Polêmica sobre preço do diesel assusta setor de etanol

Integrantes do governo declararam que a Petrobras tem autonomia para realizar seus reajustes-(Foto:REUTERS/Paulo Whitaker)

Na semana passada, Bolsonaro ligou ao presidente da Petrobras reclamando do reajuste de 5,7
A polêmica sobre o preço do diesel que envolveu o presidente Jair Bolsonaro assustou o setor sucroenergético brasileiro, que não esconde certo receio com os próximos movimentos do governo, embora tenha procurado avaliar o caso como algo “pontual”.

Na semana passada, Bolsonaro ligou ao presidente da Petrobras reclamando do reajuste de 5,7 por cento no valor do diesel nas refinarias e pediu esclarecimentos. Após o telefonema, houve cancelamento da alta pela estatal, o que trouxe de volta ao mercado receios de intervenções governamentais nos preços de combustíveis.

Ao longo desta semana, contudo, integrantes do governo declararam que a Petrobras tem autonomia para realizar seus reajustes. Na véspera, a estatal elevou o preço do diesel em 4,8 por cento, com o CEO da companhia, Roberto Castello Branco, reafirmando a independência da empresa para realizar mudanças nas cotações.

Ainda que a polêmica tenha envolvido o diesel, e não a gasolina, concorrente direto do etanol, o movimento de Bolsonaro remeteu ao controle de combustíveis que vigorou em governos anteriores e acarretou em pesadas perdas ao segmento sucroenergético.

“No primeiro momento, sim, houve uma preocupação dessa intervenção… Me parece que esse tema já foi corrigido e que não haverá nenhuma intervenção no preço da gasolina… Mas agora vamos esperar para ver se se manterá no futuro”, afirmou o diretor técnico da União da indústria de Cana-de-açúcar (Unica), Antonio de Padua Rodrigues, ao ser questionado pela Reuters.

Uma ação do governo na Petrobras que voltasse a interferir nos preços da gasolina poderia, potencialmente, levar o setor sucroenergético a rever seu mix de produção na atual temporada, iniciada neste mês.

O centro-sul como um todo maximizou a fabricação de álcool em 2018/19, graças a uma demanda robusta, com o produto mais competitivo frente a gasolina e em meio a enfraquecidos preços do açúcar no mercado internacional. A produção atingiu históricos 31 bilhões de litros de etanol e 26,5 milhões de toneladas de açúcar.

SEM SAÍDA

Na avaliação de Rodrigo Vinchi, um dos responsáveis pela parte agrícola da Atvos, a polêmica em torno do diesel levantou temores justamente porque as cotações do açúcar ainda estão em níveis não muito atrativos. Assim, em caso de impacto ao etanol, a situação ficaria complicada.

“Isso preocupa, e confiamos nas entidades que nos representam. Mas vejo como algo pontual, algo que não estava no radar”, comentou ele na véspera durante intervalo de evento em Ribeirão Preto (SP).

Conforme ele, a Atvos, braço sucroenergético do conglomerado Odebrecht, deve destinar cerca de 80 por cento de cana para etanol na safra corrente, com produção prevista de 2,1 bilhões de litros –a companhia é, tradicionalmente, mais alcooleira.

Para Cassio Paggiaro, superintendente na Usina Atena, em Martinópolis (SP), o “panorama” composto por preços fracos do açúcar e etanol prejudicado por eventuais movimentos do governo na Petrobras seria uma “tragédia”.

“É preocupante. Se se perpetuar, para a sociedade como um todo não é interessante”, afirmou ele, destacando que sua companhia, com capacidade para moer até 1,5 milhão de toneladas de cana por safra, deve alocar em torno de 60 por cento da oferta de matéria-prima para etanol.

O setor de etanol conta com a manutenção da racionalidade econômica para lidar com um endividamento elevado, o maior desde 2014/15, por causa da escalada do dólar, segundo dados do Rabobank. Tal endividamento teve, em parte, origem no período em que os preços da gasolina eram controlados.

De acordo com pesquisa da Reuters, o centro-sul do Brasil deve processar 572,4 milhões de toneladas de cana em 2019/20, com produção de 28,36 milhões de toneladas de açúcar e 29,29 bilhões de litros de etanol.

