INCC-M sobe 0,30% em maio após alta de 0,28% em abril, aponta FGV

Das sete capitais analisadas, quatro registraram aceleração em suas taxas de variação em maio.
O Índice Nacional de Custo da Construção – Mercado (INCC-M) ficou em 0,30% em maio, mostrando leve aceleração ante a alta de 0,28% registrada em abril, divulgou nesta sexta-feira, 25, a Fundação Getulio Vargas (FGV). O grupo Materiais, Equipamentos e Serviços avançou de 0,40% no mês passado para 0,49% no quinto mês, enquanto o índice referente à Mão de Obra desacelerou de 0,18% para 0,15% no período.

Das sete capitais analisadas, quatro registraram aceleração em suas taxas de variação em maio ante abril: Salvador (0,04% para 0,24%), Belo Horizonte (0,83% para 1,08%), Recife (0,09% para 0,41%) e Rio de Janeiro (0,21% para 0,22%).

Em contrapartida, apresentaram arrefecimento nas taxas as cidades de Brasília (0,37% para 0,22%), Porto Alegre (0,32% para 0,17%) e São Paulo (0,20% para 0,18%).

O avanço do INCC-M entre abril e maio foi influenciado pelo aumento do custo de Materiais e Equipamentos. O indicador subiu de 0,35% para 0,54% com a maior contribuição de materiais para acabamento, cuja taxa passou de 0,23% para 0,66%.

Por outro lado, o segmento de Serviços teve alívio de 0,61% para 0,27% no quinto mês do ano, com destaque para a desaceleração de projetos (1,48% para 0,95%). Desse modo, a taxa de Materiais, Equipamentos e Serviços avançou de 0,40% para 0,49%.

O Índice referente a Mão de Obra teve alta de 0,15% no mês por conta de reajustes salariais em Belo Horizonte e Recife. Contudo, a taxa ficou aquém da de abril (0,18%).

Influências individuais

Entre as maiores influências individuais de alta, a FGV destacou os seguintes itens: elevador (0,33% para 0,82%), ajudante especializado (0,16% para 0,20%), cimento portland comum (mesmo com a desaceleração de 1,12% para 1,08%) e esquadrias de alumínio (0,44% para 1,14%), além de projetos.

Por outro lado, as principais contribuições de baixa foram aluguel de máquinas e equipamentos (0,21% para -0,51%), argamassa (apesar da taxa maior, de -0,36 para -0,13%), massa corrida para madeira (a despeito da aceleração de -1,54% para -1,20%), materiais elétricos (0,53% para -0,03%) e taco/tábua corrida para assoalho (mesmo com o avanço de -0,16% para -0,08%).

O INCC-M da FGV é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

Fonte:  Estadão Conteúdo
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Caixa tem lucro de R$ 3,2 bi no 1º tri, alta de 114% em relação a 2017

Segundo o banco estatal, resultado foi devido às receitas com intermediação financeira e prestação de serviços e pelo recuo nas despesas administrativas.

Caixa Econômica Federal divulgou quinta-feira (24) que teve lucro líquido de R$ 3,2 bilhões no 1º trimestre de 2018, alta de 114,5% em relação ao mesmo período de 2017. A Caixa diz que foi o maior resultado trimestral da história do banco, gerado pelo “aumento da eficiência operacional”.

Segundo o banco estatal, o aumento do lucro foi gerado principalmente pelo avanço de 21,9% no resultado bruto da intermediação financeira, pelo crescimento nas receitas com prestação de serviços e pelo forte recuo nas despesas administrativas.

Com o resultado trimestral, o lucro da Caixa é o 3º maior entre os principais bancos do país, atrás do Itaú Unibanco e Bradesco.

Carteira de crédito
No 1º trimestre, a carteira de crédito ampla alcançou saldo de R$ 700,2 bilhões, recuo de 2,1% em 12 meses, em função da estratégia adotada para adequação do seu portfólio à implementação das regras de Basileia III, para melhorar a alocação de capital da empresa e ampliar as carteiras de menor risco, além de melhorar a eficiência operacional e rentabilizar a carteira de crédito atual.

