Caixa limita de novo o financiamento de imóveis. Veja o que muda

São Paulo – A Caixa reduziu o teto para financiamento de imóveis usados de 70% para 50% em qualquer linha. A nova regra vale para novos pedidos de financiamentos feitos ao banco a partir de segunda-feira (25).

É a terceira vez no ano na qual o banco restringe a tomada de crédito para usados. A primeira havia sido em março, quando a Caixa diminuiu o teto para financiamento de usados de 90% para 80%. Depois, em agosto, novamente restringiu o limite de crédito de 80% para 70%. Agora, a restrição foi mais intensa.

O novo teto vale para financiamentos feitos pelo sistema SAC, o mais usado no banco e no qual as parcelas do financiamento são decrescentes ao longo do tempo. No sistema Price, o teto de financiamento caiu ainda mais: de 60% para 40%.

No caso de compra de imóveis novos, o banco não realizou mudanças. Em todas as linhas, o teto de 80% para financiamento de imóveis novos continua valendo, caso a opção seja pelo sistema SAC. Pela Tabela Price, o teto de 70% para financiamento de imóveis novos também foi mantido.

Segundo o banco, em nota, o financiamento de imóveis novos foi preservado com o objetivo de “manter aquecida à indústria da construção civil do país, responsável por gerar emprego e renda”.

Veja na tabela abaixo como ficam os tetos para financiamento após as novas mudanças anunciadas pela Caixa e quais os valores mínimos exigidos como entrada para três valores de imóveis:
Imóveis usados – SAC
Financiamento    SAC    R$ 300 mil    R$ 500 mil    R$ 800 mil
Antes    70%    R$ 90 mil    R$ 150 mil    R$ 240 mil
Agora    50%    R$ 150 mil    R$ 250 mil    R$ 400 mil
Diferença    +R$ 60 mil    + R$ 100 mil    +R$ 160 mil
Imóveis usados – Price
Financiamento    Price    R$ 300 mil    R$ 500 mil    R$ 800 mil
Antes    60%    R$ 120 mil    R$200 mil    R$ 320 mil
Agora    50%    R$ 150 mil    R$ 250 mil    R$ 400 mil
Diferença    + R$ 30 mil    + R$ 50 mil    + R$ 80 mil

São enquadrados no SFH financiamentos de imóveis de até 750 mil reais nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e no Distrito Federal, e de até 650 mil reais nos outros estados. Já o SFI engloba financiamentos de imóveis de mais de 750 mil reais nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e no Distrito Federal, e de mais de 650 mil reais nos outros estados.

Já a Pró-Cotista financia imóveis novos de até 1,5 milhão de reais em todo o país, imóveis usados de até 950 mil reais em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal, e imóveis usados de até 800 mil reais nos demais estados até o final do ano. Contudo,a linha está suspensa pela Caixa até o ano que vem.

O programa Minha Casa Minha Vida financia imóveis de até 240 mil reais em estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal, para famílias com renda de até 6,5 mil reais.

Conforme as simulações feitas por Marcelo Prata, diretor do site Canal do Crédito, se o mutuário deseja comprar um imóvel de 500 mil reais podia financiar antes da mudança 350 mil reais  pelo sistema SAC e, agora, esse valor caiu para 250 mil reais. Ou seja, a diferença do montante que terá de desembolsar como entrada para a compra do imóvel será de mais 100 mil reais.

Como o valor do financiamento diminui nestes casos, o tomador vai pagar menos no final do financiamento do que se financiasse um percentual maior, já que as taxas de juros cobradas em cada linha continuam as mesmas. Por outro lado, a barreira para quem não tem muito dinheiro para dar como entrada ficou bem maior.
Banco também complicou transações

Mutuários que desejam comprar imóveis usados que ainda tenham parte do valor destes imóveis financiado em outros bancos, fora da Caixa, também podem ter mais dor de cabeça para concluir a operação a partir de agora.

