Governo lança projeto para simplificar operação de transporte de carga

(Foto:REUTERS / Paulo Whitaker)-Documento quer simplificar para evitar longas filas e acabar com o tempo de parada nos postos de pesagem
O projeto piloto do Documento Eletrônico de Transporte (DT-e) foi lançado nesta segunda-feira (27) pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, em Vila Velha, no Espírito Santo. O DT-e vai simplificar procedimentos administrativos para evitar as longas filas e acabar com o tempo de parada nos postos de pesagem, nas operações de fiscalização e em procedimentos burocráticos, que hoje somam uma espera de seis horas em média.

Em postagem feita na manhã desta segunda, no Twitter, o ministro disse que a nova tecnologia tem por objetivo unificar cerca de 20 documentos, que são exigidos para operações de transporte de carga no país, “cortando burocracia, otimizando tempo e aumentando produtividade”. Tarcísio de Freitas disse que o DT-e tem “potencial de elevar o PIB do setor em 20%”.

De cordo com o ministério, o projeto piloto será realizado no âmbito do sistema de monitoramento eletrônico conhecido como Canal Verde Brasil, que é regulado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que já funciona em 55 pontos no país com a utilização de balanças eletrônicas para a pesagem em movimento e em alta velocidade, instaladas pela ANTT em rodovias concedidas.

Fonte:Agência Brasil

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Adepará cria equipe de emergência fitossanitária da cultura da soja

Foto:REUTERS / Jose Roberto Gomes)-Objetivo é identificar, propor e articular a implementação de ações emergenciais para contenção de pragas

A Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará) criou uma equipe de Emergência Fitossanitária da cultura da soja, com a missão de identificar, propor e articular a implementação de ações emergenciais, ágeis e eficazes para contenção de pragas. O objetivo é de assegurar o completo restabelecimento da normalidade produtiva.

A medida, publicada no Diário Oficial do Estado de quarta-feira (22), colocará em prática o Programa Estadual Fitossanitário da Cultura da Soja, que estabelece ações e medidas de caráter técnico e administrativo para a prevenção e controle das principais pragas que acometem a cultura da soja, desenvolvida em diversas microrregiões do Pará.

Segundo o documento, as ações a serem desenvolvidas pela equipe darão destaque ao combate da praga causadora da ferrugem asiática. Ela será composta por uma coordenação geral e uma equipe de campo, que devem mobilizar a infraestrutura e recursos necessários junto aos setores, para promover o fortalecimento e o aperfeiçoamento das ações de prevenção e fiscalização.

Ferrugem asiática

A ferrugem asiática (phakopsora pachyrhizi) é destacadamente a principal doença que atinge a cultura da soja no Brasil. De natureza fúngica, pode levar a severas perdas na lavoura, além da elevação de custos pela aplicação de agrotóxicos (fungicidas).

O fungo causador da Ferrugem em Soja é do tipo “biotrófico”, ou seja, necessita da planta viva para sobreviver e completar seu ciclo vital. Para isso, foi instituído o Vazio Sanitário, que é o período obrigatório de ausência total de plantas vivas de soja.

A fiscalização do Vazio Sanitário é realizado pela Adepará, que desenvolve ainda ações educativas para sensibilização e conscientização de todo o setor produtivo e sociedade em geral para o cumprimento da normativa, que instituiu a obrigatoriedade do vazio sanitário da soja e o cadastramento de produtores de soja.

Fonte:Redação Integrada

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Arrecadação no Brasil sobe 1,28% e tem melhor abril em 5 anos

(Foto:REUTERS / Bruno Domingos)Desempenho foi impulsionado pela receita com royalties do petróleo, informou a Receita Federal
A arrecadação do governo federal teve crescimento real de 1,28% em abril sobre igual mês de 2018, a 139,030 bilhões de reais, melhor desempenho para o período em cinco anos, impulsionado pela receita com royalties do petróleo, informou a Receita Federal nesta quinta-feira.

