Selic em 6,25%: o que muda para o consumidor?

Para população pode se dizer que a mudança gera impactos positivos e negativos; entenda
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central deve anunciar hoje (16) mais um corte no Juro Selic, sendo esperado que a taxa, hoje em 6,50% ao ano, caia mais 0,25 ponto porcentual, para 6,25% ao ano. Atingindo o menor valor da história para a taxa básica. Para população pode se dizer que a mudança gera impactos positivos e negativos.

De um lado há a possibilidade de rever juros de financiamentos e de outro isso pode representar a queda da rentabilidade de grande parte dos investimentos. Veja esses e outros impactos dessa mudança:

– Revisão das dívidas

O consumidor que tem dívidas de médio e longo prazo, como financiamentos de carro ou casa, pode buscar a reparação nos contratos, que foram firmados sobre juros maiores. Esse é um bom momento para fazer a portabilidade de dívidas e pagar menos juros.

– Incentivo ao consumo

A queda da Selic incentiva o consumo pois torna mais barata para o consumidor a tomada de empréstimos, como financiamentos, cartão de crédito, cheque especial etc.

– Fôlego na economia

A produção e o crescimento das empresas também são incentivados, tanto pelo estímulo ao consumo, quanto pela queda de juros para a tomada de créditos, que favorece o pagamento das dívidas.

– Queda nos investimentos

Ponto negativo é que grande parte dos investimentos têm seu rendimento baseado na Selic, logo todos passarão a render menos – com destaque para a poupança, que passa a render 5,25% ao ano mais Taxa Referencial.

E agora, onde investir?

Com a mudança, o momento é de análise aprofundada, pois investir apenas na linha que aparentemente tem a maior rentabilidade pode ser uma armadilha, levando até mesmo a prejuízos.

Por mais que os números apontem investimentos a princípio mais vantajosos, vários fatores devem ser avaliados, como impostos e taxas, e o principal critério deve ser o prazo para a realização do sonho: curto, médio ou longo.

Por: NOTÍCIAS AO MINUTO
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BC encerra ciclo de corte dos juros e mantém SELIC em 6,5%

O Banco Central surpreendeu ao manter nesta quarta-feira a taxa básica de juros em 6,50 por cento ao ano, justificando que o cenário externo tornou-se mais desafiador e apresentou volatilidade, apesar de reconhecer que a atividade econômica do país perdeu força e o comportamento da inflação continua favorável.

“A evolução dos riscos, em grande parte associados à normalização das taxas de juros em algumas economias avançadas, produziu ajustes nos mercados financeiros internacionais”, afirmou o BC em comunicado, em meio ao movimento que levou à forte valorização do dólar nas últimas semanas.

Quarenta de 42 economistas consultados pela Reuters esperavam corte de 0,25 ponto na Selic, ao passo que apenas dois previam manutenção do patamar de 6,5 por cento ao ano.

Com a decisão, o BC antecipou o fim do ciclo de afrouxamento monetário que estava sendo esperado para junho. No total, foram 12 tesouradas na Selic, somando 7,75 pontos percentuais, em meio à fraca atividade econômica e inflação baixa.

A decisão teve como pano de fundo a recente disparada do dólar frente ao real, causada pelos temores dos mercados com as eleições presidenciais deste ano e de que os juros nos Estados Unidos podem subir mais do que o esperado.

O dólar, desde o encontro do Copom de março até agora, já acumulou valorização de mais de 12 por cento sobre o real, movimento que tende a gerar pressão inflacionária à frente.

“Choques externos devem ser combatidos apenas no impacto secundário que poderão ter na inflação prospectiva”, trouxe o Copom. “Esses choques, entretanto, podem alterar o balanço de riscos ao reduzir as chances de a inflação ficar abaixo da meta no horizonte relevante, por meio de seus possíveis efeitos secundários”, complementou.

“Quando você lê o comunicado, tem uma mudança importante no (cenário) externo que explica essa decisão”, disse o chefe de economia e estratégia do Bank of America no Brasil, David Beker, um dos que acertaram o movimento do BC na pesquisa Reuters. Ele acrescentou que vê a Selic subindo somente no início de 2019.

O BC também informou que, para as próximas reuniões, via como adequada a manutenção da taxa de juros.