Com isso, houve o crescimento nas carteiras de menor risco, como habitação e infraestrutura, e redução da exposição nas carteiras comerciais, tendo como efeito a redução da provisão para devedores duvidosos, que foi de 27,7%.

Essa estratégia resultou no recuo de 2,1% em 12 meses na carteira de crédito, sendo 25,2% no segmento pessoa jurídica e 11,5% no segmento pessoa física, linhas que exigem maior alocação de capital. O crédito rural teve redução de 6,8% em 12 meses e alcançou saldo de R$ 7,0 bilhões no primeiro trimestre.

Crédito imobiliário
Por outro lado, a carteira imobiliária alcançou saldo de R$ 433,1 bilhões, crescimento de 4,9% em 12 meses. Desse saldo, R$ 243,4 bilhões foram concedidos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), aumento de 14,8%, e R$ 190 bilhões com recursos da poupança, que recuaram 5,5% em 12 meses.

Com isso, a Caixa ganhou 1,7 ponto percentual de participação no mercado de crédito imobiliário, mantendo-se na liderança, com 69,1%.

Inadimplência
As despesas com provisão para devedores duvidosos atingiram R$ 3,7 bilhões no 1º trimestre, queda de 27,7% em 12 meses e de 35,6% na comparação com o trimestre anterior. Segundo a Caixa, a redução foi devido, principalmente, ao recuo da carteira de crédito, em função do plano de capital da empresa.

Em março, as despesas com provisões para créditos de liquidação duvidosa correspondiam a 5,3% do total da carteira de crédito, mesmo patamar de dezembro de 2017 e ligeiramente superior ao verificado em março de 2017.

O índice de inadimplência totalizou 2,9% no trimestre, aumento de 0,07 ponto percentual ante mesmo período de 2017, permanecendo abaixo da média de mercado, de 3,28%.

No final do 1º trimestre, a carteira de habitação apresentou inadimplência de 2%, mesmo patamar de março de 2017, segundo a Caixa. As operações de infraestrutura apresentaram inadimplência de 1,05%, evolução de 0,78 p.p. em 12 meses, impactada pela operação com um “grupo específico”.

Demissões fazem cair despesas
No 1º trimestre, as despesas de pessoal totalizaram R$ 5,1 bilhões, queda de 12,5% em 12 meses e diminuição de 7,8% em comparação ao 4º trimestre de 2017, impactada, principalmente, pelos efeitos dos planos de demissão voluntária iniciados em 2017.

As despesas de pessoal, no primeiro trimestre, representavam 65,9% do total das despesas administrativas.

As outras despesas administrativas recuaram 5,9% em 12 meses, totalizando R$ 2,7 bilhões, no primeiro trimestre, em função dos ganhos com a otimização de processos e do controle das despesas operacionais. Houve economias de 45,9% em propaganda e publicidade, 28,8% em comunicação, 10,5% em material e 10,4 em processamento de dados, destacou a Caixa.

Assim, o índice de eficiência operacional alcançou 48,4%, melhora 3,2 pontos percentuais em 12 meses, melhor marca, segundo a Caixa. O índice de cobertura de despesas de pessoal, que mede a relação entre as receitas de prestação de serviços e as despesas de pessoal, foi de 117,1%, avanço de 11,2 pontos percentuais na comparação com 2017, e a cobertura com despesas administrativas totalizou 76%, melhorando 7,9 p.p. em 12 meses.

“Esses indicadores refletem os avanços das coberturas pela maior contribuição das receitas de serviços e pelas ações de ajuste do quadro de pessoal e otimização da estrutura”, informou a Caixa.

Captações
O saldo das captações totalizou R$ 963,4 bilhões em março, redução de 2,6% em 12 meses, e em volume suficiente para cobrir 137,6% da carteira de crédito.

O desempenho no saldo foi impactado, principalmente, pelo aumento de 10,7% nos empréstimos e repasses, de 10,2% nos depósitos em poupança e de 8,1% nos depósitos judiciais, além das reduções de 26,3% em CDB, 20,7% em Letras e 17,4% nas captações no mercado aberto.

Os depósitos totalizaram R$ 506,5 bilhões em março de 2018.

A poupança, com saldo de R$ 278,7 bilhões, continua a ser a principal fonte de recursos da Caixa, representando 38,1% da participação de mercado.

