Aneel anuncia bandeira amarela para contas de luz em novembro

BRASÍLIA – Após cinco meses de bandeira vermelha no segundo patamar, a mais onerosa, em que há uma cobrança adicional de R$ 5 a cada 100 quilowatts-hora (kWh), o consumidor terá um alívio na conta de luz. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta sexta-feira, 26, que vai aplicar a bandeira amarela no mês de novembro. Nessa caso, a tarifa terá um adicional de R$ 1 a cada 100 kWh consumidos.

De acordo com a Aneel, a bandeira amarela foi acionada devido ao início do período chuvoso, que levou à queda significativa do preço da energia no mercado à vista (PLD). Porém, os reservatórios das hidrelétricas ainda apresentam níveis reduzidos. Esses são os dois indicadores que determinam a cor da bandeira.
Aneel aprova reajuste médio de 15,32% nas tarifas da Copel
Aneel anunciou que as contas de luz terão bandeira amarela no mês de novembro. Foto: Estadão

De janeiro a abril, vigorou a bandeira verde, que não tem custo adicional. Em maio, foi adotada a bandeira amarela, que adicionava R$ 1 a cada 100 kWh consumidos.
Escala

O sistema indica o custo da energia gerada para possibilitar o uso consciente de energia. Antes das bandeiras, o custo da energia era repassado às tarifas no reajuste anual de cada empresa, e tinha a incidência da taxa básica de juros. A Aneel deve anunciar a bandeira tarifária que vai vigorar em dezembro no dia 30 de novembro.

Fonte:Anne Warth, O Estado de S.Paulo

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Receita Federal notifica 383 mil contribuintes na malha fina

A Receita Federal começou a enviar cartas a cerca de 383 mil contribuintes. Foto: Divulgação

A Receita Federal começou nesta terça-feira, 2, a enviar cartas a cerca de 383 mil contribuintes que apresentam indícios de inconsistências em suas declarações de Imposto de Renda de ano-base 2017.
Caso deixem de retificar o documento, esses contribuintes poderão ser autuados.
Segundo o fisco, “as cartas somente são enviadas a contribuintes que podem se autorregularizar, isto é, contribuintes não intimados nem notificados pela Fiscalização da Receita Federal”.

O órgão afirma que as declarações que caíram na malha fina apresentam a mensagem de “pendência”. “Junto com a pendência, são fornecidas orientações de como proceder no caso de erro”, informou a Receita por comunicado.

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Aneel mantém bandeira vermelha no patamar mais alto nas contas de energia

A bandeira tarifária acionada para o mês de setembro é vermelha (patamar 2) com custo de R$ 5 a cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o patamar em razão das condições hidrológicas ainda desfavoráveis e pela redução no nível de armazenamento dos principais reservatórios do Sistema Interligado Nacional (SIN).

Como consequência o preço da energia elétrica no mercado de curto prazo (PLD) ficou próximo ao valor máximo estabelecido pela ANEEL, não se vislumbrando melhora significativa do risco hidrológico (GSF). O GSF e o PLD são as duas variáveis que determinam a cor da bandeira a ser acionada.

O sistema de bandeiras foi criado para sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica. O funcionamento é simples, para que os consumidores possam assimilar que as cores verde, amarela ou vermelha indicam se a energia custa mais ou menos por causa das condições de geração. Com as bandeiras, a conta de luz ficou mais transparente e o consumidor tem a melhor informação, para usar a energia elétrica de forma mais eficiente, sem desperdícios.

A Aneel reforça que as bandeiras tarifárias não promovem aumento de custos ou da tarifa. O sistema permite, a partir de sua métrica de acionamento e de seus adicionais, um ajuste mais harmônico ao fluxo de custos do processo operativo do Sistema Interligado Nacional (SIN).
Redação Só Notícias (foto: Bianca Tinoco/arquivo)

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Bancos recebem boletos vencidos até R$ 799 – A regra já esta valendo!

(Foto:Reprodução) – A partir deste sábado, os boletos bancários vencidos com valores entre R$ 400 e R$ 799,99 poderão ser pagos em qualquer agência bancária do país, segundo informações da Febraban (Federação Brasileira de Bancos).

A regra já está valendo para boletos acima de R$ 800 desde março deste ano.

