Receita libera nesta terça consulta ao quinto lote de restituição do IR

(Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil) – Crédito, que beneficiará 2.703.715 contribuintes, será realizado no dia 15 de outubro

A partir das 9h desta terça-feira (8), estará disponível para consulta o quinto lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2019. O lote inclui também restituições residuais dos exercícios de 2008 a 2018.O crédito bancário para 2.703.715 contribuintes será realizado no dia 15 de outubro, totalizando R$ 3,5 bilhões. Desse total, R$180.177.859,42 referem-se ao quantitativo de contribuintes com preferência: 4.848 contribuintes idosos acima de 80 anos, 32.634 contribuintes entre 60 e 79 anos, 4.281 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou doença grave, e 17.056 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério.Para saber se teve a restituição liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na internet, ou ligar para o Receitafone 146. Na consulta à página da Receita, serviço e-CAC, é possível acessar o extrato da declaração e ver se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento. Nesta hipótese, o contribuinte pode avaliar as inconsistências e fazer a autorregularização, mediante entrega de declaração retificadora.A Receita disponibiliza, ainda, aplicativo para tablets e smartphones que facilita consulta às declarações do IRPF e situação cadastral no CPF. Com o aplicativo, será possível consultar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre a liberação das restituições do IRPF e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá fazer requerimento por meio da internet, mediante o Formulário Eletrônico – Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF.Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contatar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

Por: O Liberal

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Servidores do Estado já podem consultar contracheque da antecipação do 13°

Documento referente ao 13° está disponível juntamente com o contracheque do mês de setembro (Foto:Arquivo Agência Pará)

Para ter acesso ao documento, e só acessar o portal do servidor

Os servidores do Estado já podem consultar o contracheque do adiantamento da primeira parcela do 13° salário. O documento está disponível no Portal do Servidor. Para consultar o contracheque, basta acessar o item “serviços” e depois “contracheque”, e informar o número de matrícula e depois a senha para acessar o sistema. O documento referente ao 13° está disponível juntamente com o contracheque do mês de setembro, devendo ser selecionado, portanto, este mês como referência.

A antecipação da primeira parcela do 13° aos servidores do Estado foi anunciada pelo governador Helder Barbalho no dia 24 de setembro.

Calendário de pagamento

Dia 08 (terça-feira) – Inativos militares e pensionistas civis/ militares e inativos civis e pensões especiais/ Sead.

Dia 09 (quarta-feira) – Auditoria Geral, Casa Civil, Casa Militar, Gabinete Vice-governadoria, Procuradoria Geral, Sedap, Sectet, Sead, Sefa, Seplan, Semas, Secult, Seel, Sedeme, Sejudh, Sedop, Sespa, Seaster, Setran, Secom, Setur, NGTM, NEPMV, NGPR, NAC, Corpo de Bombeiros, Polícia Civil, Polícia Militar, Segup, Adepará, Arcon, Asipag, Codec, Ceasa, Cohab, CPC Renato Chaves, Detran, EGPA, Emater, FCG, FCP, Fasepa, Funtelpa, Fapespa, Hospital de Clínicas, Hospital Ophir Loyola, Hemopa, Imetropará, Iasep, Igeprev, Imprensa Oficial do Estado, Iterpa, Jucepa, Prodepa, Santa Casa, Susipe, Uepa, Ideflor-Bio, CPH e Parápaz.

Dia 10 (quinta-feira) – Seduc (capital e interior).

Por:Agência Pará

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Produção de soja do Brasil deve avançar 5,4% e bater recorde em 2019/20

Plantio de soja em Cruz Alta (RS) (Foto:Inae Riveras / REUTERS)

Estimativa é de 125,75 milhões de toneladas para a colheita

A produção de soja do Brasil deve avançar 5,4% na temporada 2019/20 em comparação anual e atingir recorde de 125,75 milhões de toneladas, estimou nesta terça-feira a consultoria Safras & Mercado, elevando sua projeção para a colheita da oleaginosa neste ano-safra.

