Gasolina fica com preço estável no Pará, segundo dados da ANP

(Foto:Igor Mota/Redação Integrada de O Liberal)-Produto apresentou avança em 15 estados e no DF; valor médio sobe 0,16% no País

O valor médio da gasolina vendido nos postos de combustível permaneceu estável no Pará e em Minas Gerais na semana passada, segundo dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), compilados pelo AE-Taxas. O produto avançou em 15 estados brasileiros e no Distrito Federal.

Houve queda em outros nove estados. Na média nacional, o preço médio subiu 0,16% na semana sobre a anterior, de R$ 4,319 para R$ 4,326.

Em São Paulo, maior consumidor do País e com mais postos pesquisados, o litro da gasolina subiu 0,12%, de R$ 4,078 para R$ 4,083, em média.

No Rio de Janeiro, o combustível avançou 0,15%, de R$ 4,801 para R$ 4,808, em média.

Em Minas Gerais o preço médio da gasolina permaneceu em R$ 4,591 o litro.

Por:Redação Integrada com informações da Agência Estado

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Caixa e BB iniciam pagamento de cotas do PIS/Pasep

(Foto:Reprodução)-Medida beneficia quem trabalhou antes de outubro de 1988

Quem trabalhou com carteira assinada entre 1971 e 4 de outubro de 1988 começa a receber hoje (19) as cotas do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep). A Caixa Econômica Federal, que administra o PIS, e o Banco do Brasil (BB), que administra o Pasep, começam a depositar o dinheiro nas contas dos correntistas das duas instituições.

Os demais cotistas poderão fazer os resgates conforme calendário divulgado pela Caixa e o Banco do Brasil. Segundo a Medida Provisória (MP) 889/2019, os recursos do fundo ficarão disponíveis para todos os cotistas, sem limite de idade. Diferentemente dos saques anteriores, agora não há prazo final para a retirada do dinheiro.

A MP facilita o saque por herdeiros, que passarão a ter acesso simplificado aos recursos. Eles terão apenas de apresentar declaração de consenso entre as partes e a declaração de que não existem outros herdeiros conhecidos.

Segundo a Caixa, 10,4 milhões de trabalhadores terão direito ao saque das cotas do PIS. O pagamento deve injetar até R$ 18,3 bilhões na economia brasileira. Hoje, o crédito automático será feito apenas para quem tem conta corrente ou poupança no banco. Em 26 de agosto, será a vez de os cotistas a partir de 60 anos poderem sacar. O pagamento aos trabalhadores com até 59 anos começará em 2 de setembro.

O saque de até R$ 3 mil poderá ser feito nas lotéricas, correspondentes Caixa Aqui e nos terminais de autoatendimento, utilizando o cartão Cidadão, com senha. Outra opção é nas agências da Caixa. Acima de R$ 3 mil, somente nas agências da Caixa.

O PIS atende aos trabalhadores da iniciativa privada. Para saber se tem direito às cotas do fundo, o correntista deve consultar o endereço www.caixa.gov.br/cotaspis.

No caso do Pasep, administrado pelo Banco do Brasil, estão disponíveis para saque R$ 4,5 bilhões pertencentes a 1,522 milhão de cotistas. Cerca de 30 mil participantes receberão automaticamente o dinheiro hoje. O Pasep atende a servidores públicos, militares e trabalhadores de empresas estatais.

Os cotistas clientes de outras instituições financeiras, com saldo de até R$ 5 mil, poderão transferir o saldo da cota por meio de Transferência Eletrônica de Documento (TED), sem nenhum custo, a partir de 20 de agosto. Os demais cotistas, assim como herdeiros e portadores de procuração legal, poderão realizar os saques diretamente nas agências do BB, a partir de 22 de agosto.

A opção de transferência oferecida pelo BB pode ser feita tanto pela internet, no endereço eletrônico www.bb.com.br/pasep, quanto pelos terminais de autoatendimento. O cotista ainda pode obter informações por meio da Central de Atendimento BB, pelos telefones 4004-0001 (capitais e regiões metropolitanas) ou 0800-729-0001 (demais localidades).