Segundo Walter de Faria, diretor adjunto de operações da Febraban, a ” mudança nos prazos foi necessária dado o volume elevado de boletos compensados no Brasil anualmente, que soma cerca de 4 bilhões”.

Por: Redação Jornal Folha do Progresso

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INSS começa a pagar 1ª parcela do 13º salário de aposentados

Pagamento vai até o dia 10 de setembro e corresponde a 50% do valor da aposentadoria.

O INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) começa a pagar nesta segunda-feira (27) a primeira parcela do 13º salário dos aposentados, que será de 50% do valor do benefício. Ao todo, serão 30 milhões de pagamentos.

Os depósitos serão feitos até 10 de setembro, junto com a folha mensal de pagamentos do INSS.

Já segunda parcela do 13º será paga junto com os benefícios de novembro e corresponderá à diferença entre o valor total do abono anual e o valor da parcela antecipada.

Segundo o governo, o dinheiro da primeira parcela deverá injetar R$ 21 bilhões na economia nos meses de agosto e setembro. No ano passado, o valor da 1ª parcela também foi pago em agosto.

Tem direito ao 13º quem, ao longo do ano, recebeu benefícios previdenciários como aposentadoria, pensão por morte, auxílio-doença, auxílio-acidente, auxílio-reclusão ou salário-maternidade.

Aposentados e pensionistas, em sua maioria, receberão 50% do valor do benefício. A exceção é para quem passou a receber o benefício depois de janeiro de 2018. Nesse caso, o valor será calculado proporcionalmente.

Já para quem recebe auxílio-doença e salário-maternidade, o valor do 13º será proporcional ao período recebido.

Como esse benefício é temporário, o INSS calcula a antecipação proporcional ao período. Por exemplo, um benefício iniciado em janeiro e ainda em vigor em agosto terá o 13º terceiro salário calculado sobre oito meses. O segurado receberá, portanto, metade desse valor.

Em dezembro, caso ainda esteja afastado, o segurado irá receber o restante. Se tiver alta antes, o valor será calculado até o mês em que o benefício vigorar e acrescido ao último pagamento do benefício, segundo o Ministério da Fazenda.

Aqueles que recebem benefícios assistenciais (Benefício de Prestação Continuada da Lei Orgânica da Assistência Social – BPC/LOAS e Renda Mensal Vitalícia – RMV) não têm direito ao abono anual.

Não haverá desconto de Imposto de Renda (IR) na primeira parcela. De acordo com a legislação, o IR sobre o 13º somente é cobrado somente na segunda parcela, que é paga em novembro e dezembro.

O pagamento da 1ª parcela começará a ser depositado seguindo o calendário de pagamentos dos benefícios previdenciários do mês de agosto, para os segurados que recebem até um salário mínimo e possuem cartão com final 1, desconsiderando-se o dígito. Quem ganha acima do mínimo começa a receber a partir de setembro.

O depósito será realizado na folha mensal de pagamentos do INSS, entre os dias 27 de agosto e 10 de setembro.
O extrato mensal de pagamento estará disponível para consulta no site Meu INSS e nos terminais de autoatendimento da rede bancária juntamente com o extrato de pagamento de benefícios da folha de agosto.

Em 2017, foram contemplados 29,4 milhões de beneficiários na primeira parcela, o que representou uma injeção extra na economia de pelo menos R$ 19,8 bilhões nos meses de agosto e setembro.

Em 2016, mais de 28 milhões de segurados da Previdência Social receberam o adiantamento do 13º a partir do dia 25 de agosto.

Desde 2006, o governo antecipa a primeira parcela do 13º salário dos aposentados e pensionistas na folha de agosto.
Interessados devem procurar uma unidade do órgão na sua cidade.
Valor a ser pago chega R$ 495.337.838,72 no estado.
Por G1

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Por causa da crise Brasileiros deixam de pagar água e luz

Brasileiros com contas atrasadas deixam de pagar água e luz (Foto: Divulgação)
Taxas de juros destas cobranças são bem mais baixos do que os cobrados em débitos de instituições financeiras. Calote nestas contas subiu 7,6%
Contas atrasadas
Em um momento de aperto, o brasileiro está deixando de pagar principalmente as contas básicas, como as de água e luz. O calote nesses débitos subiu 7,6% nos 12 meses encerrados em julho, segundo o SPC Brasil. No mesmo período, as dívidas bancárias — como cheque especial, empréstimos pessoais e cartão de crédito — subiram 6,9%.
A decisão sobre qual conta atrasar, segundo o SPC e a Serasa Brasil, está ligada ao fato de que os juros, nas contas de água e luz, serem bem mais baixos do que os cobrados em débitos ligados a instituições financeiras.

