Exportação de carne bovina do Brasil tem melhor 1º tri em 12 anos, diz Abiec

(Foto:Reprodução)-Crescimento chegou a 2,6% no primeiro trimestre ante igual intervalo de 2018, para 405,7 mil toneladas
As exportações brasileiras de carne bovina cresceram 2,6 por cento no primeiro trimestre ante igual intervalo de 2018, para 405,7 mil toneladas, o melhor desempenho para o período em 12 anos, informou nesta segunda-feira Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec).

Em receita, as vendas no trimestre somaram 1,5 bilhão de dólares, queda de 5,6 por cento na comparação anual.

Conforme a entidade, dentre os principais países compradores, o destaque para o primeiro trimestre ficou novamente para a China, que importou 6,2 por cento mais da proteína nacional.

“A expectativa é que esse ritmo se mantenha nos próximos meses”, disse em nota o presidente da Abiec, Antônio Jorge Camardelli.

A associação destacou que o resultado positivo no acumulado do ano foi mantido mesmo com a redução nas exportações em março. No comparativo com o mesmo mês em 2018, as vendas recuaram 4,3 por cento em volume e 10,5 por cento em faturamento, registrando 149.734 toneladas e 594,11 milhões de dólares, respectivamente.

Fonte:Reuters/O liberal.

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Governo arrecada R$ 447,64 milhões com outorga em leilão de portos

(Foto:Reprodução)-Ao todo o governo espera que sejam investidos pouco mais de R$ 420 milhões nos portos
O leilão de arrendamento de seis terminais portuários no Pará terminou com R$ 447,64 milhões arrecadados com outorga. No total, o governo federal ofertou à iniciativa privada cinco áreas no Porto Organizado de Belém e uma no porto de Vila do Conde, em Barcarena. Todos os terminais têm como objetivo principal a movimentação de graneis líquidos, principalmente combustíveis. Ao todo o governo espera que sejam investidos pouco mais de R$ 420 milhões nos portos.

O leilão, realizado na B3, Bolsa de Valores de São Paulo, teve início as 10h e terminou pouco antes das 12h. O certame contou com a participação de várias empresas interessadas nos terminais. O prazo dos contratos vai de 15 a 25 anos, podendo ser renovados até um limite de 70 anos. Pelas regras do leilão, o valor mínimo de outorga começou em R$ 1,00.

Blocos

O primeiro bloco foi arrematado pelo Consórcio Latitude, com o lance de R$ 40 milhões. Denominada BEL02A, a área com 46.627 m² tem capacidade estática de armazenamento do terminal é de 41.872 toneladas cuja previsão de investimento é de R$ 48,3 milhões, com 15 anos de arrendamento.

O segundo bloco ficou com a Petróleo Sabbá que ofereceu valor de outorga de pouco mais de R$ 60 milhões. A área, denominada BEL 02B possui 43.240m². A capacidade estática de armazenamento do terminal é de 28.272 toneladas e previsão de investimentos é de R$ 27,4 milhões. O prazo de arrendamento é de 15 anos.

O terceiro bloco, BEL 04 foi arrematado pela Ipiranga por R$ 87,121 milhões. O prazo do contrato também é de 15 anos e a previsão de investimento é de R$ 11,6 milhões. Com 26.200 m² o terminal tem capacidade de armazenamento de 18.200 toneladas.

O quarto bloco ficou com a Petrobras Distribuidora que ofereceu pouco mais de R$ 50 milhões pelo terminal. A área, BEL 08, tem previsão de investimento de R$ 89 milhões. Com 50.700 m², o terminal tem capacidade de armazenamento de 49.821 toneladas. O prazo do contrato é de 20 anos.

O quinto bloco, BEL 09, foi arrematado pela Transpetro que ofereceu R$ 30,2 de outorga. Com 37.600 m² e capacidade de armazenamento de 13.997 toneladas, o terminal deve receber investimentos de R$ 128 milhões. O contrato também tem duração de 20 anos.

