Salário mínimo aumentará R$ 6 e chegará a R$ 1.045, confirma secretário

(Foto:Reprodução) – A equipe econômica decidiu aumentar o salário mínimo de 2020 para recompor a inflação do ano passado.

O valor do piso terá um ganho de R$ 6, passando dos R$ 1.039 fixados anteriormente para R$ 1.045.Com a decisão, o governo recompõe totalmente a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Mercado (INPC), que fechou o ano passado em 4,48%.

A Constituição determina que o salário mínimo tenha reajustes periódicos que preservem o poder aquisitivo do trabalhador. O governo havia aplicado alta de 4,1% para determinar que o valor do mínimo passasse de R$ 998 para R$ 1.039, mas voltou atrás.

O assunto entrou no radar da pasta na segunda-feira (13/1), no retorno ao trabalho após as férias, quando o ministro da Economia, Paulo Guedes, se reuniu com a equipe e avaliou a possibilidade de garantir a recomposição da inflação do ano passado no salário mínimo.

Nesta terça-feira, o secretário de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, confirmou que o piso salarial ficará em R$ 1.045. O custo adicional deve ficar entre R$ 2 bilhões e R$ 3 bilhões, porque várias despesas, como pensões, aposentadorias, abonos salariais, seguro-desemprego e benefícios assistenciais, são atreladas ao salário mínimo.

Fonte: Correio Braziliense

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Pescado consumido pelos paraenses apresenta reajuste de até 55% nos últimos 12 meses, aponta Dieese

Pescado consumido pelos paraenses apresenta reajuste de até 55% nos últimos 12 meses, aponta Dieese — Foto: Elivaldo Pamplona/OLiberal

Segundo o Dieese, a tendência é de elevação de preços, pelo menos até a Semana Santa. A maioria das espécies analisadas tiveram alta superior a inflação do mesmo período, calculada em 4,3%.

O pescado consumido pelos paraenses em 2019 ficou mais caro em relação ao ano anterior.

De acordo com um levantamento realizado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudo Socioeconômicos (Dieese), as espécies de peixe comercializadas em Belém apresentaram reajuste de até 55%. Ainda segundo o Dieese, a maioria das espécies analisadas tiveram alta superior a inflação do mesmo período, calculada em 4,3%.

O levantamento verificou os maiores reajustes nos seguintes pescados: Camurim, com alta de 55,22%; seguido pelo Pacu, com reajuste de 37,92%; e a Arraia, com alta de 29,69%. Em alguns casos, o preço do quilo do peixe aumento até R$ 7,00.

Apesar dos reajustes, algumas espécies de pescado apresentaram quedas de preços. As mais significativas foram: Traíra, com recuo de 26,60%; seguida da Uritinga, com queda de 11,20%; e Piramutaba, com queda de 10,90%.

Segundo o Dieese, a previsão para 2020 não é animadora para o consumidor. A tendência, de acordo com o órgão, é de elevação de preços, pelo menos até a Semana Santa. O levantamento aponta que está situação já foi observada com os preços de uma quantidade expressiva do pescado no mês de dezembro de 2019.

Por G1 PA — Belém

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Seu bolso: salário mínimo sobe R$ 6 e chegará a R$ 1.045

Segundo o secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, o aumento depende da decisão do presidente Bolsonaro (FOTO:Michael Melo/Metrópoles)

O Ministério da Economia informou nesta terça-feira (14/01/2020) que o salário mínimo em 2020 pode passar dos R$ 1.039 para R$ 1.045, alta de R$ 6 em relação ao valor anunciado anteriormente pelo governo.

Segundo o secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, o aumento depende de uma decisão do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Em dezembro, o governo federal editou medida provisória que fixou o mínimo para 2020 em R$ 1.039, reajuste de 4,1% em relação aos R$ 998 de 2019.

