Adesões a consórcios crescem em outubro 12,8%

(Foto:Valter Campanato / ABR) – No ano, setor movimentou R$ 110 bilhões

O ramo de consórcios encerrou o mês de outubro com resultado positivo. De acordo com a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac), houve um aumento de 12,8% nas adesões, em relação ao mesmo período do ano passado.

Com uma movimentação de cerca de R$ 110 bilhões até outubro, o volume de 2,38 milhões de novas cotas vendidas marcou um recorde na série histórica, elaborada desde 2015. De janeiro a outubro de 2018, o balanço da Abac indicou um total de 2,11 milhões de cotas adquiridas e um faturamento de R$ 85,81 bilhões.

O final de ano representa, em geral, uma época em que muitas pessoas cogitam participar de consórcios, a fim de obter um bem ou serviço, segundo a Abac. A expectativa, portanto, é de que os 7,35 milhões de consorciados ativos, contabilizados pelo Sistema de Consórcios até outubro, devem crescer.

Para o presidente executivo da Abac, Paulo Roberto Rossi, este ano um dos fatores que devem estimular mais ainda as adesões é a liberação do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de até R$ 500 por conta ativa ou inativa. Uma nova etapa para os saques foi iniciada na última sexta-feira (22), atendendo a trabalhadores nascidos em junho e julho.

Cotas

De acordo com o relatório da Abac, as cotas para aquisição de veículos leves, como automóveis, caminhonetes e utilitários, equivalem a mais da metade (50,2%) do total. Na sequência, aparecem as cotas para motocicletas e motonetas, com 29,5%; imóveis, com 13,6%; e veículos pesados, com 4,5%. As menores proporções foram observadas entre as cotas de serviços (1,4%) e eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis (0,8%).

Embora tenham respondido pela menor parcela, as cotas de eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis foram as que apresentaram maior crescimento, de 2018 para 2019. No acumulado de janeiro a outubro, as vendas desse tipo de cota tiveram alta de 90,9%. A variação nas cotas de serviço vem em segundo lugar, com 50,2%, seguida pela de veículos pesados (32,5%), imóveis (20,1%), veículos leves (11,2%) e motocicletas (7,5%). Com os aumentos apontados em veículos leves, veículos pesados e motocicletas, o segmento de automotores registrou alta de 10,4%.

Paulo Roberto Rossi ressalta, ainda, que a performance do ramo de consórcios tem melhorado devido a uma mudança de mentalidade dos consumidores, que, segundo ele, têm tido um senso maior de responsabilidade quanto às próprias finanças. Para ele, ao adotar esse comportamento, passam a ver o consórcio “como alternativa para realização dos sonhos de consumo”.

Por:Agência Brasil

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Bancos darão desconto de até 90% para quem negociar dívidas na primeira semana de dezembro

Negociações vão ocorrer entre os dias 2 e 6 de dezembro, 261 agências dos maiores bancos do país estarão abertas até às 20h
Bancos darão desconto de até 90% para quem negociar dívidas na primeira semana de dezembro

Com a sinalização de descontos de até 90%, os grandes bancos de varejo vão promover, na primeira semana de dezembro, um mutirão de renegociação de dívidas de clientes. A medida é uma das ações previstas em acordo firmado entre as instituições financeiras e o Banco Central (BC) para promover educação financeira.

Itaú Unibanco, Bradesco, Santander, Caixa, Banco do Brasil (BB) e Banrisul terão 261 agências abertas até às 20h, entre os dias 2 e 6 do próximo mês, com essa finalidade. A parte da rede de agências das instituições que vai manter o horário normal de funcionamento também fará o atendimento de renegociações.

As ofertas também estarão disponíveis nos canais digitais dos bancos. O cliente que procurar essas instituições para renegociar suas dívidas terá de assistir a um vídeo e receberá um folheto com dicas de como melhorar a gestão de suas finanças.