Leia Também:Brasil tem ‘uma Itália’ de inadimplentes

Além dos juros mais baixos, o reajuste das contas básicas superou — e muito — a inflação. Enquanto o IPCA, principal índice de inflação, subiu 4,48% nos 12 meses acumulados até julho, a inflação da energia elétrica medida pelo IBGE subiu 18,02%.

Desta forma, o Brasil formou uma legião de “equilibristas” de contas, de acordo com a economista-chefe do SPC, Marcela Kawauti. “O jeito é manter algumas contas em dia, enquanto o orçamento está apertado.”

É justamente isso o que tem feito a viúva Rita A., de 52 anos, que pediu para ter a identidade preservada. Em alguns meses, a conta de luz é a eleita para ser paga depois; em outros, os boletos do condomínio ou do telefone ficam na gaveta. A situação ficou mais complicada há poucos meses, quando uma carta de cobrança chegou com a informação de que ela devia cerca de R$ 9 mil do financiamento de seu apartamento.

“Meu filho estava na faculdade e precisou sair do trabalho para poder estagiar, então deixei de pagar as parcelas do imóvel e só voltei a pagar quando ele já estava formado e trabalhando. Agora tenho tentado pagar uma das parcelas atrasadas e uma das atuais por mês.”

Causa

Para Gireffe Contini, gerente do Serasa Consumidor, o desemprego é a principal variável que eleva o total de inadimplentes no País. A taxa de desemprego no segundo trimestre ficou em 12,4%, segundo o IBGE. No fim do primeiro trimestre, um trabalhador da Grande São Paulo levava quase um ano procurando emprego, em média, aponta a Fundação Seade e o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).

Segundo a economista Juliana Inhasz, do Insper, a inadimplência acaba se tornando crônica pelos altos juros. Desta forma, as prestações atrasadas acabam explodindo de valor.

Por: Estadão. Todos os direitos reservados

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Exportações de minérios devem atingir 410 milhões de toneladas

As exportações de minérios pelo Brasil devem crescer 2,5% neste ano, na comparação com 2017, para 410 milhões de toneladas. A previsão é do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), que considera a expectativa de aumento de investimentos no setor. (Foto/Divulgação)

A expansão nas vendas externas ocorre diante do crescimento das atividades da mineradora Vale, maior produtora e exportadora global de minério de ferro e uma das principais do setor de níquel, que vem registrando diversos recordes de extração. O montante de minérios vendido em 2018 pelo Brasil deverá representar US$ 30 bilhões, em comparação com US$ 28,37 bilhões no ano passado, afirmou o instituto, em nota enviada à Reuters.

As exportações de minério de ferro do país, entretanto, ficaram estáveis no primeiro semestre do ano, ante o mesmo período do ano passado, em cerca de 184,34 milhões de toneladas, segundo o Ibram. As exportações de cobre, por sua vez, atingiram 581 mil toneladas entre janeiro e junho de 2018, alta de cerca de 4% ante igual período em 2017. Já as vendas externas de ouro cresceram 40% no primeiro semestre ante o mesmo período de 2017, para 55,5 toneladas.

Investimentos

O Ibram também elevou as previsões de investimentos em mineração no país para US$ 19,5 bilhões entre 2018 e 2022. O montante é 8% superior ao previsto para o período 2017-2021, de US$ 18 bilhões. “É um dos maiores volumes de investimentos privados a serem realizados no Brasil em cinco anos”, disse o diretor-presidente do Ibram, Walter Alvarenga, em nota.

Os dados foram apresentados nesta sexta-feira no Congresso Brasileiro de Minas a Céu Aberto e Minas Subterrâneas (CBmina), na UFMG, em Belo Horizonte (MG). Nas próximas projeções, a expectativa no Ibram é que o valor dos aportes em cinco anos seja ainda mais elevado, considerando reformas regulatórias em curso pelo governo federal que poderão gerar maior segurança jurídica para atrair investimentos. Em 2018, o número de empregados diretos no setor de mineração subiu para 183.088 em junho, ante 180.969 em 2017.

