Balança comercial do Brasil tem superávit de US$4,990 bi em março

Contêineres no porto de Santos, no Estado de São Paulo (Foto:REUTERS/Fernando Donasci)
Ministério da Economia divulga resultado que é o pior resultado para o mês desde 2016
O Brasil registrou superávit comercial de 4,990 bilhões de dólares em março, divulgou o Ministério da Economia nesta segunda-feira (1), no pior resultado para o mês desde 2016.

As exportações somaram 18,120 bilhões de dólares no período, enquanto as importações alcançaram 13,130 bilhões de dólares.

O número ficou abaixo do divulgado para o mês em 2018 e 2017, superando apenas os 4,431 bilhões de dólares registrados em março de 2016.

No mês passado, as importações subiram 5,1 por cento ante março de 2018, pela média diária, enquanto as exportações caíram 1 por cento na mesma base de comparação.

No primeiro trimestre de 2019, o saldo das trocas comerciais soma 10,889 bilhões de dólares, recuo de 11,1 por cento sobre igual intervalo do ano passado.

O ministério ainda não divulgou sua previsão de saldo comercial para 2019.

A balança comercial brasileira deve ficar positiva em 50,25 bilhões de dólares neste ano, segundo a pesquisa Focus divulgada nesta segunda-feira. O número ficaria, portanto, abaixo dos 58,659 bilhões de dólares registrados em 2018.
DESTAQUES

Em março, as importações foram puxadas pelos bens de capital, com alta de 13 por cento sobre um ano antes. Em seguida vieram os bens intermediários, com crescimento de 5,8 por cento; e bens de consumo, com subida de 1,6 por cento.

Ao mesmo tempo, houve queda de 0,5 por cento nas compras de combustíveis e lubrificantes.

Já no caso das exportações, houve avanço nas vendas de produtos básicos de 7,9 por cento, a 9,689 bilhões de dólares.

As vendas externas de produtos manufaturados registraram queda de 6,5 por cento, para 6,148 bilhões de dólares. As exportações de produtos semimanufaturados recuaram 0,5 por cento, para 2,282 bilhões de dólares.

Fonte:Reuters/O Liberal.

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Conta de luz terá bandeira tarifária verde em abril, sem custo extra, diz Aneel

Vista de usina hidrelétrica em Furnas (MG) (REUTERS/Paulo Whitaker)

Previsão hidrológica indica recuperação do nível dos reservatórios
As contas de luz manterão em abril a chamada bandeira tarifária verde, que não gera custos adicionais para os consumidores, disse a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nesta sexta-feira (29).

O mecanismo, que visa a sinalizar aos consumidores as condições da oferta de energia, aumenta custos quando entra nos patamares amarelo ou vermelho, acionados principalmente quando há condições hidrológicas desfavoráveis, dado o predomínio das hidrelétricas na produção de energia do Brasil.

“A previsão hidrológica projetada para o mês ainda indica a tendência verificada em março, de recuperação do nível dos reservatórios. Essa conjuntura favorável aponta para a manutenção da produção hidrelétrica e do nível de risco hidrológico em patamares condizentes com o perfil de bandeira verde”, afirmou a Aneel em nota.

por:Reuters
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Novo sistema de boletos reduz circulação de R$ 5,1 bilhões em espécie

(Foto:Marcello Casal Jr. / Agência Brasil)-Plataforma está em funcionamento há três meses. Dados são da Febraban

O sistema de pagamento de boletos, conhecido por Nova Plataforma de Cobrança, criado pelos bancos, reduziu a necessidade de saques de dinheiro em espécie no total de R$ 5,1 bilhões, em seus três primeiros meses de funcionamento. A informação é da Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

A federação acredita que os investimentos de R$ 500 milhões feito pelos bancos para criar a plataforma vai eliminar o equivalente a R$ 450 milhões em fraudes por ano.