Isso porque a Caixa também deixou de atuar, por tempo indeterminado, como interveniente quitante em financiamentos de imóveis a partir desta segunda (25). Ou seja, o banco não quita mais dívidas contraídas pelo vendedor do imóvel com outros bancos para que o comprador possa financiar o imóvel pelo banco.

Nestes casos, ou o comprador ou o vendedor terão de quitar, com recursos próprios, a dívida com o outro banco. Somente desta forma a Caixa poderá conceder o financiamento ao comprador.
Mutuário pode reclamar

As mudanças só valem para novos pedidos de financiamento, mas mutuários que tiveram prejuízo com a nova mudança anunciada pelo banco podem reclamar das perdas na Justiça. Esse direito vale para quem já havia dado o valor da entrada como sinal para o vendedor do imóvel antes da mudança e não vai conseguir mais dinheiro para obter o restante do crédito no banco, segundo Prata. “Se conseguir comprovar que teve um prejuízo por conta da nova regra, o mutuário pode tentar reaver o valor”.

Neste caso, é indicado documentar por escrito todas as conversas com o gerente nas quais o prejuízo seja comprovado, aconselha.

Para quem já havia iniciado o pedido do crédito no banco, mas não chegou a desembolsar nenhum valor, não há muito o que fazer. “Neste caso, o banco pode dar um prazo para que o processo seja finalizado pela regra antiga. Mas vai depender da instituição financeira”, diz Prata.

Fonte: MSN.
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Maior diamante bruto do mundo é vendido por US$ 53 milhões

Cinquenta e três milhões de dólares, ou pouco mais de 167 milhões de reais. Esse é o preço do maior diamante bruto do mundo, de 1.109 quilates, vendido pela canadense Lucara Diamond para a empresa Graff Diamonds.

As negociações, segundo os novos detentores da pedra preciosa, demoraram um ano. “Nossa equipe de artesãos altamente qualificados trabalhará dia e noite para garantir que façamos justiça a este singular presente da Mãe Natureza”, declarou Laurence Graff, dono da Graff Diamonds.

O diamante, batizado de “Lesedi La Rona” (“Nossa Luz”, na língua tswana), foi encontrado em novembro de 2015 pela Lucara em Botsuana – país africano é o segundo maior produtor do mundo da pedra preciosa, atrás apenas daRússia. Em 2016, a pedra preciosa foi levada a leilão pela Sotheby’s de Londres, mas não encontrou um comprador disposto a pagar 70 milhões de dólares.

Apesar do tamanho impressionante – um pouco menor que uma bola de tênis – e de ser o maior diamante descoberto em mais de 100 anos, o “Lesedi La Rona” não quebra um recorde histórico, ocupado pelo “Cullinan”.  Com 3.016,75 quilates, esse diamante bruto, encontrado em 1905 na África do Sul e transformado em nove pedras para a Coroa britânica, ainda segue como o maior de todos os tempos na sua categoria.

Fonte: MSN.
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Petrobras aumenta gás de cozinha em 6,9% a partir desta terça-feira

A decisão é exclusivamente ao GLP de consumo residencial em botijões de 13 kg e o ajuste anunciado foi aplicado sobre os preços praticados sem incidência de tributos

O preço do gás de cozinha vai subir, em média, 6,9% a partir desta terça-feira (26), informou a Petrobras. A companhia disse que está repassando a variação de preços do mercado internacional apresentada ao longo de agosto.

Segundo comunicado, a decisão aplica-se exclusivamente ao GLP de consumo residencial em botijões de 13 kg e o ajuste anunciado foi aplicado sobre os preços praticados sem incidência de tributos.

“Considerando que o mercado de GLP ao longo do mês de agosto continuou mostrando-se pressionado por baixos estoques e que a proximidade do inverno no Hemisfério Norte aumenta a demanda pelo produto, o Grupo Executivo de Mercado e Preços da Petrobras decidiu por um reajuste de 6,9%, em média.”

Se for integralmente repassado aos preços ao consumidor, a companhia estima que o preço do botijão de GLP P-13 pode ser reajustado, em média, em 2,6% ou cerca de R$ 1,55 por botijão, isso se forem mantidas as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos.