“O peso do chamado choque externo foi maior do que a piora da atividade e da inflação, tanto corrente como nas expectativas. O ponto foi o choque cambial e não tenho a menor dúvida que eles não quiseram se arriscar”, afirmou o economista-chefe do banco Fator, José Francisco Gonçalves.

“A Selic fica parada neste patamar e dependerá do efeitos do câmbio sobre a inflação, e isso está em aberto diante da atividade fraca. Continuo achando que a Selic só volta a subir em 2019”, acrescentou.

O BC também reduziu sua projeção de inflação a 3,6 por cento em 2018, ante 3,8 por cento em seu último cálculo, pelo cenário de mercado. Para 2019, a conta também caiu a 3,9 por cento, contra 4,1 por cento antes. Este cenário levou em conta a Selic fechando 2018 em 6,25 por cento e 2019 em 8 por cento, com o dólar a 3,40 reais ao cabo dos dois anos.

Mas o BC também inovou e voltou a apresentar seus cálculos no cenário de referência, que mostrou a inflação mais perto da meta quando considerada a manutenção do atual cenário.

Com juros constantes a 6,50 por cento ao ano e taxa de câmbio constante a 3,60 reais, as projeções do BC apontaram alta do IPCA em torno de 4 por cento para 2018 e 2019.

O centro da meta de inflação é de 4,5 por cento este ano e 4,25 por cento no próximo, nos dois casos com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.

Na pesquisa Focus mais recente, feita pelo BC junto a uma centena de economistas todas as semanas, a perspectiva para o avanço do IPCA neste ano estava em 3,45 por cento e 4 por cento no ano que vem.

Já para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), o cálculo era de 2,51 por cento em 2018, sendo que no começo do ano as contas estavam em torno 3 por cento.

Por: REUTERS
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Alta do dólar eleva endividamento dos estados em R$ 15 bilhões

Débito saiu de R$ 97 bilhões e atingiu R$ 112,1 bilhões.

Em meio à dificuldade para equacionar a delicada situação fiscal, alguns estados vão ter que encarar mais uma fonte de dor de cabeça: a forte valorização do dólar nas últimas semanas e os seus efeitos sobre o endividamento em moeda estrangeira.

De janeiro até terça-feira (15), a dívida externa total dos estados cresceu R$ 15,1 bilhões. Ela saiu de R$ 97 bilhões e atingiu R$ 112,1 bilhões, segundo estimativas feitas com base em dados do Banco Central e no comportamento do dólar.

Leia também: Petrobras aumenta gás para indústrias pela segunda vez em oito dias

Apenas na terça-feira (15), dia em que o dólar chegou ao maior nível desde abril de 2016, cotado a R$ 3,66, o endividamento externo dos estados subiu R$ 1,2 bilhão.

A nova fonte de tensão não atinge de maneira uniforme todos os estados, mas acerta justamente os governos menos endividados -pelo menos até o fim do ano passado.

Se os governos regionais com grandes volumes de dívida tivessem boa parte dela em moeda estrangeira, o estrago poderia ser muito maior.

Entre os estados, o mais comprometido é o Amazonas, onde o endividamento externo cresceu 25 pontos percentuais entre 2016 e 2017, alcançando 50% da dívida consolidada de pouco mais de R$ 6,2 bilhões. O levantamento com base em dados do Tesouro foi feito por Vilma da Conceição Pinto, pesquisadora do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas.

Completam o grupo do estados mais endividados em dólar o Ceará (49% de uma dívida de quase R$ 12 bilhões); Pernambuco (43,5% da dívida de R$ 14,7 bilhões); Piauí (42,6% de uma dívida total de R$ 5 bilhões); e o Acre, com 40,8% da dívida em outras moedas.

“Os números mostram que os estados mais expostos às flutuações da moeda americana são aqueles com baixo endividamento. Esse é o grupo que está vendo a dívida aumentar”, diz Vilma Pinto.

Para ela, esses estados devem conseguir lidar melhor com o aumento justamente porque têm as suas contas um pouco mais em ordem.

Por outro lado, os estados com as contas mais problemáticas devem sofrer menos os efeitos do dólar mais alto, pois reduziram o endividamento externo entre 2016 e 2017.

No Rio de Janeiro, a dívida em moeda estrangeira caiu mais de 20 pontos em 2017, ou apenas 8,6% da dívida consolidada, de R$ 137 bilhões.

