Ouro volta a ser o melhor investimento do mercado

ABRAMP – Associação Brasileira de Metais Preciosos – recomenda o ouro como o melhor investimento nesse momento de tensão mundial (Foto:Reprodução Abramp)

Quem é rei, como o ouro, nunca perde a majestade, mas em tempos de crise brilha ainda mais forte. O metal mais reverenciado do mundo entrou novamente em uma onda de valorização no mercado financeiro. O motivo da alta no preço do ouro se deve às tensões no Oriente Médio.

Desde que ocorreu o ataque dos Estados Unidos que matou o mais importante general do Irã elevou, o mercado vive as tensões de uma possível guerra entre os dois países. Diante desse cenário, a ABRAMPAssociação Brasileira de Metais Preciosos – recomenda o ouro como o melhor investimento nesse período de incertezas.

Segundo Rogério Manoel, diretor da entidade, o metal é considerado mundialmente um dos ativos financeiros mais seguros da economia. “Isso porque além de ser um ativo físico, o ouro serve de lastro a reserva monetária de inúmeros países, tendo seu valor e demanda sempre garantido”, explica o presidente.

Rogério reforça que o metal mantém seu status como reserva de valor e um porto seguro em tempos de crise e instabilidade financeira. “No caso de descrença nos mercados acionários e de títulos de dívida de um governo, o ouro é uma proteção contra a desvalorização que os outros ativos irão sofrer”.

Para quem não quer correr riscos, o ouro é um bom investimento por não sofrer com a liquidez. Outro ponto a favor do metal é que a sua cotação é internacional, aceita em qualquer lugar do mundo, uma reserva segura.

“Em tempos de crise, a tendência é que as moedas percam valor. Já o ouro passa a valer mais porque o dinheiro está sujeito à atuação do mercado e dos governos, enquanto o metal se mantem valioso, um bem tangível e, por isso, muito mais seguro”, explica.

Sobre a ABRAMP

ABRAMP – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS METAIS PRECIOSOS, é uma entidade sem fins lucrativos, que atua com o objetivo de congregar os interesses comuns de instituições, profissionais autônomos e investidores ligados ao mercado de metais preciosos em seus diferentes aspectos relativos a produção, fundição, industrialização, negociação, distribuição, e outros.

Por:Gava Comunicação Jornalista Renato Rinco

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Pará terá R$ 10,2 milhões do Ministério da Saúde para cirurgias eletivas em 2020

Apoio a procedimentos como cirurgia de catarata estão contemplados em repasses a estados e municípios (Foto:Neldson Neves / Arquivo O LIberal)

Repasse beneficia 53 tipos de procedimentos, como catarata, varizes, hérnia, vasectomia e laqueadura

O Pará contará com R$ 10,2 milhões do total de R$ 250 milhões reservados a mais pelo Ministério da Saúde em 2020 para a ampliação do acesso de pacientes às cirurgias eletivas realizadas no Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo do MS é incentivar municípios a zerar as filsa de espera por cirurgias eletivas de média complexidade e diminuir o tempo de espera daqueles que aguardam por procedimentos agendados. Os repasses foram garantidos em portaria publicada dia 30 de dezembro.

São 53 tipos de procedimentos cirúrgicos que estão na lista, como catarata, varizes, hérnia, vasectomia e laqueadura, além da cirurgia de astroplastia (quadril e joelho) entre outras com grande demanda reprimida identificada. O total exato destinado para o Pará é de R$ 10.225.000. Confira os repasses para cada estado.

Em 2018, foram realizadas pelo SUS cerca de 2,4 milhões de cirurgias eletivas em todo o país. Esses procedimentos cirúrgicos são os que não precisam ser realizados em caráter de urgência, podendo assim serem agendados. Em 2019, até outubro, foram registrados no sistema de informação do SUS 2 milhões de cirurgias em todos os estados brasileiros.

Os procedimentos de cirurgias eletivas fazem parte da rotina dos atendimentos oferecidos à população nos hospitais de todo o País, de forma integral e gratuita, por meio do SUS. As três cirurgias mais demandadas são oftalmológicas (para tratamento de catarata e de suas consequências e para tratamento de doenças da retina). Além dessas, também estão na lista cirurgias tais como aquelas para correção de hérnias e retirada da vesícula biliar.