Fonte:Reuters

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China pode concordar em comprar mais carne bovina do Brasil, diz embaixador

(Foto:REUTERS / Paulo Whitaker)Questão será discutida quando a ministra da Agricultura do Brasil, Tereza Cristina, viajar para a China em maio
A China pode concordar em permitir mais importações brasileiras de carne após negociações de alto nível marcadas para maio, disse à Reuters na segunda-feira o embaixador chinês no Brasil.

Yang Wanming recusou-se a comentar sobre quantas plantas de processamento de carne poderiam ser aprovadas para exportar para a China, mas disse que a questão será discutida quando a ministra da Agricultura do Brasil, Tereza Cristina, viajar para a China em maio.

Novas permissões de exportação podem ser anunciadas quando o vice-presidente do Brasil, Hamilton Mourão, visitar Pequim no mesmo mês, disse Yang.

“Acreditamos que, através da cooperação dos ministérios da Agricultura dos dois países e seus departamentos de inspeção de qualidade, mais produtos agrícolas e animais brasileiros possam ser importados para o mercado chinês”, disse Yang.

Até 78 unidades brasileiras de processamento de carne poderiam ser adicionadas à lista de autorizadas a exportar para a China, de acordo com uma pessoa a par do assunto.

O potencial aumento das exportações de carne do Brasil para a China vem em momento em que analistas alertam que as negociações entre os Estados Unidos e a China para aliviar as tensões comerciais podem prejudicar a demanda pela soja brasileira.

O Brasil é o maior exportador mundial de soja e carne bovina. As compras chinesas dispararam depois que o país asiático impôs tarifas sobre a soja dos EUA em resposta a outras tarifas anunciadas pelo presidente Donald Trump.

Independentemente de um acordo ser fechado, Yang disse que a demanda chinesa por soja brasileira permanece estável.

“Eu pessoalmente acho que não há necessidade de se preocupar”, disse ele.

MAIS INVESTIMENTOS

O investimento chinês no Brasil atingiu uma máxima de sete anos em 2017, mas os números do ano passado, que não foram divulgados, devem apresentar queda, impactados por uma eleição imprevisível que viu a vitória do presidente Jair Bolsonaro.

Bolsonaro expressou ceticismo na campanha eleitoral sobre o aumento do investimento chinês no Brasil, mas Yang disse que teve uma longa reunião com o novo presidente em março, na qual Bolsonaro disse que se esforçaria para ampliar a cooperação bilateral.

O investimento chinês pode voltar a crescer em 2019, disse Yang, embora isso dependa, em parte, do plano de Bolsonaro de reativar o crescimento econômico com reformas previdenciárias e fiscais.

O embaixador disse que a empresa de telecomunicações chinesa Huawei Technologies estava “muito interessada” em colaborar com o Brasil no desenvolvimento da tecnologia de comunicação móvel de quinta geração (5G).

No entanto, decisões mais concretas precisariam esperar que o governo brasileiro anunciasse posições políticas sobre como a tecnologia deveria ser desenvolvida, disse ele.

Os Estados Unidos têm pressionado para impedir a Huawei de desenvolver a tecnologia 5G em países da Inglaterra à Austrália, dizendo que o equipamento da empresa poderia ser usado pelo Estado chinês para espionagem.

A Huawei nega essas alegações, e a China diz que os Estados Unidos não apresentaram provas concretas para respaldar seus argumentos.

Yang também disse que a estatal China Communications Construction e a China Railway Engineering Corp estão estudando propostas para as ferrovias Ferrogrão e Fiol, que o governo brasileiro planeja leiloar este ano. Mas as decisões finais sobre a entrada nas licitações ainda não foram tomadas, acrescentou ele.

Fonte:Reuters

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Feijão registra alta de quase 200% em 12 meses

(Foto:Redação Integrada/Fábio Costa)-Sequência de aumentos elevou de R$ 2,83 para R$ 8,25, em um ano
O preço do feijão disparou, em Belém, nos primeiros três meses deste ano. De acordo com os dados divulgados nesta segunda-feira (15) do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos no Pará (Dieese-PA), o alimento registrou aumento de 155%, entre os meses de janeiro e março desde ano. E no acumulado dos últimos 12 meses, a alta no preço do produto já chega a quase 200%.

