Comércio varejista cresce 0,3% de fevereiro para março.

O comércio varejista brasileiro teve uma alta de 0,3% no volume de vendas na passagem de fevereiro para março. O resultado veio depois da queda de 0,2% de janeiro para fevereiro. O dado, da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), foi divulgado nesta sexta-feira (11), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com o estudo, também foram registradas altas nos outros quatro tipos de comparação temporal: média móvel trimestral (0,3%) em relação a março de 2017 (6,5%), acumulado do ano (3,8%) e acumulado de 12 meses (3,7%).

De fevereiro para março, cinco dos oito segmentos do varejo pesquisados pelo IBGE tiveram crescimento no volume de vendas. A maior alta ocorreu no setor de combustíveis e lubrificantes (1,4%).

Outros números da pesquisa

As demais altas foram observadas nos setores de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (1,1%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,7%), tecidos, vestuário e calçados (0,7%) e móveis e eletrodomésticos (0,1%)

Tiveram queda os segmentos de supermercados, alimentos e bebidas (-1,1%), livros, jornais e papelaria (-1,2%) e equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (-5%).

O varejo ampliado, que considera também veículos e materiais de construção cresceu 1,1% de fevereiro para março. Os veículos, motos e peças tiveram expansão de 2,9%. Já os materiais de construção mantiveram o volume de vendas de fevereiro.

A receita nominal do comércio varejista teve altas de 0,4% em comparação com fevereiro deste ano, de 0,1% na média móvel trimestral, de 7,1% na comparação com março de 2017, de 4,1% no acumulado do ano e de 3,1% no acumulado de 12 meses.

Por: Agência Brasil

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Dólar dispara e é cotado a R$ 3,60, maior valor em 2 anos.

Tensão entre Estados Unidos e Irã, taxa de juros americana e cenário eleitoral no Brasil são fatores que levam à valorização da moeda.

O dólar abriu na manhã desta quarta-feira, 9, em alta. Às 10h50, a moeda americana bateu a marca de 3,60 reais, com valorização de 0,87%, maior cotação desde maio de 2016.

O resultado é reflexo da tensão nos mercados externos com a saída dos Estados Unidos do acordo nuclear com o Irã, aumentando os riscos geopolíticos e que podem influenciar o fluxo de capital no mundo.

“Toda essa situação com o Irã gera incertezas, desestabiliza a economia mundial e o mercado reage desmontando operações e repatriando dólares para os Estados Unidos, que é mais seguro e tem ainda a possibilidade de aumento da taxa de juros acima do que era esperado”, explica o gerente de câmbio da Treviso, Reginaldo Galhardo.

Para ele, o Brasil tem uma situação ainda mais delicada com o cenário eleitoral, que deixa o investidor estrangeiro preocupado com o futuro da economia nacional.

“A tendência é que o dólar vai continuar forte, não temos perspectiva, eleição presidencial é um fator bastante relevante para as expectativas de quem opera com o Brasil”, considera.

Em abril, a moeda americana teve valorização de 6%. Em maio, já acumula alta de 2%. “Estamos falando de elevação de 8% em menos de 40 dias”, diz Galhardo.

Para Marcos Trabbold, operador da B&T Corretora de Câmbio, a questão dos juros também tem impacto nesta movimentação. “O Brasil está diminuindo os juros e os Estados Unidos aumentando e pode acarretar em uma fuga de capital”, considera. “Além disso, tem a questão do petróleo, que já vinha aumentado, mas agora pode inflacionar com o conflito entre EUA e Irã”, complementa.

De acordo com ele, a alta generalizada do dólar atinge todos os países. “O problema cambial da Argentina não é o mesmo do Brasil, mas como é um país que está aqui do lado, acaba refletindo”.

O presidente argentino, Mauricio Macri, anunciou ontem pedido de ajuda ao Fundo Monetário Internacional (FMI). O país busca um acordo de financiamento ara conter a desvalorização do peso e a inflação de cerca de 20% ao ano – a meta do governo é chegar a 15%. Para lidar com esse cenário, o país elevou as taxas de juros – foram três altas na semana passada -, que atingiram 40%.