Por:Agência Brasil

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Produção de açaí no Pará é estimulada por projeto do Governo Federal

Iniciativa do Ministério do Desenvolvimento Regional já conta com dois núcleos estruturados (Foto:Igor Mota/Redação Integrada de O Liberal)

Iniciativa prioriza investimentos para estruturar a cadeia produtiva e capacitar os agricultores

Com o argumento de impulsionar o potencial produtivo do açaí, ampliar a capacidade de atendimento aos mercados interno e externo e gerar emprego e renda, o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) implementou a “Rota do Açaí no Pará”. As ações contam com apoio da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), Banco da Amazônia e da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap) do Pará. O estado responde atualmente por 61% da produção nacional – maior índice de extração do fruto do Brasil entre todas as unidades federativas.

A produção de açaí em território paraense saltou de 406,5 toneladas coletadas em 2010 para 1,2 milhão de toneladas em 2017, de acordo com levantamento da Sedap. O Amazonas ocupa a segunda posição nesse ranking, com 23% do total produzido no país. A secretária nacional de Desenvolvimento Regional e Urbano do MDR, Adriana Melo, afirma que o projeto vem para profissionalizar o setor. “O arranjo produtivo do açaí ainda é bastante fragmentado, não muito estruturado e o nível de formalidade da produção também não é alto. Implantamos a Rota do Açaí exatamente para priorizar investimentos e, com isso, estruturar essa cadeia e capacitar os agricultores. Nosso objetivo é impulsionar o desenvolvimento dessas regiões com inclusão produtiva e a geração de renda por meio do fortalecimento da produção da fruta”, detalha.

Atualmente, dois núcleos da Rota do Açaí apoiados pelo Ministério estão em atividade no Pará. A unidade Baixo Tocantins comporta quatro dos cinco maiores produtores de açaí do estado: Igarapé Miri, Abaetetuba, Cametá e Barcarena, responsáveis por 70% da produção paraense em 2017. Integram o núcleo, ainda, produtores de Acará, Baião, Limoeiro do Ajuru, Mocajuba, Moju, Oeiras do Pará e Tailândia.
Polos

O Polo BR-316/Nordeste Paraense abrange a capital, Belém, e outros 20 municípios: Ananindeua, Benevides, Bragança, Capanema, Capitão Poço, Castanhal, Colares, Curuçá, Inhangapi, Maracanã, Marapanim, Marituba, Primavera, Santa Bárbara do Pará, Santa Isabel do Pará, Tomé Açu, Viseu, Bujaru, Santo Antônio do Tauá e Magalhães Barata. Já o Polo do Arquipélago do Marajó está em implementação e teve a sua oficina de planejamento realizada na última semana. A região produziu 20% do total registrado pelo Pará em 2017.

A projeção do Ministério do Desenvolvimento Regional é ampliar o alcance da iniciativa com a instalação de dois novos polos na região Norte do País: São Luiz do Anauá, em Roraima, e no Arquipélago do Bailique, no Amapá.

A Secretaria Nacional de Desenvolvimento Regional e Urbano (SDRU), a partir da identificação das potencialidades locais, em conjunto com os órgãos parceiros, associações e entidades locais, realiza o diagnóstico local. São consideradas questões como capacidade hídrica, energética, de escoamento da produção – rodovias, aeroportos, ferrovias e portos –, capacidade de beneficiamento e produtiva.
Apoio técnico

É oferecido apoio técnico e de planejamento estratégico para profissionalizar o trabalho dos agricultores. “Quando falamos em estruturar a cadeia produtiva, consideramos, necessariamente, a inserção desse pequeno produtor”, destaca Adriana Melo.

A ação faz parte das Rotas de Integração Nacional, que atuam com redes interligadas de Arranjos Produtivos Locais (APLs) para “promover inovação, diferenciação, competitividade e lucratividade de empreendimentos associados”, segundo o MDR. Tudo ocorre a partir da coordenação de ações coletivas e iniciativas de agências de fomento. O Programa segue as diretrizes da Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR) e integra as estratégias do Ministério para desenvolver regiões.

Fonte:Redação Integrada de O Liberal

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MT lidera produção de grãos no país com 67 milhões de toneladas, estima Conab

A produção em MT equivale quase 28% da safra nacional de grãos, estimada em 241,3 milhões de toneladas. Na região Centro-Oeste, o número sobe para 61,15% do total previsto.
MT deve produzir 67,392 milhões de toneladas, segundo estimativa da Conab — Foto: José Medeiros/Gcom-MT

Mato Grosso lidera a produção de grãos no país com 67,392 milhões de toneladas, segundo estimativa do Acompanhamento da Safra Brasileira de Grãos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado nesta semana.