As pesquisas do Dieese-PA mostram que, em março do ano passado, o preço do quilo do feijão foi comercializado, em média, a R$ 2,83 nas feiras e supermercados da Grande Belém. Já no final do ano passado, o preço do produto chegou a R$ 3,23. Em janeiro, o feijão chegou a custar R$ 4,31, com sequência de alta registrada em fevereiro (R$ 6,52) e março (R$ 8,25).

Fonte:Da Redação

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Itaú passa a ver queda da Selic a 5,75% em 2019 e piora cenário para PIB

Consumo das famílias tem recuperação apenas gradual, segundo itaú — (Foto: Celso Tavares/G1)
Banco projeta agora crescimento econômico de 1,3% em 2019, ante 2% da projeção anterior.
TOPO
O Itaú revisou para baixo suas expectativas para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), para a Selic e para o resultado primário em 2019 e 2020, citando em relatório desta sexta-feira (12) dados fracos de atividade e o cenário de necessidade de aprovação da reforma da Previdência.
O banco passou a estimar a Selic em 5,75% ao ano ao fim de 2019, de 6,50% da previsão anterior. O Itaú projeta que o Banco Central começará a cortar o juro básico em setembro, em doses de 0,25 ponto percentual, após a aprovação da reforma previdenciária.
A instituição também revisou para baixo a perspectiva para a Selic ao fim de 2020, para 5,5%, ante prognóstico anterior de 6,50%.

“Acreditamos que a combinação de atividade fraca com projeções de inflação abaixo da meta abrirá espaço para a implementação de estímulos monetários adicionais, caso o risco de deterioração fiscal seja mitigado pela aprovação da reforma”, disse o banco em relatório de revisão de cenário para Brasil.

Mas, em caso de frustração quanto ao avanço das medidas fiscais, o Itaú cita aumento da chance de alta de prêmios de risco, com desvalorização cambial e desancoragem das expectativas de inflação, ainda que o hiato do produto continue “amplo”. “Esse cenário seria compatível com manutenção ou mesmo alta de juros à frente”, ressalvou o banco.

PIB ainda mais fraco  

Os dados mais fracos de atividade levaram os economistas do Itaú a ajustar para baixo as expectativas para a taxa de expansão do PIB. O banco vê agora crescimento de 1,3% em 2019, ante 2% da projeção anterior. Para 2020, a estimativa foi reduzida de 2,7 por cento para 2,5 por cento.

Nas contas do Itaú, o PIB deverá contrair 0,1% no primeiro trimestre, na margem, ante estimativa anterior de aumento de 0,3%, “possivelmente refletindo a redução da produção de minério de ferro em razão do rompimento da barragem em Brumadinho”, no Estado de Minas Gerais.

O banco cita em seu relatório recuperação apenas gradual no consumo das famílias, em meio à queda generalizada de índices de confiança em março e a uma atividade industrial “estagnada”.

O Itaú piorou ainda as estimativas para o resultado primário. A projeção agora é de déficit de 1,5% do PIB para 2019 (-1,4% antes) e de 1,0% em 2020 (-0,9% no cenário anterior). “O cenário é estritamente dependente da aprovação da reforma da Previdência.”

O banco manteve estimativas para o IPCA em 3,6% ao término de 2019 e 2020. A previsão para o dólar segue em R$ 3,80 para o fim de 2019 e de R$ 3,90 ao término de 2020.

Por:Reuters

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Governo federal extingue mais de 13 mil cargos efetivos

(Foto:Marcello Casal Jr).-Segundo texto publicado no Diário Oficial da União, mais de 93% desses cargos já estão vagos
Passado um mês do decreto presidencial que extinguiu 21 mil cargos comissionados, funções e gratificações da esfera federal, o governo Jair Bolsonaro anunciou o fim de 13.231 vagas. Desta vez, são cargos efetivos da administração pública federal que já estão vagos ou que devem vagar nos próximos meses.

