Governo anuncia bloqueio adicional de R$1,443 bi no Orçamento para cumprir meta fiscal

(Foto:Adriano Machado / REUTERS)-Decisão veio em relatório bimestral de receitas e despesas divulgado nesta segunda-feira

O governo anunciou um congelamento adicional de 1,443 bilhão de reais nos gastos do Executivo para seguir cumprindo a meta fiscal de 2019, após o comportamento mais fraco esperado para a economia ter levado a um corte de mais de 5 bilhões de reais nas receitas esperadas para o ano.

Em seu relatório bimestral de receitas e despesas do terceiro bimestre divulgado nesta segunda-feira, o Ministério da Economia informou que a necessidade de limitação seria na realidade maior, de 2,252 bilhões de reais.

O governo, contudo, decidiu queimar 809 milhões de reais de sua reserva de emergência para reduzir o tamanho do bloqueio.

O expediente já havia sido utilizado em maio, quando boa parte da reserva foi utilizada, caindo de 5,373 bilhões para 1,562 bilhão de reais, para evitar um novo contingenciamento, em meio à forte restrição fiscal já experimentada pelas pastas na Esplanada.

O congelamento desta vez soma-se ao contingenciamento de quase 30 bilhões de reais, feito em março, para assegurar o cumprimento da meta de déficit primário deste ano, de 139 bilhões de reais para o governo central (Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência).

De um lado, o governo diminuiu a receita líquida esperada para o ano em 5,957 bilhões de reais, a 1,264 trilhão de reais.

No relatório, a equipe econômica apontou que a principal responsável pela revisão para baixo foi a arrecadação de impostos pela Receita, que deve vir 5,951 bilhões de reais menor em 2019 do que o estimado no relatório anterior, ofuscando, por exemplo, um acréscimo 1,107 bilhão de reais esperado com a exploração de recursos naturais.

Mais cedo neste mês, a equipe econômica cortou sua previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano a apenas 0,81%, ante 1,6% antes, chamando atenção para a lentidão da economia em função de choques e com os investimentos em compasso de espera pela reforma da Previdência.

Já a estimativa de despesas no ano caiu 3,471 bilhões de reais, a 1,406 trilhão de reais.

Neste caso, o governo calculou um recuo de 1,858 bilhão de reais em gastos com créditos extraordinários em 2019, sobretudo por menores obrigações relativas ao subsídio ao óleo diesel, e de 1,465 bilhão de reais em despesas com sentenças judiciais e precatórios, na esteira de adiantamento do cronograma de pagamento, movimento que reduz a correção dos valores devidos.

Por:Reuters

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Previdência: confira principais pontos aprovados em primeiro turno

Deputados alteraram quatro itens da proposta em plenário(Foto:Marcelo Camargo / Agência Brasil)
Aprovada na sexta-feira (12) à noite pelo Plenário da Câmara dos Deputados, a reforma da Previdência voltou para a comissão especial para ter a redação final votada em segundo turno. Depois de quatro dias horas de debates, os deputados aprovaram quatro emendas e destaques e rejeitaram oito. Mais oito alterações foram retiradas da pauta ou deixaram de ser votadas porque ficaram prejudicadas durante a tramitação.

A primeira emenda aprovada melhorou o cálculo de pensões por morte para viúvos ou viúvas de baixa renda e antecipou o aumento da aposentadoria de mulheres da iniciativa privada. Resultado de acordo com a bancada feminina, a emenda teve aprovação maçica, por 344 votos a 132.

Também fruto de acordo entre os partidos do governo, do centrão e da oposição, a segunda emenda aprovada suavizou as regras para a aposentadoria de policiais que servem à União. A emenda também tinha acordo entre governo e oposição para ser aprovada.

A categoria, que engloba policiais federais, policiais rodoviários federais, policiais legislativos, policiais civis do Distrito Federal e agentes penitenciários e socioeducativos federais, terá uma regra mais branda de transição, pode aposentar-se aos 53 anos (homens) e 52 anos (mulheres), desde que cumpram o pedágio de 100% sobre o tempo que falta para se aposentar.

Os deputados aprovaram outros dois destaques. Um mantém em 15 anos o tempo de contribuição para os trabalhadores do sexo masculino do Regime Geral de Previdência Social (RGPS). Os homens, no entanto, só conquistarão direito à aposentadoria integral com 40 anos de contribuição, contra 35 anos de contribuição das mulheres.

O último destaque aprovado reduziu a idade mínima de aposentadoria de professorespara 55 anos (homens) e 52 anos (mulheres). Também fruto de um acordo partidário, o destaque estabelece que a redução só valerá para quem cumprir 100% do pedágio sobre o tempo que falta para aposentar-se pelas regras atuais.

O texto alterado pelos deputados segue para a comissão especial, onde precisa ter a redação final aprovada em segundo turno. De lá, volta para o Plenário, para ser votado a partir de 6 de agosto também em segundo turno. Nessa etapa, só podem ser apresentadas emendas supressivas, que retiram pontos do texto.

