Aneel revê cobranças à Eletrobras e estatal passa a ter créditos de quase R$3 bi

Sem a MP e as decisões da Justiça, a Eletrobras precisaria devolver quase 3,9 bilhões de reais-(Foto:Divulgação)
Medida decorre de decisões judiciais e da publicação pelo governo federal no ano passado de uma medida provisória

A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu em reunião nesta terça-feira cancelar uma cobrança bilionária junto à estatal Eletrobras, que agora passa a ter quase 3 bilhões de reais em créditos a receber de um fundo do setor elétrico e do Tesouro.

A medida decorre de decisões judiciais e da publicação pelo governo federal no ano passado de uma medida provisória (MP 855) que autorizou a estatal a ter reembolsadas despesas para compra de combustíveis para termelétricas realizadas por sua subsidiária no Amazonas entre 2009 e meados de 2016.

Sem a MP e as decisões da Justiça, a Eletrobras precisaria devolver quase 3,9 bilhões de reais referentes a esses gastos à chamada Conta de Consumo de Combustíveis (CCC), fundo abastecido com encargos cobrados na conta de luz.

Agora, após recálculo das obrigações pela Aneel, a Eletrobras passou a ter o direito de receber cerca de 1,59 bilhão de reais da CCC, além de um valor histórico de 1,35 bilhão de reais junto ao Tesouro, informado pela agência ao Ministério da Economia.

Isso porque, além do reembolso pelo fundo, a MP havia autorizado um repasse pelo Tesouro de até 3 bilhões de reais à estatal para compensar despesas com térmicas não reembolsadas antes por exigências de eficiência não atendidas no passado.
Provatização

A publicação da MP era vista no ano passado como essencial para garantir interessados na privatização da distribuidora de energia da estatal no Amazonas, vendida a um consórcio liderado pela Oliveira Energia em um leilão no final de 2018.

“O que está se fazendo aqui é homologar decisões judiciais e administrativas (do governo federal)”, disse o diretor-geral da Aneel, André Pepitone, ao lembrar que o reembolso pelo fundo setorial pode gerar impacto para os consumidores.

Para efetivar a devolução dos recursos à estatal, no entanto, a Aneel irá aguardar o resultado de fiscalizações semelhantes sobre as outras distribuidoras da Eletrobras já privatizadas. Também serão levados em consideração novas apurações sobre eventuais débitos da estatal com fundos setoriais entre 2016 e 2017.

A agência tem expectativa de que eventuais débitos da Eletrobras apurados nessas fiscalizações sejam reduzidos do crédito devido à estatal, o que aliviaria o impacto sobre os consumidores de energia.

“Pode haver valores que acabem por reduzir esse valor de 1,59 bilhão. O horizonte de finalização desses processos é de curto prazo”, disse o diretor Rodrigo Limp, sem precisar uma data para a conclusão da análise.

Depois disso, os reembolsos à Eletrobras ainda poderão acontecer de forma parcelada, de acordo com a disponibilidade de recursos do fundo setorial, segundo a Aneel.

O advogado Gustavo de Marchi, do escritório Décio Freire, que defendeu a Eletrobras no caso, disse entender que a decisão da Aneel sobre os créditos é válida mesmo com a MP 855 ainda não tendo sido aprovada no Congresso, uma vez que a medida ainda está em vigor.

“Temos um firme entendimento de que todos atos foram exercidos e sacramentados durante a vigência da MP, que tem força de lei.”

Fonte:Reuters/O Liberal.

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Livre-comércio de veículos entre Brasil e México começa a valer

(Foto:REUTERS / Fabian Bimmer)-Montadoras instaladas nos dois países poderão exportar e importar produtos sem qualquer barreira comercial

A partir desta terça-feira (19), Brasil e México passam a ter, pela primeira vez, livre-comércio de veículos e autopeças. Significa que montadoras instaladas nos dois países poderão exportar e importar produtos sem qualquer barreira comercial como cotas e Imposto de Importação. Até agora, o acordo entre as duas partes previa cotas isentas de impostos.