Fonte: O Tempo.
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Petrobras reduz preços da gasolina em 0,3% e do diesel em 0,4%

Novas tarifas entram em vigor na terça-feira (26)

A Petrobras anuncia redução dos preços nas refinarias da gasolina a partir desta terça-feira, dia 26, em 0,3%, e do diesel em 0,4%. A nova política de revisão de preços foi divulgada pela estatal petroleira no dia 30 de junho. Com o novo modelo, a Petrobras espera acompanhar as condições do mercado e enfrentar a concorrência de importadores.

Em vez de esperar um mês para ajustar seus preços, a Petrobras atualmente avalia todas as condições do mercado para se adaptar, o que pode acontecer diariamente. Além da concorrência, na decisão de revisão de preços, pesam as informações sobre o câmbio e as cotações internacionais.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Conab faz novos leilões e mantém apoio a escoamento de 397 mil toneladas de milho em MT

Mais duas operações de incentivo ao escoamento de milho do Centro-Oeste foram realizadas esta semana pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O apoio total negociado refere-se a 397,6 mil toneladas do produto.

O leilão de Prêmio para o Escoamento (PEP) realizado nesta quinta-feira (21) comercializou subvenção para 72 mil t de milho, ou seja, 100% do total ofertado. No caso do Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural (Pepro), a Conab ofereceu prêmio para escoamento de 428 mil t e negociou 76%, equivalentes a 325,6 mil t. O estado contemplado nessas duas negociações foi o Mato Grosso.

Desde abril deste ano, o governo federal realizou 17 leilões de PEP e 17 de Pepro. O total ofertado para o PEP foi para 3,95 milhões de toneladas, onde foram negociadas 1,93 milhão de t. Já para o Pepro, a quantidade total ofertada foi para 9,92 milhões, com apoio negociado para 7,2 milhões de toneladas.

As operações foram autorizadas pela Portaria Interministerial MF/MP/MAPA nº 800, de abril de 2017, até o limite de R$ 500 milhões, com o objetivo de garantir preço ao produtor de milho e incentivar o escoamento do excedente de produção para os grandes centros consumidores. O valor máximo do prêmio de cada operação é calculado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), seguindo a fórmula do valor do preço mínimo menos o valor médio de mercado no estado ou região de produção.

Uma ampla oferta mundial do produto, tanto internacional quanto nacional, fez com que o preço do milho caísse abaixo do mínimo fixado pelo governo federal no Centro-Oeste. Somadas a primeira e a segunda safra, a produção brasileira de milho atingirá o recorde histórico de 97,7 milhões de t na safra 16/17, gerando a perspectiva de um estoque de passagem muito elevado. De acordo com a área de Gestão da Oferta da Conab, tal cenário impactou diretamente na questão dos preços pois a demanda, mesmo com exportação, permaneceu inferior à oferta. O panorama internacional também é de abastecimento, com mais de 1 bi de t de milho produzido no mundo na safra 16/17.

O esforço conjunto da Conab e do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) permitiu a adoção de ações tempestivas de sustentação de preço. Por meio das operações de PEP e Pepro, o governo federal está destravando negociações, dando fluxo à comercialização e garantindo a rentabilidade do produtor rural na região Centro-Oeste.
Agronotícias
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Temer diz que não pensa em privatizar Petrobrás

A Petrobrás tem uma “simbologia muito forte para o Brasil” e não se pensa em privatizar a petroleira, diferentemente do que está acontecendo com a estatal do setor elétrico Eletrobrás, disse o presidente Michel Temer durante evento da Reuters, em Nova York, nesta quarta-feira, 20.

“A Petrobrás tem uma simbologia muito forte para o Brasil, fortíssima. É uma coisa do tipo a soberania nacional se expressa por meio da Petrobras. É uma coisa muito forte. Não se pensa naturalmente em privatizar a Petrobrás, mas abrimos a Petrobrás para a iniciativa privada”, disse o presidente.

