Grupo do Paraguai iniciará obra de usina de etanol em Sinop em 2018

Investimento será de R$ 500 milhões.

(Foto Colheita milho divulgação)- Com investimento de R$ 500 milhões, a Indústria Paraguaya de Alcoholes S.A. (INPASA) iniciará as obras da primeira usina de etanol de milho de Sinop em fevereiro de 2018. A previsão do grupo paraguaio é que o empreendimento esteja em pleno funcionamento em no máximo dois anos. A informação foi dada pelos próprios empreendedores para a prefeita de Sinop, Rosana Martinelli (PR-MT), nesta quinta-feira, 09 de novembro.

Prefeita Sinop e grupo paraguai usina etanol
Prefeita Sinop e grupo paraguai usina etanol

A Indústria Paraguaya de Alcoholes S.A. (INPASA) é uma empresa de capital aberto. O investimento da empresa paraguaia em Sinop já havia sido comentado pelo Mato Grosso Agro recentemente (veja aqui). A Inpasa é hoje a maior produtora de etanol de milho da América Latina. Ela localizada no município de Nueva Esperanza no estado de Canindeyú ao leste do Paraguai e iniciou suas operações em 2008 e hoje produz 12 milhões de litros de etanol por mês proveniente de milho e cana-de-açúcar.

Em reunião com a prefeita de Sinop, nesta quinta-feira pela manhã, o grupo paraguaio destacou que a obra deverá gerar em torno de três mil empregos (diretos e indiretos).

Segundo o diretor-presidente da INPASA, José Odvar Lopes, a usina em Sinop é a primeira do grupo a ser instalada no Brasil. O empreendimento irá produzir entre 1,2 milhões e 1,4 milhões de litros de etanol de milho por dia, moendo 3 mil toneladas de cereal por dia. No ano o consumo de milho para produzir etanol deverá ser entre 800 mil toneladas e 1 milhão de toneladas.

“Nós fizemos toda uma sondagem de Sinop. Muitas cidades querem nosso investimento, mas Sinop se destacou na logística, crescimento e infraestrutura”, disse o diretor-presidente da INPASA, José Odvar Lopes, durante a reunião.

A usina será construída na região do Alto da Glória em Sinop e, de acordo com a prefeitura Rosana Martinelli, “Já conversamos com a Odebrecht para que seja construída uma passarela elevada em frente à escola para garantir a segurança dos alunos. O fluxo de caminhões operando durante o ápice da obra pode chegar até 300 por dia. Queremos que eles façam a parte deles, mas também precisamos fazer a nossa lição de casa”.

Os contatos entre a Prefeitura de Sinop e o grupo paraguaio tiveram início em fevereiro de 2017.

Essa será a segunda usina em solo mato-grossense a produzir 100% de etanol a partir do milho. Em agosto foi inaugurada a FS Bioenergia em Lucas do Rio Verde, unidade fabril criada a partir da joint venture entre a brasileira Fiagril e a norte-americana Summit Agricultural Group e que recebeu R$ 450 milhões em investimentos.

Por: Viviane Petroli -Mato Grosso Agro

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Falta trabalho para 26,8 milhões de pessoas no país, aponta IBGE

Número corresponde ao terceiro trimestre enquanto, no segundo, eram 26,3 milhões nessa condição
Emprego: dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) trimestral (Foto Reinaldo Canato/VEJA.com)
A taxa composta de subutilização da força de trabalho passou de 23,8% no segundo trimestre de 2017 para 23,9% no terceiro trimestre, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) trimestral, divulgados nesta sexta-feira, 17, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado equivale a dizer que faltava trabalho para 26,8 milhões de pessoas no País no terceiro trimestre. No segundo trimestre, eram 26,3 milhões nessa condição. No terceiro trimestre do ano passado, a taxa de subutilização da força de trabalho estava em 21,2%.

O indicador inclui a taxa de desocupação, a taxa de subocupação por insuficiência de horas e a taxa da força de trabalho potencial, pessoas que não estão em busca de emprego, mas estariam disponíveis para trabalhar.

A taxa combinada de subocupação por insuficiência de horas trabalhadas e desocupação foi de 18,5% no terceiro trimestre de 2017. No trimestre imediatamente anterior, o indicador tinha ficado em 18,6%.

O indicador inclui as pessoas ocupadas com uma jornada inferior a 40 horas semanais que gostariam de trabalhar por um período maior, somadas às pessoas desocupadas.

Já a taxa combinada da desocupação e da força de trabalho potencial foi de 18,3% no terceiro trimestre de 2017, abaixo dos 18,5% registrados no segundo trimestre do ano anterior.
Estadão Por Vinicius Neder
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Cédulas de dinheiro poderão ter prazo de validade

Começou a tramitar no senado o projeto de lei 435/2017, que prevê que as cédulas de dinheiro passarão a ter prazo de validade. Se aprovada, a nova lei determinará até quando uma nota de Real ainda terá algum valor monetário.