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) defendia a prorrogação, por mais três anos, do sistema de cotas, alegando que a competitividade da indústria brasileira é muito inferior à do parceiro, que tem carga tributária interna menor, infraestrutura mais eficiente e elevada escala, por exportar a maior parte de sua produção para os Estados Unidos.

O receio é que as matrizes das empresas prefiram investir no México em vez do Brasil. “Vamos observar se isso vai ter impacto nos novos investimentos; as empresas vão avaliar a situação para poderem tomar suas decisões”, disse nessa segunda-feira, 18, o presidente da Anfavea, Antonio Megale, que foi informado oficialmente da decisão dos dois governos por volta das 19h.

Segundo ele, também havia um problema com a definição do conteúdo local (origem das peças usadas nos veículos). O acordo que expira nesta terça-feira, 19, previa menos de 35% de conteúdo regional, dependendo do tipo de peça. Esse porcentual sobe agora para 40%.

“Esse tema era para ter sido discutido no ano passado, mas como houve troca de governos nos dois países não aconteceu essa negociação”, afirmou Megale. O setor teme que muitas das peças usadas nos carros mexicanos venham de outros países. Diferente de anos atrás, quando registrava superávit, o Brasil hoje importa mais do que exporta para o México.

Os dois países têm acordo comercial no setor automotivo desde 2002. A última renovação ocorreu em 2015, data inicialmente prevista para o início do livre-comércio, mas foram mantidas as cotas por mais cinco anos, com valores aumentando 3% a cada ano. Nos últimos 12 meses, entre março de 2018 e março deste ano, a cota era de US$ 1,7 bilhão para cada país.

Segundo fontes do Ministério da Economia, o efeito do livre-comércio no curto prazo será quase nulo porque o volume importado pelo Brasil do México está 14% abaixo do que prevê a cota atual. A mudança no acordo só deve ter impacto sobre o mercado quando a atividade econômica acelerar.

Os carros importados do México são produtos de maior valor agregado, como Volkswagen Jetta e Tiguan, Chevorlet Tracker e Equinox, Ford Fusion, Audi Q5 e Nissan Sentra. Do Brasil para lá seguem modelos de menor porte e valor, como Gol, up!, Ka, Onix, Civic e Ecosport.

Por enquanto, a mudança para o livre-comércio valerá apenas para automóveis e comerciais leves, com a inclusão dos caminhões e ônibus a partir do ano que vem.

Pressão
Uma outra fonte do Ministério da Economia afirmou que o acerto entre os dois países servirá para pressionar a Argentina a aceitar também o livre-comércio para o setor automotivo com o Brasil. Assim como em relação aos veículos mexicanos, os modelos argentinos que chegam ao País também são de maior valor agregado.

O acordo atual com os argentinos vai até junho de 2020 e prevê que, para cada US$ 1 importado da Argentina em veículos e autopeças, US$ 1,5 pode ser exportado pelo Brasil livre de Imposto de Importação.

O Ministério da Economia deve divulgar hoje nota com os detalhes das novas condições do acordo entre Brasil e México. As conversas entre os dois países demoraram para começar porque os dois governos são comandados por presidentes recém-empossados. Jair Bolsonaro, no cargo desde o início de janeiro, e Andrés Manuel López Obrador, que assumiu o cargo no início de dezembro.

As negociações nos últimos meses ocorreram apenas entre os governos dos dois países, sem as participações das entidades representativas das montadoras dos dois países.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte:Agência Estado

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Governo lança edital de estudos para concessão de 22 aeroportos

Foto:Rovena Rosa / Agência Brasil-Projetos estão estruturados em três blocos: Sul, Nortes e Central

O Ministério da Infraestrutura publicou nesta segunda-feira (18) no Diário Oficial da União edital de chamamento público para interessados em realizar estudos técnicos para a concessão de 22 aeroportos em todo o país. Por meio de sua conta na rede social Twitter, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, confirmou a publicação.

