Governo quer leiloar seis terminais portuários no Pará

Foto:Leilão está marcado para o dia 5 de abril, na Bolsa de Valores de São Paulo

Após o leilão de concessão de 12 aeroportos e da ferrovia Norte-Sul, previstos para março, o próximo passo do governo será conceder à iniciativa privada a exploração de cinco áreas portuárias em Belém e uma em Vila do Conde, no Pará. O leilão, marcado para o dia 5 de abril, na Bolsa de Valores de São Paulo, prevê investimentos de R$ 430 milhões nas seis áreas.

Todas as seis áreas são destinadas à movimentação e armazenagem de granéis líquidos (combustíveis). De acordo com o Ministério da Infraestrutura, o valor mínimo de outorga começará em R$ 1. A medida, segundo a pasta, visa a assegurar o maior percentual de investimento e não a geração de caixa para a União.

O ministério aposta que com o leilão haverá maior competitividade e melhoria na logística de abastecimento de combustíveis na Região Norte do país. “Essa parceria será fundamental para o desenvolvimento e a competitividade do setor portuário do país”, avalia o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas.

Os investimentos nas cinco áreas do Porto de Belém devem totalizar R$ 304,3 milhões. Em três áreas, os contratos para a movimentação e armazenamento de granéis líquidos têm duração de 15 anos, podendo ser prorrogados por igual período. Nas duas restantes, o prazo é de 20 anos, também prorrogáveis por igual período.

Já em Vila do Conde, o contrato de arrendamento do terminal é de 25 anos, prorrogável por 25. A previsão de investimento é de R$ 126,3 milhões. Com a ampliação, a movimentação de granéis líquidos será ampliada em 4 milhões toneladas/ano.

Fonte:Agência Brasil Portal CDP

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Poupança tem saques líquidos de R$ 4,021 bi em fevereiro, diz BC

Apesar dos resultados positivos da caderneta em 2017 e 2018, os brasileiros ainda não têm o hábito de guardar dinheiro-Foto:Reprodução (Layse Santos)

Brasileiros recorrem à poupança para colocar as contas em dia; fenômeno já havia sido registrado em janeiro

Após os saques registrados em janeiro, os brasileiros voltaram a recorrer à caderneta de poupança para fechar as contas neste início de ano. Dados do Banco Central mostraram que, em fevereiro, R$ 4,021 bilhões líquidos saíram da poupança. Foi o segundo mês consecutivo de saques. Também foi o pior resultado para a caderneta em um mês de fevereiro desde 2016, quando R$ 6,639 bilhões saíram da poupança.

Os saques líquidos registrados no mês passado ainda refletem, em grande parte, a necessidade de recursos para pagar despesas como IPTU, IPVA, matrículas e materiais escolares. Foram R$ 186,017 bilhões em saques no mês passado, contra R$ 181,996 bilhões em depósitos.

Considerando os rendimentos de R$ 2,966 bilhões na poupança em fevereiro, o saldo global da caderneta chegou aos R$ 787,934 bilhões.

No acumulado de 2019 até o fim de fevereiro, as retiradas líquidas da poupança já somam R$ 15,253 bilhões. O montante é resultado de saques de R$ 391,922 bilhões contra depósitos de R$ 376,669 bilhões.

Recuperação

Em função da crise econômica, a caderneta registrou saídas líquidas em 2015 e 2016, mas iniciou um processo de recuperação no ano seguinte. Em 2018, em meio à relativa retomada do emprego e da renda, a poupança fechou o ano com captação líquida de R$ 38,260 bilhões.

Esta procura maior pela poupança no ano passado ocorreu apesar de a rentabilidade ser, atualmente, inferior ao visto em anos anteriores. Hoje a poupança é remunerada pela taxa referencial (TR), que está próxima de zero, mais 70% da Selic (a taxa básica de juros da economia). A Selic, por sua vez, está em 6,50% ao ano desde março de 2018.

Esta regra de remuneração da poupança vale sempre que a Selic estiver abaixo dos 8,50% ao ano. Quando estiver acima disso, a poupança é atualizada pela TR mais uma taxa fixa de 0,5% ao mês (6,17% ao ano). Esta remuneração, mais elevada, deixou de valer em setembro de 2017, quando a Selic passou para abaixo do nível de 8,50%.

Brasil

Apesar dos resultados positivos da caderneta em 2017 e 2018, os brasileiros ainda não têm o hábito de guardar dinheiro.

Dados do Banco Mundial mostram que, em 2017, apenas 32% dos brasileiros com mais de 15 anos de idade guardaram alguma quantia de dinheiro – seja na caderneta, seja em qualquer outra aplicação financeira. A média global é de 48% e nos países de alta renda o porcentual é de 73%.

