Receita paga hoje as restituições do 6º lote do Imposto de Renda

A pesquisa foi desenvolvida com base em dados da Secretaria de Previdência, da Receita Federal do Brasil (RFB) e da Secretaria do Tesouro Nacional (STN). (Agência Brasil)

A Receita Federal paga hoje (18) as restituições do sexto lote de restituição do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2019. O lote contempla também restituições residuais dos exercícios de 2008 a 2018.

O crédito bancário atende a 1.365.366 contribuintes, totalizando o valor de R$ 2,1 bilhões. Desse total, R$ 207.186.130,72 são destinados a 5.270 idosos acima de 80 anos, 32.641 contribuintes entre 60 e 79 anos, 4.673 com alguma deficiência física ou mental ou doença grave e 16.408 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério.

Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na internet, ou ligar para o Receitafone 146. Na consulta à página da Receita, no serviço e-CAC, é possível acessar o extrato da declaração e ver se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento. Nessa hipótese, o contribuinte pode avaliar as inconsistências e fazer a autorregularização, mediante entrega de declaração retificadora.

O Fisco disponibiliza, ainda, um aplicativo para tablets e smartphones, que facilita consulta às declarações do IRPF e a situação cadastral no CPF. Com esse aplicativo será possível consultar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre liberação das restituições do IRPF e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.

A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá fazer requerimento por meio da internet, mediante o Formulário Eletrônico – Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF.

Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contatar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.
Fonte:Agência Brasil
18.11.19 6h45
Foto:Agência Brasil
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Mais duas plantas frigoríficas de MT são habilitadas para vender para China e empresário comemora

(Foto:Reprodução) – Mais duas plantas frigoríficas de MT são habilitadas para vender para China e empresário comemora

No último mês de setembro sete frigoríficos de Mato Grosso já haviam sido habilitados para exportar para a China. Somente em 2019, o estado, com um único frigorífico, já exportou o equivalente a US$ 97,105 milhões em carne bovina.

A ministra da Agricultura Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias, anunciou que mais 13 plantas frigoríficas brasileiras estão habilitadas para a China. O ex-senador e empresário do ramo, Cidinho Santos, confirmou que duas destas plantas são de Mato Grosso, uma de Nova Marilândia e outra de Pontes e Lacerda/MT.

A ministra divulgou em seu perfil no Twitter um vídeo no qual relata que mais 13 plantas frigoríficas do Brasil estão habilitadas para comercializar com a China, sendo cinco de bovinos, cinco de suínos e três de aves.

O ex-senador Cidinho Santos afirmou que duas destas plantas são do interior de Mato Grosso, uma de carne bovina e outra de carne de frango. Segundo afirmou, as plantas são União Avícola, de Nova Marilândia, e Marfrig Pontes e Lacerda.

“Ficamos felizes, já tem alguns anos que a gente trabalha, isso vai possibilitar que tenhamos uma expansão maior. Agora vamos poder antecipar nosso projeto, a China é um mercado importante, uma grande massa consumidora, então é algo importante para nós, da empresa, e para a região toda, porque vamos aumentar o quadro de trabalhadores”, disse Cidinho.

No último mês de setembro sete frigoríficos de Mato Grosso já haviam sido habilitados para exportar para a China. Somente em 2019, o estado, com um único frigorífico, já exportou o equivalente a US$ 97,105 milhões em carne bovina.

Havia sido anunciada a habilitação dos Serviços de Inspeção Federal (SIFs) número 411 – Redentor de Guarantã do Norte; 1751 – Marfrig de Tangará da Serra; 1811 – Naturafrig de Barra do Bugres; 2015 – Marfrig de Várzea Grande; 3941 – Agra de Rondonópolis e 4490 – Vale Grande de Matupá. Até então, somente a unidade do grupo JBS de Barra do Garças era autorizada para exportar à China.