“Conforme anunciado após sucesso do primeiro leilão de aeroportos em blocos, publicamos hoje no Diário Oficial da União o edital de chamamento para mais uma rodada de concessão de 22 terminais aeroportuários”.

Freitas destacou que os projetos serão estruturados em três blocos: Bloco Sul, composto pelos aeroportos de Curitiba, Foz do Iguaçu (PR), Navegantes (SC), Londrina (PR), Joinville (SC), Bacacheri (PR), Pelotas (RS), Uruguaiana (RS) e Bagé (RS); Bloco Nortes, composto pelos terminais de Manaus, Porto Velho (RO), Rio Branco, Cruzeiro do Sul (AC), Tabatinga (AM), Tefé (AM) e Boa Vista; e Bloco Central, composto pelos aeroportos de Goiânia, São Luís, Teresina, Palmas, Petrolina (PE) e Imperatriz (MA).

“O presente edital tem por objetivo chamar pessoas físicas ou jurídicas de direito privado interessadas na apresentação de projetos, levantamentos, investigações e estudos (estudos técnicos) que subsidiem a modelagem da concessão para a expansão, exploração e manutenção dos aeroportos objeto deste chamamento público de estudos”, diz o texto.

Na semana passada, o leilão de 12 aeroportos, na B3, com ágio de 986%, superou a outorga estipulada pelo governo de R$ 2,1 bilhões. No total, os lances pelos três blocos somaram R$ 2,377 bilhões. Os terminais estão localizados nas regiões Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste, e, juntos, recebem 19,6 milhões de passageiros por ano, o que equivale a 9,5% do mercado nacional de aviação.

Fonte:Agência Brasil

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Aeroportos foram arrematados com ágio médio de 986%

Foto:Divulgação-REUTERS / Aluísio Alves-Leilão supera outorga estipulada pelo governo de R$ 2,1 bilhões

Começou, no final da manhã desta sexta-feira (15), o leilão de privatização de 12 aeroportos. No momento, os pretendentes estão realizando lances de viva voz por cada um dos três blocos. Os lances pelos três blocos somam R$ 2,317 bilhões, superando a outorga estipulada pelo governo de R$ 2,1 bilhões. Localizados nas regiões Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste, os aeroportos, juntos, recebem 19,6 milhões de passageiros por ano, o que equivale a 9,5% do mercado nacional de aviação. O investimento previsto para os três blocos é de R$ 3,5 bilhões, no período de 30 anos.

O bloco do Nordeste é o mais disputado. Formado pelos aeroportos de João Pessoa e Campina Grande, ambos na Paraíba; do Recife, de Maceió, Aracaju e Juazeiro do Norte, no Ceará, o bloco recebeu seis propostas. Até o momento, o maior lance foi do grupo espanhol Aena Desarrollo Internacional, que ofereceu R$ 1,85 bilhão para pagamento à vista pelo bloco, um ágio de 981,47%.

Em segundo lugar está o Consórcio Região Nordeste, que ofertou R$ 1,770 bilhão, ágio de 934,70%. O grupo também ofereceu um lance pelo bloco Sudeste. Em terceiro lugar, o grupo suíço Zurich Aiport ofereceu um lance de R$ 1,761 bilhão, um ágio de 929,44%.

O bloco Centro-Oeste, formado pelos aeroportos de Cuiabá, Rondonópolis, Sinop e Alta Floresta, em Mato Grosso, recebeu duas propostas: do Consórcio Construcap-Agunsa, que ofereceu R$ 31,5 milhões, ágio de 3711,01%, e o Consórcio Aeroeste, R$ 31 milhões, um ágio de 3650,52%.