Temer referiu-se à lei aprovada pelo Congresso que permite à empresa escolher se participa ou não de todos os leilões de áreas do pré-sal, e aproveitou para elogiar o processo de privatização da Eletrobrás.

“Veja, foi um gesto importante, até ousado, que tivemos quando resolvemos abrir a maioria do capital da Eletrobrás para a iniciativa privada”, disse, ressaltando que as ações da empresa teriam se valorizado mais de 40% depois do anúncio.

O governo pretende ver o processo concluído até o final do primeiro semestre de 2018. Mais cedo, o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, disse à Reuters que na próxima semana deve finalizar a modelagem do processo de privatização.

Ciclo de reformas. Depois de uma longa introdução em que apresentou as principais realizações do seu governo e as reformas já feitas, Temer afirmou que ainda não concluiu o que precisa ser feito.

“O ciclo reformista não terminou. Precisamos ajustar o sistema previdenciário. Temos um déficit muito grande e uma diferenciação entre os aposentados do setor público e do setor privado”, disse. “É uma reforma mais complicada, mas o Congresso está se sensibilizando para essa reforma e a população está passando a entender sua necessidade.”

Temer disse ainda que o governo termina os estudos para uma simplificação tributária, mas que está não será uma reforma que afetará a carga tributária no país, mas apenas a questão da burocracia. Uma redução da carga, admitiu, pode não ser feita em seu governo.

“Eu tenho falado de simplificação tributária porque muitas vezes se reclama da carga tributária, mas no Brasil as coisas têm que ser feitas aos poucos. Então estou falando de burocracia”, disse, durante entrevista ao editor-chefe global da Reuters, Steve Adler, no evento Reuters Newsmaker, em Nova York.

Fonte: MSN.
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‘País tem de se diversificar para superar crise’, diz economista

Criador do conceito Bric defende investimentos públicos em infraestrutura

Para o economista britânico Jim O’Neill, criador do conceito Bric – o grupo de economias formado por Brasil, Rússia, Índia e China (a África do Sul seria incluída depois) -, o Brasil precisa parar de contar com ciclos de commodities para crescer e deve diversificar sua economia o mais rápido possível. Ele defende que a política de corte de gastos do governo brasileiro deve ser acompanhada pelo aumento dos investimentos públicos para melhorar a infraestrutura. Apesar dos desempenhos negativos das economias brasileira e russa nos últimos anos, O’Neill manteria os mesmos países no grupo. A seguir, os principais trechos da entrevista.

Com a crise no Brasil e na Rússia, o conceito de Bric ainda faz sentido? O sr. continua apostando nesses países como economias com potencial?

Sim, se tivesse de criar a sigla hoje, seria exatamente com Brasil, Rússia, Índia e China. Os dois últimos foram os que tiveram uma performance mais parecida com as minhas expectativas nos últimos 16 anos. Brasil e Rússia foram os que mais sofreram com os ciclos de commodities, mas são economias que ainda têm muito potencial, especialmente a brasileira. Um outro país emergente que eu incluiria no grupo e que deve se aproximar dos outros nos próximos 10 ou 20 anos é a Indonésia.

O que o grave caso de corrupção envolvendo a Petrobrás e seu impacto na economia brasileira têm a dizer sobre o País?

Uma das origens do problema é que o Brasil parece continuar sofrendo da chamada “doença holandesa”, em que a produção e os preços de commodities, como o petróleo, e os preços de companhias ligadas a esses produtos têm um peso grande demais na economia. Para aumentar o grau de imunidade a crises, o Brasil precisa tentar reduzir essa exposição ao ciclo de commodities e a importância de poucas grandes empresas em sua economia. Não é uma questão apenas da economia brasileira, ocorre em muitos outros países, mas o Brasil, com uma população tão grande, tem mais condições de se diversificar.

Como resolver essa equação?

