Ford fecha fábrica de São Bernardo do Campo, onde trabalham 3 mil pessoas

Pátio de caminhões da Ford em São Bernardo do Campo. Foto: Marcio Fernandes/Estadão – 25/5/2016
Empresa vai deixar de produzir caminhões e descontinuar o modelo Fiesta, que também era produzido na unidade do ABC Paulista; fábrica, que vinha operando somente três vezes por semana, só produziu 42 mil veículos em 2018

A Ford vai fechar a fábrica de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, e demitir grande parte dos cerca de 3 mil funcionários. Em comunicado divulgado nesta terça-feira, 19, a empresa informou que vai deixar de produzir caminhões e também o compacto Fiesta, ambos feitos na planta pertencente à montadora americana desde 1967, quando adquiriu a Willys Overland do Brasil.

O processo de encerramento ocorrerá ao longo deste ano. A empresa alega necessidade de retomar a lucratividade sustentável de suas operações na América do Sul, onde registrou prejuízos de US$ 4,5 bilhões (cerca de R$ 16,6 bilhões) entre 2013 e 2018. O Brasil responde por cerca de 60% das vendas da marca na região.

O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Wagner Santana, convocou os trabalhadores para uma assembleia na terça-feira, para discutir estratégia de luta. Até lá, eles foram orientados a ficar em casa. A unidade tem operado apenas três dias por semana.
“Acredito que temos condições de reverter essa decisão e acho que os governos deveriam participar dessa discussão pois, além dos empregos diretos, há muitos outros indiretos que serão afetados”, disse Santana.
Ociosidade

No ano passado, foram produzidos ao todo 42 mil veículos, o que representa menos de 20% da capacidade da fábrica. O volume representa 15% do total de veículos feitos pela marca no Brasil, que também tem fábricas em Camaçari (BA) – onde são feitos Ka e EcoSport –, e uma filial de motores em Taubaté, além de um campo de provas em Tatuí (SP).

“A Ford está comprometida com a América do Sul por meio da construção de um negócio rentável e sustentável, fortalecendo a oferta de produtos e atuando com um modelo de negócio mais ágil, compacto e eficiente”, disse o presidente da companhia, Lyle Watters.

Há vários meses circulavam boatos de que o grupo poderia até sair do Brasil. A Ford passa por reestruturação globalmente após anúncio de que deixará de produzir vários automóveis e focará atuação em utilitários-esportivos (SUVs) e picapes, estratégia que Watters afirmou será replicada no Brasil.

Segundo o executivo, em toda a região haverá redução de 20% dos custos com quadro de funcionários e estrutura administrativa. Ele citou ainda expansão de parcerias globais, como a recente aliança com a Volkswagen, para desenvolver picapes de médio porte.

A empresa não informa número de trabalhadores que serão demitidos, pois manterá no local sua sede administrativa. Pelos dados do sindicato dos metalúrgicos, a unidade tem 2 mil trabalhadores na produção, cerca de 800 no administrativo e centenas de terceirizados.

Ao todo, a Ford vendeu 226,4 mil veículos no País em 2018, ficando em quarto lugar entre as maiores montadoras, com 9,17% de participação nas vendas de automóveis e comerciais leves. A maior parte desses veículos veio da fábrica de Camaçari.
Reserva para indenizações

A Ford reservou US$ 460 milhões (cerca de R$ 1,7 bilhão) para pagar indenizações a trabalhadores, fornecedores e revendedores. O grupo tem 97 concessionárias de caminhões, veículos que são feitos apenas no Brasil.

Segundo o grupo, a maioria dessas despesas não recorrentes será registrada no balanço deste ano. Os valores fazem parte dos US$ 11 bilhões que a companhia prevê utilizar para a reestruturação dos seus negócios em todo o mundo.

Só em 2018, o grupo que chegou ao Brasil há cem anos teve prejuízo operacional de US$ 678 milhões na região, onde também tem fábrica na Argentina. Recentemente, a Ford anunciou o fim da produção do automóvel Focus nessa fábrica que, por enquanto, vai manter apenas a produção da picape Ranger. A Ford não divulgou o que fará com o enorme prédio onde funcionam as linhas de produção do ABC.
Movimento vem após ‘ameaça’ da GM

O anúncio do fechamento da fábrica da Ford no ABC Paulista, berço da indústria automobilística brasileira, ocorre menos de um mês após a General Motors divulgar comunicado aos seus funcionários ameaçando sair do País. O motivo também são os elevados prejuízos que o grupo alega registrar na América do Sul nos últimos três anos.