O dado veio em linha com expectativa de uma arrecadação de 138 bilhões de reais apontada por analistas em pesquisa Reuters, perdendo apenas para o mesmo mês de 2014 (140,487 bilhões de reais) na série da Receita corrigida pela inflação.

A receita administrada por outros órgãos, que é fundamentalmente puxada pela arrecadação com royalties do petróleo, teve uma alta de 24,82% em abril, já descontada a inflação, a 11,030 bilhões de reais.

Esse movimento acabou puxando a arrecadação total para o azul. Isso porque as receitas administradas pela Receita Federal, que compreendem os recursos levantados com impostos, sofreram uma queda real de 0,34 % na mesma base, a 127,999 bilhões de reais.

Em apresentação, a Receita lembrou que as receitas administradas pelo órgão foram afetadas pela forte base de comparação.

No mesmo mês do ano passado, elas haviam sido ajudadas pela arrecadação com o Refis e com maiores alíquotas de PIS/Cofins e Cide sobre o diesel, justificou.

Desconsiderados esses fatores, a arrecadação das receitas administradas pela Receita teria exibido uma alta de 0,48% em abril sobre igual mês do ano passado.

No acumulado dos quatro primeiros meses do ano, a arrecadação teve um crescimento real de 1,14%, a 524,371 bilhões de reais. Este também foi o melhor desempenho para o período desde 2014 (536,113 bilhões de reais).

Na véspera, a equipe econômica informou em seu relatório bimestral de receitas e despesas que diminuiu em 5,460 bilhões a estimativa de receitas administradas pela Receita Federal para 2019, na esteira de uma revisão para baixo da expansão esperada para o Produto Interno Bruto (PIB).

Agora o governo vê um avanço de 1,6% na atividade neste ano, ante 2,2% antes, mas ainda mais otimista que o mercado, que projeta uma alta de apenas 1,24%, conforme boletim Focus mais recente.

Mesmo assim, membros da equipe econômica reiteraram que seguem confiantes no cumprimento da meta de déficit primário de 139 bilhões de reais para o governo central, destacando que não há discussões em curso para alteração do alvo fiscal.

Fonte:Reuters

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Brasil negocia milhões de toneladas de soja em poucos dias com demanda chinesa e dólar

(Foto:REUTERS / Roberto Samora)-Volume comercializado foi de pouco mais de 5 milhões de toneladas para exportação
A comercialização de soja do Brasil, que andava a passos lentos, disparou nos últimos dias com maior demanda da China, preços e prêmios nos portos pelo produto brasileiro fortalecidos e um dólar acima de 4 reais, conforme relatos do mercado.

Um volume de pouco mais de 5 milhões de toneladas de soja para exportação, equivalente a uma centena de navios, rodou no mercado para embarques em junho, julho e agosto, de acordo com relatos colhidos pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), disse o pesquisador Lucílio Alves à Reuters.

O estopim para essa forte negociação de soja do Brasil, o maior exportador global da oleaginosa, foi o fracasso das negociações comerciais entre China e EUA, na semana passada, que traz mais demanda ao produto brasileiro.

Essa demanda adicional veio em um momento em que o dólar atingiu o maior valor em mais de sete meses, o que torna mais barata a importação.

“Deu uma virada importante, interessante… Aí o dólar barateia a importação e a guerra comercial desloca a demanda para cá”, disse Alves.

No acumulado da semana até esta manhã, o dólar já subiu mais de 3 por cento frente ao real, com turbulências políticas e um cenário externo preocupante.

“Estava vindo de uma sequência de queda de preço e agora deu uma boa recuperada”, acrescentou o pesquisador do Cepea e professor da Esalq/USP.

O mercado estava fraco após a China ter buscado menos soja no Brasil no primeiro quadrimestre, conforme dados da agência marítima Cargonave divulgados esta semana, mas nesta semana os negócios foram impulsionados tanto pelos preços melhores, que geraram mais interesse de vendas, quanto pelo interesse de compra chinês.