Por:guarantanews.com.br

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IBGE estima queda de 1% na safra de grãos em 2020

(Foto:Arquivo/Agência Brasil) – A primeira estimativa para a safra nacional de grãos do ano que vem indica queda de 1% na produção. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, serão colhidas 238,5 milhões de toneladas, o que corresponde a uma diferença de 2,3 milhões de toneladas em relação ao ano anterior.
É a segunda maior estimativa da série histórica iniciada em 1975, atrás apenas de 2017, com 240,6 milhões.
De acordo com o IBGE, a redução tem como causa uma produção menor prevista para o milho (-7,5%). Para a soja, espera-se um crescimento de 4,7%..
Três dos cinco produtos de maior peso também devem ter menor produção: o algodão herbáceo (-0,1%), o feijão 1ª safra (-1,5%) e o milho 1ª safra (-1,2%). As estimativas apontam perspectivas melhores para a soja, com o crescimento de 4,7%. Outro que deve ter variação positiva é o arroz (1,6%).
Área
Com relação à área plantada, os dados são positivos para o algodão herbáceo em caroço, que pode ter crescimento de 4,4% no espaço atual atual, que é de 1,7 milhão de hectares.
Conforme o IBGE, as chuvas mais abundante e regulares nas principais regiões produtoras do Mato Grosso e da Bahia beneficiaram as lavouras, que alcançaram produtividadeelevada (4 234 kg/ha) neste ano.
“Para  2020, as incertezas quanto ao clima estão reduzindo a estimativa do rendimento médio”, informa o instituto.
O prognóstico para a soja é de elevação de 0,8% da área plantada e para o milho, de 0,4%. As reduções ficarão por conta da área do feijão primeira safra (-0,3%) e do arroz (-0,9%).
Feijão
A primeira estimativa da produção de feijão para a safra 2020 indica a produção de 2,8 milhões de toneladas, o que representa recuo de 7,0% em relação à safra de 2019. Segundo o IBGE, a primeira safra deve produzir 1,3 milhão de toneladas; a segunda safra, 1,1 milhão de toneladas e a terceira safra, 461,9 mil toneladas.
O IBGE informou ainda que, como o plantio e a colheita da segunda e terceira safra de feijão vão ocorrer em 2020, as estimativas de produção podem ter grandes alterações nos próximos prognósticos.
Safra 2019
O IBGE também divulgou hoje que a safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas deve chegar a 240,8 milhões de toneladas, ou seja, será 6,3% superior à de 2018, que registrou 226,5 milhões de toneladas. O resultado significa crescimento de 77,5 mil toneladas em relação à estimativa do mês anterior.
O recorde anterior ocorreu em 2017, com a produção de 238,4 milhões de toneladas. A estimativa da área a ser colhida é de 63,1 milhões de hectares, com alta de 3,6% na comparação a 2018.
Juntos, arroz, milho e soja, os três principais produtos do grupo, somaram 92,8% na estimativa da produção e 87,0% da área a ser colhida.
A produção estimada da soja é de 113,0 milhões de toneladas. O milho terá uma produção recorde de 100,2 milhões de toneladas (25,9 milhões de toneladas de milho na primeira safra e 74,3 milhões de toneladas de milho na segunda safra).
Para o arroz , a produção é estimada em 10,3 milhões de toneladas. O algodão pode bater recorde na série histórica do IBGE, com a produção de 6,9 milhões de toneladas. Em comparação a 2018, houve queda de 4,1% para a soja e de 12,0% para o arroz, mas também crescimento de 23,2% para o milho e de 39,7% para o algodão herbáceo.

Repórter da Agência Brasil  Rio de Janeiro
Publicado em 13/11/2019 – 11:19 Por Cristina Indio do Brasil – Edição: Maria Claudia
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Governo cria contribuição sobre seguro-desemprego para bancar desoneração da folha

(Foto:Arquivo/Agência Brasil) – O governo anunciou a criação de uma contribuição previdenciária de 7,5% sobre o seguro-desemprego para bancar a desoneração da folha de pagamento em programa voltado à contratação de jovens, com o qual espera impulsionar a geração de novos postos no país.

Enquanto o programa, batizado de Verde Amarelo, tem duração limitada, a contribuição previdenciária será instituída de modo permanente. As medidas constam de Medida Provisória anunciada nesta segunda-feira (11).