Em recente entrevista ao Estado, contudo, o presidente da GM Mercosul, Carlos Zarlenga, afirmou que as negociações com funcionários, fornecedores, revendedores e governos para aprovar um plano de viabilidade para os negócios no País “estão dando certo”. Também afirmou ver chances de a matriz americana aprovar plano de investimento de R$ 10 bilhões nas fábricas de São Caetano do Sul e São José dos Campos (SP).

Para o sócio da consultoria Bright, Paulo Cardamone, a decisão da Ford, “do ponto de vista financeiro é correta e vai ajudar a melhorar seus resultados”. Com isso, o grupo poderá estar melhor preparado para a volta do crescimento do mercado brasileiro de veículos.

Em sua opinião, a fábrica do ABC é antiga e “provavelmente seria mais vantajoso construir uma nova do que modernizar essa planta” para receber produtos mais modernos. Além do mais, ressalta ele, a maioria das fábricas novas foi construída com subsídios oferecidos pelos Estados.

Em 2018, as montadoras brasileiras receberam US$ 15 bilhões (R$ 54 bilhões) em empréstimos das matrizes, segundo dados do Banco Central. “Esse movimento significa que as matrizes precisam mandar oxigênio às filiais que estão morrendo afogadas”, disse o vice-presidente da Ford América do Sul, Rogelio Goldfarb. Nos anos de bonança, contudo, foram as subsidiárias locais que enviaram dinheiro para as matrizes. Em 2010, por exemplo, foram remetidos US$ 5,7 bilhões (R$ 20,5 bilhões) em lucro.
Cronologia

Aquisição (1967): A Ford inicia atividades em São Bernardo do Campo, ao adquirir a Willys Overland. De suas linhas de montagem saíram modelos como Jeep Willys, Rural, Corcel, Maverick, Del Rey, Pampa, Escort, Ka, Courier e Fiesta.

Parceria com Volkswagen (1986): É criada a Autolatina, joint venture entre a Ford e a Volkswagen que durou até 1996.

‘Golas vermelhas’ (1990): Ocorre, em junho, a “greve dos golas vermelhas”, deflagrada no setor da ferramentaria, onde os funcionários usavam jalecos com golas vermelhas. Aos poucos, toda a produção foi paralisada e o movimento, que reivindicava aumento salarial, durou 51 dias. Durante os protestos internos, carros e instalações foram destruídos.

Demissão no Natal (1998): Às vésperas do Natal, a empresa enviou cartas de demissão a 2,8 mil trabalhadores, levando à decretação de uma greve de 50 dias. Após acordo, empresa realizou PDVs.

Caminhões no ABC (2001): A fábrica de caminhões Ford, que funcionava no bairro do Ipiranga, em SP, foi integrada às instalações do ABC Paulista.

Festa com sindicato (2013): A Ford lança o novo Fiesta, um carro global, em uma festa no Paço Municipal com a participação do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC – com direito a discurso do então presidente do sindicato, Rafael Marques.

Despedida (2019): Ford anuncia fim das atividades da fábrica.

Fonte:Cleide Silva e André Ítalo Rocha, O Estado de S.Paulo

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Cade aprova compra da Amazonas Energia pelo Consórcio Oliveira Energia

(Foto:© Pixabay)- A distribuidora, leiloada no dia 10 de dezembro, era a mais deficitária do grupo Eletrobras e foi adquirida por empresas que atuam em geração de energia e distribuição de combustíveis no Estado
Cade aprova compra da Amazonas Energia pelo Consórcio Oliveira Energia

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a compra da Amazonas Energia pelo Consórcio Oliveira Energia/Atem, conforme despacho publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira, 18. A aprovação do negócio pelo órgão antitruste foi antecipada pelo Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), com fontes, na sexta-feira, 15.

A distribuidora, leiloada no dia 10 de dezembro, era a mais deficitária do grupo Eletrobras e foi adquirida por empresas que atuam em geração de energia e distribuição de combustíveis no Estado.