Ele lembrou que o preço para embarque em Paranaguá (PR), importante porto de exportação, subiu de 326,48 dólares/tonelada no início de maio para 345,68 dólares/tonelada na véspera (FOB), para embarque em junho.

Ao mesmo tempo, os prêmios para exportação em junho atingiram 1 dólar por bushel sobre o contrato julho da bolsa de Chicago, maior valor desde o início de dezembro de 2018 e mais que o dobro do visto no início do mês, apesar de a cotação no mercado norte-americano ter subido mais de 6 por cento nesta semana.

“Nos últimos dez dias tivemos mais movimentação, tanto para o mercado interno como para exportação. Os chineses voltaram mais, fazendo contratos para junho, julho e agosto.”

Segundo a T&F Consultoria, o Brasil negociou mais de 700 mil toneladas de soja só na quinta-feira, sendo a metade produto de Mato Grosso.

“Mas é possível que tenha sido um pouco mais… ‘O mercado está muito frenético nesta semana’, foi o que mais ouvimos”, disse Luiz Pacheco, da T&F.

PICO DA EXPORTAÇÃO

A conjunção de fatores positivos para os negócios ocorre em momento em que o Brasil está no pico da temporada de exportação, logo após a colheita da oleaginosa, que foi a segunda maior da história, com mais de 114 milhões de toneladas, segundo os números oficiais, atrás apenas do recorde de 2018.

“Agora com a safra praticamente finalizada, considerando que alguns produtores e vendedores estavam segurando as vendas, agora pode ser um bom momento da negociação”, destacou Alves, do Cepea.

Isso porque ainda há alguns fatores baixistas rondando o setor, como preocupações relacionadas a um menor consumo de farelo de soja pelas criações de suínos da China, atingida fortemente pela peste suína africana.

Além disso, diante de um atraso no plantio de milho nos Estados Unidos, há expectativa de que a área norte-americana de soja fique maior que o esperado, o que poderia resultar em safra da oleaginosa maior do que as expectativas.

“Pela oferta e demanda, pressionaria preços, e pelo contrário, a guerra comercial está deslocando, e tem o dólar, para os vendedores é um cenário favorável”, resumiu Alves.

Em meio às notícias sobre a guerra comercial, a consultoria Safras & Mercado revisou nesta semana sua expectativa de exportações de soja do Brasil em 2019, agora estimadas em 72,5 milhões de toneladas em 2019, ante 70 milhões na previsão de março.

Ainda assim, seria um recuo ante as quase 84 milhões de toneladas em 2018, quando a safra foi maior e a China esteve fortemente ativa.

Fonte:Reuters

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Pará é o terceiro em subtilização de trabalhadores

(Foto:Reprodução)-Marcello Casal / Agência Brasil

Estado tem as maiores proporções de trabalhadores subtilizados sem carteira assinada
O Pará aparece entre os estados com as maiores proporções de trabalhadores sem carteira assinada, 46,4%, dentro da taxa de subutilização, ou seja, desempregados que trabalham menos do que poderiam e que estavam disponíveis para trabalhar mas não conseguiram procurar emprego. A alta também foi observada no Maranhão (49,5%) e Piauí (47,8%).

Entre as menores proporções estão Santa Catarina (13,2%), Rio Grande do Sul (18,0%) e Rio de Janeiro (18,4%). Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Contínua (PNAD-C), divulgada nesta quinta-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o levantamento, a taxa de desemprego cresceu em 14 das 27 unidades da Federação no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o último trimestre do ano passado. Nas outras 13 unidades, a taxa manteve-se estável.

Na comparação com o primeiro trimestre de 2018, no entanto, apenas quatro unidades da Federação tiveram aumento da taxa de desemprego.