Fonte: G1
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Dólar cai pelo 3º dia seguido e fecha a R$ 3,63

A moeda à vista perdeu 0,3%, a R$ 3,628.
O dólar comercial recuou 0,52%, para R$ 3,626. Na máxima chegou a R$ 3,68. O dólar à vista perdeu 0,3%, a R$ 3,628.
O tom negativo no exterior freou a queda do dólar ante o real nesta quarta (23), mas não impediu a moeda americana de emendar o terceiro dia de desvalorização, em mais uma sessão com intervenção do Banco Central.

O Ibovespa, índice que reúne as ações de maior liquidez na Bolsa brasileira, recuou 2,26%, para 80.867 pontos, pressionado pelas ações da Eletrobras e da Petrobras. Foi o menor nível desde 23 de janeiro. O giro financeiro somou R$ 11,2 bilhões.

O mercado voltou a se preocupar com o rumo das negociações entre Estados Unidos e China, após o presidente Donald Trump sinalizar que o caminho atual parece “muito difícil” de ser concluído. Na terça (22), o dólar perdeu para as principais moedas do mundo exatamente pelo otimismo dos investidores sobre essas tratativas.

“Nosso acordo comercial com a China está indo bem, mas no fim provavelmente teremos de usar uma estrutura diferente, pois isso será muito difícil de ser feito e verificar os resultados após a conclusão”, escreveu Trump em uma rede social nesta quarta.

As Bolsas europeias caíram com força, influenciadas também por incertezas políticas na Itália. Londres perdeu 1,13%, Paris caiu 1,32% , e a Alemanha recuou 1,47%.

“Foi um dia de realizações [de embolsar lucros] no mundo inteiro, muito relacionado com o vaivém entre Trump e a China. Isso gera um desconforto grande depois de uma calmaria”, diz André Perfeito, economista-chefe da Spinelli Corretora.

O dólar ganhou força sobre 22 das 31 principais divisas do mundo. Nos mercados emergentes, porém, as moedas nacionais, em geral, se fortaleceram.

A divulgação da ata do Federal Reserve (o Fed, banco central dos EUA) nesta quarta também trouxe certa tranquilidade ao mercado, porque não apresentou grandes surpresas em relação ao futuro de sua política monetária.

“A ata veio até um pouco mais suave, não tão ‘pró-aperto’ como se poderia imaginar”, diz Aldo Moniz, analista da Um Investimentos.

O mercado já precifica uma nova alta em junho, a segunda de 2018. A dúvida é se haveria mais de uma elevação depois dessa.

Juros maiores nos EUA atrairiam um fluxo global de capital para o país, esvaziando mercados com taxas maiores, mas considerados mais arriscados, como o Brasil.

Internamente, a pressão de alta foi aliviada por mais uma oferta de swaps cambiais tradicionais do BC, equivalentes à venda de dólares no mercado futuro. Nesta sessão, a autoridade vendeu, pelo terceiro dia seguido, todos os 15 mil novos contratos, totalizando US$ 3,5 bilhões desde a semana passada, quando vendia por dia até 5.000 contratos.

Das 67 ações do Ibovespa, 59 caíram e apenas 8 subiram.

Os papéis da Eletrobras descaíram 11,5% (ordinários) e 9,4% (preferenciais) após o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmar que vai deixar caducar a medida provisória que trata da privatização da elétrica.

Outra estatal, a Petrobras, recuou 5,8% (preferencial) e 4,5% (ordinária) em mais um dia marcado pela greve de caminhoneiros pelo país.

A gigante de alimentos BRF caiu 3,21%. A empresa anunciou a suspensão das atividades em quatro unidades e a paralisação parcial ou total das operações de outras nove fábricas, em razão da greve dos caminhoneiros.

Fonte: FOLHAPRESS
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Não vai cair amanhã-Redução do combustível: quais suas motivações e como afeta o consumidor

(Foto:  Miguel Schincariol/AFP Photo-    Protesto de caminhoneiros contra aumento dos combustíveis, em São Paulo)
A Petrobras anunciou nesta terça-feira (22) redução nos preços de diesel e gasolina nas refinarias a partir desta quarta-feira. O diesel cairá 1,54%, para R$ 2,3351 por litro, no primeiro corte desde 12 de maio, após sete altas seguidas. Já a gasolina diminuirá em 2,08%, para R$ 2,0433 por litro, a primeira redução desde 3 de maio.