“Primeiro, temos a questão internacional. A decisão do presidente Donald Trump de tirar os EUA do acordo nuclear com o Irã pressionou a cotação do petróleo, que acarreta em aumento nos preços. Isso faz com que aumente a inflação e os juros nos Estados Unidos, atraindo investimento que seria direcionado a outros países”, afirma Mario Battiste, operador da Fair Corretora.

Esse cenário, explica ele, fortalece o dólar e enfraquece outras moedas. “No Brasil, continuamos com o problema político interminável, que passa insegurança para o mercado. Os investidores estão saindo fora para procurar mercados menos rentáveis, mas mais seguros.”

Por: Reuters/Veja
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Ambev tem lucro de R$ 2,5 bilhões no 1º trimestre.

Receita líquida cresce 5,9% na comparação anual, mas vendas caem no Brasil, puxada por recuo de 8,1% no volume de cerveja comercializada.
A Ambev, maior fabricante de cerveja e refrigerantes da América Latina, registrou lucro líquido atribuído aos controladores de R$ 2,516 bilhões no 1º trimestre, o que representa uma alta de 14,4% na comparação com os 3 primeiros meses do ano passado (R$ 2,199 bilhões). O ganho, entretanto, foi menor do que o registrado no 4º trimestre (R$ 3,299 bilhões).

Já o lucro líquido ajustado foi de R$ 2,61 bilhões no 1º trimestre, alta de 12,7% na comparação anual, segundo balanço divulgado nesta quarta-feira (9).

A companhia atribuiu o resultado à redução das despesas financeiras e a um “crescimento orgânico do Ebtida” consolidado de todas as operações – o lucro de juros antes de juros, impostos, depreciação e amortização, que subiu 10,1% no 1º trimestre, atingindo R$ 4,638 bilhões. A margem Ebitda ajustado subiu 1,2 ponto percentual para 39,9%.

A receita líquida da Ambev cresceu 5,9% na comparação anual, para R$ 11,64 bilhões, mesmo com queda de 1,8% nas vendas do Brasil, que foram impactadas por volumes mais fracos em cerveja e refrigerante, que caíram 8,1% e 19,4%, respectivamente.

A empresa destacou, entretanto, que a queda de volume de vendas de cerveja “foi quase totalmente compensada” por um crescimento de 7,7% na receita por hectolitro da bebida.

“Já havíamos antecipado que o trimestre seria desafiador em termos de volume dada a base de comparação difícil com o mesmo período de 2017, quando crescemos acima da indústria. Além disso, o setor cervejeiro como um todo apresentou nova contração no trimestre, dado o Carnaval logo no início de fevereiro e o clima menos quente”, disse Ricardo Rittes, vice-presidente financeiro e de relações com investidores da Cervejaria Ambev.

A queda no volume de vendas de cerveja no Brasil tem sido nos últimos trimestres compensada por um maior consumo das marcas de cervejas mais caras da Ambev.

“O portfólio premium de marcas globais da cervejaria, que inclui Budweiser, Corona e Stella Artois, seguiu sua trajetória de crescimento e avançou dois dígitos no trimestre, reflexo da crescente busca dos consumidores pela categoria”, destacou a companhia.

Na divisão que inclui, além do Brasil, outros países da América do Sul, a receita líquida da Ambev aumentou 24,6% em relação ao mesmo período de 2017. Na divisão Caribe, a alta foi de 8,7%, enquanto o Canadá ficou praticamente estável.

A Ambev é a maior empresa de capital aberto do Brasil e está avaliada atualmente na bolsa em R$ 350 bilhões.

“Temos uma perspectiva positiva para os volumes de cerveja no Brasil no 2º trimestre, sustentado, entre outros fatores, pela Copa. Nossa visão para o restante do ano não mudou e continuamos otimistas para 2018. Para o Brasil, continuamos comprometidos em executar nossas iniciativas para sustentar nossas marcas, investindo em embalagens retornáveis e nas marcas premium, acelerando o crescimento do EBITDA em relação a 2017”, afirmou Rittes.

Brasileiro tem bebido menos cerveja
Segundo dados da Nielsen, as vendas totais de cerveja caíram 1,7% em volume em 2017 ante o ano anterior, enquanto que o faturamento cresceu 1,6%, impulsionado pelo crescimento de 13% das vendas de cervejas premium e artesanais, o que segundo os analistas confirma uma tendência mundial de beber menos, mas melhor.