De acordo com o texto publicado no Diário Oficial da União, mais de 93% desses cargos já estão vagos. Apenas 916 aguardam a desocupação pelos órgãos aos quais estão submetidos.

Assessores do governo explicaram que as funções aplicadas a estas vagas estão obsoletas para a atual dinâmica. Entre cargos incluídos no decreto figuram os de jardineiro, técnico em radiologia, guarda de endemias, mestre de lancha e operador de máquinas agrícolas.

As vagas elencadas no texto oficial deixam de existir a partir de 12 de junho de 2019, reduzindo organogramas dos Ministérios da Economia e da Saúde, da Advocacia Geral da União, da Fundação Nacional de Saúde e do Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal (Sipec).

O enxugamento da máquina pública e a ampliação da eficiência dos serviços prestados à população têm sido reforçados pela equipe de Bolsonaro desde o início do governo. No caso de cargos comissionados, funções e gratificações extintos com o decreto de 13 de março deste ano, a expectativa do governo era de economia de mais de R$ 190 milhões anuais.

Fonte:Agência Brasil

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Petrobras anuncia alta de 5,74% no preço do diesel a partir do dia 12

(Foto:Cesar Perrari)-Em março, estatal informou que, nas refinarias da companhia, valores seriam reajustados por períodos não inferiores a 15 dias
A Petrobras manteve sem alteração o preço médio do litro da gasolina A sem tributo nas refinarias, válido para a sexta-feira, dia 12, em R$ 1,9354. A estatal anunciou, entretanto, alta de 5,74% no preço do diesel, para R$ 2,2662, conforme tabela disponível no site da empresa.

Em março de 2019, a Petrobras informou que os preços do diesel nas refinarias da companhia, que correspondem a cerca de 54% dos preços ao consumidor final, serão reajustados por períodos não inferiores a 15 dias.

Anteriormente, a empresa adotava uma política de mantê-los estáveis por curtos períodos de tempo de até sete dias.

Segundo a petroleira, ela continuará a utilizar mecanismos de proteção, como o hedge com o emprego de derivativos, cujo objetivo é preservar a rentabilidade de suas operações de refino.

Já o hedge da gasolina, que passou a ser adotado em setembro de 2018, permite à empresa manter os valores estáveis nas refinarias por também até 15 dias.

Fonte:Agencia Estado

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Brasil exporta 13% menos suco de laranja no acumulado da atual safra, diz CitrusBR

O mais acentuado recuo mencionado é o de embarques para os Estados Unidos (Foto:REUTERS/Paulo Whitaker)
Principal exportador de suco de laranja do mundo, o Brasil mantém a União Europeia como maior receptor de seu produto
As exportações de suco de laranja do Brasil recuaram 13 por cento entre julho de 2018 e março de 2019 em comparação com igual período da safra anterior, informou nesta quinta-feira a associação de exportadores CitrusBR.

De acordo com nota da associação, foram embarcadas no período 741.042 toneladas do produto concentrado, congelado, equivalente a 66º brix, contra 855.822 toneladas nos nove primeiros meses da temporada passada. O volume gerou receita de 1,3 bilhão de dólares, retração de 12 por cento.

“A tendência de redução tem se mantido em consonância com os fundamentos do mercado”, comentou o diretor-executivo da CitrusBR, Ibiapaba Netto.

Principal exportador de suco de laranja do mundo, o Brasil mantém a União Europeia como maior receptor de seu produto, com 478.098 toneladas enviadas ao bloco no período, queda de 7 por cento.

O mais acentuado recuo mencionado pela CitrusBR, entretanto, é o de embarques para os Estados Unidos, que caíram 26 por cento, para 167.831 toneladas.

Com o panorama, a esperança do grupo reside na China, que, de acordo com o diretor-executivo, teve avanço de 200 por cento em seu consumo interno nos últimos 15 anos.

“Temos grandes esperanças que as negociações lideradas pelo Ministério da Agricultura em relação a condições de acesso melhorem nossa competitividade e possamos crescer naquele mercado”, afirmou Netto no comunicado.