A compra foi questionada pela Go Power & Air, empresa que atua no segmento de aluguel de geradores de energia no Amazonas e que também presta serviços à distribuidora privatizada.

A empresa entrou como terceiro interessado no caso e alegou risco de verticalização do mercado no Estado, pois a Oliveira Energia, um dos novos controladores da distribuidora, poderia privilegiar o aluguel de seus próprios equipamentos.

Veja também: Junto a Guedes, Toffoli quer limpar pauta-bomba de R$ 50 bilhões no STF

Boa parte do Amazonas está conectada por linhas de transmissão ao Sistema Interligado Nacional (SIN), o que significa que a energia fornecida no Estado vem de usinas de todo o País, contratadas por meio de leilões. Porém, 95 localidades no Estado estão fora da rede e utilizam equipamentos alugados.

Porém, a Superintendência-Geral do Cade, instância responsável por aprovar casos considerados mais simples, em que não há impacto concorrencial significativo, avaliou que o negócio não apresenta maiores problemas, já que não há concentração de mercado excessiva, e decidiu ratificar a operação.

O Consórcio Oliveira Energia/Atem foi o único proponente do leilão. Ao arrematar a Amazonas Energia, o grupo assumiu o compromisso de fazer um aporte de capital de R$ 491 milhões na companhia e realizar investimentos que somam R$ 2,7 bilhões em cinco anos. Os novos controladores também deverão buscar a melhoria financeira da distribuidora, que mudará de donos com uma dívida de R$ 2,2 bilhões. Com informações do Estadão Conteúdo.
por Estadao Conteudo
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Nascidos em março e abril começam a receber abono salarial do PIS 2017

Foto:Reprodução (Agência Brasil / Divulgação)

Segundo a Caixa, estão disponíveis mais de R$ 2,7 bilhões para 3,7 milhões de trabalhadores

O abono salarial do Programa de Integração Social (PIS), ano-base 2017, começa a ser pago esta semana para os trabalhadores da iniciativa privada nascidos em março e abril.

O crédito em conta para os correntistas da Caixa Econômica Federal será realizado nesta terça-feira (19). Os demais beneficiários podem sacar o benefício a partir de quinta-feira (21).

De acordo com a Caixa, estão disponíveis mais de R$ 2,7 bilhões para 3,7 milhões de trabalhadores.

Os servidores públicos com inscrição no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), finais 6 e 7, também recebem o abono salarial a partir de quinta-feira (21).

Os valores variam de R$ 84 a R$ 998, de acordo com o tempo trabalhado formalmente em 2017. Os pagamentos são realizados conforme o mês de nascimento do trabalhador e tiveram início em julho de 2018. Os recursos de todos beneficiários ficam disponíveis até 28 de junho de 2019.

Para os trabalhadores da iniciativa privada, beneficiários do PIS, o valor do abono salarial pode ser consultado no site da Caixa ou pelo telefone 0800 726 0207.

Para servidores públicos, a referência é o Banco do Brasil, que também fornece informações pessoalmente, pela internet ou pelo telefone 0800-729 00 01.

Tem direito ao benefício o trabalhador inscrito no PIS ou no Pasep há pelo menos cinco anos e que tenha trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias em 2017 com remuneração mensal média de até dois salários mínimos. Também é necessário que os dados estejam corretamente informados pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), ano-base 2017.

Fonte:Agência Brasil

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Euro avança com otimismo sobre negociações comerciais impulsionando sentimento

Foto:REUTERS / Ints Kalnins

Moeda mais líquida do mundo tem se mantido em uma faixa de negociação em relação ao dólar há vários meses

O euro se recuperava e as moedas mais arriscadas, como o dólar australiano, se fortaleciam nesta segunda-feira, à medida que o otimismo em relação a um avanço nas negociações comerciais entre os Estados Unidos e a China encorajava os investidores.

O euro tem se mantido em uma faixa de negociação em relação ao dólar há vários meses, já que a fraqueza crescente na economia da zona do euro compensava as expectativas cada vez menores de que o Federal Reserve aumentará os juros dos EUA novamente este ano.

Mas depois de recuar para a mínima de três meses na sexta-feira, a moeda única se recuperava, impulsionada pela melhora no sentimento dos investidores, com o aumento das esperanças de um encerramento das disputas comerciais entre os EUA e a China depois que ambos os lados disseram terem feito um progresso nas negociações.