As informações são da Reuters.

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Começa nesta segunda o prazo para entrega da declaração do imposto sobre área rural; veja regras

Prazo para envio da declaração do Imposto Territorial Rural começa nesta segunda (13) (Foto:Reprodução)- Declaração do Imposto sobre a Propriedade Rural (DITR) é obrigatória para todos os proprietários de áreas rurais. Prazo termina no dia 28 de setembro

Começa nesta segunda-feira (13) o prazo para produtores rurais de todo o país entregar a Declaração do Imposto sobre a Propriedade Rural (DITR), referente ao exercício de 2018. O período de envio da declaração termina no dia 28 de setembro.

A declaração é obrigatória para todos os proprietários de áreas rurais e pode ser feita pela internet, no site da Receita Federal do Brasil.

Prazo para envio da declaração do Imposto Territorial Rural começa nesta segunda (13)

O valor do imposto pode ser pago em até 4 parcelas, sendo que nenhuma pode ter valor inferior a R$ 50. “O imposto de valor inferior a R$ 100,00 deve ser pago em quota única. Em nenhuma hipótese o valor do imposto devido será inferior a R$ 10”, informa a Receita.

A multa para o contribuinte quem apresentar a declaração depois do prazo é de 1% ao mês, ou fração de atraso sobre o imposto devido, não podendo seu valor ser inferior a R$ 50.

O imposto é calculado com base no tamanho da área e a utilização da terra. A alíquota é maior para propriedades de maior área e baixo grau de utilização.

Pelas regras, está obrigado a apresentar a DITR a pessoa física ou jurídica, proprietária, titular da área ou possuidora a qualquer título, inclusive a usufrutuária. Também está obrigado a fazer a declaraçao aqueles que, entre 1º de janeiro e a data da efetiva apresentação da declaração, vendeu ou perdeu a posse do imóvel rural.

A lei prevê apenas 3 situações de isenção:

  1- imóvel rural compreendido em programa oficial de reforma agrária, caracterizado pelas autoridades competentes como assentamento;
  2-  conjunto de imóveis rurais de um mesmo proprietário, titular do domínio útil ou possuidor a qualquer título, cuja área total em cada região observe o respectivo limite da pequena gleba rural;
  3-  imóveis rurais oficialmente reconhecidos como áreas ocupadas por remanescentes de comunidades de quilombos que estejam sob a ocupação direta e sejam explorados, individual ou coletivamente, pelos membros dessas comunidades.

Soldado teria matado a cabo Emily a tiros após término de namoro, depois fugiu e ainda não foi localizado. Caso ocorrido no domingo (12), em Macapá, é tratado como feminicídio.
Encontro em Pyongyang será o terceiro do ano. Moon Jae-in será o 3º presidente sul-coreano a viajar até a capital da Coreia do Norte, mas o 1º em mais de uma década.
Na semana passada, o dólar teve valorização de 4,25%. No mês acumula alta de 2,97%.
Acidente ocorreu na madrugada desta segunda (13), segundo a Polícia Rodoviária Federal.
Milena Leite Rocha, de 20 anos, teria sido resgatada ainda com vida e levada à Santa Casa da cidade, mas não resistiu. Condutor do carro, de 22 anos, também morreu no acidente.
Grupo que vai ao centro de Brasília é dividido em três ‘colunas’. Militantes ocupam acostamento e uma faixa de cada rodovia, segundo PM.

Por G1
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PIS/Pasep: resgate começa amanhã para trabalhadores de todas as idades

Têm direito ao saque as pessoas que trabalharam com carteira assinada antes da Constituição de 1988
(Foto:  José Cruz/Arquivo Agência Brasil) –  A partir desta terça-feira (14), trabalhadores de todas as idades que tiverem direito a cotas dos fundos dos programas de Integração Social (PIS) e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) poderão sacar seus recursos. O prazo ficará aberto até 28 de setembro.

Desde o dia 8 de agosto, o crédito para correntistas da Caixa e do Banco do Brasil está sendo feito automaticamente. A partir de amanhã, todas as pessoas poderão sacar os recursos corrigidos. A partir de 29 de setembro, só será possível receber as quantias dos dois fundos nos casos previstos na Lei 13.677/2018.