A Safras, que em sua previsão anterior estimava uma produção de 123,80 milhões de toneladas, também elevou sua perspectiva para a área de cultivo em 2019/20 para 36,94 milhões de hectares, alta de 1,5% ante a semeadura da temporada anterior.

A produtividade da cultura também deve subir, atingindo 3.421 kg por hectare e ficando acima da média obtida em 2018/19, acrescentou a Safras.

A consultoria citou uma “mudança no contexto fundamental do mercado” nos últimos dois meses, com uma elevação nos preços e na rentabilidade do produtor, como estímulo para o maior crescimento da área destinada à soja.

“Embora algumas incertezas permaneçam, os produtores se sentem um pouco mais seguros neste momento diante dos melhores preços registrados”, disse em nota Luiz Fernando Roque, analista da Safras.

Ainda segundo a Safras, a área de soja deverá crescer em praticamente todos os Estados produtores. A consultoria também destacou uma provável recuperação das produtividades no Paraná e em Mato Grosso do Sul, afetados por seca em 2018/19.

“Se o clima permitir, o Brasil deve colher safra recorde, consolidando o país como o maior produtor do mundo de soja”, concluiu a consultoria.

Na temporada atual, os Estados Unidos terão uma redução na produção de soja, após enchentes afetarem o plantio do país.

Por:Reuters

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Governo prepara linha de crédito para caminhoneiros

(Foto:Marcelo Camargo/Agência Brasil0)-Executivo deve editar uma medida provisória para atender à reivindicação da categoria

O governo deve diminuir as exigências e facilitar o acesso de caminhoneiros a linhas de crédito voltadas para manutenção da frota com juros mais baixos e prazos maiores. Segundo uma fonte que acompanha as discussões, o Executivo deve editar uma medida provisória para atender à reivindicação da categoria, que ameaçou deflagrar greve no início deste ano.

Em abril, o governo liberou R$ 500 milhões em financiamentos do BNDES. Na ocasião, os recursos seriam destinados a empréstimos de no máximo R$ 30 mil por CPF. Em agosto, porém, apenas um empréstimo havia sido aprovado na linha BNDES Caminhoneiro. O banco então ampliou o limite para R$ 100 mil e o prazo dos empréstimos passou de dois anos e meio para até cinco anos, com 12 meses de carência, para empréstimos que podem ser pedidos até 26 de maio de 2020.

A mudança, no entanto, não resolveu a situação segundo um dos líderes da categoria, Wanderlei Alves, conhecido como Dedéco. Segundo ele, há ainda entraves burocráticos que impedem os caminhoneiros de acessar esses financiamentos. “Hoje, o maior problema do caminhoneiro é a troca de pneu”, disse. Dedéco afirma que, a convite do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, vai participar de um encontro com presidentes de bancos nos próximos dias 9 e 10 em Brasília para tratar do assunto.

Enquanto isso, a equipe do ministério também tem discutido a situação. Reunidos em uma sala no sexto andar do Ministério da Infraestrutura na sexta-feira, a secretária adjunta da Pasta, Viviane Esse, e representantes do BNDES e da subchefia de articulação e monitoramento da Casa Civil debateram o assunto.

Uma das propostas colocadas à mesa foi a de manter essas linhas de créditos em um limite de R$ 100 mil, com foco na troca de pneus de caminhões. Outra ideia debatida foi a da possibilidade de os empréstimos terem prestações intercaladas seguindo a entressafra, ou seja, em alguns meses, os caminhoneiros não pagariam as parcelas. As linhas seriam oferecidas pela Caixa, BB e BNDES.