Os políticos brasileiros precisam entender a importância de fazer o País parar de ser tão dependente de commodities. Tem de ser um projeto nacional. Alguns outros emergentes, como a Índia, se beneficiam bastante quando o preço desses produtos no mercado internacional sobe, mas não sofrem tanto quanto o Brasil quando eles caem. O Brasil precisa ser mais resistente e só vai conseguir isso se tiver uma economia diversificada.

As empresas também têm um papel importante na construção de uma economia mais sólida?

Sim. As empresas precisam parar de pensar apenas em seus resultados trimestrais e na remuneração dos seus executivos. Nos últimos 20 anos, muitas companhias, de diferentes partes do mundo, praticamente transformaram o capitalismo em um jogo, em que, independentemente do que acontece no mercado, elas manipulam seus balanços para mostrar resultados positivos e ganhar mais. É preciso pensar na sustentabilidade dos setores.

O Estado brasileiro é muito maior do que deveria ser?

Nas economias de sucesso, os investimentos do setor privado em negócios são fortemente incentivados. Se o governo tem espaço para investir, não deve confundir o aumento dos gastos correntes com aumento dos investimentos. O Brasil deveria pensar com mais cuidado na diferença entre gasto e investimento público.

O corte de gastos públicos é impositivo em tempos de crise?

O Brasil ainda gasta demais em atividades que não geram investimentos em infraestrutura. O ideal seria cortar os gastos públicos, o que o governo brasileiro anunciou que está fazendo, e aumentar investimentos. Os países que conseguem articular essa iniciativa, mesmo em tempos de crise, conseguem atrair investimentos.

Por que alguns países europeus que implementaram uma agenda de austeridade demoraram a sair da crise?

Porque o aperto da política fiscal gera dois efeitos: queda da inflação, pela diminuição da demanda, e força a competitividade. Se olharmos para outros países em crise, como Portugal e Espanha, eles tiveram recuperação mais robusta. A Grécia é um ponto fora da curva, na minha opinião, por não ter conseguido elevar a competitividade de suas empresas e, talvez, ter cortado gastos demais.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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China já investiu R$ 60 bi na compra de empresas no Brasil desde 2015

No ano passado, os chineses aplicaram R$ 23,96 bilhões na compra de ativos no Brasil, quase 80% a mais que os R$ 13,4 bilhões injetados pelos americanos

De cada R$ 10 que entraram no País para comprar uma empresa ou um ativo nacional nos últimos 30 meses encerrados em junho, R$ 3 vieram da China. O avanço dos chineses sobre o Brasil nesse período chegou a R$ 60 bilhões e, com um fôlego extra nos últimos meses, eles se tornaram os maiores investidores estrangeiros em fusões e aquisições, ultrapassando os americanos.

No ano passado, os chineses aplicaram R$ 23,96 bilhões na compra de ativos no Brasil, quase 80% a mais que os R$ 13,4 bilhões injetados pelos americanos. No primeiro semestre de 2017, a tendência se repetiu: R$ 17,8 bilhões dos orientais e R$ 12,3 bilhões dos ocidentais, segundo dados da TTR.

Para executivos de bancos, o movimento chinês em 2017 será tão ou mais intenso que no ano passado. “Nada indica uma diminuição do apetite deles por investimento no Brasil. Eles devem continuar como atores relevantes em 2017 e 2018”, afirma Bruno Amaral, sócio do BTG.

“Temos mais consultas (de investidores chineses) neste ano que em 2016”, diz o diretor da área de banco de investimentos do Itaú BBA, Roderick Greenlees. O vice-presidente do Santander, Jean Pierre Dupui, conta que, neste ano, o banco está com seis grandes negociações que envolvem chineses, enquanto, em 2016, foram duas. “Devem ter negócios para acontecer nos setores de comida e bebida, commodities e imobiliário”, acrescenta.

Apesar de a maioria das transações fechadas pelos orientais se concentrar em energia – 97% do volume aportado no primeiro semestre de 2017 -, já há indícios de uma diversificação nos segmentos econômicos. Infraestrutura, por exemplo, é um dos setores que devem voltar a ganhar espaço. Em 2011, 33% dos recursos envolvidos nas operações foram para essa área, mas, depois, esse número recuou e chegou a 2% no ano passado, segundo a A.T. Kearney. Um exemplo da retomada dos chineses em infraestrutura foi a aquisição de 90% do Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP), anunciada na semana passada pela estatal China Merchants Port Holding (CMPorts), por R$ 2,9 bilhões.