Confira como está a reforma da Previdência após a aprovação em primeiro turno

Trabalhador urbano

Proposta do governo: idade mínima de 62 anos para mulheres e de 65 anos para homens após o período de transição, com tempo mínimo de contribuição de 25 anos para ambos os sexos, 10 anos no serviço público e cinco anos no cargo.
Comissão especial: idades mínimas mantidas, com tempo de contribuição de 20 anos para homens e 15 anos para as mulheres.

Proposta aprovada em primeiro turno: idades mínimas mantidas, com tempo mínimo de contribuição de 15 anos para homens e mulheres.

Servidor público federal

Proposta do governo: idade mínima de 62 anos para mulheres e de 65 anos para homens após o período de transição, com tempo mínimo de contribuição de 25 anos para ambos os sexos.
Primeira versão do relatório: idades mínimas e parâmetros de aposentadorias regulamentados por lei complementar a partir da promulgação da refoma.

Proposta aprovada em primeiro turno: idades mínimas de aposentadorias para o serviço público federal continuarão fixadas na Constituição, com demais parâmetros definidos por lei complementar a partir da promulgação da reforma.

Regra de transição

Proposta do governo: no Regime Geral de Previdência Social (RGPS), que abrange os trabalhadores do setor privado, a proposta de emenda à Constituição (PEC) prevê três regras de transição para o setor privado: sistema de pontos por tempo de contribuição e por idade, aposentadoria por tempo de contribuição para quem tem pelo menos 35 anos de contribuição (homens) e 30 anos (mulheres) e pedágio de 50% sobre o tempo faltante pelas regras atuais, desde que restem menos de dois anos para a aposentadoria.

Para o Regime Próprio de Previdência Social (RPPS), dos servidores públicos, o texto estipula um sistema de pontuação que permitiria a aposentadoria a partir dos 61 anos para homens e 56 anos para mulheres. A partir de 2022, as idades mínimas subiriam para 62 anos (homens) e 57 anos (mulheres). Nesse caso, no entanto, os servidores receberiam um valor mais baixo. Os trabalhadores públicos que entraram até 2003 precisariam trabalhar até 65 anos (homens) e 62 anos (mulheres) para terem direito à integralidade (último salário da ativa) e paridade (mesmos reajustes salariais dos ativos).

Proposta aprovada em primeiro turno: o texto acrescentou uma regra de transiçãoque valerá tanto para o serviço público como para a iniciativa privada. Os trabalhadores a mais de dois anos da aposentadoria terão um pedágio de 100% sobre o tempo faltante para ter direito ao benefício, desde que tenham 60 anos (homens) e 57 anos (mulheres) e 35 anos de contribuição (homens) e 30 anos de contribuição (mulheres). No caso dos servidores públicos que entraram antes de 2003, o pedágio dará direito à integralidade e à paridade.

Gatilho na idade mínima

Proposta do governo: Constituição definiria um gatilho automático que elevaria as idades mínimas de quatro em quatro anos conforme o aumento da expectativa de vida.

Proposta aprovada em primeiro turno: relator retirou o mecanismo de ajuste. Novas alterações das idades mínimas terão de exigir mudança na Constituição.

Aposentadoria rural

Proposta do governo: idade mínima de 60 anos para a aposentadoria de homens e mulheres, com 20 anos de tempo de contribuição para ambos os sexos.

Proposta aprovada em primeiro turno: tema retirado na comissão especial. Mantidas as regras atuais, com 55 anos para mulheres e 60 anos para homens, incluindo garimpeiros e pescadores artesanais. Apenas o tempo mínimo de contribuição para homens sobe para 20 anos, com a manutenção de 15 anos para mulheres.

Professores

Proposta do governo: idade mínima de 60 anos de idade para a aposentadoria de homens e mulheres, com 30 anos de tempo de contribuição.

Primeira versão do relatório: idade mínima de 57 anos para mulheres e 60 anos para homens, com definição de novos critérios por lei complementar. Regra vale para professores do ensino infantil, fundamental e médio.
Comissão especial: professoras terão integralidade (aposentadoria com último salário da ativa) e paridade (mesmos reajustes que trabalhadores da ativa) aos 57 anos. Professores só terão esses direitos a partir dos 60 anos, com pedágio de 100% sobre o tempo que falta para aposentar-se. Destaque que retiraria os professores da reforma foi rejeitado.

Proposta aprovada em primeiro turno: idade mínima de aposentadoria reduzidapara 55 anos (homens) e 52 anos (mulheres), com cumprimento do pedágio de 100%. Benefício vale para professores federais, da iniciativa privada e dos municípios sem regime próprio de Previdência. Destaque aprovado após acordo entre governo e oposição.

Capitalização

Proposta do governo: Constituição viria com autorização para lei complementar que instituirá o regime de capitalização.
Proposta aprovada em primeiro turno: tema retirado antes da divulgação da primeira versão do relatório na comissão especial.