O governo também deve incluir na MP a criação do Documento de Transporte Eletrônico (DTE), um sistema único para transporte de cargas. Essa foi uma das promessas feitas à categoria pelo governo para reduzir a burocracia e baratear os custos do frete

O BNDES disse que vem promovendo “uma série de avanços em seus modelos de financiamento para contemplar as necessidades dos caminhoneiros nos últimos meses”. O banco lembrou que criou, no mês passado, uma linha de refinanciamento de dívidas que beneficia, inclusive, caminhoneiros. “O banco promove continuamente estudos e diálogos de forma a aprimorar os seus instrumentos disponíveis para atender a demandas da sociedade, entre as quais as dos caminhoneiros.”

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Por:Agência Estado

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Pará terá de qualificar quase 200 mil trabalhadores para a indústria até 2023

Jonathas Neves, 25, estudante do curso técnico de automação do Senai (Foto:Ascom / Senai)

Energia e metalmecânica estão entre as áreas que mais vão exigir capacitação de técnicos

Até 2023, o estado do Pará terá de preparar para o mercado profissional 189.622 trabalhadores em ocupações industriais de níveis superior e técnico, em processo de qualificação e aperfeiçoamento. Os dados são do Mapa do Trabalho Industrial, elaborado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), para subsidiar a oferta de cursos da instituição. Essas ocupações têm em sua formação conhecimentos de base industrial e, por isso, são oferecidas pelo Senai. No entanto, outros setores da economia também poderão empregar os profissionais.

O aperfeiçoamento de trabalhadores que já estão empregados representa a maioria da demanda prevista pelo estudo (73%). Em parcela menor (27%) estão aqueles que precisam de formação inicial para ingressar no mercado de trabalho. No último grupo, de acordo com o Senai, estão as pessoas que vão ocupar tanto novas vagas quanto postos já existentes, que ficarão disponíveis devido a aposentadoria de profissionais mais experientes.

O diretor regional do Senai, Dário ressalta que as profissões apontadas no estudo já são ensinadas pelo Sistema Nacional há algum tempo. “As demandas de formações citadas pelo Mapa do Trabalho são as áreas que investimos nos últimos anos, com modernização de nossos laboratórios e capacitações dos nossos instrutores, justamente pensando neste novo cenário de empregos para o Pará. O Senai está preparado para ser um formador desta vasta demanda”, anuncia.

O Mapa do Trabalho Industrial, além de subsidiar a oferta de cursos do Senai Pará, também pode servir para indicar aos jovens iniciantes, e também para pessoas que querem se recolocar no mercado, as áreas em que podem encontrar oportunidades. O jovem Jonathas Neves, 25, estudante do curso técnico de automação do Senai, tem a expectativa de conquistar sucesso profissional no futuro, já que automação é uma área classificada como promissora pelo levantamento.

“O mercado tende a expandir. A automação é o futuro industrial de tudo e é uma área onde jovens podem empreender, muito em razão do fato de que poderemos encontrar inovação. É um refúgio para a área do empreendedorismo. E tenho certeza que estou sendo bem preparado pelo Senai”, afirma. Automação industrial é definida como a utilização de máquinas eletromecânicas, softwares e equipamentos específicos para automatizar processos industriais. Possui como objetivo aumentar a eficiência dos processos de produção com o menor consumo de energia, menor emissão de resíduos e melhores condições de segurança, seja material, humana ou das informações.

Em âmbito nacional, o Brasil precisará qualificar 10,5 milhões de trabalhadores industriais até 2023 para suprir a demanda de profissões ligadas à tecnologia. Em números absolutos, as maiores gerações de emprego deve ocorrer nas ocupações de instaladores e reparadores de linhas e cabos elétricos, telefônicos e de comunicação de dados (14.367), operadores de máquinas de usinagem (5.356) e técnicos mecânicos na manutenção de máquinas, sistemas e instrumentos (3.560). Essas funções exigem nível técnico ou qualificação de mais de 200 horas.