Minas Gerais seguiu o movimento: com queda de 12 pontos, a dívida externa caiu para 11% do endividamento total, de R$ 109 bilhões. Assim como no Rio Grande Sul, em que a dívida externa é 9,4% da dívida total, de R$ 76,7 bilhões -um recuo de 9 pontos.

O aparente paradoxo ocorre, segundo especialistas, porque os governos mais saudáveis vêm se aproveitando do movimento de expansão dos limites de financiamento de bancos internacionais para o Brasil desde 2011.

Isso conjugado ao ambiente de alta da liquidez externa fez com que estados e municípios substituíssem dívidas mais caras pelos juros mais baixos de empréstimos oferecidos pelo Banco Mundial ou pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento.

Pernambuco, por exemplo, viu sua dívida externa subir mais de 13 pontos em 2017.

Mas mesmo com a alta do dólar, diz o secretário da Fazenda de Pernambuco, Marcelo Barros, o financiamento na moeda americana segue mais atraente devido às baixas taxas de juros externas.

Além disso, diz, muitos contratos têm salvaguardas contra desvalorização de moedas que podem ser acionadas se o governo entender necessário.

Raul Velloso, economista especializado em finanças públicas, diz que, no desespero para obter recursos, o ponto de preocupação é que os estados não devem fazer análise muito sofisticada das operações afetadas pela câmbio.

“Nos últimos anos, com a situação cambial mais tranquila e diante da fartura de recursos do exterior, esses estados se aproveitaram, mas não creio que eles, em especial os mais pobres, estejam preparados para lidar com isso”, diz.

Para Velloso, diante dificuldade para equacionar o caixa, o endividamento em dólar deve ser o último problema a receber atenção dos estados.

Por: Folhapress
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Aposentadoria por idade só poderá ser pedida por telefone ou internet a partir do dia 21

Salário-maternidade também não terá mais atendimento presencial; análise de pedidos será feita automaticamente pelo INSS.
A partir da próxima segunda-feira (21), o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) deixará de agendar atendimento presencial para pedidos de aposentadoria por idade e salário-maternidade. Os dois benefícios só poderão ser solicitados por telefone ou internet.

A análise para concessão da aposentadoria por idade e do salário-maternidade já é feita automaticamente, com base nos dados disponíveis nos sistemas do INSS e do governo, desde setembro de 2017. Mas até então também era possível fazer o pedido pelo modelo de agendamento, que agora ficará indisponível.

Os benefícios poderão ser solicitados no site do instituto ou pelo telefone 135. O segurado receberá um número de protocolo e só será chamado a uma agência do INSS em casos excepcionais, como na falta de documentos.

De acordo com o INSS, a mudança deve reduzir o tempo de análise dos pedidos. Segundo o órgão, outros benefícios também passarão a ser solicitados dessa forma “em breve”.

A partir do dia 24, serviços antes atendidos por ordem de chegada nas agências poderão ser agendados pela internet e telefone.

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Por G1
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Alta do dólar eleva endividamento dos estados em R$ 15 bilhões

Débito saiu de R$ 97 bilhões e atingiu R$ 112,1 bilhões

Em meio à dificuldade para equacionar a delicada situação fiscal, alguns estados vão ter que encarar mais uma fonte de dor de cabeça: a forte valorização do dólar nas últimas semanas e os seus efeitos sobre o endividamento em moeda estrangeira.

De janeiro até terça-feira (15), a dívida externa total dos estados cresceu R$ 15,1 bilhões. Ela saiu de R$ 97 bilhões e atingiu R$ 112,1 bilhões, segundo estimativas feitas com base em dados do Banco Central e no comportamento do dólar.

Apenas na terça-feira (15), dia em que o dólar chegou ao maior nível desde abril de 2016, cotado a R$ 3,66, o endividamento externo dos estados subiu R$ 1,2 bilhão.

A nova fonte de tensão não atinge de maneira uniforme todos os estados, mas acerta justamente os governos menos endividados -pelo menos até o fim do ano passado.

Se os governos regionais com grandes volumes de dívida tivessem boa parte dela em moeda estrangeira, o estrago poderia ser muito maior.

Entre os estados, o mais comprometido é o Amazonas, onde o endividamento externo cresceu 25 pontos percentuais entre 2016 e 2017, alcançando 50% da dívida consolidada de pouco mais de R$ 6,2 bilhões. O levantamento com base em dados do Tesouro foi feito por Vilma da Conceição Pinto, pesquisadora do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas.