De julho a março desta temporada, porém, a importação do produto brasileiro pelo país asiático diminuiu 4 por cento em relação a 2017/18, para pouco mais de 25 mil toneladas.

Na divisão por variedades, a CitrusBR reporta redução substancial nas exportações da principal delas, o suco de laranja concentrado congelado (FCOJ), que totalizaram 524.018 toneladas, 19 por cento a menos que em 2017/18, marcando um recuo de 44 por cento somente nas vendas para os EUA.

A queda é levemente compensada por um aumento nas exportações do suco de laranja não-concentrado (NFC), menos comuns, que chegaram a 217.054 toneladas, alta de 6 por cento ante igual intervalo na safra anterior.

“O NFC é um produto mais nobre e que caiu no gosto do consumidor e isso é muito bom”, disse Netto.

Fonte:Reuters/O Liberal

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Brasil exporta 13% menos suco de laranja no acumulado da atual safra, diz CitrusBR

O mais acentuado recuo mencionado é o de embarques para os Estados Unidos (Foto:REUTERS/Paulo Whitaker)

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As exportações de suco de laranja do Brasil recuaram 13 por cento entre julho de 2018 e março de 2019 em comparação com igual período da safra anterior, informou nesta quinta-feira a associação de exportadores CitrusBR.

De acordo com nota da associação, foram embarcadas no período 741.042 toneladas do produto concentrado, congelado, equivalente a 66º brix, contra 855.822 toneladas nos nove primeiros meses da temporada passada. O volume gerou receita de 1,3 bilhão de dólares, retração de 12 por cento.

“A tendência de redução tem se mantido em consonância com os fundamentos do mercado”, comentou o diretor-executivo da CitrusBR, Ibiapaba Netto.

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O mais acentuado recuo mencionado pela CitrusBR, entretanto, é o de embarques para os Estados Unidos, que caíram 26 por cento, para 167.831 toneladas.

Com o panorama, a esperança do grupo reside na China, que, de acordo com o diretor-executivo, teve avanço de 200 por cento em seu consumo interno nos últimos 15 anos.

“Temos grandes esperanças que as negociações lideradas pelo Ministério da Agricultura em relação a condições de acesso melhorem nossa competitividade e possamos crescer naquele mercado”, afirmou Netto no comunicado.

De julho a março desta temporada, porém, a importação do produto brasileiro pelo país asiático diminuiu 4 por cento em relação a 2017/18, para pouco mais de 25 mil toneladas.

Na divisão por variedades, a CitrusBR reporta redução substancial nas exportações da principal delas, o suco de laranja concentrado congelado (FCOJ), que totalizaram 524.018 toneladas, 19 por cento a menos que em 2017/18, marcando um recuo de 44 por cento somente nas vendas para os EUA.

A queda é levemente compensada por um aumento nas exportações do suco de laranja não-concentrado (NFC), menos comuns, que chegaram a 217.054 toneladas, alta de 6 por cento ante igual intervalo na safra anterior.

“O NFC é um produto mais nobre e que caiu no gosto do consumidor e isso é muito bom”, disse Netto.

Fonte:Reuters/O Liberal

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Petrobras venderá outros gasodutos após negócio com TAG, dizem fontes

(Foto:REUTERS / Paulo Whitaker)-Estatal conseguiu levantar 8,6 bilhões de dólares com o repasse do controle da TAG à francesa Engie
A Petrobras está preparando a venda de mais três gasodutos depois de levantar 8,6 bilhões de dólares com o repasse do controle da TAG à francesa Engie, disseram três fontes com conhecimento do assunto.

O conjunto de gasodutos, consideravelmente menores do que os da TAG já vendidos pela Petrobras, podem ser avaliados em mais de 3 bilhões de dólares juntos, uma fonte disse.

A Petrobras contratou a unidade do banco de investimento do Credit Suisse para vender os gasodutos que conectam a área do pré-sal na Bacia de Santos à infraestrutura terrestre, segundo as fontes.

Os planos iniciais previam a venda apenas de uma parcela minoritária dos três gasodutos, mas depois de conseguir mais recursos com a venda da TAG do que o imaginado, a Petrobras já considera vender o controle desses ativos, duas fontes disseram, pedindo para não ter seus nomes revelados porque as discussões ainda são privadas.