O dólar, a moeda mais líquida do mundo, tende a ter bom desempenho durante crises de nervosismo dos investidores.

Fonte:Reuters/O Liberal.

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Clima derruba safra de soja no Brasil

Foto:(REUTERS/Ueslei Marcelino)

O produtor de soja Antonio José Meireles Flores, de Naviraí (MS), viu a produtividade de suas terras despencar de um ano para o outro. Áreas que no ano passado produziam 61 sacas por hectare, este ano estão entregando 32 sacas. Na média, em seus 3 mil hectares de terra, a perda na produção está estimada entre 15% e 18%. E a culpa, segundo Flores, é do clima. “Foi um ano diferente, com setembro bastante chuvoso, quando fizemos o plantio”, disse. “Mas em novembro só tivemos chuvas isoladas e a soja já ficou manchada, castigada pela seca.”

A situação vivida por Flores se repete em outros pontos do País, e os especialistas fazem as contas das perdas que a soja – principal produto na pauta brasileira de exportações – terá este ano. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), órgão do governo federal, prevê, até o momento, uma quebra de 4 milhões de toneladas em relação à safra recorde do ano passado, de 119,3 milhões para 115,3 milhões de toneladas – semelhante à produção da safra 2016/2017.

Mas, para a Associação dos Produtores de Soja e Milho (Aprosoja Brasil), a quebra na safra 2018/19 pode chegar a 16 milhões de sacas, numa colheita esperada inicialmente de 117,2 milhões de sacas, por conta de problemas climáticos em 12 Estados. “Esse é o montante até o momento, mas a quebra pode ser ainda maior”, disse o presidente da associação, Bartolomeu Braz, com base em levantamentos encerrados no início deste mês. O Paraná apresentava perdas mais severas, de 30%, seguido da Bahia e Piauí (20%) e Goiás (17%). “Já estamos pensando numa estratégia para repactuação das dívidas dos produtores, inclusive pensando em securitização”, disse Braz.

Receita menor
Caso se confirme a previsão da Conab, tida como a mais conservadora, a perda de receita para os produtores está estimada em R$ 4,3 bilhões, levando em conta o preço médio de R$ 65 a saca. Se a quebra atingir o que preveem as consultorias, mais pessimistas, a perda no rendimento bruto da safra pode passar de R$ 7 bilhões.

De acordo com o engenheiro agrônomo Adriano Gomes, da consultoria AgRural – que projeta uma safra de 112,5 milhões de toneladas, quase 7 milhões a menos que no ano passado -, a falta de chuvas em dezembro afetou a produção de soja no oeste do Paraná, principalmente na faixa ao longo do Lago Itaipu, e na região de Dourados, em Mato Grosso do Sul. “No sul de Mato Grosso do Sul, vimos produtores colhendo de 15 a 30 sacas por hectare, quando deveriam colher o dobro.”

Por:José Maria Tomazela – AE

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Petrobras eleva em 2,5% preço médio do diesel nas refinarias a partir de sábado

Reajuste é o primeiro no diesel desde 9 de fevereiro, quando a companhia havia reduzido as cotações

Reajustes da Petrobras podem ocorrer em qualquer intervalo de tempo (REUTERS/Paulo Whitaker)

A Petrobras elevará para 2,0505 reais por litro o preço médio do diesel A em suas refinarias a partir deste sábado (16), alta de 2,5 por cento, enquanto a gasolina seguirá sem alteração, segundo informações no site da companhia nesta sexta-feira.

O reajuste é o primeiro no diesel desde 9 de fevereiro, quando a companhia havia reduzido as cotações. Já a gasolina teve o último reajuste nesta sexta-feira.

Os reajustes da Petrobras podem ocorrer em qualquer intervalo de tempo, em meio a uma política de preços que busca seguir a paridade internacional. A companhia utiliza para cálculo indicadores como câmbio e barril do petróleo, além de mecanismos de hedge para aliviar a frequência dos reajustes.