Os bancos ainda não fecharam as condições que vão oferecer, mas os descontos chegarão a 90%. É o caso do Santander, em que a redução no valor devido poderá ser dessa magnitude nas dívidas com atraso acima de 60 dias, dependendo do caso. A instituição também promoverá cortes de até 20% nas taxas cobradas de clientes com atraso inferior a 60 dias.

A Caixa também confirmou descontos de até 90% para os inadimplentes há mais de um ano quitarem suas dívidas à vista. Segundo o banco, os clientes poderão ainda unificar os contratos em atraso e parcelar em até 96 meses, realizar pausa no pagamento de até uma prestação e efetuar a repactuação do empréstimo, com possibilidade de aumento do prazo.

As condições também englobam os contratos habitacionais. Uma das alternativas oferecidas será pagamento de entrada e a incorporação do restante da dívida em atraso às demais prestações do contrato.

Itaú e Bradesco ainda não divulgaram suas propostas.

Fonte: Valor Econômico  /22 Nov 2019 – 12h51Atualizado 22 Nov 2019 – 13h18
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Preço do boi gordo atinge R$ 227,40 por arroba, diz Cepea

boi no cocho ( Foto: Sepaf-MS) – O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada afirma que no acumulado do mês, a arroba do animal já subiu 33,2%
O preço do boi gordo passa por um momento de alta, impulsionado principalmente pela alta demanda da China –

Os preços do boi gordo, medidos pelo indicador Esalq/B3, atingiu no fechamento desta quinta-feira, 21, R$ 227,40 por arroba. De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), em um dia, a alta foi de 11,8%. No acumulado do mês, o valor subiu 33,2%.

O mercado pecuário passa por um momento de alta, impulsionado principalmente pela alta demanda da China, que sofre com um grave surto de peste suína africana. A doença já dizimou parte do rebanho chinês e de acordo com a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), na Ásia, mais de 7,1 milhões de suínos já foram abatidos.

Outro motivo da alta do boi gordo é o baixo nível de animais disponíveis para abate. Com esse incremento nos preços, pecuaristas estão apostando em mais altas e acabam segurando o pouco que possui.

As festas de fim de ano e o pagamento do 13º salário também é indicado como fator de alta. Nesse período a população, mais capitalizada, costuma aumentar o consumo interno de carne bovina.

Fonte: Canal Rural
22 de novembro de 2019 às 10h03

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Nascidos em junho e julho sem conta na Caixa podem sacar FGTS

A Caixa Econômica Federal inicia hoje (22) mais uma etapa de liberação do saque imediato do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que paga até R$ 500 por conta ativa ou inativa. Os trabalhadores nascidos em junho e julho – sem conta no banco – poderão retirar o dinheiro.

O saque começou em setembro para quem tem poupança ou conta corrente na Caixa, com crédito automático. Segundo a Caixa, no total os saques do FGTS podem resultar em uma liberação de cerca de R$ 40 bilhões na economia brasileira até o fim do ano.

Originalmente, o saque imediato iria até março, mas o banco antecipou o cronograma, e todos os trabalhadores receberão o dinheiro este ano.

Atendimento

Os saques de até R$ 500 podem ser feitos nas casas lotéricas e terminais de autoatendimento para quem tem senha do cartão cidadão. Quem tem cartão cidadão e senha pode sacar nos correspondentes Caixa Aqui, apresentando documento de identificação, ou em qualquer outro canal de atendimento.

No caso dos saques de até R$ 100, a orientação da Caixa é procurar casas lotéricas, com apresentação de documento de identificação original com foto. Segundo a Caixa, mais de 20 milhões de trabalhadores podem fazer o saque só com o documento de identificação nas lotéricas.

Quem não tem senha e cartão cidadão e vai sacar mais de R$ 100, deve procurar uma agência da Caixa.

Embora não seja obrigatório, a Caixa orienta ainda, para facilitar o atendimento, que o trabalhador leve também a carteira de trabalho para fazer o saque. Segundo o banco, a carteira de trabalho pode ser necessária para atualizar dados.