Fonte:Otávio Augusto/Metropoles
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Com carnes, inflação dos mais pobres sobe bem mais do que a dos ricos, diz Ipea

(Foto:REUTERS / Tingshu Wang / File Photo) – Índice para os mais pobres ficou em 4,43% no ano passado e a dos mais ricos, em 4,16%

Por causa dos preços das carnes, a inflação das famílias mais pobres foi de 1,19% em dezembro, contra 0,99% para as famílias de maior poder aquisitivo, mostra o Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda, divulgado nesta terça-feira, 14, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Com isso, enquanto o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador de preços calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), fechou 2019 em 4,31%, a inflação para os mais pobres ficou em 4,43% no ano passado e a dos mais ricos, em 4,16%.

O Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda decompõe o IPCA por faixas de renda. A faixa mais pobre tem renda domiciliar abaixo de R$ 900 mensais por família. A faixa mais rica tem renda domiciliar acima de R$ 9 mil mensais por família.

Em dezembro, as carnes e os combustíveis foram os vilões da inflação. Por isso, segundo o Ipea, “o aumento de 4,69% nos preços dos alimentos no domicílio foi o principal responsável pelo incremento inflacionário das famílias mais pobres”, enquanto a alta de 1,54% do grupo Transportes foi o principal foco de pressão sobre a inflação das famílias mais ricas.

“Por ser o grupo com maior peso na cesta de consumo das famílias mais pobres, a alta do grupo ‘alimentação e bebidas’ contribuiu com 1,16 ponto porcentual (p.p.) para a inflação desse segmento da população, com destaque negativo para os reajustes de cereais (5,73%), tubérculos (6,4%), carnes (18,1%) e aves e ovos (4,48%)”, diz nota divulgada pelo Ipea.

Embora os ricos também tenham enfrentado a alta nos preços dos alimentos, o peso desses itens na cesta de consumo dessas famílias é menor, reduzindo a aceleração na inflação média.

“Em contrapartida, os reajustes de 15,6% das passagens aéreas e de 3,57% dos combustíveis geraram uma contribuição do grupo transportes de 0,43 p.p. para a inflação da faixa de renda mais alta”, continua a nota do Ipea.

A inflação de dezembro só não acelerou mais por causa da conta de luz. “A queda de 4,24% do preço da energia elétrica gerou um alívio inflacionário em todas as faixas de renda, limitando uma aceleração ainda maior das taxas de variação apresentadas em dezembro”, afirma a nota do Ipea.

Fonte:Agência Estado

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Carnes bovinas caíram 3,0% na 1ª semana de janeiro na ponta do IPC

(foto:© Paulo Whitaker/Reuters)- É a segunda semana de taxa negativa, diz Fipe.
Carnes bovinas caíram 3,0% na 1ª semana de janeiro na ponta do IPC
Depois de acumularem alta de 30,43% em 2019, as carnes bovinas começaram a ceder e chegaram à primeira semana de janeiro com deflação de 3,0% na ponta do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). É a segunda semana de taxa negativa no critério ponta, já que em dezembro os preços do grupo já mostraram queda de 0,2%, lembra o coordenador do índice, Guilherme Moreira.

Na primeira quadrissemana de janeiro, o IPC-Fipe subiu 0,78%, desacelerando em relação ao aumento de 0,94% observado em dezembro. O grupo Alimentação mostrou alívio, de 2,96% para 2,47%, com decréscimo nas taxas das carnes bovinas de 13,95% para 7,39%.

No critério ponta, o IPC também mostra arrefecimento entre o fechamento de dezembro e a primeira medição de janeiro nos preços das carnes suínas (de 13,0% para 3,0%) e nas de frango (de 7,0% para 1,0%). “Em breve esses itens também devem começar a devolver e essa deflação que estamos vendo na ponta tende a aparecer também no índice como um todo”, avalia Moreira.

Com isso, o economista espera ver uma desaceleração do grupo Alimentação, que pode fechar janeiro com inflação de 0,88% dos 2,97% de dezembro, segundo as projeções da Fipe. Para o primeiro mês do ano ante dezembro, a instituição também vê arrefecimento nas taxas de Habitação (0,23% para -0,30%), Despesas Pessoais (0,36% para -0,16%), e Vestuário (0,11% para 0,09%).