Apenas nos empregos de nível superior, as áreas que mais precisarão de profissionais qualificados, também até 2023, são informática (368 mil), gestão (254,8 mil), construção (81 mil), indústria metalmecânica (56,4 mil) e produção (40,3 mil). No nível técnico, as demandas se concentram nos segmentos de logística e transporte (495,2 mil), metalmecânica (217,7 mil), energia e telecomunicações (181,4 mil), eletroeletrônica (160,4 mil), informática (160 mil) e construção (120,9 mil).

Por:Abílio Dantas

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Estudo mostra potencial de criação de 33.453 vagas em novas oupações

Geração de emprego ocorrerá nas ocupações de instaladores e reparadores de linhas e cabos elétricos, telefônicos e de comunicação de dado (Foto:Agência Brasil/Arquivo)

Para suprir a demanda, Brasil precisa capacitar 10,5 milhões de trabalhadores até 2023

O Brasil precisará qualificar 10,5 milhões de trabalhadores industriais até 2023 para suprir a demanda de profissões ligadas à tecnologia. A conclusão consta do Mapa do Trabalho Industrial 2019–2023, lançado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) para orientar a oferta de cursos da instituição nos próximos anos.

Segundo o levantamento, a maior parte desses 10,5 milhões de profissionais ligados à indústria precisará passar por cursos de reciclagem ou de aperfeiçoamento, tanto para dar conta da modernização de postos existentes como para repor vagas existentes de trabalhadores que se aposentarão ou se desligarão dos serviços. O estudo, no entanto, detectou o potencial de criação de 33.453 vagas relacionadas às mudanças tecnológicas.

Em números absolutos, as maiores gerações de emprego ocorrerão nas ocupações de instaladores e reparadores de linhas e cabos elétricos, telefônicos e de comunicação de dados (14.367), operadores de máquinas de usinagem (5.356) e técnicos mecânicos na manutenção de máquinas, sistemas e instrumentos (3.560). Essas funções exigem nível técnico ou qualificação de mais de 200 horas.

Em taxas percentuais, o maior crescimento no número de empregados nos próximos quatro anos deverá beneficiar o mercado de condutores de processos robotizados (22,9%), de nível superior. Em seguida, vêm técnicos em mecânica veicular (19,9%) e mais duas ocupações de nível superior: engenheiros ambientais e afins (19,4%) e pesquisadores de engenharia e tecnologia (17,9%). Os desempenhos são superiores à estimativa de 8,5% de crescimento dos empregos na indústria entre 2019 e 2023.
Transversalidade

Em relação à necessidade total de capacitação de trabalhadores (empregados atuais e novos), o Senai constatou que as funções transversais, que permitem ao profissional trabalhar em indústrias de qualquer área exigirão a maior demanda de formação profissional. Dos 10,5 milhões de trabalhadores que precisam ser qualificados, 1,7 milhão atuam nessa categoria, que abrange profissionais de pesquisa e desenvolvimento, técnicos de controle da produção e desenhistas industriais, entre outras carreiras.

As demais ocupações que demandarão formação profissional nos próximos anos são metalmecânica (1,6 milhão), construção (1,3 milhão), logística e transporte (1,2 milhão), alimentos (754 mil), informática (528 mil), eletroeletrônica (405 mil) e energia e telecomunicações (359 mil). Embora essas funções se caracterizem por conhecimentos de base industrial, esses trabalhadores podem atuar tanto na indústria quanto em outros setores.

Apenas nos empregos de nível superior, as áreas que mais precisarão de profissionais qualificados até 2023 são informática (368 mil), gestão (254,8 mil), construção (81 mil), metalmecânica (56,4 mil) e produção (40,3 mil). No nível técnico, as demandas se concentram nos segmentos de logística e transporte (495,2 mil), metalmecânica (217,7 mil), energia e telecomunicações (181,4 mil), eletroeletrônica (160,4 mil), informática (160 mil) e construção (120,9 mil).