Último bloco a ser arrematado, o de Vila do Conde, foi o que recebeu o maior valor de outorga. O terminal foi arrematado pela Terminal Químico de Aratu (Tequimar) com uma lance de R$ 180,5 milhões. O empreendimento, ainda em fase de planejamento, possui área de 47.000m2 e tem capacidade de 4 milhões de toneladas. A previsão de investimento de R$ 126,3 milhões e o prazo do contrato é de 25 anos de arrendamento.

Calendário

Este é o segundo leilão de terminais portuários em menos de um mês. No final de março, o governo conseguiu arrecadar R$ 219,52 milhões, com o leilão de 4 áreas portuárias, três na Paraíba e uma no Espírito Santo. O investimento previsto é de R$ 199 milhões.

Ainda sem data definida, os próximos leilões do setor portuário ainda estão sendo estruturados pelo governo. A previsão é que seja lançado ainda em abril o edital de mais três terminais, sendo dois deles no Porto de Santos, em São Paulo, e outro no Porto de Paranaguá, no Paraná. A previsão de investimentos é de aproximadamente R$ 400 milhões.

Fonte:Agência Brasil

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Produção de veículos tem queda de 10% em março, mostra Anfavea

Foto:Arquivo / Agência Brasil- Foram mais de 240 mil unidades em março, queda de 10% na comparação com o mesmo mês do ano anterior
A produção de veículos montados no país foi de 240.546 unidades em março, queda de 10% na comparação com o mesmo mês do ano anterior, conforme divulgado nesta quinta-feira (4) pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Em relação a fevereiro, houve redução de 6,4%.

O presidente da Anfavea, Antonio Carlos Botelho Megale, disse que três fatores influenciaram o resultado negativo em produção: a greve dos trabalhadores, a enchente na fábrica da Mercedes-Benz e a redução das exportações, Além disso, março também teve um dia útil a menos devido ao carnaval.

Megale defendeu a importância da manutenção dos bons índices de produção de veículos, responsável pela geração de emprego e renda. “Relatório do Banco Central para o biênio de 2017 e 2018 diz que as montadoras são responsáveis por um terço do crescimento industrial do Brasil, um quarto do crescimento total do [Produto Interno Bruto] PIB, o que mostra a relevância do setor. Queremos que os investimentos de produção fiquem no Brasil.”

Licenciamento

O licenciamento de automóveis novos apresentou alta de 0,9% em março, na comparação com março de 2018. Na comparação com fevereiro, a alta foi de 5,3%. No acumulado desde o início do ano, na comparação com o mesmo período em 2018, houve alta de 11,4%. A média diária, de 11 mil unidades, foi a maior desde 2014 para um mês de março.

A exportação, no entanto, continua trazendo números pessimistas para o setor, devido à crise econômica da Argentina, principal importadora dos veículos brasileiros. Houve queda de 42,2% em março, na comparação com março de 2018. No acumulado a redução foi de 42%. Em relação a fevereiro, a retração foi de 3,7%. “Vamos ter um primeiro semestre absolutamente comprometido, mas esperamos que comece a melhorar [posteriormente]”, disse ele.

A Argentina continua predominante nas importações, respondendo por 60% da fatia do mercado. Outros países, entretanto, têm se destacado, como o México, que foi responsável por 13% das importações da produção brasileira. A Colômbia cresceu de 3% no ano passado para 10% este ano.

Agronegócio

A comercialização de máquinas agrícolas mostrou resultado otimista, com alta de 7% em março, na comparação ao mesmo mês em 2018. Em relação a fevereiro, houve aumento de 31,6%. No acumulado, foi registrado alta de 23,5%. “A safra está muito boa, será a segunda melhor safra da história. Temos toda a safra de soja comercializada a preço muito bom com a China, o setor está capitalizado, com alto nível de confiança”, disse Megale.