Fonte:Agência Estado.

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Exportação de carne bovina do Brasil tem melhor fevereiro desde 2014 com China

Foto:Reprodução-REUTERS / Paulo Whitaker

Segundo Abiec, chineses aumentaram compras do Brasil em 24% ante fevereiro de 2018

As exportações brasileiras de carne bovina tiveram o melhor mês de fevereiro desde 2014 e aumentaram 6,76% no primeiro bimestre de 2019, para 262,4 mil toneladas, com impulso dos negócios com a China, que juntamente com Hong Kong lidera nas compras do produto do Brasil, informou a Abiec, associação dos exportadores do setor.

Em receita, as vendas do país maior exportador global de carne bovina, somaram 979,38 milhões de dólares no primeiro bimestre, redução de 2,80 por cento ante o mesmo período de 2018, disse a Abiec nesta sexta-feira.

Os embarques neste início de ano foram puxados pelo desempenho das exportações em fevereiro, que registraram 139 mil toneladas e 520,32 milhões de dólares em receita, crescimento de 14,33 e 6,77%, respectivamente.

“Trata-se do melhor resultado para o mês de fevereiro desde 2014”, destacou a Abiec, ressaltando que as exportações caminham dentro das expectativas, para atingir um novo recorde anual em 2019.

Segundo a Abiec, a China aumentou as compras do Brasil em 24% ante fevereiro de 2018.

Além disso, os embarques para a Rússia, que nesse período do ano passado somaram apenas 295 toneladas, saltaram para 5.236 toneladas em fevereiro deste ano, após a flexibilização de uma restrição sanitária imposta pelos russos.

“Os resultados desse primeiro bimestre são positivos e vão de encontro com as projeções de crescimento das exportações para o ano de 2019”, disse o presidente da Abiec, Antônio Jorge Camardelli, em nota.

O final de 2018, a Abiec previu embarques totais do país de 1,8 milhão de toneladas em 2019, com a receita superando 7 bilhões de dólares no ano e a China respondendo por quase 2 bilhões de dólares das exportações brasileiras.

Veja tabela com os principais países compradores no primeiro bimestre de 2019:

1 HONG KONG 57.192,37

2 CHINA 49.396,35

3 EGITO 27.147,74

4 CHILE 14.517,87

5 IRÃ 13.611,66

6 EMIRADOS ÁRABES UNIDOS 10.728,07

7 RÚSSIA 8.342,31

8 ARÁBIA SAUDITA 6.941,60

9 ITALIA 6.132,99

10 TURQUIA 5.750,98

Fonte:Reuters/O Liberal.

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Vendas de supermercados em janeiro sobem 2,95% sobre um ano antes, diz Abras

Na comparação com dezembro, porém, as vendas recuaram cerca de 22 por cento (REUTERS/Sergio Moraes)

Setor fechou 2018 com crescimento de 2,07 por cento e espera expansão de 3 por cento nas vendas este ano

Os supermercados do país tiveram crescimento real de 2,95 por cento nas vendas em janeiro ante mesmo período de 2018, informou nesta quarta-feira (6) a associação que representa o setor, Abras.

Na comparação com dezembro, porém, as vendas recuaram cerca de 22 por cento.

“Sabemos que a volta do consumo será gradativa, mas estamos confiantes para os próximos meses, e o resultado de janeiro é um bom sinal e nos dá um ânimo a mais para acreditar que 2019 será um ano promissor para o setor”, disse o presidente da Abras, João Sanzovo Neto, em comunicado à imprensa.

O setor fechou 2018 com crescimento de 2,07 por cento e espera expansão de 3 por cento nas vendas este ano.

A entidade afirmou que em janeiro a cesta de 35 produtos mais consumidos nos supermercados, que incluem além de alimentos cerveja e refrigerante, higiene, beleza e limpeza doméstica, teve crescimento de preço de 3,2 por cento sobre um ano antes, passando a 465,57 reais, em média.

Fonte:Reuters/O Liberal.

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Brasil recorre à OMC por causa de subsídio da Índia ao açúcar

Foto:Reprodução/Agência Brasil

Prejuízo pode chegar a US$ 1,3 bilhão para exportadores brasileiros

O governo do Brasil formalizou nesta quarta-feira (27) consulta na Organização Mundial do Comércio (OMC), no âmbito do Sistema de Solução de Controvérsias, contra os subsídios ao setor de açúcar na Índia. A Austrália também formalizou nesta quarta-feira pedido de consultas com questionamentos semelhantes ao governo indiano.