Na passagem do último trimestre de 2018 para o primeiro trimestre deste ano, as maiores altas da taxa de desemprego foram observadas no Acre (de 13,1% para 18%), Goiás (de 8,2% para 10,7%) e Mato Grosso do Sul (de 7% para 9,5%).

Na comparação com o primeiro trimestre de 2018, os estados que registraram alta na taxa foram Roraima (de 10,3% para 15%), Acre (de 14,4% para 18%), Amazonas (de 13,9% para 14,9%) e Santa Catarina (de 6,5% para 7,2%).

Já os estados que tiveram queda na taxa, nesse tipo de comparação, foram Pernambuco (de 17,7% para 16,1%), Minas Gerais (de 12,6% para 11,2%) e Ceará (de 12,8% para 11,4%).

Subutilização

A taxa de subutilização (os que estão desempregados, que trabalham menos do que poderiam e que estavam disponíveis para trabalhar mas não conseguiram procurar emprego) do primeiro trimestre foi a maior dos últimos da série histórica (iniciada em 2012) em 13 das 27 unidades da Federação.

As maiores taxas foram observadas no Piauí (41,6%), Maranhão (41,1%), Acre (35%), na Paraíba (34,3%), no Ceará (31,9%) e Amazonas (29,2%). A taxa média de subutilização no país foi de 25%, também a maior da série histórica.

Os maiores contingentes de desalentados (aqueles que desistiram de procurar emprego) no primeiro trimestre deste ano foram registrados na Bahia (768 mil pessoas) e no Maranhão (561 mil). Os menores foram observados em Roraima (8 mil) e no Amapá (15 mil).

Os maiores percentuais de trabalhadores com carteira assinada estavam em Santa Catarina (88,1%), no Rio Grande do Sul (83,2%) e Rio de Janeiro (81,8%) e os menores, no Maranhão (50,3%), Piauí (52,5%) e Pará (53,0%).

Em relação ao tempo de procura de emprego no Brasil, 45,4% dos desocupados estavam de um mês a menos de um ano em busca de trabalho; 24,8%, há dois anos ou mais, 15,7%, há menos de um mês e 14,1% de um ano a menos de dois anos.

Fonte:Redação Integrada com informações da Agência Brasil

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Governo aumenta preço da gasolina e litro passa a custar até R$ 5

(Foto:Reprodução)-Ao todo, o governo alterou os preços em 16 estados e no Distrito Federal. O diesel também aumentou em 14 unidades da Federação

Os motoristas devem preparar o bolso para um novo aumento no preço dos combustíveis. O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) divulgou, nesta segunda-feira (13/05/2019), a tabela com os valores a serem usados como referência pelas unidades federativas do país a partir da próxima quinta-feira (16/05/2019). Ao todo, o governo alterou os preços em 16 estados e no Distrito Federal.

Os novos valores abrangem, além do DF, Acre, Alagoas, Amapá, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Paraíba, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Roraima, Rio Grande do Sul, Sergipe e São Paulo.

No DF, por exemplo, o preço médio da gasolina a ser praticado a partir de 16 de maio é o de R$ 4,60 o litro. As unidades da Federação com os valores mais altos são Minas Gerais (R$ 5,04), Acre (R$ 5,02) e Rio Grande de Norte (R$ 4,98).

Caminhoneiros

Mesmo com o risco de uma nova greve dos caminhoneiros, o Confaz alterou, também, os preços de referência de outros combustíveis. O diesel, por exemplo, aumentou em 13 estados e no DF. Na capital federal, o novo valor é R$ 3,77. O Acre terá a cobrança mais alta (R$ 4,48) e a mais baixa será no Paraná (R$ 3,26).

O valor do combustível é um dos principais motivos da tensão entre a categoria e o governo. Os caminhoneiros prometem uma manifestação em Brasília em 19 de maio.

