IBGE vai contratar 26,4 mil pessoas para Censo Agropecuário

Contratações serão feitas por meio de processo seletivo simplificado, e a duração dos contratos será de até um ano

O Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão autorizou a contratação temporária de 26.440 profissionais para o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) fazer o Censo Agropecuário 2017.

As contratações serão feitas por meio de processo seletivo simplificado, e a duração dos contratos será de até um ano, com possibilidade de prorrogação limitada a três anos. A portaria com a autorização foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (17).

Serão 19.013 vagas para o posto de recenseador, 4.946 para agente censitário supervisor, 1.285 para agente censitário municipal, 381 para agente censitário administrativo, 375 para agente censitário regional, 266 para analista censitário e 174 para agente censitário de informática. O valor das remunerações ainda não foi definido

Fonte: Notocías ao minuto.
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Novas regras do rotativo do cartão podem elevar pagamento mínimo

O pagamento mínimo da fatura poderá incluir parte ou todo o saldo do rotativo

Quatro dos cinco principais bancos brasileiros de varejo – Banco do Brasil, Bradesco, Itaú Unibanco e Santander – já anunciaram as novas regras para uso do rotativo do cartão de crédito. Antes do novo sistema entrar em vigor, em 3 de abril, as instituições financeiras correm para comunicar as mudanças e tirar dúvidas dos clientes. O pagamento mínimo da fatura poderá incluir parte ou todo o saldo do rotativo. Na prática, a depender do banco, o valor ficará mais alto.

Apesar de as novas regras visarem a reduzir o juro pago pelo cliente, órgãos de defesa do consumidor cobram mais clareza sobre os novos padrões de cobrança. O rotativo é acionado quando o cliente paga qualquer valor entre o mínimo da fatura e o total. Antes, havia o risco de o consumidor cair numa ciranda de juros e ficar superendividado. O juro do rotativo, de cerca de 500% ao ano, é hoje a mais cara linha de crédito.

Agora, o Conselho Monetário Nacional (CMN) determinou um limite de uso do rotativo: 30 dias. Passado o período, haverá uma migração automática para o parcelado do cartão, que também tem um juro alto, embora menor do que o do rotativo.

O CMN não determinou como deve funcionar o sistema e por isso cada banco definiu um padrão de cobrança.

Como o uso do rotativo será limitado, os bancos diminuíram a taxa de juros desta modalidade. Algumas instituições financeiras também baixaram o custo do parcelado.

No Banco do Brasil, o primeiro a anunciar a nova regulamentação, o cliente poderá parcelar em 24 vezes o valor devido. É possível também fazer o pagamento mínimo, composto de todo o saldo rotativo e de pelo menos 15% dos novos gastos.

O Itaú Unibanco também colocou o valor integral do rotativo no mínimo da fatura. Ou, se quiser, o correntista do banco pode quitar algum valor entre uma parcela já calculada e o valor mínimo da fatura para entrar automaticamente no parcelado – fixado em 12 vezes – a partir do mês seguinte.

No BB e no Itaú, não há parcelamento em caso de pagamento do mínimo. O restante fica “rotativado” para o mês seguinte.

No Santander, o pagamento mínimo passa a representar, ao menos, 15% da soma entre o saldo remanescente do mês anterior e os novos gastos, se existirem. O restante é automaticamente parcelado – de 4 a 18 vezes – na próxima fatura.

Também é possível, no Santander, quitar somente o saldo do rotativo de uma vez, não entrando, assim, no parcelado. Com exceção deste último detalhe, o sistema do Bradesco, que usa parcelamento em 12 vezes, é semelhante ao do Santander.

Assim como já é hoje, quitar qualquer cifra abaixo do valor mínimo deixa o consumidor inadimplente e exclui o acesso ao rotativo ou parcelamento.

Clareza

O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) está elaborando uma carta ao BC para apontar os pontos que considera falhos na mudança. “A norma está muito solta e é difícil de entender. Isso é prejudicial ao consumidor”, diz Ione Amorim, economista-chefe do Idec. A especialista diz que, da maneira como serão as aplicadas as regras, a tendência é que o consumidor recorra mais ao mínimo. “O risco é replicar a dinâmica atual do rotativo.”

Executivos dos quatro bancos acreditam que a medida pode ajudar a melhorar a educação financeira dos clientes. Também apostam que a inadimplência deve cair, porque haverá maior controle dos gastos e incidência de juro menor.