Benefício de Prestação Continuada (BPC)

Proposta do governo: idosos de baixa renda receberiam R$ 400 a partir dos 60 anos, alcançando um salário mínimo somente a partir dos 70.

Primeira versão do relatório: proposta retirada, com manutenção de um salário mínimo para idosos pobres a partir dos 65 anos.

Proposta aprovada em primeiro turno: inclusão de medida para combater fraudesno BPC, com especificação na Constituição de renda familiar per capita de até um quarto do salário mínimo a partir dos 65 anos para ter direito ao benefício.

Pensão por morte

Proposta do governo: pensão por morte começaria em 60% do salário de contribuição, aumentando 10 pontos percentuais por dependente até chegar a 100% para cinco ou mais dependentes. Retirada da pensão de 100% para dependentes com deficiências intelectuais ou mentais. Apenas dependentes com deficiências físicas receberiam o valor máximo.

Primeira versão do relatório: mantém nova fórmula de cálculo, mas garante pensão de pelo menos um salário mínimo para beneficiários sem outra fonte de renda na família. Pagamento de 100% para beneficiários com dependentes inválidos (deficiência física, intelectual ou mental) e para dependentes de policiais e agentes penitenciários da União mortos por agressões em serviço.

Comissão especial: pensões de 100% para policiais e agentes penitenciários da União serão pagas por morte em qualquer circunstância relacionada ao trabalho, como acidentes de trânsito e doenças ocupacionais, demais pontos da primeira versão mantidos.

Proposta aprovada em primeiro turno: garante pensão de pelo menos um salário mínimo para beneficiários sem outra fonte de renda, retirando a exigência de comprovação de renda dos demais membros da família. Destaque aprovado por meio de acordo da bancada feminina.

Abono salarial

Proposta do governo: pagamento restrito aos trabalhadores formais que ganham um salário mínimo, contra dois salários mínimos pagos atualmente.

Proposta aprovada em primeiro turno: pagamento aos trabalhadores de baixa renda (até R$ 1.364,43 em valores atuais).

Salário-família e auxílio-reclusão

Proposta do governo: pagamento restrito a beneficiários com renda de um salário mínimo.

Proposta aprovada: pagamento a pessoas de baixa renda (até R$ 1.364,43 em valores atuais).

Cálculo de benefícios

Proposta do governo: benefício equivalente a 60% da média as contribuições em toda a vida ativa, mais dois pontos percentuais por ano que exceder os 20 anos de contribuição.

Primeira versão do relatório: redação abriu brecha para exclusão de contribuições “prejudiciais ao cálculo do benefício”, que poderia anular toda a economia com a reforma da Previdência.

Segunda versão do relatório: redação mais clara para retirar brecha e retomar a fórmula original proposta pelo governo.

Comissão especial: inclusão de parágrafo no Artigo 27 para eliminar falha que faria trabalhador que tenha contribuído por mais de 20 anos, porém com salário menor a partir do 21º ano, conquistar aposentadoria menor do que segurado que tenha contribuído por apenas 20 anos.

Proposta aprovada em primeiro turno: valor da aposentadoria de mulheres da iniciativa privada começará a subir dois pontos percentuais por ano que exceder 15 anos de contribuição. Aposentadoria de homens só começará a subir depois de 20 anos de contribuição. Mudança permite a mulheres receber aposentadoria de 100% do salário médio com 35 anos de contribuição, cinco anos antes dos homens

Reajuste de benefícios

Proposta do governo: eliminava trecho da Constituição que preservava a reposição das perdas da inflação.
Proposta aprovada em primeiro turno: manutenção do reajuste dos benefícios pela inflação.

Contagem de tempo

Proposta do governo: PEC não abordava assunto.

Proposta aprovada em primeiro turno: parágrafo que impede a contagem de tempo sem o pagamento das contribuições. Recentemente, o Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu que os juízes podem considerar, no tempo de contribuição, os anos em que exerciam a advocacia e não contribuíam para a Previdência.

Estados e municípios

Proposta do governo: PEC valeria automaticamente para servidores dos estados e dos municípios, sem necessidade de aprovação pelos Legislativos locais.

Primeira versão do relatório: retirada de estados e municípios da PEC, com a possibilidade de reinclusão dos governos locais por meio de emenda na comissão especial ou no plenário da Câmara.

Segunda versão do relatório: autorização para que estados e municípios aumentassem temporariamente a alíquota de contribuição dos servidores para cobrir o rombo nos regimes locais de Previdência, sem a necessidade de aprovação dos Legislativos locais.

Proposta aprovada em primeiro turno: autorização retirada, todos os pontos da reforma da Previdência precisarão ser aprovados pelos Legislativos locais para valerem nos estados e nos municípios.

Incorporação de adicionais

Proposta do governo: PEC não abordava assunto.