Segundo o autor do projeto, o senador Sérgio Petecão, do PSD-AC, o objetivo do projeto é evitar que o “entesouramento” de dinheiro, fazendo com que nas cédulas não fiquem guardadas em casa. O senador acredita que a proposta irá estimular a circulação de dinheiro e movimentar a economia.

A proposta está aberta a consulta pública pela internet.

Fonte: DOL.
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Chineses investem R$ 35,3 bilhões no Brasil e há mais à vista

A onda de investimentos não deve ser afetada pelas eleições presidenciais

A China está cada vez mais forte no mercado brasileiro. Um estudo da Dealogic aponta que os investimentos de empresários chineses no país, de janeiro a outubro deste ano, movimentaram, pelo menos, US$ 10,84 bilhões (cerca de R$ 35,3 bilhões). Quando consideradas as compras feitas por empresas chinesas no Brasil, os números também apontam crescimento: em 2016, foram seis aquisições; neste ano, já foram 17.

A onda de investimentos não deve ser afetada pelas eleições presidenciais. Os analistas ainda prevêem que uma segunda leva de investimentos chineses ocorra em 2018. Tal análise é embasada no fato de pelo menos dez grandes marcas estarem em processo de chegada no país. As principais áreas de atuação são: energias renováveis, ferrovias, portos, mineração e papel e celulose, listou Daniel Lau, sócio-diretor da KPMG, à Folha de São Paulo.

Conforme Lau, esta entrada começou a ser analisada pelos chineses em 2012 e já está avançada. “Hoje, as perguntas que nos fazem não são mais básicas, já conhecem os entraves regulatórios, as diferenças fiscais dos Estados, os atrativos de cada região”, detalhou.

A expectativa é que empresas ligadas a transportes entrem no mercado ainda no primeiro semestre de 2018, de olho nos de leilões do PPI (Programa de Parcerias de Investimentos), como o do Ferrogrão. Sócio do banco Modal, Eduardo Centola estimou ao jornal que, em seguida, virão empresários que atuam em saúde, logística, agronegócio e telecomunicações.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Petrobras reajusta gás de cozinha em 4,5%, em média, a partir de 5/11

A Petrobras informou nesta sexta-feira, 3, que vai aumentar o preço do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) para uso residencial, o gás de cozinha, de botijões de até 13 kg (P-13) em 4,5%, em média, a partir da zero hora do próximo domingo (05/11).

De acordo com a estatal, o reajuste foi causado principalmente pela alta das cotações do produto nos mercados internacionais, influenciada pela conjuntura externa e pela proximidade do inverno no Hemisfério Norte. A variação do câmbio também contribuiu, destacou a companhia em nota.

“Como a lei brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, as revisões feitas nas refinarias podem ou não se refletir no preço final ao consumidor. Isso dependerá de repasses feitos especialmente por distribuidoras e revendedores”, explicou.

O ajuste anunciado foi aplicado sobre os preços praticados sem incidência de tributos. Se for integralmente repassado ao consumidor, a companhia estima que o preço do botijão de 13 kg pode ser reajustado, em média, em 2%, ou cerca de R$ 1,21, “isso se forem mantidas as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos”, destacou.

O último reajuste do gás de cozinha ocorreu em 11 de outubro deste ano. Na última quarta-feira (01/11), a companhia elevou o preço do GLP industrial em 6,5%.
Por: AFP – Agence France-Presse
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Desemprego recua para 12,4% em setembro, a menor taxa do ano

Em setembro, a população desocupada foi registrada entre 13 milhões de pessoas.

O desemprego ficou em 12,4% no trimestre encerrado em setembro – a menor taxa do ano, segundo dados da Pnad Contínua, divulgados nesta terça-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em relação ao trimestre anterior, de abril a junho, quando o índice ficou em 13%, a queda foi de 0,6 ponto percentual. Já na comparação com o mesmo trimestre de 2016, quando a taxa chegou a 11,8%, houve alta, também de 0,6 ponto percentual.

Taxa de desocupação no trimestre
Índice (em %) é o menor do ano
13,713,713,613,613,313,3131312,812,812,612,612,412,4Jan-Fev-MarFev-Mar-AbrMar-Abr-MaiAbr-Mai-JunMai-Jun-JulJun-Jul-AgoJul-Ago-Set02,557,51012,515
Fonte: IBGE

“O mercado de trabalho não está estático. Ele está se movimentando. Ainda não podemos dizer se essa movimentação é favorável ou não favorável. A gente tem um ponto favorável que é o aumento da ocupação, o aumento da massa de rendimento, mas no lado negativo temos a informalidade crescendo acima da população ocupada e você não vê movimentação alguma na carteira de trabalho”, disse Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE.

