Feijão registra alta de 70% em 2019

(Foto:Fábio Costa / Redação Integrada)-Ainda de acordo com o Dieese-PA, a alta poderia ser maior, porém, no mês passado, o produto registrou recuo de 19,24% em relação a abril

Nos cinco primeiros meses deste ano, o preço do feijão registrou alta de 70%, percentual muito acima da inflação, que fechou o mesmo período em 2,50%. De acordo com os dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos no Pará (Dieese-PA), o custo do alimento saltou de R$ 2,86, em dezembro do ano passado, para R$ 5,50, em maio deste ano.

Ainda de acordo com o Dieese-PA, a alta poderia ser maior, porém, no mês passado, o produto registrou recuo de 19,24% em relação a abril. Já nos últimos 12 meses, o aumento do feijão foi de 92,31%. Dados do Dieese-PA apontam que a cesta básica em Belém apresentou recuo de preço de 1,21% no mês passado, com um custo de R$ 418,05, comprometendo na sua aquisição 45,53% do atual salário mínimo, de R$ 998.

Por:O Liberal

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Consumidores pagarão mais caro na conta de energia elétrica no Pará; entenda

Índices finais de reajuste da energia deverão ser aprovados no dia 30 de julho (Marcelo Camargo / Agência Brasil)

Celpa pode reajustar contas de energia elétrica em 5,91%

Enquanto consumidores residenciais sentirão aumento, indústrias pagarão menos
Em uma audiência pública realizada nesta sexta-feira (14), na Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa), em Belém, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) apresentou proposta preliminar da revisão tarifária periódica das Centrais Elétricas do Pará (Celpa).

Foi proposto na audiência um reajuste de 5,91% para consumidores residenciais. Para os clientes atendidos na baixa tensão, o índice médio proposto é de 6,30%, enquanto para consumidores atendidos na alta tensão – ou seja, indústrias – a proposta é de queda de 6,56%. Segundo a Aneel, o efeito médio para o consumidor será de 3,16%. Os índices finais deverão ser aprovados no dia 30 de julho, em reunião da diretoria da Agência, e entram em vigor a partir do dia 7 de agosto.

A revisão tarifária está prevista nos contratos de concessão das distribuidoras e tem o objetivo de manter o equilíbrio das tarifas com base nos investimentos das empresas na prestação dos serviços de distribuição e cobertura de despesas efetivamente reconhecidas pela Aneel. No ano passado, a proposta incluiu um aumento de 11,78% na conta dos consumidores residenciais, de 11,86% dos consumidores de baixa tensão e de 11,40% para os de alta tensão, resultando em uma média de 11,75%. A concessionária atende 2,6 milhões de unidades consumidoras localizadas em 144 municípios do Pará.

Presidida pelo diretor da Aneel, Sandoval Feitosa, a sessão contou com a presença de 90 participantes, dentre os quais 17 expositores se manifestaram sobre o processo tarifário da concessionária. Além dos consumidores, também estavam presentes representantes do Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), da Defensoria Pública do Estado (DPE), de deputados estadual e vereadores, e representantes de indústrias.

Segundo Feitosa, relator da revisão tarifária, “todas as contribuições recebidas aqui nos ajudarão no processo de aprimoramento da revisão tarifária da Celpa”.

Na revisão da distribuidora paraense, os itens que mais impactam os índices propostos são os custos para remunerar as atividades de distribuição de energia e componentes financeiros previstos para compra de energia. A audiência ainda discute a qualidade do serviço e os limites dos indicadores de continuidade que medem duração (DEC) e frequência (FEC) interrupções das unidades consumidoras atendidas pela Celpa estipulados para o período de 2020 a 2023.
Por:Redação Integrada de O Liberal
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Petrobras reduz preço médio da gasolina nas refinarias em 3,0%

(Foto:Ricardo Moraes / REUTERS)-Valor será de R$ 1,7594, ‘à vista, sem encargos e sem tributos’

A Petrobras informou, na noite da segunda-feira (10), queda de 3,0% no preço médio da gasolina nas refinarias. O preço médio a partir desta terça-feira (11), será de R$ 1,7594, “à vista, sem encargos e sem tributos, praticados nas modalidades de venda padrão”, R$ 0,055 abaixo do R$ 1,8144 praticado até segunda-feira.

O preço médio foi obtido a partir dos valores de 37 estações locais da Petrobras, informados no site da companhia, já que a estatal não informa o valor médio.

Em Paulínia (SP), onde funciona a Replan, maior refinaria da estatal, o litro da gasolina custa R$ 1,7979 a partir desta terça-feira.