Fonte:Agência Brasil

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Consumo de energia elétrica no Brasil cai 2,6% em março com Carnaval, diz CCEE

(Foto:REUTERS / Paulo Whitaker)-O consumo no mercado regulado, em que clientes são atendidos pelas distribuidoras, caiu 3,2%
O consumo de eletricidade no Brasil recuou 2,6 por cento em março, quando na comparação com mesmo mês do ano anterior, apontou a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) nesta quinta-feira, citando o feriado de Carnaval como principal motivo para a retração.

O consumo no mercado regulado, em que os clientes são atendidos pelas distribuidoras, caiu 3,2 por cento. No mercado livre, onde grandes clientes como indústrias contratam o suprimento junto a geradores e comercializadoras, houve queda de 1,2 por cento.

Fonte:Reuters/O Liberal.

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Endividamento de famílias brasileiras atinge maior patamar desde 2015

(Foto:Rovena Rosa / Agência Brasil)Percentual chegou a 62,4%, superior aos 61,5% de fevereiro deste ano e aos 61,2% de março do ano passado
O percentual de famílias brasileiras com dívidas (em atraso ou não) chegou a 62,4% em março deste ano. O índice é superior aos 61,5% de fevereiro deste ano e aos 61,2% de março do ano passado. Esse também é o maior patamar de endividamento das famílias desde setembro de 2015, segundo dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor, divulgada nesta quinta-feira (4) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Já as famílias inadimplentes, ou seja, aquelas que têm dívidas ou contas em atraso, ficou em 23,4% em março deste ano, acima dos 23,1% do mês anterior. Na comparação com março do ano passado (25,2%), no entanto, o indicador teve uma queda de 1,8 ponto percentual.

O percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso aumentou de 9,2% em fevereiro para 9,4% em março deste ano. No entanto, continuou abaixo do patamar de março do ano passado (10%).

Segundo a economista da CNC Marianne Hanson, além da recuperação gradual das concessões de crédito e do consumo das famílias, há um fator sazonal que influi nos resultados: a incidência dos gastos extras de início de ano, ocasionando uma demanda maior por empréstimos.

O cartão de crédito foi apontado como o principal motivo das dívidas por 78% das famílias endividadas, seguido por carnês, para 14,4%, e, em terceiro, por financiamento de carro, para 10%.

Fonte:Agência Brasil

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Ministro do Turismo quer reduzir o preço das passagens aéreas

(Foto:REUTERS / Sergio Moraes)-Aprovação da medida provisória que autoriza as empresas de aviação nacionais a terem participação ilimitada de capital estrangeiro pode trazer queda no valor
O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, declarou que uma das ações do governo para o incremento do setor turístico no Brasil é a redução do valor das passagens aéreas. Ele participou nesta terça-feira (2) da sétima edição da World Travel Market, feira internacional do setor de viagens realizado na capital paulista, por onde devem passar 8 mil visitantes.

A queda dos valores pode ocorrer com a aprovação no Congresso Nacional da medida provisória que autoriza as empresas de aviação nacionais a terem participação ilimitada de capital estrangeiro. A lei determina limite máximo de 20% de investimento vindo de fora. No último dia 20, o texto foi aprovado pela Câmara dos Deputados.

“Vai aumentar a competitividade, sem dúvida nenhuma, gerando, sobretudo, a redução da tarifa. A modernização da lei geral do Turismo foi aprovada na Câmara dos Deputados juntamente com as aéreas. Uma série de fatores que vão impactar positivamente o turismo”.

No último domingo (31), o ministro participou do primeiro voo de uma empresa low cost, ou seja, de baixo custo, a atuar no Brasil. A norueguesa Norwegian pousou no Aeroporto Internacional Galeão-Tom Jobim, no Rio de Janeiro, onde passará a operar com quatro voos semanais com destino a Londres. O preço da passagem é cerca de R$ 1 mil.