A economia no uso de dinheiro em espécie foi obtida com 50 milhões de boletos que, no período de dezembro de 2018 a fevereiro deste ano, foram pagos em uma instituição financeira diferente daquela em que foi emitido o boleto. O total é equivalente a 65% dos documentos pagos, nesse período, após a data de vencimento. Antes da Nova Plataforma, uma conta vencida só poderia ser quitada na própria instituição financeira destinatária (emissora do boleto), o que exigia o saque em dinheiro para pagamento.

A estimativa da Febraban é que, em 2019, 6,6 bilhões de boletos sejam registrados na Nova Plataforma e mais de 25 bilhões de operações sejam realizadas, considerando o desempenho dos três primeiros meses de plena operação do sistema.

Segundo a Febraban, a adulteração do código de barras nos boletos de pagamento, fraude mais frequente aplicada nos pagamentos com boletos, foi inviabilizada com a Nova Plataforma, que facilita a conferência de dados de pagamento e alerta para inconsistências.

Fonte:Agência Brasil

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Inflação oficial acelera puxada por alimentação e transporte

(Foto:Marcello Casal Jr. / Agência Brasil)-Alta foi de 0,54% em março em relação a fevereiro, quando a taxa ficou em 0,34%

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), considerado uma prévia da inflação oficial no Brasil, subiu 0,54% em março, uma aceleração em relação a fevereiro, quando a taxa ficou em 0,34%. Segundo o IBGE, é a maior variação para o mês de março desde 2015, quando a taxa registrou aumento de 1,24%. No ano passado, a taxa no mês foi de 0,10%.

No trimestre, chamado de IPCA-E, o índice acumula alta de 1,18%, acima dos 0,87% registrados de janeiro a março do ano passado. No acumulado de 12 meses, a inflação ficou em 4,18%, acima dos 3,73% do período anterior.

Apresentaram deflação os grupos artigos de residência (-0,23%) e comunicação (-0,19%). As maiores altas foram em alimentação e bebidas (1,28%) e transportes (0,59%). Somados, os dois grupos corresponderam a cerca de 80% do índice do mês

Entre os produtos que impactaram a inflação, destaque para o feijão-carioca, que teve alta de 34,56% em fevereiro e subiu 41,44% em março. A batata-inglesa também registrou aceleração no preço, com 12,39% em fevereiro e 25,59% em março. Já o tomate, que teve queda de 20,32% em fevereiro, subiu 16,73% este mês.

No grupo dos transportes, o impacto veio da passagem aérea, que subiu 7,54%, e do etanol, com alta de 2,64%. A gasolina subiu 0,28%, depois de três quedas seguidas. O reajuste das tarifas dos ônibus urbanos foi de 0,73%. Os ônibus intermunicipais registraram queda de 0,27%, influenciada pela redução média de 3% no valor das passagens no Rio de Janeiro. Em São Paulo, o reajuste médio foi de 6%, e em Curitiba de 5,88%.

No grupo habitação, que apresentou alta de 0,28% em março, o item energia elétrica subiu 0,43% e o gás encanado 1,75%. A queda de 0,19% em comunicação foi causada pela redução de 1,86% no preço dos aparelhos telefônicos e de 0,50% na tarifa do telefone fixo.

Regionalmente, apenas Belo Horizonte não registrou aceleração no índice de inflação. A maior alta foi na região metropolitana de Fortaleza (0,92%) e o menor resultado foi registrado em Salvador (0,29%).

O IPCA-15 foi calculado com preços coletados de 13 de fevereiro a 15 de março de 2019 e comparados com os valores de 16 de janeiro a 12 de fevereiro de 2019, nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba e nas cidades de Brasília e Goiânia.

Fonte:Agência Brasil

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Pagamentos com cartões no Brasil devem crescer 16% em 2019, projeta Abecs

(Foto: Cláudio Pinheiro / O Liberal)-Em 2018, transações com cartões somaram 1,55 trilhão de reais, 14,5% a mais do que em 2017

Os pagamentos de compras com cartões de crédito e de débito no Brasil deve somar 1,8 trilhão de reais em 2019, volume 16% acima do apurado em 2018, estimou nesta terça-feira a Abecs, que representa o setor de meios eletrônicos de pagamento.