Completam o grupo do estados mais endividados em dólar o Ceará (49% de uma dívida de quase R$ 12 bilhões); Pernambuco (43,5% da dívida de R$ 14,7 bilhões); Piauí (42,6% de uma dívida total de R$ 5 bilhões); e o Acre, com 40,8% da dívida em outras moedas.

“Os números mostram que os estados mais expostos às flutuações da moeda americana são aqueles com baixo endividamento. Esse é o grupo que está vendo a dívida aumentar”, diz Vilma Pinto.

Para ela, esses estados devem conseguir lidar melhor com o aumento justamente porque têm as suas contas um pouco mais em ordem.

Por outro lado, os estados com as contas mais problemáticas devem sofrer menos os efeitos do dólar mais alto, pois reduziram o endividamento externo entre 2016 e 2017.

No Rio de Janeiro, a dívida em moeda estrangeira caiu mais de 20 pontos em 2017, ou apenas 8,6% da dívida consolidada, de R$ 137 bilhões.

Minas Gerais seguiu o movimento: com queda de 12 pontos, a dívida externa caiu para 11% do endividamento total, de R$ 109 bilhões. Assim como no Rio Grande Sul, em que a dívida externa é 9,4% da dívida total, de R$ 76,7 bilhões -um recuo de 9 pontos.

O aparente paradoxo ocorre, segundo especialistas, porque os governos mais saudáveis vêm se aproveitando do movimento de expansão dos limites de financiamento de bancos internacionais para o Brasil desde 2011.

Isso conjugado ao ambiente de alta da liquidez externa fez com que estados e municípios substituíssem dívidas mais caras pelos juros mais baixos de empréstimos oferecidos pelo Banco Mundial ou pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento.

Pernambuco, por exemplo, viu sua dívida externa subir mais de 13 pontos em 2017.

Mas mesmo com a alta do dólar, diz o secretário da Fazenda de Pernambuco, Marcelo Barros, o financiamento na moeda americana segue mais atraente devido às baixas taxas de juros externas.

Além disso, diz, muitos contratos têm salvaguardas contra desvalorização de moedas que podem ser acionadas se o governo entender necessário.

Raul Velloso, economista especializado em finanças públicas, diz que, no desespero para obter recursos, o ponto de preocupação é que os estados não devem fazer análise muito sofisticada das operações afetadas pela câmbio.

“Nos últimos anos, com a situação cambial mais tranquila e diante da fartura de recursos do exterior, esses estados se aproveitaram, mas não creio que eles, em especial os mais pobres, estejam preparados para lidar com isso”, diz.

Para Velloso, diante dificuldade para equacionar o caixa, o endividamento em dólar deve ser o último problema a receber atenção dos estados. Com informações da Folhapress.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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7 milhões de brasileiros têm FGTS atrasado; confira maiores devedores

Razão por trás do “calote” ao FGTS seriam as dificuldades financeiras das empresas

Pelo menos sete milhões de trabalhadores brasileiros estão com o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) atrasado. O benefício, garantido pela Constituição como forma do trabalhador constituir um patrimônio, não tem sido depositado por parte de diversas empresas, totalizando uma dívida ativa de R$ 27,8 bilhões no último mês de abril, cobrada pela Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN). A informação foi divulgada pelo portal Uol, que teve acesso aos dados do órgão.

A razão por trás do “calote” ao FGTS seriam as dificuldades financeiras das empresas, segundo especialistas ouvidos na reportagem. Quando os primeiros problemas surgem no âmbito das finanças, o Fundo de Garantia costuma a ser uma das primeiras dívidas a não serem pagas.

“Há uma maior lentidão na cobrança, pois o Fisco não é um cobrador tão eficiente quanto pode parecer”, explicou ao Uol a advogada Adriana Pugliesi, especialista em Direito Comercial e professora do CEU Law School.

Apenas entre março e abril deste ano, o montante devido pelas empresas teria crescido 13,5%. Os 15 maiores devedores somam, sozinhos, pelo menos R$ 2,17 bilhões em passivos. Na lista também estão a massa falida de empresas famosas, como a Varig – com dívida de R$ 820 milhões – e a Vasp – com R$ 160 milhões em débito, empresas aéreas que lideram a lista de devedores.