Segundo os dados da Euromonitor, o consumo per capita de cerveja no Brasil caiu em 4 anos de uma média de 67,8 litros por cada brasileiro para menos de 60,7 litros ao ano. Nos EUA, por exemplo, a média está acima de 80 litros. Já em países como Alemanha, Irlanda e Republica Tcheca, passa de 100 litros.

Grupo AB InBev registra leve queda no lucro no 1º tri

O grupo AB InBev, de capital belga e brasileiro e controlador da Ambev, reportou na véspera uma queda de 1% do lucro no primeiro trimestre de 2018. A empresa com sede em Bruxelas registrou lucro líquido de US$ 1,44 bilhão de janeiro a março, contra US$ 1,45 bilhão no mesmo período em 2017.

Já o faturamento aumentou 4,7%, de US$ 12,922 bilhões para US$ 13,073 bilhões, “estimulada pelo bom desempenho em volume no México, Colômbia e Argentina.

As três marcas mundiais do grupo, Budweiser, Stella Artois e Corona, registraram crescimento de 7,9%.

“Esperamos com impaciência as oportunidades oferecidas pela Copa do Mundo Fifa, da qual a Budweiser é um patrocinador mundial”, destacou a empresa.

A AB InBev, dona de 500 marcas de cerveja, afirmou ainda que reduziu custos em um total de 160 milhões de dólares no primeiro trimestre.

Por: G1
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Correios reverte prejuízo e tem lucro de R$667 milhões em 2017.

Brasília – Os Correios tiveram resultado positivo de 667 milhões de reais em 2017, revertendo prejuízo de 1,48 bilhão em 2016, em um desempenho que segundo a companhia mostra “superação da grave crise apresentada nos últimos anos”.

O presidente dos Correios, Carlos Fortner, e ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto kassab, apresentarão o primeiro resultado positivo da estatal desde 2013, em audiência na Câmara dos Deputados.

Em 2015, os Correios teve prejuízo de 2,12 bilhões de reais, informou a companhia em comunicado à imprensa.

Segundo a estatal, a reversão do prejuízo de 2017 ocorreu com “revisão de contratos, racionalização de custos com pessoal e revisão de custeio de plano de saúde, além de otimização da rede de atendimento”.

Por: Reuters

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UE proíbe importação de 20 frigoríficos brasileiros

(Foto:Rodolfo Buhrer/Reuters) – Porta-voz afirma que a medida proposta pela Comissão refere-se a “deficiências detectadas no sistema de controle oficial brasileiro”
Exportações: membros da Comissão Europeia votaram a favor nesta quinta-feira, 19, pela deslistagem de 20 unidades brasileiras exportadoras de carne de aves para o bloco europeu .

Os Estados-membros da União Europeia decidiram, por unanimidade, nesta quinta-feira proibir as importações de produtos de carne, principalmente aves, de 20 estabelecimentos brasileiros autorizados a exportar para o bloco europeu, disse a Comissão Europeia em comunicado.

A medida foi adotada em razão de “deficiências detectadas no sistema de controle brasileiro oficial”, disse a Comissão. A decisão entra em vigor 15 dias após sua publicação no diário oficial da União Europeia.

De acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal, a ação europeia atinge 12 fábricas da BRF, dona das marcas Sadia e Perdigão.

Procurada, a BRF não se manifestou sobre o assunto. A empresa encerrou 2017 com prejuízo líquido de cerca de 1 bilhão de reais e enfrenta na próxima semana assembleia de acionistas que deve ser marcada pela troca do conselho de administração, hoje presidido pelo empresário Abilio Diniz. Na véspera, o presidente da Petrobras, Pedro Parente, afirmou que aceitou o convite de Diniz para ser indicado à presidência do conselho da BRF.

O vice-presidente de Mercados da ABPA, Ricardo Santin, disse à Reuters nesta quinta-feira que um total de nove empresas foram afetadas pelo descredenciamento da UE.

De acordo com fonte com conhecimento do assunto, a decisão não afeta unidades da JBS, nem da Seara, marca controlada pela processadora de carne.

As ações da BRF subiam 2,9 por cento às 13:39, perdendo fôlego ante o pico de 10 por cento alcançado mais cedo, antes do anúncio da UE. Já os papéis da JBS tinham oscilação positiva de 0,1 por cento. Marfrig exibia queda de 1,7 por cento e a Minerva avançava 0,5 por cento. No mesmo horário, o Ibovespa tinha queda de 0,1 por cento.