Com o valor extra de R$ 250 milhões mais cirurgias eletivas poderão ser realizadas em 2020. Os gestores estaduais e municipais são os responsáveis pela organização e a definição dos critérios regulatórios que garantam o acesso do paciente aos procedimentos cirúrgicos eletivos. Segundo o MS, eles podem se programar para utilização dos recursos de acordo com a população per capita de cada estado. O valor total será disponibilizado no orçamento por meio do componente Fundo de Ações Estratégicas e Compensação (FAEC).

O incentivo somente será liberado para os gestores após a apresentação de produção executada no sistema de informação do SUS e para aqueles que ultrapassarem o teto MAC (Média e Alta Complexidade) do município. Do período de janeiro de 2017 a outubro de 2019, foram disponibilizados por meio de recursos do FAEC, o valor aproximado de R$ 1,1 bilhão para cirurgias eletivas. Além disso, as unidades federativas contam também com o valor do teto MAC (Média e Alta Complexidade) para realização das cirurgias nos municípios.

Por:Redação Integrada

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Poupança fecha 2019 com entrada líquida de R$13,327 bi, pior dado em 3 anos

(Foto:Bruno Domingos / REUTERS) – Dezembro, mês tradicionalmente positivo, teve melhor dado para o mês desde 2017

A caderneta de poupança registrou entrada líquida de 13,327 bilhões de reais em 2019, pior resultado para a caderneta desde 2016 (-40,702 bilhões de reais), divulgou o Banco Central nesta terça-feira.

Em dezembro, mês tradicionalmente positivo, houve captação líquida de 17,211 bilhões de reais, melhor dado para o mês desde 2017 (+19,373 bilhões de reais).

No consolidado do ano, os depósitos superaram os saques em 12,390 bilhões de reais no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), enquanto na poupança rural houve ingresso líquido de 937,497 milhões de reais.

Por:Reuters

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Comércio entre Pará e Oriente Médio pode ser afetado por tensão EUA x Irã

Soja é o principal produto paraense exportado ao Irã (Foto:REUTERS / Stringer)

No ano passado, o Estado exportou U$ 11,7 milhões para o Irã apenas de soja e milho, diz a Fiepa

O conflito entre Estados Unidos, Irã e Iraque, que ficou ainda mais intenso após o assassinato do general iraniano Qassem Soleimani em um bombardeio americano a Bagdá, no dia 3 deste mês, deve atrapalhar as relações comerciais do Pará com o Oriente Médio, além de provocar o aumento do preço da gasolina em todo o país. É o que afirmam especialistas em relações internacionais e, no caso específico da gasolina, o Sindicombustíveis do Pará, entidade representativa do comércio varejista de derivados de petróleo e gás natural.

A balança comercial do Pará, de acordo com o Centro Internacional de Negócios (CIN) da Federação das Indústrias do Pará (Fiepa), registra que a soja foi o principal produto exportado pelo Estado para o Irã, em 2018 e 2019, representando U$ 7,4 milhões em negócios no último ano. Milho em grão foi o segundo item mais comprado, resultando na arrecadação U$ 4,3 milhões. Ao todo, foram U$ 11,7 milhões arrecadados pelo Pará em comércio com o Irã, o que coloca o Estado na posição de número 13 na relação dos Estados brasileiros com o país do Oriente Médio.

A coordenadora do CIN, Cassandra Lobato, afirma que as relações comerciais com o Irã, no caso do Pará, são pontuais, o que faz dele um parceiro sem tanta relevância quanto os países da Ásia e União Europeia. “Apesar de afirmarmos que é importante o comércio com todos os países, para diversificar nossas relações e produção, o Oriente Médio é responsável por apenas 3,59% de toda a nossa balança comercial em 2019. A Ásia, por exemplo, é responsável por 68% e a União Europeia, 16%. Isso ocorre porque as duas regiões são compradoras do nosso principal produto, o minério, o que não é o caso do Oriente Médio. Países como Irã compram produtos da agropecuária”, diferencia. No ano passado, os Emirados Árabes ficaram em sexto lugar no ranking dos países compradores de carne bovina, segundo levantamento da Aliança Paraense pela Carne.