A Petrobras já havia anunciado reduções nos preços nos últimos dias 31 e 24.

Em 31 de maio, a gasolina caiu 7,2% e o diesel, 6,0%, sempre na média.

Os preços do diesel permaneceram inalterados.

Fonte:Agência Estado

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Safra 2018/2019 deve chegar a 238,9 milhões de toneladas de grãos

Foto:Paulo Whitaker / REUTERS)-Levantamento da Conab indica crescimento de 4,9%
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou, nesta terça-feira (11), o 9º Levantamento da Safra de Grãos 2018/2019. Ele indica que a produção no Brasil pode chegar a 238,9 milhões de toneladas. Segundo a Conab, o número representa um crescimento de 4,9%, ou seja, 11,2 milhões de toneladas a mais na comparação com a safra de 2017/2018.

O levantamento aponta também para o crescimento da área plantada, que deve ficar em 62,9 milhões de hectares, com um aumento de 1,9%, em relação à safra anterior. “Os maiores aumentos de área identificados são de soja, 672,8 mil hectares, milho segunda safra, 795,3 mil hectares e algodão, 425 mil hectares”.

De acordo com a Conab, a produção do milho primeira safra está estimada em 26,3 milhões de toneladas, com destaque para a produção da Região Sul, que representa mais de 45% desse total. Os dados mostram, no entanto, uma redução de 2% na área cultivada, especialmente nos estados de Minas Gerais, do Maranhão e Piauí.

Já a produção do milho segunda safra teve um aumento de 31,1%, puxada principalmente pelos incrementos esperados em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná. “A área cultivada também alcançou um acréscimo de 6,9% comparada à safra 2017/18”.

Com relação à produção de soja, ela deve alcançar 114,8 milhões de toneladas, 3,7% menor em relação ao resultado de 2017/2018. Segundo a Conab, a maior da produção (78%) está nas regiões Centro-Oeste e Sul. O levantamento indica ainda um crescimento de 1,9% na área de plantio

Fonte:Agência Brasil

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Venda de veículos novos no Pará sobe 11,83% em 2019

(Foto:Reprodução)- Dados da Fenabrave apontam que, entre janeiro e maio deste ano, 40.928 automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus
Apesar da lenta recuperação da economia brasileira no início de 2019, os consumidores paraenses começam a mostrar sinais de que estão conseguindo superar a crise. Isso pode ser verificado pelo mercado de veículos novos do Estado que registrou nos primeiros cinco meses de 2019 o melhor resultado desde 2014. Segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), entidade que representa as concessionárias de automóveis, foram comercializados no Estado, entre janeiro e maio deste ano, 40.928 automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. O total é 11,83% superior aos emplacamentos do mesmo período de 2018 (36.600 unidades).

Apenas no último mês, encerrado na sexta-feira passada, foram 9.300 novas unidades, superando em 8,40% o total comercializado em abril (8.579). No entanto, o número é ligeiramente inferior ao de maio de 2018: 9.311 (-0,12%). Considerando apenas os números de Belém, foram anotados 2.403 emplacamentos em maio ante 2.250 do mês anterior (+6,80%). Já na comparação com maio de 2018, houve uma redução de 14,51%. Naquele mês, a capital paraense contabilizou 2.811 novas unidades comercializadas. Com mais esse resultado mensal, Belém acumula 11.015 emplacamentos em 2019, superando em 9,04% o total do mesmo período de 2018.

No segmento de automóveis e comerciais leves, que representa 40,27% das vendas do setor este ano no Estado, a alta foi de 4,32%, na comparação com o acumulado de 2018, totalizando 16.841 unidades – ante 15.799 de 2018.  Em maio, foram emplacadas 3.653 unidades, volume 4,34% superior ao de abril (3.501), e 16,22% a menos do que os emplacamentos de maio de 2018 (4.360). A média diária de vendas de automóveis e comerciais leves nos 22 dias úteis de maio foi de 166,04 unidades, 0,4% abaixo das 166,71 unidades de abril, que teve menos dias úteis (21). Em Belém, entre janeiro e maio, foram vendidos nas concessionárias 6.990 automóveis e comerciais leves em 2019 (+1,73% do que 2018), sendo 1.504 no último mês de maio (+1,90% em relação a abril e -17,99% a maio de 2018).

O aumento das vendas de veículos novos é considerado um dos principais termômetros do nível de confiança na economia. Dentre vários fatores, o resultado reflete as facilidades para crédito tanto para o consumidor adquirir o seu automóvel quanto para o empresário comprar uma nova frota. Também é possível avaliar se o poder público, seja nas esferas municipais, estaduais e Federal, está suscetível para investimentos em mobilidade urbana e demanda por ônibus novos, por exemplo.

