todo contrato com carteira de trabalho assinada tem uma conta de FGTS vinculada. Com informações da Agência Brasil.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Ramiro coleciona golaços com Renato e se consolida no esquema do Grêmio

Volante transformado em extrema acaba com imagem ruim junto à torcida e tem belos gols no currículo sob o comando do treinador gremista, como o do último domingo

Há pouco menos de cinco meses, Renato assumiu novamente o vestiário do Grêmio. Encontrou lá alguns jogadores com os quais já havia trabalhado no próprio clube. Um deles em desgraça com a torcida: Ramiro. Porém, o volante tornou-se a solução de um dos principais problemas táticos do time naquele momento. Hoje com o penta da Copa do Brasil na bagagem, o meio-campista em nada lembra o jogador perseguido de outrora. Com golaços sob o comando do treinador, reconquistou espaço e se consolidou na equipe.

A entrada de Ramiro tem total relação com a saída de Giuliano na metade do ano passado. Sem o atual meia da Seleção, Roger Machado, então treinador, perdeu a mão na escalação titular. Pouco tempo depois, pediu demissão. Renato chegou, deu confiança ao elenco e ajustou taticamente o que queria. Uma das situações foi postar Ramiro justamente na extrema direita e fazê-lo trabalhar como um jogador a ajudar na defesa e no ataque.

– Eu pude aproveitar o cruzamento primoroso e milimétrico do Everton. Só empurrei para as redes. Eu pude ajudar com gol, fico muito feliz, mas o mais importante é a vitória – comentou o meio-campo rapidamente após a vitória sobre o Passo Fundo no último domingo.

Além de ter resolvido o problema pelo lado direito, ainda deixa a possibilidade de Renato modificar o esquema sem precisar mexer na equipe. Também pode recuá-lo para a lateral e tornar o time mais ofensivo.

– Na minha outra passagem, o Ramiro estava meio que largado. Chamei, dei oportunidades. É um jogador inteligente, que é muito bom. Até errou algumas jogadas, mas quer ajudar. E, quando menos se espera… Na jogada mais difícil, fez o gol. Ele é muito importante. Posso começar com ele em uma posição, depois mudo – avaliou Renato.

O Grêmio volta aos trabalhos na tarde desta terça-feira, em jogo-treino dos reservas com o São Gabriel, no CT Luiz Carvalho. O próximo compromisso é no domingo, contra o São José, na Arena, pelo Gauchão, às 19h30.

Fonte: Globo Esporte.
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Número de pobres no Brasil vai aumentar em 2017, diz Banco Mundial

País terá ao menos 2,5 milhões de “novos pobres” até dezembro

O número de pobres no Brasil vai aumentar em 2017. Pelo menos é o que diz um estudo inédito do Banco Mundial, obtido pelo jornal O Globo. Até o fim do ano, o país terá entre 2,5 milhões e 3,6 milhões de pessoas denominados pelo órgão internacional como “novos pobres”, o que pode ser traduzido para quem estava acima da linha da pobreza.

São maioria nesse estudo, de acordo com a reportagem, adultos jovens, pessoas de áreas urbanas, com escolaridade média e que foram expulsos do mercado de trabalho formal como vítimas do desemprego.

Para frear esse crescimento, o governo federal teria que aumentar o orçamento do Bolsa Família de 2017 para R$ 31 bilhões, dentro de um quadro pessimista. Hoje, o programa conta com R$ 29,8 bilhões garantidos. O Banco Mundial recomenda o incremento do Bolsa Família.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Etanol subiu em 12 Estados e no DF e caiu em 11 na semana passada

Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP)

Os preços do etanol hidratado nos postos brasileiros subiram em 12 Estados e no Distrito Federal, caíram em 11 e não se alteraram no Amapá, Paraíba e Tocantins na semana encerrada em 11 de fevereiro. No período de um mês, as cotações do produto acumulam alta em 21 Estados e no Distrito Federal, queda em quatro e estabilidade no Amazonas. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Em São Paulo, principal Estado produtor e consumidor, a cotação caiu 1,01% na semana, para R$ 2,753 o litro, e no período de um mês acumula alta de 1,03%. Na semana, o maior avanço das cotações foi registrado em Alagoas (3,37%), enquanto o maior recuo ocorreu em Goiás (5,54%). A maior alta mensal, de 4,79%, foi na Bahia e a maior queda foi em Goiás (3,81%).