LUCRO

O doutor em Relações Internacionais e pesquisador da Universidade Federal do Pará (UFPA), Mário Tito, afirma que a guerra suposta, ainda que não declarada entre EUA e Irã, afetará o lucro em exportações do Pará para o Oriente Médio. “Estamos em um tempo de hiperglobalização, o que significa que não existe mais nenhuma relação comercial que não esteja conectada mundialmente, portanto a diferença entre mercado externo e mercado também foi dissolvida. Logo, o Pará será sim afetado, só não sabemos ainda qual será a proporção”, assegura o professor.

De acordo com ele, uma guerra estabelece um cenário de constante tensão, o que deve fazer com que o transporte e a compra de determinados produtos na região do conflito seja comprometida. “Apesar de estarmos na era das tecnologias da informação, é sempre no plano físico que ocorre o comércio. Isso significa que se o preço do petróleo subir o frete para o transporte também ficará mais caro, o que comprometerá toda a cadeia”, explica.

Relações internacionais

Para Félix Ibarra Prieto, doutor em Relações Internacionais e professor da Universidade da Amazônia (Unama), o aumento do preço dos combustíveis é também a consequência mais importante do conflito para o Pará. “Um terço da produção de petróleo do mundo vem dessa região, mais especificamente do Estreito de Ormuz, que tem o Irã na costa norte e os Emirados Árabes na costa sul. Ainda que as relações entre EUA e Irã sempre tenham sido conflituosas, agora elas podem atingir ainda mais os outros países. O preço dos combustíveis deve aumentar, portanto, pois há inclusive a ameaça de que campos de petróleo sejam atacados”, afirma.

O advogado do Sindicombustíveis/PA, Pietro Maneschy Gasparetto, diz que a nova política de preços dos combustíveis adotada pela Petrobras prevê que o preço do combustível irá variar livremente conforme a oscilação do preço do barril do petróleo no mercado internacional, bem como do dólar. “Desta forma, como o conflito possivelmente impactará no preço do petróleo no mercado internacional, é provável que exista sim reflexo no preço dos combustíveis no Brasil como um todo”, corrobora.

“É impossível, no entanto, supor qual será a variação. A variação depende do preço do combustível puro na refinaria, bem como do preço cobrado pelas distribuidoras para aquisição pelos postos. O preço divulgado pela Petrobras diz respeito ao preço do combustível puro, sem a inclusão dos tributos e do impacto da mistura dos biocombustíveis. Sobre este valor também incidem diversos outros custos, como as margens de lucro das distribuidoras, frete e impostos. O preço final, ao consumidor, dependerá também do valor cobrado pelas distribuidoras”, completa o advogado.

Por:Abílio Dantas

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Paraenses compraram botijão de gás 12% mais caro em 2019

(Foto:Igor Mota/Arquivo/O Liberal) – O reajuste total foi de 16,4%, de acordo com o Sergap, o que foi prejudicial para consumidores e revendedores do produto

O preço do gás teve reajuste positivo de 16,4% no Pará ao longo de 2019, de acordo com o Sindicato das Empresas Revendedoras de Gás Liquefeito de Petróleo do Estado do Pará (Sergap), sendo que 12% chegaram ao consumidor.

Esse índice é resultado de vários aumentos no preço do gás vendido pela Petrobras – de 1,04% em fevereiro, 3,44% em maio, 5,3% em outubro, de 4% em novembro e 5% em dezembro, enquanto, em agosto, houve queda de 2,14%. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Esse reajuste total foi muito alto na comparação com a inflação estimada em 3% no ano passado, na avaliação do presidente do Sergap, Francinaldo Oliveira. Ou seja, as altas foram quatro vezes superiores à inflação. Esses reajustes valeram para todos os tipos de gás liquefeito de petróleo (GLP), incluindo os botijões de uso doméstico de 13 quilos e os industriais, com embalagens acima desse peso.

Conforme explicou Oliveira, os aumentos na Petrobras ocorrem porque a empresa baseia seus preços nos comercializados internacionalmente: “na Europa, nessa época, aumenta o consumo do GLP para aquecimento. Com o aumento da demanda também aumenta o preço”, explicou. Ele também afirma que a alta do gás ao longo do ano sofreu impacto do preço do dólar, que chegou a bater R$ 4,26 e agora está na casa de R$ 4,06.