O comunicado acontece em meio a discussões dentro do governo sobre a alta dos preços dos combustíveis e uma greve de caminhoneiros que atingiu 19 estados na segunda. No dia seguinte, profissionais voltaram a bloquear rodovias e o porto de Santos. Nesta quarta, caminhoneiros mantiveram a greve à espera de um acordo, com a expectativa de que o governo faça zerar a cobrança do Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico).

Especialistas ouvidos pelo UOL discutem as motivações para esta queda, como ela pode afetar o consumidor e quais modelos de precificação poderiam ser mais benéficos para o bolso do motorista.

Ainda não deve chegar ao consumidor

Apesar de ser uma boa notícia, o consumidor não deverá sentir a redução anunciada nesta terça tão rápido. “Já adianto que não vai cair amanhã”, afirma Paulo Furquim, professor de regulação do Insper, a reportagem. “A cadeia produtiva do combustível gera um estoque, que leva os preços anteriores, e isso traz uma certa demora para o repasse na bomba.”

A diminuição da alíquota da Cide, por exemplo, depende de um decreto do presidente Michel Temer para que passe a valer. A medida, porém, só passará a valer três meses após a assinatura do decreto. De acordo com Furquim, a política de alteração frequente adotada pela Petrobras em julho de 2017 faz com que a cadeia de distribuição deixe a média mais alta.

“Os postos só vão baixar o preço quando reabastecerem com a gasolina mais baixa”, explica o especialista. “Só que esse anúncio faz com que eles já fiquem ansiosos e acabem aumentando os preços nas bombas.”

Ele pontua que, na prática, como os valores são reajustados quase diariamente, caso os preços voltem a subir, o consumidor pode nem sentir a queda. “Com mudanças tão frequentes, o consumidor não experimenta tanto a queda, mas a alta, sim, ele acaba pagando mais caro por mais tempo”, afirma o especialista.

Redução dos preços: política econômica ou pressão política?

A redução dos preços foi anunciada após uma queda de mais de 1% no dólar e em meio a uma greve nacional de caminhoneiros e conversas da Petrobras com o governo federal sobre os sucessivos aumentos do combustível.

Após se reunir com dois ministros nesta terça, Pedro Parente, presidente da estatal, afirmou à imprensa que a queda corrobora o sucesso da política de precificação adotada pela empresa no ano passado.

“A redução de hoje é simples de entender: uma redução importante de câmbio ontem… então é prova de que essa política funciona tanto na direção de subir os preços quanto de cair os preços”, afirmou o CEO.

Os especialistas ouvidos pela reportagem divergem quanto às motivações da redução.

Pedro Raffy Vartanian, professor de economia da Universidade Presbiteriana Mackenzie, afirma ao UOL que a queda condiz com a nova política estabelecida pelo governo há quase um ano.

“A redução, dessa vez, não se deve ao preço internacional do petróleo, mas à variação da taxa de câmbio com a valorização do real, o que quer dizer que o petróleo em real ficou mais barato”, afirma Vartanian, pesquisador do Centro Mackenzie de Liberdade Econômica.

O professor pondera que, desde que a nova política foi implantada, houve uma alta consistente do preço internacional do barril somada à alta do dólar e decorrente desvalorização do real. O fortalecimento da nossa moeda nessa semana teria, por consequência, impulsionado a queda. “Por isso não acredito que tenha havido uma mudança na política de precificação”, afirma Vartanian referindo-se à pressão dos caminhoneiros.

Gabriel Francisco, analista da XP Investimentos, concorda e alerta para os perigos de uma eventual interferência governamental na política de preços.

“Em um momento de alta volatilidade de câmbio e petróleo, interferir na política de preços da Petrobras seria visto como negativo para a ação devido ao risco para às margens do segmento de refino da empresa”, afirma o especialista, por meio de nota enviada ao UOL. Segundo Francisco, esta interferência poderia levar a renúncia de membros do conselho, entre eles o presidente.