Procurada, a Caixa Econômica Federal informou que ainda trabalha na definição das novas regras de uso do rotativo do cartão de crédito e que irá divulgá-las antes de o modelo começar a ser obrigatório. Com informações do Estadão Conteúdo.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Preço do quilo do pão sofrerá reajuste de até 7% no país

O país vizinho é responsável por 80% do trigo que o Brasil usa

A partir do dia 15 de março, os consumidores vão ter que desembolsar um pouco mais para comprar pão. É que o preço do quilo sofrerá um reajuste entre 5% e 7%. O aumento acontecerá por causa da desvalorização do real frente ao dólar, além do efeito Argentina, país responsável por 80% do trigo que o Brasil usa.

“A Argentina teve outras demandas, principalmente para África. Com o aumento da demanda do trigo argentino, o preço subiu quase 20% nos últimos três meses [para o Brasil]”, explicou o presidente da Câmara Setorial de Trigo, Maurício Ghiraldelli, em entrevista ao G1.

Segundo especialistas que se reuniram na câmara, os estoques dos moinhos do estado de São Paulo estão sendo reabastecidos neste momento com o produto já valendo 20% mais.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Subsídio para gás de cozinha será reduzido e preço deve subir

No fim de 2016, a Petrobras reajustou em 12,3% o GLP destinado aos usos industrial, comercial e granel às distribuidoras, mas não mexeu no preço para o consumidor doméstico

O preço do gás de cozinha vai subir. A Petrobras, dona de praticamente 100% do abastecimento do insumo no mercado nacional, prepara um reajuste que poderá ter impacto no preço final do botijão de gás, produto presente em 59,5 milhões de residências, ou 96% do total de famílias do País.

O jornal O Estado de S. Paulo apurou que a estatal trabalha nos cálculos finais para definir o aumento no preço do chamado gás liquefeito de petróleo (GLP), o popular gás de cozinha, vendido em botijões de 13 quilos.

O entendimento é de que, após vários anos de uma política de subsídio que manteve o preço do gás da estatal sem aumento, o mercado acabou fazendo seus reajustes por conta própria, impactando o consumidor final.

Subsídio

O histórico dos reajustes mostra que, entre 2003 e 2016, o preço final do gás cobrado pelas revendedoras acumulou reajuste médio de 89%, saltando de R$ 29,35 para R$ 55,60 o botijão. Neste mesmo período, o aumento realizado pela estatal foi de apenas 16,4%. Foram 12 anos sem nenhum reajuste no preço do gás vendido pela Petrobras.

Somente em 2015 é que viria o primeiro aumento pela estatal, de 15%. No mesmo ano, o aumento repassado pelas revendedoras ao consumidor chegou a 22,6%. No ano passado, a estatal fez um novo aumento, de 1,4%, ante 2,1% feito pelo mercado.

Questionada sobre o assunto, a Petrobras informou que não iria comentar. A avaliação de técnicos da empresa é de que é necessário recuperar ao menos uma parte do preço, em razão da defasagem acumulada nos últimos anos, não apenas com a inflação, mas do próprio valor praticado pelo mercado.

No fim de 2016, a Petrobras já tinha reajustado em 12,3% o GLP destinado aos usos industrial, comercial e granel às distribuidoras, mas não mexeu no preço para o consumidor doméstico. Na mesma época, a estatal aumentou o preço do diesel nas refinarias em 9,5%, em média, e da gasolina em 8,1%.

Lucros

Para cada botijão de gás vendido no País, cerca 24% do valor cobrado fica com a Petrobras. Distribuidoras e revendas retêm uma fatia média de 57%. Outros 15% são consumidos com ICMS e 4% com PIS e Cofins, segundo dados da estatal.

De acordo com dados da empresa Preço do Gás, que divulga valores do botijão praticados em todo o País, a variação atual de preços do gás de cozinha chega a mais de 78%, entre R$ 44,90 e R$ 80, na entrega ao cliente.

Os dados se baseiam em informações de mais de 400 revendedores cadastrados. O valor mais barato foi encontrado no Espírito Santo, enquanto o mais caro é cobrado em Mato Grosso. Com informações do Estadão Conteúdo.

Fonte: Notícias ao minuto.
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PIB brasileiro recua 3,6% em 2016, e país tem pior recessão da história

Essa sequência, de dois anos seguidos de baixa, só foi verificada no Brasil nos anos de 1930 e 1931; ritmo de corte em 2015 e 2016 foi o maior já registrado pelo IBGE.

A retração foi de 3,6% em relação ao ano anterior. Em 2015, a economia já havia recuado 3,8%. Essa sequência, de dois anos seguidos de baixa, só foi verificada no Brasil nos anos de 1930 e 1931, quando os recuos foram de 2,1% e 3,3%, respectivamente.