Com produção de 37 milhões de toneladas, o estado do Paraná aparece em segundo lugar na estimativa.

A produção em Mato Grosso equivale quase 28% da safra nacional de grãos, estimada em 241,3 milhões de toneladas. Na região Centro-Oeste, o número sobe para 61,15% do total previsto.

A soja, principal produto, é responsável por 32,4 milhões de toneladas, ou 28,2% da soja brasileira. Com relação ao milho, o estado deve colher 31,4 milhões de toneladas.

Já o algodão, a produção deve ser de 4,4 milhões de toneladas (em caroço) e 1,7 milhão (em pluma).

Por G1 MT/11/08/2019 14h45
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Salário mínimo pode ir a R$ 1.040 em 2020

O salário mínimo poderá passar de R$ 998 para R$ 1.040 em 2020 (Foto:© Divulgação)

A Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional aprovou na última quinta-feira, 8, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2020. O texto segue agora para o plenário do Congresso, onde deverá ser votado em sessão conjunta por deputados e senadores.

Entre os principais pontos do texto está o aumento do salário mínimo dos atuais R$ 998 para R$ 1.040 em 2020, com a correção do valor apenas pela inflação, ou seja, sem aumento real.

O porcentual de 4,2% de reajuste do mínimo corresponde à previsão de inflação para este ano do INPC. Por se tratar de estimativa, é possível que ocorra, até o fim do ano, alguma variação no valor de R$ 1.040.

O valor do salário mínimo impacta os gastos públicos. Segundo cálculos do governo, o aumento de R$ 1 para o salário mínimo implica despesa extra de R$ 302,8 milhões aos cofres públicos. Dois terços dos benefícios previdenciários são corrigidos pelo mínimo, assim como o Benefício de Prestação Continuada (BPC), pago a pessoas com deficiência e idosos com mais de 65 anos que comprovem renda familiar abaixo de um quarto do mínimo por pessoa.

Entre 2011 e 2019 vigorou proposta adotada pela então presidente Dilma Rousseff – aprovada pelo Congresso – de política de reajustes pela inflação do ano anterior e variação do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes. Como o PIB foi negativo em 2015 e 2016, nem sempre o mínimo subiu acima da inflação nos últimos anos.

O secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, disse na quinta que ainda não foi fechada a política de reajuste do mínimo para os próximos anos. “A discussão será feita no final do ano. Mesmo que o governo venha enviar na proposta de Orçamento reajuste real zero do salário mínimo, se vai ter aumento real ou não é algo que será debatido no Congresso até o final do ano”, disse. “O que é importante na discussão é que cada despesa adicional tem de definir a fonte de recursos”, completou.

A LDO estabelece metas e prioridades para o exercício financeiro do ano seguinte, além de orientar a elaboração do Orçamento da União. Também define a meta fiscal, que será de déficit de até R$ 124,1 bilhões.

Pela Constituição, o governo é obrigado a encaminhar ao Congresso, até 31 de agosto de cada ano, o projeto de lei do Orçamento da União. A LDO de 2020 deveria ter sido aprovada antes do recesso de julho, mas deputados e senadores saíram de “recesso branco”, o período de férias informais, e só voltaram ao trabalho na última terça-feira.

O relator da LDO, deputado Cacá Leão (PP-BA), fez alterações no projeto enviado pela área econômica em relação ao fundo eleitoral. Ele mais que dobrou a previsão de recursos aos partidos no ano que vem para as eleições municipais. Em comparação com as eleições de 2018, a LDO de 2020 prevê repasse de R$ 2 bilhões a mais ao fundo eleitoral. No ano passado, 35 partidos receberam R$ 1,7 bilhão para bancar campanhas eleitorais.

O projeto aprovado na comissão também libera a realização de concursos públicos em 2020 e veta o bloqueio do orçamento da Educação pelo governo.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Governo antecipa parcela do 13° a aposentados e pensionistas

(Foto: Agência Brasil)- O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta segunda-feira (5) medida que transforma em lei a antecipação de parcela do 13º salário para aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

Segundo o porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, a iniciativa vai liberar um montante de R$ 21 bilhões para 30 milhões de beneficiários em todo o país.