O preço médio ponderado ao consumidor final (PMPF) serve como parâmetro para a cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) retido pela Petrobras no ato da venda dos combustíveis aos postos de gasolina, o que impacta no valor praticado na bomba.

Os valores refletem o preço praticado para as distribuidoras, sem tributos, e em cima deles são acrescentados diversos impostos e margens de lucro em cada etapa do processo, até chegar ao valor final nas bombas.

A tabela do Confaz também traz os novos preços praticados no gás liquefeito de petróleo, querosene da aviação, etanol, gás natural veicular (GNV), gás natural industrial e óleo combustível.

Por: METRÓPOLES

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Governo aumenta preço da gasolina e litro passa a custar até R$ 5

(Foto:Reprodução)-Ao todo, o governo alterou os preços em 16 estados e no Distrito Federal. O diesel também aumentou em 14 unidades da Federação
Os motoristas devem preparar o bolso para um novo aumento no preço dos combustíveis. O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) divulgou, nesta segunda-feira (13/05/2019), a tabela com os valores a serem usados como referência pelas unidades federativas do país a partir da próxima quinta-feira (16/05/2019). Ao todo, o governo alterou os preços em 16 estados e no Distrito Federal.

Os novos valores abrangem, além do DF, Acre, Alagoas, Amapá, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Paraíba, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Roraima, Rio Grande do Sul, Sergipe e São Paulo.

No DF, por exemplo, o preço médio da gasolina a ser praticado a partir de 16 de maio é o de R$ 4,60 o litro. As unidades da Federação com os valores mais altos são Minas Gerais (R$ 5,04), Acre (R$ 5,02) e Rio Grande de Norte (R$ 4,98).

Caminhoneiros

Mesmo com o risco de uma nova greve dos caminhoneiros, o Confaz alterou, também, os preços de referência de outros combustíveis. O diesel, por exemplo, aumentou em 13 estados e no DF. Na capital federal, o novo valor é R$ 3,77. O Acre terá a cobrança mais alta (R$ 4,48) e a mais baixa será no Paraná (R$ 3,26).

O valor do combustível é um dos principais motivos da tensão entre a categoria e o governo. Os caminhoneiros prometem uma manifestação em Brasília em 19 de maio.

O preço médio ponderado ao consumidor final (PMPF) serve como parâmetro para a cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) retido pela Petrobras no ato da venda dos combustíveis aos postos de gasolina, o que impacta no valor praticado na bomba.

Os valores refletem o preço praticado para as distribuidoras, sem tributos, e em cima deles são acrescentados diversos impostos e margens de lucro em cada etapa do processo, até chegar ao valor final nas bombas.

A tabela do Confaz também traz os novos preços praticados no gás liquefeito de petróleo, querosene da aviação, etanol, gás natural veicular (GNV), gás natural industrial e óleo combustível.

Por:METRÓPOLES

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Governo aumenta preço da gasolina e litro passa a custar até R$ 5

13/05/2019 METRÓPOLES

Ao todo, o governo alterou os preços em 16 estados e no Distrito Federal. O diesel também aumentou em 14 unidades da Federação

Os motoristas devem preparar o bolso para um novo aumento no preço dos combustíveis. O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) divulgou, nesta segunda-feira (13/05/2019), a tabela com os valores a serem usados como referência pelas unidades federativas do país a partir da próxima quinta-feira (16/05/2019). Ao todo, o governo alterou os preços em 16 estados e no Distrito Federal.

Os novos valores abrangem, além do DF, Acre, Alagoas, Amapá, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Paraíba, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Roraima, Rio Grande do Sul, Sergipe e São Paulo.

No DF, por exemplo, o preço médio da gasolina a ser praticado a partir de 16 de maio é o de R$ 4,60 o litro. As unidades da Federação com os valores mais altos são Minas Gerais (R$ 5,04), Acre (R$ 5,02) e Rio Grande de Norte (R$ 4,98).