Uma decisão final será tomada depois que a nova diretora financeira indicada, Andrea Marques de Almeida, assumir o cargo.

As três unidades, conhecidas como Rota 1, Rota 2 e Rota 3, têm cerca de 1 mil quilômetros de extensão de gasodutos que partem da Bacia de Santos para a costa.

Antes da venda da TAG, a Petrobras já havia negociado 90 por cento da unidade de gasodutos Nova Transportadora do Sudeste (NTS), por mais de 5 bilhões de dólares, em 2016, para um consórcio liderado pela canadense Brookfield.

Petrobras e Credit Suisse não comentaram o assunto.

Dois desses gasodutos já transportam gás natural gerado na exploração dos campos do pré-sal na Bacia de Santos para o litoral de Rio de Janeiro e São Paulo, e um terceiro ainda está em construção.

A venda de uma fatia majoritária nos gasodutos deve atrair mais interessados do que uma alienação minoritária, uma das fontes afirmou. Alguns dos investidores que participaram do processo de venda da TAG estão interessados nesses gasodutos, que também oferecem uma fonte estável de fluxo de caixa.

O processo de venda não deve começar antes do segundo semestre, disse uma fonte, porque a Petrobras precisa da concordância de seus parceiros de exploração no pré-sal para a transação, uma vez que eles têm participação na exploração do gás produzidos pelos campos.

Esses parceiros incluem a francesa Total, a Shell e a chinesa CNPC, entre outros.

As ações da companhia abriram em alta na B3, mas operavam em queda de 0,7 por cento, por volta das 10h30.

Fonte:Reuters/O Liberal

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Gasolina aumenta 2,88% e etanol sobe 7,02% no IPCA de março, diz IBGE

(Foto:Ivan Duarte/O Liberal)-Óleo diesel ficou 1,44% mais caro no último mês

Os combustíveis pesaram mais no bolso das famílias em março, com uma alta de 3,49%. A gasolina ficou 2,88% mais cara, item de maior impacto sobre a inflação do mês, o equivalente a uma contribuição de 0,12 ponto porcentual para a taxa de 0,75% registrada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de março, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Como consequência, o grupo Transportes saiu de uma deflação de 0,34% em fevereiro para um salto de 1,44% em março, a maior variação entre os grupos pesquisados.

O etanol teve um aumento de 7,02% em março, o equivalente a uma contribuição de 0,06 ponto porcentual para o IPCA do mês.

“Porque o peso dele é bem menor que o da gasolina”, justificou Fernando Gonçalves, gerente do Sistema Nacional de Índices de Preços do IBGE.

O óleo diesel ficou 1,44% mais caro no último mês. As passagens aéreas subiram 7,29%, enquanto o ônibus urbano aumentou 0,90%, ambos com contribuições de 0,03 ponto porcentual para o IPCA de março.

Destaca-se também a alta de 2,07% na tarifa de trem, em razão do reajuste de 27,30% em Porto Alegre desde 13 de março.

Energia elétrica

A tarifa de energia elétrica teve uma alta de 0,04% em março, segundo a inflação medida pelo IPCA. A conta de luz variou entre uma queda de 5,89% na Região Metropolitana de Belo Horizonte, puxada pela redução na alíquota do PIS/COFINS, e uma alta de 4,72% na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, em virtude dos reajustes médios de 11,53% e de 9,72% nas concessionárias a partir de 15 de março.

A bandeira tarifária verde, em que não há cobrança adicional por quilowatt-hora consumido, permaneceu em vigor no mês de março.

Gastos com habitação

Os gastos das famílias com habitação desaceleraram de uma alta de 0,38% em fevereiro para avanço de 0,25% em março.

Gás encanado

O gás encanado ficou 0,79% mais barato em março, devido à redução do reajuste na tarifa em São Paulo. A taxa de água e esgoto subiu 0,46%, em decorrência da apropriação de um reajuste em fevereiro em São Luís, além de Fortaleza e Aracaju.

Fonte:Agência Estado

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