Confira abaixo a relação completa dos 15 maiores devedores de FGTS no Brasil, segundo dados da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional obtidos pelo portal:

1. S.A. Viação Aérea Rio-Grandense (massa falida): R$ 820 milhões

2. Viação Aérea São Paulo S.A – Vasp (massa falida): R$ 160 milhões

3. Associação Sociedade Brasileira de Instrução (Universidade Cândido Mendes): R$ 132 milhões

4. Sociedade Universitária Gama Filho: R$ 130 milhões

5. TV Manchete LTDA: R$ 107 milhões

6. Vale S.A: R$ 105 milhões

7. Laginha Agro Industrial S.A: R$ 103 milhões

8. Eletropaulo S.A: R$ 91 milhões

9. Associação Educacional São Paulo Apóstolo (Assespa): R$ 89 milhões

10. Smar Equipamentos Industriais Ltda. (massa falida): R$ 80 milhões

11. Associação de Ensino Superior de Nova Iguaçu: R$ 79 milhões

12. Zihuatanejo do Brasil Açúcar e Álcool S.A (em recuperação judicial): R$ 75 milhões

13. Teka Tecelagem (em recuperação judicial): R$ 74 milhões

14. Associação Salgado de Oliveira de Educação e Cultura: R$ 65 milhões

15. Usina Pumaty S.A (em recuperação judicial): R$ 62 milhões

Por: Notícias ao Minuto
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Com média de R$ 4,56, preço da gasolina no Ceará é o terceiro maior do país

Ceará fica atrás apenas do Acre (R$ 4,88) e Rio de Janeiro (R$ 4,72). Litro da gasolina chegou a R$ 4,70.

O preço médio da gasolina no estado Ceará é o mais alto do Nordeste e terceiro do país, segundo pesquisa da Agência Nacional do Petróleo (ANP), com base em um levantamento realizado entre os dias 6 e 12 deste mês. Com o litro custando R$ 4,56 para o consumidor, o estado ficou atrás apenas do Acre (R$ 4,88) e Rio de Janeiro (R$ 4,72) na lista dos mais elevados.

Segundo a ANP, o litro da gasolina chega a ser comercializado por R$ 4,70 no Ceará; ja o valor mais baixo foi encontrado por R$ 4,24. A pesquisa foi realizada em 216 postos do estado.

Em Fortaleza, o preço médio encontrado nos estabelecimentos é de R$ 4,56. Em um dos postos pesquisados foi encontrado o combustível por R$ 4,29 o litro. O valor mais alto na capital cearense é de R$ 4,59.

No Brasil
O preço médio do litro de gasolina no país ficou em R$ 4,257, ante R$ 4,225 na semana anterior. A alta corresponde a 0,76%. Na última pesquisa, havia recuado 0,02%.

Com o novo aumento, a gasolina acumula alta de 3,85% desde o início do ano, e avança 21,28% desde que a Petrobras iniciou sua nova política de preços, em julho do ano passado.

Por: G1
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Disparada do dólar encarece dívidas de empresas no exterior em R$ 115 bi

Ainda que os empréstimos na moeda estrangeira não tenham crescido, a variação cambial faz com que sejam necessários mais reais para pagar o mesmo compromisso

A disparada do dólar aumentou em R$ 115 bilhões o total que bancos e empresas terão de desembolsar para fazer frente às dívidas no exterior. Ainda que os empréstimos na moeda estrangeira não tenham crescido, a variação cambial faz com que sejam necessários mais reais para pagar o mesmo compromisso. O quadro pode gerar ainda mais preocupação com a informação do Banco Central de que 46,9% das empresas com dívida em dólar não contam com proteção à variação do câmbio.

Dados do BC mostram que a dívida externa de bancos e empresas somava US$ 471,2 bilhões no fim de março. Esse valor inclui empréstimos bancários, títulos de dívida, crédito comercial e operações intercompanhias. Em dólar, o montante não oscila expressivamente há três anos. Convertida para reais, a dívida passou do equivalente a R$ 1,556 trilhão no fim de março para R$ 1,672 trilhão na última quinta (dia 10) – uma diferença de R$ 115 bilhões.

O cenário pode trazer preocupação especialmente para empresas que eventualmente tomaram crédito em outros países, mas não estavam preparadas para o dólar mais caro. O tema tem surgido discretamente em análises de economistas, executivos e investidores e pode ganhar força à medida que o dólar avança ou com o passar das próximas semanas.