Já Furquim não descarta interferência política na decisão tomada pela estatal nesta terça. “Há uma série de elementos que temos de considerar. Uma greve de caminhoneiros tem um poder político relevante, de maneira alguma pode ser ignorado, além disso Parente se reuniu com o governo recentemente. Estamos em ano eleitoral”, afirma o professor.

De acordo com o especialista do Insper, há chance do uso político dos preços para “aplacar um pouco a ira do consumidor”.

Como exemplo, Furquim cita o anúncio nesta terça do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, pré-candidato à presidência pelo DEM, sobre o acerto com o governo para zerar a Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) com o objetivo de reduzir o preço dos combustíveis.

“É um populismo”, afirma Furquim. De acordo com o especialista, isso será ruim para economia e o consumidor em médio prazo. “A conta virá com o aumento de outros impostos ou da própria Cide em um momento político mais oportuno. Em momentos como este, não se pode zerar uma contribuição.”

O novo modelo e seu resultado prático para o consumidor

A Petrobras mudou a política de preços do diesel e da gasolina em julho do ano passado. A área marketing e comercialização da empresa ganhou a liberdade para reajustar as cotações na refinaria de forma mais frequente, inclusive diariamente, com o objetivo de aumentar a competitividade e recuperar receita e participação de mercado.

A nova orientação permitiu que a empresa realize ajustes sempre que achar necessário, dentro de uma faixa determinada, de redução de 7% a alta de 7%. A orientação anterior era de reajuste ao menos uma vez por mês.

Vartanian e Furquim concordam que a regra foi benéfica para o consumidor e para a economia.

“A estratégia anterior de represar o preço fez com que o mercado interno de combustíveis atendesse ao governo e não ao mercado internacional”, afirma o professor do Mackenzie. “O caixa da Petrobras teve de suportar o desalinhamento entre lá fora e aqui, foi ruim para a empresa.”

Para ele, a política não só não deu certo no setor como foi ruim para toda a economia. “Eles seguraram o preço, mas quando o aumento veio, veio de forma intensa: trouxe alta de inflação e dos juros”, afirma Vartanian. “Hoje, o consumidor paga um preço realista. Não há surpresas.”

“Essa política é a resposta à uma regra fracassada que mirava não o controle do combustível, mas da inflação”, afirma Furquim. “Foi desastroso para diversas indústrias, mas principalmente para o etanol, que não podia subir seus preços para se manter competitivo enquanto seus gastos aumentavam. Ele passou por seu pior momento.”

Apesar de necessária, Furquim pontua, no entanto, que a frequência quase diária de reajuste traz uma insegurança no mercado e não tem um efeito prático tão grande.

“Se um dia sobe um pouco e no outro cai um pouco, poderia manter um preço médio”, sugere o especialista. “Tem de reajustar, sim. O consumidor deve pagar o que a gasolina está custando, mas o repasse poderia ter uma periodicidade menor.”

Segundo Furquim, uma frequência tão grande de reajuste não tem efeito direto na bomba, mas traz certo nervosismo ao mercado. “Nem grandes empresas privadas têm tanto reajuste. Elas seguram um pouco para evitar certo alarde de seus fornecedores, acredito que seja uma política que a Petrobras poderia adotar.”

De acordo com o especialista, isso evitaria reações ansiosas por parte dos postos e distribuidores a anúncios de queda e de alta por parte da estatal.

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Dólar fecha em queda de 1,35% após seis altas seguidas

O mercado de câmbio reagiu à nova intervenção do Banco Central.
O dólar comercial encerrou o pregão desta segunda-feira (21) em queda de 1,35%, cotado a R$ 3,689. O resultado ocorre após seis altas consecutivas da moeda norte-americana frente ao real. Ao longo da semana passada, o dólar se valorizou 3,85% e chegou a valer mais de R$ 3,74 na sexta-feira (18).

O dólar turismo, usado para quem vai fazer uma viagem internacional, estava sendo vendido a R$ 3,83 nas casas de câmbio de São Paulo, no fim da tarde, já incluídas as taxas de impostos. Na versão cartão pré-pago, incluindo taxas, a moeda norte-americana estava sendo cotada a R$ 4,03.