“O objetivo do setor é alcançar o patamar de 60 por cento de representatividade no consumo das famílias até 2022”, disse em nota o presidente da Abecs, Pedro Coutinho.

Em 2018, as transações com cartões somaram 1,55 trilhão de reais, 14,5% a mais do que em 2017 e o melhor desempenho desde 2014, quando o setor cresceu 14,8%.

Por modalidades, os pagamentos com cartões de crédito subiram 14,6% em 2018, para 965,5 bilhões de reais, enquanto as operações com débito cresceram 13,8% na mesma base, a 578,1 bilhões de reais. As transações com cartões pré-pagos dispararam 66,5%, a 11 bilhões de reais.

Fonte:Agência Brasil

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Colheita de soja no Brasil vai a 67% da área em “ritmo lento” por chuva, diz AgRural

(Foto:REUTERS / Ueslei Marcelino)-Trabalho já está praticamente encerrado em Mato Grosso (99%), maior produtor nacional

A colheita da safra de soja 2018/19 no Brasil avançou para 67 por cento da área até a última quinta-feira, quatro pontos percentuais na comparação semanal, com os trabalhos de campo “em ritmo mais lento” devido às chuvas constantes em algumas regiões do país, informou a AgRural nesta segunda-feira.

Conforme a consultoria, a colheita no maior exportador global da oleaginosa está ligeiramente acima do observado há um ano (65 por cento) e na média dos últimos cinco ciclos (63 por cento).

A colheita já está praticamente encerrada em Mato Grosso (99 por cento), maior produtor nacional, e em Mato Grosso do Sul (98 por cento), com os trabalhos perto do final também em Rondônia (95 por cento), São Paulo (94 por cento) e Goiás (92 por cento).

No Paraná, contudo, a chuvarada tem atrapalhado, e 72 por cento da área com soja no Estado foi colhida, aquém do registrado há um ano.

“Há relatos de excesso de umidade em lotes recém-colhidos e casos pontuais de grãos avariados no norte do estado, onde a colheita já está entrando na reta final. No sul, onde a colheita é mais tardia, ainda não há queixas de perda de qualidade”, informou a AgRural.

A AgRural estima uma produção de 112,9 milhões de toneladas de soja no atual ciclo 2018/19, bem aquém dos mais de 120 milhões esperados antes da estiagem de dezembro e janeiro, que afetou lavouras em diversas regiões do país, reduzindo o potencial produtivo da safra.

Fonte:Reuters/O Liberal.

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Governo reduz previsão de crescimento da economia para 2,2% neste ano

(Foto:Marcello Casal Jr. / Agência Brasil)-Também foi alterada a projeção para a inflação, calculada pelo IPCA, que passou de 4,2% na Lei Orçamentária para 3,8%

O governo espera que a economia apresente crescimento de 2,2%, neste ano. A previsão para o Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, está no Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, divulgado nesta sexta-feira (22) pelo Ministério da Economia.

Na Lei Orçamentária deste ano, a previsão de crescimento do PIB era maior: 2,5%.

Também foi alterada a projeção para a inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que passou 4,2% na Lei Orçamentária para 3,8%, no relatório.

O relatório, que orienta a execução do Orçamento, contém previsões para a economia, a receita e a despesa. Dependendo dos números, o governo corta ou libera recursos para cumprir a meta de déficit primário e o teto de gastos federais. Neste primeiro relatório divulgado hoje, o governo bloqueou R$ 29,792 bilhões do orçamento.

O mercado financeiro prevê que o PIB cresça 2,01%, neste ano, e a inflação fique em 3,89%.