Caminhoneiros

Mesmo com o risco de uma nova greve dos caminhoneiros, o Confaz alterou, também, os preços de referência de outros combustíveis. O diesel, por exemplo, aumentou em 13 estados e no DF. Na capital federal, o novo valor é R$ 3,77. O Acre terá a cobrança mais alta (R$ 4,48) e a mais baixa será no Paraná (R$ 3,26).

O valor do combustível é um dos principais motivos da tensão entre a categoria e o governo. Os caminhoneiros prometem uma manifestação em Brasília em 19 de maio.

O preço médio ponderado ao consumidor final (PMPF) serve como parâmetro para a cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) retido pela Petrobras no ato da venda dos combustíveis aos postos de gasolina, o que impacta no valor praticado na bomba.

Os valores refletem o preço praticado para as distribuidoras, sem tributos, e em cima deles são acrescentados diversos impostos e margens de lucro em cada etapa do processo, até chegar ao valor final nas bombas.

A tabela do Confaz também traz os novos preços praticados no gás liquefeito de petróleo, querosene da aviação, etanol, gás natural veicular (GNV), gás natural industrial e óleo combustível.

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Após aumento no gás de cozinha, botijão de 13kg deve chegar a R$ 80 em Santarém

Botijas de gás — Foto: Rogério Aderbal/G1 -Atualmente, em média, um botijão de gás de 13kg custa de R$ 73 a R$ 75.
Assim como a energia elétrica e o combustível, o gás de cozinha também aumentou no mês de maio em todo o país. Em Santarém, no oeste do Pará, com o reajuste de 3,6 %, o preço do botijão de 13kg deve chegar a R$ 80 nos próximos dias. O último reajuste tinha sido em fevereiro. Atualmente, em média, um botijão de gás de 13kg custa de R$ 73 a R$ 75.

Segundo a economista Maria Francisca Adad, nos últimos anos o aumento do gás chegou a 20%, bem acima da média da inflação. “O aumento é entre a Petrobras e o revendedor, não é esse aumento que chega para a dona de casa nem para os fornecedores de alimentos”, explica.

O reajuste faz parte da nova política de preços implantada, onde são vinculados o ajuste do preço do gás à cotação do gás no mercado internacional. Esse preço tanto pode baixar quanto aumentar, mas diante do atual cenário econômico com o dólar acima do real, o valor tende a subir.

Por G1 Santarém — PA

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Cesta básica do paraense ficou 3,55% mais cara em abril

(Foto:Reprodução/Claudio Pinheiro)-Tomate, com variação de 28%, apresentou a maior inflação dentre os 12 itens
A cesta básica comercializada na Grande Belém volta a subir, no mês de abril, segundo apontam os levantamentos do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos no Pará (Dieese-PA). Os números mostram que a expansão registrada no mês passado foi de 3,55% em relação a março. O tomate, com variação de 28% em abril, apresentou a maior inflação dentre os 12 itens. Ainda segundo o Dieese-PA, com este aumento, o peso da cesta básica no orçamento das famílias paraenses com renda de um salário mínimo passa a ser de 46,09%.

Os estudos mostram que, no mês passado, todas as 18 capitais pesquisadas apresentaram elevações no valor total da alimentação básica. Na Região Metropolitana de Belém (RMB), além do tomate, registram altas elevadas os seguintes alimentos: leite, com aumento de 1,87%; óleo de soja (1,08%), carne bovina (0,89%), banana (0,82%) e manteiga (0,25%). Na contramão de alguns reajustes, apresentaram recuos de preços o feijão (-17,45%), seguido do açúcar (-5,10%) e do café (-2,39%).