Segundo o secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, a contrapartida é que agora o período de gozo do seguro-desemprego contará como tempo de contribuição para fins de aposentadoria no futuro.

O custo da desoneração para os cofres públicos será de cerca de 10 bilhões de reais em 5 anos. As receitas com a contribuição sobre o seguro-desemprego, por sua vez, serão um pouco superiores nesse mesmo período, ficando em torno de 11,5 bilhões de reais.

Marinho reconheceu que, terminada a vigência do programa Verde Amarelo, a arrecadação com a contribuição sobre o seguro-desemprego seguirá em curso, ajudando a financiar o pagamento dos encargos previdenciários no país.

A contribuição só poderá ser cobrada após cumprimento de noventena, prazo de 90 dias após a publicação da legislação.

O governo anunciou uma série de medidas para estimular a geração de empregos, prevendo que elas beneficiarão 4 milhões de pessoas até dezembro de 2022.

A principal medida nesse sentido será justamente o programa Verde Amarelo, com o qual o governo prevê gerar 1,8 milhão de vagas. Nessa modalidade, o empregador não terá que arcar com a contribuição patronal para o INSS, de 20% sobre a folha, tampouco com alíquotas do Sistema S e do salário-educação.

A contribuição para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) nessa modalidade será de 2%, ante 8% para os demais trabalhadores. Além disso, o valor da multa em caso de demissão sem justa causa poderá cair de 40% para 20% sobre o saldo do FGTS, o que deve ser decidido em comum acordo entre empregado e empregador no momento da contratação.

Nas contas da equipe econômica, haverá diminuição de 30% a 34% no custo de mão de obra no programa Verde Amarelo.

O governo informou que as empresas poderão ter até 20% de seus funcionários na modalidade Verde Amarelo, que será válida apenas para remuneração até 1,5 salário mínimo e para novos postos. As empresas poderão contratar no programa Verde e Amarelo até 31 de dezembro de 2022, com contratos que poderão durar até dois anos.

Embora membros do governo tenham sinalizado que o programa contemplaria também pessoas mais idosas, seu desenho final acabou abarcando apenas jovens de 18 a 29 anos de idade que ainda não tiveram seu primeiro emprego.

Marinho afirmou que a iniciativa é um programa piloto e defendeu que sua formulação levou em conta o que deu errado em governos anteriores.

A eficácia do programa será avaliada para sua posterior extensão, disse ele, ao ser questionado se o governo buscaria outras fontes de arrecadação para bancar, por exemplo, a desoneração da folha na contratação de idosos.

“Isso é uma decisão que certamente será tomada se (o piloto) tiver êxito. Tendo êxito a gente vai estar estudando a possibilidade de implementar e potencializar o processo”, afirmou.

Aos jornalistas, Marinho disse ainda que, no passado, a desoneração da folha não foi condicionada à geração de empregos como agora. Com liberdade, empresários acabaram utilizando a economia alcançada da forma mais conveniente, seja no pagamento de dívida, elevação de remuneração ou mesmo na compra de equipamentos, afirmou ele.

Antes mesmo de o programa ser apresentado, o ex-secretário especial da Receita Federal Marcos Cintra criticou, no Twitter, a ideia do governo de desonerar o custo de contratação do trabalhador formal “com recortes etários e por nível de renda”, o que classificou como “decepcionante”.

Para Cintra, uma política nesse sentido distorce preços relativos do fator trabalho e pressiona pela queda dos salários mais baixos. Aguerrido defensor da implementação de um imposto nos moldes da CPMF para bancar de maneira irrestrita a desoneração da folha de pagamento, Cintra acabou demitido do posto pela oposição de Bolsonaro à instituição de um tributo com esse desenho.

MAIS MEDIDAS

O governo também divulgou nesta segunda-feira uma MP para que, quando houver trabalho no domingo ou feriado, o empregado possa ter direito ao repouso semanal remunerado em qualquer outro dia da mesma semana. Hoje, são necessários acordos coletivos para isso ocorrer. Com a investida, o governo previu 500 mil empregos até dezembro de 2022.