Em setembro, a população desocupada foi registrada entre 13 milhões de pessoas. O número representa uma queda de 3,9% em relação ao trimestre anterior. Frente ao mesmo trimestre do ano anterior, o número de desocupados subiu 7,8%.

A maior queda partiu dos trabalhadores das áreas de agricultura e (menos 400 mil pessoas) e construção (menos 268 mil pessoas).

Com a queda do desemprego, a população ocupada aumentou e chegou a 91,3 milhões, uma alta de 1,2% em relação ao trimestre anterior e de 1,6% sobre 2016. Mesmo assim, o número de empregados com carteira de trabalho assinada ficou estável em 33,3 milhões na comparação com o trimestre de abril a junho. Já na comparação com o mesmo período do ano passado, o número caiu 2,4%, ou seja, cerca de 800 mil pessoas perderam o registro na carteira.

“O que tem elevado a taxa de ocupação é o emprego sem carteira e é o trabalhador por conta própria, que indicam a informalidade. Ou seja, é positiva a queda da desocupação, mas ela se dá pela criação de postos de trabalho com menor qualidade”, afirmou Azeredo.

Segundo os grupamentos de atividade, aumentou o número de ocupados nos ramos de alojamento e alimentação (mais 175 mil pessoas), informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (mais 241 mil pessoas) e administração pública (mais 249 mil pessoas).

Conta própria

Apesar dessa leve queda do desemprego, o número de trabalhadores por conta própria segue aumentando. No trimestre de julho a setembro, esse grupo chegou a 22,9 milhões: um crescimento de 1,8% sobre o trimestre anterior e de quase 5% em relação a 2016.

A quantidade de empregadores, 4,2 milhões, ficou praticamente igual em relação aos trimestres anteriores. A categoria dos trabalhadores domésticos também não teve alteração e foi estimada em 6,2 milhões de pessoas.

Rendimento

O rendimento médio de quem está empregado ficou estabilizado em R$ 2.115 tanto em relação ao trimestre anterior quanto ao mesmo período do ano passado. Em relação ao trimestre de julho a setembro de 2016, a renda entre os trabalhores de agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura cresceu aproximadamente 8%.

Destaques da Pnad de setembro:

O desemprego ficou em 12,6% no trimestre encerrado em agosto; o país tinha 13,1 milhões de desempregados, uma queda de 4,8% em relação ao trimestre terminado em maio.

Houve aumento de 9,1% frente ao mesmo trimestre do ano anterior, com 1,1 milhão de desempregados a mais.

No trimestre terminado em agosto, o Brasil tinha 91,1 milhões de pessoas ocupadas. Na comparação com maio deste ano, 1,4 milhão de pessoas a mais estavam ocupadas (1,5%). Em relação a agosto do ano passado, o contingente aumentou em 1 milhão de pessoas (1%).

Em relação à carteira de trabalho assinada, em setembro o contingente de trabalhadores nesta condição atingiu o menor patamar da série histórica da pesquisa, 33,3 milhões.

“Isso acontece no momento em que, em tese, o mercado de trabalho está reagindo”, destacou o pesquisador.

[10:16, 31/10/2017] Daniel G1 Rio: Ele alertou para possíveis impactos que a redução de postos de carteira de trabalho pode provocar na economia. “Carteira de trabalho assinada é garantia para a concessão de crédito, por exemplo

O número de empregados sem carteira assinada cresceu em 2,7% na comparação com maio e 5,4% na comparação com agosto do ano passado.

Fonte: G1.
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Temer sobre leilões do pré-sal: ‘Brasil mostra que atrai interesse’

“Leilão do pré-sal: R$ 6,15 bilhões em arrecadação, mais investimentos e empregos para o povo brasileiro”, escreveu o presidente no Twitter

O presidente Michel Temer usou as redes sociais para comemorar o resultado do leilão da Agência Nacional de Petróleo (ANP) das 2ª e 3ª Rodadas de Partilha de Produção do pré-sal. “Leilão do pré-sal: R$ 6,15 bilhões em arrecadação, mais investimentos e empregos para o povo brasileiro”, escreveu o presidente. Temer disse ainda que depois de quatro anos sem leilões do pré-sal, “o Brasil mostra que atrai interesse de grandes empresas e entra em novo ciclo de crescimento”. “Esforço do governo para tornar regras mais claras fez desta sexta-feira um dia histórico. O Brasil voltou!”, completou.

Temer acompanhou o desenrolar do imbróglio judicial envolvendo a liminar e recurso em torno do leilão do pré-sal e foi informado pela ministra da Advocacia-Geral da União (AGU), Grace Mendonça, que o governo havia conseguido garantir a realização do leilão. A ministra foi nesta sexta-feira, 27, ao gabinete do TRF1, em Brasília, conversar com o desembargador Hilton Queiroz e apresentar os argumentos da AGU para garantir a realização do leilão. Assim que a decisão que derrubou a liminar foi assinada ela telefonou para o presidente.