Entre agosto e setembro de todos os anos, aposentados e pensionistas receberão a antecipação de 50% do valor do benefício. Não será necessário comparecimento a uma agência do INSS. O pagamento será feito diretamente na folha do beneficiário.

Por se tratar de uma medida provisória, a proposta tem validade imediata e haverá antecipação já neste ano. Ainda assim, o projeto exige o aval do Congresso, que analisará o texto e poderá fazer modificações.

De acordo com o porta-voz, a assinatura da medida torna a antecipação uma política de estado, com datas fixas para o pagamento.

“Essa medida, além de aquecer a economia, proporciona segurança e previsibilidade para os aposentados, que terão a garantia e a certeza de que receberão essa antecipação todos os anos”, disse.

A regra em vigor até agora permitia que o presidente escolhesse a data para o pagamento da parcela antecipada. A definição era feita por meio de decreto presidencial.

O secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, afirmou que a medida acaba com decisões tomadas por conveniência política.

“Desde 2006, os governos têm, em meses diferentes, em função de circunstância política, feito esse adiantamento. Antes, se fazia por decreto a depender da conveniência do presidente”, disse.

A assinatura da medida torna a antecipação do pagamento uma medida de governo, prevendo o seu pagamento no final de agosto nos próximos anos.

“Essa medida, além de aquecer a economia, proporciona segurança e previsibilidade para os aposentados, que terão a garantia e a certeza de que receberão essa antecipação todos os anos”, disse.

Atualizado em 05/08/2019, 20:55 – Autor: FOLHAPRESS
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Petrobrás altera política de preços para botijão de gás

Botijão de gás/Hoje, a tonelada do GLP de uso industrial custa nas refinarias da estatal R$ 1.950,80. Foto: Estadão

A diretoria da Petrobrás definiu uma nova política de preço para o botijão de gás, o GLP envasado em recipiente de até 13 kg, um produto de forte apelo social. A partir de agora, os consumidores residenciais pagarão valores alinhados aos do mercado externo, como já acontece com o GLP destinado à indústria e ao comércio. Houve ainda uma alteração no prazo de reajuste, que passou a ser indefinido.
Com isso, a empresa equipara a política para o botijão à paridade internacional adotada no comércio dos demais derivados de petróleo. Assim como faz com os demais produtos refinados, a Petrobrás, ao definir o preço do botijão de gás, vai considerar também os custos do frete marítimo, despesas internas de transporte, e uma margem para remuneração dos riscos inerentes à operação, como informou em comunicado divulgado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

A Petrobrás garante, no entanto, que, mesmo com essas mudanças, continuará atendendo resolução do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), que determina que os consumidores residenciais devem pagar menos pelo combustível. “Os preços do GLP industrial/comercial e do residencial envasado em botijões de até 13 kg (P13) passam a ter um alinhamento maior, embora mantido o atendimento à Resolução 4/2005 do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE)”, traz o comunicado.

A resolução do CNPE define valores diferenciados para o botijão porque afeta a parcela da população brasileira de menor poder aquisitivo.

Hoje, a tonelada do GLP de uso industrial custa nas refinarias da estatal R$ 1.950,80 e o de uso residencial, R$ 1.850,80. Esses valores representam uma redução média de 13,4% no preço do GLP industrial e de 8,2% no preço dos envasados até 13 kg. Novas revisões vão depender das condições do mercado e da avaliação dos cenários interno e externo.

Para Sérgio Bandeira de Mello, presidente do Sindigás, que representa as distribuidoras de GLP, ainda há espaço para a Petrobrás reduzir ainda mais o preço do botijão de gás. Pelo cálculo da entidade, os preços praticados pela estatal em suas refinarias ainda estão cerca de 30% superior ao de importação da commodity do Golfo do México.

“A notícia é boa, porque o preço baixou e as diferenças (entre os segmentos de consumo) diminuíram.  A gente ainda vê possibilidade de o preço cair mais. A gente espera que a diferença acabe. Não faz sentido que o comércio e a indústria subsidiem o botijão de 13 kg. Quem tem que subsidiar é o governo. A iniciativa privada não pode ficar com esse ônus”, afirmou Mello.

A expectativa do Sindigás é que os preço da commodity continue em queda no mercado internacional, por conta de uma sobreoferta nos Estados Unidos. Com isso, acrescenta, a tendência é de novas quedas no futuro.