Proposta aprovada em primeiro turno: extensão aos estados e municípios da proibição de incorporar adicionais por cargo de confiança ou em comissão ao salário dos servidores, vedação que existe em nível federal.

Acúmulo de benefícios

Proposta do governo: limite para acúmulo de benefícios a 100% do benefício de maior valor, somado a um percentual da soma dos demais, começando em adicional de 80% para um salário mínimo e caindo para 0% acima de benefícios de mais de quatro salários mínimos. Médicos, professores, aposentadorias do RPPS ou das Forças Armadas ficam fora do limite por terem exceções estabelecidas em lei.

Proposta aprovada em primeiro turno: altera para 10% adicional para benefícios acima de quatro salários mínimos, mantendo os demais pontos.

Encargos trabalhistas

Proposta do governo: possibilidade de incidir desconto para a Previdência sobre vale-alimentação, vale-transporte e outros benefícios trabalhistas.

Proposta aprovada em primeiro turno: tema retirado.

Policiais que servem à União

Proposta do governo: a categoria (que abrange policiais federais, policiais rodoviários federais, policiais legislativos e agentes penitenciários federais, entre outros) se aposentará aos 55 anos de idade, com 30 anos de contribuição e 25 anos de exercício efetivo na carreira, independentemente de distinção de sexo.

Texto-base da comissão especial: depois de tentativas de acordo para reduzir a idade mínima para 52 anos (mulheres) e 53 anos (homens) para policiais e agentes de segurança em nível federal, o relator manteve a proposta original do governo.

Proposta aprovada na comissão especial: destaque para reinstituir condições diferenciadas para categoria derrubado na comissão especial.

Proposta aprovada em primeiro turno: volta da idade mínima de 53 anos para homens e 52 anos para mulheres para o policial que cumprir 100% do pedágio sobre o tempo que falta para se aposentar pelas regras atuais. Destaque aprovado após acordo entre partidos do governo, do centrão e da oposição.

Policiais militares e bombeiros

Proposta do governo: a categoria teria as mesmas regras das Forças Armadas, com 35 anos de contribuição, com contagem de tempo no RGPS e possibilidade de que policiais e bombeiros na reserva trabalhem em atividades civis.

Comissão especial: aprovação de destaque para que aposentadorias de policiais militares e bombeiros permaneçam sob a responsabilidade dos estados. Mudança beneficia categoria porque, em alguns estados, eles aposentam-se com menos de 35 anos de contribuição, como proposto pelo projeto que trata da Previdência das Forças Armadas.

Proposta aprovada em primeiro turno: policiais militares e bombeiros continuam fora da reforma.

Judicialização

Proposta do governo: concentração, na Justiça Federal em Brasília, de ações judiciais contra a reforma da Previdência.

Comissão de Constituição e Justiça: tema retirado, após questionamentos de partidos do centrão, mas com autorização para que lei federal autorize julgamentos na Justiça Estadual quando não houver Vara Federal no domicílio do segurado.

Comissão especial: retirada autorização para julgamentos pelos tribunais estaduais.
Proposta aprovada em primeiro turno: autorização de julgamentos na Justiça Estadual restabelecida por meio de emenda articulada pela bancada feminina.

Aposentadoria de juízes

Proposta do governo: PEC não abordava assunto.

Proposta aprovada: retirada da Constituição da possibilidade de pena disciplinar de aposentadoria compulsória para juízes e parágrafo que impede contagem de tempo de contribuição para juízes que não contribuíram com a Previdência enquanto exerceram a advocacia.

Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT)

Proposta do governo: PEC não abordava assunto.

Primeira versão do relatório: repasse de 40% das receitas do FAT para a Previdência Social, equivalente a R$ 214 bilhões em dez anos. Atualmente esses recursos vão para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Comissão especial: relator desistiu de remanejar recursos do BNDES após críticas de congressistas e da equipe econômica de que mudança de destinação não melhoraria as contas públicas.
Proposta aprovada em primeiro turno: tema retirado.

Tributo para bancos

Proposta do governo: PEC não abordava assunto.

Primeira versão do relatório: elevar de 15% para 20% a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) das instituições financeiras, retomando a alíquota que vigorou de 2016 a 2018.
Segunda versão do relatório: retirada da B3 (antiga Bolsa de Valores de São Paulo) do aumento da tributação, elevação de 15% para 17% da alíquota para cooperativas de crédito.

Proposta aprovada em primeiro turno: relator restringe aumento a bancos médios e grandes. As demais instituições financeiras continuarão a pagar 15% de CSLL. Mudança deve render em torno de R$ 50 bilhões em dez anos.

Fim de isenção para exportadores rurais

Proposta do governo: PEC não abordava assunto.

Texto-base: fim da isenção da contribuição previdenciária de 2,6% sobre a comercialização da produção agrícola de exportadores rurais. Mudança renderia R$ 83,9 bilhões em uma década.