Para o presidente da Sergap, os índices são prejudiciais ao consumidor, seja residencial ou comercial, e são péssimos para as distribuidoras, já que, segundo ele, as práticas de revenda diminuem ou têm uma margem de lucro menor. A consequência, na opinião dele, da retração do consumo é que as empresas ficam fragilizadas e tentam burlar leis trabalhistas e tributárias para aumentar a margem de lucro. “Todos perdem”, disse Oliveira.

O último levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostrou que, em dezembro, o botijão de 13 kg foi vendido a uma média de R$ 75,73, variando entre R$ 68 e R$ 95 no Pará. Em Belém, no mesmo período, o preço médio do botijão de gás foi de R$ 69,66, sendo o menor preço R$ 68 e o maior R$ 82. Nos outros municípios paraenses, os que têm o botijão de gás mais caro são Paragominas (R$ 94,25), seguido de Xinguara (R$ 92), Altamira (R$ 87,43), Redenção (R$ 87) e Itaituba (R$ 84,60).

A recepcionista Mariela de Andrade, de 32 anos, disse que o ano de 2019 foi muito ruim economicamente. “Tudo aumentou, todas as contas continuaram difíceis de pagar. Disseram que depois da eleição viria estabilidade e até agora estamos pagando o preço alto. Com o gás não foi diferente, quando acaba tenho que dar meu jeito de arranjar quase R$ 100 para poder comer”, disse a consumidora.

Já a acadêmica de Nutrição Rosiane Miranda, de 24 anos, mora sozinha na capital e também precisa se preocupar com o dinheiro para pagar o gás. “Vendo bombons naturais na faculdade, foi uma forma que encontrei de exercer um pouco a minha profissão e ganhar dinheiro. Tudo que vou ganhando já separo para as contas do mês e assim que consigo o valor pago a conta, mesmo com antecedência. O gás também deixo separado e compro assim que acaba, mas é um valor alto, quase o mesmo da energia elétrica”.

Ainda de acordo com o presidente da Sergap, as altas vão de encontro ao que o governo havia prometido, de redução no preço do gás. “Com uma inflação mais ou menos controlada, ter o gás aumentando sem controle afeta a economia, porque precisamos de estabilidade”, pontuou.

Por:Redação Integrada

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Inflação para famílias de renda mais baixa fecha ano em 4,60%

(Foto:Marcello Casal Jr/Agência Brasil) – Taxa do IPC-C1 em 2019 é superior ao registrado pelo Índice de Preços ao Consumidor (Foto:Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

Principais impactos no IPC-C1 em 2019 vieram das classe alimentação e transportes

O Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1), que mede a inflação para famílias com renda até 2,5 salários mínimos, fechou 2019 com inflação de 4,60%. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), a taxa é superior aos 4,17% registrados no ano anterior.

A taxa do IPC-C1 em 2019 também é superior ao registrado pelo Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR), que mede a inflação para todas as faixas de renda, que ficou em 4,11% no mesmo período.

Os principais impactos no IPC-C1 em 2019 vieram das classe alimentação, com alta de preços de 6%, e transportes, com 6,01% no período.

As demais classes de despesas tiveram as seguintes taxas de inflação: habitação (3,48%), vestuário (1,62%), saúde e cuidados pessoais (4,07%), educação, leitura e recreação (4,46%), despesas diversas (5,17%) e comunicação (1,22%).

Em dezembro de 2019, o IPC-C1 ficou em 0,93%, acima do 0,56% de novembro e do 0,77% registrado pelo IPC-BR em dezembro.

Por:Agência Brasil

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Limite de juros para cheque especial começa a valer hoje

(Foto:Rafael Neddermeyer/ Fotos Públicas) – Bancos não poderão cobrar taxas superiores a 8% ao mês

Modalidade de crédito com taxas que quadruplicam uma dívida em 12 meses, o cheque especial terá juros limitados a partir de hoje (6). Os bancos não poderão cobrar taxas superiores a 8% ao mês, o equivalente a 151,8% ao ano.