Por:Fernanda Nunes, O Estado de S.Paulo
05 de agosto de 2019 | 22h21

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Carga tributária bate recorde de 35,07% do PIB, mesmo com a economia fraca

(Foto:Marcello Casal Jr. / Agência Brasil)-Em média, cada habitante recolheu o equivalente a R$ 11.494 em impostos em 2018

Mesmo com a economia brasileira “andando de lado”, a carga tributária do País atingiu o pico histórico de 35,07% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2018 – o equivalente a R$ 2,39 trilhões. Em média, cada habitante recolheu o equivalente a R$ 11.494 em impostos. Cada brasileiro precisou trabalhar cerca de 128 dias apenas para quitar os seus compromissos com o pagamento de tributos.

Os cálculos foram feitos pelos economistas José Roberto Afonso e Kleber de Castro, em estudo que antecipa a consolidação dos números da carga tributária do ano passado e busca respostas para entender as razões que levaram a um movimento tão grande de alta justamente num período de crescimento muito baixo da economia.

A expansão do peso dos impostos para empresas e pessoas físicas em 2018 atingiu 1,33 ponto porcentual e bateu o recorde anterior, registrado em 2008, de 34,76% do PIB. O avanço é ainda mais impactante pelo fato de representar o maior salto dos últimos 17 anos. A série histórica é de 1947. Os dados foram extraídos de fontes oficiais, registrados nos balanços públicos

Os dois especialistas se surpreenderam com a magnitude do resultado. Eles fizeram diversas rechecagens e consultas a outros economistas e técnicos do governo diante do tamanho do aumento de um ano para o outro. O resultado encontrado faz suscitar dúvidas sobre a tese aventada nos últimos anos de que teria havido uma quebra estrutural na trajetória crescente de alta da carga tributária.

Após a crise internacional de 2008, o comportamento estrutural da carga foi alterado com relação ao padrão histórico. A tendência expansionista passou a não se verificar. A trajetória nessa fase mais recente foi errática, com períodos de baixa seguidos de outros de expansão, mas em nenhum momento demonstrando o movimento expansivo dos anos anteriores.

De 2008 até 2015, a carga encolheu aproximadamente 1,92% do PIB. Esse quadro, porém, se inverteu a partir de 2016. De 2016 a 2018, houve um avanço dos impostos de 2,23% do PIB – sendo a maior parte no último ano. Segundo José Roberto Afonso, professor do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), os resultados de 2016 e 2017 foram sustentados por fatores atípicos, como os recursos do programa de recursos no exterior e as receitas de royalties do petróleo, que foram puxadas pela trajetória expansiva do preço do petróleo no mercado internacional.

Em 2018, porém, além dos fatores extraordinários, como os royalties do petróleo, observou-se que tributos tradicionais, como Imposto de Renda, PIS/Cofins e ICMS tiveram desempenho atípico para uma fase de baixo crescimento. Se não há motivos ligados à atividade econômica para explicar esse comportamento, o mais razoável, apontam os economistas, é assumir que houve uma combinação de recuperação localizada (em alguns setores), com maior esforço de recolhimento pelos governos (aumento de alíquotas, como a dos combustíveis, e fiscalização).

Generalizado

O padrão de crescimento de carga foi disseminado nas três esferas de governo (União, Estados e municípios). Cerca de 65,7% de toda a carga tributária de 2018 é cobrada pela União, que arrecadou quase R$ 1,57 trilhão – cerca de 23% do PIB do ano passado. O restante foi cobrado pelos Estados, que contribuíram com aproximadamente 27,2% do total (R$ 650 bilhões), e municípios, com 7,2% (R$ 172 bilhões).

Para Castro, que é doutor pela Uerj e sócio da Finance Análise e Consultoria, é difícil ainda saber se o salto foi um ponto fora da curva ou se haverá um deslocamento da carga para a sua tendência histórica de crescimento. Ele destaca que o objetivo do estudo foi apresentar uma fotografia recente da carga tributária que possa servir de subsídio para o desenho de um novo sistema. “Qualquer mudança deveria ter em mente que não seria possível reduzir carga, dada a grande participação de despesas obrigatórias em nosso Orçamento”, diz Afonso, um dos pais da Lei de Responsabilidade Fiscal.