Isso porque a conta para quitar dívidas continua chegando às empresas e bancos, que têm compromissos de US$ 84,4 bilhões até dezembro. Maio é o segundo mês que mais concentra compromissos neste ano: US$ 12 bilhões em principal e juros. À frente, só dezembro com outros US$ 22,8 bilhões.

Tantas cifras podem despertar ainda mais atenção diante de duas informações. A primeira é a que indica que quase metade das companhias consultadas em 2014 pelo próprio BC não se protegia contra a oscilação do dólar com o chamado “hedge”. “As empresas não exportadoras sem hedge representam quase metade da dívida total em moeda estrangeira”, destaca um estudo do BC. O restante das firmas estava protegida no mercado ou porque tinha receita em dólar.

Uma dessas empresas é a estatal Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan). Em 30 de março, a empresa registrava dívida de US$ 30,6 milhões. Ela avalia que a recente disparada do dólar deve elevar o gasto no próximo vencimento, em julho, em R$ 747 mil. A Corsan não tem hedge, mas explicou em nota que o “caixa está preparado para esse desembolso adicional” e que a exposição cambial da empresa é relativamente baixa: 6,9% da dívida total.

Periodicamente, o BC estima o total da dívida externa das empresas sem proteção cambial. O dado mais recente, de dezembro de 2016, mostrava valor equivalente a 9% do Produto Interno Bruto (PIB). O patamar é maior que os 8% de 2014, primeira pesquisa. Ainda que parte dessa dívida desprotegida conte com algum tipo de resguardo indireto – como um ativo ou sede no exterior, essas companhias administram o caixa com compromissos futuros em moeda estrangeira sem seguro contra a disparada da moeda.

Com quase metade das empresas desprotegidas, o BC sugere atenção a eventuais mudanças na economia. O estudo da instituição diz que em um “hipotético cenário de reversão” há dois pontos a observar com cautela nas empresas com exposição ao câmbio: “potenciais impactos na capacidade de pagamento das empresas e no total do endividamento”.

Economistas avaliam que as últimas semanas reforçam a percepção de que a mudança de cenário hipotética mencionada pelo BC está em curso. Desde março, o dólar subiu mais de 7% e já bateu em R$ 3,60, crescem as incertezas sobre as eleições no Brasil, o aperto do juro nos EUA pode ser mais intenso que o esperado e surgiu uma inesperada crise na Argentina com direito até ao FMI. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Agência Estado
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Trump expressa apoio a Macri em negociação com o FMI

A presidência argentina agradeceu o apoio do subsecretário do Tesouro americano e afirmou que Trump apoia as conversas com o FMI

Buenos Aires – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, conversou por telefone nesta segunda-feira com o colega argentino, Mauricio Macri, e “ratificou o apoio” às negociações que o país sul-americano mantém com o Fundo Monetário Internacional (FMI) para obter um crédito e atenuar a queda do peso.

“Macri agradeceu pelas demonstrações de apoio do subsecretário do Tesouro, David Malpass, e Trump ratificou o apoio às conversas com o Fundo”, afirmou a presidência argentina em comunicado, no qual assinalou que foi Trump quem se “comunicou telefonicamente”.

Na conversa, que durou dez minutos, o chefe de Estado argentino “compartilhou com o colega americano o desafio da Argentina de reduzir o déficit fiscal e o início das conversas com o FMI”, acrescentou o texto.

Ambos os presidentes, que são conhecidos há décadas pela carreira como empresários, também dialogaram sobre outros temas da agenda global como o G20 – que a Argentina preside neste ano -, a Coreia do Norte e a situação da Venezuela.

Na semana passada, o subsecretário do Tesouro dos EUA para Assuntos Internacionais, David Malpass, reiterou o “contundente apoio” à agenda de “reformas orientadas para o mercado” da Argentina, depois de se reunir com o ministro de Fazenda, Nicolás Dujovne, e deu “boas-vindas” às negociações com o FMI.

Desde 25 de abril, o peso argentino se desvalorizou abruptamente pela forte alta de taxas nos Estados Unidos e pela consequente fuga de capital para esse país, o que transtornou fortemente os setores político, econômico e social argentinos e obrigou o governo a começar a negociar créditos com o FMI e outros órgãos multilaterais para atenuar as consequências.