As informações são do Ministério das Relações Exteriores que divulgou nota detalhando o processo. O pedido de consultas é a primeira etapa formal de um contencioso na OMC. O temor é que as ações indianas causem prejuízos ao mercado açucareiro brasileiro.

“O governo brasileiro tem expectativa de que as consultas com o governo indiano contribuam para o equacionamento da questão”, diz o comunicado. “[O objetivo é] questionar aspectos do regime indiano de apoio ao setor açucareiro, em particular o programa de sustentação do preço da cana-de-açúcar”, acrescenta o texto.

A consulta ocorre no momento em que a Índia registrou um salto na produção açucareira, podendo superar o Brasil, na produção global. Pelos cálculos de especialistas, segundo o governo brasileiro, a estimativa é que a oferta adicional indiana poderá gerar, na safra 2018/2019, supressão de até 25,5% do preço internacional do produto, gerando prejuízo de até US$ 1,3 bilhão para os exportadores brasileiros.

“No entendimento do Brasil, a recente ampliação dos subsídios indianos tem causado impactos significativos no mercado mundial de açúcar”, diz texto do Itamaraty.

Fonte:Agência Brasil

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Combinação de fotos com as marcas da Boeing e da Embraer. As marcas anunciaram nesta quinta (5/7) a criação de uma associação avaliada em US$ 4,75 bilhões — Foto: Denis Balibouse/Reuters; Roosevelt Cassio/Reuters

Acionistas da Embraer aprovam acordo com a Boeing
Reunião foi uma das etapas finais para decidir a criação de empresa avaliada em US$ 5,26 bilhões; negócio ainda precisa ser aprovado por autoridades regulatórias.

Os acionistas da Embraer aprovaram o acordo sobre a venda da divisão comercial da empresa para a Boeing, durante assembleia geral extraordinária realizada nesta terça-feira (26). Pelo acordo, a Boeing deverá pagar US$ 4,2 bilhões por 80% da nova companhia. A Embraer ficará com os 20% restantes.

A assembleia foi uma das etapas finais para decidir o rumo do negócio com a Boeing, que dependia do aval dos investidores. O acordo ainda precisa ser autorizado pelas autoridades regulatórias.

Segundo a Embraer, 96,8% dos votos válidos foram favoráveis à transação, com a participação de aproximadamente 67% de todas as ações em circulação.

Embraer tem prejuízo de R$ 83,8 milhões no 3º trimestre

Os negócios de defesa e jatos executivos e as operações de serviços da Embraer associados a esses produtos permanecerão como uma empresa independente e de capital aberto.

Em meados de janeiro, a Embraer informou que espera que suas receitas caiam em cerca de 50% em 2020 diante da separação da divisão comercial do restante da empresa. A companhia também afirmou que espera reverter um fluxo de caixa negativo de 2018, com o efeito da entrada de recursos da Boeing e previu fluxo positivo de US$ 1 bilhão com a conclusão da operação, de acordo com a Reuters.

embrae2Trabalhadores da Embraer protestam contra o acordo da companhia com a Boeing, em São José dos Campos — Foto: Roosevelt Cassio/Reuters

Novo negócio

A proposta aprovada prevê a criação de uma joint venture (empresa formada a partir de duas) composta pelas operações de aeronaves comerciais e serviços da Embraer, avaliada em US$ 5,26 bilhões.

Os acionistas da Embraer também aprovaram a criação de uma joint venture para promover e desenvolver novos mercados para o avião multimissão Embraer KC-390. Sob os termos da parceria, a Embraer deterá 51% das ações dessa joint venture e a Boeing, os 49% restantes.

O valor deste negócio, que levará o nome de AB Defense, não foi informado. Segundo documento entregue aos acionistas, Boeing e Embraer farão contribuições para esta nova sociedade em dinheiro e em ativos.

Perto das 11h, as ações da Embraer tinham alta de 4%, enquanto que o Ibovespa subia 0,11%.

Na véspera, o Tribunal Regional Federal da 3ª Região revogou a liminar que impedia a realização de assembleia. A liminar foi revogada após pedido da Advocacia-Geral da União (AGU).

A expectativa é que o processo de criação da nova companha seja concluído até o fim deste ano.
embrae3Parceria entre Boeing e Embraer prevê a criação de joint ventures de aviação comercial e defesa. — Foto: Claudia Ferreira / G1

Executivos

Em nota à imprensa, os executivos da Embraer e da Boeing comemoram a aprovação. “Essa importante parceria posicionará as duas empresas para oferecer uma proposta de valor mais robusta a nossos clientes e investidores, além criar mais oportunidades para nossos empregados”, disse Paulo Cesar de Souza e Silva, presidente e CEO da Embraer.