Como a retração nos anos de 2015 e 2016 superou a dos anos 30, essa é a pior crise já registrada na economia brasileira. O IBGE dispõe de dados sobre o PIB desde 1901.

Em valores correntes, o Produto Interno Bruto Brasileiro (PIB) chegou a R$ 6,266,9 trilhões em 2016, e o PIB per capita ficou em R$ 30,407 – uma redução de 4,4% diante de 2015.

Queda generalizada

O desempenho dos três setores analisados pelo IBGE recuaram no ano. A queda na agropecuária foi de -6,6%, na indústria, de 3,8%, e nos serviços, de 2,7%. Desde pelo menos 2012, a retração não era generalizada.
PIB brasileiro registra a pior recessão da história, de acordo com dados do IBGE. (Foto: Márcio Fernandes/AGE/Estadão Conteúdo) PIB brasileiro registra a pior recessão da história, de acordo com dados do IBGE. (Foto: Márcio Fernandes/AGE/Estadão Conteúdo)

Previsões

A previsão do mercado financeiro era que o PIB encerraria o ano em queda de 3,5%, de acordo com o último boletim Focus que trazia as estimativas para 2016. A expectativa do Banco Central era ainda mais pessimista. O Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), considerado uma espécie de “prévia do PIB”, indicava que a economia brasileira havia recuado 4,34% no ano passado.

Em relatório publicado no início de 2017, o Fundo Monetário Internacional (FMI) indicava que o PIB de 2016 teria caído 3,5%.

O que é o PIB

O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. O resultado negativo do ano passado é reflexo da crise econômica, do aumento do desemprego e da taxa de inadimplência.

Em 2015, a economia brasileira já havia registrado encolhimento, de 3,8%. Já em 2014, houve um crescimento de 0,1% no Produto Interno Bruto (PIB).

Para tentar reaquecer a economia, o governo Michel Temer tem anunciado medidas como a liberação de saques das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O Banco Central também vem reduzindo a taxa Selic, o que deve se traduzir em queda dos juros dos empréstimos bancários.

Fonte: G1.
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Conta de luz terá bandeira amarela em março e ficará mais cara

Segundo Aneel, a previsão das vazões que chegam aos reservatórios das hidrelétricas ficou abaixo do esperado

As contas de luz terão bandeira tarifária amarela no mês de março, com custo de R$ 2 a cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos, informou a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) nesta sexta-feira (24).

Segundo a agência, a previsão das vazões que chegam aos reservatórios das hidrelétricas ficou abaixo do esperado, o que levou à indicação de maior geração termelétrica.

No último dia 14, a Aneel aprovou novos valores a serem aplicados nas bandeiras. A amarela passou de R$ 1,50 para R$ 2 a cada 100 kWh consumidos. A vermelha patamar 1 ficou inalterada, em R$ 3 para cada 100 kWh, e a vermelha patamar 2 caiu de R$ 4,50 para R$ 3,50 a cada 100 kWh.

Fonte: Notícias ao minuto.
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País tem quase 13 milhões de desempregados: taxa de 12,6%

A taxa de desocupados continua em alta e fechou o trimestre encerrado em janeiro em 12,6%, um crescimento de 0,8 ponto percentual em relação ao período de agosto a outubro do ano passado, quando estava em 11,8%. Com a alta do último trimestre, o País passou a contabilizar 12,9 milhões de desempregados.

Os dados, divulgados hoje (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua. Esta é a maior taxa de desemprego da série histórica iniciada em 2012 e também o maior número de desempregados da história.

Segundo o IBGE, com a alta do último trimestre, a população desocupada cresceu 7,3% (o equivalente a mais 879 mil pessoas) em relação ao trimestre de agosto a outubro de 2016. Quando comparada ao mesmo trimestre do ano passado, a alta do desemprego no trimestre encerrado em janeiro chegou a 34,3%, o equivalente a mais 3,3 milhões de pessoas desocupadas.

Na comparação com o mesmo trimestre móvel encerrado em janeiro do ano passado, quando o desemprego estava em 9,5%, a taxa cresceu 3,1 ponto percentual. Em relação à população ocupada, atualmente de 89,9 milhões de pessoas, houve estabilidade em relação ao trimestre de agosto a outubro de 2016.

Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, quando o total de ocupados era de 91,6 milhões de pessoas, foi registrado declínio de 1,9% na taxa de desocupação – ou menos 1,7 milhão de pessoas empregadas.

Fonte: Terra.
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Mercado tem 24,3 milhões de trabalhadores subutilizados em 2016

No ano passado, taxa de subutilização da força de trabalho ficou em 20,6%, segundo o IBGE. Nordeste registrou a maior taxa.