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Por Reuters

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INSS convoca para perícia 94 mil beneficiários de auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez

Segundo Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), foram convocados beneficiários não localizados ou que não agendaram o exame de revisão no prazo determinado.

O governo federal convocou para perícia médica 94 mil pessoas que recebem auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Os convocados devem procurar o INSS até 13 de abril.

O edital de notificação foi publicado na edição desta sexta-feira (23) do “Diário Oficial da União” – (veja aqui; a lista com os nomes, por ordem alfabética, vai das páginas 121 a 367).

O secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), Alberto Beltrame, informou ao G1 que o edital notifica os segurados do INSS em dois casos:

Beneficiários que precisam passar pelo exame e não foram localizados em razão de endereço desatualizado ou com informações incorretas
Beneficiários que receberam a carta do INSS, que comunica a necessidade do exame, mas não agendaram a perícia no prazo determinado.

O beneficiário deve agendar a perícia pela Central de Atendimento da Previdência Social, no telefone 135. O ministério informou que o prazo-limite vai até 13 de abril.

Os notificados são 94.019 de um total de 4,88 milhões de beneficiários de auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez, distribuídos assim, segundo o ministério:

Auxílio-doença: 51.562 de um total de 1,37 milhão de beneficiários
Aposentadoria por invalidez: 42.457 de 3,51 milhões de beneficiários

A notificação desta sexta faz parte das ações do pente-fino realizado pelo governo federal desde agosto de 2016 em benefícios por incapacidade pagos pelo INSS. O MDS planeja realizar 1,2 milhão de avaliações até o fim deste ano.

Em fevereiro, o governo enviou 522,6 mil cartas a beneficiários de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez.

Pela regra do pente-fino, o INSS comunica por meio de carta o beneficiário que terá de passar pela perícia obrigatória. A perícia atesta se o impedimento ao trabalho permanece ou não.

Depois de receber a carta, o beneficiário tem até cinco dias úteis para agendar a perícia pelo 135. Caso a perícia não seja agendada, o pagamento fica suspenso até o convocado regularizar sua situação. A partir da suspensão, o beneficiário tem até 60 dias para marcar o exame. Se não procurar o INSS neste prazo, o benefício será cancelado.

No caso do auxílio-doença, é convocado para a perícia quem recebe o benefício e há mais de dois anos não passa pela revisão médica obrigatório do INSS.

Na aposentadoria por invalidez, devem passar pela perícia beneficiários com menos de 60 anos de idade que estão há dois anos ou mais sem realizar perícia. Ficam de fora as pessoas com mais de 60 anos e quem tiver 55 anos com benefício há pelo menos 15 anos.

Leia a nota divulgada pelo MDS

O INSS, para bem informar seus segurados, esclarece que no Edital contido nas páginas 121 a 367 na Seção 3 do Diário Oficial da União – D.O.U. publicado em 23/03/2018 , nos termos do artigo 617 da Instrução Normativa nº 77, de 21 de janeiro de 2015, o prazo para agendar a perícia pelo telefone 135 se encerra em 13 de abril de 2018.

Ressaltamos que caso a perícia não seja agendada, o benefício será suspenso, suspensão que repercutirá efeitos em até 60 dias para agendamento do exame médico pericial. Expirado o prazo de 60 dias, o benefício será cessado.

Informamos que foram notificados os beneficiários não encontrados por inconsistência no endereço e quem recebeu a carta pelos Correios, mas não agendou a perícia no prazo determinado.

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Por Guilherme Mazui, G1, Brasília
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Boleto acima de R$ 800 poderá ser pago em qualquer banco

Antes, o devedor precisava ir até o banco emissor do documento para quitar a sua dívida após o vencimento  (Foto Reprodução)

Os boletos para pagamentos de valores superiores a 800 reais poderão ser quitados em qualquer banco a partir do dia 24. Até então, elas só podiam ser pagos no banco emissor do documento após a data de vencimento.

Isso só será possível pois os boletos desses valores vão começar a ser emitidos com a Nova Plataforma de Boletos de Pagamento e Cobrança Registrada desenvolvida pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Todo boleto, segundo determinação do Banco Central, deve constar o CPF ou CNPJ do beneficiário e do pagador.