Fonte: EXAME.
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Focus reduz para 3,45% prévia da inflação de 2018.

O Relatório divulgado na manhã desta segunda-feira, pelo Banco Central (BC), mostra que a mediana para o IPCA este ano foi de 3,49% para 3,45%.
Brasília – Sob influência dos dados mais recentes de inflação, os economistas do mercado financeiro reduziram a previsão para a inflação de 2018 e 2019. O Relatório de Mercado Focus divulgado na manhã desta segunda-feira, 14, pelo Banco Central (BC), mostra que a mediana para o IPCA este ano foi de 3,49% para 3,45%.

Há um mês, estava em 3,48%. Já a projeção para o índice em 2019 passou de 4,03% para 4,00%. Quatro semanas atrás, estava em 4,07%.

A projeção dos economistas para a inflação em 2018 está próxima do piso da meta deste ano, cujo centro é de 4,5%, com margem de tolerância de 1,5 ponto porcentual (índice de 3,0% a 6,0%). Para 2019, a meta é de 4,25%, com margem de 1,5 ponto (de 2,75% a 5,75%).

Entre as instituições que mais se aproximam do resultado efetivo do IPCA no médio prazo, denominadas Top 5, a mediana das projeções para 2018 no Focus passou de 3,40% para 3,16%. Para 2019, a estimativa do Top 5 foi de 4,00% para 3,80%. Quatro semanas atrás, as expectativas eram de 3,56% e 4,05%, respectivamente.

Na Quinta-feira passada, dia 10, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o IPCA subiu apenas 0,22% em abril, abaixo do que era esperado pelo mercado. No acumulado do ano, o índice de preços avançou 0,92%.

Também com influência sobre as projeções de inflação do mercado, o dólar à vista acumula alta de 2,74% em maio e de 8,59% em 2018.

Na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) e no Relatório Trimestral de Inflação (RTI), divulgados em março, o BC havia projetado o IPCA em 3,8% ao fim de 2018 e em 4,1% ao final de 2019, considerando o cenário de mercado.

No Focus agora divulgado, a inflação suavizada para os próximos 12 meses passou de 4,12% para 4,21% de uma semana para outra – há um mês, estava em 4,02%.

Entre os índices mensais mais próximos, a estimativa para maio de 2018 foi de 0,32% para 0,33%. Um mês antes, estava em 0,32%. No caso de junho, a projeção passou de 0,26% para 0,28%, ante 0,22% de quatro semanas antes.

Preços administrados
O Relatório de Mercado Focus indicou, ainda, elevação na projeção para os preços administrados em 2018. A mediana das previsões do mercado financeiro para o indicador este ano foi de alta de 5,00% para aumento de 5,20%. Para 2019, a mediana seguiu em elevação de 4,44%. Há um mês, o mercado projetava aumento de 5,00% para os preços administrados neste ano e elevação de 4,50% no próximo ano.

As projeções atuais do BC para os preços administrados indicam elevações de 4,8% em 2018; 3,8% em 2019; e 4,0% em 2020. Estes porcentuais foram atualizados no Relatório Trimestral de Inflação divulgado no fim de março.

Outros índices
O relatório do BC também mostrou que a mediana das projeções do IGP-DI de 2018 passou de 4,53% para 5,22%. Há um mês, estava em 4,46%. No caso de 2019, o IGP-DI projetado foi de 4,26% para 4,32%, ante 4,25% de quatro semanas antes.

Calculados pela Fundação Getulio Vargas (FGV), os Índices Gerais de Preços (IGPs) são bastante afetados pelo desempenho do dólar e pelos produtos de atacado, em especial os agrícolas.

Outro índice, o IGP-M, que é referência para o reajuste dos contratos de aluguel, foi de 4,80% para 5,21% nas projeções dos analistas para 2018. Quatro levantamentos antes, estava em 4,57%. Para 2019, a projeção foi de 4,45% para 4,46%, ante 4,40% de quatro semanas atrás.

Já a mediana das previsões para o IPC-Fipe de 2018 foi de 2,90% para 2,50% no Focus. Um mês antes, a mediana das projeções do mercado para o IPC era de 3,14%. No caso de 2019, a projeção seguiu em 4,05%, ante 4,06% de um mês antes.

Por: Estadão conteúdo

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