A limitação dos juros do cheque especial foi decidida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) no fim de novembro. Os juros do cheque especial encerraram novembro em 12,4% ao mês, o que equivale a 306,6% ao ano.

Ao divulgar a medida, o Banco Central (BC) explicou que o teto de juros pretende tornar o cheque especial mais eficiente e menos regressivo (menos prejudicial para a população mais pobre). Para a autoridade monetária, as mudanças no cheque especial corrigirão falhas de mercado nessa modalidade de crédito.

Conforme o BC, a regulamentação de linhas emergenciais de crédito existe tanto em economias avançadas como em outros países emergentes. Segundo a autoridade monetária, o sistema antigo do cheque especial, com taxas livres, não favorecia a competição entre os bancos. Isso porque a modalidade é pouco sensível aos juros, sem mudar o comportamento dos clientes mesmo quando as taxas cobradas sobem.

Tarifa

Para financiar em parte a queda dos juros do cheque especial, o CMN autorizou as instituições financeiras a cobrar, a partir de 1º de junho, tarifa de quem tem limite do cheque especial maior que R$ 500 por mês. Equivalente a 0,25% do limite que exceder R$ 500, a tarifa será descontada do valor devido em juros do cheque especial.

Cada cliente terá, a princípio, um limite pré-aprovado de R$ 500 por mês para o cheque especial sem pagar tarifa. Se o cliente pedir mais que esse limite, a tarifa incidirá sobre o valor excedente. O CMN determinou que os bancos comuniquem a cobrança ao cliente com 30 dias de antecedência.

Por:Agência Brasil

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Governo divulga calendário de pagamento do Bolsa Família para 2020

Pagamentos começam a ser feitos no próximo dia 20(Foto>:Reprodução)

O governo divulgou o calendário do Bolsa Família para todos os meses deste ano. Em janeiro, o pagamento inicia no dia 20 para as famílias cujo Número de Identificação Social (NIS) termina em 1. O número vem impresso no cartão do programa,

Quem tem cartão com final 2 pode sacar o benefício no segundo dia de pagamento, e assim por diante, até o dia 31. Em fevereiro, os primeiros pagamentos serão feitos no dia 12 e seguem até o 28 de fevereiro. O calendário completo pode ser conferido abaixo:
Calendário de pagamento do Bolsa Família

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Pagamento do Bolsa Família começa no dia 20 para NIS de final 1 (Arte/ Divulgação)

Criado em 2003 como programa de distribuição de renda, o Bolsa Família atende a famílias em situação de extrema pobreza, com renda mensal de até R$ 89,00 por pessoa, e de pobreza, com renda mensal entre R$ 89,01 e R$ 178,00.

No caso das famílias pobres, tem acesso ao benefício aquelas com gestantes e crianças e adolescentes entre 0 e 17 anos.

Em 2019, pela primeira vez, o Bolsa Família pagou a 13ª parcela do benefício. Neste ano, o chamado abono natalino, que consiste no pagamento em dobro da parcela de dezembro, ainda não foi confirmado.

Segundo a Caixa Econômica Federal, que administra os pagamentos, 13,1 milhões de famílias foram atendidas pelo Bolsa Família em dezembro. O desembolso no mês passado foi de R$ 2,5 bilhões com os pagamentos normais, além de outros R$ 2,5 bilhões com a 13ª parcela.
Edição: Carolina Gonçalves

Por Agência Brasil Brasília/Publicado em 02/01/2020 – 15:04

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Governo reajusta salário mínimo para R$ 1.039 em 2020

Novo valor entra em vigor a partir de 1º de janeiro (Foto: Marcos Santos/USP Imagens)

O presidente Jair Bolsonaro editou Medida Provisória (MP) que aumenta o salário mínimo de R$ 998 para em R$ 1.039 a partir de amanhã, dia 1º de janeiro de 2020. O novo valor corresponde ao reajuste da inflação do ano, que encerrou 2019 em 4,1%, segundo Índice Nacional do Preços ao Consumidor (INPC), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

É a primeira vez na história que o salário mínimo ultrapassa a faixa de R$ 1 mil desde o início do Plano Real, em 1994. A MP foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) ainda nesta terça-feira (31).