Antes, o devedor precisava ir até o banco emissor e quitar a sua dívida. Agora, o cálculo dos juros do atraso é feito automaticamente e o boleto pode ser pago na agência, no caixa eletrônico ou pela internet, sem a necessidade da emissão de segunda via.

A mudança começou em 2017 para boletos com valores iguais ou superiores a 50.000 reais. Gradualmente, os valores foram baixando para aumentar a quantidade de pessoas beneficiadas, além da adaptação feita pelo credor, que precisa substituir o modelo de cobrança.

A partir de maio, o sistema vai incluir boletos com valores a partir de 400 reais e, em julho, para um centavo ou mais. O processo só será concluído em setembro, quando boletos de cartão de crédito e de doações poderão fazer parte da plataforma.

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Empresa vai investir R$ 350 milhões para ampliar produção de etanol de milho em Mato Grosso

Empresa vai investir R$ 350 milhões para ampliar produção de etanol de milho em Lucas do Rio Verde (MT) (Foto Reprodução)
Por  Agronotícias -A FS Bioenergia está ampliando produção de biocombustível, aproveitando a produção de grãos em Mato Grosso. A empresa anunciou a ampliação da fábrica em Lucas do Rio Verde, que produz etanol 100% de milho.

Serão aplicados mais R$ 350 milhões que duplicarão a capacidade da planta. A estimativa é que anualmente, a indústria passe a processar 1,3 milhão de toneladas de milho. E como resultado, haveria a produção de 230 milhões de toneladas de etanol, 400 toneladas de farelo, 15 mil toneladas de óleo de milho e produção energética de 132 megawatts/h.

O mesmo grupo deu início à construção de uma segunda unidade em Sorriso, onde será investido mais de R$ 1 bilhão, com geração de 1.500 empregos diretos e indiretos. Na nova planta, a previsão é produzir 680 milhões de litros, 500 mil de farelo de milho, 20 mil toneladas de milho e coprodução energética de 170 MW/h, suficiente para abastecer uma cidade de 70 mil habitantes.

A empresa concretizou esse segundo empreendimento em Mato Grosso após contato com o governador Pedro Taques em janeiro deste ano. Conforme dados da concessionária de energia do estado, Mato Grosso tem quase 95% da sua energia elétrica gerada por fontes renováveis. O relatório aponta que 93,32% da energia tem origem hídrica, enquanto as outras fontes renováveis como biomassa e solar fotovoltaica somaram 1,24%. Já as fontes não renováveis (diesel e gás natural) somam 5,44%.

Durante a reunião com a Sepco 1, empresa chinesa que investirá em outras áreas, o governador apresentou as potencialidades de Mato Grosso e disse que o Estado está preparado para receber as companhias internacionais, oferecendo transparência nos processos, de forma a impulsionar os negócios com sustentabilidade. “Investimentos como estes são bem-vindos, porque não apenas vão gerar empregos, conhecimento e tecnologia, mas também reforçar o potencial produtivo e competitivo de Mato Grosso em todo o mundo”.

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Chineses vão investir R$ 5 bilhões em energia renovável em Mato Grosso

(fotos: assessoria) – Empresas chinesas sinalizaram que devem investir cerca de R$ 5 bilhões no setor de energia renovável nos próximos cinco anos em Mato Grosso. O dinheiro será aplicado nas áreas de biocombustível e usinas fotovoltaicas, sendo que dois projetos estão em andamento e um deles está em fase de elaboração. A expectativa do governo do Estado é que mais de dois mil empregos diretos e indiretos sejam gerados por estes empreendimentos.

A empresa Sepco1 Construções do Brasil Ltda, consorciada da empresa estatal Powerchina, se reuniu na semana passada com o governador Pedro Taques e apresentou o projeto de construção de usinas fotovoltaicas no Estado. Atualmente, a empresa, que tem unidade administrativa em Vera (81 km de Sinop), é responsável pela construção da linha de transmissão entre Cláudia e Paranatinga e executa outras obras similares no Brasil.

O diretor executivo adjunto da empresa, Shi Shixiao, explicou que a China está em processo de abertura para o capitalismo e existe um posicionamento governamental para investimento em empreendimentos fora do país. O objetivo desta ação é exportar capital para evitar acúmulo e assim, controlar a inflação.