Por:Agência Brasil

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Prazo de entrega da Declaração do ITR acaba nesta segunda

A pesquisa foi desenvolvida com base em dados da Secretaria de Previdência, da Receita Federal do Brasil (RFB) e da Secretaria do Tesouro Nacional (STN). (Foto:Agência Brasil)

Receita Federal espera receber 5,7 mi de documentos este ano

Os proprietários rurais de todo o país têm até esta segunda-feira (30) para entregarem a Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR). O prazo acaba às 23h59min59s.

A Receita está recebendo o documento desde 12 de agosto. Neste ano, o Fisco espera receber 5,7 milhões de declarações, contra 5.661.803 entregues no ano passado.

O produtor rural que entregar a DITR depois do prazo pagará multa de 1% ao mês sobre o imposto devido ou R$ 50, prevalecendo o maior valor. Se o contribuinte constatar erros ou inconsistências depois de apresentar a declaração, poderá enviar declaração retificadora, sem a interrupção do pagamento do imposto apurado na declaração original.

Está obrigada a apresentar a declaração a pessoa física ou jurídica, exceto nos casos de imunidade ou isenção, que seja proprietária, titular do domínio útil ou detentora de qualquer título do imóvel rural. Também deve enviar a DITR o contribuinte que perdeu a posse da propriedade entre 1º de janeiro de 2019 e a efetiva apresentação da declaração.

A DITR deve ser preenchida no computador, por meio do Programa Gerador da Declaração do ITR, disponível na página da Receita Federal na internet. O documento pode ser transmitido pela internet. Caso o proprietário não tenha acesso à rede mundial de computadores, poderá entregar a declaração em mídia removível na unidade mais próxima da Receita Federal.

Por:Agência Brasil

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Pagamento de até R$ 500 do FGTS para trabalhadores começa nesta sexta-feira (27)

Caixa já liberou o pagamento para as pessoas nascidas janeiro, fevereiro, março e abril no dia 13 deste mês (Foto:José Cruz/Agência Brasil)

Terão direito ao saque os nascidos em maio, junho, julho e agosto

O pagamento de até R$ 500 por conta do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) começa nesta sexta-feira (27) para os trabalhadores nascidos em maio, junho, julho e agosto com poupança ou conta-corrente na Caixa Econômica Federal. A Caixa Econômica Federal iniciou neste mês o depósito automático para quem tem poupança, seguindo calendário de mês de nascimento.

A Caixa já liberou o pagamento para as pessoas nascidas janeiro, fevereiro, março e abril no dia 13 deste mês. Para trabalhadores nascidos em setembro, outubro, novembro e dezembro, o pagamento será feito a partir do dia 9 de outubro de 2019.

Segundo a Caixa, cerca de 33 milhões de trabalhadores receberão o crédito automático na conta poupança. Os clientes do banco que não quiserem retirar o dinheiro têm até 30 de abril de 2020 para informar a decisão em um dos canais divulgados pela Caixa: site, Internet Banking ou aplicativo no celular.

Os trabalhadores que têm conta-corrente precisam autorizar o crédito automático, por meio do Internet Banking.

De acordo com a Caixa, o crédito automático para quem tem poupança só será realizado para o correntista que abriu a conta até o dia 24 de julho de 2019.

Por:Agência Brasil

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INSS poupa R$ 4,37 bi com pente-fino

Até agora, os benefícios irregulares representam 24% dos processos analisados pelo órgão, um índice acima da média histórica de 15% a 20%. (Foto:Antônio Cruz / Agência Brasil)

Até agora, os benefícios irregulares representam 24% dos processos analisados pelo órgão, um índice acima da média histórica de 15% a 20%

Em pouco mais de oito meses de força-tarefa, o INSS já suspendeu ou cancelou definitivamente o pagamento de 254 mil benefícios com indícios de fraude ou outras irregularidades, segundo dados obtidos com exclusividade pela Agência Estado. Pessoas mortas que continuavam recebendo os valores mensais e servidores estaduais e municipais que ganhavam o benefício assistencial voltado à baixa renda são as irregularidades mais comuns. A economia com os cancelamentos chega a R$ 4,37 bilhões anuais.