“Essa parceria global estratégica tem como base o longo histórico de colaboração entre Boeing e Embraer, beneficia nossos clientes e acelera nosso crescimento”, disse Dennis Muilenburg, presidente, chairman e CEO da Boeing.

Entenda a parceria

A Boeing e a Embraer anunciaram no fim de 2016 que estudavam unir seus negócios. A expectativa era de que um acordo entre as duas poderia criar uma gigante global de aviação, com forte atuação nos segmentos de longa distância e na aviação regional, e capaz de fazer frente a uma união similar entre as maiores concorrentes, Airbus e Bombardier, que também se uniram.

A americana e a brasileira tentam consolidar em um mesmo negócio duas operações fortes, uma em aviação de longa distância, outra para deslocamentos regionais. Enquanto a Boeing é a principal fabricante de aeronaves comerciais para voos longos, a Embraer lidera o mercado de jatos regionais, com aeronaves equipadas para voar distâncias menores.

A Embraer foi privatizada em 1994, no fim do governo Itamar Franco, por R$ 154,1 milhões (valores da época), quando o governo obteve o poder de decisão sobre a companhia mediante uma “golden share”, que garante a ele o poder de veto.

Por: G1

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Confiança da construção cai 0,4 ponto em fevereiro ante janeiro, mostra FGV

Foto:Reprodução-(Dênio Simões / Agência Brasília)

Na média móvel trimestral, indicador apresenta alta pelo sexto mês consecutivo

O Índice de Confiança da Construção (ICST) recuou 0,4 ponto em fevereiro, para 85,0 pontos, informou nesta segunda-feira, 25, o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). Já na média móvel trimestral, o indicador apresentou alta pelo sexto mês consecutivo.

A coordenadora de Projetos da Construção do Ibre, Ana Maria Castelo, avalia que o movimento de queda não pode ser encarado como reversão do processo de recuperação, apesar de ter interrompido oito meses seguidos em alta. “Outros indicadores como o de evolução da atividade corrente e o de emprego previsto tiveram crescimento em fevereiro. Mas a queda na confiança indica que o ritmo de recuperação da atividade da construção deve continuar a passos muito lentos” observou.

O índice que mede a situação atual (ISA) foi o principal fator a pesar sobre o desempenho do indicador cheio, com queda de 0,7 ponto, aos 74,4 pontos. Neste caso, refletiu principalmente a piora de 1,3 ponto, para 75,7 pontos, do indicador que mede o grau de satisfação com a situação atual dos negócios. Este é o menor nível desde outubro de 2018, quando atingiu 74,7 pontos.

O Índice de Expectativas (IE-CST) teve leve alta de 0,1 ponto, marcando 96 pontos, sustentado pelo indicador de otimismo com a demanda prevista para os próximos três meses, que teve alta de 1,9 ponto, aos 95,3 pontos.

O Nível de Utilização da Capacidade (NUCI) do setor avançou 0,3 ponto porcentual, para 67,0%. O NUCI para Máquinas e Equipamentos permaneceu estável, enquanto o NUCI para Mão de Obra se expandiu em 0,3 ponto porcentual.

De acordo com pesquisadores do Ibre/FGV, a demanda insuficiente foi um dos principais fatores a limitar a melhora da confiança dos empresários da Construção Civil.

“Os quesitos assinalados pelos empresários refletem muito do cenário atual observado no setor. A mão de obra deixou de ser um problema para as empresas, que sofrem com a falta de demanda. Houve melhora ao longo de 2018, mas na comparação anual, o ISA-CST cresceu apenas quatro pontos e se mantém muito abaixo do nível de neutralidade. A demanda se mantém muito fraca e distante do patamar alcançado entre 2010 e 2013”, comentou Ana Maria Castelo.

Fonte:Agência Estado

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Gasolina recua em 15 Estados e DF, diz ANP; valor médio cai 0,02Selecionar arquivos% no País

Foto:Reprodução-(REUTERS / Paulo Whitaker)

Houve aumento em nove unidades da federação e estabilidade em Roraima e Espírito Santo

O valor médio da gasolina vendido nos postos brasileiros recuou em 15 Estados brasileiros e no Distrito Federal, segundo dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), compilados pelo AE-Taxas. Houve aumento em nove unidades da federação e estabilidade em Roraima e Espírito Santo.

Leia mais:

Petrobras mantém preço médio da gasolina nas refinarias em R$ 1,6538 para dia 26

Na média nacional, os preços médios caíram 0,02% na semana passada sobre a anterior, de R$ 4,173 para R$ 4,172.