CAMINHÕES

Entre os pesados, os emplacamentos de caminhões mantiveram o ritmo de crescimento no Estado, somando 619 unidades nos cinco meses deste ano (142 em Belém), registrando avanço de 51,34% sobre os mesmos meses de 2018 (409). Em maio, o segmento somou 150 unidades, 27,12% acima das vendas de abril (118) e 13,64% a mais do que um ano antes (132).

No caso dos ônibus, os licenciamentos no Pará subiram 69,05% em 2019, alcançando 213 unidades até o mês passado. Entre janeiro e maio do ano passado, as vendas somavam 126 veículos. Porém, as variações mensais voltaram a registrar perdas. Em maio foram comercializados 22 ônibus zero-quilômetro, total 35,29% inferior ao de abril (34) e 31,25% abaixo do mesmo mês de 2018 (32).

MOTOS

A venda de motocicletas no Pará, que tem a maior participação das vendas (55,41%), manteve o ritmo de alta iniciado no segundo semestre do ano passado, que interrompeu dois anos seguidos de resultados negativos. De acordo com a Fenabrave, os consumidores paraenses compraram em maio 5.233 unidades – mais de 237 por dia -, o que representa uma alta de 10,94% em relação a abril (4.717) e de 12,15% na comparação com maio de 2018 (4.666). Com este resultado, são 22.678 novas motos circulando no Pará em 2019. Ao longo dos cinco primeiros meses de 2018 foram comercializadas no Estado 19.610 motos – uma diferença de 15,65%.
Por:Thiago Vilarins / Redação Integrada

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Gasolina fecha maio com alta de 3,30%

Alta nos preços praticados pelas refinarias, a variação positiva do dólar e a manutenção da elevada carga tributária são os principais fatores que impactaram aumento-(Foto:REUTERS / Kai Pfaffenbach)

O preço médio do litro da gasolina no Pará registrou alta de 3,30% no mês passado, em relação a abril. De acordo com os dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos no Pará (Dieese-PA), o combustível foi comercializado, no Pará, em média, a R$ 4,45, no mês de maio. De acordo com especialistas, a alta nos preços praticados pelas refinarias, a variação positiva do dólar e a manutenção da elevada carga tributária são os principais fatores que impactaram este aumento.

Os dados estratificados pelo Dieese-PA são da Agencia Nacional do Petróleo (ANP), e consideram os preços praticados desde o início deste ano. Em fevereiro, por exemplo, o valor do litro da gasolina no estado foi comercializado, em média, a R$ 4,339 – com os preços variando entre R$ 3,879 e R$ 5,260. Já no mês de março, o mesmo produto foi comercializado, em média, a R$ 4,433. Em abril, o combustível foi vendido, em média, a R$ 4,541.

Ainda segundo o balanço do Dieese-PA, em média, o mais elevado preço do combustível foi encontrado no Acre, custando, em média, R$ 5,075; seguido do Rio de Janeiro (R$ 5,007), de Minas Gerais (R$ 4,839), do Piauí (R$ 4,816), do Rio Grande do Sul (R$ 4,800), do Rio Grande do Norte (R$ 4,798), de Rondônia (R$ 4,778), de Goiás (R$ 4,746), do Ceará (R$ 4,741), e no Pará (R$ 4,691).

Fonte:Da Redação

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Mais de 5 mil empresas caem na malha fina e devem R$ 1 bilhão

As irregularidades foram apuradas na Malha Fiscal Pessoa Jurídica-(Bruno Domingos /Foto: REUTERS)

A Receita Federal identificou mais de R$ 1 bilhão em sonegação fiscal de empresas, entre março e maio deste ano. No período, foram autuadas 5.241 empresas em todo o país por irregularidades no Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e na Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) do ano-calendário 2014.

O crédito tributário lançado, que inclui juros moratórios e multa de ofício de 75%, totalizou R$ 1.002.536.449,16. As irregularidades foram apuradas na Malha Fiscal Pessoa Jurídica.

A Receita Federal orienta as empresas com irregularidades no IRPJ e na CSLL dos anos-calendário seguintes a se autorregularizarem. Em junho de 2019, serão iniciadas as ações referentes ao ano-calendário 2015, com envio de cartas para mais de 14 mil empresas que apresentam inconsistências nos recolhimentos e declarações de IRPJ e CSLL de aproximadamente R$ 1,5 bilhão.

De acordo com o Fisco, o demonstrativo das inconsistências e as orientações para a autorregularização constarão na carta a ser enviada ao endereço cadastral constante do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) e na caixa postal dos contribuintes. A caixa postal pode ser acessada no site da Receita, no portal e-CAC.