Já para o bloco Sudeste, formado pelos terminais de Macaé, no Rio de Janeiro, e de Vitória, no Espírito Santo, foram apresentadas quatro propostas. A Zurich Aiport com oferta de R$ 437 milhões, ágio de 830,15%; a ADP do Brasil, R$ 304 milhões, ágio de 547%; CPC (Companhia de Participações em Concessões), R$ 167 milhões, ágio de 255,47%, e a Fraport, oferta de R$ 125,002 milhões, ágio de 166,07%.

O leilão desta sexta-feira (15), realizado na B3, em São Paulo, é o primeiro no modelo de blocos. Até então, os terminais vinham sendo leiloados individualmente. Segundo o governo, a organização dos terminais em três blocos está relacionada a uma maior vocação de uso dos terminais: os do Nordeste para o turismo, os do Centro-Oeste, para o agronegócio, e os do Sudeste para atividades empresariais ligadas ao setor de energia, como petróleo e gás.

Pelas regras do edital, vence o leilão quem apresentar o maior ágio (diferença entre o lance mínimo e o valor final ofertado) sobre o valor mínimo de contribuição inicial mínimo do bloco. Para o Nordeste, o lance mínimo inicial foi de R$ 171 milhões. Para o bloco Sudeste foi de R$ 47 milhões, enquanto para o bloco do Centro-Oeste, R$ 800 mil, totalizando R$ 219 milhões. Esses valores deverão ser pagos à vista junto com o ágio ofertado na data de assinatura do contrato.

Fonte:Agência Brasil

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Petrobras reajusta gasolina em 1,5% na refinaria; alta na semana é de 5,5%

Foto:REUTERS / Sergio Moraes-Valor do combustível irá a 1,8235 real por litro
O preço médio da gasolina praticado pela Petrobras em suas refinarias será elevado em 1,5% a partir de sábado, acumulando alta de 5,5 por cento só nesta semana, informou a petroleira nesta sexta-feira em seu site.

O valor do combustível irá a 1,8235 real por litro, o maior nível desde o início de novembro. Nesta sexta-feira, o preço é cotado a 1,7966 real por litro e, há uma semana, em 1,7287 real.

O reajuste se dá em meio a um fortalecimento das cotações internacionais do petróleo, que nesta semana tocaram o maior nível em quatro meses, diante de cortes de oferta liderados pela Opep e sanções dos EUA sobre o setor petrolífero de Venezuela e Irã.

Em relação ao diesel, a Petrobras manteve o preço médio nas refinarias em 2,1871 reais por litro.

Por:Reuters

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Para baixar custo de energia, Paulo Guedes quer mudança radical na exploração de gás

O ministro da Economia, Paulo Guedes — Foto: Alan Santos/PR-Para baixar custo de energia, Paulo Guedes quer mudança radical na exploração de gás

A promessa do ministro da Economia, Paulo Guedes, de reduzir em até 50% o custo da energia para promover a “reindustrialização” do país tem como pressuposto uma mudança radical no modelo de exploração do gás natural.

A Petrobras tem o monopólio na exploração e também é proprietária da rede de dutos. Nessa cadeia também entram as distribuidoras estatuais, que levam o insumo até o consumidor final.

A discussão da mudança no modelo já está avançada. Envolve os ministérios de Minas e Energia e da Economia, a Petrobras e entidades do setor privado. Até mesmo um projeto de lei que propõe a alteração das regras do setor e que estava paralisado na Câmara foi desengavetado.

O modelo se completa com a expansão da produção de gás projetada para os próximos anos, com o avanço da exploração das reservas de petróleo do pré-sal. Nos últimos 20 anos, as reservas totais de gás do país saltaram 62%, segundo a Associação dos Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace).

A associação calcula que uma redução dos preços do gás pode significar um acréscimo de R$ 159 bilhões ao PIB até 2025. Atualmente, o Brasil paga quase três vezes mais pelo insumo do que países como Estados Unidos.

A reivindicação da indústria é antiga, mas o cenário agora parece mais favorável. Dois entraves que historicamente barravam as mudanças regulatórias no setor começam a ser resolvidos.