Por outro lado, a Fipe estima pressão sobre o IPC dos conjuntos de preços de Transportes (0,69% para 1,12%), Saúde (-0,16% para 0,19%) e Educação (0,04% para 2,70%). Mesmo assim, todas as variações são “comportadas” para o que se esperaria no início do ano, segundo Moreira. “Esses itens que normalmente são os vilões não estão pressionando tanto, principalmente porque o reajuste de ônibus e metrô não foi muito alto”, pontua.

A Fipe reduziu as expectativas para a inflação de janeiro, de 0,40% para 0,37%, e manteve a projeção para o IPC fechado de 2019 em 3,55%. “No curto prazo, a única pressão mais inesperada que estamos vendo é uma alta nos embutidos, que ainda é reflexo do choque das carnes. No ano, o risco que vemos são os combustíveis, por causa dos preços do petróleo e da taxa de câmbio”, afirma Moreira.
13/01/20 17:45 ‧ Há 17 Horas por Estadao Conteudo
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Petrobras reduz em 3% preço da gasolina e do diesel a partir de terça-feira

Este é o primeiro ajuste nos preços dos combustíveis após o início da crise entre Estados Unidos e Irã (— Foto: Dado Galdieri/Bloomberg)

A Petrobras vai reduzir em cerca de 3% o preço da gasolina e do diesel comercializado em suas refinarias a partir desta terça-feira. A informação foi confirmada pelo Valor com a petroleira.

Este é o primeiro ajuste nos preços dos combustíveis feitos após o início da crise entre Estados Unidos e Irã, que começou após a morte de um líder da Guarda Revolucionária Iraniana, em um ataque feito pelo exército americano. No início da crise, os preços do petróleo chegaram a registrar forte alta, porém, nos dias seguintes recuaram.

O último reajuste feito pela Petrobras no preço da gasolina havia sido em 1º de dezembro do ano passado. No caso do diesel, a última correção de preço ocorreu em 21 de dezembro.
Por Rodrigo Polito, Valor — Rio
13/01/2020 14h10
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Medidas para redução de filas do INSS serão anunciadas no dia 15, diz Marinho

(Foto:Antônio Cruz / Agência Brasil) – Segundo o secretário especial, propostas já foram discutidas com Paulo Guedes

O secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, prometeu o anúncio de medidas, ainda nesta semana, para reduzir as filas de atendimento no INSS. Segundo ele, propostas já foram discutidas com o ministro da Economia, Paulo Guedes, e devem ser anunciadas na quarta-feira, 15.

“Estamos conversando com o ministro e validando as propostas e possibilidades internamente. Estamos trabalhando desde a semana passada, porque envolve orçamento, estrutura organizacional. Precisamos ter essa responsabilidade de buscar respaldo técnico e jurídico. Na quarta-feira a gente conversa”, disse Marinho, após reunião com o Guedes e os demais secretários especiais da pasta.

O secretário não quis adiantar quais medidas estão em estudo. Conforme informou o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) na semana passada, o governo prepara ações para tentar pôr fim à extensa fila de espera de 1,2 milhão de pedidos por benefícios do INSS e conseguir colocar em funcionamento o novo sistema do órgão, já com a incorporação das mudanças aprovadas na reforma da Previdência.

As alternativas em estudo envolvem remanejamento de servidores. Também se avalia a contratação de terceirizados para atuar no atendimento ao público nas agências do INSS.

Em entrevista ao Broadcast, o presidente do INSS, Renato Vieira, disse que o órgão espera acabar com o atraso na análise dos pedidos em até seis meses.

Por:Agência Estado

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Frutas vendidas no Pará tiveram reajuste de até 46% em 2019, aponta Dieese

Frutas vendidas no Pará tiveram reajuste de até 46% em 2019, aponta Dieese — Foto: Dênio Simões/Agência Brasília

De acordo com o levantamento, as altas nos preços ficaram acima da inflação. Frutas regionais como cupuaçu, bacuri e pupunha também apresentaram reajuste

As frutas vendidas em Belém durante o ano de 2019 ficaram mais caras em relação ao ano anterior. O dado foi obtido por meio de um estudo do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), divulgado nesta segunda (13). De acordo com o levantamento, as altas nos preços ficaram acima da inflação, que marcou 4,25% no mesmo período.