Por meio do incentivo governamental Belt and Road (uma espécie de cinturão viário ou rota), a Sepco 1 pretende investir mais de R$ 1 bilhão em Mato Grosso para a construção da usina fotovoltaica. Dentro desta linha estratégica, em andamento em países da África, os chineses querem desenvolver novas rotas comerciais e promoção econômica.

Conforme o coordenador administrativo da Sepco1, Bernardo Nien, técnicos estão fazendo a captação de informações sobre demanda energética em Mato Grosso para definir o local de instalação e o sistema de comercialização do produto.  Ele acrescenta que o objetivo principal é o desenvolvimento de energia solar e eólica. “Primeiro, vamos atuar com a solar porque tem menos impacto ao meio ambiente, maior facilidade para instalação e ainda tem a captação favorecida pelo relevo de Mato Grosso. Porém, estudamos a possibilidade de expandir para a segunda forma de captação”, afirmou o coordenador.

Chineses com Governador Pedro Taques
Chineses com Governador Pedro Taques

A Sepco1 foi uma das 11 empresas que procuraram o governo, após a promoção do Mato Grosso Investment Forum, na China, em novembro do ano passado. O evento teve o objetivo de apresentar o Estado para investidores asiáticos.

Além de atuar com produção de energia solar, eólica e nuclear, a empresa aplica nos setores de construção, logística, investimentos, linhas de crédito e infraestrutura.

Está em construção em Chapada dos Guimarães o Condomínio Sun Garden, que oferecerá energia solar para indústrias e empresas de portes diferenciados. O novo empreendimento terá mais de US$ 300 milhões (R$ 1,2 bi na cotação atual) em recurso aplicado, cujo capital é também chinês.

O empreendimento está em construção na região do Manso e terá capacidade de produção de 300 megawatts/h, e pode oferecer energia entre 20% e 30% mais barata para indústrias.

Além das usinas de energia solar, há outros investimentos em combustível renovável. A FS Bioenergia está ampliando produção de biocombustível, aproveitando a produção de grãos em Mato Grosso. A empresa anunciou a ampliação da fábrica em Lucas do Rio Verde, que produz etanol 100% de milho. Serão aplicados mais R$ 350 milhões que duplicarão a capacidade da planta. A estimativa é que anualmente, a indústria passe a processar 1,3 milhão de toneladas de milho. E como resultado, haveria a produção de 230 milhões de toneladas de etanol, 400 toneladas de farelo, 15 mil toneladas de óleo de milho e produção energética de 132 Megawatts/h.

O mesmo grupo deu início à construção de uma segunda unidade em Sorriso, onde será investido mais de R$ 1 bilhão, com geração de 1.500 empregos diretos e indiretos. Na nova planta, a previsão é produzir 680 milhões de litros, 500 mil de farelo de milho, 20 mil toneladas de milho e coprodução energética de 170 megawatts/h, suficiente para abastecer uma cidade de 70 mil habitantes.

A FS Bioenergia concretizou esse segundo empreendimento em Mato Grosso após contato com o governador Pedro Taques em janeiro deste ano.

Conforme dados da concessionária de energia, Mato Grosso tem quase 95% da sua energia elétrica gerada por fontes renováveis. O relatório aponta que 93,32% da energia tem origem hídrica, enquanto as outras fontes renováveis como biomassa e solar fotovoltaica somaram 1,24%. Já as fontes não renováveis (diesel e gás natural) somam 5,44%.

Celeridade no licenciamento e segurança jurídica
Durante a reunião com a Sepco 1, o governador Pedro Taques apresentou as potencialidades de Mato Grosso e disse que o estado está preparado para receber as empresas internacionais, oferecendo transparência nos processos, de forma a impulsionar os negócios com sustentabilidade. “Investimentos como estes são bem-vindos, porque não apenas vão gerar empregos, conhecimento e tecnologia, mas também reforçar o potencial produtivo e competitivo de Mato Grosso em todo o mundo”, destacou Taques, por meio da assessoria do Gabinete de Comunicação.

A assessora de Assuntos Internacionais do governo do Estado, Rita Chiletto, explica que o número de empresas chinesas que procuram o Estado em busca de parceria e suporte para investir foi grande após o Mato Grosso Investment Forum. “Tivemos a visita de 11 empresas, sendo que uma delas marcou a visita um mês após o evento na China”.