As dúvidas sobre valores e a data do saque podem ser consultadas no aplicativo do FGTS (disponível para iOS e Android), pelo site da Caixa ou pelo telefone de atendimento exclusivo 0800-724-2019, disponível 24 horas.

A data limite para saque é 31 de março de 2020. Caso o saque não seja feito até essa data, os valores retornam para a conta do FGTS do trabalhador.

Horário especial

Para facilitar o atendimento, a Caixa vai abrir 2.302 agências em horário estendido hoje e na segunda-feira (11). As agências que abrem às 8h terão o atendimento encerrado duas horas depois do horário normal.

As que abrem às 9h terão atendimento uma hora antes e uma hora depois. Aquelas que abrem às 10h iniciam o atendimento com duas horas de antecedência. E as que abrem às 11h também iniciam o atendimento duas horas antes do horário normal.

A lista das agências com horário especial de atendimento pode ser consultada no site da Caixa. Nesses pontos, o trabalhador poderá tirar dúvidas, fazer ajustes de cadastro e emitir senha do Cartão Cidadão.

A Caixa destaca que o saque imediato não altera o direito de sacar todo o saldo da conta do FGTS, caso o trabalhador seja demitido sem justa causa ou em outras hipóteses previstas em lei.

Essa modalidade de saque não significa que houve adesão ao saque aniversário, que é uma nova opção oferecida ao trabalhador, em alternativa ao saque por rescisão do contrato de trabalho.

Por meio do saque aniversário, o trabalhador poderá retirar parte do saldo da conta do FGTS anualmente, de acordo com o mês de aniversário.

 

Por:Agência Brasil
22.11.19 6h39
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Mercado de trabalho cria 70.852 empregos com carteira assinada em outubro

(Foto:Pedro Ventura / Agencia Brasilia) – Esse foi o sétimo mês consecutivo de abertura de vagas formais

O mercado de trabalho brasileiro criou 70.852 empregos com carteira assinada em outubro, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério da Economia. Esse foi o sétimo mês consecutivo de abertura de vagas formais.

O saldo de outubro decorre de 1,365 milhão de admissões e 1,294 milhão de demissões. Esse foi o melhor resultado para o mês desde 2017, quando foram criadas 76.599 vagas no décimo mês do ano. Em outubro do ano passado, houve abertura líquida de 57.733 vagas, na série sem ajustes.

O resultado de outubro ficou dentro do intervalo das estimativas de analistas do mercado financeiro consultados pelo Projeções Broadcast. As projeções eram de abertura de 55.000 a vagas a criação de 150.000 vagas, com mediana positiva de 76.000 postos de trabalho.

No acumulado de janeiro a outubro de 2019, o saldo do Caged foi positivo em 841.589 vagas, o melhor desempenho para o período desde 2014, quando a abertura de vagas chegou a 912.287, na série com ajustes. Em 12 meses até outubro, houve abertura de 562.186 postos de trabalho.

Setores

O resultado do mês foi puxado pelo comércio, que gerou 43.972 postos formais, seguido pelo setor de serviços, que abriu 19.123 vagas de trabalho.

Também tiveram saldo positivo no mês a indústria (8.946 postos), a construção civil (7.294 postos) e a extração mineral (344 postos).

Por outro lado, a agropecuária fechou 7.819 vagas em outubro, enquanto os serviços industriais de utilidade pública tiveram fechamento líquido de 581 vagas no mês. A administração pública também encerrou 427 vagas.

Salário médio de admissão

O salário médio de admissão nos empregos com carteira assinada teve alta real de 2,03% em outubro de 2019 ante o mesmo mês de 2018, para R$ 1.597,31, segundo dados do Caged. Na comparação com setembro, porém, houve queda de 0,48%, informou o Ministério da Economia.