Comissão especial: aprovado destaque para manter o benefício fiscal. Destaque também retirou trava que impedia o perdão da dívida do Funrural, contribuição paga pelo produtor rural para ajudar a custear a aposentadoria dos trabalhadores.

Proposta aprovada em primeiro turno: tema retirado.

Por:Agência Brasil

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Pará tem leve queda de 0,7% na produção industrial em maio

(Foto:Arquivo / Agência Brasil)-Estado foi na contramão do crescimento, que atingiu 12 dos 15 locais pesquisados

A produção industrial caiu -0,7% no estado do Pará em maio de 2019 ante maio do ano passado, segundo os dados da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física Regional, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O recuo mais intenso foi no Espírito Santo (-17,4%), “devido ao comportamento negativo das indústrias extrativas (minérios de ferro pelotizados ou sinterizados, óleos brutos de petróleo e gás natural)”, informou o Instituto. Minas Gerais (-2,4%) também apresentou taxas negativas.

O estado paraense esteve na contramão do crescimento, que atingiu 12 dos 15 locais pesquisados. Em São Paulo, maior parque industrial do País, a produção avançou 11,7%.

Na comparação com maio de 2018, a produção industrial nacional avançou 7,1%, como já havia sido informado pelo IBGE. O órgão destacou que esse avanço foi influenciado pelo efeito-calendário (maio de 2019 teve um dia útil a mais do que igual mês do ano anterior) e pela baixa base de comparação – em maio de 2018, a atividade industrial havia recuado 6,3%, refletindo os efeitos da paralisação dos caminhoneiros.

Regionalmente, os maiores avanços ante maio de 2018 foram no Paraná (27,8%), Rio Grande do Sul (19,9%) e Santa Catarina (19,3%). Além de São Paulo, Goiás (13,9%), Pernambuco (13,6%), Bahia (12,3%) e Ceará (11,4%) também registraram taxas positivas acima da média nacional (7,1%), enquanto Região Nordeste (6,6%), Mato Grosso (5,7%), Rio de Janeiro (5,1%) e Amazonas (3,0%) completaram o conjunto de locais em alta.

Fonte:Redação Integrada com informações da Agência Estado

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IBGE: safra 2019 de milho será de 95,3 milhões de toneladas, alta de 17,1%

Produção cresceu 1,3%, o que representa 1,2 milhão de toneladas a mais(Foto:Nacho Doce / REUTERS)
A safra de milho de 2019 deve totalizar 95,3 milhões de toneladas, alta de 17,1% em relação ao resultado de 2018. Os dados são do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola de junho, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em relação à estimativa de maio, a produção de milho cresceu 1,3%, o que representa 1,2 milhão de toneladas a mais.

Na 1ª safra de milho, a estimativa da produção alcançou 26,0 milhões de toneladas, acréscimo de 0,2% em relação a maio. “Em Goiás e no Paraná, a produção foi estimada com crescimentos de 3,9% e 0,2%, respectivamente. Em relação ao ano anterior, a estimativa da produção foi 0,8% maior”, diz a nota divulgada pelo IBGE.

A estimativa da produção para o milho de segunda safra encontra-se em 69,3 milhões de toneladas, aumento de 1,7% em relação a estimativa de maio e de 24,7% em relação a 2018. Segundo o IBGE, esse volume de produção de milho 2ª safra é recorde da série histórica, ultrapassando a safra de 2017, até então, a maior produção obtida pelo País, quando registrou 67,6 milhões de toneladas.

Já a produção de soja em 2019 encerrou a safra com 112,5 milhões de toneladas, na estimativa de junho do IBGE. É uma queda de 4,5% em relação ao resultado de 2018. Em relação à estimativa de maio, houve aumento de 0,1%.

Segundo o IBGE, as reduções mais expressivas na produção de soja ante 2018 ocorreram na Bahia (-20,9% ou 1,3 milhão de toneladas), Minas Gerais (-7,3% ou 395,0 mil toneladas), São Paulo (-11,5% ou 393,1 mil toneladas), Paraná (-15,8% ou 3,0 milhões de toneladas), Mato Grosso do Sul (-14,5% ou 1,4 milhão de toneladas) e Goiás (-4,0% ou 455,1 mil toneladas).

Na contramão, houve “aumentos relevantes nas produções de Mato Grosso (1,5% ou 460,2 mil toneladas) e do Rio Grande do Sul (5,5% ou 958,7 mil toneladas)”, informou o IBGE.
Agência Estado
11.07.19 10h10
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Por reforma, governo renegocia dívida rural no Norte e Nordeste

(Foto:REUTERS / Dan Koeck)-Medida vale para dívidas de até R$ 200 mil no âmbito da Sudam e Sedene

Para aumentar os votos favoráveis à proposta de reforma da Previdência, o governo resolveu facilitar a renegociação de dívidas de pequenos e médios produtores rurais do Norte e Nordeste. A medida atende principalmente a bancada do Nordeste, segundo apurou o Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

Decreto publicado na edição desta terça do Diário Oficial da União (DOU) afasta pontos nebulosos para a renegociação de dívidas de até R$ 200 mil dos produtores rurais no âmbito das superintendências de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) e da Amazônia (Sudam).