“Vemos os investimentos chineses acontecendo em ondas. Primeiro, eles entraram em recursos naturais, depois energia e agora infraestrutura, principalmente portos e aeroportos”, diz Greenlees.

Segundo o presidente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-China, Charles Tang, os chineses pretendem crescer nos setores financeiro, de saneamento e ainda mais no energético. “Temos uma empresa que nos pediu para ver a possibilidade de o governo fazer um leilão de energia de lixo.” Uma fabricante de cabos para transmissão de energia também analisa o País, diz Tang.

Nova política

Diante do enorme fluxo de capital deixando a China rumo a outros países, o governo chinês divulgou, em agosto, novas diretrizes que desestimulam investimento no exterior. A medida, entretanto, não deverá causar uma inversão no fluxo de recursos para o Brasil – aportes em setores como infraestrutura e energia continuarão sendo estimulados pelo governo daquele país.

O governo de Xi Jinping já havia anunciado, no fim de 2016, que não incentivaria mais investimentos em alguns segmentos no exterior, o que resultou em uma queda de 44%, para US$ 57,2 bilhões, no volume aportado globalmente pelas empresas do país nos sete primeiros meses de 2017, excluindo o setor financeiro. Agora, em agosto, o governo especificou que serão desestimulados os investimentos nas áreas imobiliária, hoteleira, cinematográfica, de entretenimento e em equipes esportivas. Nos últimos anos, os chineses haviam comprado participações em empresas como o Cirque du Soleil, as redes hoteleiras Hilton e Club Med e os times de futebol Atlético de Madrid, Inter de Milão e Milan.

No Brasil, entretanto, quase não foram aplicados recursos nesses segmentos e um indicativo de que os investimentos continuam são as transações de fusões e aquisições realizadas no primeiro semestre de 2017 no País: o volume de capital envolvido nelas representa 74% do total do ano passado.

“O que acontece agora é que o governo chinês quer centralizar os investimento em áreas que considera estratégicas. No Brasil, os aportes tradicionalmente já são nesses setores. O fluxo (de recursos) deve continuar em energia e óleo e gás, por exemplo”, diz Alessandro Zema, responsável pela área de banco de investimento do Morgan Stanley.

Parceiros

O presidente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-China, Charles Tang, reforça que os chineses continuarão no País. “Para infraestrutura, não tem restrição (do governo)”, diz. “O Brasil é um importante parceiro porque fornece produtos estratégicos, como minérios e alimentos, para a China garantir seu crescimento sustentável”, acrescenta.

Uma diversificação maior do perfil das empresas adquiridas pelos orientais, como começava a aparecer, porém, pode acabar não ocorrendo por aqui. Pouco mais de um mês antes de o governo chinês anunciar as novas diretrizes, a chinesa Fosun, que tem forte atuação nos setores financeiro e de entretenimento, havia comprado seu primeiro empreendimento imobiliário no Brasil – uma torre corporativa em São Paulo.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Governo reduz corte e libera R$ 1 bilhão para universidades

Em março, o contingenciamento anunciado pelo governo federal atingiu R$ 3,6 bilhões de despesas diretas do MEC.

O Ministério da Educação (MEC) anunciou nesta quarta-feira (6) uma nova diminuição do contingenciamento de verbas para universidades e institutos federais. Junto com a mudança nos percentuais, o governo federal liberou R$ 1 bilhão. Com a mudança, agora o limite do custeio passou de 75% para 80% do orçamento previsto. E o de capital passou de 45% para 50%. “Custeio” é o nome dado ao recurso utilizado para a manutenção, enquanto a verba de “investimento” ou “capital” é aquela para adquirir equipamentos e fazer investimentos em estrutura.