Também foram anunciados nesta segunda-feira uma MP para microcrédito, mirando 450 mil pessoas beneficiadas até 2022, e um projeto de lei para reinserir vítimas de acidente de trabalho no mercado e incluir pessoas com deficiência (1,25 milhão de novas contratações no mesmo prazo).

Marinho afirmou que houve uma série de mudanças na legislação envolvendo o microcrédito. Uma delas elimina a necessidade de obrigatoriedade da primeira visita presencial para o microcrédito ser concedido.

Em outra frente, o governo abriu a porta para o aumento de percentual de depósitos à vista destinados a microcrédito, o que terá que ser tratado posteriormente por resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN).

Segundo Marinho, a elaboração das mudanças contou com forte participação do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, que é um entusiasta dessa modalidade de crédito.

A expectativa do governo é que 10 milhões de contratos de microcrédito sejam assinados até o fim de 2022, com concessão de 40 bilhões de reais em empréstimos.

Em outra alteração proposta nesta segunda-feira, o governo anunciou mudança via MP no índice de reajuste dos débitos trabalhistas –de IPCA-E + 12% ao ano para IPCA-E + juros da poupança. Com isso, estimou que as estatais deixarão de gastar 37 bilhões de reais em cinco anos.

Também entrou no pacotão desta segunda-feira liberação, por meio de projeto de lei, dos depósitos recursais trabalhistas.

Segundo o governo, a modernização trabalhista permitiu a substituição do depósito recursal por fiança bancária, mas não de forma retroativa. Com o PL, vão ser liberados os depósitos já feitos com substituição por fiança ou seguro garantia, o que injetará 65 bilhões de reais na economia.

Por:Reuters

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Caixa reduz para 4,99% a taxa de juros do cheque especial

(Foto:José Cruz/Agência Brasil) – Banco anunciou ainda uma nova linha de crédito imobiliário indexado ao IPCA

A Caixa Econômica Federal anunciou, nesta terça-feira (12), a redução da taxa de juros do cheque especial de 8,99% para 4,99% ao mês.

“A Caixa devolve à sociedade, e em especial aos mais humildes, os resultados recordes que teve, [com] redução para abaixo de 5% [a taxa do cheque especial]. É um banco preocupado com a igualdade, com a distribuição de renda. Isso é absolutamente matemático e meritocrático”, disse o presidente do banco, Pedro Guimarães.

“Esse juros de 4,99% ainda é extremamente elevado. Nós continuamos automaticamente estudando a contínua melhora econômica do Brasil, e poderemos continuar abaixando, mas a eventual piora também leva ao aumento”, disse Guimarães.

A Caixa anunciou ainda uma nova linha de crédito imobiliário indexado ao IPCA, com taxas a partir de 2,95% ao ano mais o IPCA, representando uma parcela 40% menor em relação ao financiamento indexado à TR.

Resultado

O lucro líquido da Caixa Econômica Federal cresceu 66,7% no terceiro trimestre do ano em comparação com o mesmo período de 2018. Segundo o balanço do terceiro trimestre do banco divulgado hoje (12), o lucro líquido chegou a R$ 8 bilhões. Na comparação com o segundo trimestre, o lucro líquido teve alta de 90,6%, quando foi registrado lucro de R$ 4,212 bilhões.

A Caixa ainda anunciou que mais de mil novos pontos de atendimento serão abertos até março de 2020.

Por:Agência Brasil

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Arábia Saudita habilita 8 frigoríficos brasileiros para exportação de carne

(Foto:REUTERS/Paulo Whitaker) – Vendas de produtos agropecuários brasileiros para o país renderam US$ 1,7 bilhão em 2018

A autoridade sanitária da Arábia Saudita SFDA (Daudi Food and Drug Authority) habilitou oito frigoríficos do Brasil para exportação de carne bovina e subprodutos ao país árabe, informou nesta segunda-feira, 11, o Ministério da Agricultura.

A medida é resultado de negociações iniciadas pela ministra da Agricultura, Tereza Cristina, durante missão em setembro e também da recente viagem do presidente Jair Bolsonaro ao país.

“Faz parte de toda a abertura que o Ministério da Agricultura vem fazendo juntamente com o governo federal”, disse Tereza Cristina em nota.