Segundo o estudo, os maiores aumentos no período foram no preço do quilo do mamão, com reajuste de 46,65%, seguido do melão, com alta de 28,42%; limão, com alta de 18,06%; melancia, com alta de 15,98% e Goiaba, com alta de 12,03%. Ainda de acordo com o Dieese, frutas regionais como cupuaçu, pupunha e bacuri também apresentaram altas.

Apenas poucas frutas apresentaram queda durante 2019, segundo o levantamento. De acordo com o Dieese, os destaques de baixa de preço ficaram com o abacaxi, com queda de 13,11%, seguido da laranja, com queda de 6,96% e o abacate, com queda de 1,81%

Por G1 PA — Belém

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Reformulação do Bolsa Família inclui aumento de benefício e bônus a famílias; entenda

Bolsa Família atende a 13,5 milhões de famílias e tem orçamento total de R$ 30 bilhões (Jefferson Rudy / Agência Senado)

Segundo o governo, também está prevista a criação de um bônus para as famílias com filhos que passarem de ano

A reestruturação que o governo quer fazer no Bolsa Família prevê aumentar a renda de 10 milhões de beneficiários mais pobres que já estão no programa social e deve custar em torno de R$ 7 bilhões. Hoje, o programa usa como linha de corte para a concessão do benefício a situação financeira de cada família, classificada em extrema pobreza (rendimento de até R$ 89 per capita) e pobreza (até R$ 178 per capita).

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo e ao Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), o ministro da Cidadania, Osmar Terra, afirmou que essas faixas de enquadramento serão reajustadas para R$ 100 e R$ 200, respectivamente.

Como o valor do enquadramento corresponde também ao piso mínimo pago hoje pelo Bolsa Família, o governo afirma que as novas faixas vão representar na prática um aumento para as famílias em condições de maior miséria (além do piso, a renda final do programa depende de outros critérios, como número de filhos na família).

Atualmente, o Bolsa Família atende a 13,5 milhões de famílias e tem orçamento total de R$ 30 bilhões. “É um público que está na fronteira da miséria, da pobreza extrema”, diz o ministro.

Segundo o governo, também está prevista a criação de um bônus para as famílias com filhos que passarem de ano e tiverem bom desempenho escolar, com nota superior a sete. O prêmio será dado no fim de cada ano. As famílias que tiverem jovens fazendo curso profissionalizante também serão beneficiadas.

Terra informou que o ministério está negociando com empresas a oferta de cursos gratuitos. O jovem vai ganhar um benefício enquanto estiver fazendo o curso.

Segundo ele, o Brasil tem hoje 4,6 milhões de jovens entre 18 a 29 anos que são “nem-nem” – como é chamada a população que nem trabalha nem estuda. “Temos de reduzir esse contingente. Nosso foco é esse jovem.”

As famílias que têm um filho pequeno também vão ganhar mais. O programa já dá um benefício para a mãe com filho recém-nascido, de zero até os seis meses, mas a ideia é estender esse benefício Questionado, o ministro não quis antecipar os valores exatos das bonificações e vantagens às famílias em extrema pobreza, mas afirma que será um valor considerável, capaz de estimular a família a ser “protagonista” das mudanças.

O custo da medida deve ficar em torno de R$ 4,5 bilhões. Além disso, para manter o pagamento de um 13.º salário em 2020, serão necessários outros R$ 2,5 bilhões. Segundo Terra, o governo procura espaço fiscal no Orçamento para bancar as mudanças.

O assunto está sendo discutido com a equipe econômica, que tem apontado restrição à ampliação maior de recursos pela falta de espaço no Orçamento. “Botaria R$ 20 bilhões, mas não podemos perder a responsabilidade com o ajuste fiscal. Temos de garantir que todo esse processo de sucesso na economia prossiga.”