Segundo fontes do Planalto, Temer também foi informado do andamento do caso pelo subchefe de Assuntos Jurídicos da Casa Civil, Gustavo do Vale Rocha. Advogado de confiança do presidente, Rocha também esteve no TRF1 para acompanhar extraoficialmente a situação.

Leilão

Com a liminar suspensa, o leilão gerou ao governo uma arrecadação de R$ 6,15 bilhões. Duas áreas não foram vendidas, o que reduziu em R$ 1,6 bilhão o valor previsto (R$ 7,75 bilhões).

A Petrobras e a Shell foram as petroleiras que mais compraram no leilão, e venceram em parceria a disputa pelo campo no entorno de Sapinhoá, na Bacia de Santos. No total, sete empresas venceram a 2ª Rodada e seis a 3ª Rodada.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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País cria 34,4 mil vagas com carteira assinada em setembro

O resultado é o sexto aumento consecutivo neste ano, segundo o governo, e o melhor resultado para o mês desde 2014

O Brasil criou 34,4 mil vagas de empregos formais em setembro, de acordo com dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulgados nesta quinta-feira (19) pelo Ministério do Trabalho.

O resultado é o sexto aumento consecutivo neste ano, segundo o governo, e o melhor resultado para o mês desde 2014, quando as contratações superaram as demissões em 123,8 mil vagas. Em 2015 e 2016, o país demitiu mais do que contratou trabalhadores formais em setembro.

Mesmo com os últimos saldos positivos, o resultado acumulado em 12 meses está negativo em 466,6 mil postos de trabalho. No acumulado de janeiro a setembro deste ano, foram criadas 208,9 mil novas vagas de trabalho. Com informações da Folhapress.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Ministério da Fazenda autoriza aumento das tarifas de serviços dos Correios

O Ministério da Fazenda autorizou, pela segunda vez este ano, o aumento das tarifas cobradas pelos Correios. Na edição desta quarta (18) do Diário Oficial da União, o governo autoriza o reajuste “sob forma de recomposição” das tarifas dos serviços postais e telegráficos nacionais e internacionais. O reajuste ocorre em duas parcelas: a primeira de 6,121% será por prazo indeterminado e a segunda, de 4,094% vai vigorar por 64 meses. As informações são da Agência Brasil.
A revisão das tarifas ainda depende de publicação de aprovação pelo Ministério das Comunicações, de acordo com o Diário Oficial. Com o aumento, a carta comercial de até 20 gramas passará a custar R$ 1,83. Anteriormente, o valor era R$ 1,23.

Em abril, o Ministério da Fazenda havia autorizado aumento de 7,485% nas tarifas dos serviços postais e telegráficos prestados pelos Correios. Na época, a empresa explicou que os serviços da estatal são reajustados todos os anos, com base na recomposição dos custos, como aumento dos preços dos combustíveis, contratos de aluguel, transportes, vigilância, limpeza e salários dos empregados. As tarifas são atualizadas com base no Índice de Serviços Postais, indicador formado a partir de uma cesta de índices, como INPC, IPCA, e IGP-M.

Fonte: FolhaPress
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Carne bovina tem queda de quase 9% em nove meses

Em setembro, quilo do produto foi vendido em média a R$ 20,17

A carne bovina comercializada em açougues, mercados e supermercados de Belém teve queda de quase 9% nos primeiros nove meses do ano, segundo pesquisa do Dieese-PA (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) divulgada na manhã desta segunda-feira (9).

De acordo com o estudo, em dezembro do ano passado o quilo da carne bovina de primeira (coxão mole, chã, cabeça de lombo e paulista) foi comercializa em média a R$ 22,15 em Belém. Em janeiro deste ano passou a  R$ 21,85 o quilo; em fevereiro custou R$ 22,25; em março  R$ 21,65; em abril R$ 21,16, e em maio  R$ 21,42. Em junho a carne teve queda e foi vendida em média a  R$ 20,47; e julho passou a R$ 20,60; em agosto caiu para R$ 19,82 e em setembro foi vendida a R$ 20,17.

Diante dos números, e mesmo com alta de 1,77% no mês de setembro em relação a agosto, o Dieese concluiu que no comparativo com os primeiros nove meses do ano, o quilo da carne comercializada em Belém teve queda de 8,94%. A pesquisa mostra ainda que mesmo com recuo de 1,58% nos preços no mês passado, a alimentação básica dos paraenses continua entre as mais caras do Brasil. Em setembro a cesta básica custou em média R$ 369,89.

Fonte: ORMNews.
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