O maior salário médio de admissão em outubro ocorreu na administração pública com R$ 2.611,13. Já o menor salário médio de admissão foi registrado na agropecuária, com R$ 1.360,10

Por:Agência Estado

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PIB do agronegócio cresce mais que conjunto da economia em 2019

(Foto:Reprodução) – O incremento do Produto Interno Bruto (PIB) do setor agropecuário neste ano e no próximo foi revisto para cima pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

A previsão anterior era de crescimento de 0,5% em 2019 e a nova projeção marca 1,4%. No caso de 2020, a projeção de crescimento vai de 3,2% a 3,7%, conforme o prognóstico de safra.

Todos os percentuais estão acima do que é esperado para o conjunto da economia. Segundo o Ipea, em 2019 o PIB nacional deverá ter alta de 1%. Em 2020, o crescimento deve ficar em 2,3%. Historicamente, o agronegócio é responsável por um quinto do PIB nacional.

“O PIB do agronegócio vai puxar o crescimento do PIB nacional”, ressaltou o presidente do Ipea Carlos von Doellinger, em seminário sobre o agronegócio, em Brasília. “O setor agropecuário está tendo um comportamento com perspectiva muito favorável. É uma vocação do Brasil, o país sempre teve vantagem comparativa”, assinalou.

Apesar do histórico efeito no crescimento da economia, o impacto da agropecuária no conjunto da atividade econômica não é linear, varia conforme produto e extensão de sua cadeia de produção.

“Depende do que está sendo produzido para onde para qual mercado. Não dá para analisar de forma tão simplista. A gente não tem como avaliar o impacto no PIB geral”, pontuou o diretor de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Ipea José Ronaldo Souza Júnior, durante o seminário.

“Algumas coisas são exportadas diretamente, não geram outros efeitos em termos de indústria. No caso da carne, ela gera impacto na indústria de alimentos. No caso da soja, ela é pouco processada no Brasil, então ela não gera tanto impacto assim em termos de indústria”, completa o especialista em crescimento econômico.

Conforme o Ipea, o bom desempenho do agronegócio tem sido puxado pela produção de milho algodão e ovos para mercado interno, aliado ao crescimento das exportações de grãos e de venda de carne bovina, suína e frango.

Há ganho de produtividade nesses segmentos. Conforme Souza Jr, “está havendo melhora na produtividade agrícola. Tanto a Conab [Companhia Nacional de Abastecimento] quanto o IBGE não estão vendo ganho de área plantada e sim ganho de produtividade. O que mantém a tradição da agricultura brasileira ser um setor que continuamente tem melhorado a produtividade”.

Fonte: Agência Brasil

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Mais de 800 mil trabalhadores já optaram pelo saque aniversário do FGTS, diz secretário

(Foto:Fábio Costa / Arquivo O Liberal) – Saldos das contas já cadastradas para retirada somam R$ 6,066 bilhões

O secretário especial de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, disse que 823.114 pessoas já se cadastraram para fazer o Saque Aniversário do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Nessa modalidade, é possível retirar parte do saldo da conta do FGTS conforme o mês de seu aniversário. Em contrapartida, não será possível ao trabalhador receber seu FGTS na íntegra, caso seja demitido.

Os saldos das contas já cadastradas somam R$ 6,066 bilhões. Com isso, os já inscritos deverão sacar R$ 1,119 bilhão no ano que vem.

A Caixa Econômica Federal começou a receber, no início do mês, os pedidos de trabalhadores interessados em fazer o Saque Aniversário, e a opção pode ser feita até 31 de dezembro

Sachsida participa de um evento para comemorar os 27 anos da SPE

O secretário ressaltou mudanças promovidas pelo atual governo, como as novas regras para o FGTS e o fim do DPVAT e disse que têm como objetivo solucionar a má alocação de recursos, que reduz a produtividade da economia.

“Houve um erro de políticas pelo lado da demanda no passado, que gerou um problema que resulta em baixa produtividade da economia Um trabalhador brasileiro há 30 anos era mais produtivo do que hoje. Passa o tempo e ficamos piores do que éramos”, afirmou Sachsida.