Segundo ele, as mudanças devem priorizar reformar os tributos indiretos com vistas a mitigar as distorções provocadas na economia pelo sistema atual, cumulatividade, guerra fiscal, oneração de exportações e dos investimentos. “A natureza da nova economia depõe contra a carga tributária alta, como é o caso brasileiro. Não é uma questão de lei, de alíquota, mas sim de base de cálculo, cada vez menor ou mais fugitiva”, prevê o economista.

‘Grande polvo’

“A carga tributária brasileira é um grande polvo com vários tentáculos que agarram tudo que a gente faz”. É assim que Ramiro Sanchez Palma, dono da Anfra Tecidos, que atua no setor têxtil de decoração, resume o seu dia a dia em torno da burocracia para o pagamento de tributos municipais, estaduais e federais. “Quem assina o cheque sente todos os dias o peso dos impostos”, acrescenta.

Palma ressalta que o setor têxtil – com exceção das maiores empresas – não é verticalizado. Por isso, cada companhia da área participa de uma longa cadeia de suprimentos.

A criação de uma cortina de poliéster, por exemplo, começa na produção do polímero pela Petrobrás, que vai para uma companhia que transforma o insumo em fibra, passa por outra que executa o fio, vira tecido em outra, chega à fábrica do empresário – que realiza a confecção – e só então é enviada para o consumidor final.

“São cobrados tributos em cada etapa. O modelo tributário brasileiro causa um estrago no preço final do produto”, acrescenta Palma, que cita ainda os impostos pagos na folha de salários e em outros insumos, como energia e transporte.

Com isso, o executivo relata que não consegue nem cogitar exportar parte da produção. “Não dá para ser competitivo. O Brasil é o quinto ou sexto produtor mundial do setor têxtil, mas exportamos menos de 1% da produção. Não é falta de qualidade ou design. O mundo adora a moda brasileira, mas o modelo tributário não nos permite disputar mercados.”

Ricardo Gracia, um dos proprietários da Kidy Calçados Infantis, aponta que a alta carga tributária acaba com a capacidade de as empresas investirem em inovação e tecnologia para seus produtos

“Os impostos praticamente inviabilizam a evolução dos negócios. Não dá para repassar tudo no preço, porque um país em crise deixa a população sem dinheiro para consumir. Então, as companhias acabam reduzindo a margem de lucro”, afirma.

Vivendo com uma lucratividade baixa, apenas no limite da sobrevivência das firmas, boa parte parque industrial passa por um processo de sucateamento. “Quase não sobra para modernizar a estrutura, então acabamos ficando estagnados. E depois precisamos competir com os chineses, que estão rapidamente automatizando e robotizando suas linhas produtivas.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Por:Agência Estado

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China abre portas para lácteos do Brasil e habilita 24 unidades, diz governo

(Foto:Pascal Rossignol / Reuters)-Lista de produtos que poderão ser exportados estão leite em pó, queijos e leite condensado

A China abriu o mercado para lácteos brasileiros e habilitou 24 estabelecimentos do Brasil para exportação de produtos como leite em pó e queijos, de acordo com o Ministério da Agricultura nesta terça-feira.

A habilitação dos chineses acontece em um momento em que o país aguarda a autorização para dezenas de unidades exportadoras de carnes pela China.

Em nota, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, disse que a abertura do mercado lácteo impulsionará a cadeia produtiva do leite, que está em dificuldades, segundo ela.

De acordo com o ministério, a certificação estava acordada com a China desde 2007, mas não havia nenhuma planta brasileira habilitada a exportar desde então.

O ministério destacou que o Brasil produz 600 milhões de toneladas de leite, enquanto China importa 800 milhões de toneladas, “200 milhões de toneladas a mais do que produzimos”.

Entre os produtos que poderão ser exportados estão não fluidos, como leite em pó, queijos e leite condensado.

Com a habilitação dos estabelecimentos, a expectativa é o setor exportar 4,5 milhões de dólares em queijos, estima a Viva Lácteos, segundo informação citada pelo ministério. Em 2018, os chineses importaram 108 mil toneladas em queijos, conforme a entidade.