Para saber o saldo e se tem direito ao benefício, o trabalhador pode acessar os sites do PIS e do Pasep. Para os cotistas do PIS, também é possível consultar a Caixa Econômica Federal no telefone 0800-726-0207 ou nos caixas eletrônicos da instituição, desde que o interessado tenha o Cartão Cidadão. No caso do Pasep, a consulta é feita ao Banco do Brasil, nos telefones 4004-0001 ou 0800-729-0001.

Têm direito ao saque as pessoas que trabalharam com carteira assinada antes da Constituição de 1988. As cotas são os recursos anuais depositados nas contas de trabalhadores criadas entre 1971, ano da criação do PIS/Pasep, e 1988.

Quem contribuiu após 4 de outubro de 1988 não tem direito ao saque. Isso ocorre porque a Constituição, promulgada naquele ano, passou a destinar as contribuições do PIS/Pasep das empresas para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que paga o seguro-desemprego e o abono salarial, e para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Até 2017, o saque das cotas era permitido quando o trabalhador completasse 70 anos, em caso de aposentadoria e em outras situações específicas. Desde o ano passado, o governo federal flexibilizou o acesso e até setembro pessoas de todas as idades podem retirar o dinheiro.

Em julho, o pagamento foi suspenso para o cálculo do rendimento do exercício 2017-2018. Na primeira etapa do cronograma, encerrada no dia 29 de junho, 1,1 milhão de trabalhadores fizeram o saque, retirando uma soma de R$ 1,5 bilhão.

Por: Agência Brasil 13 de Agosto de 2018 às 14:30

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Cenário eleitoral indefinido reforça ainda mais a paralisia da economia

Um voo às cegas. É assim que economistas, advogados especializados em negócios e investidores definem a situação atual da economia: a pouco mais de dois meses da eleição, o cenário está tão indefinido que é difícil saber se, a partir de 2019, o Brasil terá um governo de esquerda ou direita, um presidente reformista ou disposto a ampliar ainda mais o tamanho do Estado. Diante disso, a economia, que já está em marcha lenta, deve se manter em ponto morto até outubro. É uma má notícia, já que reforça a paralisia dos setores, põe investimentos em compasso de espera e pode reduzir ainda mais as expectativas para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2018.

A lentidão da economia está evidente em relatórios como o Focus, do Banco Central, que reúne a média das previsões para o País. A previsão para o crescimento do PIB, que chegou perto de 3% em fevereiro, caiu consistentemente desde então e hoje está em 1,5% Embora os dados já mostrem o efeito dos problemas até aqui, a eleição poderá agravar o quadro, segundo o economista Álvaro Bandeira, do Banco Modal. “Acho que podemos cair abaixo disso, ficar em 1% ou 1,2%”, afirma. “É um resultado muito ruim, pois fica abaixo do nível necessário para evitar a queda da renda per capita, que é de cerca de 2,5%.”

O economista-chefe do Itaú Unibanco, Mário Mesquita, também acredita que a eleição poderá ser mais um fator de estresse para a economia. No início do ano, a equipe do banco chegou a projetar cerca de 3% de avanço para o PIB nacional. Neste mês, revisou para baixo suas previsões e já trabalha com um índice inferior à pesquisa Focus, de 1,3%.

A reticência do investidor em tomar decisões é compreensível, na avaliação do advogado especializado em fusões e aquisições Carlos Mello, do escritório Souza, Mello e Torres, uma vez que o cenário político tem hoje a maior indefinição desde a campanha que levou à primeira vitória de Lula, 16 anos atrás. “Vejo que os empresários brasileiros estão reticentes em fazer associações agora, a se comprometer com resultados ou mesmo em atrair um novo parceiro”, diz. “Três fundos estrangeiros procuraram um cliente meu da área de galpões logísticos. Mas ele acha que agora não é a hora de comprar terreno e fazer galpão, de colocar o capital em risco.”

Depois de dois anos ruins, o mercado de fusões e aquisições esperava um avanço considerável em 2018 – de 15% ante o resultado do ano passado. As expectativas, no entanto, já foram frustradas, de acordo com Rogério Gollo, sócio da PwC, que acompanha os negócios fechados entre companhias. De janeiro a maio, houve um crescimento discreto, de 3,3%, em relação ao mesmo período de 2017. As informações são do jornal “O Estado de S. Paulo”.

Por: O TEMPO
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