Passam a ter autorização para embarcar o produto aos sauditas Frigorífico Fortefrigo, Frigorífico Better Beef, Rio Grande Comércio de Carnes Ltda, Plena Alimentos, Indústria e Comércio de Alimentos Supremo, Frigol, Maxi Beef Alimentos do Brasil e Distriboi – Indústria, Comércio e Transporte de Carne Bovina.

Em 2018, as exportações de produtos agropecuários brasileiros para a Arábia Saudita renderam US$ 1,7 bilhão. Em volume, foram mais de 2,9 milhões de toneladas. A carne de frango representou 47,4% do valor vendido (US$ 804 milhões e 486 mil toneladas).

Os principais produtos exportados para os sauditas são carne de frango in natura, açúcar de cana bruto, carne bovina in natura, soja em grão e farelo, milho, açúcar refinado e café solúvel e verde.

Fonte:Agência Estado

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Bradesco, Itaú e BB vão fechar mais de 1200 agências até o fim de 2020

Bancos tradicionais como o Bradesco, Itaú e Banco do Brasil vão fechar aproximadamente 1.200 agências até o fim de 2020. A medida faz parte de um esforço que atribui à transformação da demanda dos clientes. A iniciativa, que vem acompanhada de PDVs, servirá também para reduzir custos em um período em que as receitas dos bancos podem ser afetadas pela queda dos juros às taxas mínimas históricas.
Concorrência das fintechs

Além disso, os grandes bancos estão começando a ter uma preocupação maior com a concorrência das fintechs (empresas que usam tecnologia para oferecer serviços financeiros) e começam a ajustar suas gigantescas estruturas e custos a essa nova realidade.

Com isso, a diminuição das agências físicas dos três maiores bancos do país vem faz o banco investir alto em tecnologia da informação e nos canais digitais.

Serão fechadas aproximadamente 800 agências do Itaú e Bradesco entre este e o próximo ano. Já o BB, que não tem uma projeção específica sobre o fechamento das agências, encerrou 417 instalações apenas no ano de 2029.

Por fim, até o terceiro trimestre deste ano, o Itaú, Bradesco e Banco do Brasil já fecharam 749 agências em comparação há um ano atrás.

Por:Luiz Felipe Kessler
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Governo acaba com monopólio da Casa da Moeda para produzir papel-moeda, passaportes e selos

(Foto:Divulgação) – O governo federal editou nesta terça-feira uma Medida Provisória que quebra o monopólio da Casa da Moeda para produção de papel-moeda, moeda metálica, passaportes e selos postais e fiscais federais.

A medida assinada pelo presidente Jair Bolsonaro em uma cerimônia no Palácio do Planalto que comemorou os 300 dias de governo abre espaço para que outras empresas sejam habilitadas pela Receita Federal para prestarem os mesmos serviços a partir do ano que vem, mesmo enquanto a Casa da Moeda ainda mantém o serviço, para evitar interrupções no fornecimento.

A MP prevê ainda um cronograma para que os serviços sejam aos poucos assumidos também por outras empresas, adiando, por exemplo, para até 2023 a transferência de parte da produção de cadernetas de passaporte.

“Se permitirá que outras empresas se cadastrem na Receita Federal para fazer o mesmo serviço que hoje é monopólio da Casa da Moeda. Com ampliação da oferta de quem pode oferecer o serviço a tendência é ter um preço menor”, disse o ministro da Secretaria-geral da Presidência, Jorge Oliveira.

O governo não tem ainda uma estimativa de quanto poderia economizar com a quebra do monopólio.

A Casa da Moeda estava, desde o governo de Michel Temer, entre as empresas a serem privatizadas e, segundo o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, a intenção se mantém. O Programa de Parcerias em Investimentos (PPI) estuda a modelagem para a privatização.

“Ainda vai ser sim proposta uma modelagem para uma eventual privatização. A Casa da Moeda permanece no PPI”, disse o ministro.
Por:Reuters
05.11.19 21h08
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Governo anuncia hoje novas medidas econômicas. Veja quais são

(Foto:Reprodução) – O governo começa a apresentar nesta terça-feira ao Congresso um conjunto de reformas para equilibrar as contas públicas.