A taxa composta da subutilização da força de trabalho (subocupação mais desocupação) no país ficou em 20,6% em 2016 e atingiu 24,3 milhões de pessoas. No quarto trimestre, o índice chegou a 22,2%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Dados da Pnad mostram aumento do desemprego em quase todos os segmentos

A quantidade de trabalhadores nessa condição indica um aumento de 6% em relação ao 3º trimestre de 2016 e de 31,4% frente ao quarto trimestre de 2015.

Entre as regiões analisadas pelo IBGE, a Nordeste registrou a maior taxa, de 33% no último trimestre de 2016, enquanto a menor partiu do Sul do país (13,4%). Entre os estados, a taxa de subutilização bateu 36,2%, a maior, e Sanra Catarina, 9,4%, a menor.

“Os dados mostrados hoje na Pnad Contínua mostram o cenário do mercado de trabalho regional… que a taxa de desocupação subiu em praticamente todos os grupos regionais, em quase todos os estados, em quase todas as regiões metropolitanas. Avançou de forma geral no país. Além da desocupação, o contingente de pessoas subutilizadas também aumentou em todos os recortes de utilização. A subutilização dá força de trabalho também aumentou de forma significativa”, disse Cimar Azeredo, coordenador da pesquisa.

Subocupação

No detalhamento da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), o IBGE também divulgou a “taxa de subocupação por insuficiência de horas trabalhadas e desocupação”, ou seja, o índice relativo às pessoas ocupadas com uma jornada de menos de 40 horas semanais, mas que gostariam de trabalhar em um período maior somadas às pessoas desocupadas).

O índice ficou em 17,2%, depois de chegar a 16,5% no terceiro trimestre e a 13% nos quatro úlitmos meses de 2015.

A maior taxa foi vista no Nordeste (23,9%), e a menor, no Sul (10,9%).

Desocupação e força de trabalho potencial

Outro detalhamento dessa pesquisa diz respeito às pessoas que gostariam de trabalhar, mas não procuraram trabalho, ou que procuraram mas não estavam disponíveis para trabalhar (força de trabalho potencial). Esse índice chamado de “taxa combinada da desocupação de da força de trabalho potencial”, ficou em 17,4%, acima dos 16,8% registrados no trimestre anterior e dos 13,5% apurados no último trimestre de 2015.

Na análise regional, o Nordeste mostrou a maior a taxa, de 24,6%, e o Sul, a menor, 10,2%.

Desocupação em 2016

No quarto trimestre de 2016, a taxa de desocupação no Brasil foi estimada em 12%, conforme o IBGE havia divulgado. O número ficou estável na comparação com o terceiro trimestre de 2016 (11,8%), mas superou os 9% relativos ao quarto trimestre de 2015.

A taxa de desocupação dos jovens de 18 a 24 anos de idade chegou a 25,9%. Já nos grupos de pessoas de 25 a 39 e de 40 a 59 anos de idade, este indicador foi de 11,2% e 6,9%, respectivamente.

“Os jovens estão sentindo mais a crise do que a população adulta. Porque se, normalmente, já é mais complicada essa inserção no mercado de trabalho, em tempos de crise ela é ainda mais complicada. Se o empregador pode escolher, ele geralmente prefere um profissional mais experiente”, afirmou Azeredo.

No quarto trimestre, entre homens, a taxa de desocupação ficou em 10,7% e entre mulheres, em 13,8%.

Por nível de instrução, a taxa de desocupação para o contingente de pessoas com ensino médio incompleto foi de 22% – superior à verificada para os demais níveis. Para o grupo de pessoas com curso superior incompleto, a taxa foi estimada em 13,6%, mais que o dobro da verificada para aqueles com nível superior completo (5,8%).

No último trimestre do ano passado, o percentual de mulheres na população desocupada chegou a 50,3% e a de homens, de 49,7%. Apenas no Nordeste, o percentual de mulheres desocupadas era menor do que o de homens.

Ocupados

Quanto ao número de ocupados no final de 2016, na análise por grupos de idade, 12,7% eram jovens, de 18 a 24 anos, e os adultos, de 25 a 39 anos e 40 a 59 anos de idade, representavam 78,2%. Já os idosos correspondiam a 7,3%.

Entre os ocupados, 28,1% não tinham concluído o ensino fundamental, 53,5% tinham terminado pelo menos o ensino médio e 18,5% tinham concluído o nível superior.