O primeiro era a própria Petrobras, que detém o monopólio do segmento e não estava disposta a perdê-lo. Endividada, a estatal está focada atualmente em fazer desinvestimentos e já começou, inclusive, a negociar parte da rede de gasodutos.

O segundo eram os governos dos estados que, por meio das concessionárias estaduais, ainda dominam a distribuição do gás canalizado. Igualmente endividados e com o “pires na mão”, os governadores estão mais dispostos a negociar com a União.

O caminho para o corte nos preços será via Congresso. A meta é recolocar em votação um projeto antigo – o PL 6407, de 2013, batizado de Lei do Gás. O texto foi desarquivado no fim de fevereiro e deve voltar a ser debatido na Comissão de Minas e Energia da Câmara.

Coautor do projeto original, o deputado Domingos Sávio (PSDB-MG) diz que quer fazer o texto avançar:

“Nós precisamos, no meu entendimento, de uma abertura de mercado e mudança semelhante do que ocorreu no passado com o setor da eletricidade. A geração, transmissão e distribuição de energia estava na mão de um só. E aí o preço ficava impossível de ter concorrência. É preciso repensar a legislação de gás no Brasil, dando maior abertura e possibilidade de concorrência. Com isso, vamos ter mais investimento e preços menores”, declarou.

Por:João Borges, Bianca Pinto Lima e Nathalia Toledo

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Exportador de etanol dos EUA terá mais competição no Norte/Nordeste do Brasil

Biocombustível à base de milho decola no Mato Grosso, maior produtor nacional do grão-Foto:REUTERS / Vincent Kessler

Os exportadores norte-americanos de etanol devem enfrentar maior concorrência em um dos poucos mercados estrangeiros nos quais conseguiram vender grandes volumes nos últimos anos, as regiões Norte e Nordeste do Brasil, disse o chefe de uma associação do setor.

Ironicamente, essa competição viria na forma de etanol à base de milho comum nos Estados Unidos, e não de álcool de cana que é dominante no Brasil.

O biocombustível feito a partir do cereal está decolando no Estado de Mato Grosso, maior produtor nacional do grão, onde a produção deve crescer mais de 50 por cento em 2019 em relação ao ano anterior.

Mas um grande obstáculo para isso acontecer é a logística. Os produtores de milho e etanol de Mato Grosso estão aguardando a conclusão de uma importante estrada ligando a região Centro-Oeste a um porto fluvial em Miritituba, no Pará, de onde as barcaças levariam o etanol para distribuidores de combustível ao Norte do Brasil.

“Produzimos o etanol de milho mais barato do mundo em Mato Grosso. Quando tivermos essa estrada pronta, tenho certeza que conseguiremos competir com fornecedores dos EUA”, disse Ricardo Tomczyk, presidente da União Nacional do Etanol de Milho (Unem) na quinta-feira.

O Brasil é o principal destino do etanol dos EUA. As exportações para o país em 2018 alcançaram 499 milhões de galões, de um total de 1,37 bilhão de galões.

Esse combustível é entregue principalmente nos portos do Nordeste para abastecer Estados como Pernambuco e Ceará. Algumas embarcações também entregam o combustível para o Maranhão.

Tomczyk disse que esses mercados têm grande potencial para expansão. Algumas estações de serviço no norte do Brasil nem têm bombas de etanol ao lado das de gasolina, diferentemente do que é visto no resto do país.

A produção de etanol de milho no Brasil deverá crescer para 1,4 bilhão de litros em 2019, de 840 milhões em 2018. A maior parte desse aumento virá de três novos projetos em Mato Grosso, incluindo uma grande planta em Sinop com capacidade para produzir 530 milhões de litros por ano quando estiver totalmente operacional.

Mato Grosso é o maior produtor de soja do Brasil. A maioria dos agricultores planta milho como uma cultura de rotação logo após a soja ser colhida.

A chamada “safrinha”, ou segunda safra, é atualmente a maior safra de milho do Brasil, com cerca de 66,6 milhões de toneladas de produção esperada para a safra 2018/19.