No Brasil, o preço mínimo registrado para o etanol foi de R$ 2,275 o litro, em São Paulo, e o máximo foi de R$ 4,429 o litro, no Rio Grande do Sul. Na média, o menor preço foi de R$ 2,739 o litro, em Mato Grosso, e o maior preço médio foi verificado no Amapá, de R$ 3,89 o litro.

Competitividade

Os preços do etanol hidratado seguem sem competitividade ante os da gasolina em todo País, pela 14ª semana consecutiva, de acordo com dados da ANP. A relação é favorável ao biocombustível quando está abaixo de 70%.

Em São Paulo, onde o etanol equivale a 76,24% do valor da gasolina, o produto ficou cotado, em média, a R$ 2,753 por litro. A gasolina, em R$ 3,611 por litro. Com informações do Estadão Conteúdo.

Fonte: Notícias ao minuto.
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País faz progressos políticos, mas PIB fraco e dívida pesam, diz Fitch

A agência de classificação de risco Fitch também afirmou que a estabilização da dívida pública continua um desafio

As autoridades brasileiras fizeram progresso no enfrentamento dos desequilíbrios fiscais e econômicos nos últimos meses, mas o fraco crescimento da economia e o grande déficit fiscal significam que a estabilização da dívida pública continua um desafio, afirmou a agência de classificação de risco Fitch.

“Desde que afirmamos o rating BB/Negativo em novembro, o governo Michel Temer assegurou a aprovação do Congresso para um teto de gastos e introduziu um projeto de reforma da Previdência. A inflação desacelerou mais e o déficit em conta corrente diminuiu para 1,3% do Produto Interno Bruto (PIB), refletindo uma ampla compressão das importações por causa da recessão e a depreciação do real”, afirma, em nota, a agência de rating. “No entanto, o PIB contraiu pelo sétimo trimestre consecutivo no terceiro trimestre e o déficit do setor público como proporção do PIB permaneceu elevado em 2016, em 8,9%.”

Segundo o documento, a receita subjacente e a dinâmica de gastos do governo brasileiro continua desafiadora. As receitas contraíram em termos reais, refletindo o contexto de recessão, e o déficit na seguridade social chegou a 2,4% do PIB.

Além disso, a Fitch lembra que, embora o governo tenha atingido sua meta de déficit primário de 2,5% do PIB, isto só foi possível graças a uma repatriação não recorrente que arrecadou cerca de 0,8% do PIB.

A agência de rating nota que o andamento de temas importantes no Congresso mostra como o ambiente político melhorou após o impeachment da presidente Dilma Rousseff, mas afirma que reformas como a da Previdência podem se provar mais difíceis com o possível retorno da volatilidade política em meio ao ciclo eleitoral de 2018.

“Embora estas duas medidas, combinadas, possam facilitar a consolidação fiscal no médio prazo, mais medidas são necessárias para acelerar o processo e colocar a trajetória da dívida pública em um patamar melhor”, diz a Fitch. “No mais, alguns Estados enfrentam forte estresse financeiro, incutindo um risco negativo para consolidação fiscal. Na ausência de taxas de crescimento mais elevados, é pouco provável que o gradualismo fiscal do governo Temer estabilize a dívida pública no curto prazo.”

A Fitch projeta que a economia brasileira saia da recessão este ano, embora note que a contração observada no terceiro trimestre de 2016 mostre uma fraqueza do investimento e do consumo. A queda contínua da inflação e das expectativas de inflação, por outro lado, dá ao Banco Central espaço para afrouxar ainda mais a política monetária após o corte de 0,75 ponto porcentual em janeiro.