Por:Agência Estado

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Dólar vai a R$ 4,20, pico histórico, com procura sazonal por moeda e cautela

A última vez em que isso havia ocorrido havia sido em 13 de setembro de 2018, antes das eleições presidenciais.
(Foto:Marcello Casal Jr / Agência Brasil)
As novas regras cambiais deverão baratear o custo de envio de remessas de dólares ao exterior, atualmente estimado em torno de 5% do valor da operação .

Após ter começado esta segunda-feira em queda, em grande parte refletindo os movimentos de sexta-feira, feriado no Brasil, o dólar gradualmente ganhou força sobre o real e renovou máximas até romper a barreira dos R$ 4,20 no fim da tarde. Em um ambiente de procura sazonal por dólares, o que pressiona a cotação, exterior mais cauteloso e na ausência de um noticiário doméstico que ajudasse o real, a moeda americana terminou o dia com a maior cotação de fechamento da história do Plano Real, aos R$ 4,2055, uma alta de 0,29%. A última vez em que isso havia ocorrido havia sido em 13 de setembro de 2018, antes das eleições presidenciais, quando o dólar tocou os R$ 4,1998.

Segundo operadores ouvidos pelo Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, os investidores testam o Banco Central (BC) numa possível oferta de venda de moeda e pedem mais liquidez em uma época em que comumente há mais procura pela divisa americana. Isso porque, no fim do ano, há um aumento de remessas de lucros por parte de empresas e fundos ao exterior.

“Nossa diferença para o mercado externo é que, como estamos no fim do ano, o mercado provavelmente deve estar chamando o BC. É normal que o BC entre para dar mais liquidez no fim de ano”, disse um operador. No pico do dia, a moeda chegou a tocar os R$ 4,2090. Na mínima, pela manhã, atingiu os R$ 4,1702.

O movimento foi mais forte por conta do noticiário interno fraco e a cautela típica pré-feriado. Após a Proclamação da República, na última sexta-feira, há ainda o feriado do Dia da Consciência Negra, na próxima quarta-feira. Além disso, pesam para o pé atrás do investidor as tensões na América Latina e, ainda, dúvidas por parte do governo chinês em relação ao andamento do acordo comercial com os Estados Unidos.

“Temos uma semana curta novamente, o fluxo é negativo. O ambiente da América Latina está cheio de barulho. Não tem noticiário que favoreça o real”, disse o operador da Fair Corretora, Hideaki Iha.

Lá fora, o dólar operava em alta frente a maior parte dos emergentes, mas com avanços comedidos. No fim da tarde, as exceções eram Turquia e Argentina. Frente a moedas fortes, no entanto, medidas pelo índice DXY, o dólar tinha queda de 0,22% às 17h23.

Diante das inúmeras fontes de incerteza, a liquidez no mercado foi relativamente baixa. No mercado à vista, o volume de negócios foi de US$ 766,20 milhões. “Com dólar a R$ 4,20, ninguém vai querer fazer negócios, pelo menos até o feriado passar. Quem utilizou o período da manhã, fez um bom negócio”, destacou o operador da Advanced Corretora, Alessandro Faganello.

Ele pondera que há potencial para que o noticiário interno melhore um pouco o humor dos investidores nas próximas semanas. Isso porque há uma expectativa de envio do projeto que acelera as privatizações e, ainda, a aprovação da PEC Paralela, que inclui Estados e municípios na reforma da Previdência.

Nesta segunda, a entrevista do secretário da Receita Federal, José Barroso Tostes Neto, ao Estadão – publicada domingo à noite pelo Broadcast – não chegou a refletir nos ativos domésticos. Segundo ele, a ideia é dividir a reforma tributária do governo em 4 partes. A primeira – única a ser enviada este ano – seria uma unificação do PIS/Cofins. A segunda etapa seria uma mudança no IPI. A terceira, a reformulação do Imposto de Renda; e a quarta etapa, a desoneração da folha de salários das empresas.