O milho fornece matéria-prima de baixo custo para a nascente indústria do etanol, segundo Tomczyk.

As perspectivas são de uma boa segunda safra de milho em 2019, já que a soja foi plantada e colhida mais cedo do que o normal, permitindo uma janela de plantio favorável para o milho.

Fonte:REUTERS/O Liberal.

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Brasil exporta 40,5% mais café verde em fevereiro, com 3,14 mi sacas

Foto:Reprodução-REUTERS / Roberto Samora

Foram ainda enviadas ao exterior 281,51 mil sacas de café solúvel e 716 sacas de torrado & moído

As exportações de café verde do Brasil alcançaram 3,14 milhões de sacas de 60 kg em fevereiro, alta de 40,5 por cento ante igual período do ano passado, informou o Conselho dos Exportadores de Café do país (Cecafé) nesta quarta-feira.

Do total embarcado no mês passado, 2,95 milhões de sacas foram da variedade arábica, a mais cultivada no país, com incremento de 33,7 por cento na comparação anual. Quanto ao robusta, as vendas somaram 189,84 mil sacas, forte alta de 582,2 por cento sobre igual mês de 2018.

Foram ainda enviadas ao exterior 281,51 mil sacas de café solúvel (+2,5 por cento) e 716 sacas de torrado & moído (-39,1 por cento).

Assim, considerando-se os embarques totais, entre cafés verdes e industrializados, o país exportou no mês passado 3,42 milhões de sacas, expansão de 36,3 por cento frente a igual período de 2018, disse o Cecafé.

“Os volumes de exportação de café apresentados em fevereiro registram o segundo recorde mensal consecutivo e histórico neste ano. Tudo indica que, se continuarmos nessa performance, deveremos encerrar o ano cafeeiro próximo a 40 milhões de sacas, o que também será um recorde histórico”, disse em nota o presidente do Cecafé, Nelson Carvalhaes.

No acumulado da atual safra 2018/19, de julho a fevereiro, o Brasil exportou um total de 27,9 milhões de sacas, crescimento de 32,3 por cento na comparação anual –o ciclo 2017/18 acabou fechando com embarques de pouco mais de 30 milhões de sacas, a menor em seis anos.

A perspectiva traçada para 2018/19 se dá após o Brasil colher no ano passado uma safra recorde de 61,65 milhões de sacas, conforme dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O ano de 2018 foi marcado pela bienalidade positiva do arábica e também por recuperação na produção do robusta, após problemas climáticos no Espírito Santo em anos anteriores.

“É importante ainda ressaltar que esses resultados (de exportações) demonstram que o Brasil está em franca recuperação de participação do mercado global, atendendo aos mais diversos e exigentes mercados”, acrescentou Carvalhaes.

Fonte:gência Reuters

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Foram ainda enviadas ao exterior 281,51 mil sacas de café solúvel e 716 sacas de torrado & moído
Agência Reuters
13.03.19 10h07
REUTERS / Roberto Samora

As exportações de café verde do Brasil alcançaram 3,14 milhões de sacas de 60 kg em fevereiro, alta de 40,5 por cento ante igual período do ano passado, informou o Conselho dos Exportadores de Café do país (Cecafé) nesta quarta-feira.

Do total embarcado no mês passado, 2,95 milhões de sacas foram da variedade arábica, a mais cultivada no país, com incremento de 33,7 por cento na comparação anual. Quanto ao robusta, as vendas somaram 189,84 mil sacas, forte alta de 582,2 por cento sobre igual mês de 2018.

Foram ainda enviadas ao exterior 281,51 mil sacas de café solúvel (+2,5 por cento) e 716 sacas de torrado & moído (-39,1 por cento).

Assim, considerando-se os embarques totais, entre cafés verdes e industrializados, o país exportou no mês passado 3,42 milhões de sacas, expansão de 36,3 por cento frente a igual período de 2018, disse o Cecafé.