O percentual de pessoas nos níveis de instrução mais baixos, que não tinham concluído o ensino fundamental, era superior nas regiões Norte (36,3%) e Nordeste (37,5%). Já a quantidade de pessoas que tinham completado pelo menos o ensino médio era maior nas regiões Sudeste (62,4%) e Sul (55,6%). A região Sudeste (21,9%) foi a que apresentou o maior percentual de pessoas com nível superior completo, enquanto a região Nordeste teve o menor (12,9%).

De acordo com o IBGE, a população ocupada era composta por 68,6% de empregados, 4,6% de empregadores, 24,5% de pessoas que trabalharam por conta própria e 2,3% de trabalhadores familiares auxiliares.

Rendimento

O rendimento médio de todos os trabalhos foi estimado em R$ 2.043, conforme já divulgado pelo IBGE. Nesta quinta-feira, a pesquisa detalhou que entre as grandes regiões, do terceiro para o quarto trimestre, o valor aumentou no Nordeste (2%). Em relação ao quarto trimestre de 2015, houve estabilidade.

Desocupação de pretos e pardos

As taxas de desocupação das pessoas de cor preta (14,4%) e parda (14,1%) ficaram acima da média nacional no final de 2016, enquanto a dos brancos chegou a 9,5%. No 1º trimestre de 2012, quando a taxa média foi estimada em 7,9%, a dos pretos correspondia a 9,7%; a dos pardos a 9,1% e a dos brancos era 6,6%.

“A população que mais sofre com a desocupação é a preta. Por isso precisamos de políticas de ocupação para essa população e para as mulheres. São populações que têm dificuldades de se inserir no mercado de trabalho.”

Fonte: G1.
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Consumo de combustíveis cai 4,5% em 2016, diz ANP

Foi o segundo ano consecutivo de queda -em 2015, a retração foi de 1,5%

As vendas de combustíveis no país caíram 4,5% em 2016, fechando o ano em 135,4 bilhões de litros.

Foi o segundo ano consecutivo de queda -em 2015, a retração foi de 1,5%.

Os dados fazem parte do balanço anual sobre o mercado de combustíveis, apresentado nesta quinta (17) pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis.

Mais uma vez, o desempenho teve forte influência do mercado de diesel, mais aderente à situação econômica do país.

Em 2016, as vendas de diesel caíram 5,1%, para 54,2 bilhões de litros. As vendas de etanol hidratado -que é vendido nos postos- também apresentaram queda, de 18,3%, para 14,5 bilhões de litros.

Já o consumo de gasolina subiu 4,6%, para 43 bilhões de litros.

As vendas de GNV (gás natural veicular) também apresentaram crescimento, de 3,2 %, chegando a 4,976 milhões de metros cúbicos por dia.

A crise também teve impacto nas vendas de querosene de aviação, que caíram 8%, para 6,765 bilhões de litros.

Ainda segundo os dados da ANP, as vendas de GLP (gás liquefeito de petróleo) aumentaram 1,1%, para 13,398 bilhões de litros.

POLÍTICA DE PREÇOS

A partir de outubro do ano passado, a Petrobras passou a adotar uma nova política de preços dos combustíveis, com avaliação mensal sobre as condições do mercado.

Com a nova política, os preços passaram a ser reajustados pelo menos uma vez por mês. No primeiro ajuste, houve queda na gasolina e no diesel, de 3,2% e 2,7%, respectivamente.

Na última reunião do grupo que estuda o tema, no fim de janeiro, a gasolina caiu 1,4% e o diesel, 5,1%.

ATIVIDADE ECONÔMICA

A atividade econômica brasileira caiu 4,5% em 2016, segundo o indicador IBC-Br, divulgado nesta quinta-feira (16) pelo Banco Central.

Foi o segundo ano seguido de retração na economia brasileira. Analistas de mercado acreditam em um recuo de 3,5% no PIB, dado que será divulgado em março pelo IBGE. Com informações da Folhapress.

Fonte: Notícias ao minuto.
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Governo quer evitar pagamento de tributos de microempresas

Reforma da Previdência enquadraria pequenos empresários no pagamento de tributos

Microempresas enquadradas no Simples Nacional podem ter que pagar tributos da Previdência após a reforma previdenciária, mas o governo quer evitar isso e estuda fórmulas para frear a eventual mudança, segundo informou a colunista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo.

A reforma visa proibir qualquer isenção de tributos previdenciários no Brasil. Caso isso aconteça, cerca de 11 milhões de microempreendedores individuais (MEI) e microempresas que lucram até R$ 3,6 milhões anuais e estão no Simples, podem ser atingidos e em cheio.

Fonte: Notícias ao minuto.
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