Em entrevista ao Broadcast, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, colocou dúvidas em relação à disposição da Casa em votar uma unificação apenas do PIS/Cofins, em detrimento da reforma mais abrangente que está no Legislativo. Para ele, o projeto proposto pelo governo não resolve a pendência com o setor de serviços – que emperra a discussão -, nem o “principal problema” tributário atual, o ICMS.
Por:Bárbara Nascimento – AE
18.11.19 19h48
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Preço do gado sobe motivado pela entressafra do pasto

No Pará, arroba está entre R$ 155 e R$ 157(Foto:Oswaldo Forte / O Liberal)

A arroba do boi gordo, que é o equivalente a 15 quilos, em média, teve alta histórica no preço divulgada na semana passada. No estado do São Paulo, de acordo com o indicador Esalq/B3, do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), houve aumento de 4,35%, atingindo a marca de R$ 199,25, o que supera a máxima histórica de abril de 2015, de R$ 191,89, tendo em vista a inflação do período. A União das Indústrias Exportadoras de Carne (Uniec) afirma que a tendência de alta é também observada no Pará e que a principal causa é o período de entressafra do pasto. Em território paraense, a arroba está entre R$ 155 e R$ 157.

O presidente da Uniec, Francisco Victer, atribui à diminuição da oferta de carne, que ocorre periodicamente a partir de junho, a alta nos preços identificada. “Está mais caro mas isso não é surpresa para quem acompanha os ciclos do produto no país. A parti de junho, quando em alguns locais diminui a quantidade de chuvas, a terra fica mais seca e, por isso, o pasto também diminui, o que faz com que o gado fique mais magro e os produtores prefiram não vender. Então, como diminui a oferta, o preço sobe, como todos sabem. A indústria oferece um preço maior para estimular a venda”, diz o produtor.

Victer aponta ainda que, no Pará, “diferente do que tem circulado em sites e nas redes sociais”, a exportação não é um motivo relevante para a diferença dos preços, embora a China, segundo ele, deva se tornar um importante comprador de carne do país nos próximos meses.

“No Pará, não podemos falar que a exportação é causadora de aumento da carne, já que entre 2018 e 2019, nos períodos de janeiro a outubro, caiu a quantidade de carne exportada. No ano passado, exportamos 50.916 toneladas, enquanto que, neste ano, caímos para 48.639 toneladas, o que significou uma diminuição de 2.300 toneladas. E os nossos principais parceiros comerciais ainda são os países do Oriente Médio, com a Turquia. A China deve comprar mais aos poucos. A queda da exportação, muitas vezes, é causada pela valorização do mercado interno. Para os pecuaristas, esse período de entressafra do pasto, que vai de junho a janeiro, é muito bom, pois o produto é valorizado”, afirma.

Éric Queiroz, dono de um restaurante e açougue em Belém, conta que precisou subir o preço de alguns de seus produtos devido aos reajustes da carne, mas teve que manter uma média praticada pelo mercado, para não perder para os concorrentes. “O bife de chã ficou na mesma faixa da maioria, de R$ 25 a R$ 27. Acho que ainda teremos aumentos entre 25% e 27%, mas a partir de janeiro começa a cair, com o período de safra”, projeta.

As ações de empresas dedicadas ao segmento de carne bovina também avançaram. Os papéis da companhia de alimentos Marfrig Global Foods, no ano, registram alta de 91%, e os da JBS acumularam aumento de 126%. As ações da empresa Minerva, por sua vez, cresceram 438%.

Os títulos da Minerva também foram beneficiados pelo anúncio de que a companhia assinou, na primeira semana de outubro, um memorando para formar uma associação com empresários chineses e atuar na distribuição de carne bovina na China. O país tem hoje 15% do mercado global de carne bovina, e a sua demanda nesse segmento é crescente após o seu rebanho de suínos ter sido destruído pela peste suína africana.
Por:Abílio Dantas
19.11.19 7h05
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Pará receberá mais de R$ 7 milhões em recursos para a segurança pública

(Foto:Fábio Costa / Arquivo O Liberal) – Recursos são do Fundo Estadual de Segurança Pública e Defesa social, liberados após o governador do Estado sancionar a Lei 8.905/2019

Com a criação da lei do Fundo Estadual de Segurança Pública e Defesa social (FESPDS), o Pará está apto a receber investimentos de R$7.560.137,00 em ações de Enfrentamento à Criminalidade Violenta e a Valorização dos Profissionais de Segurança.