O mercado de câmbio reagiu à nova intervenção do Banco Central (BC), que reforçou na manhã de hoje a oferta de swap cambial, equivalente à venda de dólares no mercado futuro, por meio do leilão de 15 mil novos contratos e a renovação (rolagem) dos contatos que vencem no dia 1º de junho. Com a medida, o governo conseguiu manter a aplicação em moeda norte-americana no país, reduzindo seu valor frente ao real.

Quando há momentos de fortes oscilações (volatilidade) no mercado de câmbio, como atualmente, o BC intervém no mercado. O swap (troca, em inglês) cambial é um derivativo financeiro (contratos com variação em função do preço de outro ativo). Nesse tipo de contrato, o BC se compromete a pagar ao detentor do swap a variação do dólar, acrescida de uma taxa de juros (cupom cambial), e a receber, em troca, a variação da taxa básica de juros, a Selic, acumulada no período do contrato. Assim, quem vende esse contrato fica protegido caso a cotação do dólar aumente, mas tem de pagar a variação da taxa Selic ao Banco Central.

Dessa forma, as empresas se protegem de uma variação excessiva da alta da moeda americana e há aumento da liquidez no mercado, com injeção de dólares no mercado futuro.

De acordo com dados da última sexta-feira (18), o estoque de contratos de swaps estavam em US$ 24,798 bilhões. Desses, US$ 5,650 bilhões vencem no dia 1º de junho deste ano. Em 2017, esse estoque era menor – encerrou o ano em US$ 23,8 bilhões. Em 2016, o estoque era de US$ 26,6 bilhões e no final de 2015, de US$ 108,1 bilhões.

A perspectiva de aumento da taxa de juros americano ocorre desde 2013. A partir de junho daquele ano, grandes empresas brasileiras captaram recursos externos, o que gerou a necessidade de hedge (proteção). Segundo o BC, no intuito de oferecer estabilidade financeira e econômica, a autoridade monetária optou por oferecer essa proteção via swaps, atendendo à demanda do mercado.

A partir de abril de 2016, o estoque de swap cambial começou a cair com a sinalização de que os Estados Unidos não subiriam muito a taxa de juros no curto prazo. Com isso, o BC aproveitou o momento para reduzir o saldo desses contratos. Agora, com o aquecimento da economia americana, a sinalização é de aumento dos juros daquele país.

Fonte: NOTÍCIAS AO MINUTO com informações da Agência Brasil
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Convocados pelo INSS têm até esta segunda-feira para agendar perícia

A marcação deve ser feita por meio do telefone 135, das 7h às 22h

Os 59,1 mil beneficiários de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez que foram convocados pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) têm até esta segunda-feira (21) para agendar a perícia de revisão do benefício. A marcação deve ser feita por meio do telefone 135, das 7h às 22h.

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Social, apenas 11,7 mil pessoas marcaram a perícia. Caso não seja feito o agendamento, o benefício é suspenso. A meta do governo federal é fazer um pente-fino em 1,2 milhão de benefícios por incapacidade ao longo 2018, sendo 273.803 de auxílio-doença e 995.107 de aposentadorias por invalidez.

“Cumprir os prazos estabelecidos é importante para evitar bloqueio do benefício. O MDS faz uma ampla divulgação das convocações para que ninguém seja prejudicado, zelando para que cada revisão pericial médica seja realizada dentro dos mais estritos preceitos éticos e de justiça”, afirmou ao G1 o ministro de Desenvolvimento Social, Alberto Beltrame.

Quem foi convocado

Os beneficiários que precisam fazer a perícia, mas não foram localizados (seja por endereço desatualizado ou dados incorretos);

Quem recebeu a carta do INSS sobre a necessidade da perícia, mas não agendou a consulta no prazo determinado.

Quem não precisa fazer

Pessoas com mais de 60 anos;

Quem tiver 55 anos e recebe benefício há pelo menos 15 anos.

Fonte: Notícias ao Minuto.
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Combustíveis mais caros nesta sexta (18)

 A Petrobras autorizou nesta quinta-feira (17) a fazer alterações nos preços dos combustíveis (gasolina e diesel) na refinaria, com as seguintes disposições: o diesel com alta de 0,95 % e a gasolina com alta de 1,80%.

Essa é a quarta alteração nos preços somente esta semana.