O pacote é a prioridade da equipe econômica após a aprovação da reforma da Previdência e vem sendo chamado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, de “agenda de transformação do Estado”.

O anúncio será dividido em duas partes. Nesta terça-feira, serão apresentadas ao Senado três propostas de emenda à Constituição (PECs). Uma delas prevê medidas emergenciais de ajuste fiscal, como redução de salários e jornada de servidores públicas. Outra, tratará da redistribuição de recursos com estados e municípios. A terceira desvinculará dinheiro hoje preso em fundos públicos, liberando R$ 220 bilhões para abater a dívida pública.

Já na quarta-feira, o governo encaminhará à Câmara dos Deputados a proposta de reforma administrativa. O texto prevê que novos servidores só tenham direito a estabilidade após dez anos: três anos de estágio probatório e sete anos de contrato. Em outra frente, prevê uma reestruturação do plano de carreiras do funcionalismo, acabando com funções como datilógrafo e vidreiro, consideradas obsoletas.

Veja a seguir as medidas que serão apresentadas nesta terça-feira:

PEC do pacto federativo

Também chamada de Mais Brasil, a PEC prevê a redistribuição de recursos com estados e municípios. O objetivo da equipe econômica é pôr em prática o princípio do “mais Brasil, menos Brasília”. Ou seja: descentralizar dinheiro que fica em Brasília, irrigando estados e municípios. Essa divisão será feita principalmente por meio da arrecadação de royalties do petróleo. O governo federal quer que, no futuro, estados e municípios fiquem com 70% da arrecadação desses recursos, e a União receba apenas 30%. Hoje, ocorre o inverso: governos locais ficam só com 30%.

A PEC do pacto também vai propor uma desvinculação de recursos públicos. O plano ganhou o apelido de DDD, em referência às três medidas que Guedes planeja para o Orçamento: desvincular, desindexar e desobrigar despesas. Um dos pontos prevê, por exemplo, mudanças na regra que hoje destina percentuais fixos da receita com os gastos com saúde e educação. O projeto deve criar uma regra única para as duas áreas, assim, gestores públicos teriam mais flexibilidade para escolher o que é prioridade.

PEC emergencial

A medida também é conhecida como PEC dos gatilhos, em referência às ações que são engatilhadas a partir do descumprimento de regras fiscais. O objetivo é cortar despesas obrigatórias e, assim, reequilibrar as finanças públicas no curto prazo. Entre as medidas, está a possibilidade de redução de jornadas e salários de servidores públicos.

A proposta que será enviada pelo governo ao Senado é semelhante a outro projeto, de autoria do deputado Pedro Paulo (DEM-RJ), que hoje tramita na Câmara. A estratégia do governo é que os dois textos se encontrem eventualmente, de forma que as medidas sejam complementares.

A principal diferença entre as duas medidas é que a PEC elaborada pelo governo amplia a possibilidade de acionamento de gatilhos a estados e municípios. Assim, governadores também poderão reduzir salários e jornadas de servidores para se ajustarem aos limites de gastos previstos pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Para a União, o acionamento desse gatilho ocorrerá pelo descumprimento da chamada regra de ouro, que proíbe que o governo federal se endivide para pagar despesas correntes.

PEC dos fundos

A proposta busca liberar R$ 220 bilhões, hoje parados em mais de 280 fundos públicos. O objetivo é usar esse dinheiro para abater a dívida pública, hoje em R$ 5,5 trilhões. Esse montante equivale hoje a 79% do Produto Interno Bruto (PIB).

A reformulação irá poupar os fundos constitucionais do Centro-Oeste, Norte e Nordeste. Nesse caso, o dinheiro é usado para investimentos nos estados dessas regiões. A avaliação é que não há clima político para acabar com esses fundos.

Veja o que será apresentado nos próximos dias:

Quarta-feira: PEC da reforma administrativa

Proposta para revisar as regras do funcionalismo público. Entre as principais medidas, o governo quer rever o modelo para conceder estabilidade a novos servidores. Quem entrar a partir da aprovação das novas regras, precisará passar por três anos de estágio probatório e será contratado sem estabilidade por até sete anos. Após dez anos, será servidor estável. Hoje, aprovados em concursos se tornam estáveis após os três anos de estágio.