Essa é mais uma etapa da série de ações do Projeto Malha Fiscal da Pessoa Jurídica da Receita Federal, que tem como objetivo identificar “inconsistências” no recolhimento de tributos por meio do cruzamento de informações eletrônicas, explicou o órgão.

Fonte:Agência Brasil

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Contas públicas têm saldo positivo de R$ 6,6 bilhões

(Foto:Marcello Casal Jr. / Agência Brasil)-Em abril de 2018, resultado também foi positivo, entretanto menor: R$ 2,9 bilhões

As contas públicas registraram saldo positivo em abril. De acordo com dados divulgados nesta sexta-feira (31), em Brasília, pelo Banco Central (BC), o setor público consolidado, formado pela União, estados e municípios, anotou superávit primário de R$ 6,637 bilhões no mês passado.

Em abril de 2018, o resultado também foi positivo, entretanto menor: R$ 2,9 bilhões. Esse foi o maior resultado para abril desde 2017, quando houve superávit primário de R$ 12,908 bilhões.

O resultado primário é formado por receitas menos despesas, sem considerar os gastos com juros.

Segundo o chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, era esperado resultado positivo nas contas públicas devido ao aumento de receitas características desta época do ano, como o pagamento de imposto de renda por pessoas físicas e jurídicas e recebimento trimestral pelo governo de royalities e participações. “Em abril, tem um conjunto de receitas sazonais ocasionando esse superávit”, disse Rocha.

No mês passado, o Governo Central (Previdência, Banco Central e Tesouro Nacional) foi o principal responsável pelo saldo positivo, ao apresentar superávit primário de R$ 6,133 bilhões.

Os governos estaduais anotaram saldo positivo de R$ 1,043 bilhão, e os municipais, negativo em R$ 312 milhões.

As empresas estatais federais, estaduais e municipais, excluídas as dos grupos Petrobras e Eletrobras, tiveram déficit primário de R$ 227 milhões no mês passado.

Superávit

De janeiro a abril, o setor público acumula superávit primário de R$ 19,974 bilhões, acima dos R$ 7,291 bilhões de igual período de 2018. Esse é o maior resultado para o primeiro quadrimestre desde 2015, quando houve superávit primário de R$ 32,4 bilhões.

O resultado positivo no acumulado do ano vem deste mês e de janeiro, quando foi registrado superávit de R$ 46,897 bilhões. Em fevereiro e março deste ano houve déficit primário: R$ 14,931 bilhões e R$ 18,629 bilhões, respectivamente.

Com o resultado positivo no primeiro quadrimestre, houve redução no déficit primário acumulado em 12 meses. “É o terceiro mês seguido que ocorre essa redução”, destacou Rocha.

Em 12 meses encerrados em abril, o déficit primário ficou em R$ 95,575 bilhões, o que representa 1,37% do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país.

A meta para o setor público consolidado é de um déficit primário de R$ 132 bilhões neste ano.

Despesas com juros

Os gastos com juros ficaram em R$ 34,685 bilhões em abril, contra R$ 29,651 bilhões no mesmo mês de 2018. No primeiro quadrimestre, essas despesas acumularam R$ 129,166 bilhões contra R$ 118,853 bilhões em igual período de 2018.

Em abril, o déficit nominal, formado pelo resultado primário e os resultados dos juros, ficou negativo em R$ 28,048 bilhões, contra R$ 26,751 bilhões em igual mês de 2018. No acumulado de quatro meses do ano, o déficit nominal chegou a R$ 109,192 bilhões, ante R$ 111,562 bilhões em igual período do ano passado.

Dívida pública

A dívida líquida do setor público (balanço entre o total de créditos e débitos dos governos federal, estaduais e municipais) atingiu R$ 3,769 trilhões em abril, o que corresponde 54,2% do PIB, com redução de 0,1 ponto percentual em relação a março.

A dívida bruta – que contabiliza apenas os passivos dos governos federal, estaduais e municipais – somou R$ 5,479 trilhões ou 78,8% do PIB, 0,3 ponto percentual a mais que o registrado em março.

Fonte:Agência Brasil

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Brasil apoiará energia renovável, mas ainda não prevê abandonar carvão, diz ministro

Usina termelétrica em Uruguaiana (RS) (Foto:REUTERS/Paulo Whitaker)

Bento Albuquerque diz que o carvão é importante para a economia da região Sul do país
O Brasil continuará apoiando investimentos em fontes renováveis de energia, mas ainda não há planos no país para se abandonar a geração termelétrica a carvão, disse nesta terça-feira (28) o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque.