Segunda a Petrobras, os reajustes são devido a disparada internacional no preço do petróleo.

De acordo com o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o impacto dos aumentos para o consumidor final no Pará tem sido sentido diariamente com repasse para os preços.

Ainda segundo o Dieese, pela nova dinâmica de preços dos combustíveis da Petrobras, que entrou em vigor desde junho do ano passado, os aumentos poderão ocorrer até diariamente.

Segundo análise a alta nos preços dos combustíveis, principalmente do diesel tem efeito dominó na Economia. “No nosso caso especifico do Pará, esta situação, dependendo do tamanho do repasse, deverá trazer novos impactos nos preços, principalmente da alimentação básica em função de aumentos nos preços de fretes e também aumento na inflação”, diz Roberto Sena, economista e supervisor técnico do Dieese.

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Fonte: DOL
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Dólar vai a R$ 3,70 com exterior e após BC manter juro

Bolsa tem pior dia em 1 ano.
Um dia após o Banco Central manter a taxa de juros em 6,5% ao ano por causa das turbulências internacionais, o exterior voltou a provocar instabilidade no mercado brasileiro.

A alta dos rendimentos de títulos americanos pressionou o dólar, que subiu para R$ 3,70 nesta quinta-feira (17), no quinto dia de valorização. Já a Bolsa brasileira teve a maior queda diária em um ano afetada por uma venda generalizada de ativos.

O dólar comercial subiu 0,62%, para R$ 3,700. É o maior nível desde 16 de março de 2016, quando terminou a R$ 3,739. O dólar à vista avançou 0,54%, também a R$ 3,700.

A Bolsa brasileira fechou em forte baixa de 3,37%, para 83.621 pontos. Foi a maior desvalorização diária desde 18 de maio de 2017, quando o Ibovespa recuou 8,8% sob impacto do vazamento da delação do empresário Joesley Batista, do grupo JBS.

No mundo, o dólar subiu ante 25 das 31 principais moedas globais.

A alta teve como origem um novo aumento dos rendimentos dos títulos de dívida americana, que agora bateram 3,119%, o maior patamar desde junho de 2011.

Os papéis continuam reagindo a dados fortes divulgados recentemente e que apontam para o fortalecimento da economia americana. Esse é o principal fator apontado por analistas para a valorização do dólar não só em relação ao real, mas ante moedas de outros emergentes e até de economias desenvolvidas.

“O câmbio está seguindo o cenário externo, onde vemos uma forte desvalorização das moedas emergentes em relação ao dólar. Brasil acompanha, com uma variação um pouco menor, o que acontece no cenário global”, afirma Ricardo Braga, executivo responsável pela área de investimento do banco Andbank.

A turbulência externa foi também um dos motivos apontados pelo Banco Central para manter os juros na reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) que terminou nesta quarta-feira.

“O Copom olhou o balanço de risco interno e externo, pesou mais esse aumento do balanço, e manteve as taxas de juros, de uma forma acertada”, diz. “Olhando só para o lado macroeconômico, haveria justificativa para manter um corte de 0,25 ponto percentual. Mas, olhando a normalização da política americana, ele deu um peso muito maior a esses efeitos sobre o Brasil.”

O diferencial de juros entre os títulos brasileiro e americano também influenciou. O aumento do rendimento dos papéis da dívida dos EUA torna esses ativos, mais seguros, mais atrativos para o investidor do que títulos de emergentes como o Brasil, mais arriscados.

Para José Francisco Gonçalves, economista-chefe do Banco Fator, o BC sinalizou atuações divergentes. “O Ilan [Goldfajn, presidente do BC] foi à TV e o mercado entendeu que o regime é de metas de inflação, e não de metas de câmbio”, destaca, em nota.

“O que aprendemos com a atual diretoria do BC é que eles avaliaram que há níveis de alta do dólar que terão efeitos sobre a inflação de modo inequívoco, dentro do horizonte relevante para a política monetária”, complementou.

O CDS (credit default swap, espécie de seguro contra calote) também espelhou o aumento da percepção de risco-país. O indicador subiu 2,89%, a 194,1 pontos.