Ao editar a Medida Provisória antifraude, em janeiro deste ano, o governo projetava uma economia de pouco mais de R$ 10 bilhões neste ano. “Estamos quase atingindo a meta (de economia) em poucos meses do pente-fino”, diz o presidente do INSS, Renato Vieira. O pente-fino começou em janeiro, mas se intensificou apenas em julho com o sinal verde do Congresso para o pagamento do bônus aos funcionários do INSS por análise extra realizada.

Até agora, os benefícios irregulares representam 24% dos processos analisados pelo órgão, um índice acima da média histórica de 15% a 20%. Os dados não incluem o pente-fino nos benefícios por incapacidade (como aposentadoria por invalidez e auxílio-doença), cujas perícias estão sendo conduzidas pela Secretaria de Previdência. Por isso, a economia pode ser ainda maior.

O governo ainda espera poupar outro R$ 1,3 bilhão ao ano com a redução dos pagamentos de benefícios após a morte do segurado. A Medida Provisória antifraude, convertida em lei em junho deste ano, reduziu o prazo para que cartórios comuniquem o INSS sobre novos registros de certidões de óbito, de 40 dias para 24 horas. Com o prazo anterior, o governo acabava desembolsando até dois meses de benefício após a morte até que houvesse a suspensão do repasse.
Servidores

No pente-fino, o INSS identificou, por exemplo, um servidor estadual do Rio de Janeiro que se aposentou em 1999 com um benefício de R$ 14 mil mensais. No mesmo ano, ele ingressou com um pedido de benefício assistencial no INSS, no valor de um salário mínimo (hoje em R$ 998). O chamado BPC é pago a idosos e pessoas com deficiência com renda familiar per capita de até um quarto do salário mínimo (o equivalente a R$ 249,50).

Também no Rio, o órgão identificou uma pensionista do Estado que tem renda mensal de R$ 15,8 mil e desde 2012 recebe o benefício assistencial. O prejuízo é calculado em R$ 86 mil.

No Recife, o pente-fino descobriu que vários pensionistas do Estado recebiam o BPC de forma indevida. No caso mais antigo, a beneficiária acumulava a assistência voltada para a baixa renda desde 1998 – um prejuízo de R$ 193 mil.

Os casos de servidores estaduais e municipais que recebem indevidamente o benefício assistencial chamaram a atenção da cúpula do INSS. Até agora foram identificados 4,7 mil funcionários públicos praticando a fraude. Desses, mil já tiveram o benefício suspenso e outros 3,7 mil terão o pagamento cancelado nos próximos dias.

O INSS cruzou suas informações com a base de dados de sete Estados que colaboraram para a operação. Nos processos com indícios de irregularidade, 92,5% dos casos tiveram a fraude confirmada, um índice considerado extremamente alto pelo órgão.
Mais irregularidades

Além das fraudes praticadas por servidores, o INSS identificou que 59% dos benefícios cancelados ou suspensos vinham sendo recebidos irregularmente por pessoas próximas do beneficiário falecido. Uma mulher na Baixada Fluminense (RJ) acumulava desde 1999 duas pensões por morte de companheiros, causando um prejuízo de R$ 46 mil. “Às vezes a fraude é tão escancarada que eles nem se defendem (na esfera administrativa)”, afirma o presidente do INSS.

Por:Agência Estado

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Arrecadação no Pará chega a mais de R$ 970 milhões

Já entre janeiro e agosto deste ano, o montante foi de R$ 7,8 bilhões, contra R$ 7,2 bilhões do mesmo período de 2018, um crescimento nominal de 7,69% e aumento real de 3,59% (Foto:Reprodução)

Dados divulgados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) no Pará mostraram que a arrecadação dos impostos e contribuições no Estado atingiu a cifra de R$ 975,8 milhões em agosto deste ano, contra R$ 996,9 milhões no mesmo período do ano passado. Isso representa uma variação nominal de -2,12% e, consequentemente, retração real de 5,36%.