ACUMULADO

Considerando os quatro primeiros meses deste ano, a alimentação básica na Grande Belém apresentou uma alavancada de 10,69% nos preços, em comparação com o quadrimestre anterior. Este percentual é, pelo menos, oito pontos percentuais mais elevado que a inflação do mesmo período, de 2%, segundo o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os números mostram que, no primeiro quadrimestre de 2019, a maioria dos produtos que compõem a alimentação básica dos paraenses apresentou aumento de preços, com destaque para o feijão (110,84%), seguido do tomate (31,81%), do açúcar (6,05%); da carne bovina (4,71%); da banana (3,72%) e do óleo de soja (3,59%). No sentido inverso, registram recuo de preços, entre janeiro e abril deste ano, os seguintes alimentos: leite (-8,40%), café (-6,38%); e farinha de mandioca (-4,19%) e do arroz (-2,65%).

Já nos últimos doze meses, o custo da alimentação básica apresentou alta de 15,56% na Grande Belém. Neste intervalo, a inflação registrada pelo IPCA/IBGE é de 4,50%. Ainda segundo o Dieese-PA, nos últimos 12 meses, a maioria dos produtos que compõem a cesta básica dos paraenses registrou reajuste de preços, sendo que o feijão apresentou a maior carestia (137,28%), seguido do tomate (59,57%); do arroz (25,37%); pão (6,45%); açúcar (5,67%); manteiga (3,49%) e do leite com alta de 2,59%. No mesmo período analisado, alguns produtos apresentaram quedas de preços, com destaque para o café com recuo de 14,06%, seguido da farinha de mandioca (-8,04%) e da banana (-2,23%).

Fonte:Redação Integrada

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Brasil inicia exportação de carne de frango in natura para Índia

(Foto:Arquivo / Agência Brasil)-Assunto foi destacado nesta quinta (2) pelo presidente Jair Bolsonaro, em publicação no Twitter

A autoridade sanitária da Índia aprovou a primeira permissão de importação para carne de frango in natura brasileira, desde o acordo sanitário firmado entre os dois países, em 2008. O anúncio foi feito pela ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Tereza Cristina, na segunda-feira (29) e destacado nesta quinta (2) pelo presidente Jair Bolsonaro, em publicação no Twitter.

De acordo com o Mapa, a carne de frango é a proteína animal mais consumida na Índia e estima-se que esse mercado vá continuar crescendo a uma taxa de 7% a 8% ao ano. O crescimento se deve aos novos padrões de consumo moldados por maior urbanização e pelo aumento da renda da classe média. A expectativa do governo brasileiro é que as importações indianas aumentem na medida da expansão do mercado.

Ainda assim, o consumo per capita de carne de frango na Índia ainda é relativamente baixo, de apenas 3,5 quilos/ano. No Brasil, essa quantidade chega a 44,6 kg/ano, enquanto a média mundial fica em 11,9 kg/ano.

Mercado

De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco Turra, as lideranças do setor trabalharam muito para alcançar o mercado indiano e esperam pelo seu crescimento. “Fizemos várias missões para lá. É uma nação com 1,2 bilhão de bocas e, praticamente, 400 mil já saíram do vegetarianismo e estão consumindo proteína animal. Mas consomem pouco. Há, sem dúvida, chance de crescer e melhorar, é um mercado complicado, mas é uma boa notícia”, disse.

Em entrevista ao programa Revista Brasil, da Rádio Nacional de Brasília, Turra explicou que o Brasil precisa continuar investindo na sanidade e fiscalização para garantir a qualidade do produto e fidelizar os mercados internacionais. De acordo com ele, entretanto, o grande consumidor da carne de frango brasileira é o mercado interno. Das 13 milhões de toneladas de proteína produzidas ao ano no país, 9 milhões de toneladas são consumidos aqui.

A partir da medida anunciada, todas as plantas frigoríficas registradas no Serviço de Inspeção Federal (SIF) podem exportar carne de frango in natura para a Índia, desde que observados os requisitos acordados.

Em 2018, os principais destinos da carne de frango brasileira foram Arábia Saudita (US$ 805 milhões), China (US$ 800 milhões) e Japão (US$ 722 milhões).

Fonte:Agência Brasil

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