A lei 8.905/2019, que criou o fundo, foi sancionada no último dia 06 de novembro pelo governador Helder Barbalho e publicada no diário oficial do Estado, possibilitando o recebimento de recursos do Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP).

Do total, serão designados R$ 6.048.110,00 para o enfrentamento à criminalidade e R$ 1.512.027,00 para valorização dos profissionais, por meio da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (Segup).

Entre as modalidades de aplicação do recurso estão: construção, reforma, ampliação e modernização das unidades policiais, perícias e de corpos de bombeiros militares, bem como de outros órgãos que apoiam o Sistema Estadual de Segurança Pública (SIEDS), aquisição de materiais, equipamentos, veículos, tecnologias e sistemas de informações e de estatísticas de segurança pública; inteligência, investigação, perícia e policiamento; capacitação e profissionais da segurança pública e de perícia técnico-científica; serviço de recebimento de denúncias, com garantia de sigilo para o usuário, programas habitacionais e de melhoria da qualidade de vida dos profissionais da segurança pública,
entre outros.

De acordo com o secretário estadual de segurança pública, Ualame Machado, com o recebimento dos recursos a estrutura de segurança pública será aprimorada e os agentes valorizados para que possam realizar as suas atividades com maior eficácia.

“Aperfeiçoar a estrutura da segurança pública é uma das prioridades. Já estamos com planos de criar um novo Centro Integrado de Operações (CIOp) metropolitano que aglomerará aproximadamente 15 órgãos Municipais, do Estado e Federais para que tenhamos um melhor monitoramento de toda a Região Metropolitana de Belém”, destacou o titular da Segup.

A transferência de recursos arrecadados oriundos das loterias, onde cada Estado recebe a quantia obedecendo um percentual de rateio, é calculado com base em diversos critérios, tais como quantidade populacional, faixa de fronteira, entre outros. Coube ao Pará receber 3,05% do valor nacional. O repasse é referente ao ano de 2019 e pode ser utilizado em até dois anos.

Anteriormente, as verbas vindas do Fundo Nacional de Segurança Pública eram repassadas por meio de convênio, ou seja, não existia um valor estipulado e também para cada aquisição era preciso um convênio novo e isso causava muito transtorno administrativo, tanto para a segurança pública nos estados, como para SENASP, nas análises de processos posteriormente, além de ser algo mais engessado.

“Com a criação do Fundo, a Senasp vai transferir as verbas em forma de rateio para os estados, e o valor repassado terá critérios e objetivos, ou seja, não será como antes, quando era necessário uma negociação individual com o convênio. Então será um valor que será definido a partir dos requisitos e objetivos que serão estabelecidos, e esse valor no Pará será cerca de 7 milhões e meio no ano de 2019”, explicou o titular da segurança pública.

Consep

Além da criação do fundo estadual, outro critério para o recebimento do recurso consiste na criação ou adequação do Conselho Estadual de Segurança Pública, o Consep. A lei 8.906 também foi sancionada na mesma data. “Um dos critérios para o repasse era a criação de um Consep, que no Pará já existia há mais de 20 anos, porém nós só fizemos um ajuste que é atender a exigência da participação da Defensoria Publica e a Estado de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda Seaster”, acrescentou Ualame.

A partir de agora, o Consep passa a ser composto por um representante da Defensoria Pública do Estado do Pará, do secretário da Seaster, e por representantes da sociedade civil organizada, que agora passam a ser eleitos, além dos que já faziam parte, como o comandante – geral da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, delegado-geral da Polícia Civil, diretor-geral do Centro de Perícias Renato Chaves e do Departamento de Trânsito, superintendente do sistema penitenciário, um representante da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/PA), dois deputados representantes da Assembleia Legislativa e um representante das entidades de profissionais de segurança pública.

Por:Redação Integrada

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