“Os volumes de exportação de café apresentados em fevereiro registram o segundo recorde mensal consecutivo e histórico neste ano. Tudo indica que, se continuarmos nessa performance, deveremos encerrar o ano cafeeiro próximo a 40 milhões de sacas, o que também será um recorde histórico”, disse em nota o presidente do Cecafé, Nelson Carvalhaes.

No acumulado da atual safra 2018/19, de julho a fevereiro, o Brasil exportou um total de 27,9 milhões de sacas, crescimento de 32,3 por cento na comparação anual –o ciclo 2017/18 acabou fechando com embarques de pouco mais de 30 milhões de sacas, a menor em seis anos.

A perspectiva traçada para 2018/19 se dá após o Brasil colher no ano passado uma safra recorde de 61,65 milhões de sacas, conforme dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O ano de 2018 foi marcado pela bienalidade positiva do arábica e também por recuperação na produção do robusta, após problemas climáticos no Espírito Santo em anos anteriores.

“É importante ainda ressaltar que esses resultados (de exportações) demonstram que o Brasil está em franca recuperação de participação do mercado global, atendendo aos mais diversos e exigentes mercados”, acrescentou Carvalhaes.

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Órgãos adotam medidas para garantir oferta de pescado na Semana Santa

Secretaria de Economia elaborou documento que fiscalizará a comercialização de pescado em Belém
Foto:Reprodução-(Abílio Dantas / Redação Integrada)

A Secretaria Municipal de Economia (Secon) elaborou um decreto que fiscalizará a circulação intermunicipal de pescado em Belém. A medida será aplicada entre os dias 10 e 18 de abril.

De acordo com o secretário Rosivaldo Batista, não haverá limitação da venda, apenas a normatização dos comerciantes para que o aumento da demanda por peixe durante a semana santa não impossibilite a compra do alimento pelos moradores de Belém.

“Estamos trabalhando para que o preço não suba tanto, mais do que já subirá normalmente. Também aumentaremos  o horário para as vendas no Ver-o-peso”, anuncia.

Na Pedra do Peixe, o comércio funcionará de meia noite até às 6h. Já no Mercado de Peixe, a venda ocorrerá entre 5h e 16h.

O cadastramento dos interessados em realizar o transporte do pescado será feito pela Secom com o recebimento de documentos oficiais encaminhados pelas outras prefeituras municipais.

Fonte:Abílio Dantas / Redação Integrada

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Petrobras aumenta pelo 2° dia seguido o preço da gasolina

Refinaria Presidente Bernardes (RPBC), da Petrobras, em Cubatão, SP — Foto: José Claudio Pimentel/G1

Com a nova alta, o combustível acumula avanço de 17,3% no ano nas refinarias.

A Petrobras anunciou nesta terça-feira (123) que elevou em 0,90% preço médio da gasolina nas refinarias. A companhia também divulgou que manteve inalterado preço médio do diesel.

Os reajustes serão válidos a partir desta quarta-feira (13). O preço médio do litro da gasolina passará de R$ 1,7542 para R$ R$ 1,770, enquanto o litro do diesel se manterá, na média, em R$ 2,1871.

Trata-se do valor mais alto para a gasolina desde 2 de novembro, quando o litro era comercializado a R$ 1,8466.

Na véspera, a estatal elevou em 1,47% preço médio da gasolina, e manteve inalterado preço médio do diesel, nas refinarias. Com a nova alta, o combustível acumula avanço de 17,3% no ano.

A Petrobras adota novo formato na política de ajuste de preços desde 3 de julho de 2017. Pela nova metodologia, os reajustes acontecem com maior periodicidade, inclusive diariamente.

No ano passado, o governo anunciou fim do programa de subvenção do diesel instituído pela União. O programa de subvenção ao diesel havia sido criado pelo governo após a greve dos caminhoneiros, no fim de maio. Uma das principais reivindicações da categoria era redução no preço do combustível.

Por: G1

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