No mercado de juros futuros, os contratos mais negociados corrigiram as taxas após o BC manter a Selic. O DI com vencimento em julho de 2018 subiu de 6,224% para 6,410%. O DI para janeiro de 2019 avançou de 6,320% para 6,585%.

AÇÕES

Dos 67 papéis do Ibovespa, 63 caíram nesta sessão. As quatro altas foram registradas pelas ações ordinárias da Eletrobras (+1,28%), Energias do Brasil (+0,96%), Cosan (+0,85%) e Fibria (+0,03%).

As ações da Petrobras recuaram, mesmo em um dia em que o petróleo bateu US$ 80, maior nível desde novembro de 2014. Os papéis preferenciais recuaram 5,26%, para R$ 25,95. As ações com direito a voto caíram 4,49%, para R$ 30,21.

“A Petrobras estava subprecificada para a nova realidade da companhia de petróleo e também de câmbio. Ela tem expectativa de gatilhos de curto prazo, como a cessão onerosa”, diz Adeodato Netto, estrategista-chefe da Eleven Financial.

Para Roberto Indech, analista-chefe da Rico Investimentos, a queda da Bolsa nesta sessão foi exagerada. “Não vejo razão para um movimento tão forte, se levar em consideração os mercados externos, que não tem um movimentação dessa intensidade”, afirma.

Ele acredita que o aumento do risco evidenciado pelo BC ao manter os juros piorou a percepção dos investidores. “Colocou mais preocupação com o balanço de risco. Há preocupações em relação à perspectiva de a inflação subir a partir de 2019, e de o BC ter que subir os juros no ano que vem”, ressalta.

Fonte: Folhapress
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Temer: quem criticar juros a 6,5% que peça para voltar ao que era antes

Presidente discursou em Santa Catarina e criticou os opositores da política econômica do governo

No dia seguinte à divulgação do balanço de gestão dos dois anos do governo de Michel Temer (MDB), o presidente discursou em Santa Catarina e criticou os opositores da política econômica do governo.

“Quem quiser opor-se ao nosso governo terá que dizer: ‘Sou contra o teto de gastos, porque eu quero gastar’. Quem quiser opor-se terá de dizer: ‘Eu não quero essa inflação ridícula. Eu não quero os juros a 6,5%, quero 14%, como era antes'”, disse o presidente.

Apesar do discurso, Temer não comentou a decisão anunciada pelo Banco Central de manter a taxa básica de juros em 6,5%. Também não foi mencionado por ele a retração de 0,13% no primeiro trimestre deste ano, registrada pelo Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), que busca prever o Produto Interno Bruto (PIB), divulgada nesta quarta-feira (16).

Ele elogiou a capacidade de gerar empregos da construção civil. Cinco ministros e o presidente do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) acompanharam Temer na abertura do Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic), em Florianópolis.

Minutos antes, no local do evento, Temer se encontrou com o governador de Santa Catarina, Eduardo Pinho Moreira, também do MDB. É a segunda vez na história que o governador catarinense e o presidente são do mesmo partido. Com informações da Folhapress.

por Notícias Ao Minuto
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Aposentadoria pela internet será liberada em até 30 minutos

Solicitações serão feitas pelo 135 ou no site do INSS

O segurado do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que pedir aposentadoria por idade ou salário-maternidade a partir de segunda-feira (21) poderá ter o benefício liberado imediatamente ou em até 30 minutos, desde que preencha as exigências básicas.

As solicitações serão feitas pelo 135 ou no site do INSS (meu.inss.gov.br).

A expectativa é que entre 15% e 20% dos requerimentos tenham concessões automáticas, segundo o chefe de divisão de atendimento José Francisco da Silva Neto.

“Em 2017, tivemos quase 700 mil requerimentos de aposentadorias por idade, pelo menos 105 mil poderiam ter sido concedidas automaticamente”, afirma.

Para que a concessão imediata seja possível, as contribuições registradas no Cnis (Cadastro Nacional de Informações Sociais) do segurado não podem ter pendências.

A identificação do direito será realizada sem a participação de funcionários.

Quando houver inconsistência cadastral, uma tarefa será criada para análise de um funcionário. Se o problema for resolvido, o benefício será liberado em até 45 dias. Com informações da Folhapress.

por Notícias Ao Minuto

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