Com esses números, a participação do Pará na arrecadação da 2ª Região Fiscal, composta pelos Estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Roraima, foi de 32,55% no mês de agosto deste ano e de 33,98% no mesmo mês do ano passado. Em toda a região, a arrecadação atingiu R$ 2,9 bilhões em agosto de 2019, contra R$ 2,7 bilhões em igual período de 2018, registrando expansão nominal de 7,76% e avanço real de 4,19%.

Em um cenário oposto, no acumulado do ano, entre janeiro e agosto, o número alcançou o montante de R$ 7,8 bilhões, contra R$ 7,2 bilhões do mesmo período de 2018, um crescimento nominal de 7,69% e aumento real de 3,59%. Na avaliação do economista André Cutrim, os resultados demonstram que a economia do Pará tem se equilibrado diante do contexto de recessão econômica que afeta todo o Brasil.

Segundo ele, a gestão estadual busca enquadrar o montante financeiro em um estágio de equilíbrio das contas públicas e de contribuição na economia local. “Os resultados são expressivos e mostram um esforço por parte da administração estadual, com perspectivas de criar indução de emprego muito maior, por conta da reserva de valores obtida na arrecadação”, disse.

Ainda de acordo com o levantamento, o desempenho da arrecadação regional no mês de agosto e no acumulado do ano se deu a partir da expansão de 3,40% em julho deste ano e retração de 3,10% no acumulado de 2019 na produção industrial do Estado em relação aos mesmos períodos de 2018; aumento da massa salarial, na casa dos 2,16% em julho deste ano, em comparação com o mesmo mês do ano passado, e de 2,34% no acumulado do ano, em relação ao mesmo intervalo de 2018.

Também houve crescimento de 2,54% no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que regula a inflação, no acumulado de 2019; saldo positivo de 2.998 em julho deste ano e de 363 no acumulado entre janeiro e julho, de empregos, na diferença entre demitidos e contratados; e evolução de 5,70% e de 6,40%, respectivamente, em julho de 2019 e no acumulado do ano, comparado com os mesmos períodos de 2018, na receita nominal de vendas no comércio varejista do Pará.

Para Cutrim, o Pará conseguiu pavimentar de forma muito sólida o caminho necessário para obtenção de importantes resultados do Produto Interno Bruto (PIB), não só do ponto de vista do desenvolvimento do setor industrial como também do agronegócio. “Nesses termos, o Estado acaba gerando um efeito multiplicador que reverbera não só no aumento da renda, mas no consumo e, principalmente, na geração de empregos”, comentou.

De acordo com o economista, a maioria dos problemas econômicos do Brasil gira em torno das massas de desempregados. “Se o Pará trabalhar para criar as condicionantes macroeconômicas de médio e longo prazo, acaba tendo um ganho para estimular investimentos externos na região. Com isso, se provoca estabilidade econômica e se ataca o principal ponto, mais crucial, que é a alta taxa de desemprego”.

Para o futuro, a expectativa de Cutrim é positiva, sobretudo porque, segundo ele, o Pará tem passado uma mensagem de baixo risco e de baixa incerteza para os investidores, e garantindo que o retorno é certo.

Vale ressaltar que existe uma inconsistência na pesquisa, segundo informações da própria RFB. Isso porque a arrecadação do setor de atividades de serviços financeiros passou a ser alocada na 8ª RF e, portanto, a arrecadação de agosto do ano passado, no Pará, está elevada em R$ 72,4 milhões, valor que será excluído da base de arrecadação da 2ª RF para efeito de análise. Desta forma, a arrecadação de agosto de 2019, na verdade, apresenta incremento nominal de 6,20% e real de 2,68%, se forem desconsiderados os valores mencionados. Já no acumulado do ano foram excluídos R$ 750 milhões relativos ao setor.

Por:Elisa Vaz

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