Isenção de visto

Outra ação do governo, que começará a valer em 17 de junho, será a isenção da necessidade de vistos para entrada de estrangeiros procedentes dos Estados Unidos, do Canadá, da Austrália e do Japão.

Segundo o ministro, o pleito vinha sendo requerido há mais de 15 anos pelo setor. A expectativa é que a medida atraia US$ 1 bilhões por ano com a circulação desses estrangeiros, de acordo com os estudos iniciais.

“Um momento como esse é muito importante para o desenvolvimento do turismo, sobretudo nos municípios. O Brasil apresenta uma economia liberal, abrindo ao mundo os investimentos na nossa terra”, declarou. “O turismo tem tudo para deslanchar e movimentar essa cadeia enorme, gerando milhões de empregos”.

Fonte:Agência Brasil

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Produção industrial sobe 0,7% em fevereiro ante janeiro, revela IBGE

(Foto:REUTERS/Paulo Whitaker)-Em relação a fevereiro de 2018, a produção subiu 2,0%
A produção industrial subiu 0,7% em fevereiro ante janeiro, na série com ajuste sazonal, divulgou na manhã desta terça-feira, 2, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado veio abaixo da mediana (1,0%) das expectativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, que esperavam desde queda de 1,1% a alta de 2,7%.

Em relação a fevereiro de 2018, a produção subiu 2,0%. Nessa comparação, sem ajuste, as estimativas dos economistas ouvidos variavam de avanço de 1,5% a 3,6%, com mediana positiva de 2,4%. No acumulado do ano de 2019, a indústria teve queda de 0,2%, segundo o IBGE. Já em 12 meses, a produção da indústria avançou 0,5%.

Fonte:Agência Estado

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Balança comercial do Brasil tem superávit de US$4,990 bi em março

(Foto:REUTERS/Fernando Donasci)-resultado que é o pior resultado para o mês desde 2016 Ministério da Economia divulga
Contêineres no porto de Santos, no Estado de São Paulo
O Brasil registrou superávit comercial de 4,990 bilhões de dólares em março, divulgou o Ministério da Economia nesta segunda-feira (1), no pior resultado para o mês desde 2016.

As exportações somaram 18,120 bilhões de dólares no período, enquanto as importações alcançaram 13,130 bilhões de dólares.

O número ficou abaixo do divulgado para o mês em 2018 e 2017, superando apenas os 4,431 bilhões de dólares registrados em março de 2016.

No mês passado, as importações subiram 5,1 por cento ante março de 2018, pela média diária, enquanto as exportações caíram 1 por cento na mesma base de comparação.

No primeiro trimestre de 2019, o saldo das trocas comerciais soma 10,889 bilhões de dólares, recuo de 11,1 por cento sobre igual intervalo do ano passado.

O ministério ainda não divulgou sua previsão de saldo comercial para 2019.

A balança comercial brasileira deve ficar positiva em 50,25 bilhões de dólares neste ano, segundo a pesquisa Focus divulgada nesta segunda-feira. O número ficaria, portanto, abaixo dos 58,659 bilhões de dólares registrados em 2018.
DESTAQUES

Em março, as importações foram puxadas pelos bens de capital, com alta de 13 por cento sobre um ano antes. Em seguida vieram os bens intermediários, com crescimento de 5,8 por cento; e bens de consumo, com subida de 1,6 por cento.

Ao mesmo tempo, houve queda de 0,5 por cento nas compras de combustíveis e lubrificantes.

Já no caso das exportações, houve avanço nas vendas de produtos básicos de 7,9 por cento, a 9,689 bilhões de dólares.

As vendas externas de produtos manufaturados registraram queda de 6,5 por cento, para 6,148 bilhões de dólares. As exportações de produtos semimanufaturados recuaram 0,5 por cento, para 2,282 bilhões de dólares.

Fonte:Reuters/O Liberal.