Em São Paulo, maior consumidor do País e com mais postos pesquisados, o litro da gasolina avançou 0,03%, de R$ 3,966 para R$ 3,967, em média.

No Rio de Janeiro, o combustível caiu 0,51%, de R$ 4,712 para R$ 4,688, em média.

Em Minas Gerais houve alta no preço médio da gasolina de 0,49%, de R$ 4,468 para R$ 4,490 o litro.

Fonte:Agência Estado

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Brasil tem pior janeiro desde 2015 para transações correntes, com déficit de US$6,548 bi

Foto:Reprodução(REUTERS / Bruno Domingos)

Rombo representou alta de 4,1% sobre desempenho registrado no mesmo mês do ano passado

O Brasil teve déficit em transações correntes de 6,548 bilhões de dólares em janeiro, pior resultado para o mês desde 2015, divulgou o Banco Central nesta segunda-feira.

O rombo nas transações correntes veio praticamente em linha com expectativa de déficit de 6,348 bilhões de dólares, conforme pesquisa da Reuters com analistas, e representou uma alta de 4,1% sobre o desempenho registrado no mesmo mês do ano passado.

Enquanto isso, os investimentos diretos no país (IDP) somaram 5,866 bilhões de dólares, acima da projeção de analistas de 4,5 bilhões de dólares, mas em montante insuficiente para financiar o déficit nas transações no mês.

Em 12 meses, o buraco nas transações correntes soma 14,766 bilhões de dólares, ou 0,78 por cento do Produto Interno Bruto (PIB). O BC prevê um déficit de 35,6 bilhões de dólares neste ano, conforme projeção feita em dezembro, ante dado negativo em 14,510 bilhões de dólares em 2018.

A piora deve-se principalmente ao resultado menos expressivo esperado para a balança comercial, afetada pelo crescimento mais vigoroso das importações em meio à recuperação econômica.

Em janeiro, a balança comercial ficou positiva em 1,633 bilhão de dólares, bem abaixo do patamar de 2,4 bilhões de dólares registrado um ano antes, diante de uma aceleração maior na ponta das importações que das exportações.

Enquanto isso, os gastos líquidos de brasileiros no exterior alcançaram 986 milhões de dólares em janeiro, um recuo de 19,4 por cento sobre igual mês do ano passado.

Já as remessas de lucros e dividendos ficaram praticamente estáveis a 1,478 bilhão de dólares, sobre 1,482 bilhão de dólares em janeiro de 2018.

Fonte:Reuters/O Liberal

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Receita Federal invalida CNPJ de 3,3 milhões de empresas

As empresas não declararam ao Fisco débitos e créditos tributários.

A Receita Federal declarou inapto o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) de 3.309.404 empresas, que deixaram de fazer a Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF) por dois anos consecutivos entre 2013 e 2017.

A obrigação é anual e deve indicar o recolhimento ou isenção de 11 tributos federais como Imposto de Renda, Imposto de Produtos Industrializados, Contribuição para o PIS/Pasep e a Cide-Combustível.

A inaptidão do CNPJ invalida a inscrição da empresa, anula documentos fiscais, pode bloquear a movimentação de contas-correntes em bancos e responsabiliza sócios e administradores por eventuais débitos com o Fisco.

Antes de declarar a inaptidão, a Receita Federal procurou cada empresa contribuinte e avisou das pendências. As comunicações foram feitas entre agosto do ano passado e este mês (fevereiro). De todas empresas contatadas, apenas 116,8 mil entregaram a declaração em atraso e reverteram o processo de invalidade.

De acordo com o coordenador-geral de Arrecadação e Cobrança da Receita Federal, Marcos Hubner Flores, não foi feito um perfil das empresas consideradas inaptas e nem há um levantamento das razões para a não apresentação da declaração.

Ele não considera que a razão da omissão tenha a ver com a recessão econômica e o fechamento de empresas. “Por causa da crise econômica e de dificuldades financeiras, uma empresa pode deixar de recolher tributos, mas pode fazer as declarações”, explicou ao lembrar que em caso de dívida com fisco há possibilidade de negociação e reparcelamento de débitos.

De acordo com Hubner Flores, empresas que pediram falência também devem declarar débitos e créditos tributários.

Caso a fiscalização tributária cerifique que a omissão da declaração ocorreu em razão de fraude, os sócios poderão ser processados na Justiça e ter a dívida de contribuiçõese impostos em atraso da empresa vinculados aos CPF dos sócios.

Fonte:Agência Brasil

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