A agência lembra que a perspectiva negativa para o rating BB do Brasil reflete grande desequilíbrio fiscal e dinâmica adversa da dívida pública. “Desta forma, o fracasso em reduzir o ritmo de crescimento da dívida pública e/ou a cristalização de passivos contingentes pode levar a um novo rebaixamento. Paralisação política e incapacidade de implementar medidas que melhorem a perspectiva de crescimento e das finanças públicas também podem acarretar a perda de nota.” (Marcelo Osakabe).

Fonte: Notícias ao minuto.
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Investimentos crescem 3,9% em dezembro ante novembro, diz Ipea

Com isso, no resultado acumulado no ano de 2016 houve queda de 10,8%

Os investimentos mostraram reação em dezembro, segundo o Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo. O Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) informou que houve crescimento de 3,9% nos investimentos em dezembro, na comparação com novembro de 2016, na série com ajuste sazonal. As informações são da Agência Brasil.

“A trajetória irregular dos investimentos indica que a recuperação da economia será gradual”, disse o técnico de planejamento e pesquisa do Ipea Leonardo Mello de Carvalho, em nota divulgada pelo instituto.

Apesar do resultado positivo no mês, que sucedeu cinco recuos consecutivos, o indicador de investimentos encerra o quarto trimestre com queda de 3,7% sobre o trimestre anterior, também na série ajustada sazonalmente. Na comparação com dezembro de 2015, o indicador atingiu patamar 1,7% superior. Já na comparação do quarto trimestre de 2016 com o mesmo período de 2015, o investimento registrou uma redução de 8,3%. Com isso, no resultado acumulado no ano de 2016 houve queda de 10,8%.

O indicador do Ipea é como uma prévia dos dados calculados trimestralmente pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Segundo o Ipea, o avanço entre os meses de novembro e dezembro foi consequência do bom desempenho do Came (Consumo Aparente de Máquinas e Equipamentos) -que é uma estimativa dos investimentos em máquinas e equipamentos e corresponde à produção industrial doméstica acrescida das importações e diminuída das exportações.

De acordo com o Ipea, após forte queda no período anterior, este indicador apresentou alta de 8,8%. Já o indicador de construção civil retraiu-se 0,6% frente ao mês de novembro, ainda na comparação com ajuste sazonal. Contra o mesmo mês de 2015, ambos os componentes apresentaram retração, com quedas de 7,5% e 10,1%, respectivamente.

Entre os componentes do Came, a produção doméstica de bens de capital avançou 2,8% em dezembro, na comparação dessazonalizada. Segundo o Ipea, outro importante fator que ajuda a explicar o bom resultado na comparação mensal, também na série com ajuste sazonal, foi o comportamento do volume de exportações de bens de capital.

Após a forte alta registrada entre outubro e novembro, influenciada pela contabilização de uma plataforma de petróleo, o volume de bens de capital exportado teve redução proporcional em dezembro, afetando positivamente o resultado do Came no mês.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Desemprego maior justifica recuo em comércio e serviços, diz BC

Cenário de desemprego alto atinge o comércio e os serviços em todo o País, alerta Banco Central

O chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Tulio Maciel, afirmou nesta sexta-feira, 10, que a alta do desemprego, que impacta a massa de salários no Brasil, justifica o recuo da atividade no comércio e no setor de serviços nos últimos anos. “No Nordeste, tivemos uma defasagem na redução do emprego industrial ante outras regiões. Um dos motivos é a construção civil e a agropecuária”, pontuou Maciel.

Ainda assim, de modo geral, o cenário de desemprego alto atinge o comércio e os serviços em todo o País. “No Nordeste, a alta do desemprego ocorreu porque as pessoas estavam trabalhando e perderam o emprego. No Sudeste, ocorreu pela entrada de novas pessoas no mercado de trabalho”, disse.

Maciel afirmou ainda que a perda de postos de trabalho tem impacto sobre o poder de compra. “Do ponto de vista social, o impacto é mais relevante no Nordeste.”

O Banco Central publicou nesta sexta, em Belo Horizonte, seu Boletim Regional Trimestral. Participam de entrevista coletiva para apresentação dos números o chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel, e o coordenador da Gerência Técnica de Estudos Econômicos em Belo Horizonte, Rodrigo Lage de Araújo.