O governo também planeja uma ampla reestruturação das carreiras. Hoje, existem mais de 2 mil cargos e 117 carreiras no funcionalismo. O plano inclui a extinção de carreiras como datilógrafo, ascensorista e vidreiro. O fim dessas funções, no entanto, só ocorreria após a aposentadoria dos servidores que hoje ocupam esses cargos. Não há previsão de demissão de funcionários públicos.

Em outra frente, o projeto também prevê o fim do que são considerados privilégios para servidores. Funcionários do Judiciário, inclusive juízes, perderão o direito a férias de dois meses. Também está previsto o fim da licença especial de três meses a que servidores têm hoje direito para fazer cursos fora. Além disso, a PEC vai prever o fim da progressão funcional por tempo de serviço. As promoções só ocorrerão por mérito.

Quinta-feira: Pacote de emprego

Para estimular a contratação de jovens e pessoas acima de 55 anos, o governo vai propor uma desoneração da folha de pagamento temporária. Serão zeradas as contribuições para a Previdência Social, o Sistema S e salário-educação dessas faixas etárias. O FGTS deverá cair de 8% para 2%, segundo técnicos a par das discussões. Os benefícios deverão vigorar por dois anos e os empregadores não poderão se aproveitar da nova modalidade de contratação para substituir os funcionários atuais.

Também será anunciado um programa de microcrédito, voltado para a população de baixa renda e desbancarizada (sem acesso às instituições financeiras). A ideia é copiar o Crediamigo, ofertado pelo banco do Nordeste – que reúne vários empreendedores individuais ou reunidos em grupos solidários que atuam no setor informal e formal. A abertura de conta é gratuita e o risco de calote é dividido entre os tomadores.

Próximos dias: reforma tributária e programa de aceleração de privatizações

Ainda estão previstas, para os próximos dias, ainda a confirmar, o lançamento de duas medidas da agenda pós-Previdência. A proposta de reforma tributária do governo será fatiada e tocada aos poucos no Congresso. A primeira medida será a unificação do PIS/Cofins, primeiro passo para a criação de um imposto que substituirá tributos federais.

Já para as privatizações, está prevista a criação de um rito acelerado para venda de estatais, chamado de “fast track”, algo como pista rápida, em tradução livre.

Fonte: Jornal Extra

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Construção civil tem saldo positivo de emprego no Pará

Setor da construção civil continua impulsionando geração de emprego na região Norte (Foto:O Liberal/Arquivo)

Estudo de janeiro a setembro mostra que o Estado teve alta de 1,74% na geração de empregos formais

O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese-PA) divulgou levantamento sobre postos de trabalhos no setor formal da construção civil no Pará de janeiro a setembro deste ano. O estudo mostra crescimento de 1,74% na geração de empregos formais. Foram, feitas no setor, em todo o Pará, 35.608 admissões, contra 34.482 desligamentos, gerando um saldo positivo de 1.126 postos de trabalhos.

O departamento também divulgou balanço sobre o tema especificamente sobre setembro, a partir de dados do Ministério da Economia. Houve crescimento de 1,42% na geração de empregos formais. Foram feitas, sem setembro, em todo o Estado, 4.261 admissões contra 3.342 desligamentos, gerando um saldo positivo de 919 postos de trabalhos.

No mesmo período do ano passado, o setor no Pará também apresentou saldo positivo superior de empregos formais, com saldo positivo de 1.478 postos de trabalhos.

Em relação aos Estados da região Norte, em setembro de 2019, Dieese aponta que todos apresentaram saldos positivos, com destaque o Estado do Pará em postos de trabalhos:

  Pará – 919
    Rondônia – 271
    Roraima – 260
    Amazonas – 240
    Acre – 85
    Tocantins – 36
    Amapá – 7

O estudo, além de dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged/Ministério da Economia), tem parceria com o governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda (Seaster).

Por:Redação Integrada

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