A renegociação dessas dívidas de crédito rural foi autorizada em lei de setembro de 2016, mas os produtores reclamavam que havia pontos a serem esclarecidos, e o novo decreto, portanto, resolve essa questão. Segundo explicou o diretor executivo da Associação Nacional de Defesa dos Agricultores, Pecuaristas e Produtores da Terra (Andaterra), Jeferson da Rocha, alguns produtores conseguiram renegociar suas dívidas e outros, não, por falta de regulamentação de questões como o índice de atualização para o saldo devedor. “Há pontos da norma que ficaram obscuros. O que se pretende fazer é com que essa lei de fato seja implementada, ande e funcione”, disse.

Na avaliação de Rocha, com a publicação do decreto os produtores poderão ter acesso pleno ao texto da lei e, nos termos da norma, conseguirem os descontos para a renegociação.

Disputa

Interlocutores da bancada ruralista avaliam que a medida poderá gerar uma certa disputa interna, com os produtores do Sul, Sudeste e Centro-Oeste, com problemas tão grandes quanto os do Norte e Nordeste. Eles também reivindicam medidas semelhantes. O entendimento é de que o decreto atende muito mais a bancada do Nordeste de forma geral do que o setor do agronegócio.

A rizicultura no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, avaliam eles, está em situação falimentar, assim como a pecuária de leite e a produção de café, recentemente atingida pelas geadas generalizadas. A esses produtores, o decreto não atende e pode alimentar a pressão por uma renegociação mais ampla, que envolva não só regiões do País, mas os setores em crise.

Força

Na votação da reforma da Previdência na comissão especial, a bancada ruralista mostrou a sua força. Conseguiu barrar o fim da isenção das exportações para o produtor rural, previsto na proposta original e no parecer do relator Samuel Moreira (PSDB-SP), e a trava que impedia o perdão da dívida do Funrural, a contribuição previdenciária que é paga pelo produtor rural para ajudar a custear a aposentadoria dos trabalhadores.

Fonte:Agência Estado

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Pará lidera com maior queda no preço do etanol

(Foto:Reprodução)-Na média dos postos pesquisados houve avanço de 0,68% no preço médio do etanol na semana passada ante anterior

Os preços médios do etanol hidratado recuaram em 22 estados brasileiros e no Distrito Federal na semana passada, e o Pará foi o que teve maior queda (-3,15%). O levantamento é da Agência Nacional do Petróleo (ANP), compilado pelo AE-Taxas. Houve alta em três estados, e no Amapá não foi feita avaliação.

Na média dos postos brasileiros pesquisados pela ANP houve avanço de 0,68% no preço médio do etanol na semana passada ante a anterior, de R$ 2,778 para R$ 2,797 o litro. Em São Paulo, principal Estado produtor, consumidor e com mais postos avaliados, houve baixa de 0,12% no período e a cotação média do hidratado variou de R$ 2,557 para R$ 2,554 o litro. A maior elevação semanal, de 2,37%, foi em Alagoas.

Na comparação mensal, os preços do etanol recuaram em 24 Estados e no Distrito Federal e subiram apenas em Roraima. Sem avaliação na semana passada, não houve base de comparação mensal no Amapá. Na média brasileira o preço do biocombustível pesquisado pela ANP acumulou baixa mensal de 4,11%, com destaque para Mato Grosso, maior recuo individual, de 9,36% no período.

O preço mínimo registrado na semana passada para o etanol em um posto foi de R$ 2,099 o litro, em São Paulo e o menor preço médio, de R$ 2,391, foi em Mato Grosso. O preço máximo individual de R$ 4,970 o litro foi registrado em um posto do Pará e o Rio Grande do Sul registrou o maior preço médio, de R$ 4,071 o litro.

Gasolina

O valor médio da gasolina vendido nos postos brasileiros recuou em 21 Estados brasileiros e no Distrito Federal na semana passada, segundo dados da ANP, compilados pelo AE-Taxas. Houve alta em Alagoas, em Amazonas, no Rio Grande do Norte e em São Paulo. No Amapá, não houve variação semanal.

Na média nacional, o preço médio recuou 0,59% na semana sobre a anterior, de R$ 4,425 para R$ 4,399. Em São Paulo, maior consumidor do País e com mais postos pesquisados, o litro da gasolina subiu 0,21%, de R$ 4,142 para R$ 4,151, em média. No Rio de Janeiro, o combustível caiu 0,45%, de R$ 4,928 para R$ 4,906, em média. Em Minas Gerais a queda no preço médio da gasolina foi 0,81%, de R$ 4,708 para R$ 4,670 o litro.