Oscilações comuns

O chefe do Departamento Econômico do BC afirmou também que oscilações nos dados de atividade, como as verificadas no Boletim Regional Trimestral, são comuns em um processo de acomodação da economia. No boletim anterior, divulgado em dezembro, os números do BC deram conta de certa melhora na atividade em algumas regiões do País no trimestre encerrado em agosto. No documento distribuído nesta sexta, porém, todas as regiões voltaram a registrar retração na atividade, no trimestre finalizado em novembro.

Questionado a respeito de uma possível inflexão na atividade, Maciel afirmou que as oscilações são normais e que os resultados negativos se devem a fatores específicos de cada região. No Centro-Oeste, a safra de milho impactou a indústria local. Já a Região Nordeste se ressentiu do impacto do clima na safra”, citou. “Um conjunto de fatores ajudam a explicar essas oscilações que ocorreram.”

Ao mesmo tempo, Maciel afirmou que há fatores, na margem, que indicam reação da atividade. “A leitura é de que temos perspectiva de crescimento moderado para 2017”, disse.

A respeito das dificuldades fiscais de vários Estados, Maciel afirmou que isso está ligado, em grande parte, à atividade. “Dois anos de queda da atividade impactaram o fiscal, com efeitos nas contas”, afirmou. “Vários Estados encontram-se de fato em situação fiscal difícil, mas a expectativa de reversão da atividade econômica tende a melhorar o quadro”, afirmou.

Crédito

O representante do BC reiterou que a perspectiva para 2017 é de retomada do crescimento do crédito. Em 2016, o saldo das operações de crédito registrou o primeiro recuo da história, em função da crise econômica.

“De 2015 para 2016, tivemos desaceleração importante na trajetória do crédito. Essa retração em 2016 também impacta as vendas no varejo e nos serviços”, comentou. “Para 2017, a estimativa é de que crescimento do crédito retorne, mas de forma moderada.”

Maciel abordou ainda, na apresentação do Boletim Regional, a questão fiscal das regiões e dos Estados. “Observamos uma deterioração das contas fiscais em 2015 e 2016. O ano passado foi difícil para os Estados. A recessão impactou o fiscal”, disse.

No caso da balança comercial, de acordo com Maciel, houve uma melhora nos números, em função do processo de ajuste do câmbio. “Até 2015, a conta corrente era uma preocupação. Em 2016, tivemos resultado favorável”, citou, em referência à contribuição da balança comercial para as contas externas. “Boa parte do ajuste positivo na balança comercial se deve ao menor volume de importações.”

Em outro momento da apresentação, Maciel citou os choques dos preços monitorados, em 2015, e dos alimentos, no primeiro semestre de 2016. “Mas ao longo de 2016, os efeitos secundários nos preços foram contidos por política monetária”, disse. “O processo de desinflação é difuso, ele atinge grande parte dos itens.”

Atividade do Sudeste

Maciel ponderou ainda, especificamente sobre o Sudeste, que os dados do BC mostram tendência de acomodação no recuo da atividade, na margem. “Isso denota uma perspectiva mais favorável para a região”, disse.

Meta de inflação

O chefe do Departamento Econômico do BC evitou comentar a possibilidade de o Conselho Monetário Nacional (CMN), em encontro no meio do ano, reduzir a meta de inflação. “A questão da meta de inflação, teremos que aguardar o CMN”, limitou-se a dizer.

A meta de inflação atual é de 4,5% para 2017 e 2018, com margem de tolerância de 1,5 ponto porcentual. Em função das taxas mais contidas de inflação nos últimos meses, com as projeções indicando a tendência de cumprimento para este e para o próximo ano, especula-se que o CMN – formado por BC, Ministério da Fazenda e Ministério do Planejamento – possa estabelecer uma meta inferior a 4,5% para 2019.

Publicamente, o presidente do BC, Ilan Goldfajn, e o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, vêm repetindo que a meta de inflação de 2019 será discutida apenas em junho.

“Estamos tendo um período benigno de inflação nos últimos meses. Os choques de preços monitorados e de alimentos estão sendo superados”, disse Maciel, evitando abordar diretamente a questão da meta.

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