Já as exportações brasileiras de queijos cresceram 65,2% nos últimos três anos, afirmou a nota

Por:Reuters

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Em 200 dias de governo, bancos públicos já venderam R$ 16 bilhões em ativos

(Foto:José Cruz / Agência Brasil)-Venda é uma orientação da equipe econômica do governo, que não quer competir com banqueiro

Enquanto o governo prepara um superpacote de privatizações, os bancos públicos saíram na frente e puxaram a fila de venda de ativos. Capitaneadas por Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil, as operações somaram quase R$ 16 bilhões nos 200 dias da administração do presidente Jair Bolsonaro. Já o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ficou na condição de coadjuvante em meio à troca de comando e à orientação de desmontar a “caixa-preta”.

As vendas por parte dos bancos públicos são uma orientação da equipe econômica do governo, que não quer “competir com banqueiro”. Em suas apresentações ao mercado, o secretário especial de Desestatização e Desinvestimento do Ministério da Economia, Salim Mattar, tem reforçado a necessidade de desestatizar o crédito no Brasil, reduzindo o tamanho das instituições oficiais no setor.

Novas vendas já estão engatilhadas para o segundo semestre, com potencial de multiplicar o volume arrecadado e contribuir com os planos do governo de alcançar US$ 20 bilhões em privatizações só este ano. As operações envolvem não só negócios do setor financeiro, mas também a participação dos bancos estatais em empresas de outros segmentos, como energia, saneamento, logística.

A União ganha de duas formas com as vendas de ativos por meio dos bancos públicos. Além dos impostos das operações, considerando o ganho de capital, ainda se beneficia de dividendos distribuídos, uma vez que é o acionista controlador.

“A maioria dos ativos vendidos pelos bancos públicos já estava listada na Bolsa e, por isso, é muito mais fácil vender. Além de já ter um valor estabelecido, o mercado conhece a história das empresas”, diz o analista do Brasil Plural, Eduardo Nishio. “Se a história é boa, tem comprador.”

Segundo ele, a estratégia dos bancos estatais é se desfazer de investimentos que não são foco da operação bancária. No caso da Caixa, acrescenta, pesa ainda a “reestruturação profunda” da nova gestão para torná-la mais eficiente e diminuir a intervenção do governo no sistema financeiro.

O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, afirmou recentemente que estão previstas “outras 15” operações. A meta da instituição para o ano era levantar R$ 15 bilhões. No primeiro semestre, já foram R$ 10 bilhões, com a venda de ações do ressegurador IRB Brasil Re e da Petrobrás. A Caixa vai listar os negócios de seguros, cartões, lotéricas e gestão de recursos na Bolsa e vender as participações detidas pelo FI-FGTS (fundo que concentra os recursos dos trabalhadores e é gerido pelo banco público).

Horizonte. Só a venda da área de seguros pode superar o valor de tudo do que a Caixa se desfez até agora. Neste momento, segundo Estadão/Broadcast apurou, o banco resolve questões de governança para enviar a segunda leva de informações para os interessados. De posse desses dados é que os candidatos farão as ofertas para disputar o ativo.

Enquanto isso, a Caixa negocia também com a sócia francesa CNP Assurances e tenta elevar o preço fechado pela nova parceria, de R$ 4,65 bilhões, ainda na gestão do ex-presidente Michel Temer. Além das operações que deseja levar à Bolsa, o banco público vai tocar a venda as fatias do FI-FGTS no BB e na Alupar, de energia

O BB também tem uma fila de vendas pela frente. Entre elas, estão sua empresa de recuperação de créditos vencidos, a Ativos, o banco Votorantim, do qual é sócio com a família Ermírio de Moraes; BB Americas, sua filial nos Estados Unidos, além do argentino Patagônia. O BB procura ainda parceiro nas áreas de banco de investimento e gestão de recursos.

Até o momento, além de vender a participação na Neoenergia, em que levantou R$ 1,775 bilhão, o BB saiu do IRB por meio de uma venda de ações em Bolsa que lhe rendeu R$ 4,181 bilhões. Encerrou também as atividades da BBTur, de viagens, e vendeu, juntamente com o BNDES, a fatia que detinha na Seguradora Brasileira de Crédito à Exportação (SBCE) por R$ 3,27 milhões.

Para o segundo semestre, o mercado espera que o BNDES, comandado agora por Gustavo Montezano, após a saída de Joaquim Levy, seja mais ativo. Em sua posse, o executivo disse que suas metas são explicar a “caixa-preta” do banco e acelerar a venda de participações por meio da BNDESPar, seu braço de investimento em empresas, que somam em torno de R$ 100 bilhões.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Por:Agência Estado

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