Reuters

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Serviços fecha 2018 com queda de 0,1%, diz IBGE

Foto:(Orlando Kissner / ANPr)

Esse é o quarto ano de retração do setor

O volume do setor de serviços fechou 2018 com uma queda de 0,1%. Esse foi o quarto ano de retração do setor, que acumula uma perda de 11,1% no período, segundo dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta quinta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na comparação de dezembro de 2018 com o mesmo período do ano anterior, a queda foi de 0,2%. Na comparação de dezembro com novembro de 2018, no entanto, foi registrada uma alta de 0,2%.

A receita nominal do setor de serviços fechou o ano com uma alta de 2,7%. Em dezembro do ano passado, a receita nominal cresceu 0,8% na comparação com novembro e 3,1% na comparação com dezembro de 2017.

Setores

A queda de 0,1% do ano de 2018 foi puxada principalmente pelos serviços profissionais, administrativos e complementares (-1,9%), que tiveram resultado negativo influenciado pela retração na receita vinda dos segmentos de atividades de cobranças e informações cadastrais, de soluções de pagamentos eletrônicos, de serviços de engenharia e de vigilância e segurança privada.

O outro setor em queda foi serviços de informação e comunicação (-0,5%), um resultado explicado principalmente, pela menor receita recebida pelas empresas do ramo de telecomunicações.

Três setores tiveram alta: transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (1,2%), outros serviços (1,9%) e serviços prestados às famílias (0,2%). Os serviços de transportes foram impulsionados principalmente pelo avanço no volume de receitas de transporte rodoviário de carga, de gestão de portos e terminais, de transporte aéreo de passageiros e de operação de aeroportos.

Os outros serviços tiveram contribuição das atividades de intermediários em transações de títulos, valores mobiliários e mercadorias e administração de bolsas e mercados de balcão organizados. No último setor, a principal contribuição veio dos hotéis.

Fonte:Agência Brasil

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51% das empresas pretendem aumentar quadro de funcionários em 2019, diz Amcham

Foto:(Agência Brasil / Divulgação)

Devem ser abertas novas posições além da expansão de equipes já estabelecidas

Cerca de metade das empresas do Brasil tem planos para aumentar o quadro de funcionários em 2019, revela pesquisa realizada pela Amcham Brasil com 550 executivos de todo País e obtida com exclusividade pelo Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. Conforme o levantamento, 51% relatou que vai contratar mais profissionais ao longo do ano, seja pela abertura de novas posições ou pela expansão de equipes já estabelecidas.

Do total, 36% pretende utilizar o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), enquanto 15% considera a adoção das novas modalidades introduzidas pela reforma trabalhista. Os executivos sem planos de expansão correspondem a 37%, enquanto outros 12% ainda não definiram a estratégia.

O aumento da competitividade da economia brasileira é aspecto mais citado, com 42%, como determinante para a confirmação das contratações. Conforme a Amcham, este quesito exige “firmeza na condução das reformas estruturais”. Na sequência aparecem o aumento do consumo (33%) e maiores investimentos em infraestrutura (22%).

“O clima é de otimismo. Detectamos que os empresários brasileiros estão confiantes na capacidade do governo de conduzir e comunicar os motivos da reforma e os efeitos que pretendem ser alcançados”, comenta a CEO da Amcham Brasil, Deborah Vieitas.

De fato, 99% dos entrevistados espera que a economia brasileira tenha expansão em 2019, ainda que haja divergência sobre a intensidade. Para 69%, o PIB deve crescer até 2,0% no ano, enquanto outros 30% esperam crescimento mais intenso.

A parcela de empresários que esperam crescimento de suas respectivas empresas entre 5% e 10% é de 34%. Já outros 28% esperam crescimento acima de 10% e 27% estima expansão em até 5%. Não deve haver crescimento para 10% dos entrevistados.

A Câmara reúne 5 mil empresas no Brasil, em 15 cidades, e 85% delas são de origem brasileira.

Fonte:Agência Estado.

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Crescimento da demanda por petróleo no Brasil ficou estável em 2018, diz Opep

Foto:REUTERS / Sergio Moraes

Relatório mostra elevações da demanda por etanol e destilados compensadas por quedas no consumo de gasolina e óleo combustível

O crescimento da demanda por petróleo em 2018 no Brasil ficou estável, conforme divulgou nesta terça-feira, 12, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). A avaliação foi apresentada em relatório mensal da entidade que tem sede em Viena, mas o documento não costuma apresentar números anuais sobre consumo. Qualitativamente, a instituição observou que houve elevações da demanda por etanol e destilados compensadas por quedas no consumo de gasolina e óleo combustível ao longo do ano passado.