Embora países como Alemanha e França venham anunciando planos de fechar usinas a carvão no médio e longo prazo, o Brasil espera que a fonte possa ao menos manter a estabilidade de sua participação na matriz na próxima década, acrescentou Albuquerque.

“Nós não podemos descartar nenhuma das fontes”, disse o ministro a jornalistas, destacando que o carvão é importante para a economia da região Sul do país e por isso projetos da fonte deverão continuar aptos a participar dos próximos leilões do governo para contratação de novos empreendimentos.

“Hoje o carvão é cerca de 1,9% da matriz (elétrica do Brasil) e deverá permanecer nesse patamar pelos próximos 10 anos. Vai ter espaço para o carvão, para ele manter a base dele”, afirmou, nos bastidores de um evento do setor elétrico em São Paulo.

Após essa década, no entanto, o futuro da fonte dependerá da tecnologia, disse o ministro, ressaltando no entanto que acredita em um futuro mais limpo para essas usinas.

“Tive oportunidade na última sexta-feira de ir a Criciúma visitar um centro de pesquisa (em carvão)… fui conhecer lá uma planta justamente de absorção de CO2. Isso mostra que ainda é uma atividade econômica sustentável, que está se tornando mais limpa”, comentou Albuquerque.

O governo da França tem planos de fechar todas as térmicas que usam o combustível fóssil no país até 2022, enquanto o Reino Unido, onde foi instalada a primeira usina elétrica a carvão do mundo, nos anos 1880, pretende fazer o mesmo até 2025. A Alemanha trabalha com uma meta de prazo mais longo, com expectativa de acabar com as usinas a carvão até 2038.
EÓLICAS E PEQUENAS HIDRELÉTRICAS

Apesar da fala sobre carvão, o ministro de Minas e Energia destacou o forte crescimento da geração com renováveis no Brasil, puxado por uma acelerada expansão das eólicas a partir de 2009, quando foi realizado um primeiro leilão do governo federal voltado exclusivamente a usinas da fonte.

Nesse período, segundo Albuquerque, a indústria recebeu investimentos de cerca de 145 bilhões de reais, o que levou as usinas eólicas a uma capacidade total de cerca de 15 gigawatts no Brasil, o equivalente a 9% do parque gerador do país.

“O Brasil foi o quinto país do mundo que mais instalou eólicas em 2018, e a indústria eólica desempenha um papel importante na economia do país”, afirmou.

A indústria eólica gera atualmente 190 mil postos de trabalho no país, segundo dado citado pelo ministro, com diversas fabricantes do setor tendo instalado unidades locais, incluindo as gigantes Vestas, GE, Siemens Gamesa e Nordex-Acciona.

Essas fábricas no Brasil montam turbinas eólicas com cerca de 80 por cento de conteúdo local, destacou Albuquerque.

O ministro disse também que o presidente Jair Bolsonaro tem “um carinho especial” pelas pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), usinas com até 30 megawatts em capacidade.

Atualmente, existem cerca de 526 projetos de PCHs já avaliados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que somariam uma capacidade instalada de 7.800 megawatts, e Bolsonaro quer tirar esse potencial do papel, segundo Albuquerque.

“Para viabilizar a implantação desses empreendimentos, serão realizadas pelo ministério ações junto aos órgãos ambientais, bem como junto ao Ministério Público, visando demonstrar o benefício que a implantação destes trará aos Estados”, disse.

De acordo com ele, esses esforços serão realizados a partir de junho, com foco nos Estados de Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Fonte:Reuters

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Gasolina recua em 16 estados e no DF, diz ANP; valor médio cai 0,18% no País

No Rio de Janeiro, combustível recuou 0,18%, de R$ 5,004 para R$ 4,995, em média-(Foto:REUTERS / Ricardo Moraes)

O valor médio da gasolina vendido nos postos brasileiros recuou em 16 Estados brasileiros e no Distrito Federal na semana passada, segundo dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), compilados pelo AE-Taxas. Houve alta em outros dez Estados.

No País, o preço médio recuou 0,18% na semana passada sobre a anterior, de R$ 4,568 para R$ 4,550.

Em São Paulo, maior consumidor do Brasil e com mais postos pesquisados, o litro da gasolina subiu 0,07%, de R$ 4,267 para R$ 4,270, em média.

No Rio de Janeiro, o combustível recuou 0,18%, de R$ 5,004 para R$ 4,995, em média.

Em Minas Gerais houve alta no preço médio da gasolina de 0,12%, de R$ 4,840 para R$ 4,846 o litro.

Fonte:Agência Estado

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