Conforme Chiletto, muitas já tentaram entrar no mercado brasileiro em outras ocasiões, mas acabaram tendo as iniciativas frustradas pelo excesso de burocracia e falta de expertise em atuar de acordo com as legislações vigentes no país tanto para a abertura de empreendimentos, como participação de processos licitatórios.

A técnica relata que uma das estratégias utilizadas atualmente é se consorciar com empresas brasileiras que estão nas áreas de interesse.

O secretário de Estado de Meio Ambiente, André Baby, informou que o tempo para a liberação das licenças ambientais foi reduzido em Mato Grosso após um trabalho de modernização de processo, sem comprometer o cumprimento da legislação.

Baby assegura que hoje, o processo demora 180 dias nos casos mais complexos. Porém, existem demandas que são liberadas em até 90 dias. O período é inferior a média nacional, que gira em torno de 270 dias.

Entre as empresas chinesas que anunciaram investimentos no Estado está a Zhuhai Yuren Agricultural, especialista em drones para a agricultura. Ela pretende instalar uma montadora no município de Sorriso.
Também está na lista a COFCO que manifestou interesse na construção de silos e na ampliação dos negócios. A empresa comprou 4 milhões de toneladas de grãos, orçadas em aproximadamente R$ 15 milhões, e até 2022, a quantidade será ampliada para 7 milhões de toneladas.

No setor de comércio está prevista a construção de uma filial comercial da empresa XCMG, especializada em maquinários para a construção civil.

A informação é do Gabinete de Comunicação.

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Fonte: Redação Só Notícias
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Caixa prevê aumento de 37% no salário anual de vice-presidentes

A Caixa prevê aumentar em 37% o salário anual de seus vice-presidentes em 2018. A remuneração total de cada um dos 12 executivos pode chegar a R$ 87.398,94 mensais, se acumulados os limites máximos dos honorários, mais ganhos por metas e desempenho pessoal – que são variáveis – e benefícios. Era de R$ 63.548,63 no ano anterior. O último reajuste dos bancários foi de 2,75%, um pouco abaixo da inflação do ano passado, que foi de 2,95%.

O plano do banco de aumentar a remuneração dos vice-presidentes coincide com um momento complicado para a instituição financeira. Nesta semana, quatro executivos foram afastados por suspeita de corrupção e outras irregularidades. Depois de anos como líder na concessão de crédito no País, a Caixa precisa de dinheiro para não descumprir regras bancárias internacionais. O banco contava com um aporte de R$ 15 bilhões do FGTS para se adequar – o que não deve ocorrer depois do escândalo envolvendo os executivos.

Os quatro vice-presidentes afastados são acusados de vazamento de informações privilegiadas para políticos sobre o andamento de pedidos de empréstimos e também de negociar cargo em uma estatal como moeda de troca para liberação de crédito. Os cargos de vice-presidentes na Caixa costumam entrar no rol de negociações do governo com a base aliada em busca de apoio.

O banco prevê gastar R$ 12,5 milhões com salários e benefícios dos executivos entre abril de 2017 e março de 2018. No período anterior, os vices receberam R$ 9,1 milhões. A informação está em um relatório do comitê de remuneração, que é responsável por elaborar a proposta de gastos de pessoal que o conselho de administração do banco submete ao ministro da Fazenda.

++ Estamos trabalhando em propostas para recapitalizar a Caixa sem o FGTS, diz Meirelles

“A remuneração dos executivos tem que ter coerência com o momento atual do banco e com o aumento dos salários que foi dado aos funcionários”, disse Maria Rita Serrano, representante dos empregados no conselho de administração da Caixa.

O novo reajuste foi aprovado na assembleia geral do banco, de 14 de dezembro de 2017, mas ainda precisa do aval do conselho de administração (em sua maioria formado por representantes da Fazenda), que se reúne na semana que vem para deliberar sobre o tema, e do próprio ministro da Fazenda.

Em nota, a Caixa informou que ainda não houve aumento nos salários dos executivos e que a projeção para a remuneração deste ano leva em conta a quantidade de ocupantes nos cargos e também o atingimento de metas e avaliação de desempenho individual dos gestores na parte variável do salário. De acordo com o banco estatal, os quatro vice-presidentes afastados vão continua recebendo salários até serem exonerados.

Fonte: MSN.
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