Competitividade

Os preços médios do etanol continuaram vantajosos ante os da gasolina em cinco Estados brasileiros na semana passada – Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, São Paulo e Paraná -, todos grandes produtores do biocombustível. O levantamento da ANP compilado pelo AE-Taxas considera que o etanol de cana-de-açúcar ou de milho, por ter menor poder calorífico, tenha um preço limite de 70% do derivado de petróleo nos postos para ser considerado vantajoso.

Em Mato Grosso, o hidratado é vendido, em média, por 54,21% do preço da gasolina, em Goiás a 63,22% e em Minas Gerais a 61,63%. Em São Paulo, a paridade ficou em 61,53% e no Paraná em 67,51%.

Na média dos postos pesquisados no País, a paridade é de 63,58% entre os preços médios de etanol e gasolina, também favorável ao biocombustível. A gasolina foi mais vantajosa em Roraima, com a paridade de 90,37% para o preço do etanol.

Fonte:Agência Estado

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Pará é Estado que mais utiliza o Fundo Amazônia

Desde 2012, Estado recebeu R$ 91 milhões para implementação do Cadastro Ambiental Rural(Foto:Thiago Vilarins-reuteres)
Com destino ameaçado, o Fundo Amazônia tem sido fundamental para que o Pará consiga implementar o Código Florestal. Desde o início da nova legislação, em 2012, o Estado recebeu R$ 91 milhões para implementação do Cadastro Ambiental Rural (CAR), a primeira etapa do código. Esse foi disparado o maior recurso do fundo para essa finalidade, segundo estudo do Instituto Centro de Vida (ICV) e do Observatório do Código Florestal.

É através do CAR que os proprietários detalham a composição de suas propriedades, o que permite monitoramento, controle e combate ao desmatamento, fator diretamente ligado ao Fundo Amazônia. Por regra, quanto menores são as taxas de desmate no País, mais dinheiro é doado ao fundo por Noruega e Alemanha. De acordo com o Código Florestal, em áreas de floresta Amazônica, o proprietário do imóvel deve manter 80% da vegetação nativa. Se as taxas forem inferiores, o que é constatado pelo  CAR, o dono da área deverá adequar-se à lei com auxílio do Programa de Regularização Ambiental (PRA).

Pelo levantamento, 19 estados brasileiros tiveram que acessar recursos extraorçamentários para implementação do CAR. Em 12 desses, a verba adicional era proveniente do Fundo Amazônia. No total, foi utilizado R$ 359 milhões do fundo, sendo 25% desse montante pelo Pará. Em seguida, vêm Amazonas (R$ 46 milhões) e Maranhão (R$ 40 milhões). “O orçamento ambiental compete com outras áreas que normalmente são tidas como prioridade, e o ambiente acaba com menos recursos, mas com atribuições crescentes”, diz Paula Bernasconi, coordenadora de iniciativas econômicas para conservação do ICV.

Futuro do Fundo Amazônia é incerto

A insegurança em torno do futuro do Fundo Amazônia começou após o anúncio do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, de ter encontrado irregularidades na gestão do fundo e de querer modificá-lo. Uma das mudanças seria a diminuição da estrutura do Comitê Orientador do Fundo Amazônia (Cofa), um comitê cuja existência é condição para que os principais doadores – Noruega e Alemanha – continuem a aplicar suas verbas.

O anúncio ocorreu logo após o vencimento do prazo estipulado pelo decreto 9759, assinado pelo presidente Jair Bolsonaro em 11 de abril, que extinguiu todos os colegiados da administração pública federal – entre eles, o Cofa. O texto determinava que os colegiados deveriam passar por uma repaginação completa ou seriam extintos no dia 28 de junho. Todos os colegiados que passaram por reformulações foram restabelecidos, o que foi divulgado no Diário Oficial da União. No entanto, nada foi publicado sobre o Cofa.

Em carta, os países doadores formalizaram a defesa da estrutura do Cofa e afirmaram que as auditorias feitas no fundo não encontraram sinais de irregularidades.

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Exportações de petróleo da Venezuela voltam a ultrapassar 1 milhão de barris por dia em junho

Venzuela tem conseguido retomar os níveis de exportação que mantinha no início deste ano (Fonte:REUTERS/Carlos Garcia)

Crescimento é auxiliado pelo aumento nos embarques à China, principal destino dos produtos da petroleira estatal PDVSA

As exportações de petróleo da Venezuela se recuperaram em junho de uma queda acentuada no mês anterior, auxiliadas pelo aumento nos embarques à China, que agora é o principal destino dos produtos da petroleira estatal PDVSA, de acordo com dados da empresa e da Refinitiv Eikon.

A PDVSA e suas joint ventures exportaram 1,1 milhão de barris por dia (bpd) de petróleo bruto e produtos refinados no último mês, uma elevação de 26% ante maio. Os compradores chineses receberam 59% dos carregamentos, seguidos pela Índia (18%) e por Cingapura (10%), apontaram os documentos.