Alternativas

Uma das possíveis fontes de recursos é um aperto nas políticas de fiscalização dos próprios programas sociais.

Em 2019, o governo conseguiu poupar R$ 1,4 bilhão com o combate a fraudes no pagamento do Bolsa Família.

Um pente-fino na concessão do Benefício de Prestação Continuada (BPC), pago a idosos e pessoas com deficiência de baixa renda, também está nos planos do governo e poderá ajudar a compensar a ampliação das despesas com o programa social. A transferência de receitas do petróleo também poderá ser outra fonte de receita para bancar a reestruturação.

Segundo Terra, o governo também quer garantir que o beneficiário mantenha o Bolsa Família, por pelo menos dois anos, depois de encontrar um novo emprego, para fazer a transição de saída do programa.

Quatro perguntas para Osmar Terra

1. De onde virá o dinheiro para a reestruturação?

Vai vir do ajuste que fizermos. A gente tira de um lugar e coloca em outro. Com um pente-fino conseguimos economizar R$ 1,4 bilhão do programa em 2019. Acho que o BPC pode dar uma economia maior e ajudar a compensar.

2. Ainda não teve pente-fino do BPC?

Não. Fizemos um recadastramento, e muita gente não foi se recadastrar. Só com o recadastramento, já tivemos uma economia perto de R$ 2 bilhões. Agora vai ter a perícia do pessoal, ver se quem se apresentou tem condições de trabalhar ou não. Isso depende do INSS.

3. O Ministério da Cidadania quer cruzar dados dos programas com o Imposto de Renda. Como será?

A maneira que a gente tem de localizar aquele funcionário que está fraudando o Bolsa Família no município é ver se ele paga ou não Imposto de Renda. Quem paga IR, não pode estar no Bolsa Família. O projeto de lei que estou discutindo com o presidente é isso.

4. Vai ter reajuste do Bolsa Família em 2020?

O Bolsa vai buscar a garantia do 13.º. O reajuste, a gente não está discutindo ainda. Mas a reformulação vai ser, na prática, um reajuste.

Por:Agência Estado

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Safra 2020 terá recordes de produção de soja e de algodão, diz IBGE

Colheita de soja (Foto: Reprodução – Paulo Whitaker / Reuters)

A produção nacional de soja deve totalizar 122,4 milhões de toneladas neste ano

O País deve alcançar em 2020 novos recordes de produção de soja e de algodão, de acordo com o terceiro Prognóstico para a Produção Agrícola, divulgado nesta quarta-feira (8), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A produção nacional de soja deve totalizar 122,4 milhões de toneladas em 2020, um crescimento de 7,8% em relação a 2019, ou 7,6 milhões de toneladas a mais. A área a ser plantada é de 36,6 milhões de hectares, um aumento de 2,2% ante 2019. O rendimento médio estimado é de 3.340 kg/ha, um crescimento de 5,4%.

Se confirmada a projeção, o Brasil se tornará o maior produtor de soja no mundo, ultrapassando os Estados Unidos pela primeira vez, relembrou Carlos Alfredo Guedes, analista da Coordenação de Agropecuária do IBGE.

Mato Grosso deve responder por 26,9% do total de soja produzida pelo País, com 33,0 milhões de toneladas, um crescimento de 2,2% em relação a 2019, em decorrência do aumento de 2,2% na área a ser plantada.

O Paraná estima produzir 19,8 milhões de toneladas, aumento de 22,6%, e o Rio Grande do Sul estimou uma produção de 19,3 milhões de toneladas, alta de 4,2% ante 2019.

Os produtores brasileiros devem colher 64,1 milhões de hectares na safra agrícola de 2020, uma elevação de 1,4% em relação à área a ser colhida em 2019, segundo o IBGE.

A área colhida em 2019 será de 63,2 milhões de hectares, 3,7% maior que em 2018, de acordo com o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola de dezembro.

Fonte:Agência Estado

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