Fonte:Agência Brasil

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Tarifa de energia terá alívio de 4,9% em 2019 e 2020 após acordo com bancos, diz Aneel

(Foto;REUTERS / Ueslei Marcelino)-Impacto médio da negociação será de 3,7% nas tarifas em 2019 e 1,2% em 2020
As tarifas de eletricidade serão aliviadas em 4,9% em 2019 e 2020, após acordo com bancos para quitar antecipadamente empréstimos contraídos pelo governo com recursos da conta de luz em 2014 e 2015, disse nesta quarta-feira o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), André Pepitone.

Em coletiva de imprensa em Brasília, o chefe da Aneel afirmou que o impacto médio da negociação será uma redução de 3,7% nas tarifas em 2019 e 1,2% em 2020.

Segundo Pepitone, o pagamento dos empréstimos, que venceriam originalmente em abril de 2020, vinha exigindo cerca de 700 milhões de reais por mês dos consumidores, por meio de encargos cobrados nas tarifas.

Fonte:Reuters/O Liberal.

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Petrobras mantém preços da gasolina e do diesel nas refinarias nesta quinta-feira

(Foto:Marcelo Camargo / Agência Brasil)-Gasolina ficou em R$ 1,8326 e o diesel em
A Petrobras manteve sem alteração o preço médio do litro da gasolina A sem tributo nas refinarias, válido para esta quinta-feira, dia 21, em R$ 1,8326. Além disso, a estatal manteve sem alteração o preço do diesel, em R$ 2,112, conforme tabela disponível no site da empresa.

Em dezembro, a Petrobras anunciou um mecanismo de proteção complementar em que ela pode alterar a frequência dos reajustes diários do preço do diesel no mercado interno em momento de elevada volatilidade, podendo mantê-lo estável por curtos períodos de tempo de até sete dias, “conciliando seus interesses empresariais com as demandas de seus clientes e agentes de mercado em geral”.

Já o hedge da gasolina, que passou a ser adotado em setembro, permite à empresa petrolífera manter os valores estáveis nas refinarias por até 15 dias.

Fonte:Agencia Estado

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PIB brasileiro cresceu 0,3% de dezembro para janeiro, mostra FGV

(Foto:Reprodução-Arquivo/Agência Brasil)-De dezembro para janeiro, agropecuária (4,8%), serviços (0,7%) e indústria (0,2%) tiveram alta
O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, começou o ano em alta, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). De acordo com o Monitor do PIB, da FGV, o Produto Interno Bruto cresceu 0,3% de dezembro de 2018 para janeiro deste ano.

Na comparação com janeiro de 2018, a alta chegou a 1,1%. Também houve crescimentos de 0,2% no trimestre encerrado em janeiro, na comparação com o trimestre encerrado em outubro do ano passado, de 0,7% na comparação com o trimestre encerrado em janeiro de 2018. No acumulado de 12 meses, a alta é de 1%.

Na passagem de dezembro para janeiro, três grandes setores produtivos tiveram alta: agropecuária (4,8%), serviços (0,7%) e indústria (0,2%). Entre os serviços, os principais destaques foram outros serviços (1%) e serviços imobiliários (0,9%). Na indústria, o único segmento com alta foi o de geração de eletricidade (1,5%).

Sob a ótica da demanda, o consumo dos governos cresceu 3,6% e o consumo das famílias, 0,7%. A formação bruta de capital fixo, isto é, os investimentos, por outro lado, caíram 1,8%. As exportações cresceram 10,7% e as importações, 9,3%.

Na comparação do trimestre encerrado em janeiro com o trimestre encerrado em outubro de 2018, a alta de 0,2% foi puxada pelos setores agropecuário (1,9%) e de serviços (0,3%). A indústria recuou 0,4%.

Sob a ótica da demanda, tiveram alta os consumos das famílias (0,4%) e dos governos (1,5%). Os investimentos recuaram 2,5%. As exportações cresceram 8,4%, enquanto as importações recuaram 0,1%.

Fonte:Agência Brasil

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