Os dados de junho mostram que o país, membro da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), tem conseguido retomar os níveis de exportação que mantinha no início deste ano, depois de sanções impostas pelos Estados Unidos à PDVSA em janeiro, que visavam derrubar a receita da nação com petróleo.

Desde então, a PDVSA reorganizou seus negócios para manter as exportações petrolíferas, principal fonte de receita do país.

A PDVSA não respondeu a um pedido por comentários.

As exportações venezuelanas para a China têm crescido consistentemente desde as sanções, segundo os dados. Em fevereiro, o volume embarcado era de 233 mil bpd, tendo quase triplicado em junho, para 656 mil bpd. No entanto, as vendas da PDVSA para a Índia, outra grande recebedora, decaíram para 200 mil bpd, enquanto os embarques para a Europa permaneceram em cerca de 85 mil bpd nos últimos meses.

Por:Reuters

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Produção de petróleo no Brasil bate recorde em maio com avanço da Petrobras

(Foto:REUTERS/Pilar Olivares)-Volume total de petróleo produzido alcançou 2,731 milhões de barris por dia

A produção da Petrobras, responsável por cerca de 74% da produção de petróleo do país, atingiu 2,033 milhões de bpd em maio (REUTERS/Pilar Olivares)

A produção de petróleo do Brasil bateu recorde em maio, com alta de 4,7% ante o mesmo mês do ano passado e avanço de 4,9% se comparado a abril, com o impulso de uma recuperação das atividades da Petrobras, apontaram dados da agência reguladora ANP nesta terça-feira.

O volume total de petróleo produzido alcançou 2,731 milhões de barris por dia (bpd) em maio, superando a máxima anterior de 2,73 milhões de bpd de dezembro de 2016, apontou relatório mensal da autarquia.

A produção da Petrobras, responsável por cerca de 74% da produção de petróleo do país, atingiu 2,033 milhões de bpd em maio, uma alta de 4 por cento ante o mesmo período do ano passado.

Em maio, o diretor de Exploração & Produção da Petrobras, Carlos Alberto de Oliveira, disse em teleconferência que a extração da empresa já havia se recuperado, após ter sofrido impactos de venda de ativos e manutenção em plataformas no primeiro trimestre.

A Shell, segunda maior produtora do Brasil e principal sócia da Petrobras no pré-sal, produziu em maio 339.564 bpd, alta de 1,4 por cento na comparação com o mesmo mês do ano passado.

GÁS NATURAL

A produção de gás natural no Brasil também bateu recorde, de 118 milhões de metros cúbicos/dia, superando máxima anterior de 117 milhões de m³/dia, em outubro de 2018. O volume representou alta de 5,4% na comparação anual e de 4,4% frente a abril.

Somente a Petrobras produziu 91,636 milhões de m³/dia em maio, alta de 6,8 por cento ante o mesmo mês de 2018.

Se somadas a produção total de petróleo e gás do Brasil, houve também recorde em maio, de 3,474 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boe/d) ante 3,433 milhões de boe/d em dezembro de 2016, maior nível atingido até então.

A produção do pré-sal também alcançou patamares históricos, tanto em volume quanto em percentual de participação no total, disse a ANP, que registrou alta de 6,4% ante abril e de 14,5% na comparação anual.

A produção no pré-sal em maio respondeu por 60,7% do total produzido no Brasil no mês, com 1,64 milhão de barris por dia de petróleo e 68,7 milhões de metros cúbicos/dia de gás natural, ou um total de 2,106 milhões de barris de petróleo equivalente por dia (boe/d).

Por:Reuters

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Prazo para sacar o PIS termina na próxima sexta (28)

(Foto:Ary Souza / O Liberal)-Quem não fizer o saque perderá o direito ao benefício

Termina na próxima sexta-feira (28) o prazo para sacar o abono salarial do PIS/Pasep para quem trabalhou em 2017. O valor varia de R$ 84 a R$ 998, de acordo com o tempo trabalhado naquele ano. Quem não fizer o saque perderá o direito ao benefício.

Quem tem direito a sacar o abono?

– quem trabalhou com carteira assinada por pelo menos 30 dias em 2017

– ganhou, no máximo, dois salários mínimos, em média, por mês

– está inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos

– é preciso que a empresa onde trabalhava tenha informado os dados corretamente ao governo

Como saber se tenho direito?

Para saber se tem direito ao abono salarial, é possível fazer a consulta das seguintes maneiras:

PIS (trabalhador de empresa privada):

– no Aplicativo Caixa Trabalhador

– no site da Caixa, clique em “Consultar pagamento”

– pelo telefone de atendimento da Caixa: 0800 726 0207

Pasep (servidor público):

– pelos telefones da central de atendimento do Banco do Brasil: 4004-0001 (capitais e regiões metropolitanas); 0800 729 0001 (demais cidades) e 0800 729 0088 (deficientes auditivos)

(Com informações do Uol e Agência Brasil)

Por:O Liberal

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