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Etanol sobe em 16 Estados e no DF, diz ANP; preço médio fica estável no País

(Foto:REUTERS / Sergio Moraes)-Houve recuos em outros nove Estados e não houve avaliação no Amapá

Os preços médios do etanol hidratado subiram em 16 Estados e no Distrito Federal na semana passada, de acordo com levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilado pelo AE-Taxas. Houve recuos em outros nove Estados e não houve avaliação no Amapá.

Na média dos postos brasileiros pesquisados pela ANP, o preço médio do etanol na semana passada ficou estável ante a anterior, em R$ 2,969.

Em São Paulo, principal Estado produtor e consumidor, a cotação média do hidratado avançou 0,04% sobre a semana anterior, de R$ 2,833 para R$ 2,834 o litro. A maior alta semanal, de 3,50%, foi na Paraíba.

Na comparação mensal os preços do etanol subiram em 22 Estados e no Distrito Federal, recuaram no Acre, em Goiás e em Roraima.

No Amapá também não houve avaliação mensal. Na média brasileira, o preço do etanol pesquisado pela ANP acumulou aumento de 7,57% na comparação mensal, com destaque para Paraná e São Paulo, os maiores nos preços do biocombustível no período, de 9,68% e 9,63%, respectivamente.

O preço mínimo registrado na semana passada para o etanol em um posto foi de R$ 2,379 o litro, em Mato Grosso, e o máximo individual ficou de R$ 4,949 o litro, no Rio Grande do Sul. Mato Grosso tem também o menor preço médio estadual, de R$ 2,637 o litro, assim como os postos gaúchos registram o maior preço médio, de R$ 4,105 o litro.

Competitividade

Os preços médios do etanol hidratado permanecem vantajosos ante os da gasolina em apenas quatro Estados brasileiros – Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, e São Paulo. O levantamento da ANP compilado pelo AE-Taxas considera que o etanol de cana ou de milho, por ter menor poder calorífico, tenha um preço limite de 70% do derivado de petróleo nos postos para ser considerado vantajoso.

Em Mato Grosso, o hidratado é vendido em média por 58,89% do preço da gasolina, em Goiás a 65,19%, em Minas Gerais a 67,34% e em São Paulo por 68,97%.

Na média dos postos pesquisados no País, a paridade é de 68,07% entre os preços médios do etanol e da gasolina, também favorável ao biocombustível.

A gasolina segue mais vantajosa em Roraima, com a paridade de 92,43% para o preço do etanol.

Fonte:Agência Estado

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Caixa busca bancos para venda de fatia na Petrobras, diz fonte

(Foto:REUTERS / Pilar Olivares)-Banco tem participação de cerca de 9 bilhões de reais na estatal pretoleira

A Caixa Econômica Federal já começou a convidar bancos de investimento para apresentar propostas para coordenar a venda de sua participação de cerca de 9 bilhões de reais na Petrobras, disse uma fonte com conhecimento do assunto nesta segunda-feira.

A Reuters informou em fevereiro que a Caixa estava perto de vender uma fatia de 2,3 por cento na petroleira. A oferta pode envolver cerca de 9 bilhões de reais.

A Caixa selecionará as melhores propostas entre os bancos de investimento para coordenar a oferta. O preço da ação deve ser definido em maio, acrescentou a fonte, pedindo para não ser identificada, já que as discussões ainda são privadas.

Representantes da Caixa não comentaram o assunto.

A venda das participações na Petrobras será o segundo grande desinvestimento do presidente da Caixa, Pedro Guimarães, que assumiu o comando em janeiro.

No mês passado, a Caixa vendeu uma participação de 2,4 bilhões de reais na resseguradora IRB Brasil Resseguros. A Caixa também pretende listar pelo menos quatro unidades: asset management, cartões de crédito, loteria e seguros.

Na sexta-feira, o banco estatal informou um lucro líquido recorrente de 12,7 bilhões de reais em 2018, 40 por cento acima do registrado no ano anterior.

Fonte:Reuters/O Liberal.

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