Em relação à Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2020, aprovada pelo Congresso Nacional há duas semanas, o valor ficou R$ 8 mais alto. Isso porque a previsão anterior do governo federal para a inflação de 2019 era de 3,3%, mas o percentual acabou ficando em 4,1%, de acordo com a última estimativa medida pelo IBGE.

Em nota, o Ministério da Economia informou que o aumento do valor da carne nos últimos meses pressionou o crescimento geral nos preços no final do ano, ampliando o percentual de inflação apurado.

“Anteriormente, o governo projetou o salário mínimo de R$ 1.031 por mês para 2020, conforme a Mensagem Modificativa ao Projeto da Lei Orçamentária de 2020 (PLOA-2020). A recente alta do preço da carne pressionou a inflação e, assim, gerou uma expectativa de INPC mais alto, o que está refletido no salário mínimo de 2020. Mas como o valor anunciado ficou acima do patamar anteriormente estimado, será necessária a realização de ajustes orçamentários posteriores, a fim de não comprometer o cumprimento da meta de resultado primário e do teto de gastos definido pela Emenda Constitucional nº 95”, informou a pasta.

Até o ano passado, a política de reajuste do salário mínimo, aprovada em lei, previa uma correção pela inflação mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país). Esse modelo vigorou entre 2011 e 2019. Porém, nem sempre houve aumento real nesse período porque o PIB do país, em 2015 e 2016, registrou retração, com queda de 7% nos acumulado desses dois anos.

O governo estima que para cada aumento de R$ 1 no salário mínimo, as despesas elevam-se em R$ 355,5 milhões, principalmente por causa do pagamento de benefícios da Previdência Social, do abono salarial e do seguro-desemprego, todos atrelados ao mínimo.
Por:Agência Brasil
31.12.19 17h29
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Limite de juros para cheque especial começa a valer no dia 6

Taxa de modalidade de crédito não ultrapassará 8% ao mês (Foto:Reprodução:Agência Brasil)

A modalidade de empréstimo mais simples, porém mais cara, do mercado tem sido a saída dos trabalhadores com menor renda para fechar as contas no fim do mês. (Agência Brasil)

Modalidade de crédito com taxas que quadruplicam uma dívida em 12 meses, o cheque especial terá juros limitados a partir da próxima segunda-feira (6). Os bancos não poderão cobrar taxas superiores a 8% ao mês, o equivalente a 151,8% ao ano.

A limitação dos juros do cheque especial foi decidida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) no fim de novembro. Os juros do cheque especial encerraram novembro em 12,4% ao mês, o que equivale a 306,6% ao ano.

Ao divulgar a medida, o Banco Central (BC) explicou que o teto de juros pretende tornar o cheque especial mais eficiente e menos regressivo (menos prejudicial para a população mais pobre). Para a autoridade monetária, as mudanças no cheque especial corrigirão falhas de mercado nessa modalidade de crédito.

Conforme o BC, a regulamentação de linhas emergenciais de crédito existe tanto em economias avançadas como em outros países emergentes. Segundo a autoridade monetária, o sistema antigo do cheque especial, com taxas livres, não favorecia a competição entre os bancos. Isso porque a modalidade é pouco sensível aos juros, sem mudar o comportamento dos clientes mesmo quando as taxas cobradas sobem.

Tarifa

Para financiar em parte a queda dos juros do cheque especial, o CMN autorizou as instituições financeiras a cobrar, a partir de 1º de junho, tarifa de quem tem limite do cheque especial maior que R$ 500 por mês. Equivalente a 0,25% do limite que exceder R$ 500, a tarifa será descontada do valor devido em juros do cheque especial.

Cada cliente terá, a princípio, um limite pré-aprovado de R$ 500 por mês para o cheque especial sem pagar tarifa. Se o cliente pedir mais que esse limite, a tarifa incidirá sobre o valor excedente. O CMN determinou que os bancos comuniquem a cobrança ao cliente com 30 dias de antecedência.

No último dia 23, o Banco do Brasil anunciou que dispensará os clientes da tarifa em 2020. Segundo a instituição financeira, a isenção tem como objetivo fortalecer a relação com os clientes.

Agência Brasil
30.12.19 8h53

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