Especificamente sobre dezembro do ano passado, a Opep informou que houve um aumento do uso da commodity de 60 mil barris por dia (bpd) na comparação com dezembro de 2017, o que representou um acréscimo de 2% nessa comparação, para 2,65 milhões de bpd. Este é o terceiro mês consecutivo que a Organização registrou crescimento da demanda por petróleo no Brasil.

O desempenho misto, segundo a instituição, foi observado entre os produtos com maiores ganhos, como etanol e diesel, e incrementos menores, como no caso de querosene para aviões e nafta. A Opep comentou que a competição de viabilidade econômica entre a gasolina e o etanol continuou favorecendo a demanda de etanol sobre a gasolina durante o mês de dezembro. Esse quadro, mostra o relatório, gerou um aumento no consumo do primeiro combustível em mais de 110 mil bpd, enquanto o de gasolina recuou “drasticamente” em 80 mil bpd.

“Na América Latina, o crescimento da demanda por petróleo foi menor do que o esperado em meio à turbulência econômica na Argentina e no Brasil”, mencionou a entidade, citando que, entre os países que não fazem parte da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o grupo “Outra Ásia” apresentou uma expansão robusta na demanda de petróleo no ano passado, seguindo fortes exigências na Índia, Indonésia, Cingapura e Tailândia.

A demanda por petróleo na Índia registrou ganhos notáveis, apoiados por robusta atividade econômica e sólidas vendas de veículos comerciais e de passageiros, bem como projetos de expansão do governo, particularmente na construção de estradas.

Na China, o consumo também permaneceu firme, de acordo com a Opep, apesar dos sinais de desaceleração no quarto trimestre, com a redução do ritmo econômico geral e em meio a um forte declínio nas vendas de veículos. No Oriente Médio, políticas de transformação econômica, incluindo reduções de subsídios e aumento de tarifas, empurraram o crescimento da demanda de petróleo para território negativo pela primeira vez desde 1989.

Fonte:Agência Estado

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Conab corta previsão de safra de soja do Brasil em 3%, estima exportação menor

Foto:(REUTERS / Ueslei Marcelino)

Companhia estima embarques menores pelo maior exportador mundial da oleaginosa

A safra de soja 2018/19 do Brasil, em colheita, deve totalizar 115,34 milhões de toneladas, em um corte de 3% frente a previsão anterior, projetou nesta terça-feira a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que também estima embarques menores pelo maior exportador mundial da oleaginosa.

Trata-se da segunda redução feita pela Conab em suas estimativas desde os impactos do tempo quente e seco nos principais Estados produtores do país. Em janeiro, o órgão do governo esperava colheita de 118,80 milhões de toneladas de soja, enquanto em dezembro, um recorde de pouco mais de 120 milhões de toneladas.

A nova estimativa é ainda 3,3 por cento inferior aos históricos 119,3 milhões de toneladas do ciclo 2017/18.

A atual temporada começou com perspectivas amplamente favoráveis graças a chuvas em bons volumes durante a fase de plantio. Uma estiagem a partir de dezembro, contudo, levou o mercado a rever suas projeções.

Paraná e Mato Grosso do Sul foram os Estados mais afetados pela seca e as altas temperaturas. Em ambos, a quebra de produtividade chega a superar 10 por cento, conforme a Conab.

Outras regiões, contudo, também inspiram preocupação.

“A estiagem prejudicou a granação da cultura, principalmente as variedades de ciclo superprecoce. Desta maneira, a lavoura não desenvolveu todo seu potencial produtivo”, disse a companhia sobre Mato Grosso, o maior produtor brasileiro de soja.

No Rio Grande do Sul, as regiões da Fronteira Oeste, Campanha e Central, “em que ocorreram chuvas com volumes muito superiores ao normal para o período, causando alagamentos e muitos dias sem luz”, devem registrar “perdas significativas”.

Em meio a uma safra menor, a Conab também ajustou sua previsão para as exportações brasileiras da commodity em 2018/19, estimando agora vendas de 71,5 milhões de toneladas, ante 75 milhões na previsão passada e um recorde de 83,6 milhões no ciclo anterior.

Fonte:Reuters/O Liberal.

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