Em março, o governo Temer anunciou o contingencimento de R$ 3,6 bilhões de despesas diretas do MEC. Isso refletiu, entre outros pontos, em uma diminuição de R$ 249 milhões na verba repassada para as instituições federais no primeiro semestre.

Antes do anúncio desta quarta, a previsão era de que o dinheiro para o custeio das instituições durasse só até setembro: sem dinheiro, universidades federais anunciaram demissão de terceirizados, redução de consumo, corte de bolsas e paralisação de obras (veja aqui a situação nos estados).

Orçamento previsto: 85% e 60%

Para cumprir o Orçamento desenhado para 2017, o MEC precisa diminuir ainda mais o limite de empenho até alcançar 85% de custeio e de 60% para despesas de capital. O “custeio” das universidades representa os gastos como contas de luz, água, manutenção e pagamento de funcionários terceirizados. Por lei, não são despesas obrigatórias para o governo e, por isso, estão sujeitas a cortes, caso haja contingenciamento. Também pode sofrer cortes a verba de despesas de “capital”, ou “expansão e reestruturação”, ou seja, as obras realizadas nos prédios das instituições.

De acordo com a pasta, já foram liberados neste ano R$ 5.138,4 milhões para as universidades federais em limite para empenho do orçamento, sendo R$ 4.551,6 bilhões para atendimento de despesas de custeio e R$ 586,8 milhões para as despesas de investimento, incluindo fonte própria (R$ 488,1 milhões).

Do R$ 1 bilhão anunciados nesta quarta, R$ 558,69 milhões são referentes a recursos financeiros discricionários e R$ 449,6 milhões a uma liberação de limite para empenho do orçamento. Ao todo, as universidades federais receberão R$ 718 milhões. Já os institutos federais, do R$ 1 bilhão liberado hoje, serão contemplados com R$ 290,3 milhões. O MEC afirma que, desde o início do ano de 2017, já repassou para as Instituições Federais de Ensino R$ 5,27 bilhões em recursos financeiros e R$ 7,1 bilhões de limite para empenho do orçamento, ambos discricionários.

Em nota, o MEC diz que a atual gestão assumiu a pasta em maio de 2016 com corte no orçamento da Educação de R$ 6,4 bilhões e conseguiu retomar R$ 4,7 bilhões, o que garantiu a normalização dos empenhos, da regularização dos repasses financeiros e da retomada de obras em universidades e institutos federais do País.

“Conseguimos concluir o ano passado com 100% do orçamento de custeio liberado. O que não acontecia há dois anos. Nosso compromisso é continuar assegurando um bom funcionamento para as universidades e institutos federais do país”, afirmou, em nota, o ministro da Educação Mendonça Filho.

O MEC anunciou ter informado a Andifes que o orçamento de custeio para as Universidades Federais está assegurado em 100% do que foi previsto na Lei Orçamentária Anual de 2017.

Fonte: ORMNews.
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Petrobrás vai reajustar gasolina em 2,6% neste sábado

Nesta fase, serão depositados mais de 2,7 bilhões de reais para cerca de 2,257 milhões de contribuintes
IR: Abre hoje consulta ao 4º lote de restituições

Gasolina 2: A nova política de revisão de preços foi divulgada pela petroleira no dia 30 de junho. © Tiago Queiroz/Estadão A nova política de revisão de preços foi divulgada pela petroleira no dia 30 de junho.

A Petrobras aumentará o preço da gasolina nas refinarias em 2,6% e o diesel em 1,5% a partir de sábado, 9.

A nova política de revisão de preços foi divulgada pela petroleira no dia 30 de junho. Com o novo modelo, a Petrobras espera acompanhar as condições do mercado e enfrentar a concorrência de importadores.

Em vez de esperar um mês para ajustar seus preços, a Petrobras agora avalia todas as condições do mercado para se adaptar, o que pode acontecer diariamente.

Além da concorrência, na decisão de revisão de preços, pesam as informações sobre o câmbio e as cotações internacionais.

Fonte: MSN/ESTADÃO.
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